Eu sou Rayane Paulino de 16 anos, acabei mentindo para meus pais,para sair com minhas amigas em uma festa ,essa Mentira custou muito caro, custou a minha vida, se eu não tivesse mentindo Meu pai teria me proibido e não teria deixado sair de casa, Mais infelizmente com mentira meu pai me levou até a casa de uma amiga, aonde pegamos um uber e fomos em uma festa,o ambiente não era legal , muita bebida e muitas drogas ,resolví ir embora , acabei mentindo para minhas amigas, que meu pai iria me buscar, quando sai dessa festa,peguei um uber onde um senhor me deixou na rodoviária e não cobrou nada, quando chega uma pessoa que apresentava confiança, que trabalhava nesse local foi muito simpático, Me ofereceu uma jaqueta me ofereceu uma água, Depois me ofereceu a carona da Morte, confiei em uma pessoa que nunca tinha visto,quando estava no caminho ele parou o carro e me violentou, logo fiquei desesperada e liguei para polícia, Mais foi sem sucesso, ele tomou meu celular e jogou pela janela, falei que meu pai era policial, nada adiantou ele deu um mata Leão e me inforcou, Eu desmaiei, ele continuou com suas agressividades, e pegou o cadarço da minha bota e terminou de me matar , ali ele matou todos meus planos meus sonhos e minha família, Ele me matou e me deixou jogada por 9 dias graças a Deus me acharam,Mas eu já estava morta .
Moral da história obedeça seus pais , nunca minta pra eles … E nunca confie em ninguém. Porque hoje eu fui mais uma vítima de feminicídio
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Solução para o Rio? Quem são os snipers
Os novos personagens que o governador eleito do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), quer levar para as zonas conflitadas da cidade e do Estado săo figuras discretas. Atiradores de elite, os snipers, na denominaçăo em inglês, năo têm nome, năo devem ser vistos e quase sempre agem como sombras, confundidos com o cenário. Ainda assim săo eficientes em seu trabalho: eliminar ameaças, matar pessoas. Podem atingir a cabeça de um homem a meio quilômetro de distância, de tal forma que o alvo caia imóvel.
Nesse caso, o objetivo é impedir a reaçăo nervosa espontânea do dedo no gatilho de uma arma apontada para um refém ou da măo que segura o disparador de uma bomba, explica um especialista do Centro de Instruçăo de Operaçőes Especiais do Exército, em Niterói, onde săo formados os caçadores, a tropa do tiro de precisăo.
Homem calmo e de fala mansa, ele diz que năo há a menor dificuldade em fazer o trabalho para o qual a seleçăo é rigorosa e o treinamento, severo. Marinha, Aeronáutica, PF e as polícias estaduais mantêm quadros próprios dedicados a esse tipo de açăo letal. Pouco se sabe a respeito de sua folha de serviços.
Witzel quer formar times de atiradores para abater quem for visto portando fuzis em meio às favelas e às comunidades. Năo é tăo simples. Pela legislaçăo, a posse do rifle năo autoriza o disparo letal – embora exija prisăo.
Criminalistas ouvidos pela reportagem acreditam que isso só seria possível em uma situaçăo de exceçăo, como a declaraçăo de estado de sítio ou de defesa, quando há a supressăo dos direitos constitucionais. Claro, em um confronto, vale o princípio da legítima defesa e da destruiçăo da ameaça. Juiz federal, Witzel diz que se trata de uma questăo de interpretaçăo da lei, que prefere “defender o policial (que atirar para matar) no tribunal do que ir ao funeral dele”.
Os snipers das Forças Armadas atuam em situaçőes de conflagraçăo, apoiando a segurança da tropa e de autoridades, obtendo informaçőes e neutralizando alvos selecionados. Os times policiais acrescentam “outro objeto” à lista, eventuais sequestradores que mantenham reféns sob risco. O tiro é feito quase sempre em duplas: o atirador e o observador, que fornece as informaçőes de apoio.
O disparo deve ser feito na faixa de 300 metros para que a posiçăo năo seja detectada. A incidência de luz precisa ser considerada para evitar o reflexo na lente do sistema de mira. A dupla usa traje camuflado e às vezes uma cobertura para confundir o olheiro. As Forças empregam cinco diferentes tipos de fuzis, entre os quais os imensos Barrett M82A1 .50, americanos.
Os militares e policiais candidatos à funçăo săo voluntários. Eles têm entre 25 e 35 anos. Precisam ter passado por outros níveis de qualificaçăo nas forças de operaçőes especiais. O condicionamento físico é exigente. Alimentaçăo balanceada, peso ideal e pressăo arterial normal săo pré-requisitos.
No momento do disparo, só o dedo indicador deve se movimentar; a respiraçăo precisa estar no ritmo do batimento cardíaco e o acionamento do gatilho deve ser suave – tudo isso para evitar desvios de trajetória, explica o especialista do Exército.
O abandono durante o ciclo de instruçăo é alto. Em um dos cursos de três semanas do Batalhăo de Infantaria Especial da Aeronáutica, em 2005, foram formados 14 atiradores. Houve quatro desligamentos.
HOMEM QUE MATOU A EX MULHER NA ZONA OESTE É PRESO!!
O pecuarista Pedro Paulo Barros Pereira Júnior, suspeito de ser o mandante do assassinato de sua ex-mulher, a corretora Karina Garofalo, foi preso na manhã desta sexta-feira, em um sítio na zona rural do município de Bananal, em São Paulo, por nove policiais federais. Ele foi levado para o Instituto Médico-Legal, na área portuária, para fazer exame de corpo de delito e, em seguida, está preso na Casa de Custódia de Benfica. Ele teve a prisão decretada pela 1ª Vara Criminal do Rio de Janeiro no dia seguinte à execução e estava foragido.
Karina Garofalo foi executada na frente do filho de 11 anos na Avenida Malibu, rua da Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, no dia 15 de agosto. A vítima foi atingida quatro vezes por um atirador encapuzado, que desceu de um carro para atirar na vítima. Dois tiros foram na cabeça. O adolescente, filho de Karina com Pedro Paulo, chegou a reconhecer o atirador na delegacia, Paulo Maurício Barros Pereira, que se entregou à polícia seis dias depois do crime. Paulo Maurício é primo do ex-marido de Karina.
No fim de agosto, a polícia prendeu outro suspeito de envolvimento no crime: Hamir Feitosa Todorovic, um guarda municipal de Porto Real, cidade do Sul Fluminense. Segundo a polícia, Paulo Maurício pediu que o guarda municipal fizesse a vigilância de Karina, além de ajudá-lo na fuga, quando retornassem a Volta Redonda de moto. Hamir estava em uma moto e flagrado pelas câmeras de segurança do centro comercial na hora do crime.
Karina morava na rua onde foi assassinada. Tudo foi gravado por câmeras de segurança da região.
Homem entra em ônibus, anuncia assalto, mas apanha ao ver a mãe e acaba preso
Um homem de 35 anos estava decidido a assaltar um ônibus que circulava por um bairro mais pobre da Cidade do México. Ele entrou armado no veículo e anunciou o assalto.
Só não esperava que, dentro do ônibus, estivesse a mãe dele, sentada como os demais passageiros.
A mulher, transtornada, levantou-se e começou a bater no filho. Não satisfeita, ela ligou para a polícia e entregou o filho.
Policiais não tardaram. O assaltante, identificado apenas como Ramón, foi levado preso, contou o jornal “Diario de Morelos”.
Após o episódio, a mãe de Ramón disse que não havia educado mo filho para se tornar um ladrão e que esperavsa que o filho “seguisse o caminho de Deus”.
Witzel e Flávio Bolsonaro vão a Israel comprar drone que dispara tiros
O governador eleito do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), e o senador eleito pelo estado Flávio Bolsonaro (PSL) viajarão a Israel para conhecerem um modelo de drone capaz de atirar enquanto sobrevoa uma determinada região. Usado pelas forças israelenses em ações na fronteira com os territórios palestinos, pode ser utilizado em operações de segurança no Rio de Janeiro. A informação e do jornal Extra.
Witzel e Flávio Bolsonaro querem obter também informações sobre um equipamento de leitura facial que pode ser instalado nos transportes públicos do estado. A viagem ganhou forma após o primeiro encontro entre eles, na última quarta-feira (31/10).
A proposta do governador eleito do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), de usar atiradores de elite para “abater” traficantes é ilegal, segundo o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann.
O plano de utilizar snipers em operações em favelas, com policiais orientados a atirar em criminosos com fuzis – mesmo que estejam de costas ou fora de situações de combate que ofereçam risco à tropa –, depende de uma mudança na lei federal. Jungmann, contudo, não expressou ser é favorável à medida.
“A proposta precisa passar pelo crivo das leis, da legislação e da Justiça. Não podemos ter atividades que não sejam dentro das normas, das leis. E hoje ela (a proposta) não está. Precisa de uma modificação legislativa”, afirmou.
MULHER E ASSASSINADA COM TIRO DE FUZIL NA FRENTE DE TRÊS FILHOS. NO RJ!!
MULHER E ASSASSINADA COM TIRO DE FUZIL NA FRENTE DE TRÊS FILHOS.
MULHER E ASSASSINADA COM TIRO DE FUZIL NA FRENTE DE TRÊS FILHOS.
O assassinato de uma mulher dentro da Favela do Jacarezinho, na madrugada desta sexta-feira deixou a comunidade em estado de choque. Cristiane Ferreira, de 27 anos, foi morta com um tiro de fuzil no rosto disparado na frente de três de seus quatro filhos, dentro de casa. O autor do tiro foi um jovem conhecido como Rafael e também pelo apelido Téo, com quem Cristiane estaria mantendo um relacionamento. Segundo parentes da jovem, teria havido uma discussão entre os dois e, em seguida, Téo saiu da casa da vítima, buscou o fuzil e matou a mulher na frente de um menino de 1 ano e de duas meninas de 3 e 4 anos.
A menina de 3 anos saiu gritando desesperada e chamou a atenção da vizinhança. O atirador abandonou a arma na casa da Cristiane, fugiu pelos becos e pegou a Avenida Suburbana. Ninguém sabe dele. É um monstro – desabafou um parente.
Quem são os atiradores de elite da gestão Witzel
Os novos personagens que o governador eleito do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), quer levar para as zonas conflitadas da cidade e do Estado são figuras discretas. Atiradores de elite, os snipers, na denominação em inglês, não têm nome, não devem ser vistos e quase sempre agem como sombras, confundidos com o cenário. Ainda assim são eficientes em seu trabalho: eliminar ameaças, matar pessoas. Podem atingir a cabeça de um homem a meio quilômetro de distância, de tal forma que o alvo caia imóvel.
Nesse caso, o objetivo é impedir a reação nervosa espontânea do dedo no gatilho de uma arma apontada para um refém ou da mão que segura o disparador de uma bomba, explica um especialista do Centro de Instrução de Operações Especiais do Exército, em Niterói, onde são formados os caçadores, a tropa do tiro de precisão.
Homem calmo e de fala mansa, ele diz que não há a menor dificuldade em fazer o trabalho para o qual a seleção é rigorosa e o treinamento, severo. Marinha, Aeronáutica, PF e as polícias estaduais mantêm quadros próprios dedicados a esse tipo de ação letal. Pouco se sabe a respeito de sua folha de serviços.
Witzel quer formar times de atiradores para abater quem for visto portando fuzis em meio às favelas e às comunidades. Não é tão simples. Pela legislação, a posse do rifle não autoriza o disparo letal – embora exija prisão.
+ Witzel quer criar operações especiais nos batalhões
+ ‘A polícia vai mirar na cabecinha e… Fogo’, afirma Wilson Witzel
Criminalistas ouvidos pela reportagem acreditam que isso só seria possível em uma situação de exceção, como a declaração de estado de sítio ou de defesa, quando há a supressão dos direitos constitucionais. Claro, em um confronto, vale o princípio da legítima defesa e da destruição da ameaça. Juiz federal, Witzel diz que se trata de uma questão de interpretação da lei, que prefere “defender o policial (que atirar para matar) no tribunal do que ir ao funeral dele”.
Os snipers das Forças Armadas atuam em situações de conflagração, apoiando a segurança da tropa e de autoridades, obtendo informações e neutralizando alvos selecionados. Os times policiais acrescentam “outro objeto” à lista, eventuais sequestradores que mantenham reféns sob risco. O tiro é feito quase sempre em duplas: o atirador e o observador, que fornece as informações de apoio.
O disparo deve ser feito na faixa de 300 metros para que a posição não seja detectada. A incidência de luz precisa ser considerada para evitar o reflexo na lente do sistema de mira. A dupla usa traje camuflado e às vezes uma cobertura para confundir o olheiro. As Forças empregam cinco diferentes tipos de fuzis, entre os quais os imensos Barrett M82A1 .50, americanos.
Os militares e policiais candidatos à função são voluntários. Eles têm entre 25 e 35 anos. Precisam ter passado por outros níveis de qualificação nas forças de operações especiais. O condicionamento físico é exigente. Alimentação balanceada, peso ideal e pressão arterial normal são pré-requisitos.
No momento do disparo, só o dedo indicador deve se movimentar; a respiração precisa estar no ritmo do batimento cardíaco e o acionamento do gatilho deve ser suave – tudo isso para evitar desvios de trajetória, explica o especialista do Exército.
O abandono durante o ciclo de instrução é alto. Em um dos cursos de três semanas do Batalhão de Infantaria Especial da Aeronáutica, em 2005, foram formados 14 atiradores. Houve quatro desligamentos. Com informações do Estadão Conteúdo.
BEBIDAS FALSIFICADAS ERAM FABRICADAS NA ESTRADA DO TINGUÍ EM CAMPO GRANDE
Equipe do serviço reservado do #40BPM, procederam até a Estrada do Tingui hoje (01), para verificar uma denúncia de falsificação de bebidas. No local constatou o fato, e três pessoas foram conduzidas a 35 DP.
#40BPM
#ServiçoReservado
Estudante que vendia bombons no ônibus para pagar faculdade se forma em medicina
Casado e pai de duas meninas, Jessé Soares vendia bombons nos ônibus de Belém para pagar as despesas com material da faculdade de medicina da Universidade do Estado do Pará (UEPA).
Nascido em Limoeiro do Ajuru, cidade com 25 mil habitantes localizada no nordeste do Pará, ele completou o ensino médio graças ao esforço da mãe, agente comunitária de saúde, e do pai, carpinteiro.
Em 2009 ele conquistou uma vaga na faculdade, quando se mudou para um quitinete no bairro do Guamá, em Belém. No mesmo ano, a namorada dos tempos de cursinho ficou grávida da primeira filha. Com a necessidade de reforçar os ganhos, ele passou a vender bombons por R$ 0,50 nos coletivos da capital.
Em 2013, Jessé fez uma campanha nas redes sociais para arrecadar dinheiro suficiente para se manter até o final do curso.
No último dia 20, Soares concluiu o curso e conseguiu seu registro profissional e agora espera receber o primeiro salário para poder comemorar a conquista com amigos e a família.
“Foram vários momentos em que batia uma angústia de querer estudar e não ter condições, mas sempre vinha um sentimento de que, quando eu terminasse, as coisas seriam melhores.E estão melhorando”, comemora em entrevista ao site G1. “A cerimônia na universidade foi simples, agora aguardo o fim do mês para receber e fazer uma comemoração com os amigos”, disse.
O próximo passo segundo o recém-formado médico é escolher uma área de especialização. “Estou estabilizando minha vida para fazer residência.
Eu quero oncologia ou neuro, que são áreas que exigem bastante dedicação e estudo. Ainda não decidi se vou fazer as provas no final do ano ou em 2016”, relata.
Segundo Soares, sua dificuldade serviu de motivação para garantir o futuro das filhas Ewelyn e Ana Clara. “Eu vou investir na educação delas, para que não aconteça com elas o que aconteça comigo.
A minha história é legal porque terminou bem, mas não desejo o que eu passei para ninguém. Espero que elas tenham uma vida mais fácil”, disse.
"Quero pacificar a Polícia Civil", diz futuro diretor-geral da corporação
O governador eleito Ibaneis Rocha (MDB) agiu rápido. A escolha do delegado que vai comandar a Polícia Civil do DF em sua gestăo ocorreu pouco mais de 12 horas depois da eleiçăo pela categoria da lista tríplice. Foi uma forma de evitar guerras nos bastidores que pudessem desgastar os candidatos. A decisăo foi tomada no começo da manhă de ontem em conversa com o presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia Civil do DF (Sindepo), Rafael Sampaio. Ibaneis perguntou: “O primeiro da lista contempla?”. O sindicalista afirmou que os três nomes representam os policiais e que o mais votado seria uma boa escolha. Foi assim que o delegado Robson Cândido da Silva, 46 anos, chefe da 11ª Delegacia de Polícia (Núcleo Bandeirante), virou diretor-geral.
Com 265 votos entre os colegas, Robson superou Benito Tiezzi, ex-presidente do Sindepo, querido na classe, que teve 242 votos. O terceiro na lista, Gilberto Maranhăo, conquistou 170 apoios. Poucas vezes esteve com Ibaneis. O contato é apenas institucional. Ele também nunca participou de disputas pelo comando. Jamais se candidatou para listas tríplices.
O sucessor de Eric Seba sempre trabalhou em delegacias circunscricionais. Nunca atuou como titular de uma unidade especializada. Mas conhece bem a realidade da segurança pública. Passou pelas delegacias de Ceilândia, Taguatinga, Gama, Recanto das Emas, Riacho Fundo e, desde 2016, é delegado-chefe no Núcleo Bandeirante.
Nascido em Pires do Rio (GO), Robson está na Polícia Civil há 28 anos. Antes de tomar posse como delegado, em fevereiro de 1999, ele foi agente em Goiás. Agora, no comando da instituiçăo, promete montar uma equipe técnica. Ele năo se considera um homem de grupos e pretende trabalhar com critérios de meritocracia. A retomada da autoestima da categoria, a conquista da paridade dos salários da Polícia Civil aos da Polícia Federal, prometida por Ibaneis na campanha, e a abertura das delegacias por 24 horas săo algumas metas. Ele também pretende incrementar o combate à corrupçăo. “Essa é uma demanda nacional, internacional, em todos os acordos de cooperaçăo”, disse.
A escolha foi aplaudida pelo Sindepo e aceita pelo Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol/DF), que suspendeu o processo de eleiçăo de uma outra lista com votos dos demais servidores.
Como será assumir o comando da Polícia Civil num momento em que a categoria se encontra abatida pela atual relaçăo conflituosa com o Executivo?
Confio muito no governador Ibaneis. Acredito que ele vai nos resgatar, e a gente vai trabalhar para elevar a autoestima dos policiais. Vamos construir novamente aquela polícia de eficiência, proativa. Sempre fomos considerados a melhor polícia do Brasil. O meu objetivo de vida hoje é resgatar a polícia năo só na questăo salarial, que é importante, mas também na gestăo de pessoas. Quero implementar a meritocracia.
O que vai ser considerado na escolha da sua equipe?
O critério técnico. Năo tenho nomes, năo tenho grupos, năo sou de nenhum grupo. Nós vamos, realmente, construir um perfil técnico.
O senhor é um delegado político ou técnico?
Como sempre participei das questőes sindicais, eu me considero um delegado que vai conseguir trabalhar a questăo técnica e também vou conseguir dialogar com a área política.
O que levou a uma votaçăo expressiva como primeiro colocado na lista tríplice?
Foi a construçăo de uma vida dentro da polícia. Sempre fui verdadeiro com os meus pares, buscando o diálogo, sem tentar desconstruir a imagem de outros colegas. Acho que isso foi o principal ponto que me levou a ser o primeiro na lista.
Fala-se que o senhor é amigo do deputado Wellington Luiz, o que teria ajudado na nomeaçăo. Procede?
O Wellington é amigo meu, amigo do Sindicato dos Delegados de Polícia, do Sindicato da Polícia. Ele é policial, sempre defendeu os policiais; entăo, ele năo é só meu amigo. É amigo de todos nós, mas acredito que figurar em primeiro da lista foi um fator primordial. Tenho certeza de que ter amizades pessoais năo mudariam esse resultado.
Será possível abrir todas as delegacias?
Com certeza. Estamos imbuídos desse objetivo. Esse é um compromisso do governador (eleito). Vamos reabrir as unidades e prestar um serviço de qualidade. As pessoas estăo precisando de socorro. Tem de ser urgente, porque as comunidades estăo carentes de segurança.
Como melhorar a autoestima dos policiais?
Nós passamos por uma deficiência muito grande no quadro. É um compromisso do nosso governador realizar novos concursos. É importante que as delegacias funcionem de forma plena, e isso passa pela contrataçăo de policiais, buscando também a questăo salarial, que é primordial. Mas năo podemos nos apegar somente a isso. Passa pela valorizaçăo e pela motivaçăo dos policiais. Quando eu me sentar na cadeira de diretor-geral, quero ouvir os policiais, passar por todas as delegacias, conhecer o que os policiais querem do novo diretor. Quero pacificar a Polícia Civil.
A votaçăo interna do seu nome significa um desejo de renovaçăo?
Sim, mas năo é só na Polícia Civil. Vimos o resultado das eleiçőes. O próximo diretor, que, no caso, sou eu, tem um compromisso năo só de eficiência, mas de renovaçăo no comportamento. Mudança na produçăo policial. Precisamos ser mais eficientes, fazer um trabalho digno para a populaçăo, melhorar o atendimento, investigar mais.
O combate à corrupçăo é uma prioridade?
Com certeza. Essa é uma demanda nacional, internacional, em todos os acordos de cooperaçăo. Nós vamos fortalecer o combate à corrupçăo e ao crime organizado. Vamos fortalecer ao máximo o que pudermos para combater diuturnamente.
Tem algum grupo na polícia que tentou impedir a sua nomeaçăo?
É uma coisa que năo poderia falar. As coisas săo tăo sensíveis, mas acredito que năo. O anúncio foi tăo rápido.
O senhor vai manter as coisas que dăo certo na atual gestăo?
Com certeza. A gente tem de aproveitar o que há de bom, o técnico. A administraçăo é grande, tem espaço. Temos de valorizar o servidor, năo só o delegado. Toda a Polícia Civil precisa ser valorizada, com perfil técnico. Temos de evoluir. Năo podemos ficar apenas em grupos.
O senhor foi escolhido antes mesmo da definiçăo do próximo secretário de Segurança Pública. Isso pode comprometer a sua relaçăo como chefe da pasta?
Com certeza, năo. Tenho um perfil de diálogo, de construçăo. Tăo logo seja anunciado o secretário, quero me apresentar para ele e dizer que teremos um trabalho juntos.
O comandante da Polícia Militar também?
Com certeza. Tenho um relacionamento muito bom com a Polícia Militar, sempre tive por onde fui delegado-chefe e delegado de plantăo. Sempre tive um tratamento de excelência com os policiais militares. Um bom relacionamento com a PM é primordial para que a segurança funcione.