PASSAGEM DE FRENTE FRIA TRAZ CHUVA E TEMPERATURAS MAIS BAIXAS PARA O RIO
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4 motivos por que nunca valeu tanto a pena comprar um celular do ano passado
Infelizmente, a vida útil do celular é cada vez menor. Foi-se o tempo em que o celular durava quatro ou cinco anos, por uma série de motivos. Essa situação faz com que o consumidor esteja sempre de olho em qual será o seu próximo smartphone, porque nunca se sabe quando o seu aparelho vai deixar de estar disponível.
Nessa hora, sempre aparece aquela pergunta: “vale a pena comprar um celular deste ano ou é mais vantajoso olhar os modelos do ano passado?”. Em 2018, especificamente, a resposta é uma vantagem clara para os modelos do ano passado.
A seguir, daremos bons motivos para olhar para um celular de 2017 na hora de procurar por um novo smartphone.
Eles são bons o suficiente
Primeiro de tudo, a maioria da população não precisa de um celular de ponta, simples assim. Se o que você faz no seu celular é só consultar as redes sociais, bater papo no WhatsApp e tirar uma foto ou outra de vez em quando, não faz diferença se o aparelho foi lançado em 2018 ou em 2017.
Até mesmo para os power-users, que buscam extrair o máximo de desempenho dos seus celulares, as vantagens dos aparelhos mais novos em comparação com os do ano passado não são tão grandes. É totalmente possível viver com um Moto Z2 Play, por exemplo, na faixa intermediária-premium, ou com um Galaxy S8 entre os tops de linha; ambos os celulares foram lançados no ano passado e ainda entregam boa experiência de uso.
Não há inovação
Em outro artigo do Olhar Digital, exploramos os motivos pelos quais é uma má ideia comprar um celular top de linha agora. Uma das razões é simples: não há inovação que justifique a busca por um aparelho de 2018. Os grandes lançamentos deste ano são basicamente melhorias de especificações em relação às suas versões do ano passado; melhorias estas que, como mencionado acima, são desnecessárias para a maior parte do público.
Desvalorização natural
O motivo primário para alguém procurar um celular de 2017 em vez de um de 2018 é, obviamente, preço. Neste sentido, o mercado brasileiro é bastante interessante em comparação com o que se vê no exterior, onde o preço costuma oscilar muito pouco.
Mantendo os exemplos do item anterior, é interessante ver como os celulares ficaram mais acessíveis ao longo do último ano. O Moto Z2 Play foi lançado por R$ 2.000, mas hoje já pode ser encontrado por R$ 1.300; enquanto isso, o Galaxy S8, lançado por R$ 4.000, está custando R$ 2.100. Para comparação, o Moto Z3 Play custa hoje R$ 2.000, e o Galaxy S9 não sai por menos de R$ 3.000.
Efeito dólar
Você pode ter notado que nos últimos meses o dólar deu uma disparada, certo? Isso impacta bastante o preço de lançamento dos eletrônicos no Brasil, de uma forma que não afetava os celulares lançados no ano passado. Isso quer dizer que, no lançamento, os celulares mais caros de 2017 não eram tão caros quanto os de 2018, o que faz com que a desvalorização natural do produto com o tempo crie uma diferença ainda mais
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Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral
Este é um dos piores momentos para comprar um smartphone top de linha; entenda
Com a aproximação das festas de fim de ano, muitos brasileiros ficam de olho em promoções de Natal e Black Friday para comprar um smartphone top de linha Android ou iPhone. No entanto, pelo menos por enquanto, esta pode não ser uma escolha tão vantajosa assim para os consumidores.
Pensando nisso, reunimos alguns motivos pelos quais, talvez, seja interessante pular a atual geração de smartphones high end e aguardar por 2019. Confira a seguir os fatores que podem fazer a diferença tanto do ponto de vista tecnológico, como no nosso bolso.
– Geração com poucas mudanças
Um dos grandes trunfos dos smartphones top de linha é empolgar os consumidores com novas funções ou design ousados. Em 2017, aparelhos com iPhone X e Galaxy S8 chamaram a atenção ao trazer telas com bordas finas, recarga sem fio e recursos de reconhecimento facial. Em 2018, por outro lado, as mudanças foram bem mais modestas e focadas nas especificações.
No lado da Apple, voltamos à clássica geração S: com visual idêntico aos antecessores e melhorias pontuais na câmera e no processador. Já o Galaxy S9 é bastante similar ao que foi apresentado no S8, corrigindo apenas pontos como o posicionamento do leitor de digitais e reforçando configurações internas. Até alguns recursos exclusivos do lançamento da Samsung, como o AR Emoji e a super câmera lenta, estão sendo importados para os modelos antigos.
Para 2019, por outro lado, mudanças mais significativas são esperadas. Segundo rumores, a Samsung deve apresentar um Galaxy S10 cheio de novidades para comemorar a primeira década da linha. A fabricante sul-coreana e a Huawei, aliás, travam uma disputa pelo lançamento do primeiro modelo dobrável do mundo. Já a Apple e outras fabricantes podem apostar em telefones sem os odiados notch, enquanto a Microsoft pode, finalmente, apresentar o seu Surface Phone em março ou abril.
– Estamos na véspera do lançamento do 5G
O 5G terá suas primeiras redes comerciais lançadas em 2019, o que motivou diversas fabricantes a anunciarem que seus próximos tops de linha terão suporte à nova tecnologia. Embora ainda não haja uma previsão oficial para a chegada da tecnologia ao Brasil, o consumidor brasileiro deve levar isso em consideração antes de gastar milhares de reais em um novo smartphone top de linha.
Em tempos de economia difícil e dólar alto, o número de brasileiros que opta por manter o smartphone por mais tempo tende a crescer. A última edição do QuISI, produzido pela Qualcomm, em parceria com o IDC, mostrou que 41,9% dos consumidores demoram pelo menos dois anos para trocar de celular, por exemplo. Ou seja, um aparelho já preparado para a nova geração tende a ser uma escolha interessante para quem deseja “segurá-lo” por mais tempo ou até mesmo conseguir melhores valores de revenda.
Vale lembrar que as novas redes de celulares tendem a oferecer taxas de latência muito menores do que as atuais, diminuindo o tempo de resposta da conexão. Além disso, o 5G oferecerá velocidades muito superiores às atuais, podendo alcançar a casa dos Gbps (Gigabits por segundo). Por fim, a tendência é que a migração para as novas redes seja gratuita, assim como o que aconteceu no avanço do 3G para o 4G.
– Preço altíssimo
O dólar é um dos fatores que mais influenciam no preço dos produtos de tecnologia no Brasil e o cenário não é nada animador em 2018. Nos últimos 12 meses, a cotação da moeda americana deu um grande salto de R$ 3,15 para R$ 4,01 em meio à recuperação lenta da economia e às incertezas do período eleitoral. Quem espera pelos lançamentos de fim de ano tende a encontrar aparelhos com o preço inflado pelo câmbio desfavorável.
É possível ilustrar esse cenário com a variação do preço de lançamento dos tops de linha da Samsung, que passou de R$ 4 mil no S8 para R$ 4.300 no S9 básico. No caso da linha Note, a variação foi ainda maior: passando de R$ 4.400 para R$ 5.500 em apenas um ano. Por fim, a expectativa é que o sucessor do iPhone X, que já assustou muitos consumidores com a etiqueta de R$ 7 mil, chegue por preços ainda mais astronômicos.
Diante disso, o melhor conselho para o consumidor que pretende comprar um top de linha neste momento é: tenha paciência e cautela. Esperar alguns meses pode recompensar com uma cotação do dólar mais fraca, especialmente após o fim das eleições, e a tradicional desvalorização dos modelos. Outra opção, para quem estiver precisando com urgência, é comprar um dos modelos lançados em 2017.
– Intermediários cada vez mais atraentes
Enquanto os preços dos tops de linha disparam, os modelos intermediários têm se mantido em patamares mais “aceitáveis” para a renda dos brasileiros. Atualmente, é possível encontrar bons aparelhos nesta categoria, com preços que variam entre R$ 1,5 mil e R$ 2,5 mil. Muito deles, inclusive, importam alguns recursos dos telefones mais caros, como tela infinita, câmera dupla e ficha técnica robusta.
Até a Apple resolveu lançar um bom intermediário neste fim de ano: o iPhone XR. O modelo traz as mesmas especificações das versões XS e XS Max, economizando apenas em itens como a câmera traseira e a tela de LCD. O aparelho, que chega lá fora por US$ 749 (R$ 2.910), é apontado como o provável campeão de vendas da marca para 2018.
– Conclusão
Por mais atraentes que possam ser, os smartphones top de linha de 2018 deixaram a desejar até o momento. A menos que alguma surpresa surja até o fim do ano, os consumidores não tendem a perder muito se esperarem um pouco para atualizar ou seus telefones ou optarem por comprar modelos mais simples na Black Friday ou Natal.
Do ponto de vista da inovação, o próximo ano tende a ser bem mais interessante, com a promessa de mudanças maiores nos telefones da Apple e da Samsung. Além disso, a corrida pelos smartphones dobráveis e pelo fim do notch na tela promete finalmente trazer mais empolgação para os fãs de tecnologia. Por fim, a chegada do 5G é uma notícia aguardada por aqueles que já querem experimentar as novas redes ou pretendem manter os seus telefones por mais tempo.
Já do ponto de vista do preço, a alta do dólar e da carga tributária pressionam ainda mais os já inflados preços de lançamento de iPhones e Galaxys. Caso seja possível esperar, a queda da moeda americana ou a desvalorização natural dos modelos tendem a compensar o tempo a mais com um smartphone antigo. Do contrário, um aparelho intermediário consegue oferecer um bom custo-benefício, com um misto de especificações interessantes e valores mais justos.
Jovem de 18 anos é preso com 250 selos de nova droga sintética
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Um rapaz de 18 anos foi preso em flagrante, no começo da tarde da última terça-feira (2/10), com 250 microsselos de uma nova droga, ainda năo identificada pela polícia. Durante investigaçăo, os policiais da Coordenaçăo de Repressăo às Drogas (CORD) identificaram o jovem com atitudes suspeitas no Conic. Após a abordagem, encontraram os entorpecentes.
De acordo com o delegado da CORD, Luiz Henrique Sampaio, inicialmente, pensava-se que a droga fosse LSD. O rapaz pegou as substâncias com um fornecedor e iria revender por R$ 1,6 mil. “Os peritos estăo analisando e já sabemos que se trata de um novo entorpecente. Temos uma suspeita de qual é a droga, mas os efeitos ainda săo desconhecidos”, afirmou. O nome da droga só será divulgado após a conclusăo do laudo feito pelo Instituto de Criminalística (IC).
O delegado disse, ainda, que a droga está sendo comercializada como LSD e ainda năo foi inserida na relaçăo de entorpecentes proibidos pelo Ministério da Saúde. “Eles usam dessa artimanha achando que, quando pegos, năo serăo enquadrados por tráfico de drogas”, explicou Luiz Henrique Sampaio. A suspeita é de que a substância estela sendo trazida para o Brasil da Europa e há indícios de que ela seja comercializada na Holanda. Como săo fáceis de transportar, os selos săo trazidos de aviăo.
O traficante, K.U.Q., é réu primário e confessou o crime. “Ele disse que já tinha feito outras entregas e que iria receber menos de R$ 100 reais por essa venda. As negociaçőes aconteciam por Whatsapp e Facebook”, acrescentou Luiz Henrique Sampaio. Em audiência de custódia, a justiça determinou que ele deve permanecer preso preventivamente. As investigaçőes agora se concentram em capturar o suspeito, já identificado, de fornecer a droga para o rapaz.
Memória
Outra droga rara chamada de N-etilpentilona foi a responsável pela morte da universitária Ana Carolina Lessa, 19 anos, em 25 de junho deste ano. De acordo com os investigadores, a jovem ingeriu o entorpecente junto com uma bebida alcoólica, durante uma festa rave. Os efeitos foram intensos e horas depois de ela ter várias alucinaçőes, o coraçăo ficou sobrecarregado e Ana năo resistiu a duas paradas cardiorrespiratórias.
Além da jovem, o entorpecente foi o responsável por mais uma morte. Em dezembro de 2017, Carlos Henrique Santana Oliveira, 32, também passou mal ao fazer uso da substância em uma rave. Desta vez, o caso ocorreu no Rio Grande do Norte. Além de provocar efeitos como pupila dilatada, olhos arregalados, paranoias e alucinaçőes, a N-etilpentilona interfere nos batimentos do coraçăo e a sobrecarga pode ser fatal.
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Fonte: Cidades
Astrônomos podem ter encontrado primeira lua fora do Sistema Solar
Uma equipe de astrônomos da Universidade de Columbia, em Nova York, divulgou nesta quarta-feira, 3, a descoberta de indícios do que parece ser uma lua fora do Sistema Solar. Se os dados forem confirmados, será o primeiro satélite natural detectado na órbita de um exoplaneta.
Cientistas já catalogaram centenas de planetas ao redor da galáxia, circulando as mais diversas estrelas. Mas nunca foram capazes de detectar se havia alguma lua na órbita de algum deles. Desta vez, as evidências são promissoras.
O astro em questão está na órbita de um planeta gigante e gasoso, semelhante a Júpiter, localizado a cerca de 4.000 anos-luz de distância da Terra. O planeta, por sua vez, gira em torno da estrela Kepler-1625, que fica na constelação do Cisne (Cygnus).
Alex Teachey e David Kipping, os autores do estudo que detalha a descoberta, explicaram que é difícil confirmar a existência de um satélite natural em um exoplaneta porque estes astros são bem menores do que os respectivos planetas.
Além disso, planetas fora do Sistema Solar são identificados quando formam uma sombra sobre as lentes dos telescópios da Terra, no momento em que passam na frente de suas estrelas. Como planetas não têm luz própria, é difícil enxergar a sombra deixada por uma lua.
Os cientistas usaram os satélites Hubble e Kepler para observar o que parecia uma sombra deixada por um objeto bem menor que um planeta em frente à estrela Kepler-1625. A observação foi breve e não pode ser reproduzida mais de uma vez, e por isso a existência da “exolua” não foi confirmada.
Os cientistas esperam confirmar a descoberta desta nova lua ao longo dos próximos meses, a partir de observações mais detalhadas. Eles também pretendem usar o telescópio James Webb para detectar outros astros menores pelo espaço, como planetas rochosos e mais satélites naturais.
Idoso é preso após tentar comprar menina de 8 anos por R$ 800 mil em supermercado
Um homem de 81 anos foi preso após tentar comprar uma menina de 8 anos pelo equivalente a cerca de R$ 800 mil em uma filial da rede de supermercados Walmart em Porto Orange (Flórida, EUA) no último sábado (29/9).
A menina estava sentada ao lado da mãe em um banco dentro do supermercado quando Hellmuth Kolb se aproximou e, sem rodeios, fez a insólita oferta.
Revoltada, Tracy Nigh se levantou. Mas Hellmuth insistiu, segurou a menina e a beijou em um dos punhos.
Tracy chamou seguranças, mas o idoso conseguiu fugir. Horas depois, foi identificado com a ajuda de câmera de segurança e acabou preso, de acordo com reportagem da CBS News.
A polícia acredita que não foi a primeira vez em que Hellmuth tentou comprar uma criança.
Homem enxerga tudo em vermelho após tomar alta dose de Viagra!!
A automedicação de um homem com disfunção erétil acabou gerando efeitos colaterais em outras partes do corpo. Segundo os médicos que o atenderam, após tomar uma alta dose de citrato de sildenafila, contido em medicamentos como o Viagra, o homem passou a enxergar tudo em vermelho
O caso do paciente foi relatado em uma publicação científica divulgada este mês, a “Retinal Cases”.
O Sildenafil, que pode ser vendido em medicamentos de marca ou como genérico, é considerado relativamente seguro, mas mesmo doses prescritas por médicos podem causar reações, como visão borrada, aumento da sensibilidade à luz e mudanças nas cores.
Normalmente esses sintomas são apenas temporários, durando no máximo um dia. Segundo a publicação, os sintomas apresentados pelo homem apareceram logo após ele tomar uma certa quantidade de citrato de sildenafila em formato líquido, comprado pela internet. Em seguida, ele começou a ver rastros multicoloridos, os seus olhos ficaram mais sensíveis à luz e ele começou a enxergar tudo em vermelho.
Dois dias depois, ele procurou a emergência de uma clínica oftalmológica em Nova York. Na época, a sensibilidade à luz e a visão de rastros multicoloridos haviam passado, mas ele permaneceu vendo tudo em vermelho.
“As pessoas vivem sob a filosofia de que se um pouco faz bem, muito será ainda melhor. Esse estudo mostra o quão perigoso é uma dose extrema de um remédio amplamente usado”, ressalta o principal autor do estudo sobre o caso, Richard Rosen.
Não se sabe ao certo a dose tomada pelo homem, mas os médicos acreditam que foi superior à quantidade recomendada, de 50
DENUNCIA!! EX MULHER DO CANTOR LUCIANO DISPARA!! ME TRAÍA COM GAYS!! E TENHO PROVAS ( FOTOS)
A ex-mulher do sertanejo Luciano, Cleo Loyola, fez vários desabafos e expôs o cantor nas redes sociais. Em uma série de fotos, a pastora diz que o irmão de Zezé Di Camargo mente e que vai “arrancar a máscara” do artista. Nos posts, Cleo chama Luciano de “Lucigay” e afirma que ele sempre a traiu com travestis e homossexuais.
“A verdadeira história de dois filhos de Francisco. Sempre com suas mentiras, né, Lucigay. Você colocou no filme que eu traía você. Na verdade, você sempre me traiu com travestis e gays. Pronto. Depois de 29 anos, vou contar a verdade, seu demônio”, escreveu Cleo e postou uma foto em que Luciano aparece ao lado de um travesti.
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Ela disse que Luciano sempre a traiu com travestis e homossexuais
Luciano não se pronunciou sobre as fotos
Cleo postou essa foto de Luciano ao lado de um travesti
Em seguida, o beijo dos dois
Cleo está revoltada com as atitudes de Luciano com o filho
Em outro post, Cleo cita o relacionamento de Luciano com o filho, Wesley Camargo, que foi preso na última segunda-feira (1º/10) após ser acusado de agredir a mulher, Thais Fraga Guimarães. “Você nunca foi exemplo na adolescência e fica falando mal do meu filho. Cria vergonha na cara. O melhor eu estou guardando para arrancar sua máscara. Mexa comigo, mas nunca mexa com meu filho Wesley Loyola Camargo”, afirma.
A assessoria de imprensa do cantor Luciano foi procurada, mas até a última atualização desta matéria, não havia se pronunciado sobre o caso.
URGENTE!! Jovem desaparece Zona Oeste após marcar encontro em app de relacionamento gay
Após marcar um encontro em um aplicativo de relacionamento gay, Lucas Chaves Pinho, de 32 anos, desapareceu. Ele é cearense e vive há cerca de seis anos no Rio das Pedras, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, trabalhando como garçom. Preocupada com o sumiço do jovem, a família procurou a polícia para fazer o registro de ocorrência. A informação é do jornal Extra.
De acordo com primos de Lucas, há algum tempo o cearense começou a marcar encontros por meio de uma rede social destinada a homossexuais, chamada Hornet. Os familiares estão se mobilizando para esclarecer o caso. Agostinho Pinho de Oliveira, o primo que registrou o caso na polícia, teve acesso às imagens das câmeras de segurança do prédio. Nas gravações, dois homens aparecem entrando no apartamento do garçom e deixando o local após alguns minutos.
r as imagens para a dona do prédio. Quando chegamos lá, encontramos a cama bagunçada e o guarda-roupa revirado”, afirmou Agostinho.
Em nota, a Polícia Civil informou que “as investigações estão em andamento na Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA)” e que “diligências estão em andamento para elucidar o fato”.