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Conheça aplicativos para aprender inglês

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Existem vários aplicativos que ajudam quem quer aprender inglês, como o Duolingo, Babbel, Busuu e outros. Mas se você não se adaptou com esses ou já está em um nível mais avançado e quer treinar melhor o idioma, tem outros aplicativos e soluções de estudar inglês pelo celular! Olha só os apps que eu separei!

Se você quer treinar a gramática, tem dois apps bem legais! O primeiro é o LearnEnglish Grammar. Ele é do Consulado Britânico e tem mais de mil exercícios, como completar os espaços em branco, multiplaescolha, organizar frases… e você também pode fazer provas e acompanhar o seu desenvolvimento nas lições. Gente, única coisa é que ele é voltado pro inglês britânico, então pode ter algumas diferenças de vocabulário quando comparado com o inglês americano, viu?

Já o segundo é o English Grammar in Use. Ele é uma app muito bom, porque, na verdade é uma versão online de uma série de livros da Universidade de Cambridge pra aprender inglês! Tem vários exercícios, explicações, exemplos e até gravações de áudio pra você conferir a pronúncia. Ah, e olha que legal: você também pode ver os aplicativos dos outros livros, tem pra quem é avançado, iniciante, quem quer exercitar a pronúncia e muito mais! Se você tem um Android, é só ir lá na Google Play Store, entrar na página do Grammar in Use e ir até o final onde você vai encontrar a opção de ver mais apps do desenvolvedor. Já no iPhone, é só clicar no nome do desenvolvedor na App store.

Agora, se você quer treinar a escrita, precisa baixar o Andy. Ele é um app inteligente que conversa com você em inglês, como se fosse um aplicativo de mensagens. Você pode fazer comentários ou fazer perguntas em inglês… além disso, ele também tem atividades e exercícios! Se você tocar aqui, por exemplo, pode aprender novas palavras pra melhorar o seu vocabulário.

Um aplicativo bem legal pra leitura e vocabulário é o EWA. Ele começa fazendo um teste pra descobrir quantas palavras você conhece pra determinar o seu nível de inglês. Depois, ele te recomenda livros pra você ler e aumentar ainda mais o vocabulário. O bom é que ele te acompanha na leitura e vê o quanto você está aprendendo, além disso, ele também tem séries e filmes! Única coisa é que ele está disponível só pra iPhone, tá?

E que tal ter um dicionário com a conjugação dos verbos? O iTranslate além de conseguir traduzir a palavra, ainda mostra a conjugação das palavras e aqui você também consegue ver o vocabulário para usar em viagens, restaurantes, trabalho e muito mais! O legal é que você pode ouvir a pronúncia pra falar direitinho.

E aí, gostou dos aplicativos que eu mostrei? Eles vão te ajudar bastante na hora de estudar inglês! E sempre que você tiver qualquer dúvida sobre tecnologia é só me enviar usando o formulário que fica lá no site do Olhar Digital e eu posso responder a sua pergunta aqui no programa!

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Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Americano é condenado por falsificar CDs de recuperação do Windows

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Pirataria não costuma ser um assunto muito complicado: alguém, que não o fabricante original, cria um produto idêntico (ou aparentemente idêntico) ao original e vende sem ter permissão de usar a marca e o desenho do produto. No caso de software de computador, a pirataria normalmente exige o uso de programas que burlam recursos de segurança ou então de uma chave de licença roubada de outro consumidor.

Mas o empreendedor norte-americano Eric Lundgren recebeu uma sentença de 15 meses de prisão por pirataria de software, apesar de sua pirataria não permitir o uso do programa por quem não tenha a chave de licença. Ele não distribuiu licenças e nem alterou o sistema operacional Windows para ele fosse ativado de forma irregular.

Lundgren, que atua no ramo da reciclagem de lixo eletrônico, fez milhares de cópias de discos de recuperação do Windows com a marca da Dell. Segundo Lundgren, o objetivo era permitir que computadores antigos — que poderiam virar lixo eletrônico pela falta do software original –, pudessem ter seu software restaurado após uma falha no disco rígido ou outros problemas que exigissem a reinstalação do sistema.

Máquinas vendidas por integradoras e fabricantes (OEM, na sigla em inglês) normalmente acompanhem uma etiqueta de autenticidade na qual está registrado o número da chave de licença do Windows. Quem usa o CD de recuperação depende dessa informação para ter um sistema funcional. Ou seja, era preciso ter uma licença do Windows antes de usar o CD.

Lundgren, no entanto, se declarou culpado das acusações: o CD de recuperação duplicado pelo empresário copiou completamente a aparência e as marcas da Dell e da Microsoft. Dessa forma, não era possível saber que se tratava de uma cópia. O empresário não contestou isso, mas alegou que a infração não gerou nenhum prejuízo. O tribunal discordou após ouvir o lado da Microsoft, que foi consultada pelos procuradores federais que montaram a acusação.

Esses CDs de recuperação já nem sempre acompanham computadores novos, mas ainda é possível, em alguns casos, solicitar o CD. Na compra de uma máquina nova no site da Dell, solicitar o CD — disponível apenas em máquinas vendidas com Windows — tem custo zero (foto). Mas a Microsoft entrou no processo de acusação afirmando que os CDs na verdade valem US$ 25 (cerca de R$ 80) e Lundgren foi acusado de causar prejuízos de US$ 700 mil (cerca de R$ 2,35 milhões) por 28 mil CDs apreendidos por fiscais alfandegários.

Os US$ 25 informados pela Microsoft são o custo de uma licença do Windows exclusiva para parceiros que vendem computadores recondicionados — uma licença que a empresa não vende no varejo. A licença comercializada no varejo, que pode ser usada em computadores novos, saía por US$ 299 (o sistema em questão era o Windows XP Professional).

A corte, aceitando os valores informados pela Microsoft e ignorando o testemunho de um especialista chamado pela defesa que disse que o valor dos CDs era “zero ou perto de zero”, decidiu pela condenação à prisão, mais US$ 50 mil de multa. Um tribunal de segunda instância indeferiu o recurso de Lundgren.

A cobertura da imprensa sobre o assunto nos Estados Unidos foi um tanto negativa. Muitos veículos apontaram o passado de Lundgren: sua empresa de reciclagem tem grandes corporações entre seus clientes e ele detém o recorde do Guinness de alcance de um carro elétrico em uma única carga. O veículo era um BMW modificado quase só com peças recicladas.

A Microsoft inicialmente declarou que toma esse tipo de atitude para proteger seus clientes contra software pirata, que poderia expor os consumidores a códigos maliciosos. Esse argumento é falso. Se Lundgren tivesse alterado o Windows ou incluído vírus, ele poderia ser processado por isso, mas não foi, porque as cópias eram totalmente autênticas.

A Microsoft não pode nem sequer alegar que o sistema distribuído era inseguro por estar obsoleto. Em 2012, quando os CDs de Lundgren foram apreendidos, o Windows XP ainda estava recebendo atualizações de segurança da Microsoft.

O problema é que, apesar disso tudo, Lundgren estava sim cometendo um crime e tinha, conforme os documentos obtidos pela corte demonstraram, intenção clara de enganar consumidores e até empresas que vendem computadores recondicionados.

E-mail de Eric Lundgren ao seu sócio Bob Wolff sugere como vender os CDs falsificados para um cliente. ‘Se te ligarem, se faça de burro e diga que comprou de uma empresa de gestão de ativos do exterior. Diga que está garantido que o produto é real e que você pagou um preço bem alto por ele.’ (Foto: Reprodução)

A Microsoft publicou após a repercussão negativa, destacando e-mails de Lundgren em que ele discute com o sócio a necessidade de vender o “produto” e conseguir com a operação um “faturamento constante”. Em certa altura, o empresário até reclama do baixo retorno da empreitada. À imprensa, Lundgren disse que os CDs não tinham fins lucrativos — o que os documentos colhidos pelo tribunal mostram ser uma mentira.

O empresário ainda adotou medidas para burlar a fiscalização alfandegária dos Estados Unidos, já que fazia a duplicação de um CD em uma fábrica na China e tinha que importar para solo americano. Em um e-mail, ele aconselha seu sócio — responsável pela venda dos produtos — a informar a clientes que os CDs foram adquiridos a um preço alto e que eles são absolutamente genuínos.

Não há dúvida de que Lundgren cometeu uma infração ao copiar a aparência dos CDs de recuperação e que ele enganou a imprensa e o público ao se apresentar como um empresário que “só queria ajudar as pessoas”, como afirma em um vídeo no YouTube. Mas a Microsoft também induziu ao erro ao se valer do argumento da “segurança” dos consumidores e equiparar os CDs de recuperação do Windows à venda de uma nova licença que ela impõe aos seus parceiros.

Lundgren tem usado sua condenação para promover uma iniciativa que pretende alterar a legislação norte-americana para que fabricantes de eletrônicos sejam obrigados a viabilizar reparos de seus produtos, vendendo peças avulsas e distribuindo manuais técnicos. Diversas empresas são contra a medida, entre elas a Apple e a Microsoft.

Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

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Fonte: G1 > Tecnologia e Games

Manifestantes pró-Bolsonaro fazem passeata no Eixão e oram ao final

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Manifestantes protestam a favor de Bolsorano no Eixăo (foto: Ana Rayssa/Esp. CB/D.A Press)

Cerca de 800 pessoas vestidas de verde e amarelo se concentraram no Eixăo na altura da 105 norte para uma manifestaçăo a favor do candidato Jair Bolsonaro. Com apitos bandeiras e vuvuzelas eles gritam; “descansa capitao deixa a campanha na nossa măo”. Eles caminharam até Rodoviária do Plano Piloto.

De acordo com o coronel Heleno, que organizou o evento, a passeata já estava prevista, mas ganhou força com o atentado contra o deputado. “O ato já estava marcado mas agora virou uma manifestaçăo de desagravo à  tentativa de assassinato a Bolsonaro”, afirmou.

O general Chagas, o candidato do PSL ao governo do DF também estava presente e foi saudado com gritos de”general é capităo, para o bem da naçăo”.

Houve também provocaçőes. Os manifestantes aproveitaram a oportunidade para cantar “chora petistas “. Em outro momento, os manifestantes fizeram uma oraçăo pela recuperaçăo do candidato, que levou uma facada durante a campanha. Rezaram o pai nosso e ao fim gritaram “eu vim de graça “

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Fonte: Cidades

O Waze realmente encurta a viagem? Fizemos o teste

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O choque é diário para quem vive nas grandes cidades. Você sai de casa para ir ao trabalho e “boom”… tudo parado, trânsito para todos os lados. A cena se repete no final do dia… E para tentar escapar desse mar de carros, motoristas do mundo inteiro não dão a partida sem antes conectar seu aplicativo de navegação favorito; de preferência aquele que tira a gente do trânsito…

Mais de 100 milhões de pessoas em todo o mundo usam o Waze todos os dias para dirigir. O aplicativo usa a localização dos smartphones através do GPS para determinar a velocidade do tráfego. Em seguida, o algoritmo do app faz cálculos para direcionar os motoristas pela rota mais rápida. E se o trânsito estiver ruim nas vias expressas e grandes avenidas, o Waze manda a gente para as ruas locais – é assim que funciona. Funciona?!

Com 4 milhões e 400 mil usuários ativos todos os meses, São Paulo é a maior cidade do Waze no mundo. Todos os dias, o paulistano usa o aplicativo, em média, por pelo menos 90 minutos – uma hora e meia. E, claro, a maioria ainda aposta suas fichas que, SIM, o Waze sempre dá o melhor caminho…

A nossa equipe dirige diariamente pelas ruas de São Paulo desde muito antes de o Waze existir. Mas em 2010, quando o app foi lançado por aqui, a gente também passou a usar o aplicativo para tentar fugir do trânsito caótico da cidade. A questão é que, de um tempo pra cá, a gente começou a duvidar um pouco dessa eficiência quase mágica do Waze. Será que realmente estamos indo mais rápido acreditando cegamente na ferramenta ou aquele nosso velho e bom caminho “de cabeça” é melhor?! Antes de tirar qualquer conclusão, voltamos às ruas: definimos três trajetos e fizemos, ao mesmo tempo, em dois carros; um seguindo o caminho do Waze e outro apenas pelas vias principais… olha só o que deu.

Pela manhã, com o trânsito ainda bastante carregado, saímos aqui do Olhar Digital, na região do Morumbi, na zona sul de São Paulo, e fomos até o Estádio do Pacaembú; na região central da cidade. Uma viagem de aproximadamente 10 quilômetros. O Waze errou um pouco o tempo estimado de chegada. A viagem levou 44 minutos. O aplicativo mudou a rota no meio do caminho, passou por ruas com obras e bastante congestionadas e, ainda assim, chegou 2 minutos antes do nosso motorista, que veio seguindo apenas sua intuição. Pouca diferença, mas… ponto para o Waze.

A história mudou nas próximas duas corridas. Na primeira, saímos do Pacaembu em direção ao Aeroporto de Congonhas; 14 quilômetros de distância. Resultado: com Waze, 45 minutos. Sem Waze, 38 minutos… jogo empatado, mas com uma diferença um pouco maior. Na volta para o Morumbi, lá de Congonhas, nova vitória da intuição humana. Com Waze, 21 minutos; sem Waze, 17 minutos!

O resultado da nossa experiência reflete um pouco do que aponta um recente estudo sobre transportes da Universidade de Berkeley, na Califórnia: o relatório diz que provavelmente os apps de navegação – e aí não só o Waze – estejam contribuindo para um trânsito mais lento em geral. Em algumas situações, essas ferramentas até podem funcionar para um ou outro indivíduo, mas, no geral, pioram o congestionamento. O pessoal do Waze afirma que o app foi projetado para espalhar os carros pela rede e aliviar o tráfego, e que o aplicativo funciona, mesmo que uma multidão de motoristas usa a mesma ferramenta… Nós conversamos com o CEO do Waze, que, de passagem pelo Brasil, ofereceu a sua visão do problema.

O matemático responsável pelo estudo da universidade californiana Alexandre Bayen foi categórico ao dizer que à medida que mais e mais motoristas usarem os mesmos aplicativos para se locomover, os problemas definitivamente vão piorar. Mais do que isso, ao mandar motoristas para ruas que não foram projetadas e não estão preparadas para um fluxo intenso de veículos esses apps podem acabar com a qualidade de vida dos moradores daqueles bairros. É de se pensar: mais de quatro milhões de pessoas usando o Waze em São Paulo, o resultado são inúmeras pessoas cortando o mesmo caminho ao mesmo tempo. E, de repente, aquela ruazinha tranquila e pacata está travada. O que fica fácil de imaginar é que, desta forma, o trânsito não está sendo evitado, mas apenas transferido para as ruas menores…

Ainda não há uma cartada final para abençoar ou demonizar o Waze e outros apps de navegação. O fato é que os congestionamentos não são bons para ninguém – nem para a economia do país, que perde 267 bilhões por ano com toda essa lentidão. O que dá para entender, pelo menos por enquanto é que, no início quando ainda pouca gente usava esses aplicativos de navegação como o Waze, os ganhos eram mais claros. A gente realmente conseguia fugir do trânsito e chegar mais rápido. Mas parece que com a adoção em massa de uma mesma solução, o Waze já não resolve mais o problema e há quem diga que os benefícios não vão além do que simplesmente indicar um caminho – como os antigos GPS já faziam…

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Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Califórnia cria lei para bloquear expansão de perfuração de petróleo

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O governador da Califórnia assinou uma lei para inviabilizar novas perfuraçőes de petróleo offshore em águas federais da costa do estado. Os legisladores estaduais enviaram no mês passado ao governador Jerry Brown um projeto de lei para proibir plataformas de carga, oleodutos e outras infraestruturas terrestres necessárias para dar suporte às novas sondas de perfuraçăo offshore. O governador democrata assinou a lei neste sábado.

O projeto de lei foi proposto após a administraçăo do presidente Donald Trump anunciar planos para permitir a perfuraçăo de petróleo e gás na maior parte do litoral do país.

A Califórnia năo pode bloquear diretamente a perfuraçăo em águas controladas pelo governo federal, mas espera aumentar os custos de maneira que se tornem insustentáveis.

Brown também anunciou a oposiçăo da Califórnia ao plano do governo federal para expandir a perfuraçăo de petróleo em terras públicas no estado.

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Fonte: Mundo

Chefe do Exército revela que militares não aceitam Lula candidato

“O pior cenário é termos alguém sub judice, afrontando tanto a Constituição quanto a Lei da Ficha Limpa, tirando a legitimidade, dificultando a estabilidade e a governabilidade do futuro governo e dividindo ainda mais a sociedade brasileira. A Lei da Ficha Limpa se aplica a todos”, disse o general Villas Bôas, chefe das Forças Armadas; segundo ele, a decisão do Comitê de Direitos Humanos da ONU, que garante os direitos políticos de Lula, representa ‘invasão da soberania nacional’; ele também afirmou que Jair Bolsonaro não é o ‘candidato dos militares’

247 – A posição das Forças Armadas pode ser a explicação para juízes do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral estarem violando tratados assinados pelo Brasil, ao não cumprir determinação do Comitê de Direitos Humanos da ONU, que garante os direitos políticos do ex-presidente Lula. Em entrevista à jornalista Tânia Monteiro, o general Eduardo Villas Bôas, chefe das Forças Armadas, deixou claro que os militares não aceitam a candidatura Lula. “O pior cenário é termos alguém sub judice, afrontando tanto a Constituição quanto a Lei da Ficha Limpa, tirando a legitimidade, dificultando a estabilidade e a governabilidade do futuro governo e dividindo ainda mais a sociedade brasileira. A Lei da Ficha Limpa se aplica a todos”, disse ele.

O general também contestou a decisão da ONU. “É uma tentativa de invasão da soberania nacional. Depende de nós permitir que ela se confirme ou não. Isso é algo que nos preocupa, porque pode comprometer nossa estabilidade, as condições de governabilidade e de legitimidade do próximo governo”, afirmou.

Falhas permitem que hackers criem infinitas 'moedas virtuais'

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Pesquisadores de segurança identificaram duas falhas de segurança, já em uso por hackers, que permitem criar uma quantidade infinita de “moedas virtuais” baseadas na tecnologia ERC-20 da blockchain Ethereum, uma tecnologia semelhante e concorrente ao Bitcoin. Batizadas de “proxyOverflow” e “batchOverflow”, as vulnerabilidades levaram a corretora OKEx a interromper a compra e venda de moedas virtuais baseadas em ERC-20.

A Ethereum é uma blockchain semelhante ao Bitcoin. O foco da Ethereum, porém, está nos chamados “smart contracts” ou “contratos inteligentes”. Um dos principais usos dessa função é a criação de outras moedas virtuais (ou “fichas virtuais”) na mesma blockchain. Essa tecnologia é chamada de ERC-20.

Diferente das criptomoedas comuns, essas “fichas” virtuais costumam ter um endereço administrativo, que tem liberdade para emitir moedas. Porém, as regras para a circulação dessas moedas são definidas inteiramente no contrato inteligente e programadores têm uma grande liberdade para definir as regras de cada ficha digital.

São falhas na programação desses contratos — e não na Ethereum em si — que fazem com que hackers possam emitir quantas fichas quiserem. As falhas são do tipo “overflow”, em que o programa tenta armazenar na memória um número maior do que o permitido, o que “sobrecarrega” o valor. Em muitos casos, essa sobrecarga transforma o número em zero.

Segundo a PeckShield, mais de uma dúzia de fichas ERC-20 estão vulneráveis.

Como os contratos são a “lei suprema” dessas fichas, não há meio fácil de alterá-los para corrigir o problema. Os responsáveis pelas fichas digitais terão de criar contratos novos e reembolsar quem hoje possui essas fichas.

Uma das moedas afetadas é a Beauty Chain (BEC), uma ficha baseada em beleza. “A busca da beleza é parte da natureza humana e uma aspiração comum da humanidade. A Beauty Chain foi fundada com a missão de identificar, criar e compartilhar a beleza, conectar a corrente de valores da indústria da beleza e para fazer um mundo melhor. Incentivamos você a descobrir mais aplicações relacionadas à beleza conosco”, diz o site da moeda.

Muitas das fichas de ERC-20 são notórias por aparentemente não terem finalidade clara. O valor de mercado total das fichas ERC-20 está na casa dos bilhões de dólares e há mais de 5 mil dessas fichas em existência. Muitas, por terem comercialização específica ou por serem insignificantes, não aparecem em nenhuma corretora de compra e venda de criptomoedas.

SAIBA MAIS


Ataque ao MyEtherWallet
A falha nas moedas ERC-20 não foi o único problema de segurança envolvendo a rede Ethereum nos últimos dias. Usuários de Ethereum que gerenciam sua carteira virtual com o serviço MyEtherWallet tiveram suas carteiras esvaziadas depois que o site foi redirecionado para uma página falsa. Como o serviço exige que o internauta informe sua chave privada para obter acesso ao painel de controle, os golpistas facilmente conseguiram obter acesso às carteiras e desviar ao menos US$ 13 mil (cerca de R$ 40 mil) das vítimas.

Para fazer o redirecionamento, os hackers criaram uma rota falsa com o BGP (Border Gateway Protocol). O BGP é usado pelos provedores de internet para comunicar rotas disponíveis para que a comunicação na internet possa ir de um ponto A até um ponto B. É como um controle de tráfego da internet.

Hackers conseguiram sequestrar uma rota BGP e redirecionar dados que deviam ser encaminhados para a Amazon a um outro provedor. Quando isso ocorreu, eles conseguiram falsificar o endereço IP de destino do site MyEtherWallet, que utiliza a Amazon.

A tecnologia do BGP foi criada para permitir que a internet reage rapidamente a qualquer problema técnico ou interrupções, portanto não há muitos mecanismos previstos para que um provedor possa determinar se uma rota informada é autêntica antes de aceitá-la. Como o problema ocorreu por conta de um sequestro de rota, a Amazon não teve culpa no ocorrido.

Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

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Fonte: G1 > Tecnologia e Games

Aprenda a calibrar o monitor e a TV para ter cores mais precisas

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A boa notícia é que calibrar o seu monitor num computador que roda Windows é super fácil e não leva mais que alguns minutos. Vamos lá!

Para encontrar a função, comece pelo “Menu Iniciar” e acesse o “Painel de Controle”. Entre em “Gerenciamento de Cores” e então na guia “Avançado”. Pronto, escolha a opção “calibrar vídeo”; aqui. A primeira configuração a ser ajustada é a “Gama”. Com base nas imagens apresentadas, mexa na barra que está no lado esquerdo da tela até que você alcance o resultado mais próximo do nível “Gama bom”. Fácil, né?

O próximo passo é acertar os níveis de brilho e contraste. Olha lá, o guia do próprio Windows mostra uma imagem com resultado ideal. É só ir alterando as configurações até chegar mais perto do ideal. Por último, as cores do monitor. Ao mover as três barras de cores você deverá obter um tom de cinza neutro. Ou seja, ele não deve ficar muito claro, nem escuro. Depois do acerto, clique em “Concluir” para usar a calibração que acabou de realizar ou em “Cancelar”, caso não tenha gostado do resultado e prefira usar uma configuração pessoal.

Nas TVs o processo é parecido; a única diferença é que você não vai ter uma imagem guia para se nortear, mas a gente te ajuda. Entendendo o que significa cada ajuste já é mais do que meio caminho andado para extrair a melhor imagem possível da sua TV. O primeiro passo é avaliar o ambiente em que o aparelho está: claro, escuro. É importante saber que qualquer luz ambiente interfere no contraste de cores que nossos olhos enxergam…você já viu um cinema com luzes acesas? Então…

O brilho determina a intensidade da cor preta na tela da TV. Se o brilho estiver muito baixo, a imagem vai ficar apagada, escura e vai ficar até difícil diferenciar os tons. A melhor dica na hora de configurar o brilho é colocar uma imagem escura na tela e ajustar o brilho para que o preto se torne bastante profundo. Em geral, a configuração de brilho fica próxima dos 50%…

O contraste é similar ao brilho, mas regula os tons de branco. Quando o contraste está muito alto, as imagens ficam mais fortes, com menos detalhes. O ideal é encontrar um ajuste entre 50 e 80% e observar ser não há borrões entre os tons de branco e preto.

A nitidez deve ser calibrada para chegar ao maior nível de detalhes das imagens, mas sem exagero nos contornos. Aliás, a regra é geral; para todos os ajustes é preciso encontrar um equilíbrio. Uma boa ideia para calibrar a nitidez é procurar cenas com rostos de pessoas e fazer com que a imagem fique bastante natural, com contornos visíveis e suaves. Uma ideia de valor é um ajuste entre 20 e 50%.

A saturação ideal é aquela que mais se aproxima da imagem real, no momento da captura. Claro, cada usuário tem suas preferências por imagens mais ou menos saturadas. O melhor é não deixar as cenas muito lavadas nem exageradamente fortes. O recomendado fica, novamente, perto dos 50% na hora de fazer o ajuste manual.

A maioria das TVs já traz configurações pré definidas como modo cinema, esportes, game… A ideia é facilitar a vida do consumidor para que ele não tenha que aprender a mexer em todos esses ajustes que acabamos de explicar. Mas agora que você já sabe, pode experimentar e usar esses “presets” como guias para chegar ao que mais lhe agrada e extrair a qualidade máxima da sua TV.

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Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Homem foge da polícia, bate carro clonado e acaba preso

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O suspeito foi perseguido pela polícia e só parou após bater em árvore (foto: PMDF/Divulgaçăo)

Um homem foi preso depois de tentar fugir de uma abordagem policial no Setor P Sul, em Ceilândia, neste sábado (8/9). A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) verificou que o suspeito dirigia um carro clonado e que tinha diversas passagens pela polícia. 

A perseguiçăo começou depois que o homem percebeu a aproximaçăo de uma viatura. Ele chegou a dirigir por toda a Quadra 32 e só parou depois de bater em uma árvore, na Vila Madureira. Mesmo assim, tentou fugir a pé e foi encontrado dentro de uma casa, onde tentava se esconder. 

De acordo com a PMDF, o suspeito tinha dez passagens, entre elas homicídio, tentativa de homicídio, receptaçăo de veículo, adulteraçăo de veículos, direçăo perigosa, violaçăo de domicílio e posse de drogas. Ele também é suspeito de cometer outro homicídios e roubos. Ele foi encaminhado para a 23ª Delegacia de Polícia (Setor P Sul), que investiga o caso. 

Prisőes no Recanto das Emas

A Polícia Militar deteve também neste sábado três mulheres, suspeitas de assaltarem uma loja na Quadra 102, do Recanto das Emas. De acordo com a corporaçăo, duas mulheres fugiam e uma havia sido detida por populares quando as equipes chegaram no local. Os militares conseguiram localizar e deter as outras suspeitas. 

 

A polícia conseguiu recuperar dinheiro e o celular da vítima de roubo (foto: PMDF/Divulgaçăo)

 

As equipes apuraram que as três mulheres entraram na loja, agrediram a dona com socos e chutes e levaram o celular dela, além de R$138 e três pares de sandália. “A dona da loja ficou muito machucada e  teve um corte profundo na boca precisando ser encaminhada ao hospital com urgência”, afirmou, em nota, a corporaçăo. 

Duas das suspeitas eram maiores, de 20 e 25 anos. Elas foram encaminhadas para a delegacia, onde ficaram presas. Já a jovem de 17 anos foi apreendida e levada para a Delegacia da Criança e do Adolescente. 

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Fonte: Cidades