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Wilson Witzel está inelegível pela Lei da Ficha Limpa, diz colunista…

Acandidatura do ex-juiz federal Wilson Witzel (PSC) ao governo do Rio de Janeiro pode ser impugnada, de acordo com a coluna Radar, da revista Veja.

O magistrado pediu exoneração do cargo em fevereiro último, com a pretensão de concorrer às eleições, mas respondia a um processo administrativo, desde 2005, no Conselho Nacional de Justiça.

A ação só foi arquivada em 18 de setembro, ainda conforme a coluna. Acontece que a a Lei da Ficha Limpa, em seu artigo 1º, diz que “magistrados e os membros do Ministério Público que forem aposentados compulsoriamente por decisão sancionatória, que tenham perdido o cargo por sentença ou que tenham pedido exoneração ou aposentadoria voluntária na pendência de processo administrativo disciplinar” são considerados inelegíveis.

Haddad parte para o ataque contra Bolsonaro: ‘Grandíssimo mentiroso’

Witzel disputa o segundo turno com o ex-prefeito do Rio Eduardo Paes (DEM). Ele nasceu em Jundiaí, em 1968. Aos 19 anos se mudou para o Rio de Janeiro, onde se tornou fuzileiro naval e defensor público. Fez mestrado em Processo Civil e doutorado em Ciência Política. Foi professor de Direito Penal Econômico por maios de 20 anos, ministrando aulas em instituições como a Fundação Getulio Vargas e a Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Para se candidatar ao cargo do governo do Rio, Witzel filiou-se este ano ao Partido Social Cristão (PSC). Em 2001, ele entrou para a magistratura, atuando em varas criminais e cíveis, chegando a presidir, entre 2014 e 2016, a Associação dos Juízes Federais do Rio de Janeiro e Espírito Santo (Ajuferjes).

Witzel é considerado uma surpresa na eleição, pois vinha em 6º lugar nas pesquisas, mas após o debate na televisão, antes do primeiro turo, começou a subir. Na última pesquisa do Instituto Datafolha, antes da votaão, ele já aparecia em 2º lugar, e em 3º na pesquisa do Ibope.

Deputado federal mais votado no Rio, Hélio Negão desafia quem vê racismo no padrinho Bolsonaro

Vamos acabar com essa divisão de classe! Somos todos iguais! Minha cor é o Brasil! A força do Brasil é a união do seu povo!”

Jair Bolsonaro, Hélio Lopes e Flavio Bolsonaro; candidato à presidência e deputado federal recém-eleito se conhecem há uma década

Foto: Reprodução/Facebook / BBC News Brasil

Com esta mensagem nas redes sociais, o subtenente do Exército Hélio Fernando Barbosa Lopes comemorou o fato de ter sido o deputado federal mais votado no Estado Rio e desafiou quem vê o presidenciável Jair Bolsonaro como racista.

“No PSL do racista Bolsonaro, um negro foi o mais votado no Estado do Rio de Janeiro”, destaca Hélio em uma foto ao lado do presidenciável, cujo sobrenome adotou em sua candidatura: Hélio Bolsonaro 1720.

Hélio não foi o único a se candidatar com o nome de Bolsonaro, mas foi escolhido como homem de confiança do capitão reformado, que o conhece há cerca de 10 anos por sua atuação no Comando Militar Leste. Segundo uma fonte próxima ao presidenciável, Bolsonaro viu o amigo militar como a pessoa certa para substituí-lo e chefiar sua equipe em seu gabinete na Câmara dos Deputados – que ficará vago após quase 28 anos, com os sete mandatos sucessivos que exerceu no Congresso.

Em um vídeo postado por Hélio na véspera do primeiro turno, Bolsonaro, ao seu lado, descreve-o como “um velho amigo”, que o “acompanha há muito tempo” e por quem tem “especial atenção e carinho” – e pede um voto de confiança a todos que querem “mudar o Brasil”.

Hélio participou ativamente da campanha. Acompanhou o presidenciável em viagens e, depois do atentado em que foi esfaqueado, visitou-o no hospital e passou a fazer campanha ao lado de Flávio Bolsonaro, o filho mais velho do clã, eleito para o Senado.

E acabou personificando uma resposta da campanha às acusações de racismo feitas ao presidenciável. Nas postagens diárias pedindo votos para o capitão nas redes sociais, adotou as hashtags “o negão de Bolsonaro” e o “federal de Bolsonaro”.

Candidatura do subtenente foi trunfo usado pela campanha de Bolsonaro para tentar desfazer a associação de sua imagem à discriminação racial

Foto: Reuters / BBC News Brasil

De 480 a 345 mil votos

Nascido em Mesquita, município da Baixada Fluminense, no Grande Rio, Hélio tem 49 anos e vinha tentando entrar na política há pelo menos quatro.

Em 2014, saiu para deputado federal pelo PTN, mas não reuniu as condições necessárias ao registro e teve a candidatura indeferida. Em 2016, candidatou-se a vereador pelo município de Nova Iguaçu, também na Baixada Fluminense, pelo PSC.

Na época, apresentou-se como Hélio Negão, como é conhecido, e obteve 480 votos.

Agora, como Hélio Bolsonaro e candidato pelo PSL, viu o número de eleitores saltar para 345.234, surpreendente para um novato na política e um nome pouco conhecido no Rio, ficando à frente do veterano Marcelo Freixo, do PSOL, que obteve 342.491 votos.

“Ele é um cara tranquilo, não se altera, se dá bem com todo mundo. Os militares gostam muito dele, tanto seus superiores quanto seus subordinados. Tanto que teve essa votação tão expressiva, a grande maioria de votos certamente de militares”, diz uma fonte próxima à campanha.

Para a campanha, Hélio recebeu R$ 45 mil do fundo partidário do PSL e declarou ter gasto apenas R$ 36 mil, concentrados em serviços gráficos e comunicação. Não declarou bens em sua prestação de contas.

Sua campanha foi centrada nas redes sociais e na participação de eventos ao lado da família Bolsonaro – frequentemente postando vídeos e fotos ao lado dos membros de clã, como o retrato sorridente em que come um espetinho de rua enquanto o capitão come um salsichão.

As demonstrações de apoio mútuo tiveram proveito para ambos os lados. A dobradinha catapultou os votos do subtenente e foi um trunfo usado pela campanha de Bolsonaro para tentar desfazer a associação de sua imagem à discriminação racial, após uma série de declarações controversas feitas ao longo dos últimos anos.

“Bolsonaro não é racista, e eu sou a prova disso”, diz Hélio em um de seus vídeos.

Eduardo Bolsonaro e Hélio Lopes; campanha foi centrada nas redes sociais e na participação de eventos ao lado da família Bolsonaro

Foto: Reprodução/Facebook / BBC News Brasil

Nesta quinta-feira, o subtenente postou uma foto sua ao lado de Bolsonaro e de Alana Passos, sargento do Exército que foi a terceira deputada estadual mais votada no Rio, e a primeira entre as mulheres. Sobre a imagem de cada um, as legendas: “O negro + votado – RJ” e “A mulher + votada – RJ”.

Negão desafiou: “Alô PTralhas, Comunas, essa imagem diz muita coisa! Quem é mesmo racista? Quem é machista?”

‘100% afinado’ com Bolsonaro

BBC News Brasil buscou contato com o futuro deputado federal do Rio, mas ele negou entrevista, afirmando que o momento é de concentração nos esforços para o segundo turno – no qual o presidenciável enfrenta o petista Fernando Haddad.

Nesta quinta-feira, Jair Bolsonaro convocou os 52 deputados federais e quatro senadores eleitos pelo PSL, além de parlamentares de outros partidos que deram apoio, para um evento no Windsor Hotel, na Barra da Tijuca, que tem sido o quartel-general de sua campanha.

Seu filho, Flávio Bolsonaro, eleito para o Senado, afirmou que o objetivo do encontro era traçar estratégias para a campanha, mas também “mostrar o tamanho de Jair Bolsonaro dentro do Parlamento”.

Negão construiu a campanha condenando a ideia de “divisão de classes”, “divisão racial” e “divisão sexual” e carrega as bandeiras da defesa à família tradicional. Usa o mesmo slogan de Jair Bolsonaro: “Deus acima de tudo, Brasil acima de todos”.

O subtenente adotou o número 1720, o mesmo usado por Eduardo Bolsonaro, filho do capitão, que se tornou o deputado federal mais votado no História do país, obtendo 1,7 milhão de votos em São Paulo.

Eduardo também pediu votos para Negão nos dias antes da campanha, indicando “o nosso amigo, o nosso irmão Hélio Bolsonaro, também conhecido como Hélio Negão”, disse em vídeo. “A gente tem essa liberdade porque aqui não tem mimimi, não tem politicamente correto, e o Hélio é 100% afinado com as ideias do Jair Bolsonaro.”

O PSL, que em 2014 tinha eleito apenas um deputado federal, desta vez conseguiu abocanhar 52 cadeiras na Câmara dos Deputados.

Tornou-se a segunda maior bancada, depois do PT, com 56 deputados. No Rio, passou a ser o maior partido, com 13 das 70 cadeiras da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), contra apenas duas em 2014.

Bolsonaro recebe visita de Regina Duarte

Autora da frase célebre que marcou o sentimento anti-PT nas eleições de 2002, quando disse que estava com medo da chegada do PT ao poder, a atriz Regina Duarte visitou o candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, conforme publicado pelo presidenciável em sua rede social nesta sexta-feira (12/10).

A divulgação do registro do encontro nesta sexta ocorre em meio a um esforço de Bolsonaro para aproximar-se do eleitorado feminino. As redes sociais do presidenciável incluíram flores nas publicações relacionadas ao encontro.

Nesta semana, a ex-corregedora-nacional de Justiça e ministra aposentada do Superior Tribunal de Justiça, Eliana Calmon, passou a reforçar a campanha do candidato do PSL à Presidência.

A visita desta sexta-feira contou também com a presença da deputada federal eleita Carla Zambelli (PSL), uma das lideranças do movimento Nas Ruas, que se mobilizaram pelo impeachment de Dilma Rousseff.

Já Regina Duarte costuma manter, nas redes sociais e em manifestações públicas, o posicionamento de aversão ao PT que ficou célebre durante a campanha eleitoral de 2002, quando pediu votos para o então candidato do PSDB, José Serra.

Romeira é atropelada em São Paulo durante peregrinação a Aparecida

Uma romeira que seguia a pé em direçăo ao Santuário de Nossa Senhora Aparecida, no Vale do Paraíba, foi atropelada nas margens da Rodovia Presidente Dutra, na altura da cidade de Roseira, na tarde desta quinta-feira (11/10). Ela sofreu ferimentos leves. Esta foi a terceira vítima de atropelamento durante a peregrinaçăo a Aparecida nos últimos dois dias.

Segundo a CCR NovaDutra, concessionária que administra a estrada, a mulher foi atingida depois de uma colisăo traseira entre dois carros no km 76 da Dutra, no sentido do Rio de Janeiro.

A romeira é de Guarulhos e fazia parte de um grupo de oito pessoas que caminhava pelo acostamento da rodovia. Ela foi encaminhada para o Pronto-Socorro Municipal de Guaratinguetá.

Chovia no momento da ocorrência, o que, de acordo com a concessionária, pode ter contribuído para o acidente. A NovaDutra orienta que os peregrinos interrompam a caminhada quando chove ou anoitece.

O motorista de um dos veículos fugiu. O outro condutor parou para prestar socorro. O acidente năo causou congestionamento na rodovia.

Atropelamentos

Além do caso desta quinta, dois romeiros foram atropelados por um automóvel na Dutra nesta quarta-feira, 10, em Taubaté. Um deles foi levado em estado grave ao Hospital Regional do Vale do Paraíba, e o outro teve ferimentos leves e acabou atendido no local. Dois ocupantes do veículo também ficaram feridos – sem gravidade.

As rodovias de acesso a Aparecida estăo em alerta para o risco de acidentes com os peregrinos.

“Năo temos como proibir a manifestaçăo na rodovia, mas trabalhamos para diminuir essas ocorrências e reafirmamos os perigos ao realizar essas romarias na rodovia”, disse Virgílio Leocádio, gestor de atendimento da NovaDutra.

Fonte: Brasil

Com câncer, cantora segue entubada, mas tem melhoras

eise Cipriano, cantora do grupo “Fat Family”, segue em tratamento contra o câncer no fígado na UTI do Instituto do Câncer de São Paulo.

Um comunicado divulgado no Instagram da cantora, nesta sexta-feira (2), diz que ela continua entubada, mas está apresentando melhoras: “Deise vem apresentando melhoras, as defesas do seu corpo estão aumento e os padrões pulmonares melhorando bastante”.

+ Alexandre Frota tem nome negativado por pensão, diz jornal

“A presença e o amor da família são fundamentais. Fazemos cultos na UTI, com muita oração, adoração e louvores a Deus. Temos fé que logo ela estará bem e cantando como nunca”, declarou a família de Deise.

Bolsonaro ataca PT; Haddad ignora Lula

Na estreia do horário eleitoral gratuito no segundo turno no rádio, o candidato Jair Bolsonaro (PSL) partiu para o ataque contra o PT e seu adversário, Fernando Haddad. Já o programa do petista ligou o concorrente à onda de violência gerada na campanha à Presidência da República e não citou, como havia feito no primeiro turno, o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Bolsonaro, que praticamente estreou no horário eleitoral, já que na primeira fase da campanha tinha menos de 10 segundos por programa, lembrou a ascensão do socialismo e do comunismo na América Latina, citou a criação do Foro de São Paulo, “grupo liderado por Lula e Fidel Castro (ex-presidente de Cuba)” e até divulgou um áudio do ex-presidente brasileiro, preso em Curitiba. “Todos que participaram do Foro de São Paulo chegaram ao poder”, diz Lula.

Veja também: Revista divulga depoimento inédito do agressor de Jair Bolsonaro à PF

O programa do candidato do PSL informou que Cuba é o país mais atrasado do mundo, lembrou as crises na Venezuela e do Brasil, governado pelo PT entre 2003 e 2016. “Estamos à beira do abismo (…) fizeram de Brasília um balcão de negócios e muitos estão presos”. A locução citou também que o vermelho, cor do PT, jamais foi a cor da esperança.

Nesse primeiro programa eleitoral de Bolsonaro, Haddad foi chamado de “boneco de Lula”, e declarações de pessoas procuram afastar as acusações de racista e machista de Bolsonaro. “Sou mulher e negra. PT nunca mais. A nossa bandeira é verde e amarela”, afirma uma apoiadora do deputado federal. Na parte final, Bolsonaro é apresentado ao eleitor e reforça a questão feminina, com a repetição do relato emocionado de uma reversão de vasectomia para que pudesse ter uma filha, Laura, a única mulher após quatro homens.

Haddad

Na abertura do programa do candidato petista, a mensagem foi a de que a “democracia está em risco” e o que o segundo turno, “que deveria ser de debate de propostas, foi transformado por seguidores de Bolsonaro em onda de violência”. As declarações do candidato do PSL de que iria “fuzilar a petralhada”, é alternada com vários relatos de violência, como o assassinato do mestre de capoeira e produtor cultural Môa do Katendê, em Salvador (BA), com 12 facadas, após defender o voto no PT. Em seguida, Haddad repete o bordão que seu sonho é oferecer aos brasileiros ao menos uma oportunidade, com educação e emprego, “um livro em uma mão e uma carteira assinada na outra”.

Ao contrário de Bolsonaro, que está no terceiro casamento, o programa do petista cita a relação de 30 anos com Ana Estela e filhos Frederico e Carolina. Lembrou que Haddad foi ministro da educação e reforça o pedido de paz antes de citar algumas propostas para o governo, caso eleito – além de emprego, a retomada de obras paradas, incentivo à construção civil e a criação do ensino médio federal.

Ao final, Haddad afirma que é hora de “olhar para frente”, pede união e o voto “mesmo que você eleitor tenha votado em outro candidato no primeiro turno, eu quero conversar com você”, disse “Essa campanha não é de um partido, é dos que querem mudar para melhor o nosso País (…) Vamos nos unir, a hora é agora. Quero contar com todos que são a favor da democracia e dos direitos do povo”.

Ao contrário do primeiro turno, quando Lula dominou os programas de Haddad, o ex-presidente, ao menos neste primeiro, não foi lembrado. Com informações do Estadão Conteúdo.

ALEXANDRE FROTA PODE SER PRESO A QUALQUER MOMENTO

A Justiça de Brasília deferiu o pedido de protesto feito pelos representantes de Mayã Frota contra o pai, Alexandre Frota. O nome do recém-eleito deputado federal por São Paulo está negativado. Ou seja, Frota não pode requerer financiamentos ou fazer compras através de crediários.

A decisão certificada pela diretora da 4ª vara de Família de Brasília, Renata Bittar, se baseia nos trâmites do processo que Mayã move contra Frota pela dívida de pensão alimentícia. Na segunda-feira, 15, será pleiteado ainda o pedido de prisão do ex-ator.

No último dia 10, Alexandre Frota pagou parte da pensão devida, cujo montante agora é de R$ 42. 418,39 e propôs um acordo, mas os advogados de Mayã rejeitaram que ele parcelasse o débito e tampouco que depositasse em juízo.

Mayã Frota trocou farpas com o o pai, Alexandre Frota nas redes sociais Foto: reprodução/instagram

Um pedido de prisão já havia tramitado no fim de setembro, mas de acordo com a Justiça Eleitoral, o ainda candidato não poderia ser detido num prazo de 15 dias. O que já passou.

Mayã nasceu em maio de 1999. Em agosto, do mesmo ano, Samantha Gondim, a mãe do garoto, entrou com pedido de pensão na Justiça através da Defensoria Pública. A Justiça havia pré-determinado o pagamento de dez salários mínimos, mas Frota teria oferecido apenas R$ 200 na época, o que não foi aceito pela mãe do menino.

Processado criminalmente

Mayã Frota se manifestou. Alexandre Frota contra-atacou o filho. E Samantha Gondim, a mãe de Mayã, vai processar o ex nas varas cível e criminal. De acordo com a advogada Juliana Pocaro, que cuida do caso, ela e Samantha vão entrar com os dois processos na Justiça.

Injúria, difamação e porte de drogas são apenas algumas das infrações nas quais Alexandre Frota pode ser enquadrado. No texto que publicou em seu perfil no Facebook, no qual rebate as acusações do filho, de abandono e não pagamento de pensão, ele deixa claro que fez sexo e consumiu drogas com Samantha num hotel de Brasília.

“Ela tinha 16 anos na época. Não trabalhava e nem poderia trabalhar como bartender como afirma o senhor Alexandre Frota. Não foi apenas uma relação. os dois tiveram um envolvimento”, explica a advogada: “Tomaremos todas as medidas cabíveis na Justiça”.

Na última quinta-feira, em nota, Samantha esclareceu pontos sobre sua relação com Alexandre Frota por meio de sua advogada, Juliana Porcaro.

Samantha Gondim teve um relacionamento com o ex-ator em 1998 Foto: reprodução/instagram

“A Sra. Samanta Lima Gondim, por meio de sua Advogada Juliana Porcaro, vem a público esclarecer que:

Teve um relacionamento com o Sr. Alexandre Frota. Na época tinha 16 anos e ele 36 anos. Desse relacionamento, que não foi de apenas uma noite, nasceu Mayã Frota hoje com 18 anos. A questão veio a público por declarações do Sr. Alexandre Frota que se ressentiu das constantes execuções de alimentos e autorizou seu advogado a falar publicamente sobre os alimentos que deve a seu filho. Não é verdade que o Sr. Alexandre Frota sustentou o filho e a Sra. Samanta. A Sra. Samanta nunca pediu alimentos para si. Não é verdade que a Sra. Samanta trabalhava de bartender. Até porque, tinha apenas 16 anos à época. Sobre as afirmações quanto a uso de bebidas alcoólicas e drogas, é necessário lembrar novamente que Samanta tinha apenas 16 anos à época. Mas, Alexandre Frota, 36. Então, sua exposição pública tem por consequência, no mínimo, a confissão de cometimento de crimes. Esclarece, ainda, que não fez e não faz uso de drogas ilícitas.

Também é interessante notar que Alexandre Frota tem conduta recorrente em ofender pessoas por suas redes sociais. Inclusive, já fez crítica ferrenha em situação semelhante à presente, tendo sido determinado pela Justiça a retirada daquelas postagens, da internet, sob pena de multa diária. Assim, esclarece que não veio a público – nesses 19 anos – para atacar a honra de Alexandre Frota, aliás, sempre se manteve silente tanto quanto ao relacionamento, como aos alimentos devidos ao filho. Mas, agora, e apenas para se defender das inverdades por ele recentemente ditas de forma pública, vem fazer esses esclarecimentos. Registramos nosso total repúdio à tentativa de linchamento virtual e desmoralização da mulher e da família que o Sr. Alexandre Frota, que se diz defensor, fez”.

Mayã Frota e a mãe, Samantha Gondim moram na Bélgica Foto: reprodução/instagram

Mãe e filho na Bélgica

Samantha, que é personal trainer, mora hoje na Antuérpia, Bélgica, com dois dos três filhos, Mayã e um bebê de poucos meses, fruto de um novo relacionamento. Na época do envolvimento com o ex-ator, ela era menor de idade e engravidou dele. Alexandre assumiu a paternidade, mas não quis conviver com o garoto, como ele mesmo disse em inúmeras entrevistas que deu anos depois.

A relação familiar que já era inexistente foi posta em xeque com um post de Mayã no Twitter, logo após o resultado do primeiro turno das eleições no Brasil, quando foi confirmada a vitória de Alexandre na corrida da Câmara Federal, com 155 mil votos. “Eu sou filho de um ex-ator pornô e ex-viciado em cocaína, que defende a família, mas queria me abortar. Como ele virou atual deputado federal de São Paulo eu não sei ”, escreveu Mayã.

Após as farpas trocadas entre filho e ex, Samantha também usou as redes para desabafar.

Mayã Frota trocou farpas com o o pai, Alexandre Frota nas redes sociais Foto: reprodução/instagram

Frota disse que fez sexo quando ele e Samantha estavam drogados

No textão que escreveu, Frota assume o vício e ataca a ex. “Não sei se você sabe de tudo, mas quando foi concebido em um quarto de hotel em Brasília, eu e sua mãe, um bar tender na época, que conheci e na mesma noite saiu comigo para uma noitada, já havíamos enchido a cara na festa e resolvemos ir para o hotel. No hotel estávamos bebendo cheirando, fumando e fazendo sexo, ambos bem loucos. Eu e ela ok”, descreve.

“Sei que é difícil para você entender, mas precisamos deixar claro a verdade. E é na loucura que cometemos loucuras. Detalhe: sempre fui contra o aborto como sou até hoje, e nunca quis abortar você, não sei o que Samantha te falou. O estranho é só agora você questionar isso, depois da minha vitória. Você teve 18 anos para me perguntar e só agora aparece ?”, continuou Frota.

Alexandre Frota: ele diz ter sofrido pressão para ser pai Foto: reprodução/instagram

Frota: “Ela ligou dizendo que teria o bebê e não me deu chance de opinar”

A relação de Alexandre Frota e Samantha Gondim teve um começo romântico. Eles se conheceram em 1998, durante uma micareta em Brasília, no mês de agosto. Se reencontraram uma semana depois, no programa “Galera”, que Frota comandava na Record. Depois, ele passou o fim de semana com Samantha, em Brasília. Mayã nasceu no dia 1º de maio de 1999.

Em agosto do mesmo ano, Samantha entrou com pedido de pensão na Justiça através da Defensoria Pública. A Justiça havia pré-determinado o pagamento de dez salários mínimos, mas Frota teria oferecido apenas R$ 200 na época, o que não foi aceito pela mãe do menino.

Mayã Frota não aceitou acordo Foto: reprodução/instagram

Em entrevista à revista “Isto é Gente”, em 2000, Frota disse que ficou sem ver o filho por mais de um ano por sofrer “pressão familiar” de Samantha. “Quando ela engravidou, me ligou dizendo que teria o bebê e não me deu chance de opinar”, defendeu-se.

No post em que respondeu aos ataques de Mayã, o ex-ator e agora deputado federal diz que sempre foi contra o aborto: “Sempre fui contra o aborto como sou até hoje, e nunca quis abortar você”, escreveu.

Pizzaria na Zona Oeste é assaltada pela segunda vez em pouco mais de um mês

Bandidos armados assaltaram, na noite desta quinta-feira, a Pizzaria Braz, na Avenida Érico Veríssimo, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. Segundo as informações, quatro criminosos entraram no estabelecimento e levaram celulares, relógios, carteiras e outros pertences dos clientes. Esta é a segunda vez em pouco mais de um mês que o estabelecimento é roubado.

De acordo com a Polícia Militar, policiais do 31ªBPM (Recreio) estavam realizando um patrulhamento na área, quando passaram na frente do estabelecimento e foram alertados do assalto. Os criminosos já haviam fugido do local, a PM chegou a realizar um cerco, mas ninguém foi preso.

Truque deixa você invisível para escrever no WhatsApp

aplicativo Flychat permite que você fique invisível no WhatsApp e esconde o status ‘online’ e ‘digitando’. A ferramenta adiciona atalhos rápidos na tela do celular para visualizar e responder mensagens. O app tem botões flutuantes que podem ser sincronizados com conteúdo do WhatsApp, Google Hangouts, SMS, Telegram, Twitter, Skype e demais apps instalados no smartphone.

O recurso está disponível totalmente em português e o usuário pode ativar e desativar os itens quando preferir, de forma gratuita.

Veja mais: Apple quer permitir revolução em fundo de fotos?

Segundo destaca o TechTudo, o Flychat é uma boa opção para quem quer organizar as conversas de forma mais prática.

O aplicativo já começa a funcionar assim que é ativado e o conteúdo da mensagem é exibido na própria tela, sendo possível responder rapidamente usando texto e emojis.

No entanto, o app não mostra nenhum histórico da conversa anterior à instalação, para ler o conteúdo completo é necessário abrir o aplicativo original. Além disso, não é possível enviar fotos e vídeos e o Flychat pode apresentar problemas de privacidade, já que não é utilizada a criptografia original.

Suástica: Jovem que fez denúncia desiste de caso, polícia investiga

A jovem de 19 anos que registrou boletim de ocorrência relatando ter sido marcada com uma suástica, símbolo do nazismo, em Porto Alegre, desistiu de dar continuidade à denúncia. Ela abriu mão da chamada representação criminal e tem seis meses para retomar a denúncia, caso deseje. A Polícia Civil, entretanto, seguirá investigando o caso.

Ela conta ter sido agredida ao descer do ônibus na noite de segunda-feira, 8 por três homens que a identificaram como LGBT e apoiadora do movimento #elenão [contra Jair Bolsonaro (PSL)]. O boletim de ocorrência foi registrado no dia seguinte, e o caso foi divulgado nas redes sociais por uma jornalista moradora de Brasília, amiga da estudante. O exame de corpo de delito deve ficar pronto em até 30 dias.

O delegado responsável pelo caso, Paulo Jardim, afirmou que o desenho gravado não é uma suástica, mas um símbolo budista, de “paz e amor”. A afirmação se deve ao fato de o ícone no corpo da vítima estar invertido (veja a reprodução do símbolo budista abaixo) em relação ao símbolo nazista.

 Símbolo budista que lembra a suástica nazista

Símbolo budista que lembra a suástica nazista (iStock/Getty Images)

Ele investiga grupos nazistas no Rio Grande do Sul há 15 anos De fato, existe um símbolo do budismo que lembra a suástica. Porém, o contexto da denúncia da garota indica que a intenção dos agressores seria a de marcar um símbolo nazista, mesmo que errado, e não um símbolo budista.

“Ela não desejou representar criminalmente. Inicialmente, ela não tinha interesse em fazer o registro, só fez [o B.O] porque uma amiga queria colocar a notícia no Facebook, para dar mais qualidade [ao relato]”, disse o delegado a VEJA sobre o depoimento que tomou da jovem na terça-feira, 10.

Questionada sobre a afirmação, a advogada da estudante, Gabriela Souza, que acompanhou o depoimento, disse que ela está muito assustada com a repercussão. “Eu estava junto. Temos que lembrar que ela é uma menina de 19 ano, respeitar o ‘luto’ e o medo dela [após a agressão]. Ela ficou com receio, não contou para os pais. Tive que falar com a mãe dela, é muito grave, estão caindo em cima dela [nas redes sociais]”, afirmou à reportagem.

Sobre a afirmação de se tratar de um símbolo budista, a advogada diz que não se pode “confundir um símbolo de ódio com um símbolo de amor”. “As pessoas não olham o contexto, ele olhou um símbolo e viu as ‘pernas’ da suástica para outro lado e disse que era símbolo do amor”.

Segundo Jardim, a Polícia Civil continuará investigando, mesmo que a jovem tenha desistido do caso neste momento. A intenção, segundo o delegado, é esclarecer o que ocorreu e descobrir se há “outro tipo de crime”, sem especificar quais.