A automedicação de um homem com disfunção erétil acabou gerando efeitos colaterais em outras partes do corpo. Segundo os médicos que o atenderam, após tomar uma alta dose de citrato de sildenafila, contido em medicamentos como o Viagra, o homem passou a enxergar tudo em vermelho
O caso do paciente foi relatado em uma publicação científica divulgada este mês, a “Retinal Cases”.
O Sildenafil, que pode ser vendido em medicamentos de marca ou como genérico, é considerado relativamente seguro, mas mesmo doses prescritas por médicos podem causar reações, como visão borrada, aumento da sensibilidade à luz e mudanças nas cores.
Normalmente esses sintomas são apenas temporários, durando no máximo um dia. Segundo a publicação, os sintomas apresentados pelo homem apareceram logo após ele tomar uma certa quantidade de citrato de sildenafila em formato líquido, comprado pela internet. Em seguida, ele começou a ver rastros multicoloridos, os seus olhos ficaram mais sensíveis à luz e ele começou a enxergar tudo em vermelho.
Dois dias depois, ele procurou a emergência de uma clínica oftalmológica em Nova York. Na época, a sensibilidade à luz e a visão de rastros multicoloridos haviam passado, mas ele permaneceu vendo tudo em vermelho.
“As pessoas vivem sob a filosofia de que se um pouco faz bem, muito será ainda melhor. Esse estudo mostra o quão perigoso é uma dose extrema de um remédio amplamente usado”, ressalta o principal autor do estudo sobre o caso, Richard Rosen.
Não se sabe ao certo a dose tomada pelo homem, mas os médicos acreditam que foi superior à quantidade recomendada, de 50
A ex-mulher do sertanejo Luciano, Cleo Loyola, fez vários desabafos e expôs o cantor nas redes sociais. Em uma série de fotos, a pastora diz que o irmão de Zezé Di Camargo mente e que vai “arrancar a máscara” do artista. Nos posts, Cleo chama Luciano de “Lucigay” e afirma que ele sempre a traiu com travestis e homossexuais.
“A verdadeira história de dois filhos de Francisco. Sempre com suas mentiras, né, Lucigay. Você colocou no filme que eu traía você. Na verdade, você sempre me traiu com travestis e gays. Pronto. Depois de 29 anos, vou contar a verdade, seu demônio”, escreveu Cleo e postou uma foto em que Luciano aparece ao lado de um travesti.
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Ela disse que Luciano sempre a traiu com travestis e homossexuais
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Luciano não se pronunciou sobre as fotos
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Cleo postou essa foto de Luciano ao lado de um travesti
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Em seguida, o beijo dos dois
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Cleo está revoltada com as atitudes de Luciano com o filho
Em outro post, Cleo cita o relacionamento de Luciano com o filho, Wesley Camargo, que foi preso na última segunda-feira (1º/10) após ser acusado de agredir a mulher, Thais Fraga Guimarães. “Você nunca foi exemplo na adolescência e fica falando mal do meu filho. Cria vergonha na cara. O melhor eu estou guardando para arrancar sua máscara. Mexa comigo, mas nunca mexa com meu filho Wesley Loyola Camargo”, afirma.
A assessoria de imprensa do cantor Luciano foi procurada, mas até a última atualização desta matéria, não havia se pronunciado sobre o caso.
Após marcar um encontro em um aplicativo de relacionamento gay, Lucas Chaves Pinho, de 32 anos, desapareceu. Ele é cearense e vive há cerca de seis anos no Rio das Pedras, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, trabalhando como garçom. Preocupada com o sumiço do jovem, a família procurou a polícia para fazer o registro de ocorrência. A informação é do jornal Extra.
De acordo com primos de Lucas, há algum tempo o cearense começou a marcar encontros por meio de uma rede social destinada a homossexuais, chamada Hornet. Os familiares estão se mobilizando para esclarecer o caso. Agostinho Pinho de Oliveira, o primo que registrou o caso na polícia, teve acesso às imagens das câmeras de segurança do prédio. Nas gravações, dois homens aparecem entrando no apartamento do garçom e deixando o local após alguns minutos.
r as imagens para a dona do prédio. Quando chegamos lá, encontramos a cama bagunçada e o guarda-roupa revirado”, afirmou Agostinho.
Em nota, a Polícia Civil informou que “as investigações estão em andamento na Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA)” e que “diligências estão em andamento para elucidar o fato”.
Nos primeiros anos de vida de uma criança, o cérebro faz mais conexões do que em qualquer outro período. Ao todo, são de 700 a 1.000 ligações por segundo. Quando ela chega aos três anos, tem uma mente duas vezes mais ativa do que a de um adulto. Todos esses estímulos ocorrem na fase da primeira infância, período compreendido de zero a seis anos.
“Esse momento é um dos mais importantes em termos de aprendizagem, pois é quando se constroem os caminhos da mente. Se uma criança for estimulada, vai aprender muito melhor ao longo da vida”, afirma o especialista Vital Didonet, membro da Rede Nacional da Primeira Infância.
Pesquisadores e educadores acreditam que meninos e meninas com desenvolvimento integral saudável durante os primeiros anos de vida têm maior facilidade de se adaptarem a diferentes ambientes e de adquirirem novas habilidades.
“Sabemos que o investimento na primeira infância vai retornando ao longo da vida da criança, porque ela aprende mais todos os anos, se alfabetiza, etc.”, pontua a diretora-executiva do movimento Todos Pela Educação, Priscila Cruz. Levantamento realizado sobre o aumento das matrículas pré-escolares em 73 países concluiu que cada dólar empregado na primeira infância representa, no futuro, um aumento de US$ 6 a US$ 17 nos salários.
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Crianças com desenvolvimento integral saudável durante os primeiros anos de vida têm maior facilidade de se adaptarem a diferentes ambientes e de adquirirem novas habilidades
Diante da importância do tema, a Base Nacional Comum Curricular, ainda em fase de homologação, estabelecerá pela primeira vez o que cada criança de zero a seis anos tem direito de aprender nas escolas com propósitos separados por faixas etárias – 0 a 18 meses, 18 meses a 4 anos e 4 a 6 anos. Até então, essa fase não seguia qualquer orientação pedagógica formal.
Além do aprendizado previsto na fase escolar, a primeira infância compreende um conjunto de desenvolvimentos cognitivos, emocionais e físicos. Segundo Priscila Cruz, o Brasil ainda precisa criar uma boa política pública que englobe as áreas de educação, esporte, cultura, saúde e assistência social.
Didonet reforça a necessidade de elaborar um planejamento intersetorial com as áreas do governo e da sociedade para melhor atender as demandas da primeira infância. Segundo ele, quando se pensa sobre essa fase da vida é necessário levar em conta o contexto familiar. “Nesse período, tudo na criança é global. Ela aprende sempre o conjunto. Ou seja, a junção dessas áreas é o que a torna feliz e desenvolvida”, pondera o especialista.
Demanda por creches Priscila explica que o maior impulso na fase de desenvolvimento educativo de uma pessoa ocorre até os três anos. Daí a necessidade de manter o estímulo por meio de creches. A lei brasileira estabelece a oferta dessas instituições como responsabilidade dos municípios. “A criança tem o direito a um espaço de educação mais amplo do que só o ambiente familiar”, ressalta Didonet.
Atualmente, a demanda ainda é muito grande por vagas em creches. De acordo com o Plano Nacional de Educação (PNE), até 2024 um total de 5 milhões de crianças deverão estar inscritas em instituições municipais ou conveniadas. Hoje, 3,4 milhões estão matriculadas.
“Para atingir a meta, teríamos de ter, no mínimo, 250 mil novas vagas por ano. Isso requer um planejamento sério e expansão da rede física”, alerta Didonet. Ainda há outras 400 mil crianças fora da pré-escola em regiões urbanas periféricas, áreas rurais, indígenas ou ribeirinhas.
Carlinhos Silva, conhecido como Mendigo no programa Pânico, teve prisão preventiva decretada pela Justiça por não pagar pensão alimentícia ao filho, Arthur Henrique. Devendo a quantia acumulada há seis anos – como aponta sua ex-mulher -, o artista passou a ser cobrado nos últimos meses, mas chegou a dizer que prefere ir preso do que ajudar a criança financeiramente.
Foragido da polícia após o decreto judicial, Carlinhos tem débito de R$ 400 mil com o garoto, de acordo com o jornalista Leo Dias, do Fofocalizando. Ao vivo no vespertino, o comediante explicou que tentou fazer um acordo com Aline Hauck, mãe de seu filho, mas sem sucesso.
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Arthur Henrique tem 7 anos Reprodução/Instagram
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Carlinhos se defende e afirma que Aline o impede de ver o meninoReprodução/Instagram
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Carlinhos Silva é conhecido por interpretar o personagem Mendigo no programa Pânico Reprodução/Instagram
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O humorista está envolvido em uma polêmica Reprodução/Instagram
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Conforme Carlinhos, a relação de pai e filho é quase inexistente porque Aline o impede de ver o menino de 7 anos até em datas especiais – como o Dia dos Pais. Para ele, a situação atual é “uma humilhação” e ressaltou que o importante para Arthur não é dinheiro, e sim suas necessidades. Além disso, ele declarou não estar foragido e que sua prisão só será concretizada após as eleições.
Carlinhos também desmentiu uma declaração da ex-namorada nas redes sociais. Na época, Aline acusou o humorista de nunca ter pago pensão, o que ele nega. O último dinheiro do acordo (R$ 2.500 mensais) passado ao filho teria ocorrido em janeiro, e desde então Carlinhos teria se virado com amigos para conseguir cumprir com suas obrigações. Isso porque o contrato dele com o programa Pânico foi rescindido no início do ano e gerado uma crise financeira para Carlos.
“Não tive um pai presente, e sempre quis ser tudo pro meu filho, mas não estou conseguindo. Acho que é um problema familiar meu e dela [Aline], e tudo isso veio à tona depois da entrevista que dei a um programa, mas foi tudo editado”, concluiu o artista.
O outro lado
Ainda ao vivo no vespertino do SBT, a advogada representante de Aline Houck, Fabiana Polly, negou os argumentos de Carlinhos. Segundo ela, o ex-Pânico não conseguiu provar sua drástica mudança financeira devido ao rompimento do contrato com o programa da Band, mas assegura que a situação pode ser revertida.
A advogada afirmou, também, que Aline nunca impediu o ex-namorado de ver Arthur, e que ele não se encontrava com o menino “por livre e espontânea vontade”.
Até o dia 1º de outubro, 1.935 casos de sarampo foram confirmados no Brasil – sendo 1.525 no Amazonas e 330 em Roraima. O Amazonas contabiliza ainda 7.873 casos em investigaçăo e Roraima, 101. Casos isolados foram registrados em Săo Paulo (3), no Rio de Janeiro (18), Rio Grande do Sul (33), em Rondônia (3), Pernambuco (4), no Pará (14), Distrito Federal (1) e em Sergipe (4).
Ainda de acordo com a pasta, dez mortes por sarampo foram confirmadas, sendo quatro em Roraima (3 estrangeiros e 1 brasileiro), quatro no Amazonas (todos brasileiros, sendo 2 em Manaus e 2 no município de Autazes) e dois no Pará (indígena e venezuelano).
Campanha
Balanço divulgado hoje (3/10) pelo ministério aponta que 97,7% das crianças com idade entre 1 ano e menores de 5 anos foram vacinadas contra o sarampo, enquanto 97,9% receberam a dose contra a poliomielite. Até o momento, 15 estados atingiram a meta de 95% de cobertura para as duas vacinas.
Alerta
O Brasil tem até fevereiro de 2019 para reverter os surtos de sarampo registrados em diversas áreas do país – sob pena de perder o certificado de eliminaçăo da doença, concedido pela Organizaçăo Pan-Americana da Saúde (Opas) em 2016. O alerta foi feito pela assessora regional de Imunizaçőes da entidade, Lúcia Helena de Oliveira, durante a 20ª Jornada Nacional de Imunizaçőes, no Rio de Janeiro.
O critério adotado pela entidade para conferir transmissăo sustentada é que o surto se mantenha por um período superior a 12 meses. As autoridades sanitárias brasileiras, portanto, correm contra o tempo, já que os primeiros casos da doença no Norte do país foram identificados no início do ano.
“Sabemos que os casos no Brasil săo de importaçăo, lamentavelmente, pelas condiçőes de saúde em que vive a Venezuela. Mas só estamos tendo casos de sarampo no Brasil porque năo tínhamos cobertura de vacinaçăo adequada. Se tivéssemos, esses casos viriam até aqui e năo produziriam nenhum tipo de surto”, destacou a assessora da Opas.
A última atualização do Windows chegou ontem, 2 de outubro, e trouxe alguns recursos novos que são bem-vindos, como a possibilidade de usar o aplicativo Seu Telefone e integrar a linha do tempo com o uso do Microsoft Launcher no Android. Entretanto, caso a atualização tenha lhe apresentado algum problema, pode ser que você esteja procurando uma forma de desinstalá-la.
Para fazer a tarefa mencionada acima não é necessário utilizar nenhum programa, além do método ser seguro e oficial, sendo oferecido pela Microsoft. A seguir, veja como desinstalar a atualização de outubro do Windows 10:
Aperte as teclas “Win + I” para abrir a tela de configurações do Windows;
Entre em “Atualização e segurança”;
Clique em “Recuperação”;
Em “Voltar para a versão anterior do Windows 10”, clique em “Começar agora”;
Selecione um dos motivos para desinstalar esta versão e clique em “Avançar”;
Na mensagem, clique em “Não obrigado”;
Como diz o aviso, caso tenha criado algum arquivo importante após ter atualizado o Windows, é recomendável fazer o backup deles antes de prosseguir. Clique em “Avançar” duas vezes;
Por fim, clique em “Voltar para a versão anterior”.
Antes de realizar o procedimento para desinstalar a atualização do Windows pode ser interessante verificar se não saiu nenhum patch para a correções de erros.
(foto: Governo Bolivariano da Venezuela/Direitos reservados)
Na Argentina, cresce o movimento para mudar o nome das ruas, dos edifícios e dos monumentos, batizados de Nestor Kirchner em homenagem ao ex-presidente, que morreu há oito anos. As reaçőes ocorrem em meio às denúncias do escândalo dos “Cadernos da Corrupçăo”, que resultou na prisăo de empresários, políticos e ex-funcionários do governo argentino.
A ex-presidente argentina e senadora Cristina Kirchner foi acusada de integrar uma associaçăo ilícita para cobrar propinas em troca de contratos de obras públicas. Ela é alvo de um processo na Justiça. Mas como tem imunidade parlamentar está resguardada, por enquanto.
O escândalo na Argentina é comparado, por analistas, à Operaçăo Lava Jato, do Brasil. O governo do Equador retirou um busto de Nestor Kirchner que estava num parque, no norte da capital, Quito. As autoridades municipais explicaram que a medida foi para “a preservaçăo do espaço público”.
O Congresso do Equador também pediu ao presidente equatoriano, Lenin Moreno, que remova outra estátua de Kirchner do prédio da Uniăo de Naçőes Sul-Americanas (Unasul), criada em 2008. Nestor Kirchner foi o primeiro secretário-geral do organismo regional, que agora está sendo questionado por vários países, entre eles o Brasil.
Polêmicas
Na Argentina, tramitam mais de 15 iniciativas para acabar com os vestígios da era kirchnerista da paisagem urbana. Nestor Kirchner governou quatro anos (2003-2007), antes de ajudar a eleger como sucessora Cristina Kirchner (2007-2015). A controvérsia começou em 2013, quando Cristina Krichner retirou a estátua de Cristóvăo Colombo da praça atrás da Casa Rosada – o palácio presidencial.
A decisăo gerou protestos da numerosa comunidade italiana, que há 90 anos tinha presenteado a escultura ao governo argentino. A estátua de Colombo foi transferida para a margem do Rio da Prata, próximo ao aeroporto de Buenos Aires, Jorge Newberry.
No lugar do monumento em homenagem ao descobridor das Américas, que, segundo a ex-presidente da República, representava o “imperialismo”, foi colocada uma escultura de Juana Azurduy (1780-1862) – uma guerreira indígena, nascida no que hoje é a Bolívia, que combateu os colonizadores espanhóis. Ela foi doada pelo presidente boliviano Evo Morales.
Soluçăo
Porém, a estátua da guerreira indígena de Azurduy ficou pouco tempo no quintal da Casa Rosada. Assim que assumiu o governo, em 2015, o presidente Mauricio Macri, que é descendente de italianos, resolveu a disputa deixando a praça sem estátuas.
Azurduy foi colocada em frente ao Centro Cultural Kirchner, inaugurado por Cristina, no que era a antiga sede dos Correios argentinos. Foram apresentadas várias iniciativas para mudar o nome do prédio, conhecido como CCK, para Centro Cultural do Bicentenário.
Nas últimas semanas foi relatado que o iOS 12 – nova versão do sistema operacional para iPhones e iPads – estava causando alguns problemas de carregamento nas bateria dos recém-lançados iPhones XS e iPhone XS Max. Diante do fato, o termo “chargegate” foi criado e atraiu a atenção dos usuários. E a Apple, dessa vez, reagiu rápido e lançou uma correção para o problema.
A versão que corrigirá esse problema de carregamento será a 12.1 beta 2 do iOS. Com isso, a Apple espera que o bug, que impede a recarga dos aparelhos enquanto a tela não for desbloqueada, seja definitivamente resolvido.
A informação foi divulgada por Rene Ritchie, um blogueiro canadense e editor-chefe do site iMore, especializado em assuntos sobre a Apple, por meio de sua conta no Twitter.
No entanto, a data do lançamento oficial do iOS 12.1, que contém a solução do problema, ainda não foi divulgada.
Porém, vale lembrar que a Apple fará neste mês de outubro um evento dedicado ao iPad. E é bem provável que Tim Cook revele ao menos uma previsão para a chegada desta atualização.
ais da metade da população acredita que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que cumpre pena sob acusação de corrupção e lavagem de dinheiro, deveria continuar condenado e preso, aponta pesquisa Datafolha divulgada nesta terça (2).
A opinião é de 51% das 3.240 pessoas ouvidas pelo instituto em 225 municípios em todo o país.
O petista foi condenado pelo juiz Sergio Moro a nove anos e seis meses de prisão em julho passado e, em janeiro, teve a pena aumentada para 12 anos e um mês. Desde abril, está preso na superintendência da Polícia Federal em Curitiba.
No entanto, para 37% das pessoas entrevistadas o ex-presidente deveria ser perdoado e solto. Lula sempre negou ter cometido irregularidades.
Ainda há recursos a serem julgados pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça) e STF (Supremo Tribunal Federal).
Outros 8% acreditam que Lula deveria continuar condenado e ir para a prisão domiciliar. Já 4% não souberam responder.
O Datafolha questionou aos entrevistados se, na opinião deles, Lula deveria ser perdoado e solto, se Lula deveria continuar condenado e ir para prisão domiciliar, ou se Lula deveria continuar condenado e preso.
Parte dos dirigentes do PT tem defendido que o ex-presidente seja beneficiado com um indulto caso o partido consiga eleger o próximo presidente na eleição de outubro.
O presidenciável do partido, Fernando Haddad, já negou em entrevistas a possibilidade de conceder indulto a Lula.
Haddad está em segundo lugar no Datafolha, com 21%, atrás de Jair Bolsonaro (PSL), que lidera e tem 32% das intenções de voto.
Enquanto 78% das pessoas que afirmaram que votam em Haddad acreditam que Lula deve ser solto, 82% dos que votam em Bolsonaro defendem a manutenção da prisão.
A pesquisa Datafolha foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número BR-03147/2018 e o contratante é a Folha de S.Paulo. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Com informações da Folhapress.