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Chico Leite: "Quero levar transparência no serviço público ao Senado"

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(foto: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)

Chico Leite (Rede) é deputado distrital desde 2002 e, em 2010, foi o parlamentar mais bem votado da Câmara Legislativa. O procurador de Justiça licenciado entrou na política pelo PT e, em 2015, trocou a sigla pelo partido de Marina Silva. O candidato ao Senado terá como primeiro suplente o empresário Álvaro Silveira Júnior (PSB). Veja a entrevista:

 

Qual é a sua bandeira?

Causas, no plural. Aquelas pelas quais trabalho há 29 anos, como promotor de justiça e parlamentar e, agora, quero levar ao Senado: ética e transparência no serviço público, combate à corrupçăo e o cuidado com a nossa cidade.

Numa palavra, Chico Leite é o candidato de quê?

Uma expressăo, se puder: a política como serviço à sociedade, e năo para se servir, fazendo dela uma forma de ascensăo econômica e social ou um balcăo de negócios.

O que significa ser um representante do Ministério Público no Congresso?

O membro de uma instituiçăo que tem contribuído para melhorar o país, dedicando a experiência no trato com leis e na defesa de direitos, em um momento em que o Congresso vai debater sobre reformas que influenciarăo diretamente a vida de todos.

Como foi o processo de escolha de seus suplentes?

Acompanhei com muita responsabilidade a escolha dos suplentes. Compreendo que apresentamos ao eleitor uma chapa que precisa carregar a marca da harmonia e da complementariedade. Alvaro Jr (PSB), ex-presidente da CDL, é líder no setor produtivo, e traz a preocupaçăo com a geraçăo de trabalho e renda e a proteçăo ao nosso empreendedor contra a guerra fiscal. Djacyr Arruda (PDT), procurador do DF, ex-controlador-geral do GDF, agrega conhecimento e prática na missăo de fiscalizaçăo dos gastos públicos, para garantir que o dinheiro dos impostos tăo altos que pagamos chegue à populaçăo, melhorando a qualidade de vida, e năo seja desviado para o bolso de corruptos.

Pretende se licenciar para que seu suplente assuma?

Quem é eleito precisa cumprir os compromissos que assumiu com quem lhe confiou o voto, e năo se tornar empregado do poder que deveria fiscalizar ou tratar o cargo como instrumento de barganha.

Entre os demais candidatos ao Senado, com quem você se identifica, para o segundo voto do eleitor?

Minha parceira na caminhada ao Senado é a Leila, do Vôlei.

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Fonte: Cidades

Elon Musk fuma maconha em entrevista e faz ações da Tesla caírem

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Quem acompanha o mercado de tecnologia de perto sabe que Elon Musk é uma figura polêmica. Além de criar projetos mirabolantes (ele é fundador e CEO da SpaceX e da Tesla), o bilionário chama a atenção também por seu comportamento controverso. Exemplos não faltam para ilustrar esta afirmação.

Dois meses atrás, Musk acusou de pedófilo um dos mergulhadores que trabalharam no resgate dos meninos tailandeses presos em uma caverna. Criticado, chegou a pedir desculpas e, nesta semana, voltou a atacar o homem com a mesma acusação. Ontem, Musk protagonizou mais uma cena questionável.

Em uma entrevista ao vivo no YouTube, o entusiasta da tecnologia revelou o plano de construir um avião elétrico, falou do uso de combustíveis fósseis e… fumou um cigarro de maconha. Tamanho desprendimento não pegou bem. Horas depois, dois executivos do alto escalão da Tesla se demitiram. Hoje, as ações da companhia tiveram queda de mais de 6%, indicando insatisfação dos acionistas com as atitudes do empresário. Às 18h pelo horário de Brasília, os papeis eram cotados a US$ 264.

Dave Morton, até então chefe da área de Recursos Humanos, é um dos executivos que deixaram a Tesla. Ao jornal The Guardian, ele conta que ingressou na empresa há apenas um mês e atribuiu sua passagem relâmpago ao nível excessivo de atenção pública acerca da empresa.

Recentemente, Elon Musk já havia mexido com os ânimos dos acionistas com a publicação de um tweet no qual cogitava fechar o capital da Tesla e comprar cada ação por US$ 420.

Veja a entrevista em que Elon Musk fuma um cigarro de maconha:

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Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Réu por estelionatos, recém-nomeado vice do Detran se filmou a 96 km/h

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(foto: Reproduçăo/Facebook )

 

Em uma rodovia, um motorista filma o painel da própria Mercedes a 96 km/h, em meio à trilha da eletrônica e dançante “The Main Room Party” que toca no rádio. “Ah, seria na Imigrantes, e o limite lá é de 100 km/h”, diz à reportagem o condutor. Além de cometer irregularidades no trânsito, ele também acumula duas pendências com a Justiça Criminal. Em ambas, acusado pelo Ministério Público de estelionato.

Este é o recém-nomeado vice-presidente do Detran de Săo Paulo, pelo governador Márcio França nesta quarta-feira, 5. Após contato da reportagem, o governo afirmou que irá tornar o ato sem efeito.

Além do vídeo em que filma o painel de seu veículo de luxo a toda velocidade, Carlos Augusto Galier a expőe de outros ângulos em suas redes sociais. “Mas isso foi em 2015, tem mais de dois anos”, justifica sobre a infraçăo considerada gravíssima pelo órgăo para o qual foi nomeado.

Ele diz ter sido indicado ao cargo por “mérito”. “A gente tem o merecimento, entendeu? E, como estava muito afastado para mim, onde eu estava trabalhando, em Ibiúna, onde tenho casa e escritório de advocacia, para mim fica mais viável em Săo Paulo. O que deu para encaixar foi isso daí”.

No Instagram e no Facebook, Galier também mostra fotos com amigos – entre eles, um ex-BBB -, em festas, baladas e na academia, onde exibe os braços tatuados.

Foi malhando os músculos que Galier se envolveu, em uma de suas ocorrências policiais, registrada no 1º DP de Taboăo da Serra, na Grande Săo Paulo. À época, em 2016, era delegado do Procon em Ibiúna, interior de Săo Paulo.

A suposta vítima, Maurício Tadeu Sales, disse ter ouvido um boato na academia que frequentava segundo o qual estava na mira da Polícia por fraude ao seguro. Ele diz que pediu a Galier, que teria se apresentado como delegado, para que averiguasse sua situaçăo. De acordo com Sales, causava temor o fato de que fora indenizado pelo seguro após registrar Boletim de Ocorrência pelo roubo de seu antigo automóvel.

Segundo Sales, o recém-nomeado vice do Detran teria dito a ele que, de fato, era investigado, porque a polícia tinha em sua posse dois CDs nos quais continham imagens que provavam que seu carro năo estava no local do suposto roubo.

Por motivo que năo quis esmiuçar às autoridades, Sales disse ter topado uma exigência de Galier para fazer “morrer” a investigaçăo: pagar R$ 25 mil a dois policiais.

A suposta vítima diz ter dirigido até a delegacia junto de “Caca”, como era apelidado Galier, e que o recém-nomeado do Detran entrou no local e voltou com uma foto sua e o número do Boletim de Ocorrência afirmando que a investigaçăo, de fato existia. A foto de Galier ficou registrada na portaria do DP.

Nas investigaçőes, constam, além dos saques e de imagens de Galier na delegacia, um áudio em que uma voz atribuída a ele pelo Ministério Público e pela Polícia, fala sobre os valores com Sales. Já o recém-nomeado vice do Detran afirmou à Polícia que emprestou dinheiro a Sales e que queria recebê-lo de volta.

Ele disse que “pelo fato de Maurício acreditar que policiais estariam cobrando alguma quantia para deixar de dar continuidade e algum procedimento, viu ali a oportunidade de reaver os valores outrora emprestados para Sales e alimentou a história que este acreditava.

Ainda afirmou às autoridades que “deixou a entender que estavam pedindo dinheiro em troca de benefícios, se deu conta da besteira que fez, mas năo tinha como voltar atrás”.

Para o Ministério Público, em denúncia oferecida em junho de 2016, Carlos Augusto Galier “indiretamente confessou os fatos imputados, posto que, afirmou que jamais se apresentou como delegado e jamais pegou qualquer quantia em dinheiro da vítima”. O processo está em fase de alegaçőes finais.

À reportagem, Galier nega a acusaçăo. “Esse é uma pessoa que năo tem prova nenhuma. É uma coisa que é a palavra dele. Como a gente é meio político, as pessoas querem aparecer e envolver as pessoas para ficar famosas, entendeu?”

Em outra açăo, o recém-nomeado vice do Detran é acusado de tomar R$ 20 mil de um casal. Segundo a Promotoria, ele “se apresentou a Maria Nazaré dizendo-se advogado, e ela e seu marido acabaram contratando-o para, em nome deles, renegociar uma dívida”. “Pagaram inicialmente a ele R$ 5 mil em espécie”. No cadastro da OAB, ele consta como estagiário.

“Posteriormente, o denunciado disse-lhes que renegociara a dívida com o credor, de modo que eles deveriam pagá-la em quatro prestaçőes de R$ 5 mil cada uma, mediante depósitos bancários em favor de Leandro Santos Rosa”, diz o MP.

Segundo a Promotoria, antes do “quarto depósito, o advogado do credor ligou para Maria Nazaré cobrando-lhe a dívida; entăo, ela e o marido descobriram que tinham sido vítimas de um golpe”.

“Esse casal aí foi uma coisa que eu conheço a pessoa há 20 anos e ele tinha pedido uma coisa emprestada pra mim e năo comunicou a esposa dele. A esposa dele năo sabia o que tinha acontecido e de onde que ele tirou o dinheiro para me pagar. Temos total certeza da absolviçăo em relaçăo a isso”.

A Secretaria de Estado do Planejamento e Gestăo Pública do governo paulista informa que “Carlos Augusto Galier năo possui nenhuma condenaçăo definitiva, o que o faz apto para exercer a funçăo nomeada, e atende à emenda à Constituiçăo do Estado de Săo Paulo, que proíbe a nomeaçăo em cargos públicos, conforme determina a lei”.

“Responder inquéritos ou processos năo pressupőe que qualquer pessoa é culpada, antes do devido julgamento. O cargo estava vago há tempos e foi preenchido de acordo com a Lei”.

“Entretanto, o fato de fazer vídeo, e publicá-lo como exemplo, assim como mencionado na matéria, em que ele dirige, utilizando concomitantemente o celular, e fala para rede social, é absolutamente inadequado e incompatível com a postura esperada para um dirigente do Detran-SP, que por ser uma instituiçăo de Fiscalizaçăo e Controle de Trânsito, deve ter dirigentes que demonstrem o exemplo de sua própria conduta, o comportamento ideal de quem fiscaliza”.

“Diante disso, para que sirva de exemplo a todos que săo servidores públicos, em especial de quem tem a tarefa de comando, determinou o secretário da referida secretaria responsável pela nomeaçăo, a imediata (7/9/18), publicaçăo de insubsistência da nomeaçăo, ou seja, revogando a nomeaçăo do diretor Vice-Presidente do Detran-SP de dois dias atrás”.

“Năo temos e năo teremos nenhum compromisso com erros e reafirmamos compromisso com a qualidade do bom serviço público, prestado pela esmagadora maioria dos servidores públicos”.

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Fonte: Brasil

Intel está corrigindo novas versões da falha Spectre, diz site

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A Heise, uma respeitada publicação de tecnologia da Alemanha, publicou uma reportagem afirmando que a Intel estaria trabalhando para corrigir uma nova onda de oito falhas do tipo Spectre. Chamadas de Spectre-NG (“Spectre Nova Geração”), as falhas estariam ligadas à metodologia da Spectre original, mas com impacto ainda mais grave para as chamadas “máquinas virtuais”, o que afeta gravemente o mercado empresarial.

Além dos produtos da Intel, processadores do tipo ARM (que são fabricados por empresas como Apple, Qualcomm, MediaTek, Nvidia e outras) também estariam vulneráveis, mas não há informação exata fabricantes e modelos. Também não há informação sobre os chips da AMD, que é concorrente da Intel. No mercado de notebooks, servidores e PCs, a Intel tem mais de 70% do mercado. A empresa não confirmou e nem negou a existência dos novos problemas.

As falhas Spectre e Meltdown balançaram os fabricantes de processadores quando foram reveladas em janeiro. As falhas existem em uma otimização estrutural do funcionamento dos chips. Por causa disso, as correções dos problemas — especialmente o Meltdown, que afeta praticamente apenas a Intel –, acarretaram em perdas de desempenho.

Um hacker pode utilizar essas vulnerabilidades para ler o conteúdo da memória de outros programas em execução no computador. Isso significa que a falha não pode ser usada para invadir um sistema — porque o hacker já precisa estar “dentro” do sistema antes de usar essas falhas –, mas ela pode ser usada para obter dados sensíveis aos quais o invasor não teria acesso.

As vulnerabilidades são uma preocupação ainda maior para os prestadores de serviços de processamento de dados e datacenter, como a Amazon Web Services e a nuvem do Google. Essas empresas utilizam o isolamento fornecido pelo processador para atender diversos clientes em um único computador. Um hacker poderia simplesmente se passar pro cliente para obter acesso ao computador e usar as falhas para roubar os dados dos demais clientes.

De acordo com a Heise, é exatamente nesse cenário que as falhas da Spectre-NG são mais perigosas. Diferente da Meltdown, a falha Spectre original era notória por ser bem difícil de explorar, o que tem mantido alguns ataques mais graves na teoria.

Ainda não se sabe se a correção das falhas Spectre-NG trará novos prejuízos ao desempenho dos processadores. Uma das oito falhas teria sido descoberta pelo Google, por meio da iniciativa Projeto Zero. Mas os demais pesquisadores e empresas envolvidas não foram divulgados pela Heise. Ainda conforme a publicação, parte das atualizações deve ser lançada ainda em maio, com  restante agendado para agosto.

Imagem: O fantasma da Spectre, símbolo escolhido porque a falha ‘vai nos assombrar por muito tempo’. (Foto: Natascha Eibl/Domínio Público)

Nova fronteira
As falhas Spectre e Meltdown existem na forma que processadores otimizam o acesso a dados. Embora os dados em si jamais sejam vazados aos aplicativos, os especialistas em segurança descobriram ser possível tirar proveito do cache — uma memória ultrarrápida e temporária do processador — para ler dados de outros programas de maneira indireta.

SAIBA MAIS

A descoberta dessas falhas representou não apenas um novo ataque, mas um novo método de abordagem para ataques, como uma “nova fronteira” para pesquisadores e hackers. Por esse motivo, a descoberta de novas falhas parecidas já era esperada por especialistas.

Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

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Fonte: G1 > Tecnologia e Games

Fortnite esbarra na fragmentação do sistema em seu lançamento para Android

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Lançado no começo do mês passado para Android, Fortnite ainda não chegou a todos os dispositivos que rodam o sistema. E a culpa por isso é da fragmentação de software, conforme explicou a desenvolvedora Epic em um novo post em seu blog.

Segundo a empresa, o ecossistema do Android é bastante peculiar, a começar pelo hardware. Em termos de SoCs, os processadores, o mercado é dominado pela Qualcomm, cujos Snapdragons estão presentes em 71% dos aparelhos do mercado. Mas os outros 29% ficam divididos entre modelos com Exynos da Samsung, Kirins da Huawei e Helios da MediaTek. Em termos de CPU, a maioria usa núcleos ARM, mas há uma diferença crucial nas GPUs, que podem Adrenos (Qualcomm) ou Malis (os outros).

A diferença no hardware é acentuada pelo software. “Cada dispositivo vem com uma versão levemente diferente do Android, e a maioria das fabricantes customiza os recursos de escalonamento e gerenciamento de energia”, explica a Epic.

Além disso, “dispositivos que têm uma mesma GPU também vêm com diferentes versões de driver”. Ou seja, ainda que dois aparelhos de duas empresas diferentes tenham as mesmas especificações, os modelos são diferentes por dentro — e um jogo que funciona em um pode não funcionar no outro.

Foi preciso adaptar Fortnite para cada cenário, portanto, e criar perfis de uso diferentes para combinações distintas de GPU e software. Assim, além dos tradicionais “Low”, “Mid”, “High” e “Epic”, a desenvolvedora criou outros automáticos com base no chip gráfico.

APIs e a questão da memória

A isso, ainda se somou a questão do suporte a APIs gráficas. Conforme explicou a Epic, para permitir que jogadores em um smartphone pudessem jogar contra alguém no PC ou em um console, era precisa renderizar objetos na mesma velocidade em todas as plataformas.

A API Vulkan, que é padrão no Android desde 2016, seria perfeita para isso. Mas nem todos os aparelhos a suportam até hoje. Foi preciso, então, adaptar o jogo e dar suporte para diferentes versões do OpenGL, que é mais usada e mais versátil, mas também mais simples.

Fora os dois pontos, a Epic ainda esbarrou nas limitações de memória. O sistema é programado para encerrar um aplicativo sempre que ele começa a ocupar muita RAM, mas o valor é diferente em cada aparelho. Como os desenvolvedores foram descobrir no meio do caminho, enquanto um Galaxy S8 deixa um app alocar até 3 dos seus 4 GB da memória antes de “matá-lo”, um Pixel 2 só libera 1,8 GB dos 3,6 totais. E isso para ficar só em dois exemplos.

Levando tudo isso em conta, o fato de ter conseguido disponibilizar Fortnite para tantos modelos diferentes e ainda permitir o cross-platform já é digno de nota. No mesmo post, a Epic fala que vai focar, por ora, em continuar otimizando o jogo para os aparelhos já suportados. Só depois de corrigir problemas neles é que a empresa vai lançar o game para outros dispositivos — então pode ser que ainda leve alguns dias para Fortnite chegar a novos smartphones.

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Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Ex-assessor de Trump condenado a 14 dias de prisão por mentir sobre Rússia

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Washington, Estados Unidos –George Papadopoulos, assessor de política externa da campanha eleitoral do presidente Donald Trump foi condenado a 14 dias de prisăo nesta sexta-feira, por mentir no âmbito de uma investigaçăo sobre uma possível interferência russa nas eleiçőes americanas. 

Papadopoulos “mentiu em uma investigaçăo que era importante para a segurança nacional”, disse o juiz federal Randolph Moss. 

“Em janeiro de 2017, cometi um erro terrível pelo qual paguei caro, estou envergonhado”, disse Papadopoulos no tribunal em Washignton. “Era jovem e ambicioso”. 

O juiz disse que levou em consideraçăo o “arrependimento genuíno” do acusado ao estabelecer uma sentença leve, que também inclui uma multa de 9.500 dólares, um ano de liberdade supervisionada e 200 horas de serviços comunitários.

Ao mentir para os investigadores, Papadopoulos fez “um exercício calculado de interesse próprio sobre o interesse nacional”, disse Moss. 

Papadopoulos cooperou por mais de um ano com a investigaçăo do promotor especial Robert Mueller sobre a interferência da Rússia nas eleiçőes presidenciais dos Estados Unidos em 2016 e o possível conluio com a campanha de Trump.

Ele afirmou que os principais membros da campanha de Trump lhe estimularam, em 2016, a criar laços com a Rússia, mesmo depois de ele ter dito que Moscou tinha e poderia compartilhar informaçőes comprometedoras sobre a rival de Trump, a democrata Hillary Clinton.  

Esses temas agora săo o centro da investigaçăo do procurador especial Robert Mueller, que ameaça cada vez mais pessoas do círculo próximo de Trump e o próprio presidente. 

Das 35 pessoas e entidades acusadas até agora, Papadopoulos é um dos cinco que admitiram a culpa e o segundo a ser condenado. 

– Professor misterioso –

Trump considera a investigaçăo de Mueller uma “caça às bruxas”, impulsionada por seus inimigos do Partido Democrata. 

O advogado de Papadopoulos, Tom Breen, disse que “o presidente dos Estados Unidos dificultou essa investigaçăo mais do que George Papadopoulos”. 

Natural de Chicago, Papadopoulos era um analista de petróleo com pouca experiência em Londres quando se juntou à campanha Trump, em março de 2016, como um dos poucos membros do conselho assessor de política externa e segurança nacional do futuro presidente. 

Em apenas algumas semanas, entrou em contato com um professor misterioso, Joseph Mifsud, que dizia ter laços com o Kremlin e que o apresentou a outros que, aparentemente, tinham contatos com o presidente Vladimir Putin, incluindo uma mulher que dizia ser sobrinha dele. 

Em março de 2016, em sua primeira reuniăo em Washington, Papadopoulos disse a Trump, ao entăo senador e agora procurador-geral Jeff Sessions e aos membros da equipe de segurança nacional que tinha conexőes em Londres que permitiriam uma reuniăo entre o candidato e Putin antes das eleiçőes de novembro. 

“Enquanto alguns na sala rejeitaram a oferta de George, Trump assentiu com a cabela e remeteu a questăo ao senhor Sessions, que pareceu gostar da ideia e disse que a campanha deveria analisá-la”, disse Papadopoulos na semana passada. 

Sessions afirmou que se opôs à ideia.

Em depoimento anterior à sentença, Papadopoulos admitiu ter mentido para o FBI em janeiro de 2017, mas disse que foi guiado pelo desejo de proteger sua carreira e por lealdade ingênua ao governo Trump. 

“Surpreendido por um interrogatório improvisado, Papadopoulos enganou os investigadores para salvar suas aspiraçőes profissionais e preservar uma lealdade talvez errada ao seu chefe”, disse o comunicado.

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Fonte: Mundo

Provedor que derrubou site nazista pode ser julgado por pirataria

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O provedor de distribuição de conteúdo CloudFlare pode ir a julgamento por pirataria nos Estados Unidos e um dos principais argumentos da ALS Scan, a produtora de conteúdo pornográfico que moveu a ação, envolve a derrubada de um site neonazista, o Daily Stormer. O site utilizava os serviços da CloudFlare, mas foi derrubado em agosto de 2017, algo muito incomum para a CloudFlare. O provedor costuma manter vários sites questionáveis entre seus clientes, inclusive os de pirataria, sob o argumento de que não hospeda o conteúdo.

A CloudFlare tentou alegar para o tribunal que o Daily Stormer não era relevante para o julgamento do júri e que, por envolver conteúdo neonazista, o caso teria um apelo emotivo indevido. O juiz George Wu, da corte californiana onde o processo tramita, negou o pedido da CloudFlare e a ALS Scan recebeu o sinal verde para usar o Daily Stormer em sua argumentação.

A CloudFlare é um provedor de serviços de internet que fornece proteção contra ataques de negação de serviço e serviços — ataques que tentam tirar um site do ar — e uma rede de distribuição de conteúdo (CDN). Uma CDN é formada por servidores distribuídos por todo o planeta para acelerar o acesso a páginas — acessar um servidor mais próximo é mais rápido do que acessar um servidor mais distante — e, para isso, esses servidores armazenam apenas cópias temporárias e parciais dos sites.

A CloudFlare diz não ser responsável por qualquer dano cometido por sites de clientes, pois a empresa apenas atua como uma “ponte de acesso” ao conteúdo armazenado no provedor principal de hospedagem do cliente. Este, sim, armazena cópias completas e permanentes dos sites e deve ser procurado para derrubar o conteúdo.

Mas a ALS Scan alega que a CloudFlare não tem direito às proteções legais concedidas aos provedores de serviços de internet, como o Google, Facebook e provedores de internet e hospedagem de sites. A produtora argumenta que a CloudFlare faz cópias não autorizadas de material protegido por direito autoral quando armazena cópias temporárias do conteúdo em seus servidores e que a empresa é conivente com as infrações cometidas por seus clientes ao se negar cancelar os serviços a sites de pirataria.

Como parte da proteção a ataques de negação de serviço, a CloudFlare também tenta omitir o endereço de internet (endereço IP) verdadeiro dos seus clientes, o que impede que detentores de direitos autorais tomem medidas contra os provedores de hospedagem desses sites.

Entre os clientes da CloudFlare está o The Pirate Bay, um site bastante conhecido no ramo da pirataria. Mas há diversas outras páginas de conteúdo ilícito nos servidores Especialistas chegaram a criar um site chamado “Crimeflare” para tentar identificar os endereços verdadeiros de clientes da CloudFlare – principalmente sites de conteúdo ilícito -, mas a página era bastante incompleta e já não está mais on-line.

Um dos pilares no argumento da CloudFlare era o de que a empresa não derrubava nenhum site sem ordem judicial. Como ela não é o provedor de serviços primário dos sites, cancelar o serviço da CloudFlare não derrubaria esses sites. A regra valia para todos os clientes, mas a lei norte-americana de direito autoral exige que material protegido seja retirado do ar após notificações, dispensando a necessidade de ordem judicial.

Em agosto, quando a CloudFlare derrubou o site neonazista Daily Stormer, o argumento ficou prejudicado. A atitude demonstrou que o cancelamento do serviço por parte da companhia pode ter um efeito direto na disponibilidade de uma página web. O site de tecnologia Gizmodo obteve um comunicado interno da empresa enviado por Matthew Prince, o CEO da CloudFlare, em que ele deixa claro não só que ele pode tirar algo do ar, mas fazer isso de forma arbitrária.

“Hoje acordei de mau humor e decidi chutar o Daily Stormer para fora da internet”, escreveu Prince.

Desde então, Prince admitiu para sua equipe que tirar o Daily Stormer do ar foi realmente uma decisão arbitrária e que a atitude não se repetiria. Para a imprensa, a companhia também tentou argumentar que o Daily Stormer só foi retirado do ar porque a página tentou implicar a CloudFlare — afirmando que ela era uma “apoiadora secreta” de suas visões políticas. Não está claro qual será a estratégia da companhia no tribunal agora que a tentativa de censurar o caso na corte fracassou.

Além da CloudFlare, o Daily Stormer também foi derrubado pela GoDaddy. A página é atualmente hospedada pelo provedor de hospedagem francês OVH e se intitula “o site mais censurado da internet”.

‘Serviço inteligente’
Embora a CloudFlare se diferencie de muitos provedores de serviços ao exigir uma ordem judicial para derrubar sites de clientes, um dos argumentos da ALS Scan, o de que a CloudFlare não merece as proteções da lei por ser um “serviço inteligente”, pode implicar outros prestadores de serviços.

A lei norte-americana protege provedores de serviços de internet e comunicação em diversas categorias e desde que eles cumpram certas exigências. Uma delas é entendida como um tratamento neutro de conteúdo.

Desde 1998, quando a lei norte-americana de “direito autoral digital” foi criada, serviços de internet têm adotado cada vez mais mecanismos “inteligentes” para tirar melhor proveito da infraestrutura de rede e atender às demandas de consumidores. Essas práticas, embora corriqueiras e de finalidade estritamente técnica, podem não ser vistas como “neutras”.

Se o júri condenar a CloudFlare e concordar com esse argumento, outros prestadores de serviços, mesmo aqueles que derrubam conteúdo após serem notificados, podem ficar em risco de perderem suas proteções legais.

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Fonte: G1 > Tecnologia e Games

Homem é preso por dirigir alcoolizado e com arma de fogo

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O homem de 43 anos foi preso e levado à 27Ș Delegacia de Polícia no Recanto das Emas (foto: PRF / Divulgaçăo)

Um homem de 43 anos foi preso no final da tarde de hoje (7) por dirigir alcoolizado durante operaçăo de fiscalizaçăo da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na BR 060, no Recanto das Emas. Os policiais deram ordem de parada ao motorista e fizeram o teste do bafômetro, que constatou 1,28 mg/l de álcool, valor quatro vezes maior ao que é considerado crime segundo a Lei Seca.

 

Segundo a PRF, no carro dele foi encontrado um revólver calibre .38 e seis muniçőes. Além disso, o homem năo possuía carteira de habilitaçăo. Ele foi levado à 27ª Delegacia de Polícia, no Recanto das Emas, onde foi autuado por dirigir embriagado e por porte ilegal de arma de fogo. 

 

Arma encontrada no carro do condutor. Seis balas também foram localizadas (foto: PRF / Divulgaçăo)

Dados do Detran divulgados pela Secretaria de Segurança Pública (SSP) mostram que, apenas no mês de agosto, 1.580 motoristas foram autuados por dirigir sob efeito de álcool. O número, no entanto, representa uma queda de 5,78% em relaçăo a julho, quando foram 1.677 ocorrências.

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Fonte: Cidades

Como expandir a memória interna do Android com o cartão microSD

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Para baixar um aplicativo ou jogo na Play Store, você precisa ter espaço livre no aparelho. Com o passar do tempo, pode ser que o seu armazenamento interno já esteja cheio e o cartão microSD tenha acabado com o espaço de sobra. Calma, nós temos uma solução.

Caso você se encontre nesta situação, a boa notícia é que existe uma forma de fazer o cartão SD ser interpretado pelo Android como se fosse item de armazenamento interno, liberando espaço para instalar mais aplicativos e jogos.

Confira abaixo como aumentar a memória interna do Android com o cartão microSD sem precisar fazer root, o processo que libera privilégios de administrador no aparelho.

  1. Acesse o menu de “Configurações do aparelho” e entre em “Armazenamento”;

  2. Clique na opção “Micro SD”, vá no ícone representado por “três pontos” e em “Configurações de armazenamento”;

  3. Escolha a opção “Formatar como interno” e clique em “Limpar e formatar”;

  4. Após o processo ser concluído, você poderá mover os arquivos do armazenamento interno para o cartão SD. Fica a seu critério realizar este processo ou não. Por fim, clique em “Concluído”.

Este processo pode levar algum tempo até ser completado. Apesar de sua utilidade, lembre-se que a velocidade de um cartão microSD sempre será menor do que a velocidade real do armazenamento interno do aparelho. Portanto, use-a apenas quando necessário para evitar lentidões no sistema.

Voltando a usar o cartão SD como armazenamento externo

Para retomar o uso do cartão microSD da forma tradicional, ou seja, sem ser identificado como armazenamento externo, é bem simples. O processo é parecido com o que foi feito acima. Confira:

  1. Acesse a tela de “Configurações do aparelho” e entre em “Armazenamento”;

  2. Clique em “Cartão SD” e vá no ícone representado por “três pontos”;

  3. Utilize a opção “Formatar como portátil” e então toque em “Formatar”.

Fazendo o processo em aparelhos que escondem a função

Algumas fabricantes que adotam o Android como sistema para o seu smartphone acabam optando por ocultar este recurso. Se este for o seu caso, é necessário utilizar o computador para realizar esta tarefa e o Android com o modo de desenvolvedor habilitado.

Além disto, no caso do computador e do Windows serão necessários alguns aplicativos instalados, como as ferramentas ADB e Fastboot, essenciais para o processo.

Destravando o modo desenvolvedor e outras configurações

O primeiro passo para o processo, como dito acima, envolve habilitar o modo de desenvolvedor. Além dele, também é necessário habilitar o modo de depuração USB. Siga os passos:

  1. Acesse a tela de “Configurações do aparelho” e entre em “Sobre”;

  2. Clique em “Informações do software” e toque 7 vezes em “Número da versão” ou até aparecer a mensagem que o modo de desenvolvedor foi habilitado;

  3. Volte até a tela “Configurações do aparelho” e entre em “Opções do desenvolvedor”. Habilite o modo “Depuração USB”.

Instalando as ferramentas no PC

Agora que o celular já está pronto para o processo, é necessário realizar as etapas no computador. Neste caso, para facilitar, mostraremos como instalar as ferramentas ADB já com o modo fastboot e seus drivers. Confira como fazer:

  1. Faça a instalação do Android SDK pelo Android Studio em seu computador após baixá-lo por este link;
  2. Agora, realize o download do Fastboot por este link;
  3. No “Windows Explorer”, acesse este caminho: %USERPROFILE%;

  4. Crie uma pasta chamada “adb-fastboot” e extraia o conteúdo do arquivo baixado do “Fastboot” para ela;

  5. No menu iniciar, procure pelo item “Exibir configurações avançadas do sistema” e acesse-o;

  6. Entre na opção “Variáveis de ambiente”;

  7. Em “Variáveis do sistema”, selecione a opção “Path” e clique em “Editar”;

  8. Adicione este parâmetro: ;%USERPROFILE%adb-fastbootplatform-tools;

  9. Clique em Ok > Ok;
  10. Por fim, faça a instalação dos “Drivers ADB” com este link e reinicie a máquina.

Com os programas e drivers devidamente instalados, agora a ferramenta será rodada com os comandos necessários. Siga os passos:

  1. Abra o “Menu iniciar”, procure por “CMD” e execute o “Prompt de comando”;

  2. Entre com este comando: cd %USERPROFILE%adb-fastbootplatform-tools;

  3. Para saber se o celular está sendo reconhecido, digite: adb devices. Aperte “Enter”;

  4. Com o celular sendo reconhecido, digite: adb shell;

  5. Agora, para listar os ‘discos’ do Android, entre com o comando: sm set-force-adoptable true.

Depois de fazer estes passos acima, você só precisa realizar as etapas mostradas nos primeiros passos, pois a opção para formatar o cartão como armazenamento interno estará disponível naquele mesmo menu.

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Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

ATROPELAMENTO E MORTE EM CAMPO GRANDE!!!

Por volta das 23 horas dessa Sexta -Feira, houve um atropelamento na Estrada do Campinho, na altura de um posto de combustivel, conhecido como Posto Preto Velho.

Um motociclista seguia em direção sentido Santa Cruz, quando atropelou um pedestre , que ainda não foi identificado e a vitima veio a óbito no local.

Bombeiros foram chamados , mas, não teve como salvar a vida do atropelado.

Mais informações em instantes em nosso site