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Quem são os atiradores de elite da gestão Witzel

Os novos personagens que o governador eleito do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), quer levar para as zonas conflitadas da cidade e do Estado são figuras discretas. Atiradores de elite, os snipers, na denominação em inglês, não têm nome, não devem ser vistos e quase sempre agem como sombras, confundidos com o cenário. Ainda assim são eficientes em seu trabalho: eliminar ameaças, matar pessoas. Podem atingir a cabeça de um homem a meio quilômetro de distância, de tal forma que o alvo caia imóvel.

Nesse caso, o objetivo é impedir a reação nervosa espontânea do dedo no gatilho de uma arma apontada para um refém ou da mão que segura o disparador de uma bomba, explica um especialista do Centro de Instrução de Operações Especiais do Exército, em Niterói, onde são formados os caçadores, a tropa do tiro de precisão.

Homem calmo e de fala mansa, ele diz que não há a menor dificuldade em fazer o trabalho para o qual a seleção é rigorosa e o treinamento, severo. Marinha, Aeronáutica, PF e as polícias estaduais mantêm quadros próprios dedicados a esse tipo de ação letal. Pouco se sabe a respeito de sua folha de serviços.

Witzel quer formar times de atiradores para abater quem for visto portando fuzis em meio às favelas e às comunidades. Não é tão simples. Pela legislação, a posse do rifle não autoriza o disparo letal – embora exija prisão.

Witzel quer criar operações especiais nos batalhões

‘A polícia vai mirar na cabecinha e… Fogo’, afirma Wilson Witzel

Criminalistas ouvidos pela reportagem acreditam que isso só seria possível em uma situação de exceção, como a declaração de estado de sítio ou de defesa, quando há a supressão dos direitos constitucionais. Claro, em um confronto, vale o princípio da legítima defesa e da destruição da ameaça. Juiz federal, Witzel diz que se trata de uma questão de interpretação da lei, que prefere “defender o policial (que atirar para matar) no tribunal do que ir ao funeral dele”.

Os snipers das Forças Armadas atuam em situações de conflagração, apoiando a segurança da tropa e de autoridades, obtendo informações e neutralizando alvos selecionados. Os times policiais acrescentam “outro objeto” à lista, eventuais sequestradores que mantenham reféns sob risco. O tiro é feito quase sempre em duplas: o atirador e o observador, que fornece as informações de apoio.

O disparo deve ser feito na faixa de 300 metros para que a posição não seja detectada. A incidência de luz precisa ser considerada para evitar o reflexo na lente do sistema de mira. A dupla usa traje camuflado e às vezes uma cobertura para confundir o olheiro. As Forças empregam cinco diferentes tipos de fuzis, entre os quais os imensos Barrett M82A1 .50, americanos.

Os militares e policiais candidatos à função são voluntários. Eles têm entre 25 e 35 anos. Precisam ter passado por outros níveis de qualificação nas forças de operações especiais. O condicionamento físico é exigente. Alimentação balanceada, peso ideal e pressão arterial normal são pré-requisitos.

No momento do disparo, só o dedo indicador deve se movimentar; a respiração precisa estar no ritmo do batimento cardíaco e o acionamento do gatilho deve ser suave – tudo isso para evitar desvios de trajetória, explica o especialista do Exército.

O abandono durante o ciclo de instrução é alto. Em um dos cursos de três semanas do Batalhão de Infantaria Especial da Aeronáutica, em 2005, foram formados 14 atiradores. Houve quatro desligamentos. Com informações do Estadão Conteúdo.

Estudante que vendia bombons no ônibus para pagar faculdade se forma em medicina

Casado e pai de duas meninas, Jessé Soares vendia bombons nos ônibus de Belém para pagar as despesas com material da faculdade de medicina da Universidade do Estado do Pará (UEPA).

Nascido em Limoeiro do Ajuru, cidade com 25 mil habitantes localizada no nordeste do Pará, ele completou o ensino médio graças ao esforço da mãe, agente comunitária de saúde, e do pai, carpinteiro.

 

Em 2009 ele conquistou uma vaga na faculdade, quando se mudou para um quitinete no bairro do Guamá, em Belém. No mesmo ano, a namorada dos tempos de cursinho ficou grávida da primeira filha. Com a necessidade de reforçar os ganhos, ele passou a vender bombons por R$ 0,50 nos coletivos da capital.

Em 2013, Jessé fez uma campanha nas redes sociais para arrecadar dinheiro suficiente para se manter até o final do curso.

No último dia 20, Soares concluiu o curso e conseguiu seu registro profissional e agora espera receber o primeiro salário para poder comemorar a conquista com amigos e a família.

“Foram vários momentos em que batia uma angústia de querer estudar e não ter condições, mas sempre vinha um sentimento de que, quando eu terminasse, as coisas seriam melhores.E estão melhorando”, comemora em entrevista ao site G1. “A cerimônia na universidade foi simples, agora aguardo o fim do mês para receber e fazer uma comemoração com os amigos”, disse.

O próximo passo segundo o recém-formado médico é escolher uma área de especialização. “Estou estabilizando minha vida para fazer residência.

Eu quero oncologia ou neuro, que são áreas que exigem bastante dedicação e estudo. Ainda não decidi se vou fazer as provas no final do ano ou em 2016”, relata.

Segundo Soares, sua dificuldade serviu de motivação para garantir o futuro das filhas Ewelyn e Ana Clara. “Eu vou investir na educação delas, para que não aconteça com elas o que aconteça comigo.

A minha história é legal porque terminou bem, mas não desejo o que eu passei para ninguém. Espero que elas tenham uma vida mais fácil”, disse.

"Quero pacificar a Polícia Civil", diz futuro diretor-geral da corporação

“Vamos reabrir as unidades e prestar um serviço de qualidade. As pessoas estăo precisando de socorro. Tem de ser urgente” (foto: Rodrigo Antonelli/Esp. CB/D.A Press – 18/4/12)

O governador eleito Ibaneis Rocha (MDB) agiu rápido. A escolha do delegado que vai comandar a Polícia Civil do DF em sua gestăo ocorreu pouco mais de 12 horas depois da eleiçăo pela categoria da lista tríplice. Foi uma forma de evitar guerras nos bastidores que pudessem desgastar os candidatos. A decisăo foi tomada no começo da manhă de ontem em conversa com o presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia Civil do DF (Sindepo), Rafael Sampaio. Ibaneis perguntou: “O primeiro da lista contempla?”. O sindicalista afirmou que os três nomes representam os policiais e que o mais votado seria uma boa escolha. Foi assim que o delegado Robson Cândido da Silva, 46 anos, chefe da 11ª Delegacia de Polícia (Núcleo Bandeirante), virou diretor-geral.

Com 265 votos entre os colegas, Robson superou Benito Tiezzi, ex-presidente do Sindepo, querido na classe, que teve 242 votos. O terceiro na lista, Gilberto Maranhăo, conquistou 170 apoios. Poucas vezes esteve com Ibaneis. O contato é apenas institucional. Ele também nunca participou de disputas pelo comando. Jamais se candidatou para listas tríplices.

O sucessor de Eric Seba sempre trabalhou em delegacias circunscricionais. Nunca atuou como titular de uma unidade especializada. Mas conhece bem a realidade da segurança pública. Passou pelas delegacias de Ceilândia, Taguatinga, Gama, Recanto das Emas, Riacho Fundo e, desde 2016, é delegado-chefe no Núcleo Bandeirante.

Nascido em Pires do Rio (GO), Robson está na Polícia Civil há 28 anos. Antes de tomar posse como delegado, em fevereiro de 1999, ele foi agente em Goiás. Agora, no comando da instituiçăo, promete montar uma equipe técnica. Ele năo se considera um homem de grupos e pretende trabalhar com critérios de meritocracia. A retomada da autoestima da categoria, a conquista da paridade dos salários da Polícia Civil aos da Polícia Federal, prometida por Ibaneis na campanha, e a abertura das delegacias por 24 horas săo algumas metas. Ele também pretende incrementar o combate à corrupçăo. “Essa é uma demanda nacional, internacional, em todos os acordos de cooperaçăo”, disse.

A escolha foi aplaudida pelo Sindepo e aceita pelo Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol/DF), que suspendeu o processo de eleiçăo de uma outra lista com votos dos demais servidores.

Como será assumir o comando da Polícia Civil num momento em que a categoria se encontra abatida pela atual relaçăo conflituosa com o Executivo?

Confio muito no governador Ibaneis. Acredito que ele vai nos resgatar, e a gente vai trabalhar para elevar a autoestima dos policiais. Vamos construir novamente aquela polícia de eficiência, proativa. Sempre fomos considerados a melhor polícia do Brasil. O meu objetivo de vida hoje é resgatar a polícia năo só na questăo salarial, que é importante, mas também na gestăo de pessoas. Quero implementar a meritocracia.

O que vai ser considerado na escolha da sua equipe?

O critério técnico. Năo tenho nomes, năo tenho grupos, năo sou de nenhum grupo. Nós vamos, realmente, construir um perfil técnico.

O senhor é um delegado político ou técnico?

Como sempre participei das questőes sindicais, eu me considero um delegado que vai conseguir trabalhar a questăo técnica e também vou conseguir dialogar com a área política.

O que levou a uma votaçăo expressiva como primeiro colocado na lista tríplice?

Foi a construçăo de uma vida dentro da polícia. Sempre fui verdadeiro com os meus pares, buscando o diálogo, sem tentar desconstruir a imagem de outros colegas. Acho que isso foi o principal ponto que me levou a ser o primeiro na lista.

Fala-se que o senhor é amigo do deputado Wellington Luiz, o que teria ajudado na nomeaçăo. Procede?

O Wellington é amigo meu, amigo do Sindicato dos Delegados de Polícia, do Sindicato da Polícia. Ele é policial, sempre defendeu os policiais; entăo, ele năo é só meu amigo. É amigo de todos nós, mas acredito que figurar em primeiro da lista foi um fator primordial. Tenho certeza de que ter amizades pessoais năo mudariam esse resultado.

Será possível abrir todas as delegacias?

Com certeza. Estamos imbuídos desse objetivo. Esse é um compromisso do governador (eleito). Vamos reabrir as unidades e prestar um serviço de qualidade. As pessoas estăo precisando de socorro. Tem de ser urgente, porque as comunidades estăo carentes de segurança.

Como melhorar a autoestima dos policiais?

Nós passamos por uma deficiência muito grande no quadro. É um compromisso do nosso governador realizar novos concursos. É importante que as delegacias funcionem de forma plena, e isso passa pela contrataçăo de policiais, buscando também a questăo salarial, que é primordial. Mas năo podemos nos apegar somente a isso. Passa pela valorizaçăo e pela motivaçăo dos policiais. Quando eu me sentar na cadeira de diretor-geral, quero ouvir os policiais, passar por todas as delegacias, conhecer o que os policiais querem do novo diretor. Quero pacificar a Polícia Civil.

A votaçăo interna do seu nome significa um desejo de renovaçăo?

Sim, mas năo é só na Polícia Civil. Vimos o resultado das eleiçőes. O próximo diretor, que, no caso, sou eu, tem um compromisso năo só de eficiência, mas de renovaçăo no comportamento. Mudança na produçăo policial. Precisamos ser mais eficientes, fazer um trabalho digno para a populaçăo, melhorar o atendimento, investigar mais.

O combate à corrupçăo é uma prioridade?

Com certeza. Essa é uma demanda nacional, internacional, em todos os acordos de cooperaçăo. Nós vamos fortalecer o combate à corrupçăo e ao crime organizado. Vamos fortalecer ao máximo o que pudermos para combater diuturnamente.

Tem algum grupo na polícia que tentou impedir a sua nomeaçăo?

É uma coisa que năo poderia falar. As coisas săo tăo sensíveis, mas acredito que năo. O anúncio foi tăo rápido.

O senhor vai manter as coisas que dăo certo na atual gestăo?

Com certeza. A gente tem de aproveitar o que há de bom, o técnico. A administraçăo é grande, tem espaço. Temos de valorizar o servidor, năo só o delegado. Toda a Polícia Civil precisa ser valorizada, com perfil técnico. Temos de evoluir. Năo podemos ficar apenas em grupos.

O senhor foi escolhido antes mesmo da definiçăo do próximo secretário de Segurança Pública. Isso pode comprometer a sua relaçăo como chefe da pasta?

Com certeza, năo. Tenho um perfil de diálogo, de construçăo. Tăo logo seja anunciado o secretário, quero me apresentar para ele e dizer que teremos um trabalho juntos.

O comandante da Polícia Militar também?

Com certeza. Tenho um relacionamento muito bom com a Polícia Militar, sempre tive por onde fui delegado-chefe e delegado de plantăo. Sempre tive um tratamento de excelência com os policiais militares. Um bom relacionamento com a PM é primordial para que a segurança funcione.

Fonte: Cidades

MORENA CLICADA COM MOURÃO FOI INVESTIGADA POR SERGIO MORO EM SUPOSTA LIGAÇÃO COM TRÁFICO

Quando o general Mourão recebeu aquele colherada de sorvete na boca, não imaginava que nas mãos de Carola Cimini, a generosa morena do aviãozinho, já existiram algemas. Em 2 de dezembro de 2014, ela foi presa pela Polícia Federal do Paraná na Operação Denarius, que desarticulou uma quadrilha de tráfico internacional de drogas. Carola era casada com Edvaldo Muniz da Silva, o Toni Boiada, apontado à época como chefe da quadrilha e ainda preso.

“Na verdade, já estávamos separados. Me lembro como se fosse hoje. Eu estava dormindo quando os policiais federais chegaram ao meu apartamento. Bateram várias vezes na porta e, quando abri, foram entrando com um mandado de busca e apreensão. Eu não entendi nada. Um delegado mandou eu arrumar uma mala com roupas confortáveis e ir com ele para a sede da PF. Arrumei três. Ele me disse: ‘Bonitona, você não vai viajar pro exterior’. Eu realmente não estava entendendo nada”, recorda Carola.

 

Carola Cimini e Edvaldo Muniz, o Toni Boiada: ele está preso por chefiar uma quadrilha de tráfico internacional de drogas Foto: reprodução/facebook

Ela ficou dez dias presa e foi solta após não encontrarem evidências de seu envolvimento, segundo ela. “Não acharam nada que me ligasse à quadrilha. Eu realmente não fazia ideia de nada, não tinha nada no meu nome que me comprometesse”, garante: “Obviamente, eu pensava que podia ter algo errado. Mas o Edvaldo me levava nas fazendas, eu via aquelas cabeças de gado, o patrimônio dele era imenso. Como poderia imaginar que tinha droga envolvida?”.

Carola chegou a ser processada e ficou cara a cara com o juiz, e agora futuro Ministro da Justiça, Sergio Moro. “Fui absolvida de tudo. respondi ao processo durante dois anos e ficou provado que nada tinha de errado comigo. Mas isso me atrapalha até hoje. Até para arrumar um namorado”, lamenta ela, que diz ter tido depressão após o episódio.

Inocente, porém, nem tão enganada assim

Carola Cimini, aos 23 anos, quando foi presa em 2014 Foto: reprodução/instagram

Enquanto vivia com Edvaldo, Carola conta que recebia dele R$ 30 mil de mesada por mês. Os dois tinham uma união estável e dela tiveram uma filha, hoje com 8 anos. “O conheci aos 17 anos. Sou de Rondônia, ele tinha negócios lá, nos apaixonamos e ele me trouxe para o Paraná. Eu era muito ingênua. Só quando tinha oito meses de namoro descobri que ele havia sido preso em 2002, em Campinas. Mas já estava apaixonada”, explica a morena.

Carola jura que saiu do relacionamento com uma mão na frente e outra atrás. “Saí da prisão e fui para casa de uma amiga. Perdi tudo. Carro, apartamento, tudo…”, conta ela, que, no entanto, não se arrepende do tempo em que usufruiu de um dinheiro ilícito, fruto de falcatruas, tráfico de drogas e corrupção. Mesmo sendo uma defensora da prisão de Lula e de outros políticos na Lava-Jato: “Não acho que seja a mesma coisa. Esse povo lesou o país, foi uma roubalheira com os brasileiros. O que aconteceu com meu ex foi outra coisa. Se eu soubesse que o patrimônio dele era tão grande (algo em torno de R$ 60 milhões) eu não pediria R$ 30 mil por mês, mas R$ 60 mil”.

Nos autos do processo no STF, diz-se que Carola, na época, recebia um salário de R$ 831, e em seu nome havia um apartamento no valor de R$ 192 mil — incompatível, portanto, com seus proventos.

Carola Cimini, famosa após aviãozinho para vice-presidente eleito Foto: reprodução/instagram

Críticas à aproximação com o vice-presidente eleito

Desde que as fotos de seu paparico ao General Mourão vieram a público, Carola Cimini recebeu várias críticas. “Acharam que eu expus o general. Gente, era um evento, fiz as fotos na frente de todos. Não estávamos pelados! Foi uma brincadeira”, justifica.

Fato é que, da noite para o dia, Carola ficou famosa. E já começa a angariar os benefícios. “Me chamaram para fazer uma linha de maquiagem, posar para um catálogo de joias e fabricar uma sandália com meu nome”, comemora ela, que hoje diz trabalhar como maquiadora e faz curso para pilotar aviões particulares.

Carola Cimini: “Esse povo (Lula e PT) lesou o país, foi uma roubalheira com o povo. O que aconteceu com meu ex foi outra coisa” Foto: reprodução/instagram

Dentre seus detratores, vários a apontaram como garota de programa. “Disseram que eu tenho uma fazenda em Minas onde recebo políticos e ofereço meninas. Gente, eu iria fazer isso usando meu nome verdadeiro? Jamais! É que mulher bonita e solteira sempre é mal-vista”, avalia.

Homens mais velhos e charme de Bolsonaro

Carola Cimini diz que General Mourão é fofo e que acha Bolsonaro um charme Foto: reprodução/instagram

Carola não sabia que o general Mourão, viúvo em 2016, havia se casado novamente quando ofereceu sorvete a ele. “Fiquei sabendo pela reportagem”, diz ela. A morena é só elogios ao vice-presidente eleito: “Ele tem aquela cara de bravo, mas é um fofo, um doce de pessoa. Mas não teria um romance com ele. Já com o presidente… Acho ele um charme”. Que Michelle Bolsonaro não a leia.

Carola Cimini lamenta seu nome ainda ligado à Operação Denarius: “Me atrapalha até hoje. Até para arrumar um namorado” Foto: reprodução/instagram

HORÁRIO DE VERÃO COMEÇA NESTE DOMINGO

HORÁRIO DE VERÃO COMEÇA NESTE DOMINGO (04)

Para a alegria de uns e tristeza de outros, o horário de verão começa neste domingo (dia 04/11).

Para quem está com dúvida, você precisa adiantar o relógio em uma hora (à 0h você terá que adiantar para 1h da manhã). Ou seja, perder uma horinha de sono ou de balada com amigos ou daquela série no Netflix.

E AÍ, GOSTA DESSE HORÁRIO?

VAI CHOVER NESSE FERIADO??

TEMPO INSTÁVEL NO RIO NO FERIADO DE FINADOS: CHUVA FRACA A MODERADA ATINGIRÁ PONTOS ISOLADOS DA CIDADE DURANTE A MADRUGADA

A passagem de uma frente fria pelo oceano deixará o tempo instável na capital fluminense, nesta sexta-feira, feriado de Finados. Segundo o Alerta Rio (serviço meteorológico da Prefeitura), o céu irá variar entre nublado e parcialmente nublado, com previsão de chuva fraca a moderada isolada durante a madrugada. Os ventos apresentarão intensidade fraca a moderada e as temperaturas estarão em declínio em relação à quinta-feira, sendo máxima prevista de 28°C e mínima de 19°C.

Jovens são presos suspeitos de assassinar médico do Exército na Chapada

Corpo de Gabriel foi encontrado próximo a um local que tinha ocorrido uma festa, mas năo há confirmaçăo se ele participou ou năo do evento (foto: Arquivo pessoal/Divulgaçăo)

A morte do médico do Exército Brasileiro Gabriel Costa Lima, 28 anos, assassinado durante uma festa na Chapada dos Veadeiros em 13 de outubro, é investigada pela Polícia Civil de Goiás como latrocínio (roubo com morte). Dois homens de 26 e 23 anos estăo presos temporariamente suspeitos de participarem do crime. O inquérito, no entanto, está sob sigilo.

Policiais da Delegacia de Alto Paraíso prenderam a dupla na tarde de quarta-feira (31/10). Os dois săo moradores da regiăo e têm o costume de frequentar a Chapada dos Veadeiros, segundo a investigadora Maria Isabel Pires Ramalho. “Inclusive săo conhecidos dos membros da comunidade”, explicou.

Ela, no entanto, disse que os suspeitos năo têm passagens pela polícia. “A comunidade conta que săo jovens que sempre praticaram pequenos crimes naquela regiăo e em outras cidades, mas, por năo conseguirem comprovar, eles nunca foram presos”, esclareceu Maria Isabel.

A investigadora năo quis dar detalhes sobre o que os suspeitos levaram da vítima, mas ela relembrou que o médico era uma pessoa que gostava de trilhas e da beleza natural. “Certamente ele veio à Chapada para aproveitar a natureza, mas, por ser um local tido como calmo, provavelmente a vítima pode ter se desprevenido um pouco, mas nada justifica o crime”, reforçou.

Ela ainda disse que a vítima estava sozinha, fez algumas amizades na regiăo, mas estava sem o carro. “Ele ficou de carona”, informou Maria Isabel, mas sem dar mais detalhes sobre quem o acompanhava.

Entenda o caso

Próximo de onde o corpo dele estava, havia ocorrido uma festa na sexta-feira à noite, mas ainda năo se sabe se o militar teria participado ou năo do evento. 

Gabriel Costa Lima era mineiro de Belo Horizonte, mas prestava residência médica em ortopedia/traumatologia no Hospital Central do Exército, no Rio de Janeiro. 

Fonte: Cidades

Delegação da Comissão Interamericana de Direitos Humanos visita Brasil

Cartaz de manifestaçăo sobre Direitos Humanos na UNB (foto: Wallace Martins/Esp. CB/D.A Press)

A partir da próxima segunda-feira (5/10), o Brasil receberá visita de uma delegaçăo da Comissăo Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), atendendo a convite do governo brasileiro feito no início deste ano. O objetivo da visita é observar em campo a situaçăo dos direitos humanos no Brasil. Além de Brasília, a delegaçăo visitará os seguintes estados: Bahia, Maranhăo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Rio de Janeiro, Roraima e Săo Paulo.

A comissăo instalará dois escritórios para receber denúncias e petiçőes relacionadas a direitos humanos em Brasília e no Rio de Janeiro. O resultado da visita será apresentado em entrevista coletiva prevista para ocorrer no dia 12 de novembro, também no Hotel Hilton, em Copacabana.

Entre as áreas que serăo analisadas estăo discriminaçăo, desigualdade, pobreza, institucionalidade democrática e políticas públicas em direitos humanos. A situaçăo das pessoas afrodescendentes e quilombolas, comunidades e povos indígenas, camponeses e trabalhadores rurais, além da populaçăo urbana em situaçăo de pobreza, defensoras e defensores de direitos humanos; pessoas privadas da liberdade; migrantes, entre outros, receberăo atençăo particular da delegaçăo.

Além disso, a CIDH coletará informaçăo sobre a situaçăo da segurança pública, tanto urbana como rural, bem como sobre conflitos no campo e por terras. A Comissăo Interamericana observará também a situaçăo do acesso à justiça e a eventual situaçăo de impunidade em casos de graves violaçőes aos direitos humanos.

No período da visita, que se encerrará no dia 12 de novembro, os integrantes da comissăo devem se reunir com autoridades governamentais dos locais visitados, organizaçőes da sociedade civil, movimentos sociais e acadêmicos. Os observadores văo ainda coletar depoimentos de vítimas de violaçőes de direitos humanos e seus familiares. Estăo previstas também reuniőes com agências do Sistema das Naçőes Unidas e membros do corpo diplomático.

Denúncias

O escritório para receber denúncias funcionará em Brasília de 5 a 7 de novembro, das 9h às 13h, no Hotel B, no Setor Hoteleiro Norte da capital federal. O outro escritório será aberto no Hotel Hilton Copacabana, no Rio de Janeiro, funcionando no dia 8, entre 14h e 18h; e no dia 9, das 9h às 13h e das 14h às 18h.

A delegaçăo será liderada pela presidente da CIDH, Margarette May Macaulay. Outros altos dirigentes do conselho também virăo ao Brasil: a primeira vice-presidente, Esmeralda Arosemena de Troitińo; e o segundo vice-presidente, Luis Ernesto Vargas Silva entre outros. A relatora para  o Brasil no conselho, a comissária Antonia Urrejola Noguera, também participa da delegaçăo.  

A CIDH é um órgăo autônomo da Organizaçăo dos Estados Americanos (OEA), que tem a missăo de promover o respeito dos direitos humanos na regiăo e atuar como órgăo consultivo da OEA neste assunto. A CIDH é composta por sete membros independentes, que năo representam seus países de origem e săo eleitos pela Assembleia-Geral da OEA.

Fonte: Brasil

Preso confessa assassinato de jogador e diz que atleta tentou estuprar sua esposa

principal suspeito pelo assassinato do ex-jogador do São Paulo Daniel, de 24 anos, se entregou à polícia nesta quinta-feira (1º), em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, para prisão temporária de 30 dias.

 

 

 

Durante interrogatório na tarde desta quinta Edison Brittes Júnior assumiu ser o autor do homicídio, afirmando que Daniel havia tentado estuprar a sua esposa. As informações são do site ‘Banda B’.

Na versão contada pelo advogado de defesa do suspeito, Edison teria agido em legítima defesa, para proteger sua esposa que teria sido atacada por Daniel enquanto dormia. A versão da defesa ainda diz que Edison arrombou a porta do quarto pois teria ouvido os gritos de socorro da esposa, Cris Brittes. Ao entrar no local ele teria visto o atleta de cuecas sobre ela tentando ter relação sexual.

+Suspeito pelo assassinado ex-jogador do São Paulo se entrega à polícia

O suspeito teria tomada a decisão de matar Daniel depois que viu as mensagens trocadas por ele e um amigo, em que ele afirmava já ter tido relações sexuais com Cris, e inclusive teria mandado uma foto deitado ao lado dela na cama.

Após a prisão, o empresário proprietário de um mercado em São José dos Pinhais, indicou à polícia o local onde havia colocado o pênis do atleta.

Em entrevista à TV Globo, Edison afirmou que agrediu Daniel com outros amigos por minutos antes de colocá-lo no porta-malas de um carro e levá-lo até um matagal, onde o assassinou.

A esposa do suspeito foi detida na noite de quarta-feira. A filha do casal, de 18 anos, que convidou Daniel até a casa da família também foi presa para prestar esclarecimentos-