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Freixo diz aceitar diálogo com Paes caso ele se posicione contra Bolsonaro…

O deputado federal eleito Marcelo Freixo (PSOL), segundo mais votado no Rio com 342 mil votos, disse nesta quarta-feira, 10, que aceita conversar com o candidato a governador Eduardo Paes (DEM), seu adversário histórico, sobre um possível apoio no segundo turno caso o ex-prefeito se posicione contra a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL)

“Se o Eduardo Paes entender que tem compromisso com a democracia e se declarar contrário à candidatura a gente conversa. Se ele achar que vai dialogar com o fascismo…”, disse Freixo….

Segundo ele, Bolsonaro já tem candidato no Rio, o ex-juiz Wilson Witzel (PSC), vencedor do primeiro turno da disputa estadual….

“Ele (Paes) tem que entender que o fascismo já tem candidato, é o juiz, se ele quiser ser o genérico do fascismo vai perder”, afirmou o deputado eleito….

Freixo e Paes são adversários desde que o deputado do PSOL perdeu a disputa pela prefeitura do Rio para Paes em 2012…

 

Segundo o deputado, que nessa terça, 9, participou de ato de apoio do PSOL a Fernando Haddad (PT), Paes nem precisa embarcar na candidatura petista, basta dizer que rejeita Bolsonaro. Nesta quinta-feira, 11, o PSOL do Rio se reúne para definir a posição no segundo turno da disputa estadual;

“Não é apoiar o Haddad, é se colocar contra o fascismo. Tem reunião do partido quinta-feira (11). Não dá para ficar em cima do muro em um lugar que não tem muro”, disse Freixo.

O presidente nacional do PSOL, Juliano Medeiros, disse que o partido vai tomar posição semelhante no Distrito Federal.

“Se o (Rodrigo) Rollemberg (PSB) se colocar contra (Bolsonaro) a gente conversa com ele”, disse Juliano…. –

 

Nova cirurgia de Bolsonaro deve ser realizada em janeiro, diz médico

O candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, deverá passar por nova cirurgia logo após uma eventual posse, caso eleito no segundo turno das eleições 2018. É o que prevê o cirurgião-chefe da equipe médica do candidato, Antônio Luiz Macedo, do Hospital Israelita Albert Einstein, no Morumbi, na zona sul da capital paulista, onde o candidato ficou internado por quase um mês.

Em entrevista na tarde desta quarta-feira (10/10), o especialista afirmou que a operação para fechamento da colostomia (exteriorização do intestino para saída das fezes) só poderá ser feita após o dia 12 de dezembro, mas que, como o procedimento requer duas semanas de recuperação, se o paciente se submetesse à operação ainda neste ano não haveria garantias que ele estaria completamente recuperado para uma eventual posse, no dia 1.º de janeiro.

Dessa forma, o ideal, segundo o médico, é que o procedimento seja feito somente em janeiro. “Eu me sentiria mais seguro se a gente fechasse (a colostomia) após a (eventual) posse, em janeiro. Mas se ele quiser fazer antes, não vejo grandes dificuldades”, declarou. “Ele é muito ativo, quase impulsivo, tem muita disposição para fazer as coisas, é capaz de ele querer tirar antes. Acho que se os exames estiverem bons no dia 18 de outubro, esperando terminar o pleito eleitoral, ele decide se fecha no meio de dezembro ou em janeiro”, disse Macedo.

O procedimento
Na nova cirurgia, o abdome de Bolsonaro será aberto novamente para que as alças do intestino grosso sejam unidas e, com isso, o trânsito intestinal volte ao normal e o paciente deixe de usar a bolsa coletora de fezes.

A cirurgia requer a abertura do abdome e não pode ser feita por videolaparoscopia pelo tipo de colostomia à qual Bolsonaro foi submetido, chamada de colostomia terminal, quando o intestino é completamente separado para que uma das “bocas” seja exteriorizada até a pele para a saída de fezes na bolsa coletora.

Segundo Macedo, a chance de uma complicação nessa cirurgia é menor do que nas operações anteriores à quais Bolsonaro foi submetido. “É uma cirurgia que, para um cirurgião bem treinado, não é um bicho de sete cabeças como foi aquela do dia 12 de setembro. Essa, sim, foi terrível, demorou demais. Estava tudo colado por causa do derrame de fezes na hora do trauma, excesso de sangramento, choque hemorrágico”, declarou Macedo, referindo-se à operação de emergência feita seis dias após a facada para corrigir uma obstrução intestinal provocada por aderência das alças do órgão. Segundo o médico, o procedimento durou seis horas.

A colostomia foi necessária para isolar as áreas lesionadas da passagem de fezes, diminuindo, assim, o risco de infecções. Isso porque, ao ser atacado em Juiz de Fora, em 6 de setembro, Bolsonaro sofreu três perfurações no intestino delgado e uma no intestino grosso. Ele chegou à Santa Casa de Juiz de Fora em estado grave, com hemorragia interna, e passou por uma cirurgia que estancou o sangramento e reparou as lesões intestinais e vasculares.

Riscos
Embora a cirurgia de reversão de colostomia seja menos complexa do que as anteriores, ela não está isenta de riscos. Assim como em qualquer operação do sistema digestivo, pode ocasionar complicações como infecções, fístulas ou obstruções intestinais.

A recuperação, no entanto, deverá ser mais rápida que a das cirurgias anteriores.

Segundo Guilherme Cotti, cirurgião do aparelho digestivo do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) do Hospital das Clínicas de São Paulo, o tempo de internação médio após cirurgias de reversão de colostomia é de uma semana.

“É uma semana no hospital e outra semana de recuperação em casa, com repouso. Se tudo correr bem, a alimentação já é reintroduzida dois ou três dias após a cirurgia”, afirmou.

Assim, se a cirurgia for realmente realizada em janeiro, o presidenciável, caso eleito, ficaria impedido de comparecer a compromissos oficiais por pelo menos duas semanas.

Após o período de reintrodução alimentar e cicatrização, o paciente já é liberado para suas atividades normais se o sistema digestivo voltar a funcionar normalmente e não for verificada nenhuma complicação, podendo viajar e ter compromissos públicos, segundo os médicos.

 

Marielle Franco é tema de campanha mundial da Anistia Internacional

(foto: DANIEL RAMALHO / AFP)

 

A Anistia Internacional lançou nesta quarta-feira (10/10) a ediçăo 2018 de sua principal campanha mundial por direitos humanos. Neste ano, a “Escreva por Direitos” (“Write for Rights”) tem como tema o respeito e a solidariedade às mulheres, e destaca Marielle Franco, a vereadora do PSOL do Rio de Janeiro assassinada em 14 de março no centro da cidade. Ela será uma das dez mulheres cujos casos serăo expostos durante a campanha.

A “Escreva por Direitos” destaca que a discriminaçăo, o abuso, a intimidaçăo e a violência afetam de forma desproporcional as mulheres e, em particular, as mulheres que se posicionam publicamente na sociedade. Nesse contexto é exposto o caso de Marielle, reconhecida defensora de direitos humanos no Rio, cujo assassinato ainda năo foi esclarecido.

“Sete meses após o assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes (motorista que transportava a vereadora e também foi morto), é fundamental que continuemos firmes exigindo respostas, pressionando para que os verdadeiros responsáveis sejam identificados e levados à Justiça”, afirmou Jurema Werneck, diretora executiva da Anistia Internacional Brasil. “A história de vida de Marielle, dedicada à defesa de direitos humanos, agora se junta à história de mulheres de outros nove países que lutam incansavelmente por um mundo mais justo. Queremos que estas mulheres sejam apoiadas e que estes exemplos inspirem ainda mais as pessoas a lutar por direitos”, continuou Jurema. Marinete da Silva, măe de Marielle, sentiu-se lisonjeada pela homenagem à filha.

“Fico feliz de saber que a vida de minha filha vai servir de exemplo para as crianças do Brasil e do mundo. Marielle sempre liderou processos transformadores na escola, na igreja, nos projetos em que participou, sempre com o pensamento de ajudar o próximo, acreditando que a organizaçăo coletiva de base solidária poderia transformar o mundo”, disse Marinete. “Ao fazer pelo outro, ela se sentia bem. Esperamos que mais pessoas sejam assim e lutem como a minha filha pelos direitos humanos.”

Campanha

Nove casos expostos na campanha da Anistia Internacional săo de mulheres ativistas, e o décimo é de uma comunidade no Quênia onde as mulheres estăo sendo expulsas de suas terras ancestrais. Além de Quênia e Brasil, há casos da Ucrânia, Marrocos, Venezuela, África do Sul, Quirguistăo, Iră, Índia e Vietnă.

Entre as mulheres que serăo símbolos da campanha, só Marielle está morta. As demais seguem atuando em seus países, muitas em situaçăo de risco, segundo a Anistia. A campanha pretende mobilizar o mundo todo em apoio a estas ativistas e suas causas, dando visibilidade mundial a elas.

A campanha vai durar cinco meses, deste 10 de outubro até 8 de março de 2019, quando se comemora o Dia Internacional da Mulher. O projeto vai mobilizar apoiadores da Anistia Internacional, profissionais da educaçăo e grupos de ativismo para realizar atividades que variam de aulas temáticas em escolas até eventos públicos em praças e outros locais públicos. A programaçăo será divulgada pelo site “Escreva por Direitos”.

‘Escreva por Direitos’

A primeira ediçăo dessa campanha aconteceu em 2001, quando um pequeno grupo de ativistas da Anistia Internacional na Polônia decidiu apostar quem escreveria o maior número de cartas pela libertaçăo de pessoas presas injustamente em diversos países. A iniciativa durou 10 dias e gerou milhares de cartas que ajudaram a pressionar as autoridades.

Nos anos seguintes, a campanha tomou proporçăo mundial, agregou elementos de educaçăo em direitos humanos e se tornou a campanha mais importante da Anistia Internacional e o maior evento de direitos humanos do mundo.

Todos os anos, a organizaçăo seleciona casos de pessoas e comunidades vítimas de violaçőes de direitos humanos ou em risco iminente de sofrer violaçőes, em todo o mundo, e convida apoiadores e ativistas a se mobilizar por esses casos. Atendendo à convocaçăo, pessoas planejam e realizam diversas atividades, mobilizando suas comunidades a escrever cartas manifestando solidariedade e pressionando autoridades por justiça.

Fonte: Brasil

Bolsonaro fará ato público nesta quinta no Rio; Haddad vai a Brasília

Aquinta-feira deste dia 11 de outubro dos candidatos à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) promete ser intensa. Apesar da recomendação médica de evitar um ritmo mais acelerado de atividades, Bolsonaro convocou um ato político no Rio. Haddad estará em Brasília para reuniões na Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e o PSDB.

Por meio de interlocutores, Bolsonaro convocou os eleitos pelo PSL e partidos coligados para um grande ato público, às 14h, no Hotel Windsor, na Barra da Tijuca. A expectativa, segundo apoiadores, é reunir 380 pessoas. Será transmitido um discurso do candidato destacando a importância do engajamento no segundo turno.

Nas redes sociais, Bolsonaro criticou os atos de violência cometidos por quem se diz simpatizante e apoiador de sua candidatura.

“Dispensamos voto e qualquer aproximação de quem pratica violência contra eleitores que não votam em mim. A esse tipo de gente, peço que vote nulo ou na oposição por coerência, e que as autoridades tomem as medidas cabíveis, assim como contra caluniadores que tentam nos prejudicar.”

Brasília

Haddad tem reunião na CNBB. No encontro, ele pretende reiterar suas preocupações com a execução de um programa de governo baseado no respeito e na preservação dos direitos humanos e sociais. Também deve destacar a prioridade nas ações direcionadas aos menos favorecidos.

Apesar de não estar na agenda oficial do candidato, há a expectativa de Haddad se reunir com o presidente nacional do PSDB, Carlos Siqueira. Ontem (10) a legenda reiterou apoio à candidatura do petista.

Nas redes sociais, Haddad voltou a pedir que Bolsonaro participe dos debates e colocou-se à disposição para se reunir com o adversário em qualquer local. “Faço o que ele [Bolsonaro] quiser para ele falar o que pensa e debater o país. Com assistência médica, enfermaria, em qualquer ambiente.”

 

Homem é preso por ejacular em passageira dentro de ônibus do BRT na Zona Oeste( VIDEO)

Jorge de Souza Costa, de 53 anos, foi preso, na manhã desta quarta-feira, acusado de ejacular em uma mulher, de 36, dentro de um ônibus do BRT Transoeste, no Recreio, Zona Oeste da cidade.

Guardas municipais da 4ª Inspetoria (Barra da Tijuca) prenderam Costa após a vítima procurar os guardas que estavam atuando na orientação de usuários na estação Glaucio Gil. Segundo a Guarda Municipal, a vítima chorava dizendo que um homem havia ejaculado nela dentro do ônibus. Os guardas foram ao local e prenderam Jorge em flagrante e impediram que ele fosse linchado por outros passageiros.

O homem foi encaminhado para a 42ª DP (Recreio), onde o caso foi registrado como importunação sexual (artigo 215-A do Código Penal). Mais duas testemunhas presenciaram o fato e também foram para a delegacia para prestar depoimento.

A cada oito horas, uma mulher é atacada no Rio

Um levantamento feito pelo GLOBO/EXTRA publicado em agosto deste ano revela que este ano, em média, a cada oito horas uma mulher foi molestada ou vítima de ataque de cunho sexual no Rio.

Entre janeiro e julho deste ano, foram registrados um total de 674 casos de assédio (70), ato obsceno (160) ou importunação ofensiva ao pudor (444) nas delegacias do estado. Um aumento de 55% se o número de 2018 for comparado com igual período do ano passado, quando os policiais contabilizaram 433 casos.

Dados fornecidos pelo Tribunal de Justiça do Rio confirmam uma realidade cruel: existem tramitando no Juizado Especial Criminal (Jecrim) um total 538 processos em todo estado. São 71 de assédio sexual, 331 de importunação ofensiva ao pudor e 136 de ato obsceno. Nos três casos, a pena máxima dos crimes não passa de um ano.

VAI CHOVER NO FERIADO? VEJA O TEMPO…

VÉSPERA DE FERIADO COM CHUVA FRACA A MODERADA ISOLADA NO RIO

Aproximação de uma frente fria influenciará as condições do tempo na capital fluminense, nesta quinta-feira (11/10), véspera de feriado. Segundo o Sistema Alerta Rio (serviço meteorológico da Prefeitura), teremos um dia com céu predominantemente nublado, com períodos de parcialmente nublado, e poderá ocorrer chuva fraca a moderada em pontos isolados durante a tarde e a noite. Os ventos apresentarão intensidade fraca a moderada e as temperaturas ficarão em declínio em relação à quarta-feira, sendo a máxima prevista de 31°C e a mínima de 18°C.

Caso Marielle Franco é destaque em campanha global de direitos humanos



Ver galeria . 18 Fotos
Marielle Franco era vereadora do Rio de Janeiro e lutava pelos Direitos Humanos

(foto: Reproduçăo/ Facebook )

 

A Anistia Internacional lança, nesta quarta-feira (10/10), no Brasil a campanha global Escreva por Direitos (Write for Rights). Em 2018, o foco săo mulheres, gênero e defensoras dos direitos humanos. A entidade reforçou que a discriminaçăo, o abuso, a intimidaçăo e a violência afetam de forma desproporcional as mulheres e, em particular, as que se posicionam publicamente na sociedade. Um dos destaques da campanha é a vereadora Marielle Franco, reconhecida defensora dos direitos humanos e morta em março deste ano no Rio de Janeiro.

A diretora executiva da Anistia Internacional Brasil, Jurema Werneck, defendeu que, sete meses após o assassinato de Marielle e Anderson Gomes (motorista do carro onde a vereadora estava no momento em que foi morta), é fundamental que a sociedade se mantenha firme, exigindo respostas e pressionando para que os responsáveis sejam identificados e levados à Justiça. A história de vida de Marielle, segundo Jurema, se junta agora à história de mulheres de outros nove países que lutam por um mundo mais justo.

 

Ativistas

Nove dos dez casos escolhidos pela Anistia Internacional para a campanha săo de mulheres ativistas, e o décimo é de uma comunidade no Quênia cujas mulheres estăo sendo impactadas pela expulsăo de suas terras ancestrais. Além de Quênia e Brasil, há casos na Ucrânia, no Marrocos, na Venezuela, na África do Sul, no Quirguistăo, no Iră, na Índia e no Vietnă. Com exceçăo de Marielle, as mulheres e ativistas que integram a campanha seguem atuando em seus países, muitas, segundo a entidade, em situaçăo de risco.

“A campanha irá mobilizar pessoas no mundo todo em apoio a estas ativistas, dando visibilidade aos casos e celebrando o papel dessas mulheres que levantam suas vozes contra as injustiças e lideram processos de transformaçăo em seus países”, informou a Anistia Internacional.

Com duraçăo de cinco meses, a Escreva por Direitos segue até 8 de março de 2019, Dia Internacional da Mulher. O processo envolve apoiadores da Anistia Internacional, profissionais da educaçăo e grupos de ativismo na realizaçăo de atividades que văo desde aulas temáticas em escolas até eventos públicos em praças ou cafés. Os eventos serăo registrados por meio da Plataforma Escreva por Direitos, onde é possível também ter mais detalhes sobre cada um dos casos.

Sobre a campanha

Todos os anos, a Anistia Internacional seleciona casos de pessoas e comunidades vítimas de violaçőes de direitos humanos ou em risco iminente de sofrer violaçőes ao redor do mundo e convida apoiadores e ativistas a entrarem em açăo. Atendendo ao chamado, pessoas planejam e realizam atividades diversas, mobilizando comunidades, famílias e amigos a escreverem e assinarem cartas, manifestando solidariedade e pressionando autoridades por justiça.

Fonte: Brasil

Família morta em acidente é sepultada em SP; menino deixa o hospital

Alessandro Monare, de 37 anos, que era pastor da igreja, sua mulher Belkis da Silva, 35, e o filho Samuel da Silva Miguel Monare, 8 (foto: Reproduçăo/Facebook)

 

Muita emoçăo marcou o sepultamento da família morta em um acidente quando voltava de Rio Quente (GO) para Campinas (SP). Os corpos das vítimas foram velados, a partir da madrugada desta quarta-feira (10/10), e o enterro realizado de manhă no Cemitério Parque das Flores, em Campinas. Antes disso, na noite desta terça-feira (9/10), um culto na Igreja Batista Vista Alegre homenageou as vítimas.

Morreram no acidente Alessandro Monare, de 37 anos, que era pastor da igreja, sua mulher Belkis da Silva, 35, e o filho Samuel da Silva Miguel Monare, 8. No acidente sobreviveu apenas Benjamin da Silva Miguel, de 6 anos, o outro filho do casal, que deixou o hospital na noite desta terça-feira.

A Polícia Civil de Araguari (MG) investiga as causas do desastre e se houve a participaçăo de outro carro. A família voltava de Goiás em um Honda Fit que foi parar dentro de uma vala na Rodovia BR-050, entre os municípios de Araguari e Uberlândia (MG).

O acidente ocorreu, na manhă de domingo (7/10), mas o veículo foi localizado somente na terça, após o filho caçula conseguir chegar ao acostamento da pista.

O resto da família foi achado sem vida dentro do carro e uma marca de pneu na porta indica que o veículo pode ter sido atingido por outro antes de cair no buraco. Uma testemunha que passava pelo trecho também garante ter visto uma colisăo no local.

O menino que sobreviveu foi levado por parentes para Campinas após deixar o hospital em Uberlândia. Ele năo teve fraturas, apenas alguns hematomas, e poderá ajudar a elucidar o caso; mas ainda năo foi ouvido pelos policiais.

A criança também năo esteve presente no velório e enterro da família. Parentes contaram que o menino ainda está um pouco confuso e năo se lembra do acidente, apenas do passeio em Goiás e do momento que saía do buraco. A viagem tinha sido um presente do marido para a mulher que havia feito aniversário.

Apuraçăo

A Polícia Civil evita dar detalhes da investigaçăo, devendo o inquérito ser concluído em 30 dias. A rodovia conta com câmeras cujas imagens estăo sendo analisadas para ajudar a elucidar o desastre. Além de um guincho, até uma retroescavadeira teve de ser usada para retirar o carro da cratera.

O local onde ocorreu o acidente é em linha reta e năo chovia naquele momento, tendo o carro capotado antes de cair na vala. Policiais acreditam que a cadeirinha pode ter ajudado na sobrevivência do filho caçula.

Fonte: Brasil

Conheça o “kit gay” vetado pelo governo federal em 2011

Em 2004, o governo federal lançou o programa Brasil sem Homofobia com o objetivo de combater a violência e o preconceito contra a população LGBT (composta por travestis, transexuais, gays, lésbicas, bissexuais e outros grupos). Uma parte dele enfatizaria a formação de educadores para tratar questões relacionadas ao gênero e à sexualidade. Nascia aí o projeto Escola sem Homofobia.

BAIXE O MATERIAL ESCOLA SEM HOMOFOBIA

Por meio de um convênio firmado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), foi elaborado o material que seria distribuído às instituições de todo o país. Entretanto, uma polêmica impediu sua circulação. Em 2011, quando estava pronto para ser impresso, setores conservadores da sociedade e do Congresso Nacional iniciaram uma campanha contra o projeto. Nas acusações feitas, o “kit gay” — como acabou pejorativamente conhecido — era responsável por “estimular o homossexualismo e a promiscuidade.” O governo cedeu à pressão e suspendeu o projeto.

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Por quase quatro anos, o 1,9 milhão de reais investido no projeto pareceu perdido. Sem esperanças de que o material fosse oficialmente desengavetado, a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), envolvida na elaboração, decidiu divulgar o caderno com instruções ao professor, que estava no kit.  “Acreditamos na relevância do material para garantir o respeito à diversidade nas escolas e queremos dar retorno à sociedade, já que dinheiro público foi investido”, afirmou a organização à NOVA ESCOLA.

O kit possuía também outros materiais: boletins informativos — aos quais não tivemos acesso — e vídeos, já disponíveis na internet e listados abaixo.

 

Vídeo 1: “Medo de quê”

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=cIoeUqBxhi0]

Vídeo 2: “Boneca na mochila”

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=xGRTa7BPWy4]

Vídeo 3: “Probabilidade”

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=TEcra9BBOdg]

Vídeo 4: “Torpedo”

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=TP_OjE_Fi2o]

Vídeo 5: “Encontrando Bianca”

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=4Eb9UCT1138]

 

Galinha de 1 metro é vendida por R$ 74 mil no interior de São Paulo

Uma galinha de 1,04 metro de altura foi vendida por R$ 74 mil durante um leilăo de aves gigantes, no dia 29 de setembro, em Jaguariúna, interior de Săo Paulo. Nesta terça-feira, 9, foi confirmado que a franga Betina da Diamante bateu o recorde de preço para fêmeas da raça índio gigante. “Recebemos a confirmaçăo de que é a franga mais valorizada na história da raça”, disse o criador Haroldo Poliselli. Betina é filha de outro recordista, o galo Voodoo da Diamante, que mede 1,26 m, a maior altura já alcançada por um galo índio.

A galinha foi adquirida pelo criador Ademir Melauro, de Franca, também no interior paulista. “É difícil conseguir aves grandes, e o acesso a essa genética exige alto investimento, por isso é uma franga preciosa”, disse. Ele pretende fazer o cruzamento da Betina com seu galo Mezenga, de 1,18 m. “Espero obter aves ainda mais imponentes, que é o que os aficionados estăo buscando hoje. O mercado para essas aves está em crescimento”, disse.

O índio gigante é resultante do cruzamento entre galináceos altivos e a galinha caipira. Para ser considerado um “gigante”, o macho precisa medir pelo menos 1 metro e pesar 4,5 kg, enquanto a fêmea deve ter no mínimo 85 cm e pesar 3 kg, segundo a Associaçăo Brasileira de Criadores de Índio Gigante (Abracig). O principal atributo é o porte altivo e avantajado, que atrai o interesse de criadores, mas as aves săo também dóceis.

Poliselli e o irmăo Diogo, donos do criatório Diamante, em Jaguariúna, se especializaram na raça. Eles já obtiveram frangas maiores que a Betina, como a Viola, com 1,06 m, e a Mamba, recordista em tamanho, com 1,09 m. As aves săo vendidas principalmente em leilőes presenciais, com transmissăo online. O remate de Betina, por exemplo, foi acompanhado por duzentos 200 participantes dos Estados de Săo Paulo, Mato Grosso, Minas Gerais, Goiás e Rio Grande do Norte.

 

(foto: Divulgaçăo)

 

Fonte: Brasil