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Ex-Malhação diz que foi demitido da Globo por ser flagrado com maconha

Depois de viver o professor Afrânio por seis temporadas de Malhação, o ator Charles Paraventi desabafou sobre a demissão da emissora. O artista foi afastado após ser pego com drogas em 2007. Em entrevista ao site Notícias da TV, ele disse que situação teria sido diferente se fosse um músico de rap.

“Se eu fosse rapper, teria vendido milhões de discos. Mas eu estava em Malhação e me deram uma botina na bunda. Falaram que foi por isso. Fiquei muito mal. Depois começaram os e-mails de pais muito chateados, falando coisas como ‘Você me enganou’, ‘Minha filha estava cursando Biologia por sua causa e largou’”, disse o ator ao site.

Esse não foi o único problema de Afrânio. Em 2006, ele já havia sido autuado por porte de droga. Em 2001, ele foi acusado de agredir a ex-mulher. Depois de passar 16 dias na cadeia, foi liberado. “Hoje eu piso em ovos, tenho um chinelo de casca de ovo. Tem que ser. Você está ali na frente [do público], não pode dar mole. Antigamente eu saía com cerveja na mão, não faço mais isso, cuido mais do visual. Eu caí, e a ficha caiu”, contou ao site Notícias da TV.

Eduardo Bolsonaro: mulher de direita é mais bonita que a da esquerda

O deputado Eduardo Bolsonaro afirmou durante ato na Avenida Paulista neste domingo (30/09), que se Fernando Haddad for eleito “ele dará indulto para o Lula no dia seguinte”. Ele também disse que se Bolsonaro for eleito, o ex-presidente Lula irá cumprir pena em um presídio comum. Ele ainda pediu para que os eleitores votem de camisa amarela no próximo domingo.

O protesto ocorre um dia depois de manifestações contra o candidato terem acontecido em todas as capitais do país e em cidades no exterior. Atos pró Bolsonaro também foram registrados no sábado, 29, em menor quantidade.

 

 

Segundo o deputado, o resultado da eleição “vai ser igual ao Trump, que venceu quando todos estavam contra ele nos Estados Unidos” – o presidente americano venceu a democrata Hillary Clinton no colégio eleitoral, mas perdeu no voto popular, em 2016.

Um dia depois do ato que reuniu mulheres contrárias ao candidato do PSL, Eduardo Bolsonaro falou às mulheres que apoiam seu pai. “As mulheres de direita são mais bonita que as da esquerda. Elas não mostram os peitos nas ruas e nem defecam nas ruas. As mulheres de direita têm mais higiene”, disse o deputado, que ainda criticou o autor do atentado contra Bolsonaro, Adélio Bispo de Oliveira. “Meu pai não tomou uma facada por alguém que queria tomar a carteira dele. Eles estão com medo”, concluiu.

No caminhão de som, militantes ressaltam a participação feminina no evento – dizendo que as mulheres são mães, amigas, que cuidam da casa, dos homens e da família.

A primeira a se pronunciar no carro de som foi a candidata a deputada federal pelo PSL, Carla Zambelli: “A nossa manifestação é verde e amarela. Nossa manifestação tem bandeira do Brasil e não de partidos. Somos movidos pelo amor por uma pessoa que vai mudar o país. Finalmente teremos paz com Jair Bolsonaro na Presidência. Ele é o único presidente que irá fortalecer a Polícia Federal. É a primeira vez em décadas que temos um presidente que fala de Deus com lágrimas nos olhos. O nosso estado é laico mas não é ateu”, afirmou. Em seguida, a candidata iniciou uma oração, finalizada por “ele sim” pelos manifestantes presentes.

Participam também do ato o candidato do PSL ao Senado em São Paulo, Major Olímpio, o candidato a deputado estadual Delegado Olim (PP) e o dono das Lojas Centauro, Sebastião Bomfim, que subiu no palanque e discursou a favor de Bolsonaro. Ele puxou o coro de “mito, mito”

 

'Vote em ideias, não em pessoas', pede parada LGBTI no Rio de Janeiro

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(foto: Mauro Pimentel/AFP)

 

A 23ª parada do Orgulho LGBTI no Rio de Janeiro pediu neste domingo (29/9) que os eleitores votem “em ideias, năo em pessoas”, a uma semana das eleiçőes de 7 de outubro.

“É muito importante participar, precisamente neste momento em que nos encontramos, que é o de eleiçőes, em que certos candidatos a presidente săo homofóbicos, săo contra a comunidade LGBT”, disse a estudante Vittoria Alves, 19, que chegou cedo à Praia de Copacabana, onde milhares dançavam ao som de música eletrônica e shows ao vivo.

A uma semana das eleiçőes, cujo resultado é incerto, o lema deste ano é “vote em quem está comprometido com as causas LGBTI”.

Ernane Alexandre Pereira, superintendente de políticas públicas LGBT do governo do Rio de Janeiro, lembrou que, a cada 19 horas, uma pessoa LGBT é assassinada no Brasil. Sua esperança é de que os candidatos a cargos eletivos promovam “políticas públicas para grupos LGBT, com uma plataforma que olhe um pouco mais para esta comunidade, com segurança, educaçăo, saúde e assistência”.

“Queremos o político que se comprometa com esta pauta, com esta política pública, que deixe de ser uma política de governo e passe a ser uma política de Estado”, disse.

Segundo a Associaçăo Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos (ABGLT), o número de LGBTs que concorrem no próximo domingo a cargos nos poderes Executivo e Legislativo aumentou 386,4% em relaçăo às eleiçőes anteriores.

No evento de hoje năo havia bandeiras partidárias, mas, por várias vezes, gritou-se “Ele năo!” contra o candidato à presidência Jair Bolsonaro, que lidera as pesquisas de intençăo de voto.

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Fonte: Brasil

Dois Homens são presos com 9 quilos de maconha em condomínio na Zona Oeste!!

Dois homens foram presos com 9,3 quilos de maconha em um condomínio de classe média no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio, na noite deste sábado. Policiais do 31ºBPM (Recreio) foram acionados depois que o dois entraram de carro sem autorização do porteiro.

Os policiais fizeram a abordagem e após uma busca no interior do veículo, encontraram a drogas. Foram conduzidos para a 16ª DP (Barra), onde o caso foi registrado. Segundo a polícia, após exame de material, ficou constatado ser 9,3 kg de maconha. Os dois foram autuados e presos por tráfico.

Prefeitura planeja isenção e desconto de IPTU para imóveis tombados na capital

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Há três anos, Rosa Artigas chegou a lançar um abaixo assinado pedindo isençăo para a casa projetada pelo pai, o arquiteto Vilanova Artigas (foto: André Lucas/Estadăo)

 

Discutidos nos governos de Gilberto Kassab (PSD) e Fernando Haddad (PT), a isençăo de cobrança e o desconto de Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) de proprietários de bens tombados voltaram à pauta da Prefeitura de Săo Paulo na gestăo Bruno Covas (PSDB) para este ano. Um projeto de lei a respeito está sendo elaborado.

“É uma medida que entendemos justa. E uma forma de iniciar uma política pública que olhe năo apenas para o tombamento, mas para a preservaçăo e para o restauro, que em geral săo relegados a segundo plano”, diz o secretário de Cultura, André Sturm. A isençăo deve ficar restrita à área central, em um perímetro ainda em estudo.

Nas demais regiőes, haverá um desconto. Deve abarcar cerca de 60% dos mais de 3 mil imóveis tombados. Para tanto, o dono precisará comprovar anualmente que o bem está em boas condiçőes. Ou seja, năo valerá para os que ainda precisam passar por obras de recuperaçăo.

A medida deve valer apenas para os imóveis efetivamente tombados, e năo contemplará os que estăo sujeito a restriçőes, como os localizados em bairros preservados, como Jardins e Pacaembu. Em paralelo, o secretário diz que serăo revistas as atuais dimensőes de áreas envoltórias (que estăo ao redor). “Năo faz sentido que todas sejam iguais, com o raio de 300 metros.”

Segundo Sturm, a proposta será mais simples do que a chamada lei das fachadas (12.350/97), que isenta de IPTU proprietários que restauram a área externa de imóveis. Ela permitiu, por exemplo, a recuperaçăo do Edifício Alexandre Mackenzie, atual Shopping Light. “A lei foi pouco utilizada: alguns proprietários passaram a entender que o esforço de papelada năo valia a pena.”

Em Săo Paulo, ficam isentos de IPTU centros culturais, agremiaçőes esportivas e imóveis de aposentados com renda de até 5 salários mínimos, dentre outros. No caso de bens tombados, năo há cobrança em outras capitais, como Rio, Belo Horizonte e Porto Alegre.

A medida é apoiada pela Associaçăo Comercial de Săo Paulo (ACSP), que mantém um termo de cooperaçăo com a Secretaria de Cultura desde dezembro. “Em termos monetários é muito pequeno o que a Prefeitura perde de IPTU. Estando ativos, esses imóveis serăo colocados comercialmente e văo atrair recolhimento de impostos”, garante Antonio Carlos Pela, coordenador do Conselho de Política Urbana da ACSP.

Influência do custo

A medida era cogitada quando Nadia Somekh foi presidente do Conselho Municipal de Preservaçăo do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de Săo Paulo (Conpresp) e diretora do Departamento do Patrimônio Histórico (DPH), entre 2013 e 2016, mas năo foi adiante – pois haveria um custo estimado de R$ 80 milhőes. “É um reconhecimento mínimo do poder público. A conservaçăo e a manutençăo requerem muitos recursos de restauro e conservaçăo”, diz Nadia.

Além de imóveis, a secretaria municipal pretende agora inventariar o patrimônio imaterial da cidade, o que hoje ocorre principalmente por sugestăo de cidadăos e vereadores – como Mário de Andrade fez há exatamente 80 anos por todo o Brasil. “Está mais do que no momento de retomarmos esse olhar, valorizando a cultura imaterial paulistana”, comenta Sturm.

As mudanças abrangem, ainda, as novas diretrizes de trabalho do DPH, anunciadas neste mês, que incluem a determinaçăo do prazo de quatro meses para a análise técnica de obras de restauro. Além disso, impőem mais exigências para o pedido de tombamento, que incluem, dentre outros dados, uma pesquisa bibliográfica assinada por especialista e relatório fotográfico histórico e do estado atual.

‘Tomba e seja o que Deus quiser’

Em 2015, a historiadora Rosa Artigas aproveitou as celebraçőes do centenário de nascimento do pai, Joăo Batista Vilanova Artigas, para lançar um abaixo-assinado que reivindicava a isençăo do IPTU para todos os imóveis tombados da cidade, reunindo 1.673 assinaturas. Ela é proprietária da Casinha e da Casa Vilanova Artigas, dois dos projetos mais conhecidos do pai, no Campo Belo, bairro da zona sul da capital paulista. Pelo espaço, afirma pagar quase R$ 39 mil de IPTU anualmente.

“O cálculo é que o imóvel tenha um valor de mercado, como se estivesse reservando terra para um prédio de 40 andares. Só que năo posso construir ali, porque a casa é integralmente tombada”, aponta ela. “Tenho uma obrigaçăo de manter, e năo tenho nenhum tipo de incentivo para a manutençăo.”

Embora tenha sido favorável ao congelamento, Rosa critica a demora na aprovaçăo de intervençőes e a falta de incentivos. “O processo se encerra no tombamento e, dali para frente, seja o que Deus quiser”, diz.

Incêndio

No casarăo do Cama & Café, no centro, por sua vez, foram necessários 14 meses de obras para reverter as consequências de um incêndio, um desabamento e a falta de manutençăo. O imóvel é do século 19 e foi tombado com o Pátio do Colégio, em 2015. Hoje, três anos depois, o lugar funciona como um espaço cultural e gastronômico, pois o dono considera que a regiăo năo tem segurança para ser uma pousada, como foi inicialmente idealizado. Para o proprietário, Luiz Antônio Pereira Santos, a isençăo dos R$ 7 mil de IPTU seria um auxílio para “ajudar a resgatar parte da história de Săo Paulo”.

‘Banco de dados dos imóveis’

Presidente do Conpresp desde março de 2017, o engenheiro civil Cyro Laurenza observa que “năo está ainda bem disseminado no Estado e na vida cultural dos nossos cidadăos a preocupaçăo com o pós-tombamento e a valorizaçăo do imóvel tombado”. Em entrevista ao Estado, ele destaca a montagem pelo Departamento do Patrimônio Histórico (DPH) de um banco de dados sobre o patrimônio paulistano. E defende o prazo legal de dois anos para as análises de tombamento.

Quando se fala de tombamento em Săo Paulo, é muito comum dizer que ele “engessa” o imóvel, desvaloriza o bem, que é quase um “castigo” para o proprietário. O senhor concorda?

Em relaçăo aos imóveis privados, há sim (engessamento), trazendo aos proprietários custos elevados para manter as suas características. Em determinados casos passa a existir possibilidade do “ônus”, em funçăo das necessidades de seus proprietários, da situaçăo financeira de cada família. Surgem duas posiçőes: de um lado, a do orgulho de ter a propriedade; e de outro lado, a dificuldade de mantê-la. E ainda, neste último caso, é comum os imóveis estarem em profunda decadência, necessitando de restauraçăo em diversos níveis.

Em teoria, o tombamento significa que o bem é de interesse público. Mas, na prática, o poder público dá algum suporte?

Năo existem ainda condiçőes culturais, em especial pelas razőes econômicas que atravessamos, de oferecer soluçőes para um sistema de preservaçăo: năo está ainda bem disseminado no Estado e na vida cultural dos nossos cidadăos a preocupaçăo com o pós-tombamento e a valorizaçăo do imóvel tombado. Incentivos săo importantes e essenciais para uma preservaçăo efetiva. Existe hoje o instrumento do TDC (Transferência do Direito de Construir), que vem viabilizando o restauro de vários edifícios tombados de grande porte. Outra açăo já iniciada trata do apoio técnico aos proprietários por técnicos do DPH, que pode e deve ser ampliado por intermédio de parcerias com universidades ou instituiçőes.

Recentemente, o Conpresp teve maratona de tombamentos…

Nossa intençăo – e o DPH está trabalhando nesse sentido – é continuar com o prazo estipulado na lei de 2016, que é de dois anos de análise, a partir da data de abertura do processo de tombamento.

Săo Paulo tem mais de 3 mil bens tombados. Esse número é alto ou baixo?

É muito difícil essa avaliaçăo. Pessoalmente penso que é muito (tombamento), mas qual a realidade, do quê, como, o que foi tombado? Năo sei. Estamos tentando fazer esse levantamento fotográfico, exames visuais, verificaçăo da existência. Săo mais de 3 mil relatórios elaborados pelos três órgăos (Conpresp, o estadual Condephaat e o federal Iphan). O DPH, em um esforço muito grande, está montando um banco de dados qualificado dos imóveis tombados.

As novas diretrizes para o pedido de tombamento em Săo Paulo pedem parecer técnico e levantamento fotográfico, dentre outros esforços de pesquisa. Essa medida năo vai dificultar a abertura de pedidos, principalmente nos bairros de menor renda?

Essas medidas săo importantes para as pessoas também entenderem o que está por trás de um pedido de tombamento. Năo adianta apenas o prédio ser antigo ou bonito. É preciso haver a consciência do que aquele prédio representa. Isso também evitará pedidos de tombamentos que săo feitos por motivos outros que năo os da preservaçăo cultural, como disputas locais ou do mercado imobiliário.

Neste ano foi muito questionada a decisăo de recuar no tombamento do salăo do Clube Pinheiros, na zona oeste. Uma mudança de opiniăo em um intervalo de três meses năo demonstra que há pouco tempo/espaço para discussăo das decisőes?

É importante esclarecer um fato: năo houve “voltar atrás”. O processo de tombamento tem como etapa prevista em lei o pedido de reconsideraçăo. Os dados técnicos desenvolvidos no processo elaborado por alguns anos năo correspondiam à real condiçăo de existência do imóvel como concebido. Visitei, entăo, o clube para conhecer o que restava da obra que conheci há 50 anos e nunca mais tinha visitado. Verifiquei que a abertura da Avenida Faria Lima tinha destruído a excelente concepçăo arquitetônica daquela época. Convidei os conselheiros a uma visita, em acordo com a diretoria do clube. Em nova reuniăo, reverteu-se a decisăo. É muito simples corrigir com integridade e informaçőes precisas. As informaçőes săo do jornal O Estado de S. Paulo.

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Fonte: Brasil

“Homossexual é como alcoólatra e corrupto”, dispara Cabo Daciolo

O polêmico candidato à Presidência da República pelo Patriota, Cabo Daciolo, conhecido pelo bordão “glória a Deus”, declarou em entrevista ao jornal Estado de S. Paulo que encontrou com o Todo Poderoso, previu a “cura” da deputada federal Mara Garbrilli (PSDB), tetraplégica, e afirmou que homossexualidade é uma briga interna: “Vejo ela como qualquer outro problema que ocorre na Nação”. Confira:

Qual é o significado desse jejum que fez de 21 dias

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Eu creio que a Nação brasileira hoje, com 160 milhões de cristãos, é a resistência do mundo.

Como assim? Escutei há pouco você dizendo que o mundo está sugando a energia do Brasil.

A verdade é que o Brasil tem energia de sobra para espalhar para o mundo. Assim como outras nações, nós temos problemas na nossa, com saúde, educação, segurança, infraestrutura, transporte. Mas isso tudo é simples de ser resolvido.

Como?

O que acontece em Israel, reflete no mundo. Tem um cenário de guerra iminente e o povo não está sabendo disso. Nós tivemos há pouco tempo a China e a Rússia unidas fazendo um treinamento com um cenário de guerra. Assim como o Estados Unidos estão em alerta também. Existe uma rivalidade no campo comercial e do poder no mundo.

E o Brasil nisso?

O Brasil é a resistência do mundo. Você vê que tem muitas catástrofes acontecendo ao redor do mundo, mas no Brasil não. Por que não acontece no Brasil? Porque aqui tem um povo clamando, meu irmão.

O que fez durante o jejum?

Eu fiquei 21 dias longe da campanha de 45 dias, gastei ao todo até agora R$ 700. Aí você vê o (Henrique) Meirelles (candidato do MDB), banqueiro, envolvido com os banqueiros que estão matando nosso povo, gastou R$ 43 milhões. Nos termos da pesquisa em que eu não acredito, nós temos o mesmo porcentual, estamos em empate técnico. Como pode isso? Vou te falar como: eu estava lá no monte jejuando.

Como foi o seu encontro com Deus?

Conheci Jesus em 2004, mas ouvi falar de Jesus pela primeira vez com força na minha vida em 1997. Minha mãe começou a frequentar a igreja evangélica, uma igreja pequenininha, na cidadezinha de Santa Cruz das Palmeiras, no interior de São Paulo, com 20 mil habitantes. Um dia, já era tarde, minha mãe pediu para que eu levasse ela e eu fui, achei tudo aquilo uma loucura, as pessoas falavam em línguas, sapateavam, cheio de mistério. No final do culto era a parte da revelação e o homem que estava falando lá, apontou para mim e começou a falar da minha vida. Ele começou a falar coisas que só eu sabia. Como aquele homem sabia disso? Eu saí assustado daquela igreja. Passaram-se sete anos e em 2004 eu aceitei Jesus. Eu tinha algumas fraquezas, era um jovem mulherengo e gostava de tomar uma cerveja, uma caipirinha.

Como foi essa aceitação?

Comecei a ter uma diarreia muito grande e eu fiquei um mês inteiro com esse problema. Eu fui no médico e não tinha nada, tive que fazer exames e nada. Então eu parei e lembrei daquele homem que em 1997 havia me falado que tinha um propósito muito grande na minha vida. E eu falei pra Deus: “Deus, se Você tem um propósito muito grande na minha vida, o senhor me cure e eu vou servir a Você, eu autorizo o Senhor a tirar tudo que seja do mundo da minha vida”. No outro dia não fui ao banheiro e no outro estava normal. Minha vida se transformou.

Você disse que a deputada Mara Gabrilli (PSDB), tetraplégica, seria curada.

E ela vai ser curada. O tempo é determinado por Deus. Não só ela, como muitos paralíticos vão se levantar. Eu acredito que Deus ressuscita mortos. Parece loucura, mas ressuscita.

Talvez seja um milagre você ser eleito no primeiro turno.

Já é um milagre eu estar sentado na cadeira de deputado federal. O que um cabo vindo dos Bombeiros está fazendo sentado na cadeira de deputado? Vindo ainda de um partido que nem me queria, que era o PSOL. Mas Deus falou: “Filho, eu quero você lá, e quando você estiver lá, você fale de mim lá dentro”. Eu creio que estou sentado na cadeira presidencial da mesma forma que Sara, que com Abraão teve um filho em idade avançada. Esses eram seus sonhos.

Quais as primeiras coisas que você faria na cadeira presidencial?

Não o que eu faria, o que eu vou fazer, porque eu sou o próximo presidente da República. Na primeira semana será de cara a semana da adoração. Vamos adorar a Deus. “Mas Daciolo, o Estado é laico.” É laico, ser laico quer dizer liberdade de expressão religiosa. Adore Deus da maneira que você quiser adorar, mas fale com Deus.

E depois?

No oitavo dia vai ter uma auditoria pública, os mais de 14 milhões de desempregados da Nação vão ser abraçados pelo presidente da República, por aquele que tem o dever e a obrigação de dar transporte, saúde, moradia, trabalho, lazer.

Você disse que realizar essas coisas era a parte mais fácil

Resolver o problema da saúde, da educação e do transporte é simples, eles não querem resolver porque eles querem o caos. Por trás de tudo existe uma ordem, a grande ordem mundial, existe illuminati, existe maçonaria. No passado o político Dr. Enéas falava sobre isso e era tachado de louco.

Como vê a homossexualidade?

Vejo ela como qualquer outro problema que ocorre na Nação. O homossexual está na mesma categoria de problemas que o alcoólatra, que o corrupto, o bandido, e isso tudo. Está no plano espiritual, se resolve com oração. Respeito todos eles.

Então você vê como um desvio?

Cada ser humano tem suas guerras internas.

Qual é seu hobby?

Meu hobby é curtir animal, galinha, natureza. Eu monto bem a cavalo.

Lula foi um bom presidente?

Em certos momentos, de 2006 a 2010, houve um grande crescimento. Foi exatamente quando investiram na infraestrutura. Ali foi quando começou um crescimento para a Nação. Todo mundo tem seu lado positivo e seu lado negativo.

Era para ele estar na prisão?

Não só ele como vários. Pegou R$ 10 mil ou R$ 10 milhões, é a mesma coisa. Tem que pagar.

Eleição e tecnologia: o que pode e o que não pode no dia da votação

O primeiro turno das Eleições 2018 ocorrerá no próximo dia 7 de outubro. E com uma campanha tão marcada pelas mídias sociais e tecnologia, é comum que os eleitores fiquem na dúvida sobre o que podem ou não fazer no dia da votação. No entanto, é preciso estar atento: violar o sigilo do voto ou fazer boca de urna pode render multas e até cadeia para quem for pego.

Para te ajudar, o Olhar Digital preparou um pequeno guia sobre o uso de tecnologia no dia da votação. Veja a seguir que posturas o eleitor deve ter offline e online neste momento tão importante da nossa democracia.

– Pode tirar selfie com a urna?

De forma alguma! Desde 2014, o Tribunal Superior Eleitoral proíbe a entrada de telefones celulares na cabine de votação. O Artigo 88 da resolução 23.399 também determina que máquinas fotográficas, filmadoras, equipamentos de radiocomunicação ou qualquer instrumento que possa comprometer o sigilo do voto devam ficar fora da cabine. Os objetos deverão ficar retidos pelos mesários enquanto o voto é realizado.

Segundo o TSE, o objetivo dessa proibição é evitar que eleitores possam ser coagidos no momento do seu voto, sendo obrigados a escolher determinados candidatos. No caso de descumprimento da lei, o indivíduo pode estar sujeito a detenção de até dois anos ou pagamento de multa. Até a porta da seção eleitoral, por outro lado, os selfies são liberados.

– Pode levar a cola do voto no celular?

Também não! Como não é possível utilizar eletrônicos dentro da cabine de votação, o eleitor não poderá utilizar apps de anotação para lembrar os números do candidatos. A única opção é levar a boa e velha colinha de papel, que pode até mesmo ser do modelo do site do TSE.

– Posso votar com o e-Título?

O e-Título é uma das grandes novidades para as eleições deste ano. Com ele, os usuários do Android e iPhone podem acessar uma versão virtual do seu título eleitoral e deixar a versão impressa em casa. No entanto, durante a votação, o aparelho terá que ficar retido pelos mesários. Veja como usar o e-Titulo.

– Posso declarar meu voto nas redes sociais?

A postura do eleitor nas redes sociais deve seguir as mesmas regras válidas para o seu comportamento offline. Ou seja, é preciso agir com bastante cautela. Segundo a publicação da BBC Brasil, é permitido declarar abertamente o seu voto em plataforma como o Facebook e Twitter, no qual o receptor tem escolha se deseja ler ou não a mensagem.

Por outro lado, o eleitor não deve abordar alguém diretamente via SMS ou aplicativo de mensagens como Messenger e WhatsApp para declarar o seu voto ou fazer campanha. Como o receptor não terá opção se lerá ou não a publicação, a prática pode ser interpretada como boca de urna. Este crime é passível de detenção de seis meses a um ano, prestação de serviços à comunidade e pagamento entre R$ 5 mil a R$ 15 mil, segundo o TSE.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

bispo Edir Macedo declara apoio a Bolsonaro

Líder da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), uma das mais influentes no País, o bispo Edir Macedo declarou em rede social que apoia o candidato Jair Bolsonaro (PSL) na disputa para a Presidência da República.

Líder da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), uma das mais influentes no País, o bispo Edir Macedo declarou em rede social que apoia o candidato Jair Bolsonaro (PSL) na disputa para a Presidência da República.

Líder da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), uma das mais influentes no País, o bispo Edir Macedo declarou em rede social que apoia o candidato Jair Bolsonaro (PSL) na disputa para a Presidência da República.

 

De acordo com reportagem do jornal Folha de S.Paulo , a campanha de Bolsonaro já havia recebido a informação de que o bispo, dono da TV Record, iria apoiar o ex-capitão do Exército na corrida eleitoral. Há a expectativa para que Macedo grave um vídeo manifestando sua preferência a Bolsonaro, mas isso ainda não ocorreu.

 

Considerado o braço político da Igreja Universal , o Partido Republicano Brasileiro (PRB) é uma das nove legendas que compõem a coligação que defende a candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB) ao Planalto. O apoio do partido, onde vários bispos licenciados têm palavra de decisão, cede a Alckmin 28 segundos por dia no bloco fixo do horário eleitoral obrigatório.

 

Considerado o braço político da Igreja Universal , o Partido Republicano Brasileiro (PRB) é uma das nove legendas que compõem a coligação que defende a candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB) ao Planalto. O apoio do partido, onde vários bispos licenciados têm palavra de decisão, cede a Alckmin 28 segundos por dia no bloco fixo do horário eleitoral obrigatório.

 

 

 

Policial militar é morto a tiros no RJ

O policial militar Leandro Lamas Souza, de 34 anos, morreu depois que bandidos fecharam o carro em que ele estava, na noite deste sábado, no bairro Oswaldo Cruz, na Zona Norte, e atiraram diversas vezes contra a vítima. O PM chegou a ser levado para a UPA de Campinho, mas não resistiu aos ferimentos.

O crime aconteceu por volta das 22h20m. Segundo a polícia, Leandro trafegava pela Rua João Vicente, na altura da garagem Real de ônibus, quando foi atacado. Ainda não há informações se o policial foi vítima de assalto.

 

 

Leandro, que era lotado no 41º BPM (Irajá), chegou a reagir à abordagem, mas acabou baleado em várias partes do corpo. Os criminosos conseguiram fugir.

O PM é o 77º policial militar morto este ano no Estado do Rio. Na quinta-feira, o soldado Luís Gorni Tavares, de 31 anos, lotado no 23º BPM (Leblon), foi assassinado na Avenida Rio Branco, em Gramacho, Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. A vítima se dirigia para assumir o serviço no batalhão e parou numa padaria. Após comprar o lanche, teria discutido com um dos clientes e se identificado como policial militar. Ao perceber que se tratava de policial, o criminoso teria sacado uma pistola e efetuado disparos contra ele. Depois do crime, o bandido roubou a arma do soldado e fugiu.

Europeus analisam transporte gratuito

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Apesar das adversidades, o tema vem sendo estudado a pedido da prefeita de Paris, Anne Hidalgo. Entre as hipóteses estăo a gratuidade total, a liberaçăo de catracas durante o dia, a exclusăo de turistas ou ainda a liberaçăo de pagamento por critérios sociais de renda (foto: Thomas Samson/AFP)

 

Em diferentes cidades da Europa, prefeituras e administraçőes regionais estăo estudando neste momento – e a sério – uma hipótese até há pouco considerada impensável: a gratuidade do transporte coletivo. A exemplo do que ocorre em 38 cidades francesas, um projeto vem sendo analisado na capital, Paris, para abolir as catracas de metrôs e ônibus, ao mesmo tempo em que a administraçăo busca fórmulas para compensar as perdas financeiras com a gratuidade de diferentes modais.

Na França, as cidades que já adotaram a gratuidade têm em comum o porte médio – para os padrőes locais. Săo municípios de menos de 100 mil habitantes, com exceçăo de três dentre eles: Dunkerque, o mais célebre, na fronteira com a Bélgica, Aubagne e Niort. Em Dunkerque, a experiência deu certo, e os coletivos săo gratuitos. O objetivo da prefeitura é claro: reduzir a presença de automóveis nas ruas e, com isso, a poluiçăo e os custos correlatos em saúde pública.

A iniciativa também vem sendo cada vez mais observada de forma atenta por prefeitos e ministros dos Transportes em outros países. Projetos-piloto também existem em Estônia, República Checa, Reino Unido, Suécia, Alemanha, Bélgica, Dinamarca, Espanha, Finlândia, Islândia, Polônia e Romênia.

O desafio, no caso de Paris e de outras cidades de maior porte, como Clermont-Ferrand, é encontrar uma compensaçăo para o valor que se deixa de arrecadar. Para a prefeitura parisiense, o valor em questăo é de € 2,8 bilhőes/ano (o equivalente a R$ 10,7 bilhőes) embolsados com vendas de passagens, que representam cerca de 30% do custo total do sistema.

O problema é que pode ser apenas o início da fatura, que poderia chegar a € 6 bilhőes (R$ 27,9 bilhőes) em razăo do aumento do número de passageiros. O fluxo maior obrigaria a aumentar a frequência dos metrôs, logo implicando custos trabalhistas elevados.

Em Paris, o aumento da demanda é assunto sensível, pois parte da rede já enfrenta a saturaçăo em horários de pico, tornando a capacidade de absorçăo de um fluxo adicional de passageiros limitada. Em Aubagne, o fluxo de passageiros triplicou desde o início da gratuidade. Além disso, as experiências realizadas em cidades de menor dimensăo indicam um aumento de riscos de vandalismo e destruiçăo do patrimônio, segundo Yves Crozet, economista especializado em Transporte.

Para arcar com os custos, uma das alternativas seria a adoçăo de um pedágio urbano, como o já existente em Londres.

Hipóteses

Apesar das adversidades, o tema vem sendo estudado a pedido da prefeita de Paris, Anne Hidalgo. Entre as hipóteses estăo a gratuidade total, a liberaçăo de catracas durante o dia, a exclusăo de turistas, que teriam de seguir pagando, ou ainda a liberaçăo de pagamento por critérios sociais de renda.

Para determinar o modelo e o impacto financeiro, um grupo multidisciplinar de pesquisadores, sob o comando do Laboratório Interdisciplinar de Avaliaçăo de Políticas Públicas (Liepp), do Instituto de Estudos Políticos de Paris (Sciences Po), recebeu em março passado a incumbência de examinar pistas de financiamento alternativo.

“É preciso avaliar se existe um modelo econômico viável”, ponderou Anne Hidalgo, deixando claro que năo se compromete com a medida se năo houver compensaçőes ao erário. “Até aqui, nada nos diz que seja possível.”

Catraca livre em Agudos

A diarista Simone Oliveira Carvalho, de 45 anos, ganha R$ 1,6 mil por mês fazendo faxina em residências. Ela toma ônibus para ir e voltar do trabalho e teria um gasto mensal de R$ 228 com transporte se năo morasse em Agudos, cidade de 37 mil habitantes, no centro-oeste do Estado de Săo Paulo. Lá, o transporte coletivo público é gratuito para todos, inclusive para quem chega de fora, há 15 anos.

“Nós viramos exemplo quando houve a mobilizaçăo (nacional em 2013), mas já era uma coisa fazíamos havia uma década”, diz o prefeito Altair Francisco Silva (PRB), ele mesmo um usuário eventual do serviço.

Macatuba, cidade vizinha, com 17 mil habitantes, se inspirou em Agudos para criar o serviço em 2004. Em Maricá, no Rio, com 153 mil habitantes, a gratuidade do transporte começou em dezembro de 2014, mas ainda é parcial. As informaçőes săo do jornal O Estado de S. Paulo.

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Fonte: Brasil