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Huawei diz que primeiro smartphone dobrável da marca terá conexão 5G

A Huawei e a Samsung travam uma disputa pelo lançamento do primeiro smartphone dobrável do mundo. No entanto, a companhia chinesa resolveu anunciar mais uma capacidade para o seu ambicioso telefone. Segundo o executivo Ken Hu, o modelo será também o primeiro da companhia com a conexão 5G.

As declarações do diretor chinês foram dadas durante um painel no Fórum Econômico Mundial. Segundo a publicação do GSMArena, o telefone dobrável da Huawei deverá chegar em meados de 2019, alguns meses antes do esperado. Ken Hu não entrou em detalhes sobre a ficha técnica do modelo, mas apenas confirmou que este terá conexão móvel de quinta geração.

O executivo da Huawei afirmou ainda que a Honor, subsidiária da empresa focada em aparelhos de baixo custo, também já possui um telefone 5G sendo preparado. Segundo Ken Hu, a nova geração de redes móveis terá três usos principais: maior velocidade, baixa latência e internet das coisas.

Nos últimos anos, muito se fala sobre a chegada das redes 5G e de smartphones dobráveis. No primeiro quesito, a Huawei é uma das principais empresas do mundo no desenvolvimento de redes móveis, embora tenha enfrentado dificuldades nos Estados Unidos e outros países. Já na disputa pelo primeiro smartphone dobrável, é possível que a Samsung vença corrida, uma vez que a marca prometeu lançar seu Galaxy ainda este ano.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

BANDIDO É PRESO POR MATAR EMPRESÁRIO NO RJ!!

Um homem apontado pela polícia de ter participado da morte do empresário Rubens Mesquita Pinto Ales, de 45 anos, durante uma tentativa de assalto no Túnel Noel Rosa, em Vila Isabel, na Zona Norte do Rio, foi preso nesta quinta-feira. Segundo a Polícia Militar, o suspeito foi identificado como Felipe Abraão Soares Silva, 21 anos. O homem foi detido durante uma operação das Forças Armadas na comunidade do Jacarezinho.

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No dia 13 de junho deste ano, Rubens Mesquita foi abordado por homens que estavam em um carro prata e baleado no peito dentro de seu veículo. Ele saiu correndo, caindo cerca de 20 metros depois. O empresário foi socorrido no Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier, mas não resistiu aos ferimentos.

Um menor suspeito de participar do crime foi apreendido em agosto. Ele foi capturado na residência de familiares localizada em Santa Cruz, na Zona Oeste. Na delegacia, o adolescente confessou ter participado do assalto.

Ainda segundo a polícia, o suspeito de outro crime também foi detido. Neste caso, o homem foi identificado como Kevin da Silva Pereira, 18 anos. Ele teria de participado de um arrastão na Rua 24 de Maio, que vitimou o subtenente do Exército Brasileiro, Alexandre Fortunato, no último dia 14 de maio.

Os dois foram levados para a 25ª (Engenho Novo).

Jovem é confundido com miliciano e fica 15 dias na cadeia

A família de um homem preso neste mês sob a suspeita de ser miliciano e de ter participado do assassinato de quatro pessoas em Guapimirim, na Região Metropolitana do Rio, em 2016, tenta a todo custo provar sua inocência. E conseguiu a primeira vitória na Justiça: Victor de Oliveira, de 27 anos, deixou o presídio Evaristo de Moraes, em São Cristóvão, na Zona Norte do Rio, nesta quinta-feira, após 15 dias de angústia para os familiares e amigos por um equívoco da Polícia Civil.

Segundo a juíza Rafaela de Freitas Baptista de Oliveira, da 2ª Vara Criminal de Guapimirim, “um criminoso teve a foto anexada ao processo, mas Victor não corresponde a mesma pessoa que foi reconhecida por fotografia”. A liberdade provisória foi concedida nesta quarta-feira, com manifestação favorável do Ministério Público, que pediu “medidas cautelares diversas da prisão”. O rapaz, que até então não tinha passagem pela polícia, deverá e apresentar mensalmente à Justiça para justificar suas atividades até o término do processo.

Victor de Oliveira foi preso por policiais da 55ª DP no dia 5 de setembro deste ano, apontado como o “miliciano responsável pela morte de quatro pessoas”. Segundo informações da polícia, os assassinatos seriam motivados pelo domínio de comunidades entre milicianos e traficantes. De acordo com a investigação, ele teria agido com outros três homens para cometer o assassinato. Às 17h56 do último dia 5, a Polícia Civil publicou em seu site uma notícia sobre a prisão de Victor. Até as 17h desta quinta-feira, a nota continuava na página da instituição. O DIA fez alguns questionamentos à Polícia Civil, que respondeu que a prisão preventiva de Victor foi feita pela 2ª Vara da Comarca de Guapimirim, com base em investigações da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF). “Na ocasião, o suspeito foi reconhecido pelas testemunhas”, completa a nota. Parentes do rapaz negaram a versão da polícia.

Capturado ao procurar a delegacia

Segundo a mãe de criação de Victor, Damaris Lobbo, ele acabou capturado quando foi até a delegacia para resolver questões envolvendo a sua moto, vendida pouco tempo antes. Na unidade, os agentes verificaram a existência de um suposto mandado de prisão em aberto e o algemaram.

“Ele vendeu a moto, mas ela continuava no seu nome. O rapaz que comprou agendou uma vistoria no Detran e a polícia chegou ao meu filho pelo agendamento. Os policiais chegaram a abordar o novo dono da moto achando que era o Victor”, relatou Damaris ao DIA.

“Ele se apresentou na delegacia porque um inspetor entrou em contato com a mulher do meu filho falando que o condutor tinha se envolvido em um acidente e a moto ainda estava no nome do Victor. Ele tinha que ir até lá pra fazer a declaração que ele vendeu a moto e pra quem vendeu pra depois o novo dono fosse ouvido”, explicou. “Ele foi. Quem não deve, não teme, se ele fosse um miliciano ele não iria”, completou.

Após a prisão, Damaris começou por conta própria a tentar provar a inocência do filho. Nas redes sociais, suas publicações sobre o caso receberam inúmeros compartilhamentos e comentários alegando que o caso era uma injustiça.

“Na época ele estava trabalhando com serviços gerais no mercado, com carteira assinada. Miliciano não tem serviço assim. No dia da prisão, ele estava trabalhando como mototaxista e foi preso com colete”, alegou Damaris. “Juntei mais de 500 assinaturas em favor do meu filho, procurei documentos. O que salvou o Victor foi a foto do responsável pelo crime no processo que, graças a Deus, o juiz viu que não era o meu filho”, completou.

“Eu não sei como o documento do meu filho foi parar no meio dessa confusão. Meu filho nunca saiu de Queimados, não tem nada dele lá, identidade, digital, nada. Não sei quem é o responsável pelo crime, mas ele está solto. Ele nunca esteve em Guapimirim, a polícia deve ter mostrado a foto dele, que é bem parecido com o verdadeiro criminoso e o pegaram. Tem lá no processo a foto dele e não é o meu filho. Isso o inocentou”, finalizou Damaris. Victor, que chegou em casa por volta de 19h, e foi recebido com festa por amigos e parentes falou ao DIA.

“O que eu passei esses dias foi uma provação muito grande, passei por uma humilhação por algo que eu não cometi. Aconteceu em um momento em que estava dando tudo certo na minha vida, eu passei por essa provação. Eu passei por uma humilhação tão grande e queria dizer que não desejo isso para ser humano nenhum. Aquele lugar é um inferno, a gente passa frio, fome e não tem lugar nenhum pra dormir. Não tem nenhuma cama decente, as que têm estão ocupadas pelos presos que estão lá há bastante tempo”, disse Victor.

“Eu sou inocente e paguei por uma coisa que eu não cometi, em um lugar que eu não sabia da existência e nem sonhava conhecer. Eu afirmei minha inocência e graças à ajuda da minha mãe, dos meus parentes, amigos e da minha esposa consegui sair. Aqui fora eu era uma pessoa boa, agora eu me tornei uma pessoa melhor. Eu me reconciliei com Deus, só ele sabe o que eu passei lá dentro. Eu não desejo pra ninguém. Eu passei noites sem dormir, chorando, e o que eu quero é Justiça”, afirmou o rapaz, que decidiu processar o estado.

 

Xuxa fala tudo sobre pacto com Diabo!!!

Xuxa Meneghel fez mais uma passagem pelo Programa do Porchat, na Record. Ao humorista, a eterna Rainha dos Baixinhos abriu o jogo sobre temas polêmicos envolvendo a carreira, incluindo boatos de um pacto com o diabo e por quase ter sido presa por agredir uma pessoa.

“Eu bati [na cara] em uma pessoa que não devia. E quando eu vi, era uma pessoa muito importante, mas o Magno foi preso no meu lugar”, declarou Xuxa, referindo-se a um homem que realmente destratou uma de suas fãs.

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PF conclui que autor do atentado a Bolsonaro agiu sozinho

Depois de duas semanas de investigação, a Polícia Federal (PF) não encontrou, até o momento, nenhum indício de que Adélio Bispo de Oliveira tenha agido a mando de uma segunda pessoa quando esfaqueou o candidato a presidente da República Jair Bolsonaro(PSL), conforme disse ao jornal O Globo, nesta quinta-feira (20/9), uma fonte que conhece o caso de perto.

Segundo a reportagem, não há indicativo também de ajuda de uma outra pessoa a Adélio para cometer o crime, como chegou a ser especulado no início. A Polícia Federal concluiu nesta quinta a primeira parte da apuração e pediu prazo de 15 dias para apresentar relatório final do caso – a prorrogação já foi autorizada.

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Depois de encerrado o primeiro inquérito, a Polícia Federal usará a prorrogação para aprofundar ainda mais a investigação do crime. Mesmo sem indicativos claros de mandantes ou participação de terceiro, a polícia pretende esgotar todas as hipóteses para não deixar nenhuma margem de dúvida sobre as circunstâncias e as responsabilidades pela tentativa de assassinato do candidato à Presidência, informa O Globo.

Para investigadores e pessoas próximas ao caso, o segundo inquérito seria mais uma medida de cautela da polícia contra eventuais críticas que propriamente uma necessidade. O resultado das investigações converge com a versão apresentada desde o primeiro depoimento por Adélio Bispo de Oliveira. Ele agiu por conta própria motivado por divergências políticas com Bolsonaro.

Num novo depoimento, prestado na segunda-feira (17), o agressor repetiu que esfaqueou o candidato por causa de “divergências ideológicas” entre os dois. Para chegar à conclusão sobre a inexistência de um mandante, a equipe de inteligência da polícia fez uma devassa nos dois últimos anos da vida do autor do ataque.

Computadores, celulares, contatos telefônicos, contas bancárias e redes sociais estão sendo devassados. Mais de 10 policiais participam da análise do material e a PF também pediu à Justiça a quebra dos sigilos telefônico, telemático e bancário do agressor

“Para o pleno esclarecimento dos fatos apurados, até o momento a Polícia Federal entrevistou 38 pessoas, colheu 15 depoimentos formais de testemunhas, realizou três interrogatórios formais do preso e analisou dois Terabytes de imagens. Foram realizadas diligências investigativas em Juiz de Fora, Montes Claros, Uberaba, Uberlândia, Pirapitinga, Belo Horizonte e Florianópolis”, diz nota divulgada pela polícia nesta quinta.

Morre mulher esfaqueada em frente ao Tribunal de Justiça no RJ

Morreu, na noite desta quinta-feira, a mulher esfaqueada em frente ao prédio do Tribunal de Justiça do Rio, no Centro, à tarde. Vanessa da Fonseca Magalhães, 30 anos, foi levada para o Hospital Municipal Souza Aguiar, mas não resistiu aos ferimentos. A informação foi confirmada pela Secretaria Municipal de Saúde.

Segundo relatos de testemunhas, houve uma briga de moradores de rua no local e Vanessa, que também estava em situação de rua, estava envolvida e foi vítima. O homem que a atacou foi preso por policiais do 5º BPM (Praça da Harmonia) e a faca usada na ação foi apreendida. O assassino foi identificado apenas como Valdemar e, segundo a Polícia Civil, tem três passagens por lesão corporal, violência doméstica e homicídio.

Ainda não há informações sobre a data e local de sepultamento de Vanessa. A Delegacia de Homicídios (DH) assumirá as investigações do caso.

Flanelinha é esfaqueado durante briga em Ipanema

Horas antes, ainda na manhã desta quinta-feira, um homem foi esfaqueado e outro ficou ferido durante uma briga na Rua Barão da Torre, em Ipanema, na Zona Sul. Segundo relatos de testemunhas, os dois envolvidos são flanelinhas.

Segundo a Polícia Militar, o 23º BPM (Leblon) foi acionado para verificar ocorrência. Os envolvidos foram encaminhados ao Hospital Municipal Miguel Couto, onde recebem atendimento médico. Ainda não há informações sobre o estado de saúde.

QUE ABSURDO!!! MOTORISTA DE APLICATIVO ADMITE TER ATROPELADO AVÓ E DOIS NETOS NO CATONHO, MAS ATROPELADOR NÃO DEVE FICAR PRESO

O motorista de aplicativo Elson José Meneses da Silva, de 55 anos, foi identificado, nesta quinta-feira, pela Polícia Civil de atropelar e matar Míriam de Moura, de 60 anos, e os dois netos, Raphael, de 5 anos, e Kaio, de 7, quando saíam de uma igreja em Sulacap, na Zona Oeste, na semana passada. A idosa e seus netos foram atingidos na Estrada do Catonho, altura do número 1.284. Meneses foi conduzido para a 33ª DP (Realengo).

Segundo a Polícia Civil, Meneses — que é aposentado e trabalha como motorista de aplicativo — foi identificado após uma semana de análises de câmeras de segurança do entorno de onde aconteceu o atropelamento. Depois de identificar o modelo do veículo que o aposentado dirigia, um Renault Logan, os policiais receberam a denúncia de que um carro do mesmo modelo estava em uma oficina mecânica em Senador Camará, também na Zona Oeste da cidade.

No local, de acordo com o delegado da 33ª DP, Roberto Ramos, Meneses mentiu sobre o motivo dos danos ao automóvel. Ele disse que o carro havia sido atingido por um caminhão, e não que ele havia atropelado uma pessoa. O delegado conta que, ao chegar no mecânico, o veículo já estava desmontado.

— O carro foi encontrado já desmontado no mecânico, no entanto, a perícia foi feita e é (o carro) compatível com o atropelamento. O motorista será indiciado, mas, de acordo com a legislação, poderá responder em liberdade — contou.

No dia em que atropelou Miriam e os netos, Meneses acabava de fazer uma viagem. Elson prestou depoimento, nesta quinta-feira, e foi liberado. Ele vai responder o processo em liberdade.

— Fiquei com medo de ser linchado. Era de noite, estava escuro. Eu não estava a uma velocidade tão alta. Estava a cerca de 60 quilômetros, e também não vi as crianças. Só vi um vulto. Achei que era só uma pessoa — contou Meneses.

O aposentado vai responder por homicídio culposo, quando não há a intenção de matar, e fraude processual, por tentar fazer com que o veículo não fosse descoberto.

Motorola pode lançar smartphone com Android One e bateria gigante no Brasil

O Motorola One e o One Power podem estar com data marcada para chegar ao Brasil. A fabricante anunciou um evento em São Paulo no próximo dia 4, quando deve apresentar os seus intermediários com Android One. Entre as principais características dos modelos está a controversa franja (notch) na tela.

Anunciados no fim de agosto, a dupla de telefones da Motorola tem como principal característica o Android One. Trata-se de uma versão do sistema do Google com poucas modificações e com a promessa de atualizações rápidas de sistema. A edição instalada no aparelho é a 8.1 (Oreo), com promessa de atualização para a 9.0 (Pie).

O Motorola One é o modelo mais simples, com tela de 5,9 polegadas HD com proporção de 19:9, câmera traseira dupla de 13 + 2 megapixels e frontal de 8 MP. O aparelho traz um processador Snapdragon 625, 4 GB de RAM e 64 GB de armazenamento interno com entrada para microSD. Por fim, há uma bateria interna de 3000 mAh.

Já o One Power é um modelo mais poderoso com tela de 6,2 polegadas Full HD (1080p) 19:9, câmera traseira dupla de 16 + 5 MP e frontal de 12 MP. O aparelho tem ainda um processador Snapdragon 636 quad-core de 1,8 GHz, repetindo a memória RAM de 4 GB e o armazenamento de 64 GB com microSD. A bateria também recebeu um grande reforço: são 5000 mAh.

Apesar dos indícios sobre a chegada dos novos smartphones, que serão lançados dias antes na Índia, a Motorola não confirmou quais serão seus lançamentos. O evento da empresa acontece no próximo dia 4 às 9h30, em São Paulo.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Chinesa Meizu revela celulares de 'tela infinita' sem o entalhe do iPhone X

A chinesa Meizu decidiu ir contra a tendência do mercado e revelou uma nova leva de celulares de bordas finas mas sem adotar o infame corte na tela que virou moda depois do iPhone X. Em vez disso, a empresa adotou um visual mais inspirado no que fazia o LG G6 no ano passado, sendo que dois dos aparelhos são básicos e um deles é um intermediário-premium.

O aparelho intermediário é Meizu 16X, que conta com tela de 6 polegadas com tecnologia AMOLED e resolução Full HD+, ocupando quase 91% da parte frontal do smartphone. O dispositivo também vem com o processador Snapdragon 710, 6 GB de memória RAM e 128 GB de armazenamento interno, enquanto a câmera traseira é dupla, com sensores de 12 megapixels e 20 megapixels com zoom óptico de até 3 vezes; já o sensor frontal é de 20 megapixels.

Enquanto isso, a empresa também apresentou o Meizu V8 e o V8 Pro, que são mais simples, mas também adotam a mesma identidade visual, sendo que ambos têm uma tela de 5,7 polegadas com resolução HD+ (1440×720) na proporção 18:9. A diferença entre ambos está nas especificações internas e na câmera

O V8 Pro tem um processador Helio P22 da MediaTek com 4 GB de RAM e 64 GB de armazenamento e câmera dupla de 12 megapixels e 5 megapixels. Já o Meizu V8 tem um processador MediaTek MT6739, 3 GB de RAM e 32 GB de armazenamento. Sua câmera traseira é simples, com apenas um sensor de 13 megapixels

Os aparelhos chegam ao mercado chinês pelo equivalente a R$ 1.250 (16X), R$ 650 (V8 Pro) e R$ 480 (V8). Não há previsão de lançamento no Brasil, ainda que a empresa tenha seus produtos importados para o Brasil por meio da Vi, que representa a marca por aqui.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Quatro motivos que explicam o fracasso do PS Vita

A Sony vai encerrar a fabricação do PS Vita em março de 2019, aposentando definitivamente o portátil que jamais conseguiu repetir o sucesso de outros dispositivos da linha PlayStation. Apesar de ter sido muito bem recebido no lançamento – como peça de hardware, o Vita era impressionante em 2011 e ainda merece respeito pelo seu poder em 2018 -, o dispositivo jamais decolou em vendas e vai encerrar a vida útil na casa das 16 milhões de unidades comercializadas.

Os motivos do fracasso do Vita são vários: ele saiu na hora errada e ainda foi vítima de uma série de equívocos da própria Sony, que não fez muito esforço para reverter a situação quando percebeu que as coisas não iam bem para o portátil. O Olhar Digital separou quatro fatores que contribuíram para a queda do PS Vita:

Falta de suporte da Sony

O PS Vita chegou às lojas com três jogos da própria Sony: “Little Deviants”, “WipeOut 2048” e “Uncharted: Golden Abyss”. No geral, eles foram bem recebidos. No caso específico de “Uncharted”, o game mostrava bem as capacidades do portátil: era um jogo que não fazia feio perante um episódio da franquia disponível no PS3, o que indicava que o Vita tinha potencial para reproduzir os jogos AAA até então restritos a aparelhos de mesa, e não a portáteis. Mas não foi isso o que aconteceu.

A Sony ainda investiu no Vita por algum tempo, e jogos como “Gravity Rush” e “Tearaway” foram bastante elogiados por jogadores e pela crítica. O problema é que as vendas do aparelho não decolavam, e, em vez de aumentar a aposta no Vita, a Sony decidiu deixar o portátil de lado e se concentrou no PlayStation 4 – que, desde que foi lançado no fim de 2013, é um sucesso absoluto.

Falta de apoio de outras empresas

O desempenho comercial fraco do Vita afastou também outras empresas que poderiam desenvolver para o console. Nos primeiros anos, o console até recebeu versões de franquias populares como uma coletânea de “Metal Gear Solid”, um game da série “Assassin’s Creed” e também “Borderlands 2”. Mas ficou por aí, e algumas promessas nunca se concretizaram – como é o caso de BioShock para o Vita, que foi anunciado mas jamais lançado.

Embora estúdios japoneses e independentes tenham lançado muita coisa para o Vita, ele acabou se tornando um portátil de nicho – seja um grupo de jogadores interessados em levar jogos indie para todos os lugares, ou então fãs de gêneros como RPG japonês e visual novel. Foi o suficiente para manter o portátil ativo para muita gente, mas não o bastante para atrair um público maior para ele.

Concorrência de smartphones e tablets

O PS Vita foi lançado bem quando smartphones e tablets cresciam em popularidade, oferecendo acesso a jogos a qualquer momento em um dispositivo que as pessoas costumam ter sempre por perto. Por mais que os games do Vita fossem mais robustos e próximos da experiência de consoles, a Sony não conseguiu convencer jogadores a adotarem um portátil dedicado a jogos em meio a tantas opções de celulares.

Cartão de memória proprietário e caro

Talvez o maior erro da Sony com o Vita tenha sido na adoção dos cartões de memória proprietários. Não eram cartões Memory Stick, como os usados no PSP, e nem a memória SD usada amplamente em dispositivos em geral como smartphones.

O Vita tinha um cartão de memória próprio com menos capacidade de armazenamento do que outros e com preço elevado. O portátil exigia o uso do cartão para salvar games, mas eles eram vendidos separadamente no lançamento.

Ou seja, além dos US$ 300 que os compradores precisavam desembolsar pelo aparelho em si, eles ainda precisavam gastar até US$ 100 se quisessem 16 GB de armazenamento – espaço que era o suficiente para poucos jogos, considerando que os games podiam ocupar até 2,5 GB.

As revisões de hardware não mudaram o cartão de memória usado, e o preço deles não caiu o suficiente para se tornarem acessíveis. Ainda hoje um cartão de 16 GB do Vita custa cerca de US$ 40 – mais caro do que um micro SD de 128 GB.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral