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Cada vez mais quadrilhas se especializam em roubo de celular

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A cada hora, cinco pessoas săo vítimas de furto de celular no DF (foto: PCDF/Divulgaçăo)

A cada hora, cinco brasilienses săo vítimas de furto ou roubo de celular no Distrito Federal. Os dados da Secretaria de Segurança Pública (SSP) mostram que ocorreram 33.818 crimes dessa natureza entre janeiro e agosto deste ano. Isso significa que ao menos 140 aparelhos săo subtraídos por dia na capital. Especialistas e as forças de segurança alertam que a prática deixou de ocorrer como “casos isolados”. Associaçőes criminosas passaram a se especializar nesse tipo de delito, usando estratégias de açăo refinadas. Para desova dos produtos roubados, centros comerciais e locais de grande circulaçăo de pessoas se transformaram em ponto para a venda dos telefones surrupiados.

Em comparaçăo aos primeiros oito meses do ano passado, os números registraram queda de 13,4%, quando foram registrados 39.073 casos em 2017. Entretanto, o índice ainda coloca em alerta os brasilienses. Nesse mesmo período de 2018, apenas 1.199 celulares foram recuperados pela polícia, ou seja, pouco mais de 3% do total.

Quando se avalia apenas os furtos, o índice aponta crescimento em comparaçăo ao ano passado. De janeiro a maio deste ano, 5.277 pessoas foram vítimas desse tipo de crime, quando, em igual período de 2017, ocorreram 3.590 casos. No total, o número de ocorrências aumentou mais de 46%. Mesmo com o valor expressivo, de outubro a agosto de 2018, apenas 6.530 vítimas realizaram o bloqueio de aparelhos subtraídos pelo programa Fora da Rede da Polícia Civil.

O estudante de enfermagem Edson Freitas, 26 anos, é mais uma das vítimas do expressivo número de casos registrados no DF. Em fevereiro deste ano, dois criminosos o abordaram e levaram o celular dele. “Eu estava saindo de uma festa, no Setor Comercial Sul, e seguia para a Rodoviária do Plano Piloto. Um deles colocou a faca na minha barriga e outro levou o celular. Năo tinha como reagir”, conta.

 

Quadrilha desarticulada. Polícia Civil apreendeu aparelhos celulares na casa de dono de loja na Feira dos Importados (foto: Thiago Melo/Esp. CB/D.A Press)

 

 

Edson afirma que realizou o bloqueio do aparelho, registrou boletim de ocorrência, mas năo conseguiu reaver o celular, que tinha apenas quatro meses de uso. “Foi um prejuízo, mas melhor perder um telefone do que a vida”, pondera. De acordo com o estudante, que mora em Samambaia, os casos săo comuns e é quase rotina escutar algum caso sobre alguém que teve o celular roubado ou furtado. “O ruim é que a gente trabalha para conseguir alguma coisa e vem alguém e leva”, diz.

Comércio ilegal 

No Distrito Federal, năo é difícil encontrar pontos de venda de celulares sem qualquer tipo de fiscalizaçăo. Os “comerciantes” (interceptadores perante a lei) atuam em pontos de grande circulaçăo de pessoas ou em polos comerciais. Na Feira dos Importados, localizada no Setor de Indústrias e Abastecimento (SIA), há diversas lojas que vendem aparelhos sem fornecer qualquer tipo de documentaçăo ou nota fiscal, como foi o caso de uma quadrilha presa na última quinta-feira (confira Memória).

Os celulares ficam expostos em vitrine e săo vendidos sem caixa ou acessórios. Em alguns estabelecimentos, é possível realizar o desbloqueio dos aparelhos, que, geralmente, săo travados pelos donos ao perderem o item em alguma situaçăo. “É superseguro. A gente consegue limpar tudo e ele fica novinho, como se tivesse saído da loja”, garante um vendedor, ao ser questionado sobre o serviço. O preço para fazer o procedimento varia de acordo com a marca do celular e pode chegar a R$ 200. Os comerciantes năo se inibem em oferecer o serviço, alguns até anunciam a prática em placas.

De acordo com os comerciantes, há marcas de celulares, como os da Apple, em que nem sempre é possível realizar o desbloqueio. No entanto, os vendedores encontram outra saída para năo perder o cliente. “Se você trouxer o aparelho aqui, posso dar uma olhada. Se năo der para resetar ele, a gente compra as peças”, informa.

Nas lojas de manutençăo, diversos celulares desmontados ficam expostos para a clientela. Um vendedor conta que as peças chegam das mais diversas formas. “Algumas, compramos pela internet, mas muita gente traz celular aqui, a gente compra, desmonta e usa em outros serviços. Eles chegam sem nota mesmo, pegamos só o aparelho”, diz.

No centro de Brasília, na Rodoviária do Plano Piloto, cerca de 700 mil pessoas circulam pelo local, de acordo com dados do Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans). Apesar de o lugar ser monitorado por equipes da Agência de Fiscalizaçăo (Agefis) e contar com constantes rondas da Polícia Militar, a venda irregular de celulares se tornou comum. A grande movimentaçăo de público atrai os “comerciantes”, que querem fechar o negócio de forma rápida.

Abordagem

Os vendedores, geralmente, se instalam na plataforma superior da Rodoviária, próximo ao ponto de táxi. Eles ficam com os celulares na măo e abordam as pessoas que passam oferecendo o produto. “Tenho dois modelos aqui, um deles está R$ 250 e outro R$ 450. Vamos levar? Se você quiser, até troco em pulseira ou relógio”, oferece um “comerciante”, sem qualquer receio. Ele ainda informa que o celular vem fora da caixa e, caso o cliente exija, ele consegue “arrumar” um carregador. A poucos metros dele, havia quatro policiais militares, que năo davam nenhuma atençăo para a venda irregular.

O aparelho de valor inferior oferecido pelo ambulante é um Moto G, da marca Motorola. Nas lojas, ele é vendido por até R$ 800, ou seja, na Rodoviária, ele estava sendo comercializado cerca de 70% a menos do que o valor de mercado. O outro celular, um Samsung Galaxy G6, é encontrado nas lojas por cerca de R$ 1 mil, mais de 50% a menos do que a oferta do “comerciante”.

Em nota, a Agefis informa que tem equipe permanente na área central de Brasília, incluindo a Rodoviária. O órgăo também ressalta que năo fiscaliza nenhum produto específico e, por isso, năo tem dados de apreensăo somente de celulares. “Temos equipes de auditores combatendo atividades econômicas sem o devido licenciamento, que faz operaçőes nos pontos mais congestionados, mais denunciados e em eventos”, destaca.

 

Esquema de crime organizado

 

O comércio ilegal de celulares furtados e roubados no Distrito Federal se tornou uma forma de negócio organizada e bem profissional. Primeiro ocorre a subtraçăo do item, em seguida, ele é repassado para um revendedor e, por fim, chega às măos do consumidor final. Todas as etapas do esquema săo consideradas crime, mas se tornaram um comércio sólido na capital, que acaba impulsionando os índices criminais.

Este ano, a Polícia Civil realizou ao menos três operaçőes para combater organizaçőes criminosas especializadas em furto e roubo de celulares. Em uma delas, deflagrada em 5 de junho, os agentes prenderam 15 pessoas, acusadas de subtrair os aparelhos durante a Parada LGBT de Săo Paulo. Eles foram encontrados com 43 celulares na Rodoviária Interestadual de Brasília. Na última quinta-feira, os investigadores desarticularam grupo responsável por clonar cartőes de créditos de Săo Paulo, comprar aparelhos no Rio de Janeiro e revendê-los na Feira dos Importados.

As investigaçőes duraram 4 meses e conseguiram identificar que o grupo criminoso participava de diversos eventos em outros estados, furtavam os celulares e revendiam na capital do país. De acordo com a apuraçăo policial, até mesmo o pagamento dos motoristas que realizavam o transporte do bando era realizado com os aparelhos. Como năo foi possível configurar flagrante, os suspeitos năo responderăo por furto, mas por associaçăo criminosa e receptaçăo.

Esse tipo de açăo demonstra como o celular se tornou um objeto de desejo, tanto para o consumidor, quanto para os criminosos. De acordo com o delegado Ronney Matsui, da Coordenaçăo de Repressăo aos Crimes Patrimoniais (Corpatri), os aparelhos săo compactos e de alto valor no mercado, o que faz com que ele seja tăo cobiçado pelos criminosos. “Existe um canal, um comércio irregular para receptar essas mercadorias e reincorporá-las no mercado”, explica o delegado. De acordo com ele, essa logística se consolidou justamente por causa dos consumidores. “O grande problema năo é a subtraçăo, mas sim as pessoas que compram esses produtos e fomentam o comércio”, constata.

Por causa das várias etapas do esquema, desde o roubo, ou furto, até a revenda, Matsui ressalta que o crime se tornou cada vez mais difícil de ser combatido. “Săo muitas pessoas envolvidas e năo temos um efetivo tăo grande na Polícia Civil para acompanhar todos os casos nem os pontos irregulares de venda”, lamenta. Matsui explica que, por ter pessoas com grande poder aquisitivo, o Distrito Federal se tornou um atrativo para os criminosos. “Apesar do trabalho de repressăo da polícia, que acaba afastando esses bandidos, temos um público que porta celulares de alto valor, que săo os preferidos dos assaltantes”, diz.

O investigador aponta que, além das vendas realizadas nas ruas ou em feiras comerciais, ainda há uma grande movimentaçăo do mercado pela internet. “Os aparelhos săo vendidos com um valor muito inferior ao comum. Quem pratica o roubo ou furto repassa por um preço baixo ao comerciante, que realiza um reajuste um pouco maior para o consumidor final”, destaca.

Para o delegado, a forma ideal de combater esse tipo de crime começa pelo consumidor. “Se as pessoas parassem de comprar os produtos, açăo que é considerada crime, năo haveria essa movimentaçăo no mercado, o que desmotivaria os assaltantes”, comenta. Segundo Matsui, quem for comprar um aparelho deve exigir nota fiscal. O delegado relata que a Polícia Civil investiga receptadores no Distrito Federal, e que novas operaçőes devem ser deflagradas ao longo do ano. “Estamos com investigaçőes em curso para levar esses comerciantes ilegais para a prisăo”, afirma.

É crime

Confira as penas para quem participa de alguma forma do esquema de comércio ilegal de celulares roubados ou furtados

Quem compra celulares de forma ilegal responde por receptaçăo dolosa e pode cumprir pena de 1 a 4 anos de detençăo.

Quem comercializa celulares advindos do crime responde por receptaçăo qualificada e pode cumprir pena de 3 a 8 anos de prisăo.

A legislaçăo prevê pena de 1 a 10 anos de prisăo para quem comete furto.

Para quem cometer o crime de roubo, a pena pode variar entre 4 e 10 anos.

Memória 

20 de setembro de 2018 

A Polícia Civil deflagrou a Operaçăo Hermes, que resultou na prisăo de duas pessoas responsáveis por clonar cartőes de crédito em Săo Paulo, para realizar a compra de celulares no Rio de Janeiro e revendê-los na Feira dos Importados, em Brasília. Celulares, computadores, máquinas de cartăo e dezenas de documentos foram apreendidos pelos agentes durante a operaçăo.

13 de julho de 2018 

Policiais da 16ª Delegacia de Polícia (Planaltina) indiciaram 15 pessoas por receptaçăo, por terem adquirido celulares advindos de crimes. A operaçăo resultou na apreensăo de 25 aparelhos que foram subtraídos durante crimes como roubos e furtos. Com o auxílio do depoimento das vítimas, os policiais conseguiram identificar os suspeitos, que estavam em cidades do DF e do Entorno.

8 de março de 2018 

Agentes da 17ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Norte) prenderam oito pessoas acusadas de participar de um esquema criminoso especializado em desbloqueio de celulares furtados e roubados. A investigaçăo indicou que os suspeitos atuavam em Taguatinga, Ceilândia, na Feira dos Importados, em Águas Lindas de Goiás (GO) e em Goiânia. Dentro da associaçăo criminosa, cada integrante cumpria um papel. Havia aqueles que atuavam na ponta, cometendo furtos e roubos, e pessoas que repassavam ao grupo os aparelhos já subtraídos das vítimas. Os reféns bloqueavam os dados do celular acreditando que ele ficaria inutilizado, mas, por meio de um programa, criminosos conseguiam desbloquear o código e utilizar normalmente o celular.

20 de junho de 2017  

Policiais civis desarticularam uma organizaçăo criminosa especializada em furto de aparelhos celulares em comércio. O grupo, que se organizava em Santo Antônio do Descoberto (GO), atuava em pelo menos nove unidades da federaçăo, inclusive o DF. Eles planejavam cada etapa dos crimes de forma articulada. Três ou quatro integrantes entravam na loja pouco antes do fechamento e saíam pela manhă, quando o estabelecimento era reaberto, carregando os itens. Em seguida, os produtos eram revendidos de forma clandestina a receptadores. No total, 19 crimes foram cometidos na capital e o grupo teria faturado mais de 2 mil celulares avaliados em mais de R$ 2 milhőes. Os policiais cumpriram 34 mandados de prisăo.

10 de dezembro de 2017 

Investigadores da Delegacia de Repressăo a Roubos e Furtos (DRF) prenderam um funcionário da empresa de aviaçăo Latam Cargo por desviar smartphones que estavam em trânsito. O emprego foi preso com uma carga com 400 celulares, avaliada em R$ 250 mil. A suspeita é de que o homem repassa os aparelhos para uma banca da Feira dos Importados, que vende os celulares com preço abaixo do mercado. Ele também foi preso. A investigaçăo apontou que os criminosos deram prejuízo de mais de R$ 1,5 milhăo.

 

 

 

 

 

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Fonte: Cidades

SAIBA O QUE SERÁ NO LOCAL DOS PRÉDIOS IMPLODIDOS HOJE EM CAMPO GRANDE..

Com direito a contagem regressiva e palmas, o complexo Jambalaia, em Campo Grande, foi implodido às 7h deste domingo. Os cinco edifícios inacabados na Zona Oeste abrigavam 280 famílias em situação de risco, segundo a prefeitura do Rio. O procedimento durou 12 segundos e contou com 150 quilos de explosivos. Condenados pela Defesa Civil, os prédios tinham sérios problemas estruturais e riscos iminentes de incêndio e de desabamento. Parte de uma das construções chegou a desabar em 2013.

Em 2015, uma reportagem do EXTRA mostrou como os moradores viviam em condições insalubres, entre montanhas de lixo e esgoto a céu aberto. Uma das unidades chegava a ser ocupada por cavalos. As famílias que não queriam tomar banho de baldinho dividiam um único chuveiro improvisado ao ar livre: um cano por onde saía apenas um filete de água.

Segundo o prefeito Marcelo Crivella, que acompanhou a implosão, um condomínio do programa habitacional Minha Casa Minha Vida será construído no local. O novo condomínio terá 300 unidades, em que os antigos moradores serão reassentados, com previsão de entrega em pouco mais de um ano.

Neste ano, a prefeitura já realizou duas operações semelhantes na Mangueira, na Zona Norte. O primeiro prédio implodido foi o do IBGE, na Rua Visconde de Niterói, no dia 13 de maio. Na mesma rua, o segundo edifício era uma propriedade do Ministério da Fazenda abandonada, que foi implodida no dia 27 de agosto.

De acordo com o município, todos os antigos moradores serão reassentados em 1.200 apartamentos do Minha Casa Minha Vida que serão construídos na região.

fonte : extra

Cabo da PM é sequestrado por bandidos em Bairro da Zona Oeste!!

Um policial militar do 27º BPM (Santa Cruz) foi sequestrado na tarde deste sábado quando passava de carro pela Rua Joana Darc, no mesmo bairro, na Zona Oeste do Rio, e continua desaparecido. O cabo André Luiz Moreira da Silva estava de folga em seu carro, com a mulher e dois filhos, quando foi abordado por bandidos armados, com coletes e toucas ninja que chegaram em outros dois veículos. Os criminosos liberaram os filhos e a mulher e levaram o PM e o automóvel dele, um Honda CR-V preto de placa KOQ-2200.

 

Segundo a assessoria de imprensa da PM, o 27º batalhão foi acionado pela família do policial e uma operação conjunta está mobilizada para resgatar a vítima. Foi montado cerco envolvendo o 27ºBPM, 24ºBPM (Queimados), 40ºBPM (Campo Grande) e o Batalhão de Policiamento em Vias Expressas (BPVE). A Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Delegacia Antissequestro (DAS) também foram chamadas.

Informações preliminares indicaram que o carro teria seguido em direção à Rodovia Rio-Santos (BR-101). O Grupamento Aeromóvel (GAM) também monitorou as principais vias da região com o intuito de encontrar o policial. A filha relatou, por meio de uma rede social, que eles voltavam de um almoço de aniversário na casa da mãe do policial e estavam a poucos metros de casa quando dois carros (um branco e um vermelho) fecharam o da família.

“Estavam armados com fuzil e pistola, colocaram a arma na cabeça dele, algemaram ele e levaram ele no carro branco. Estavam de calça jeans, colete, uns negócios cor de pele no braço, touca ninja e óculos escuro. […] Estou desesperada, apontaram fuzil para todos nós. Foram pela avenida brasil, e ameaçaram meu irmão com a pistola”, afirmou a jovem. Segundo ela, o caso aconteceu na saída do sub-bairro Jesuítas, em Santa Cruz.

“Até o momento, o policial não foi encontrado e as ações de busca pelo seu paradeiro seguem em andamento. O Comando de Operações Especiais (COE) está operando na região de Santa Cruz – comunidades do Aço, Antares e Rodo – neste domingo (23/09)”, informou a PM, em nota. Informações que contribuam para as ações policiais podem ser feitas pelo Disque Denúncia (2253-1177).

WhatsApp para Android ganha novo recurso, mas quase ninguém pode usar

O WhatsApp liberou uma novidade bem-vinda para os poucos usuários do Android 9.0 (Pie). A partir de agora, o aplicativo de mensagens pode mostrar fotos recebidas no chat diretamente na notificação do sistema. Ou seja, o usuário não precisará mais abrir o aplicativo para visualizar o conteúdo enviado por amigos.

Disponível na versão 2.18.291 do WhatsApp Beta, o preview do WhatsApp Beta utiliza uma função específica da nova versão do Android. A novidade funciona para imagens tanto de grupos como de conversas individuais, podendo ser expandidas para visualizar a foto no tamanho maior. Por enquanto, porém, o recurso ainda não suporta vídeos ou GIFs.

Recentemente, o WhatsApp liberou um recurso bastante similar para os usuários do iPhone. No iOS 10 ou superior, os donos de smartphone da Apple poderiam usar o 3D Touch ou tocar e arrastar sobre uma notificação de imagem para ver a prévia desta. Entretanto, é pouco provável que o recurso seja liberado para Androids antigos, como aconteceu no sistema da Apple.

Por enquanto, os usuários brasileiros terão que esperar para utilizar a novidade do WhatsApp. Afinal, o Android 9.0 (Pie) mal foi lançado pelo Google e não há nenhum celular no Brasil que tenha recebido a atualização até o momento.

Adesivos próximos ao lançamento

Em testes há bastante tempo, parece que os adesivos estão mais próximos de chegarem ao WhatsApp. De acordo com a publicação do WABetaInfo, a última atualização do aplicativo de mensagens trouxe uma nova função escondida: a possibilidade de deletar todos os stickers em um bate-papo. O perfil afirma que o lançamento será “em breve”.

A atualização do WhatsApp trouxe ainda um novo pacote de figurinha, que deverá estar disponível junto com a liberação do recurso. Trata-se do “Biscuit”, um cachorrinha que já é bastante utilizado no Facebook.



Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Assunto esquecido por candidatos à Presidência, falta d'água será desafio

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Em Pernambuco, cena comum a falta de água: cerca de dois milhőes de pessoas săo abastecidas por carros-pipa em oito estados (foto: Ricardo Fernandes/CB/D.A Press)

Um candidato a governador abre a torneira que jorra água numa casa humilde. Um presidenciável navega pelas águas da transposiçăo do Rio Săo Francisco. Os vídeos das campanhas dăo a entender que a celeuma da estiagem acabou no país. Fantasia. Quase 28 milhőes de brasileiros vivem na regiăo do semiárido e convivem com a falta d’água. Pelo menos 780 municípios — 14% do total brasileiro — decretaram estado de emergência e pediram ajuda ao Ministério da Integraçăo Nacional. Frear o problema já custou R$ 509 milhőes este ano.

Atualmente, dois milhőes de pessoas săo abastecidas por carros-pipa em Alagoas, Ceará, Minas Gerais, Paraíba, Sergipe, Piauí, Rio Grande do Norte e Pernambuco. Dados do Laboratório de Análise e Processamento de Imagens de Satélites (Lapis), baseados em imagens de satélites, mostram que agosto terminou com 53% dos municípios do Nordeste enfrentando seca. Ao todo, 952 cidades de 1.794 da regiăo Nordeste viviam a escassez de água naquele mês.

As cenas narradas no início da reportagem săo repetidas diariamente no horário eleitoral, mas os planos de governo registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) năo falam claramente sobre o tema. Dos 13 candidatos, somente quatro abordaram a questăo e apenas uma campanha trata especificamente do assunto.

“A seca ainda é desafiadora”, alerta o diretor e pesquisador em Recursos Hídricos do Instituto Nacional do Semiárido (Insa), Salomăo Medeiros. Para ele, manter a segurança hídrica da regiăo é o obstáculo a ser enfrentado. “Avançou-se muito nos últimos anos, mas dizer que ela acabou é mentira. A última seca nos provou que a nossa vulnerabilidade é a área urbana”, explica.

Mesmo as obras realizadas nas últimas décadas foram insuficientes, de acordo com os dados obtidos por Medeiros. “A chegada das águas da transposiçăo foi essencial para Campina Grande năo entrar em colapso: mais de um milhăo de pessoas ficariam sem água. Até hoje, temos municípios sendo abastecidos por caminhăo-pipa. Estamos com um problema ligado à gestăo da água e esse é um fator limitante”, critica.

Rudá Ricci, cientista político da Pontifícia Universidade Católica de Săo Paulo, coordenou campanha presidencial em outros pleitos e descarta “a falta de conhecimento” sobre o assunto dos candidatos. “Há uma vantagem política de ter bolsőes de pobreza. Quando isso é combatido, nascem outras demandas. A mesma coisa acontece com a seca. Campanha é algo altamente profissionalizado. Há dados de tudo, dossiês, pesquisas e especialistas. Năo é simplesmente desleixo deixar o tema de fora do plano de governo”, conclui.

O presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Săo Francisco, Anivaldo Miranda, aponta que, tradicionalmente, a problemática do semiárido năo faz parte da agenda política e que, apesar de torpe, a troca de voto por água ainda é uma constante. “Nunca esteve entre as prioridades. Năo seria diferente agora, principalmente numa eleiçăo na qual o debate foi comprimido a ataques pessoais e a uma polarizaçăo. Sem dúvidas, a seca ainda é usada para captar voto. A insegurança hídrica faz com que as populaçőes fiquem reféns”, defende.

A Articulaçăo Semiárido Brasileiro (ASA) lançou a campanha “Năo troque seu voto por água. A água é um direito seu!”, com o objetivo de alertar, fiscalizar e denunciar os abusos no uso eleitoreiro da água nas eleiçőes. A iniciativa começou nas eleiçőes municipais de 2012. A vigilância ocorre nos nove estados do Nordeste e no semiárido do Norte mineiro.

Frentes atuais

O Ministério da Integraçăo Nacional, apesar do cenário crítico, garante que atua em diversas frentes para enfrentar as dificuldades da escassez hídrica. “Um conjunto de investimentos tem sido direcionado ao atendimento emergencial e à execuçăo de obras estruturantes, com a finalidade de minimizar os efeitos para a populaçăo. Entre as açőes de apoio imediato, estăo a implantaçăo de adutoras de engate rápido, o abastecimento por meio de caminhőes-pipa nas áreas urbanas e rurais e a aquisiçăo de forragem para alimentaçăo animal”, pontua o órgăo, em nota.

Contudo, o governo federal admite que as açőes săo complementares à atuaçăo dos estados e municípios. “O desafio de superar as vulnerabilidades climáticas só pode ser enfrentado com o comprometimento de todas as partes envolvidas para a construçăo das soluçőes eficazes”, argumenta. Uma das medidas mais bem-sucedidas, o Programa Água para Todos instalou cerca de 385.584 estruturas entre 2012 e 2018. Mais de 2,6 milhőes de pessoas tiveram acesso a cisternas, sistemas coletivos, pequenas barragens, barreiros e poços.

Para se ter ideia da gravidade do problema, os reservatórios do semiárido estăo com cerca de 18% da capacidade total. Ao todo, 135 (34,8% das bacias) estăo com volumes abaixo de 10% da capacidade. Apenas 45 (11%) das bacias estăo com quantidade de água superior a 75%. No Ceará, por exemplo, a situaçăo é de colapso. As bacias estăo com 12% de abastecimento. Em Pernambuco, 14%.

Contrato

Os reconhecimentos federais de situaçăo de emergência ou de calamidade pública têm vigência de 180 dias. Dentre as açőes de apoio imediato, estăo a implantaçăo de adutoras de engate rápido, o abastecimento por meio de caminhőes-pipa nas áreas urbanas e rurais e a aquisiçăo de forragem para alimentaçăo animal. Coordenadas pela Secretaria Nacional de Proteçăo e Defesa Civil (Sedec) do Ministério da Integraçăo Nacional.

O que eles propőem

 

Fernando Haddad (PT)

» Ampliar o Programa Um Milhăo de Cisternas e dar continuidade do Projeto de Integraçăo do Rio Săo Francisco (Pisf).

Marina Silva (Rede)

» Promover a universalizaçăo do saneamento básico, reúso de água e aproveitamento de água da chuva.

Ciro Gomes (PDT)

» Expandir os serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto.

Guilherme Boulos (PSol)

» Adotar soluçőes que permitam o gerenciamento das águas do período chuvoso e a reduçăo das carências nos períodos de estiagem, assim como a adoçăo de estratégias de reúso e tratamento de águas residuárias.

Fonte: Planos de governo registrados no TSE (A reportagem enviou e-mail para as outras campanhas, mas nenhuma respondeu). 

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Fonte: Brasil

Google Assistente realiza várias tarefas com um só comando de voz em português

“Rotinas” é o nome de um recurso do Google Assistente que permite programar uma sequência de ações diferentes com base em apenas um comando de voz. A função existe em inglês na caixa de som inteligente Google Home desde março, mas só agora está começando a ser liberada também em português para smartphones.

Se você tem o Google Assistente no Android, basta dizer “Ok Google”; depois toque no ícone de uma bússola no canto direito; depois abra o menu (três pontos no canto superior direito) e toque em “Configurações”. Role a página e veja se as “Rotinas” já aparecem para você.

O recurso vem com cinco rotinas predefinidas e ativadas por padrão. Por exemplo: uma delas determina que, ao ouvir você falar “bom dia”, o Assistente já desativa o modo silencioso, fala a previsão do tempo, informa o seu trajeto e lembra seus compromissos salvos na Agenda.

Já se você disser “boa noite”, o Google Assistente ativa o modo silencioso, informa a previsão do tempo para amanhã, o primeiro evento da sua agenda do dia seguinte e pergunta que horas você quer que o despertador entre em ação. Tudo com um só comando de voz.

É possível configurar suas próprias rotinas personalizadas também. Por exemplo: você pode usar o comando de voz “estou saindo” para fazer com que o Assistente desative o Wi-Fi, envie uma mensagem para alguém no WhatsApp e comece a tocar músicas no Spotify. Ou pode usar qualquer outro comando que quiser.

O recurso ainda está sendo liberado aos poucos. Para muitos usuários, apenas a rotina “bom dia” funciona. Para outros, o recurso já aparece no menu, mas não executa os comandos programados. Nas próximas semanas, porém, o Google deve otimizar a função para que ela funcione corretamente para todos.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

LCD, OLED, MicroLED… entenda as diferenças entre as telas

É através delas que a gente mergulha em um mundo paralelo; seja hipnotizado por um vídeo com cores incríveis ou curtindo muitas fotos. Você até deve imaginar quanta tecnologia há por trás desse portal luminoso; e, provavelmente já ouviu falar de LCD, LED, OLED, QLED …mas você sabe o que significam essas siglas – ou melhor, cada uma dessas tecnologias das telas de TVs e smartphones?!

Hoje, basicamente, temos quatro tecnologias dominantes nas TVs: o LCD, o LED, OLED e, mais recentemente, o QLED, a tecnologia de pontos quânticos.

LCD

A tela de LCD – ou simplesmente cristal líquido – usa uma luz traseira acessa em tempo integral para reproduzir as cores; inclusive o preto e o branco. A imagem se forma quando um impulso elétrico é aplicado sobre cada um dos pixels composto por cristais líquidos. Ao passar pelo líquido, a luz é polarizada e pode ser percebida como cores diferentes. Mais brilhantes, as telas de LCD têm bom desempenho em ambientes mais claros. Mas por ficarem ligadas durante todo o tempo, até para gerar o preto, as telas de LCD consomem mais energia que as tecnologias concorrentes.

LED

As telas de LED são uma evolução natural do LCD; o processo de exibição das imagens e cores é exatamente o mesmo. A grande diferença dos displays de LED é que em vez de uma luz “comum” iluminar o painel, aqui são lâmpadas de LED que fazem esta função. Ou seja, uma tela de LED nada mais é que um display de LCD iluminado por um painel de LED. Por trás de cada pixel que forma a imagem existem três minúsculos LEDs: um vermelho, um verde e outro azul. O resultado são imagens com maior quantidade de cores e também maior brilho, nitidez e contraste.

OLED

Diferente das telas de LCD e LED, os displays OLED não usam qualquer iluminação traseira – os pixels se acendem individualmente quando uma corrente elétrica passa por eles. Ou seja, o OLED tem emissão de luz própria. Na hora de produzir a cor preta, por exemplo, o OLED simplesmente desliga, o que significa eficiência energética. Por não ter um painel de luz traseiro, os dispositivos com tela OLED também podem ser mais finos. Na reprodução de imagens, o resultado é um brilho ainda maior, alto contraste e cores vívidas e fieis à realidade.

Quantum Dot (QLED)

O ponto quântico é uma tecnologia mais nova que chegou para bater de frente com LED e OLED. O display de QLED, assim como o LCD, precisa de uma fonte de luz para funcionar. A tecnologia usa minúsculos cristais que absorvem e emitem frequências de luz para criar a imagem na tela. O QLED promete reproduzir qualquer variação de cor em todo tipo de luminosidade ou luz ambiente. Ou seja, mais brilho e contraste com cores mais próximas da realidade.

As tecnologias LCD, LED e OLED também estão presentes nas telas dos smartphones; o funcionamento é exatamente o mesmo. Mas existem outros nomes envolvidos nos displays dos nossos celulares…

AMOLED e Super AMOLED

O próprio nome indica; o Amoled e o Super Amoled são variações da tecnologia OLED. As telas Amoled apresentam melhor resposta dos comandos e também deixam as imagens mais fluidas. Já as telas Super Amoled são uma atualização da tecnologia. Ao introduzir uma camada sensível ao toque, os aparelhos com tela Super Amoled dispensam a camada de vidro do smartphone. O resultado é uma definição superior, ainda maior fluidez das imagens e menor consumo de energia.

Tecnologia IPS

A tecnologia IPS melhora os displays de LCD e também os de LED ao aproximar as moléculas de cristal líquido da superfície da tela. Enquanto no LCD as moléculas ficam desorganizadas, na tecnologia IPS os cristais se agrupam, resultando em melhor qualidade de imagem.

MicroLED

Para o futuro, seja nos smartphones ou nas TVs, a promessa é o MicroLED. A diferença básica é que enquanto o OLED usa como base materiais orgânicos, o MicroLED é baseado em materiais inorgânicos. Isso significa que os dispositivos podem ficar ainda mais finos, já que o MicroLED dispensa camadas de polarizadores e encapsulamento. Outra vantagem é que o MicroLED usa menos energia, reduzindo o consumo em 50% quando comparado ao OLED.

Agora que você já conhece sua tela, pode até se arriscar a comparar tecnologias diferentes. A gente fez algumas comparações no último Laboratório Digital de TVs e smartphones top de linha. No olhardigital.com.br você confere os vídeos e descobre qual tecnologia de display está na frente…

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Como novas empresas estão aplicando tecnologia para revolucionar a saúde

Diagnósticos feitos com a ajuda da Inteligência Artificial; atendimento por robôs; telepresença; cirurgia robótica a distância; dispositivos conectados que monitoram sinais vitais em tempo real; impressão 3D de próteses, tecidos e até órgãos humanos. Há muitos anos a tecnologia é uma das principais aliadas da medicina. Mas hoje, em um momento de crise global da saúde, é preciso ir mais longe (e mais rápido) – acelerar e inovar. Neste cenário, as Health Techs, startups focadas em soluções para a saúde, começam a desenhar um futuro esperançoso.

Não só na saúde; essas startups também estão em alta no mundo dos cifrões. Só no ano passado, segundo relatório do site PitchBook, mais de 4 bilhões e meio de dólares foram investidos no segmento de Health Techs. Em 2012, o valor dificilmente chegava a um bilhão e meio. O crescimento é de 200% em cinco anos. Com dinheiro tudo fica mais fácil. Atualmente já é possível ver as tecnologias mais inovadoras aplicadas para melhorar a saúde mundial.

A Internet das Coisas, com equipamentos conectados em clínicas, hospitais e até fora desses ambientes, monitora sinais de saúde, doenças e características pessoais de cada indivíduo. Sistemas de Inteligência Artificial ajudam na interpretação de diagnósticos e também em análises minuciosas de relatórios médicos. Com base em uma infinidade de informação, as soluções de Big Data ajudam prevenir a evolução de doenças. E a combinação dessas tecnologias garante uma indicação mais rápida do tratamento adequado para cada caso.

O Vale do Silício, nos Estados Unidos, e Israel lideram tanto em investimento quando em iniciativas. Mas o Brasil não está muito atrás. Já são mais de 260 startups focadas em saúde em atividade no país; e este é um dos mercados potenciais mais promissores por aqui. O cenário justifica: altíssima demanda e uma enorme carência na área de atenção básica de saúde. O Sistema Único de Saúde do governo atende cerca de 190 milhões de pessoas e, definitivamente, a tecnologia pode ser uma ótima injeção (e sem dor) para oferecer uma qualidade de vida melhor à população.

Criada em 2013 no sul do país, esta startup desenvolveu um chatbot de medicina preventiva; uma espécie de enfermeira virtual que não dá um diagnóstico, mas conversa com as pessoas para que elas se sintam cuidadas e amparadas no que mais precisam no momento. Só no primeiro semestre deste ano, cerca de 120 mil pessoas interagiram com os robôs de atendimento.

 Um dos casos mais famosos de uso de Inteligência Artificial na medicina é o programa Watson Health, um software de Big Data da IBM. Ao armazenar e catalogar o máximo de informação possível de estudos da área da saúde e dados de pessoas de todo o mundo, o programa é capaz de comparar doenças e sintomas parecidos e dar diagnósticos mais precisos. A Inteligência Artificial também já é aplicada até para análise de imagens, como o raio-x, por exemplo. A solução da startup Predict Vision tenta simular exatamente o que o médico enxerga e como ele pensa para detectar a doença de forma autônoma.

Outros exemplos surpreendem pela sofisticação e, principalmente, pelo fácil acesso. Nos Estados Unidos, a startup 23andMe, especializada em genética e biotecnologia, faz por 150 dólares, a análise do seu DNA. O resultado permite que sejam feitos diagnósticos clínicos e tratamentos de doenças com base no histórico médico e familiar de acordo com os genes de cada pessoa. Mais legal é que não é sequer preciso sair de casa para tudo isso: é só deixar uma amostra de saliva no kit que eles enviam pelo correio e mandar de volta para o laboratório; simples assim.

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Por dentro da Embraer: conheça o Parque Tecnológico em torno da gigante

São José dos Campos, interior paulista. Dá para dizer que essa região é palco de algumas exceções. A mais conhecida, é claro, é a Embraer – empresa criada em 1969 e que, hoje, é uma das principais do mundo aeronáutico. O recente anúncio da venda de parte da companhia para a Boeing ajudou a entender melhor o tamanho e a importância da operação que se criou por aqui. Mas, há outras exceções. Uma das que mais chamam a atenção foi criada há bem menos tempo, em 2009, mas já dá para dizer que é um modelo de inovação tecnológica e de inovação empresarial. O Parque Tecnológico nasceu com ideia de criar uma grande comunidade dedicada ao desenvolvimento tecnológico. Hoje, o complexo já conta 70 empresas instaladas. A Embraer é a que chama mais a atenção, mas há vários outros exemplos de iniciativas bem-sucedidas por aqui e que vão muito além da indústria de aviões. É o caso da Autaza. Uma empresa dedicada à indústria automobilística. Ela começou com um investimento de cem mil reais e, hoje, vale dezenas de milhões.

Um dos segredos para o sucesso das empresas do Parque Tecnológico está na ideia de criar Clusters. O conceito significa unir empresas do mesmo segmento em um mesmo ambiente. Com isso, várias companhias viram clientes umas das outras e, com a proximidade, elas ganham agilidade e custos menores.

O conceito deu tão certo que evoluiu para um programa de empreendedorismo, batizado de Nexus. O programa acompanha as empresas desde a fase em que elas são apenas um ideia no papel até o momento em que estão prontas para receber investimentos.

Com tantas iniciativas, um dos resultados visíveis é o aumento no número de empregos: em janeiro DE 2018, FORAM criados 1480 postos. Mesmo em tempos de crise, um aumento significativo em relação a janeiro de 2017, quando FORAM criadas 970 vagas.

Quando a Boeing anunciou a compra de parte da Embraer, debates acalorados começaram. Mas, por aqui, a visão é otimista. E a esperança de que o avanço tecnológico ganhe ainda mais impulso a partir de agora.

Se você tiver uma ideia que pode se transformar numa empresa, saiba que o Parque Tecnológico realiza dois editais por ano, para escolher candidatos. Para quem quiser mais informações, colocamos o link logo abaixo desse vídeo, no Olhar Digital.com.br. Aproveite!

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Imagem de tartaruga retirada da vagina de paciente viraliza na web

Nesta semana, foi noticiado que uma britânica, de 26 anos, procurou um hospital em Tenerife (Espanha) se queixando de fortes dores na área genital. Médicos a examinaram e descobriram na vagina da paciente uma pequena tartaruga morta. (leia mais aqui)

Não havia qualquer informação do tamanho da tartaruga, até que uma imagem passou a circular nas redes sociais:

Tartaruga retirada de vagina de britânica Foto: Reprodução

A imagem, inicialmente publicada pelo jornal “El Día”, viralizou na web.

A polícia investiga como o animal foi parar no órgão sexual da britânica. Ela alega não se lembrar de nada, só que duas noites antes de procurar atendimento médico havia saído para beber com amigos. Os envolvidos podem ser enquadrados em crime ambiental.