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O celular é pirata? Veja como descobrir

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Desde o início do ano, a Agência Nacional de Telecomunicações, a Anatel, começou a bloquear celulares piratas ativos no Brasil. Quer saber qual a diferença entre um aparelho pirata e um original? Então siga as dicas a seguir.

Primeiro, é bom conferir se o celular possui o selo da Anatel. Todo smartphone vendido oficialmente no Brasil precisa ser homologado pela agência. Outra dica importante é checar se o IMEI, o código de identificação do dispositivo, está regularizado. Para conferir qual é o IMEI de um celular, basta abrir o app de ligações e discar asterisco, jogo-da-velha, 06, jogo-da-velha [*#06#]. E pronto, o número vai aparecer na tela automaticamente.

Para checar se aquele IMEI está regularizado, acesse o site anatel.gov.br/celularlegal. Na página inicial, clique em “Consulte sua situação” e depois em “consulte aqui a situação do seu aparelho celular”. Digite na próxima página o número do IMEI que você viu na tela do smartphone e clique em “Consultar”. Você verá na mesma página se o número tem ou não alguma restrição de uso. Se não tiver, ele é original.

Vale a pena também ficar atento aos detalhes. Confira se as especificações do aparelho, como processador e memória RAM, estão de acordo com o que aparece no site oficial da fabricante. Verifique ainda possíveis erros de português na interface ou na embalagem. Ao ligar o aparelho, preste atenção à tela inicial, que muitas vezes pode mostrar uma animação diferente da original se for um modelo falsificado. Por fim, fica a dica: em lojas virtuais ou nas ruas, desconfie sempre que vir algum aparelho à venda por um preço muito abaixo do mercado.

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Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

'É como a destruição do museu de Berlim na 2ª Guerra', diz Bruno David

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O Museu de História Natural de Paris é composto por vários museus com exibiçőes dedicadas às áreas da geologia, botânica, mineralogia, anatomia, paleontologia e zoologia. (foto: Muséum National d’Histoire Naturelle/Reproduçăo)

Como o Rio de Janeiro, Paris tem um Museu Nacional, e ele também é dedicado à história natural. A dimensăo das duas instituiçőes diferia em número de itens – 70 mil no caso francês, 20 mil no brasileiro -, mas de acordo com o próprio presidente do Museu Nacional de História Natural de Paris, Bruno David, ambos pertenciam ao mesmo clube dos grandes museus do mundo.

A diferença, hoje, é que o brasileiro praticamente năo existe mais. Biólogo pesquisador, amante das ciências, David diz sentir a perda do acervo carioca como um brasileiro.

A seguir, a síntese da entrevista concedida ao jornal O Estado de S. Paulo.

O senhor disse considerar o valor do Museu Nacional de Rio “infinito” e “inestimável”. Qual foi sua reaçăo ao tomar conhecimento do incêndio?

Soube pela imprensa que o museu havia incendiado e reagi com estupefaçăo.

Na Unesco, Ieng Srong, chefe da Seçăo de Patrimônio Mobiliário da organizaçăo, disse considerar a perda a pior desde os estragos produzidos pela guerra da Síria à cidade histórica de Palmira. Qual sua avaliaçăo?

Faço a mesma análise. Mas para mim a destruiçăo do Museu Nacional me evoca a destruiçăo de Berlim e do Museu de Berlim durante a 2.ª Guerra Mundial. Em Berlim, as circunstâncias foram radicalmente diferentes, mas em termos de perda podemos comparar. No caso do Rio, foi uma estupidez. É isso que me deixa indignado, porque é algo que poderia ter sido evitado.

O senhor considera a perda do crânio de Luzia como um exemplo maior do irreparável no incêndio do Museu do Rio?

Sim, porque esse era o mais antigo homo sapiens encontrado na América do Sul. Săo peças emblemáticas da história de um território, que contam o que aconteceu com a espécie, que contam a chegada do Homo sapiens na América do Sul. Esse era o traço da colonizaçăo do território pelo homem, um traço inestimável que simplesmente desapareceu.

A destruiçăo de um museu toca toda a comunidade, porque a perda de memória cria um impacto social, certo? É isso que explica a revolta dos brasileiros nesse momento?

É absolutamente isso. Eu estou muito revoltado pelos brasileiros, porque sei o tamanho do impacto cultural. É uma parte de sua memória que foi apagada. É como se sua casa pegasse fogo, e a história de sua família, em fotos, fosse perdida. É um pouco isso, mas na escala de um país. O prédio pode ser reconstruído, mas seu conteúdo năo será reconstruído como era.

Bruno David, presidente do Museu Nacional de História Natural de Paris (foto: AFP / PATRICK KOVARIK)

O senhor mencionou a questăo do investimento, ou da falta de investimento no museu, como origem da tragédia.

Eu năo sou brasileiro, e năo conheço as circunstâncias exatas. Mas busquei informaçőes e sei que os cortes orçamentários causaram uma tensăo no financiamento do museu, que estava sob alta pressăo. Mesmo os meios elementares de segurança do local năo foram garantidos. Quando chegamos a esse ponto, năo estamos ao abrigo de uma catástrofe.

A seu ver, o nível de investimento em cultura por parte de um país tem relaçăo com a apreciaçăo que a sociedade faz da cultura?

Completamente. A maneira como uma sociedade mergulha no seu passado, se interessa e aceita suas raízes, traduz-se pelos investimentos em cultura em geral. Isso depende das sociedades, do que consideramos cultura, se incluímos a história natural nesse critério – a meu ver, sim. Faz parte do patrimônio de um território. Para mim, o Museu Nacional de História Natural de Paris é tăo importante quanto o Louvre, em termos de patrimônio e de arquivo histórico. As informaçőes săo do jornal O Estado de S. Paulo.

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Fonte: Brasil

Aplicativo Signal sofre bloqueio após mudanças do Google e da Amazon

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O aplicativo de mensagens criptografadas Signal (um programa semelhante ao WhatsApp) está indisponível no Egito, no Omã, no Catar e nos Emirados Árabes Unidos depois que o Google e a Amazon realizaram mudanças técnicas impedindo o uso de um truque chamado de “domain fronting”. A prática permitia que o Signal disfarçasse as conexões ao app de acessos ao Google.com, burlando a censura que esses países impuseram ao aplicativo. A informação é da Open Whisper Systems, desenvolvedora do Signal.

Como muitos aplicativos, o Signal utiliza infraestrutura de “computação em nuvem” de provedores como o Google e Amazon. Esses serviços são notórios por sua flexibilidade e elasticidade, o que dificulta o trabalho de censores. Não é possível bloquear apenas um endereço de internet (endereço IP) para impedir o acesso ao serviço, porque os endereços IP mudam constantemente conforme a “nuvem” de computadores aloca recursos de processamento.

Isso obriga os censores a bloquearem conexões com base no domínio (o “nome” do endereço, como “g1.com.br”). Mas, por uma característica desses serviços, era possível fazer com que uma solicitação fosse aparentemente direcionada a um cliente, mas acabasse processada por outro. Era assim que o Signal disfarçava suas conexões de acessos ao “google.com”, que não é bloqueado nesses países.

Isso é possível porque o destino da conexão é especificado duas vezes. Uma delas aparece na conexão e pode ser lida pelos censores. A outra é criptografada e só é processada pelo provedor de serviço em nuvem. Enquanto o destino visível era “google.com”, o destino criptografado, invisível para os censores, era o verdadeiro endereço do Signal.

O único país que já bloqueava o Signal era o Irã. Por causa das sanções comerciais aplicadas pelos Estados Unidos, o Google bloqueia todos os acessos do país ao seu serviço de busca, o que impedia a técnica de funcionar. Houve pressão para que o Google permitisse o acesso, mas o resultado foi o oposto: a empresa adotou medidas para impedir a prática como um todo, inviabilizando seu uso pelo Signal no mês passado.

Quando o Signal migrou para a Amazon para repetir a mesma prática, a empresa recebeu um aviso de que o serviço seria cancelado se o aplicativo viesse mesmo a adotar esse truque. A empresa alegou que se passar por outros endereços é uma prática proibida pelos termos de serviço.

Técnica pode ser usada em roubo de dados
A técnica de “domain fronting”, embora seja capaz de burlar censura, também complica o trabalho de ferramentas de proteção de rede. Hackers já utilizaram o recurso para disfarçar as transmissões de dados roubados de computadores. Dessa forma, o sistemas de segurança não conseguem detectar e alertar sobre essas conexões irregulares.

Se o Google e a Amazon continuassem permitindo o uso dessa técnica, os provedores corriam o risco de serem coniventes com práticas sofisticadas para o roubo de informações.

O Signal usava a técnica desde 2016.

Tecnologia do Signal foi adaptada no WhatsApp
O Signal é um aplicativo de comunicação que adota criptografia para resguardar o sigilo das comunicações. É considerado o aplicativo mais seguro para esse fim entre os disponíveis do mercado. A tecnologia do Signal foi usada de base para a criptografia que hoje existe no WhatsApp, o aplicativo de mensagens que foi adquirido pelo Facebook em 2014.

Assim como o WhatsApp, a criptografia do Signal é um empecilho para as autoridades judiciárias e policiais, já que não é possível monitorar a comunicação de um utilizador por meio de grampos na conexão e os dados das mensagens também não podem ser fornecidos pela Open Whisper Systems, já que a companhia não dispõe das chaves criptográficas para decifrar o conteúdo transmitido. É por isso que alguns países decidem bloquear o aplicativo, assim como o WhatsApp já foi bloqueado no Brasil.

Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

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Fonte: G1 > Tecnologia e Games

Trump recupera otimismo sobre desnuclearização da Coreia do Norte

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(foto: AFP / Nicholas Kamm)

Fargo, Estados Unidos

-A diplomacia por correspondência continua entre Donald Trump e Kim Jong Un: o presidente americano, que espera uma nova carta do líder norte-coreano, exibiu nesta sexta-feira um renovado otimismo sobre a desnuclearizaçăo da Coreia do Norte. 

“Sei que receberei uma carta, uma carta pessoal de Kim Jong Un para mim, que foi entregue na fronteira” entre a Coreia do Norte e a Coreia do Sul na quinta-feira, disse o presidente a jornalistas durante um voo no aviăo presidencial entre Montana e Dakota do Norte. 

“Penso que será uma carta positiva”, acrescentou.

O presidente se referiu também ao comentário de Kim que se tornou público através de um emissário da Coreia do Sul na quinta-feira, em que o norte-coreano reiterou seu compromisso de avançar na desnuclearizaçăo da península e ratificou sua “confiança inalterada” no presidente americano. 

“O que disse sobre mim foi uma declaraçăo muito positiva”, indicou Trump. “Nunca houve uma declaraçăo tăo positiva”. 

Os dois líderes já trocaram várias cartas. A última, escrita por Trump, foi entregue por uma delegaçăo americana ao ministro das Relaçőes Exteriores da Coreia do Norte, Ri Yong Ho, no início de agosto em Singapura, à margem de uma reuniăo ministerial.

Anteriormente, uma missiva do líder norte-coreano a Trump ajudou a voltar a encaminhar sua histórica cúpula de 12 de junho, depois de que Donald Trump a cancelou.

Esta nova troca de correspondências permitirá também relançar as negociaçőes sobre a desnuclearizaçăo, que se encontram em ponto morto desde aquela reuniăo?

Embora a relaçăo parecesse ter ficado congelada desde que Trump suspendeu uma viagem do secretário de Estado americano, Mike Pompeo, a Pyongyang no fim de agosto pela falta de progresso no desarmamento nuclear da Coreia do Norte, o diálogo parece voltar a se concretizar.

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Fonte: Mundo

Criança de três anos que sobreviveu sozinha 5 dias comendo bolachas terá acompanhamento

Após os pais de um menino de três anos serem presos por tráfico de drogas, o garotinho ficou cinco dias abandonado dentro de uma casa de madeira em Praia Grande, no litoral de São Paulo. A criança, que foi encontrada sozinha na última sexta-feira (6) por policiais militares após denúncias, receberá acompanhamento psicológico. Ele vivia em um ambiente com comida estragada e insetos.

Conselheira tutelar responsável pelo primeiro contato com o menino, Karla Abreu disse ao G1 que ficou surpresa com a aparente calma do menino, mesmo nas condições precárias em que ele foi encontrado.

“Chamou a atenção uma aparente calma da criança. Não sei se por ele já conviver neste tipo de ambiente, mas é claro que sempre existe algum tipo de consequência, por isso é necessário um acompanhamento técnico que ele já está recebendo”, disse Karla.

O imóvel, que fica na rua Senador Azevedo Júnior, no bairro Sítio do Campo, estava trancado com uma corrente, e a criança dormindo em uma cama.

Vídeos e fotos feitos no local mostram o ambiente sujo, com fezes e urina. Havia também comida estragada no fogão e uma geladeira cheia de insetos. Um vizinho chegou a dar bolacha ao garoto pela fresta da porta.

Segundo a Polícia Civil, a mãe do garoto foi identificada como Ana Paula Reis de Sá Alfetro, de 32 anos. Ela foi presa com 17 porções de cocaína. O pai havia sido detido dias antes da mãe, também foi tráfico de drogas. Nenhum deles, no entanto, informou nos respectivos flagrantes, que tinham um filho ou se ele estava com alguém.

Seleção para 300 vagas de emprego

 Novas oportunidades surgem para os cariocas voltarem ao mercado de trabalho. Depois de encaminhar na sexta-feira 900 candidatos para emprego no setor privado em feirão no Engenho de Dentro, a Comunidade Católica Gerando Vidas vai selecionar mais 300 pessoas na próxima terça-feira, desta vez no bairro do Maracanã.

 

 

O próximo evento, que acontecerá na Rua Morais e Silva 94, deve receber grande número de interessados, que necessitam ter Ensino Médio completo. As vagas são para os setores de comércio e serviços. É só levar currículo atualizado a partir das 10h para se inscrever.

900 NO ENGENHÃO

Com cerca de 15 voluntários presentes, o evento de ontem no Engenho de Dentro encaminhou 900 candidatos a 14 empresas que a Comunidade Católica conseguiu contato.

“Inicialmente, íamos atender 600 pessoas, mas não podíamos deixar os demais ali esperando a toa na fila”, disse Paulo Macedo, 49, que ajuda nos balcões de emprego da igreja no Rio há 22 anos.

Um dos que mais ficou na espera foi Gláucio, 34, que chegou à Praça do Trem às 21h de quinta-feira. Ele procura emprego há dois anos e meio como operador de empilhadeira. Foi o primeiro da fila a ser atendido, após dormir no espaço aberto para conseguir uma vaga. Gláucio é exemplo dos mais de 3 milhões de brasileiros sem emprego há mais de dois anos, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Setembro Amarelo: como perceber e ajudar quem está falando em suicídio

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), 800 mil pessoas tiram a própria vida por ano no mundo. Só no Distrito Federal, o número de óbitos pelo ato cresceu 56,96% entre 2001 e 2013, quando foram registradas 124 mortes. A estatística vem crescendo a galope, com aumento principalmente entre jovens — o total de suicídios de brasileiros entre 15 e 29 anos cresceu quase 10% entre 2012 e 2017, segundo o Mapa da Violência do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

“Notamos ainda um aumento considerável, no país e no mundo, do comportamento suicida entre jovens e adolescentes, com motivações complexas, podendo incluir humor depressivo, uso de substâncias psicoativas, rejeição familiar, negligência, entre outros. É uma emergência médica”, afirma o psiquiatra Antônio Geraldo, coordenador da campanha Setembro Amarelo, que propõe a discussão, durante o mês, de como prevenir o ato. De acordo com especialistas, é possível evitá-lo cerca de 90% das vezes.

 

 

Ainda de acordo com a OMS, mais de 95% dos casos de suicídio estão associados a distúrbios mentais — 36% tem transtornos de humor, como depressão, e 15% dos pacientes de transtorno bipolar se matam —, e muitos deles não são diagnosticados ou tratados de forma adequada. Cerca de 60% nunca se consultou com um profissional de saúde mental.

Um estudo realizado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) afirma ainda que um em cada cinco pacientes que tentaram suicídio passaram por uma consulta médica um mês antes do episódio. “Muitas vezes, quem está em contato com esse paciente é o clínico geral, ou o ginecologista, o cardiologista. Por isso, é preciso fortalecer as discussões sobre o ato e vencer esse tabu em todas as esferas sociais: profissionais de saúde à sociedade em geral, incluindo familiares e amigos, também podem ter papel fundamental no acolhimento e na prevenção do problema”, conta Eurico Correia, diretor médico da Pfizer. Junto ao Centro de Valorização da Vida (CVV), a instituição faz campanha para os pacientes falarem sobre seus sentimentos.

Os sinais e como ajudar
Segundo Leila, voluntária do CVV e porta-voz do grupo em Brasília, ainda existe um tabu muito grande ao falar sobre suicídio: a pessoa não se sente confortável para conversar, teme ser julgada, recriminada ou que a família ache “mimimi”.

Normalmente não se fala sobre suicídio por simplesmente não saber como levantar o assunto sem assustar o interlocutor. “Quem está próximo deve ficar atento se a pessoa está se isolando, se tem algum comportamento diferente, apresenta problemas com a alimentação e deixa de comparecer a atividades sociais que gostava. São pequenos sinais, não necessariamente vão levar à morte, mas indicam que a pessoa precisa de ajuda e não sabe como pedir”, explica Leila.

A analogia utilizada pela voluntária do CVV é de que uma pessoa pensando em se matar é como uma panela de pressão. Sofre pressões externas (a família não a entende, o estresse do trabalho, dívidas) e internas (sentimento de não pertencer, se menosprezar, não se achar importante), todas ao mesmo tempo. Conversar com honestidade sobre as emoções seria o equivalente a tirar a pressão da panela, evitando sua explosão.

“É preciso conversar abertamente, dialogar, falar sobre as emoções de forma segura, sem ameaça. Outra dica é garantir o sigilo: é preciso poder falar sem ter medo de a notícia se espalhar. E jamais reprimir. Nossa tendência neste mundo corrido é, quando alguém começa a expor seus problemas, logo dizemos que a pessoa tem tudo ou começamos a falar sobre nós mesmo, impedindo o outro de se expressar”, conta Leila. É preciso ouvir sem bloquear, sem julgar, com empatia e mostrando solidariedade, acompanhando de verdade. “Às vezes alguém revela que está muito mal e a gente se assusta”, completa.

A ajuda médica também é importante, mas o ideal é não ser imposta. O paciente deve entender que precisa de atendimento especializado e, para isso, a família e amigos podem sugerir procurar um profissional e seguir o tratamento à risca.

“O CVV funciona como um pronto socorro emocional para quando a pessoa não tem a quem recorrer, com quem conversar. Esperamos fortalecer cada um por meio da fala, sem aconselhar, mas escutando com respeito, aceitação, compreensão e confiança”, explica a voluntária.

O CVV
O Centro de Valorização da Vida presta apoio emocional gratuitamente 24 horas por dia, de forma anônima e sigilosa. Os atendimentos podem ser feitos por telefone, e-mail, Skype, chat, ou pessoalmente. Em Brasília, o posto de atendimento funciona no Setor de Rádio e TV Norte Quadra 702, Edifício Brasília Rádio Center, sobreloja 5. O atendimento é feito gratuitamente pelo telefone 188.

Filho posta foto de Bolsonaro em primeira sessão de fisioterapia

O deputado estadual Flávio Bolsonaro (PSL- RJ), filho do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), visitou o pai no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, no fim da manhã deste sábado (8/9). Nas redes sociais, o parlamentar do Rio de Janeiro afirmou que Bolsonaro está bem e até postou uma foto do candidato à Presidência da República em sua primeira sessão de fisioterapia na unidade de saúde.

Flavio Bolsonaro 177 Senador_RJ

@FlavioBolsonaro

Meu pai segue evoluindo e começou agora a fisioterapia.
Muito obrigado a todos pela força e pelas orações!
Pessoal do Rio de Janeiro, amanhã (domingo), às 11:00, no posto 6, tem ato pela vida de Bolsonaro, em Copacabana.
Em breve mais detalhes, tá ok?!

Flávio Bolsonaro ainda agradeceu o apoio dos eleitores do pai: “Muito obrigado a todos pela força e pelas orações!”. Neste domingo (9), de acordo com o deputado estadual, haverá uma manifestação, no Rio de Janeiro.

Boletim médico
O Hospital Albert Einstein divulgou, por volta das 10h da manhã deste sábado (8/9), o último boletim médico do candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL). Segundo a unidade de saúde, ele “mantém-se consciente e em boas condições clínicas”.

De acordo com a equipe médica, o paciente permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) “sem nenhuma intercorrência nas últimas 24 horas”. “Os exames de imagem e laboratoriais realizados durante avaliação médica mostraram resultados estáveis. Encontra-se em boas condições cardiovascular e pulmonar, sem febre ou outros sinais de infecção. Mantém jejum oral, recebendo nutrientes por via endovenosa”, completou a unidade de saúde.

O presidenciável está em tratamento clínico, “com boa evolução, sem necessidade de procedimento no momento”. O hospital garante ainda que nesta tarde Jair Bolsonaro será movimentado do leito para a poltrona do quarto.

Ataque
Bolsonaro foi esfaqueado na última quinta-feira (6), em um evento de campanha. O agressor confesso de Bolsonaro é o pedreiro Adélio Bispo de Oliveira, de 40 anos. Ele foi detido rapidamente pela polícia mineira e alegou ter “cumprido ordem de Deus”. Na manhã deste sábado (8), o militante do PSol foi transferido para um presídio de segurança máxima de Campo Grande (MS).

Os advogados de defesa do acusado descartam o envolvimento de mais pessoas no ataque ao candidato do PSL. No entanto, em entrevista na sexta-feira (7), o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, afirmou que a Polícia Federal investiga outras duas pessoas que teriam participado do atentado.

Ao ser questionado sobre uma possível motivação política para cometer o crime, ele se classificou como uma pessoa “de esquerda moderada” e disse que Bolsonaro defende ideias de extrema direita. O acusado afirmou ainda que o presidenciável apoia o extermínio de homossexuais, negros, pobres e índios, posição da qual discorda radicalmente.

 

Twitter libera transmissões ao vivo só de áudio no próprio app e no Periscope

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O Twitter vai ficar um pouco mais parecido com rádio. A rede social começou a liberar nesta sexta-feira uma função para fazer transmissões ao vivo só de áudio em seu app e também no do Periscope. O novo recurso está, por ora, limitado às versões para iPhone, e ainda não há notícias sobre Android.

Ao fazer uma transmissão ao vivo de áudio, o usuário tem acesso aos mesmos conjuntos de dados e ferramentas de monitoramento que teria se fizesse algo com vídeo.

O novo recurso deve ser útil para fazer transmissões em locais em que a conexão não é tão boa ou em momentos em que é melhor não deixar o celular tão à mostra. Podcasts também podem se beneficiar com a nova ferramenta, caso queiram fazer algo ao vivo.

A nova função do Twitter começou a ser disponibilizada hoje aos usuários de iPhones, e deve levar algum tempo até chegar a todos. No Android, não há datas confirmadas, mas a expectativa é de que uma atualização com o recurso não demore para chegar.



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Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Boletos falsos e golpe no Mercado Livre: pacotão de segurança

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Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados etc.) vá até o fim da reportagem e utilize o espaço de comentários ou envie um e-mail para g1seguranca@globomail.com. A coluna responde perguntas deixadas por leitores no pacotão, às quintas-feiras.

>>> Boleto falso 1
Recebi no mês de abril uma fatura da NET no valor de R$ 390,90, sendo que nunca fui assinante da mesma. Porém os meus dados constavam da mesma forma e o boleto foi encaminhado diretamente ao meu e-mail pessoal. Fui analisar a minha caixa de mensagens e encontrei outro boleto, datado de junho do ano de 2017. Este no valor de R$ 310, Banco Itaú, e-mail diferente do atual, que também é de banco diferente, do Banco Bradesco.

Não sou e nunca fui Cliente da NET. Mas fui cliente da Claro HDTV e Plano Controle, e ela é parceira da NET e Embratel. Se for provado o vazamento de dados, posso entrar com ação na Justiça?

Desde já, Obrigado.
Luiz Paulo

Luiz, embora a lei brasileira tenha alguns dispositivos de proteção de privacidade, não existem regras claras sobre o tratamento de informações. Em outras palavras, não existem normas sobre como os dados devem ser armazenados ou com quem eles podem ser compartilhados. Além disso, os contratos de prestação de serviço costumam ter dispositivos que permitem à empresa compartilhar suas informações. No caso de empresas do mesmo grupo (a NET não é apenas parceira da Claro, ela é uma subsidiária), seria ainda mais difícil argumentar que houve alguma infração.

Se existe um serviço assinado em seu nome de forma não solicitada, aí sim existe algo claramente ilícito. Mas há um porém: é possível que este boleto que você recebeu seja falso, ou seja, que o serviço não exista e que algum golpista simplesmente enviou o arquivo para o seu e-mail para que você pagasse. Se pagar, ótimo para o golpista; se não pagar, ele não perdeu nada.

Supondo que seus dados foram obtidos por criminosos, você ainda terá dificuldade para obter algum julgamento favorável na Justiça. Advogados ouvidos pelo blog Segurança Digital em temas envolvendo dados pessoais costumam dizer a mesma coisa: é preciso provar um dano (prejuízo) e também conectar esse prejuízo à fonte das informações.

No seu caso, você teria dificuldade nos dois casos. Como saber que os dados partiram mesmo da Claro? Os dados podem ter sido obtidos de outra fonte e os criminosos simplesmente enviaram um boleto da Claro para “tentar a sorte”. E qual seria o seu prejuízo se você nem mesmo pagou o boleto informado?

Vale lembrar que o grupo Claro já esteve envolvido em um . A Claro não quis conversar com o G1 para reconhecer (ou mesmo afastar) sua relação com a operadora do call center.

O que você pode é enviar uma denúncia ao , que vem acompanhando casos envolvendo dados pessoais. Se for fazer isso, lembre-se de incluir todos os detalhes, incluindo os boletos e e-mails recebidos.


Boleto falso confeccionado por golpistas usando o nome do MercadoPago. “Sacado”, que deveria conter nome do consumidor, tem apenas a informação do cedente. Este não é um boleto seguro de ser pago. (Foto: Reprodução)

>>> Boleto falso 2
Vi uma matéria antiga do G1 falando sobre fraude em boletos, aconteceu comigo essa semana
Fiz uma compra online, onde o vendedor se identificava como uma coisa, e na realidade era outra, fiz o pagamento e agora descobri que foi uma fraude.
Como posso fazer sobre esse assunto?
Segue anexo boleto (foto) e pagamento para melhor entendimento
Devo procurar a polícia e o Procon?
Mariana

Mariana, a imagem que você enviou é de um boleto do serviço “Mercado Pago”, utilizado no site de comércio eletrônico Mercado Livre. Esse boleto é falso: no Comprovante de Pagamento que você enviou (a coluna não publicará o comprovante), o nome do benefício/cedente é totalmente diferente do nome “Cedente” informado no boleto. Pior ainda: na informação de “Sacado”, onde devia constar as suas informações (endereço, CPF e nome completo), consta novamente o nome do Mercado Livre!

Este boleto falso é uma falsificação grosseira. Muitas das fraudes de boleto falso são bem mais sofisticadas e difíceis de serem reconhecidas.

Você pode e deve procurar a polícia, mas a chance de restituição é baixa, já que nenhum dos bancos, e muito menos o Mercado Livre, tem qualquer responsabilidade nesta fraude. Você pagou um boleto falso e simplesmente “entregou” o dinheiro na mão dos bandidos. Porém, a denúncia é importante para que a polícia tenha informações sobre essa fraude e possa localizar e prender os responsáveis.

Note que há casos antigos na Justiça em que o Mercado Livre foi condenado a restituir as perdas. Porém, os procedimentos e o contrato do Mercado Livre mudaram desde então, o que pode (e deve, se a Justiça fizer o certo) invalidar esses precedentes.

Você não contou como a fraude aconteceu, mas há casos em que vendedores ou compradores em sites como o Mercado Livre sugerem concluir uma negociação por WhatsApp ou e-mail, fora dos canais oficiais da página. Quando o golpista tira você dos canais oficiais, ele envia documentos falsos (seja um boleto falso ou um comprovante de pagamento falso, no caso de fraudes contra vendedores). Para tornar a fraude mais atraente, o golpista fornece descontos (para a venda) ou pagamentos elevados (em compras).

Se esse vendedor lhe ofereceu descontos para uma compra “por fora”, então você caiu exatamente nesse golpe.

Você jamais deve aceitar concluir uma negociação fora dos canais oficiais oferecidos. Se o fizer, vai correr um altíssimo risco de fraude, inclusive porque a maioria dos vendedores ou compradores honestos jamais aceita ou sugere sair dos meios oficiais de negociação, pois isso é proibido pelo contrato e pode acarretar na expulsão do utilizador.

O pacotão da coluna Segurança Digital vai ficando por aqui. Não se esqueça de deixar sua dúvida na área de comentários, logo abaixo, ou enviar um e-mail para g1seguranca@globomail.com. Você também pode seguir a coluna no Twitter em @g1seguranca. Até a próxima!

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Fonte: G1 > Tecnologia e Games