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>>> Caiu no golpe da promoção falsa d’O Boticário, e agora?
Oi, Ronaldo! Eu recebi a mensagem sobre a falsa promoção d’O Boticário, cliquei no link e informei alguns dados pessoais (nome completo, cidade, e-mail e CPF). E agora? Gabriela
Olá, Gabriela! Esse golpe é recorrente em cada data festiva, a empresa que está tendo o seu nome usado na falsa promoção . Na prática, somente com esses dados que você informou é pouco provável que as suas informações pessoais possam ser usadas indevidamente. Mas é recomendável monitorar o uso do seu número de CPF. Você deve verificar se ao enviar o formulário preenchido, também não foi realizado o download de algum aplicativo. Somente pelo fato dele ter sido baixado, não significa que o seu celular esteja infectado por alguma praga virtual para roubar as suas informações. Para que esse tipo de app possa ser instalado no celular, é necessário alterar as configurações de segurança e autorizar a instalação de aplicativos de fontes desconhecidas, antes de executar o instalador. Se você preferir, é possível realizar o reset das configurações originais de fábrica, esse procedimento serve para eliminar completamente qualquer app malicioso que possa ter sido instalado acidentalmente.
>>> Como visualizar a configuração detalhada do celular?
Oi, Ronaldo! Como eu faço para obter em detalhes as especificações técnicas do meu celular? Tiago
Olá, Tiago! Existem alguns apps que exibem um relatório detalhado sobre as especificações técnicas do aparelho. Entre os apps mais eficientes que foram testados, eu recomento o Droid Info, disponível para download na Google Play ().
>>> Quando eu instalo mais memória RAM no PC é necessário reinstalar o sistema?
Olá, Ronaldo! Eu enviei o meu notebook para uma assistência técnica para que fosse realizado um upgrade de memória RAM. Quando fui retirá-lo, também foi cobrada a formatação do Windows. Isso está correto? Angelo
Olá, Angelo! A reinstalação do sistema operacional devido a adição de memória RAM no PC poderia ser justificada se a versão do Windows fosse da arquitetura de 32-bit e o upgrade de memórias fosse superior a 4 GB (gigabytes). Mas geralmente esse procedimento é desnecessário para a maioria dos casos.
Pelo menos quatro pessoas morreram e duas ficaram feridas a tiros na noite da sexta-feira (8/9), em Carapicuíba e Osasco, Regiăo Metropolitana de Săo Paulo. O primeiro caso ocorreu em Carapicuíba, por volta das 20h40. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), o mecânico Jonata Batista Alves e o autônomo Eduardo Florentino de Moraes, ambos de 25 anos, morreram após serem baleados na rua Maria Dilza Santos Lima, no bairro Jardim Maria Beatriz. Um técnico de 30 anos ficou ferido e foi levado para o hospital.
Segundo a vítima que sobreviveu, os disparos foram feitos por dois homens que estavam em um veículo Voyage prata. Um celular e um pen drive foram apreendidos.
De acordo com a SSP, quando os policiais chegaram ao local do crime, eles foram informados que dois dos baleados haviam sido socorridos e levados ao Pronto Socorro da Vila Dirce.
Em vistoria nas imediaçőes, os policias localizaram o corpo de Jonata, embaixo de um balcăo de uma lanchonete. Na rua e no estabelecimento, foram encontrados dois projéteis, um de pistola calibre 380 e outro de fuzil 556. O caso foi registrado como homicídio qualificado no 1ºDP de Carapicuíba e será encaminhado ao 2º DP da cidade.
O segundo ataque a tiros ocorreu em Osasco. Os estudantes Felipe Santos Soares, de 21 anos, e Robson de Souza Gonçalves, de 18 anos, morreram baleados por volta das 21h desta sexta-feira, na rua Antônio Benedito Ferreira, no bairro Munhoz Júnior. Um outro estudante de 19 anos também foi ferido.
Policiais militares chegaram ao local do crime e encontraram duas vítimas caídas. Os militares acionaram o resgate, que constatou a morte de Felipe no local. Robson foi socorrido ao Pronto Socorro do Parque Imperial Barueri, mas năo resistiu aos ferimentos e morreu. Uma terceira vítima foi levada para o mesmo hospital e năo corre risco de morte.
Segundo testemunhas, os autores do crime estavam em um veículo Prisma prata quando chamaram as vítimas que estavam paradas e em seguida efetuaram os disparos e fugiram. O estudante que sobreviveu aos disparos contou à Polícia que um homem desceu do carro e disparou contra o grupo.
O estudante disse que tentou fugir, mas também foi atingido. O caso foi registrado como homicídio qualificado no 10º DP de Osasco.
Dá um “google”; uma “googada”…o poder da ferramenta de busca mais popular da internet é tão grande que a expressão, para muita gente, virou verbo. Tão popular que há até quem confunda o sistema de buscas com a própria internet. Em 1998, quando foi criado, não era sequer novidade, mas quem hoje ainda se lembra de Alta Vista ou Yahoo!? A grande sacada do Google foi usar um algoritmo inteligente que, para cada busca, traz os resultados mais relevantes para cada usuário. Aliás, esta é a base do sistema até hoje…
Como qualquer outra tecnologia ou serviço, o buscador evoluiu com o tempo – como era de se esperar. Hoje o Google criou um ecossistema que fomenta milhões de negócios online. E para chegar aos 20 anos mantendo seu status de ferramenta de busca mais poderosa do planeta, a evolução precisou ser constante; de melhorias no algoritmo a recursos cada vez mais precisos acessados através de comandos de voz e da inteligência artificial do Google Assistente.
Mas essa hegemonia não pode ser vista com ingenuidade. Quantos de nós, hoje, em qualquer pesquisa feita na ferramenta, passa da primeira página de resultados? Quase ninguém, é verdade. Por falar em “verdade”, ao se tornar quase um oráculo da internet, o Google, com todo seu poder, pode ter se tornado um problema – ainda que pouca gente se atente para isso…
Muito poder concentrado nas mãos de uma só empresa nunca é interessante para a sociedade. Principalmente quando essa companhia, como o Google, tem cada vez menos concorrência. Com um quase “monopólio da informação” – a exemplo do que acontece com algumas empresas de mídia no Brasil – é possível manipular muita coisa; desde como as pessoas se comportam a uma eleição, por exemplo. E isso não é saudável para ninguém.
Vinte anos – tanto na internet quanto fora dela – é muita coisa! Muito tempo. É muito difícil que uma concentração desse porte como tem o Google se quebre por meios naturais. Talvez seja a hora de a gente reavaliar essa troca. Claro, ninguém quer ou vai ficar longe do Google… a gente só não pode ser ingênuo…
Em campanha no bairro de Campo Grande, neste sábado, o candidato ao governo do Rio, Eduardo Paes (DEM), se comprometeu com a comunidade local a acabar com o problema de abastecimento de água em toda a Zona Oeste, na Baixada Fluminense e no município de São Gonçalo. O ex-prefeito disse que esteve em reunião na manhã de hoje com funcionários da Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae) para discutir programas de saneamento e habitação nestas regiões.
— Eu vim aqui hoje, claro, para fazer campanha e pedir votos em um lugar que sempre me acolhe muito bem, que é o calçadão de Campo Grande. Mas quero assumir um compromisso. Sei que a Zona Oeste ainda passa por problemas de abastecimento da água inaceitáveis, que nós vamos resolver. Vamos levar água para toda a Baixada Fluminense, São Gonçalo e também para a Zona Oeste — afirmou Paes.
Além da questão do abastecimento de água, Paes também assumiu mais dois compromissos importantes para a Zona Oeste nas áreas de segurança pública e mobilidade urbana.
— O problema da segurança pública é muito grave na Zona Oeste. Assumimos o compromisso de aumentar o policiamento ostensivo e o efetivo de batalhão nas áreas que mais precisam — afirmou.
Para melhorar a mobiilidade na região, o candidato prometeu promover uma mudança no transporte de trens para que ganhe características de metrô. De acordo com o ex-prefeito, parte importante da população na região é atendida pelo sistema de trens e pode ter o serviço melhorado a partir de investimentos na mudança de sistemas.
— Tem como qualificar o trem para cá, dar a ele padrão de metrô. Isso é possível com investimento em sistemas. O metrô tem mais previsibilidade, funciona com intervalos menores, o horário é respeitado. Isso é uma mudança de sistemas. Claro que não é uma coisa simples e tão barata. Mas é um investimento que precisa ser feito — disse.
Ao ser perguntado sobre o que signfica essa mudança de sistema na prática, Paes explicou que é ter todo o maquinário melhorado, a bitola e a bifurcação funcionando, e toda a parte de engenharia, para permitir maior eficácia.
Paes disse que pretende “organizar a casa” e as contas do estado para garantir esses investimentos, mas não deu maiores detalhes que como pretender fazer isso. O candidato se mostrou otimista em relação ao cenário da economia.
— Vamos conseguir organizar as contas e entregar os serviços para a população. Há uma conjuntura melhor hoje, os royalties do petróleo já melhoraram. O Brasil já começa a apresentar sinais de que está saindo da crise econômica. No campo da despesa é muito difícil avançar. É preciso ter um olhar de lupa nas receitas.
Bicampeão olímpico e penta mundial no taekwondo, o americano Steven López, de 39 anos, foi banido permanentemente do esporte após acusações de abuso sexual. A vítima, Nina Zampetti, tinha 14 anos à época do abuso. Ele ainda tem o direito de recorrer.
““Fico feliz em finalmente ser ouvida e levada a sério. Fico feliz que alguém acredite em mim depois de todos esses anos tentando dizer à minha família que ele não era quem eles achavam que era. Finalmente acabou. “Eu sinto que minha vida teria sido diferente se nunca tivesse acontecido”, disse Nina ao jornal americano ‘USA Today’.
O caso de López ainda não foi levado à Justiça, mas ele corre o risco de ser condenado a até 30 anos de prisão.
Uma mulher foi denunciada por racismo, depois de proibir a filha de brincar com outra criança, sob o argumento de que ela é negra. A vítima tem 5 anos, e a denúncia foi feita pela mãe, de 23 anos. O fato ocorreu em Cáceres (200 km de Cuiabá), na tarde de quarta-feira (5), e o boletim de ocorrência foi registrado apenas na sexta-feira (7).
Segundo a mãe, a menina costuma ir à casa da bisavó e, com frequência, encontra uma tia que é branca e a trata com preconceito por ser negra. A mãe relatou que essa tia tem uma filha e sempre diz a ela para não brincar com a outra menina, pelo fato de ela ser negra.
Nesta semana, a atitude racista foi testemunhada pela bisavó da criança e outras pessoas. Desse modo, a mãe da criança resolveu entrar com representação criminal contra a tia e procurou a Polícia Civil. Ela acusou a tia de difamá-la também, chamando de “vagabunda” e “biscate”.
Hoje praticamente em desuso, o termo “web 2.0” foi moda e assunto de muitas reportagens (hoje é mais fácil falar em “mídias sociais” e ninguém se impressiona com isso). Mas, se havia uma “web 2.0”, seria preciso uma “web 3.0” para sucedê-la. E essa web 3.0 chegou, sim — e muitas das tecnologias que usamos foram desenvolvidas a partir de uma visão do que seria essa “nova” web.
Mas o que é a web 3.0? Se a web “1.0” permitia que humanos acessassem dados armazenados em máquinas e a web 2.0 viabilizou o contato e o compartilhamento de dados entre pessoas, a web 3.0 é aquela que permite que computadores acessem dados de outros computadores, ou seja, em que máquinas conversam com máquinas para dar sentido a grandes quantidades de dados.
Foi essa visão de futuro que entregou informações de milhões de pessoas para a Cambridge Analytica e resultou no escândalo que levou Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, a depor no Senado dos Estados Unidos. É essa visão de futuro que transformou praticamente todas as redes – Facebook, Google, Outlook, Twitter – em “plataformas” aos quais “aplicativos” podem se conectar para acessar os dados de usuários.
São máquinas conversando com máquinas, e a noção de que “tudo é plataforma” (como diz o jargão do mercado). Ou seja, tudo precisa ser conectado com outras coisas, criando dependência e, de preferência, aumentando sua utilidade.
Existem vantagens nesse modelo. Quando aplicativos funcionavam em computadores, você podia acessar serviços (um provedor de e-mail, por exemplo) sem compartilhar sua senha com terceiros. Toda a lógica de processamento (e todo o tratamento de dados) ocorria no seu computador.
Quando os aplicativos migraram para a web, internautas começaram a adotar a perigosa prática de compartilhar senhas com esses serviços. Usuários de Twitter, em especial, foram alvos de diversos golpes se aproveitando dessa prática. Transformar essas redes em plataformas, com canais específicos e controlados para o acesso a dados, tornou-se uma necessidade, já que as pessoas enxergavam vantagens nesses aplicativos web.
Depois da necessidade, claro, seguiu-se o abuso e a cessão de dados por mera rotina.
Facebook, Twitter, Google e Microsoft Outlook.com: tudo é plataforma e tem conectividade com terceiros. Após escândalos, opções do Facebook são as mais específicas. (Foto: Reprodução)
Equilíbrio entre transparência e dependência Sem a necessidade de informar uma senha, muita gente perdeu a noção do peso de “instalar” (ou “conectar”) esses aplicativos ao perfil de rede social. O compartilhamento da senha, que é um processo extremamente arriscado do ponto de vista do compartilhamento de dados, foi reduzido a um único clique, tudo sob a chancela dos grandes prestadores de serviços.
Nessa época surgiu a segunda onda de fraudes, em que serviços inescrupulosos passaram a fazer publicações não autorizadas em perfis de redes sociais. O Facebook teve que agir para coibir a prática, e ainda hoje encontra-se avisos do tipo “isso não permite que [aplicativo] faça publicações”.
Mas nem tudo foi pensando apenas para “contribuir” e proteger os internautas. Uma plataforma não pode exercer nenhum controle ou poder se for aberta demais. Por isso, meios de compartilhamento de dados públicos e padronizados — que faziam parte da concepção original da web 3.0 — sumiram. O Facebook permitia conexão de qualquer programa ao seu serviço de bate-papo, mas isso não é mais autorizado. O Twitter cancelou os seus chamados “feeds” abertos, obrigando que toda integração ocorra de maneira definida pela rede social.
Em outras palavras, o objetivo dessas plataformas é atingir um equilíbrio entre transparência e dependência. No fim, elas precisam ter controle sobre como certos dados são apresentados, porque precisam que pessoas vejam o conteúdo junto de seus anúncios publicitários. Ao mesmo tempo, querem permitir a construção de aplicativos que aumentem o uso da rede e, portanto, que provoquem as visualizações que realmente interessam.
As restrições impostas pelas redes tiveram outras consequências. O faturamento da Zynga, fabricante de jogos de redes sociais como o Farmville, chegou a US$ 1,2 bilhão em 2012, mas caiu para US$ 860 milhões em 2017. A concorrente Playdom, da Disney, fechou as portas em 2016. Esse mercado foi quase que inteiramente transferido para jogos sociais em telefones celulares (abocanhado com gosto pelos chineses e coreanos), mas as redes sociais se deram conta do óbvio: se alguém está jogando, não está vendo anúncios na rede social. De parceiros que muito contribuíram para as redes sociais, esses games se transformaram em inimigos.
Do ponto de vista dos usuários, pouco foi ganho — já que a conta do telefone celular, onde esses jogos se conectam, também tem dados interessantes.
Embate ideológico O fato é que a privacidade na web enfrenta uma guerra ideológica contra essa visão de web 100% conectada — de máquinas para máquinas, de compartilhamento total de informação para “criar sentido”. No marketing, hoje é comum falar em “Big Data” — mas esse termo emprega avanços em processamento de dados que não faziam parte do que se enxergava para a “web 3.0”, alguns deles muito benignos e úteis para a segurança digital, inclusive, porque a segurança digital envolve verdadeiras montanhas de informações sobre ocorrências de ataques na internet.
Mas alguns avanços tecnológicos não se deram porque máquinas compartilharam informações sobre si próprias, mas sobre seus utilizadores. Era um resultado óbvio, mas “a quem pertence esse dado?” nunca parecia uma pergunta relevante. Com as restrições impostas pelas redes sociais aos aplicativos que interagem com elas, a resposta é clara: o dado pertence à plataforma, e aos usuários cabe utilizar seja lá quais forem os controles de privacidade que a rede decidir criar (na imagem, as configurações de privacidade para aplicativos de outras pessoas — essa tela não existe mais, porque o Facebook agora diz bloquear tudo; antes, permitia boa parte, mesmo sem autorização expressa).
Mesmo assim, criticar essa visão, dita como “futuro”, é mais ou menos como advogar a favor do passado.
Mas se a web mira em uma solução para organizar o caos da informação na web, o refugo desse processo é o caos na privacidade.
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Um restaurante judeu de Chemnitz foi alvo de um ataque de caráter aparentemente antissemita, coincidindo com uma recente manifestaçăo da extrema direita nesta localidade do leste da Alemanha, onde houve confrontos – informaram autoridades neste sábado (8).
Os incidentes foram registrados na noite de 27 de agosto.
“Jogaram vários objetos em mim e alguém gritou:’Porco judeu, fora da Alemanha!'”, relatou à AFP o dono do restaurante “Schalom”, Uwe Dziuballa, de 53 anos.
A Polícia da Saxônia confirmou ao jornal “Die Welt” que apresentou uma queixa, e um porta-voz do Ministério regional do Interior indicou que, “no momento, o mais plausível” é que se trate de um “ato de motivaçăo política com fundo antissemita”.
Os fatos aconteceram à margem de uma manifestaçăo organizada pela extrema direita para denunciar a presença de migrantes, após o assassinato, na véspera, de um alemăo de 35 anos, cujos autores seriam solicitantes de asilo.
Um grupo de cerca de dez pessoas vestidas de preto e com o rosto coberto atacou o restaurante, lançando pedras, garrafas e um tubo de metal contra o estabelecimento.
“Quando ouvi um barulho às 21h50 locais (16h50 em Brasília), saí à rua”, relatou Uwe Dziuballa, que foi ferido por uma pedra nas costas durante o ataque. Ele diz ter sentido “medo”, quando viu os homens mascarados.
“Isso nos traz à memória as piores lembranças dos anos 1930” na Alemanha, declarou o delegado do governo alemăo sobre o antissemitismo, Felix Klein, ao “Die Welt”.
O proprietário do restaurante abriu o estabelecimento em 2000, após ter deixado os Estados Unidos. Garante que, desde entăo, é a primeira vez que sofre um incidente similar.
O tempo firme segue no Rio até a próxima terça-feira quando está prevista a chegada de uma frente fria. Para este domingo, a previsão é de sol durante a manhã com possibilidade de nuvens a partir da tarde.
No início da manhã, a temperatura estará mais amena. O calor deve aumentar a partir da tarde, segundo o Climatempo.
Deviano Fernandes Lima, que integra a lista de criminosos mais procurados da polícia do Rio de Janeiro, se entregou, na manhã deste sábado (8), à Polícia Militar de Vitória da Conquista, no sudoeste do estado.
O homem é acusado de cometer latrocínios (roubos seguidos de mortes) contra motoristas de Uber no Rio de Janeiro e estava foragido. Deviano se apresentou a uma guarnição da 77ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM) de Vitória da Conquista.
Após ser preso, ele foi conduzido até o Distrito Integrado de Segurança Pública (Disep) do município, onde prestou depoimento e informou que fugiu para outro estado por acreditar que poderia responder ao inquérito fora da capital carioca.
De acordo com a Secretaria de Segurança do Estado (SSP-BA), como Deviano não cometeu crime na Bahia e possui mandado de prisão em aberto no Rio de Janeiro, ficará à disposição da polícia para ser remanejado.
A Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro (SSP-RJ) chegou a oferecer recompensa de R$ 5 mil por informações que levassem à prisão de Deviano.