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Volkswagen deixará de fabricar em 2019 seu famoso Fusca

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O popular automóvel estreou no mercado americano no começo da década de 1950 e se popularizou com o filme da Disney “Se Meu Fusca Falasse”, lançado em 1968 (foto: Disney/Reproduçăo)

 

Washington, Estados Unidos – A Volkswagen anunciou nesta quinta-feira (13) que em 2019 deixará de produzir definitivamente seu mítico Fusca, com dois últimos modelos para “celebrar a rica herança” de um carro que marcou a história do automóvel.

“A perda do Fusca, depois de três geraçőes e cerca de sete decênios, deverá provocar uma variada gama de emoçőes entre seus numerosos devotos”, disse Hinrich Woebcken, CEO da Volkswagen América do Norte, que explicou que a empresa se concentrará em veículos maiores e nos carros elétricos.

No entanto, o executivo deixou aberta a possibilidade de que em algum momento o Fusca seja revivido. “Nunca diga nunca”, afirmou.

A Volkswagen planeja oferecer dois modelos; um com teto e outro conversível. Ambos terăo características semelhantes a versőes anteriores e custarăo 23.305 dólares ou mais, informou a a empresa.

O popular automóvel estreou no mercado americano no começo da década de 1950 e se popularizou maciçamente com o filme da Disney “Se Meu Fusca Falasse”, lançado em 1968.

O “Beetle”, como é chamado em inglês, deixou de ser vendido nos Estados Unidos em 1979, mas continuou sendo fabricado no México e no Brasil. 

A Volkswagen o relançou nos Estados Unidos em 1997 com a versăo “New Beetle”.

A história do carro, entretanto, teve início no nazismo, quando foi criado pelo engenheiro austríaco Ferdinand Porsche com o apoio de Adolf Hitler.

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Fonte: Mundo

Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, testemunha diante do Congresso dos EUA pela 1ª vez

Mark Zuckerberg, presidente-executivo do Facebook, irå pela primeira vez ao Congresso dos Estados Unidos nesta terça-feira (10) para responder a questionamentos de senadores sobre como a rede social protege a privacidade de seus usuårios, além de discutir os efeitos da plataforma sobre a democracia.

“As redes sociais revolucionaram o jeito como nĂłs nos comunicamos e usamos dados para conectar pessoas ao redor do mundo. Com todos os dados trocados pelo Facebook e outras plataformas, os usuĂĄrios merecem saber como a informação deles Ă© compartilhada e protegida”, afirmou o senador Chuck Grassley.

A audiĂȘncia conjunta serĂĄ realizada entre os comitĂȘs de Justiça e do ComĂ©rcio, CiĂȘncia e Transportes, ambas do Senado dos EUA. Na quarta, serĂĄ a vez da CĂąmara dos Deputados. LĂĄ Zuckerberg falarĂĄ diante do ComitĂȘ de Energia e ComĂ©rcio, que liberou o testemunho a ser concedido pelo executivo.

“Essa audiĂȘncia vai explorar abordagens Ă  privacidade que satisfaçam as expectativas dos consumidores enquanto encorajam a inovação”, diz Grassley, presidente da comissĂŁo de Justiça.

O lĂ­der do outro comitĂȘ, senador John Thune, afirmou que o “Facebook exerce um papel crĂ­tico em muitas relaçÔes sociais, informando americanos sobre eventos do dia a dia e evidenciando tudo, desde produtos a candidatos polĂ­ticos”.

“Nossa audiĂȘncia conjunta irĂĄ ser uma conversa pĂșblica com o CEO dessa poderosa e influente companhia sobre sua visĂŁo para abordar problemas que geraram preocupaçÔes significativas sobre o papel do Facebook na nossa democracia, agentes mal intencionados usando a plataforma e a privacidade do usuĂĄrio.”

A ida de Zuckerberg ao Congresso dos EUA ocorre na esteira do escùndalo da manipulação indevida de dados de 87 milhÔes de usuårios pela Cambridge Analytica, consultoria política que trabalhou para Donald Trump durante a corrida eleitoral de 2016 e na campanha para a saída do Reino Unido do Brexit.

PaĂ­ses com mais usuĂĄrios afetados pelo escĂąndalo do Facebook

Norte-americanos foram os mais tiveram dados explorados de forma inadequada pela Cambridge Analytica; brasileiros estĂŁo em 8Âș

Fonte: Facebook

A forma como as informaçÔes foram obtidas pela empresa britĂąnica colocou no centro da discussĂŁo o modelo de negĂłcio do Facebook e de outras empresas de tecnologia, que coletam, processam e armazenam dados de seus usuĂĄrios para segmentar a distribuição de anĂșncios.

A polĂȘmica da Cambridge Analytica ocorre em um momento em que começou a intensificar a pressĂŁo para regulamentar a atuação de empresas de tecnologia que mantĂȘm plataformas, em que pessoas depositam grande quantidade de conteĂșdo.

No fim de fevereiro, a Cùmara dos Deputados dos EUA aprovou uma lei que mudou um dos grandes paradigmas legais em torno de companhias de internet: a responsabilização judicial delas em caso de açÔes ilícitas praticadas por usuårios.

A nova legislação permite que sites e serviços conectados sejam levados Ă  Justiça caso sejam usados para o trĂĄfico sexual. AtĂ© entĂŁo, as empresas nĂŁo podiam ser processadas, mesmo que suas plataformas fossem uma porta aberta para escravidĂŁo sexual ou trĂĄfico de seres humanos. Os responsĂĄveis por promover esses conteĂșdos Ă© que deveriam ser processados.

O escĂąndalo do Facebook

Em 17 de março, os jornais “New York Times” e “Guardian” revelaram que os dados de mais de 50 milhĂ”es de usuĂĄrios do Facebook foram usados sem o consentimento deles pela Cambridge Analytica. Dias depois, o prĂłprio Facebook retificou a informação e passou a estimar em 87 milhĂ”es o nĂșmero de pessoas atingidas.

A empresa britùnica de anålise política acessou o grande volume de dados pessoais após um teste psicológico, que circulou na rede social anos atrås, coletar informaçÔes. Os dados recolhidos não eram só os das pessoas que toparam fazer o teste. Havia também informaçÔes de milhÔes dos amigos delas.

Para ter a acesso ao gigante estoque de dados, o teste não precisou usar hackers ou explorar brechas de segurança. Apenas aproveitou que, na época, o Facebook dava a liberdade para seus usuårios autorizarem o acesso aos dados de seus amigos. O passo seguinte, no entanto, estava fora do raio de atuação do Facebook: após a coleta dos dados, o desenvolvedor do teste os compartilhou com a Cambridge Analytica.

O escùndalo deflagrou uma onda de ceticismo sobre como o Facebook protege os dados de indivíduos que estão presentes em seu site. A rede social passou a investigar o caso e jå implementou algumas modificaçÔes, como:

Desde entĂŁo, o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, reconheceu que a empresa cometeu erros e que nĂŁo fez o suficiente para evitar que a rede social fosse usada para causar danos.

Fonte: G1 > Tecnologia e Games

Laje de hospital despenca, mata um e fere outro no RJ

Parte da laje do Hospital Sírio Libanês Rio, na Rua São Francisco Xavier, no Maracanã, Zona Norte do Rio, desabou na tarde desta quinta-feira, deixando um homem morto e outro ferido. O Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil foram acionados e socorreram as vítimas, que ficaram sob os escombros. Um dos feridos morreu no local e o outro foi encaminhado para o Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro. Ainda não há informações sobre seu estado de saúde. Os dois faziam parte da equipe de limpeza de uma empresa terceirizada que trabalhava na frente do prédio e a identidade deles ainda não foi divulgada. O edifício da unidade de saúde está desativado há 10 anos.

Ainda não há informações sobre as causas do desabamento, que será investigado pela Defesa Civil. Por conta do ocorrido, o trânsito ficou lento na região. O trecho da Rua Dona Zulmira, entre a Avenida Prof Manoel de Abreu e a Rua São Francisco Xavier foi interditado por volta das 17h40. O tráfego foi desviado para a Avenida Prof Manoel de Abreu, informou o Centro de Operações. Guardas municipais atuam na região para organizar o fluxo de veículos.

Em nota, a assessoria do Hospital Doutor Badim informou que parte da laje do 6º andar do prédio do hospital desabou sobre dois funcionários da empresa Skipper Consultoria, que estavam fazendo a limpeza no interior do edifício. Uma médica chegou a socorrer os feridos, mas um deles não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

Roupas e sapatos pirateados são apreendidos na Feira dos Importados

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Produtos foram apreendidos em 10 bancas de um único proprietário (foto: PCDF/Divulgaçăo )

Agentes da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) apreenderam dois caminhőes de roupas e calçados com violaçăo de direito de marca em 10 bancas de um único proprietário, nesta quinta-feira (13/9), na Feira dos Importados. 

No local, também foram encontrados documentos que comprovam a movimentaçăo financeira dos estabelecimentos, dinheiro e cheque. As investigac%u0327o%u0303es tiveram ini%u0301cio depois que representantes das marcas de roupas e sapatos afetadas denunciaram a comercializaçăo ilegal de produtos contrafeitos em diversas bancas da feira.

Para o delegado Marcelo Portela Nunes, a conscientizaçăo da populaçăo é fundamental. “Os produtos pirateados chegam a custar um terço do valor de mercadorias originais, porque a qualidade é inferior e năo há o recolhimento de impostos. Isso interfere nos serviços públicos e gera um comércio desleal”, alerta. Ele afirma também que esse tipo de operaçăo acontece com muita frequência.

O suspeito responderá por violaçăo do direito de marca e pode ser condenado a pena de até 1 ano de prisăo, além de ter toda a mercadoria apreendida. 

A operaçăo, batizada de Sétimo, contou com cerca de 50 policiais civis da Coordenac%u0327a%u0303o de Repressa%u0303o aos Crimes Contra o Consumidor, à Propriedade Imaterial e a Fraudes e da Divisăo de Operaçőes Especais da PCDF. O nome da operac%u0327a%u0303o faz alusa%u0303o à vaidade, um dos sete pecados capitais.

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Fonte: Cidades

iPhone XS e XS Max dos EUA podem ter problemas com o 4G brasileiro; entenda

Os brasileiros terão que pensar duas vezes antes de comprar os iPhone XS nos Estados Unidos e Canadá. A versão do modelo que será vendida nos dois países da América do Norte será incompatível com a faixa de 700 MHz do 4G brasileiro. Com isso, os novos aparelhos não poderão se conectar às redes LTE nas cidades que utilizem unicamente essa frequência.

A informação pode ser encontrada no site da Apple, atualizado logo após o evento com as especificações técnicas e de frequências do modelo. Nos Estados Unidos e Canadá, as versões escolhidas foram a A1920 (iPhone XS) e a A1921 (iPhone XS Max). Infelizmente, para quem ia aproveitar as viagens de fim de ano à terra do Tio Sam, os modelos suportarão apenas duas das três bandas LTE disponíveis no país.

O problema é o seguinte: desde a sua implantação, a tecnologia 4G utiliza diferentes frequências e tecnologia ao redor do mundo. No Brasil, o primeiro padrão a ser adotado foi a banda 7 (2600 MHz), seguida pela banda 3 (1.800 MHz) e, mais recentemente, a banda 28 (700 MHz APT) graças ao desligamento da TV Analógica. É justamente esta última banda que não estará presente nos modelos da América do Norte.Embora a faixa de 700 MHz também seja usada nos Estados Unidos, o Brasil adotou a frequência com uma canalização batizada de APT. A tecnologia é mais flexível e eficiente do que o padrão americano, sendo adotada também em países europeus e asiáticos.

Caso queira a compatibilidade total com as redes 4G no Brasil, a única saída para os brasileiros será comprar os modelos A2097 (iPhone XS) e A2101 (iPhone XS Max). Os dispositivos estarão disponíveis em países da Europa, como Reino Unido, Portugal e Alemanha; além da Austrália, Índia e algumas nações da Ásia e Oriente Médio.

Por enquanto, ainda não se sabe quais versões dos novos iPhones estarão disponíveis no Brasil, já que a Apple sequer deu previsão para o lançamento por aqui. Outra incógnita são os modelos do iPhone XR, que demorarão mais a chegar às lojas e ainda não tiveram as versões anunciadas. Por fim, modelos antigos como o iPhone 8 e o iPhone 7 vendidos lá foram são totalmente compatíveis com as faixas brasileiras.

– Os aparelhos dos Estados Unidos não funcionarão por aqui?

Apesar da notícia decepcionante para os brasileiros que pretendem fugir dos altos preços por aqui, o impacto da incompatibilidade vai depender de alguns fatores. Se você mora em uma capital ou em grandes cidades do Brasil, dificilmente o seu telefone deixará de se conectar às redes 4G. Isso acontece porque a maioria desses lugares oferecem serviços na faixas de 2600 MHz e 1800 MHZ.

O grande problema, por outro lado, pode acontecer em cidades menores e que só utilizem as faixas de 700 MHz APT. Com o desligamento progressivo da TV analógica, as operadoras de telefonia estão dando preferência a nova tecnologia graças à sua maior eficiência em relação às anteriores. Ainda assim, quando visitar essas áreas, os aparelhos ainda continuarão funcionando nas redes 2G e 3G.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Mulheres se unem nas redes contra Bolsonaro

Criado no dia 30 de agosto no Facebook, o grupo “Mulheres Unidas contra Bolsonaro”, dedicado a se opor ao candidato do PSL à Presidência, “quebrou” a internet. O agrupamento, formado apenas por eleitoras, começou a chamar a atenção na segunda-feira passada, ao agregar mais de 300 mil mulheres em um único dia. Dois dias depois, atingiu 1,2 milhão – o equivalente a 1,5% do eleitorado feminino apto a votar este ano.

As adesões acumuladas em alta velocidade mostram a rejeição que o presidenciável enfrenta entre eleitoras – a maioria das votantes no Brasil. Bolsonaro lidera as pesquisas com 26% das intenções de voto, mas entre o eleitorado feminino sua rejeição é de 50%, segundo pesquisa Ibope divulgada na terça-feira, 11.

As criadoras do grupo afirmam que o objetivo não é apoiar nenhum partido e que todas as posições políticas são bem-vindas, desde que não votem no candidato do PSL, a quem chamam de “inominável” ou “coiso”. O grupo aproveita a grande mobilização online para marcar atos públicos contra o candidato na sexta-feira, na Avenida Paulista, em São Paulo, e no dia 29, na Cinelândia, no centro do Rio, entre outros eventos.

 

“Numa conversa informal, resolvemos criar o grupo para demonstrar a nossa insatisfação em relação à candidatura do inominável por conta de seu discurso misógino, de ódio às minorias”, disse a publicitária Ludmila Teixeira, criadora do grupo.

A campanha de Bolsonaro nega o discurso machista e reclama da exploração de imagens do deputado empurrando e insultando a colega deputada Maria do Rosário (PT-RS) e ofendendo uma repórter.

‘Reação’

 

“As mulheres são o grande calcanhar de Aquiles de Bolsonaro”, afirmou o diretor de Análises de Políticas Públicas da FGV, Marco Aurélio Ruediger. “É uma reação importante acontecendo diante das posturas desse candidato”, disse a professora de Direito da FGV/SP Luciana Ramos, especialista em participação feminina na política.

Também foram criados grupos de mulheres de apoio a Bolsonaro, mas eles não chegam a ter a 100 mil integrantes. Uma manifestação chamada “Mulheres com Bolsonaro” foi marcada para o dia 29, na Candelária, no centro do Rio, para “contrapor ao evento criado pelo movimento feminista”, afirma um texto que circula nas redes. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Viúva de Mr. Catra desabafa na web: “Agora me vejo em total desespero”

Silvia Catra, uma das três viúvas de Mr. Catra, usou as redes sociais nesta quinta-feira (14/9) para desabafar após a morte do cantor. Vítima de um câncer no fígado, o funkeiro faleceu no último domingo (9), aos 49 anos.

A viúva, lamentosa, publicou uma foto na qual aparece com Catra e falou sobre desespero. “Eu fui uma pessoa que sempre fez de tudo para o meu marido. Dava banho, fazia a barba, cortava o cabelo, quando ele entrava para o banheiro deixava a roupa dele arrumada”, disse ela, descrevendo sua rotina.

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Sentindo saudades dessas obrigações, Silvia declarou: “Eu chegava até a dizer ‘o Wagner não para de me chamar’… Acho que ele me chamava umas 40, 50 vezes por dia. Quem frequentava nossa família, como amigos mais chegados, sabe muito bem do que eu estou falando”. A vida sem o marido, portanto, está sendo uma luta diária.

“Agora me vejo em um total desespero, pedindo pelo amor de Deus pra ele me chamar. Tenho levantado todos esses dias com o coração desejando ouvir um ‘Silvia, faz isso pra mim, pega aquilo pra mim’. Que tristeza, gente. Acho que estou ficando louca. Por mais que eu saiba que ele está com Deus, sempre tenho a impressão de que ele vai entrar pela porta gritando ‘Meu amor, cheguei!”, desabafou a morena.

Legalização da maconha intensifica violência entre traficantes no Uruguai

Uruguai registra um aumento no número de homicídios vinculados ao acerto de contas entre narcotraficantes. A legalização da maconha, que vem sendo implementada de forma lenta e gradual desde 2013, produziu uma redução de parte do mercado da droga, o que gera tensões pelo controle dos pontos de venda, segundo as investigações de Marcos Baudean, pesquisador da universidade privada ORT, que monitora o impacto da lei para a segurança pública do país.

Calcula-se que o mercado consumidor de maconha movimente 40 milhões de dólares (152 milhões de reais) por ano no Uruguai, dos quais 10 milhões já passaram ao setor legal da economia.

“Quando tanto dinheiro passa em tão pouco tempo para o mercado legal, alguém precisa sentir esse golpe, e isso está justamente coincidindo com um claro aumento nas disputas localizadas em certas zonas, em geral em bairros periféricos pobres de Montevidéu, onde o narcotráfico se instalou. Achamos que está ocorrendo um estrangulamento no mercado ilegal”, afirma Baudean.

Nesse sentido, o especialista considera que a regulação está cumprindo uma das suas promessas, que era tirar o mercado da maconha das mãos dos narcotraficantes. Porém, o pesquisador aborda essas conclusões com prudência, já que a legalização foi apenas parcial até 2017, quando começou a venda em farmácias – atualmente são 14 estabelecimentos em todo o país –, com uma produção controlada pelo Estado. Aproximadamente 35.000 pessoas estão registradas para adquirir maconha legalmente no Uruguai através do autocultivo, de clubes ou em farmácias. Mas também há um mercado cinzento em que os usuários legais às vezes presenteiam ou revendem a droga no seu entorno. Mas o alcance do mercado legal é cada vez maior.

Efeito previsível

Ricardo Fraiman, assessor de segurança do Ministério do Interior do Uruguai, confirmou no fim de julho as investigações que apontam um estrangulamento do mercado ilegal, durante um evento organizado pelo Observatório Latino-Americano de Pesquisas em Política Criminal. Ele observou que o aumento da violência e dos homicídios era uma consequência “esperável” do processo de legalização, segundo relatou o semanário Búsqueda. Mas o Governo também associa o ajuste de contas às operações policiais de desativação dos pontos de venda de drogas, ou a mudanças internas nesse mercado, no qual atualmente são vendidas menos substâncias baratas, como a pasta-base (um refugo da cocaína), e há mais consumo de drogas sintéticas.

Dados extraoficiais do primeiro semestre de 2018 já apontam um claro aumento dos homicídios, com 215 casos no país, contra 131 no mesmo período do ano anterior. Se essa tendência for confirmada, será um aumento histórico, segundo a organização privada Fundapro. O Ministério do Interior não divulgou suas cifras, mas reconhece que a violência aumentou neste ano.

Segundo as estatísticas oficiais, em todo o ano de 2017 foram assassinadas 283 pessoas, enquanto no ano anterior houve 268 homicídios, num país de 3,4 milhões de habitantes. Como comparação, o número uruguaio representa 8,3 homicídios por 100.000 habitantes, contra 30,8 da média brasileira, segundo dados divulgados pela ONG Fórum Brasileiro de Segurança Pública nesta quinta-feira. Em Montevidéu, a área onde são registrados mais crimes violentos, as autoridades reconhecem que cerca de 45% dos homicídios tiveram relação com brigas entre narcotraficantes pelo controle de território.

Desde que começou a legalizar a maconha, o Uruguai vem gerando estudos que medem milimetricamente os efeitos do processo, algo factível em um país com poucos habitantes e boa cobertura médica e de segurança. Além disso, pesquisadores de várias universidades reunidos na organização Monitor Cannabis complementam os dados com estudos próprios. Somam-se a isso as colaborações de instituições estrangeiras, onde a experiência uruguaia suscita um enorme interesse.

Embora as pesquisa mostrem que a população é cada vez mais favorável à regulação da maconha, o aumento da violência é observado com preocupação.

‘Orgulho e Paixão’ exibe primeiro beijo gay em novela das 18h

 

O capítulo desta quarta-feira, 12, de Orgulho e Paixão marcou o primeiro beijo gay em uma novela das 18h da TV Globo. A novela está em sua reta final e termina no dia 17 de setembro.

 

A cena começa quando Luccino (Juliano Laham) e Otávio (Henrique Muller) discutindo sobre o futuro, já que Luccino terá de retornar ao quartel em breve. Os dois se declaram e Luccino lembra da primeira vez que os dois se tocaram. “Foi rápido, mas eu senti uma eletricidade que foi direto pro coração. Agora me sinto em paz”, falou.

E o beijo acontece, como pode ser assistido abaixo:

Criança pega celular da mãe e usa aplicativo para pedir 110 churros

Uma criança de apenas quatro anos pegou o celular da mãe, enquanto ela dormia, e pediu 110 churros pelo iFood, um aplicativo para pedir comida. A conta deu R$ 85 reais. O caso foi contado pela madrinha do menino em seu perfil no Twitter.

“Meu afilhado pediu comida no ifood enquanto a mãe dele tava dormindo e ela acordou com o entregador na casa dela com 110 churros e uma conta de 85 reais. Essa peste tem 4 anos e um apetite bem grande né (SIC)”, contou.

Luci@_lucihelena

Meu afilhado pediu comida no ifood enquanto a mãe dele tava dormindo e ela acordou com o entregador na casa dela com 110 churros e uma conta de 85 reais

Ela disse ainda que o filho acordou a mãe dizendo: “mãe a minha comida chegou”.

Luci@_lucihelena

Meu afilhado pediu comida no ifood enquanto a mãe dele tava dormindo e ela acordou com o entregador na casa dela com 110 churros e uma conta de 85 reais

Luci@_lucihelena

Pra quem não tá acreditando, tá aí a compra que o Bernardo fez feliz da vida pic.twitter.com/A1vhN6eGHW

Bem humorada, ela brincou: “Eu voto no churros pra presidente, vote 110”.

 

 

A madrinha da criança contou ainda que a mãe teve que explicar para o entregador que foi o filho que fez o pedido e que não tinha dinheiro para pagar. “Ela teve que conversar com o entregador durante uma hora dizendo que não tinha dinheiro e que o filho dela que pediu, ele ficou aborrecido mas acabou indo embora kkkk ”.

O caso foi divulgado na última sexta-feira (07). Até a tarde deste domingo, a postagem já tinha mais de 49.900 curtidas e 10 mil Retweets.

Os internautas ainda brincaram com a situação. “Maior sacanagem deixar ele sem churros”, “O menino ficou sem churros? Aaaaa, que chato”, “Eu entendo muito ele, churros é a melhor coisa do mundo”, “eu pagava sorrindo e ainda comia junto”, entre outros comentários.

Essa não é a primeira que uma situação dessa acontece. Em Belém, uma criança de apenas quatro anos (na época) que pediu 11 sanduíches pelo aplicativo de celular. A mãe da criança acabou ficando com o pedido e chamou toda a família para lanchar.

(DOL)