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Dhi Ribeiro lança o DVD Leme da Libertação com muito samba de roda

Dhi é adepta do mundo digital quando o assunto é música: facilidade para ela e oportunidade para novos talentos (foto: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)

 

Nascida no Rio de Janeiro, criada em Salvador e radicada em Brasília há 25 anos, a cantora Dhi Ribeiro é uma das maiores vozes do samba brasiliense dos últimos tempos. Natural de Nilópolis (RJ), foi para a capital baiana muito cedo. Iniciou a carreira aos 17 anos, como modelo, e, aos poucos, se envolveu com a música. Quando ainda aposta nas passarelas e diante das câmeras, Dhi passou a se perceber cada vez mais como uma pessoa musical. Cantou axé, música baiana e MPB. Na década de 1990, recebeu o título de cantora revelaçăo do carnaval soteropolitano. Em seguida, foi convidada para participar de um trabalho em Brasília, com a antiga banda Trem das Cores.

 

Após seis meses, voltou a Salvador para concluir trabalhos no carnaval, mas decidiu que seu lugar realmente era na capital federal. No DF, conheceu Tobias Andrade, com quem se casou e teve uma filha, Luna Vitória. “Eu sou muito agradecida à cidade porque aprendi tudo aqui. Alcancei a chance que poucos tiveram de encontrar grandes músicos, que me nortearam e me deram a oportunidade de me descobrir como cantora”, revela. Em 2000, a sambista seguiu com a família para a Itália, trabalhar como cantora em um circo. Retornou ao Brasil após três anos interpretando em vários idiomas.

 

Em 2009, a cantora lançou seu primeiro álbum, Manual da Mulher. Já em 2012, a música Para uso exclusivo da casa fez parte da trilha sonora da novela da Globo Lado a lado, como tema do casal Celinha e Guerra, interpretados por Isabela Garcia e Emílio de Melo. Em 2017, a mesma música, de autoria de Paulinho Resende e Juninho Peralva, também foi trilha para a novela A força do querer, tema da protagonista Bibi Perigosa, interpretada por Juliana Paes. “A Glória Perez me ligou dizendo que a novela estrearia no próximo mês e que a música tinha tudo a ver com a personagem. E foi maravilhoso isso pra mim”, relembra. Logo em seguida, Dhi Ribeiro foi uma das participantes do The Voice Brasil, do mesmo ano, participando de dois episódios da atraçăo. Dhi já esteve em programas como o Domingăo do Faustăo e Programa do Jô. 

 

A temática do DVD Leme da Libertaçăo, novo trabalho de Dhi Ribeiro, é a diáspora negra e a fé (foto: Carlos Vieira/CB/D.A Press)

 

Em dezembro, ela lança o novo trabalho, o DVD Leme da libertaçăo, gravado no Clube do Choro. As composiçőes săo de parceiros como Roberto Serrăo e Guilherme Nascimento. “Eu sou mais uma intérprete. Nós temos compositores maravilhosos e a gente tem que dar voz para isso”, afirma Dhi. As músicas do DVD têm como tema a diáspora negra e a fé, e conta com músicas românticas, samba de roda e algumas regravaçőes do primeiro CD. Ao todo, serăo 23 músicas em 13 faixas, incluindo alguns pout-pourri. O lançamento, previsto para 20 de dezembro, será no mesmo local da gravaçăo, o Clube do Choro. 

“O mundo hoje é digital”

Esse será o primeiro trabalho independente da cantora, que fez parte do cast da gravadora Universal Music. “Isso aconteceu dessa forma. A importância da gravadora mudou bastante e o que elas faziam, nós também podemos fazer. Nós mesmos vamos fazer a distribuiçăo, por exemplo”, explica. A cantora vê as plataformas digitais como um leque muito grande e servem de portas para novos artistas, que năo teriam a oportunidade de apresentar seus trabalhos ao mundo.

“O mundo é digital. Eu năo fico uma hora sem pegar no celular. Antigamente, eu tinha que gravar um CD para entregar para minha banda aprender as músicas do repertório. Hoje em dia, eu faço uma playlist e peço para que entrem nela”, declara. Com a internet, Dhi afirma que suas músicas chegaram a vários países da África, como Angola. 

Siga a artista!

* Estagiárias sob a supervisăo de Leonardo Meireles

 

Fonte: Cidades

Crânio de Luzia é encontrado em meio aos escombros do Museu Nacional

(foto: Antonio Scorza/AFP)

A assessoria do Museu Nacional, do Rio de Janeiro (RJ), informou na tarde desta sexta-feira (19/10) que foi encontrado, em meio aos escombros do prédio destruído por um incêndio em 2 de setembro, o crânio de Luzia, considerada a “primeira brasileira”. O fóssil tem 11,4 mil anos.

Neste momento, a direçăo da instituiçăo vinculada à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) dá uma entrevista coletiva, na capital fluminense, para mostrar os detalhes do achado ocorrido há alguns dias, mas só divulgado agora.

Há um mês, conforme noticiou o Estado de Minas, o diretor administrativo do Museu Nacional, Wagner Martins, informou que arqueólogos e paleontólogos do Museu Nacional năo perdiam a esperança de encontrar o fóssil localizado em 1974 na gruta da Lapa Vermelha, em Pedro Leopoldo, na Regiăo Metropolitana de Belo Horizonte. “Năo perdemos esperança de encontrar Luzia, que está numa área considerada de risco. Já percebemos, pelas imagens captadas por drones, que no local há muitas peças que podem se resgatadas”, disse o diretor administrativo do Museu Nacional, Wagner Martins.

Luzia, um dos símbolos da maior tragédia do patrimônio cultural do país, traz à tona o nome de uma mulher fundamental nessa história e com uma vida extraordinária destacada pelos estudiosos. A trajetória da arqueóloga Annette Laming Emperaire passa por momentos-chave do século 20, como a Revoluçăo Russa (1917) e a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Filha de diplomatas franceses e nascida em Săo Petersburgo, na Rússia, 15 dias antes de os bolcheviques tomarem Moscou, ela seguiu com os pais para a França. Já adulta, ao estourar o conflito mundial, participou da Resistência até cair em desgraça nas măos dos alemăes. Com o fim da guerra, Annette se dedicou à paixăo pelas pesquisas e escavaçőes que lhe trouxe ao Brasil e, na década de 1970, a Lagoa Santa, na Grande BH.

Como chefe de uma missăo franco-brasileira, encontrou o fóssil humano com dataçăo mais antiga do país, a “Luzia”, e deu nova dimensăo aos achados do naturalista dinamarquês Peter Lund (1801-1880).

Fonte: Brasil

Goleiro Bruno perde benefício após ser visto em bar com mulheres

 

goleiro Bruno Fernandes teve suspenso o direito de trabalho externo e terá de voltar ao presídio de Varginha (MG).

A decisão foi tomada pela 1ª Vara Criminal e de Execuções Penais de Varginha e confirmada pela Secretaria de Adminsitração Prisional (Seap) de Minas Gerais nesta sexta-feira (19), após uma reportagem da TV Alterosa, afiliada do SBT, flagrar Bruno dentro de um bar na associação da cidade. O goleiro estava acompanhado de duas mulheres e com uma lata de cerveja sobre a mesa. As imagens, no entanto, não mostram o detento ingerindo cerveja.

Desde abril de 2017, o ex-atleta do Flamengo está preso em Varginha e executava trabalho externo na Associação de Proteção e Assistência ao Condenado (Apac). Ele trabalhava numa obra de construção da associação, mas também podia realizar serviços fora da instituição.

+ Flávio Bolsonaro diz que teve conta do WhatsApp banida

De acordo com o G1, a defesa de Bruno está segura de que ele não cometeu irregularidades.

“Estamos tranquilos com o que vem pela frente, porque nós temos certeza absoluta de que ele não ingeriu bebidas alcoólicas e que aquelas mulheres que ficam lá como mulheres não são garotas de programa, não tem nada a ver com isso. O Bruno não tem celular. Existe um celular lá que é um celular coletivo, que é autorizado pelo método Apac, ligar para a família, duas vezes por semana por 10 minutos, para cada preso”, disse ao G1 o advogado Fábio Gama.

Agora, Bruno deve ficar em regime fechado até que um processo seja instaurado para investigar o caso.

Bruno Fernandes foi preso em 2010 e depois condenado pelo homicídio triplamente qualificado da ex-amante Eliza Samúdio, além de sequestro e cárcere privado do filho Bruninho.

Homem é morto após assaltar taxista no RJ!!

Um suspeito foi morto a tiros após roubar um táxi na Urca, Zona Sul do Rio, no início da madrugada desta sexta-feira. De acordo com a PM, após ter o veículo levado, o condutor do automóvel, identificado como Luiz Antônio da Silva Barreto, de 59 anos, relatou o caso a policiais militares que estavam em uma cabine da corporação no mesmo bairro onde ocorreu o assalto. A ação aconteceu por volta da 0h20m. Em seguida, PMs do batalhão de Botafogo, o 2º BPM, responsável pela área, inciaram uma busca e conseguiram encontrar o táxi — eles identificaram o carro, na saída do Túnel Santa Bárbara, no Catumbi, pela placa.

O motorista não obedeceu a ordem de parada dos policiais e, de acordo com a PM, efetuou diversos disparos em direção à patrulha. Os policiais responderam ao ataque e houve confronto. No fogo cruzado, o suspeito foi baleado e morreu no local. Ele estava acompanhado de um comparsa, que conseguiu escapar. Este segundo estava no banco do carona. Segundo informações da polícia, ele escapou e correu em direção ao Morro da Coroa, comunidade que fica próximo ao túnel.

 

O caso foi registrado na 5ª DP (Mem de Sá), no Centro. O taxista prestou depoimento na distrital. As investigações deverão ficar sob os cuidados da Delegacia de Homicídios da Capital (DH).

Luiz Antônio disse que trabalha no período da madrugada há mais de 30 anos. Contou que já foi assaltado outras seis vezes. A vítima afirmou ainda que os suspeitos entraram no táxi como passageiros e só na Urca anunciaram o assalto.

— Eu estava passando pela rua Estácio de Sá, e dois homens fizeram sinal para o táxi. Eu parei e eles perguntaram quanto que daria uma viagem até a Urca. Falei que de R$ 20 a R$ 25 reais. Eles concordaram. Um deles sentou ao meu lado e o outro atrás de mim. Chegou na Urca eles pediram para entrar numa ruazinha. Entrei. Foi quando começaram o assalto. Pediram carteira, celular. Mandaram eu sair do carro. Perguntaram até se eu estava armado e mandaram eu ficar de cabeça baixa. — relata Luiz Antonio.

O taxista disse ainda que por sorte tinha uma cabine da polícia na Urca e ele conseguiu avisar rapidamente a polícia sobre o assalto. Após ação da PM, o motorista recuperou o celular e a carteira. O carro ficou no local em que o suspeito foi morto, já que o local será periciado

Os policiais recuperaram pertences de outras pessoas que foram vítimas da dupla.

Rede de varejo e atacado abre 200 vagas de emprego no Rio

A Secretaria municipal de Emprego, Desenvolvimento e Inovação, da Prefeitura do Rio, encaminha candidatos para mais de 200 vagas de emprego numa grande rede varejista e atacadista, que vai inaugurar uma nova loja na capital. As chances são para quem tem ensino médio completo e experiência.

As vagas são para chefes de seção (mercearia, frente de caixa, perecíveis, depósito, hortifrutigranjeiros e prevenção), operador pleno, conferente, assistente de Tecnologia da Informação (TI), cartazista, técnico de manutenção predial, chefe de manutenção predial, nutricionista (cozinha industrial), cozinheiro (cozinha industrial), auxiliar de cozinha (cozinha industrial), televendas, promotor de vendas, fiscal de prevenção de perdas, operador de empilhadeira (com curso na área há menos de um ano e carteira de motorista B) e auxiliar de faturamento.

 

 

Os interessados devem enviar um currículo atualizado para o e-mail captacaodevagas.smdei@gmail.com, informando a função pretendida no campo “assunto” da mensagem.

FLAVIO BOLSONARO É BANIDO DO WHATSAPP!!

Senador eleito pelo Rio de Janeiro e filho do presidenciável pelo PSL, Flávio Bolsonaro se disse perseguido na tarde desta sexta-feira (19/10) ao ter constatado o bloqueio de seu número de telefone do aplicativo WhatsApp.

“A perseguição não tem limites. Meu WhatsApp, com milhares de grupos, foi banido do nada, sem nenhuma explicação”, afirmou, exigindo resposta oficial da plataforma.

 

 

Ao externar sua contrariedade com o ocorrido, um dia após a revelação do uso de agências para disparos de mensagens em massa para atacar o PT, o filho do presidenciável acabou divulgando o próprio número de celular aos seguidores no Twitter.

Flavio Bolsonaro

@FlavioBolsonaro

A perseguição não tem limites!
Meu WhatsApp, com milhares de grupos, foi banido DO NADA, sem nenhuma explicação!
Exijo uma resposta oficial da plataforma.

O WhatsApp enviou notificação extrajudicial para as agências Quickmobile, Yacows, Croc Services e SMS Market determinando que parem de fazer envio de mensagens em massa e de utilizar números de celulares obtidos pela internet para aumentar o alcance dos grupos na rede social. A empresa também baniu as contas do WhatsApp associadas a essas agências.

Também pelo Twitter, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) se solidarizou com o irmão e classificou o episódio como “censura”.

Eduardo Bolsonaro 1720

@BolsonaroSP

Primeiro caso de banimento do whatsapp que tomo conhecimento ocorreu com o senador eleito @FlavioBolsonaro . O post que tenha motivado a punição não é informado. Se isso não é CENSURA eu não sei o que é…

Alexandre de Moraes nega pedido de liberdade da 'Viúva da Mega-Sena'

Adriana Almeida, a Viúva da Mega-Sena (foto: Roberto Moreyra/EXTRA/Agência O Globo)

 

 

O Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes negou pedido de liberdade apresentado pela defesa de Adriana Ferreira Almeida Nascimento, a “Viúva da Mega-Sena”, condenada e presa por envolvimento na morte de seu ex-marido após ele ganhar R$ 52 milhőes em 2007.

Segundo o ministro, a reclamaçăo apresentada pela defesa de Adriana “năo vinga” pois “năo se amolda a qualquer das hipóteses legais e jurisprudenciais em que é cabível a presente açăo”. Reclamaçőes apresentadas ao STF buscam garantir o cumprimento de uma decisăo da corte e năo reverter decisőes de instâncias inferiores, detalhou o ministro.

No pedido apresentado à Corte, os advogados pleiteavam liminar para suspender o cumprimento da pena decretado pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Em dezembro de 2016, Adriana foi condenada a 20 anos de prisăo, mas foi presa somente em junho deste ano no Rio de Janeiro. Ela é acusada de participar da morte de seu ex-marido, o lavrador Renné Senna.

O lavrador foi executado a tiros em janeiro de 2007 em Rio Bonito, na regiăo metropolitana do Rio. Além de Adriana, outras cinco pessoas foram acusadas pelo crime. A polícia apurou que a viúva teria sido a mandante do assassinato após Senna dizer que iria excluí-la do testamento por causa de um caso extraconjugal.

Fonte: Brasil

BOMBA!! PF investiga envolvimento de esfaqueador de Bolsonaro com PCC

Polícia Federal (PF) investiga a possibilidade do PCC (Primeiro Comando da Capital) estar envolvido no atentado contra o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), que ocorreu há pouco mais um mês em Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira.

Pessoas próximas às investigações contaram ao ‘O Tempo’ que Adélio Bispo de Oliveira, autor da facada, tem relação de amizade com integrantes da maior facção criminosa do país, além da ligação das atividades dos advogados que atendem o réu com o PCC.

De acordo com o site mineiro, o delegado Rodrigo Morais, que comanda as investigações, suspeita que Klayton Ramos de Souza, membro do PCC conhecido como “Veim”, seja amigo de Adélio. A dupla teria se conhecido em Montes Claros, onde ambos nasceram e foram criados, e ainda manteriam contato pelas redes sociais. “Veim” tem passagens na polícia por homicídio e já cumpriu pena no Presídio Regional de Montes Claros.

Três presídios mineiros abrigam membros da facção: Nelson Hungria, em Contagem, o Presídio Professor Jacy de Assis, em Uberlândia, e o de Montes Claros. Atualmente, Souza vive em Campinas, no interior de São Paulo, um dos centros de comando da facção.

Em um inquérito anterior, a PF havia concluído que Adélio agiu sozinho no momento do atentado. Depois, uma nova investigação foi aberta para verificar se alguma organização está ligada ao atentado.

+ Dois PMs são presos por suspeita de chacina na Região Serrana do Rio

Um dos motivos para abertura de novo inquérito foi o fato do advogado Pedro Augusto de Lima Felipe e Possa ter chegado à delegacia antes de Adélio, após ele ser preso em flagrante. A princípio, o agressor se negou a ser atendido por ele. De acordo com o site, Possa chegou a tentar convencer Adélio de que havia sido enviado pela mãe dele, mas Adélio riu e disse que a mãe faleceu em 2012. Testemunhas afirmam que depois disso os dois se reuniram em privado e Adélio aceitou que Possa atuasse como seu defensor.

“É uma banca de advogados muito cara e que tem feito uma defesa exemplar de Adélio. Até psiquiatra eles estão bancando”, contou um interlocutor ligado ao caso sobre o grupo de quatro advogados que defende Adélio.

Além de Possa, participam da defesa: Zanone Manuel de Oliveira Júnior, Marcelo Manoel da Costa e Fernando Costa Oliveira Magalhães. Nos últimos três anos, Magalhães defendeu pelo menos três membros do PCC condenados em Minas: Anderson Francisco Ferreira Pereira, André Luiz Pereira, conhecido como “Dezinho”, e José Geraldo Soares dos Santos Júnior, o “Vá”.

O principal defensor de Adélio é Zanone Manuel de Oliveira Júnior, conhecido por atuar em casos de repercussão. Ele defendeu Marcos Aparecido dos Santos, o “Bola”, amigo do goleiro Bruno condenado por matar Eliza Samudio, por exemplo.

Magalhães afirma que as suspeitas são absurdas. “Os três clientes citados nem sequer sabem da existência um do outro. Nenhum deles conhece o Adélio, além de negarem ser integrantes de qualquer facção”, disse.

Ele ainda negou ser advogado do PCC e afirmou que “eventualmente” pega “clientes ditos de facção”.

Vovó pede “GoGo Boys” de aniversário e anima colegas de asilo

 

O desejo de uma idosa de 89 anos, de ver GoGo Boys, animou um asilo em Colchester, Essex, na Inglaterra. A vovó pediu de aniversário que a casa de repouso recebesse a visita dos rapazes musculosos.

Os homens fortões, vestindo apenas aventais e gravatas borboleta, foram contratados para servir o jantar e quebrar a rotina da instituição. Mas com flerte “inofensivo”, lembrou Claire Martin, co-coordenadora de atividades da casa Milton Lodge.

“As idosas estavam muito animadas, todas riram e se arrumaram [para a festa]”.

Esta semana o grupo ‘Hunks in Trunks’ serviu um jantar com três pratos para 11 senhoras, suas filhas e netas, que foram convidadas para a festa.

Joan Corp, a aniversariante, pediu que os Gogo Boys a tratassem como uma rainha. E conseguiu.

Massagem

O show teve direito a massagens e muita risada.

As mulheres idosas tiveram uma terapia relaxante.

Claire disse: “Todas elas fizeram uma massagem”.

“Elas não pararam de rir a noite toda, elas realmente adoraram.”

Querem repeteco

Doll Jenkins, a moradora mais velha de Milton Lodge, de 99 anos, disse que amou os mordomos e pediu para que eles voltassem para seu centésimo aniversário.

Residente da casa, Gladas Smith, 82, disse: ‘Eu estava no banco da frente. Foi uma grande mudança e os meninos foram legais. Foi uma boa noite.”

 

O lar de idosos de Milton Lodge, em Colchester, administra uma iniciativa da Sparkle, onde a equipe arrecada dinheiro para atender aos desejos dos moradores.

Veja como foi divertida a festa e a cara de felicidade das idosas:

 

Mesmo preso, goleiro Bruno é flagrado com mulheres e cerveja na cadeia…

Quinta-feira, por volta das 14h. Nesse horário, o goleiro Bruno Fernandes das Dores de Souza deveria estar em serviço em uma obra da Associação de Proteção e Assistência ao Condenado (Apac) de Varginha, no Sul de Minas, onde cumpre pena. Mas foi visto em uma mesa de uma associação vizinha, onde também faz alguns trabalhos, junto com mulheres. O encontro foi marcado por aplicativos de conversas no celular. Como está em regime fechado, ele não poderia fazer uso do aparelho. A cena foi flagrada pela TV Alterosa. O atleta não quis comentar o assunto e ficou em silêncio ao ser abordado. O advogado dele, Fábio Gama, informou que o goleiro não faz uso de celular e que “alguém está querendo prejudicar a saída dele”. Um pedido de progressão de pena já foi feito à Justiça e ainda está sendo analisado pelo juiz Tarcísio Moreira, da comarca de Varginha.
O encontro de Bruno com as mulheres foi todo planejado. Em conversas de WhatsApp a que o Estado de Minas, que é do mesmo grupo do Correio Braziliense, teve acesso, o goleiro faz contato com uma jovem que havia lhe enviado uma carta. “Quando puder me chame. Bruno”, disse ele ao iniciar a conversa. “Bom dia. Qual Bruno?”, questiona a mulher. “Você deixou seu número no bilhete. Na carta q (sic.) que você mandou ler depois”, completou o atleta. “Não acredito. Como você está?”, diz surpresa a jovem.
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As conversas por meio de aplicativos continuam entre os dois. Bruno propõe à jovem um encontro na área de lazer que fica ao lado da Apac. O goleiro pede para ela levar uma amiga para um colega dele. O convite é aceito. “Tem um bar do lado do campo para baixo da Apac. Pode parar lá, entendeu? É associação. É a sede do Canaã”, diz Bruno, em um áudio enviado à garota. “Então, quando chegar perto da coleção, aqui na Apac, passa um zap neste número aqui, que vou estar com ele na mão. Eu te oriento. Antes de você chegar na (sic) Apac, que eu te oriento. Tá bom?”, combinou, em outro. “Está todo mundo animado aqui, hein!? Os meninos… não fura não. Tá ligado, né?”, finalizou em um terceiro.
Por volta das 14h, a reportagem da TV Alterosa de Varginha foi até o clube e flagrou o goleiro Bruno com mulheres em uma mesa, onde havia uma lata de cerveja. O empreiteiro responsável pela obra onde o atleta devia prestar serviço não estava no local. Ao ser questionado sobre a expectativa para sair para o regime semiaberto, ele disse que não poderia falar. As mulheres que estavam com ele saíram e foram para o banheiro.
O advogado do atleta, Fábio Gama, negou que Bruno faça uso do celular e de bebidas alcoólicas. Disse, ainda, que essa denúncia é de “alguém querendo prejudicar a saída dele”. De acordo com Gama, a Associação Canaã, próxima à Apac é usada pelos internos para descansar depois do trabalho. Além disso, informou que alguns fãs costumam ir até o local para conhecer o goleiro e tirar fotos. Disse, ainda, que o goleiro não tem nenhum aparelho celular e que desconhece os áudios compartilhados via WhatsApp. Segundo ele, as mensagens não seriam do goleiro. De acordo com o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), nenhum preso da Apac pode fazer uso de celulares.
Prograssão de regime. A confirmação do uso de celular por parte de Bruno pode dificultar a conquista de um benefício da Justiça. Em 11 de outubro, o advogado dele entrou com um pedido para que o atleta cumpra a pena em regime semiaberto. A solicitação foi feita depois de uma atualização da pena do goleiro, levando em consideração a remição de 24 dias, diante de serviços prestados na Apac. Foram 74 dias trabalhados no local, segundo o TJMG.
O pedido feito pelo advogado de Bruno foi encaminhado ao Ministério Público de Minas Gerais (MPMG). O órgão, segundo o TJMG, recomendou um exame criminológico para saber se o goleiro está apto a ser reinserido na sociedade. O parecer da promotoria foi enviado para o juiz Tarcísio Moreira, da Comarca de Varginha, que não tem prazo para a decisão.
Bruno foi detido em junho de 2010 por envolvimento no desaparecimento de Eliza Samudio e ficou preso, primeiro de forma preventiva e depois condenado por assassinato, ocultação do cadáver e sequestro do filho que teve com a vítima, Bruninho. Em fevereiro de 2017, ele foi colocado em liberdade pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello, mas a decisão foi revogada no Supremo dois meses depois. Inicialmente, Bruno foi condenado a 22 anos e três meses pelos crimes, mas em setembro de 2017 a pena foi reduzida para 20 anos e nove meses.
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