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Chinesa Meizu revela celulares de 'tela infinita' sem o entalhe do iPhone X

A chinesa Meizu decidiu ir contra a tendência do mercado e revelou uma nova leva de celulares de bordas finas mas sem adotar o infame corte na tela que virou moda depois do iPhone X. Em vez disso, a empresa adotou um visual mais inspirado no que fazia o LG G6 no ano passado, sendo que dois dos aparelhos são básicos e um deles é um intermediário-premium.

O aparelho intermediário é Meizu 16X, que conta com tela de 6 polegadas com tecnologia AMOLED e resolução Full HD+, ocupando quase 91% da parte frontal do smartphone. O dispositivo também vem com o processador Snapdragon 710, 6 GB de memória RAM e 128 GB de armazenamento interno, enquanto a câmera traseira é dupla, com sensores de 12 megapixels e 20 megapixels com zoom óptico de até 3 vezes; já o sensor frontal é de 20 megapixels.

Enquanto isso, a empresa também apresentou o Meizu V8 e o V8 Pro, que são mais simples, mas também adotam a mesma identidade visual, sendo que ambos têm uma tela de 5,7 polegadas com resolução HD+ (1440×720) na proporção 18:9. A diferença entre ambos está nas especificações internas e na câmera

O V8 Pro tem um processador Helio P22 da MediaTek com 4 GB de RAM e 64 GB de armazenamento e câmera dupla de 12 megapixels e 5 megapixels. Já o Meizu V8 tem um processador MediaTek MT6739, 3 GB de RAM e 32 GB de armazenamento. Sua câmera traseira é simples, com apenas um sensor de 13 megapixels

Os aparelhos chegam ao mercado chinês pelo equivalente a R$ 1.250 (16X), R$ 650 (V8 Pro) e R$ 480 (V8). Não há previsão de lançamento no Brasil, ainda que a empresa tenha seus produtos importados para o Brasil por meio da Vi, que representa a marca por aqui.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Quatro motivos que explicam o fracasso do PS Vita

A Sony vai encerrar a fabricação do PS Vita em março de 2019, aposentando definitivamente o portátil que jamais conseguiu repetir o sucesso de outros dispositivos da linha PlayStation. Apesar de ter sido muito bem recebido no lançamento – como peça de hardware, o Vita era impressionante em 2011 e ainda merece respeito pelo seu poder em 2018 -, o dispositivo jamais decolou em vendas e vai encerrar a vida útil na casa das 16 milhões de unidades comercializadas.

Os motivos do fracasso do Vita são vários: ele saiu na hora errada e ainda foi vítima de uma série de equívocos da própria Sony, que não fez muito esforço para reverter a situação quando percebeu que as coisas não iam bem para o portátil. O Olhar Digital separou quatro fatores que contribuíram para a queda do PS Vita:

Falta de suporte da Sony

O PS Vita chegou às lojas com três jogos da própria Sony: “Little Deviants”, “WipeOut 2048” e “Uncharted: Golden Abyss”. No geral, eles foram bem recebidos. No caso específico de “Uncharted”, o game mostrava bem as capacidades do portátil: era um jogo que não fazia feio perante um episódio da franquia disponível no PS3, o que indicava que o Vita tinha potencial para reproduzir os jogos AAA até então restritos a aparelhos de mesa, e não a portáteis. Mas não foi isso o que aconteceu.

A Sony ainda investiu no Vita por algum tempo, e jogos como “Gravity Rush” e “Tearaway” foram bastante elogiados por jogadores e pela crítica. O problema é que as vendas do aparelho não decolavam, e, em vez de aumentar a aposta no Vita, a Sony decidiu deixar o portátil de lado e se concentrou no PlayStation 4 – que, desde que foi lançado no fim de 2013, é um sucesso absoluto.

Falta de apoio de outras empresas

O desempenho comercial fraco do Vita afastou também outras empresas que poderiam desenvolver para o console. Nos primeiros anos, o console até recebeu versões de franquias populares como uma coletânea de “Metal Gear Solid”, um game da série “Assassin’s Creed” e também “Borderlands 2”. Mas ficou por aí, e algumas promessas nunca se concretizaram – como é o caso de BioShock para o Vita, que foi anunciado mas jamais lançado.

Embora estúdios japoneses e independentes tenham lançado muita coisa para o Vita, ele acabou se tornando um portátil de nicho – seja um grupo de jogadores interessados em levar jogos indie para todos os lugares, ou então fãs de gêneros como RPG japonês e visual novel. Foi o suficiente para manter o portátil ativo para muita gente, mas não o bastante para atrair um público maior para ele.

Concorrência de smartphones e tablets

O PS Vita foi lançado bem quando smartphones e tablets cresciam em popularidade, oferecendo acesso a jogos a qualquer momento em um dispositivo que as pessoas costumam ter sempre por perto. Por mais que os games do Vita fossem mais robustos e próximos da experiência de consoles, a Sony não conseguiu convencer jogadores a adotarem um portátil dedicado a jogos em meio a tantas opções de celulares.

Cartão de memória proprietário e caro

Talvez o maior erro da Sony com o Vita tenha sido na adoção dos cartões de memória proprietários. Não eram cartões Memory Stick, como os usados no PSP, e nem a memória SD usada amplamente em dispositivos em geral como smartphones.

O Vita tinha um cartão de memória próprio com menos capacidade de armazenamento do que outros e com preço elevado. O portátil exigia o uso do cartão para salvar games, mas eles eram vendidos separadamente no lançamento.

Ou seja, além dos US$ 300 que os compradores precisavam desembolsar pelo aparelho em si, eles ainda precisavam gastar até US$ 100 se quisessem 16 GB de armazenamento – espaço que era o suficiente para poucos jogos, considerando que os games podiam ocupar até 2,5 GB.

As revisões de hardware não mudaram o cartão de memória usado, e o preço deles não caiu o suficiente para se tornarem acessíveis. Ainda hoje um cartão de 16 GB do Vita custa cerca de US$ 40 – mais caro do que um micro SD de 128 GB.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Polícia do Rio apreende metralhadora .50, maior arma já confiscada no stado

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Metralhadora possui 1,68 metro de comprimento e pesa 38 quilos (foto: Divulgaçăo/ Polícia Civil
)

 

 

Policiais da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC) do Rio apreenderam nesta quarta-feira (19/9), uma metralhadora Browning .50. A arma, que mede quase 1,7 metro e pesa nada menos que 38 quilos, é capaz de furar blindagem de carro forte e de aeronaves. A metralhadora tem capacidade de disparar de 400 a 600 tiros por minuto. Trata-se do maior armamento já apreendido no Estado do Rio de Janeiro.

A ponto 50, como é conhecida, é uma arma de guerra. Ela estava com dois homens que, segundo os policiais da força especializada, estavam negociando a sua venda, na Barra da Tijuca, bairro da zona oeste da capital fluminense. Os dois foram presos, mas seus nomes năo haviam sido divulgados até a publicaçăo desta matéria. Năo há informaçőes sobre os compradores.

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Fonte: Brasil

PM reage uma tentativa de assalto e mata suspeito na Zona Oeste!!

Um suspeito foi morto, na tarde desta quarta-feira, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. De acordo com a Polícia Militar, um oficial da corporação sofreu uma tentativa de assalto quando trafegava com seu veículo pela Avenida das Américas, próximo ao Barra Shopping e reagiu atirando contra o homem.
Ainda segundo a PM, o suspeito foi socorrido para o Hospital Lourenço Jorge, também na Barra da Tijuca, pela ambulância do Corpo de Bombeiros, mas não resistiu aos ferimentos. A ocorrência foi encaminhada para a Delegacia de Homicídios (DH) da Capital.
Via: O Dia

Médicos acham tartaruga morta na vagina de paciente

Os médicos de um pronto-socorro em Arona, Tenerife (Ilhas Canárias, Espanha), ficaram boquiabertos com uma descoberta ao tratar, na noite de sábado (15/9), uma paciente britânica que mora na ilha.

A mulher, que não foi identificada por questão legal, procurou o hospital na localidade de El Mojón se queixando de fortes dores na área genital. Médicos a examinaram e descobriram na vagina da paciente uma pequena tartaruga morta.

A Polícia Nacional foi chamada, e a mulher contou que na noite anterior havia saído com um grupo de compatriotas para beber, segundo relato do jornal “El Día”. Ela afirmou não ter a menor ideia de como o animal foi parar na sua vagina.

A paciente foi tratada de infecção e liberada.

Mulher é esfaqueada na frente do Tribunal de Justiça do Rio

Vanessa F. Magalhães de 30 anos, foi esfaqueada na Rua Erasmo Braga, em frente do Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ), no Centro do Rio, na tarde desta quinta-feira. As circunstâncias do crime ainda são desconhecidas, mas o homem que cometeu o ataque foi preso por policiais do 5º BPM (Praça da Harmonia), de acordo com a PM. A faca usada na ação também foi apreendida.

 

 

Bombeiros foram acionados para o local e socorreram a vítima, que foi levada para o Hospital Municipal Souza Aguiar, também no Centro. Ela teria sido atingida por duas facadas, mas sua identidade e estado de saúde ainda são desconhecidos. O caso foi registrado na delegacia da região.

Flanelinha é esfaqueado durante briga em Ipanema

Horas antes, ainda na manhã desta quinta-feira, um homem foi esfaqueado e outro ficou ferido durante uma briga na Rua Barão da Torre, em Ipanema, na Zona Sul. Segundo relatos de testemunhas, os dois envolvidos são flanelinhas.

Segundo a Polícia Militar, o 23º BPM (Leblon) foi acionado para verificar ocorrência. Os envolvidos foram encaminhados ao Hospital Municipal Miguel Couto, onde recebem atendimento médico. Ainda não há informações sobre o estado de saúde.

Ladrão promete ressarcir vítima após captura: “Me adiciona no Face”

Um ladrão foi perseguido e capturado após roubar o celular de uma fotógrafa, de 28 anos, em Santos (SP), na noite da quarta-feira (19/9). O assaltante foi agredido por familiares da mulher e, após ser levado de volta até a jovem, pediu desculpas e prometeu ressarcir os estragos causados à tela do aparelho telefônico durante a confusão.

“O cara chegou perto de mim, juntou as mãos e pediu desculpas. Ele me disse, ainda, que fazia questão que eu o adicionasse no Facebook, para que ele pudesse pagar os danos ao celular”, contou a jovem à TV Tribuna, afiliada da TV Globo na região.

A mulher e o tio dela estavam em frente a um imóvel, com a porta aberta, quando foram surpreendidos pelo homem, que se aproximou escondendo uma mão embaixo da camiseta, como se estivesse armado. A vítima contou que, enquanto mexia na bolsa, percebeu que o ladrão não estava armado.

Com os gritos da mulher, o homem saiu correndo com o celular dela, e teve início uma perseguição a ele.

“Meu tio, que já tem idade, saiu atrás dele. Meu primo foi em seguida. Dois funcionários da concessionária de energia, que estavam na rua, fizeram o mesmo, mas eles estavam de carro. Foi todo mundo atrás do cara”, contou a vítima, que preferiu não se identificar.

O homem foi capturado e agredido, sendo liberado após pedir desculpas à mulher. Segundo os relatos, o ladrão ainda pediu para descansar um pouco durante o trajeto de volta até a vítima, porque tinha corrido muito.

“Somos nós que estamos cansados da impunidade, mas só reagimos depois de percebermos que ele não estava, realmente, armado. Meu tio resolveu da maneira antiga, como “macho”. Ele não foi espancado, mas tomou uma surra e aprendeu a lição”, disse a vítima.

 

Deu ruim!! Moradores ameaçam expor clientes de prostitutas na internet

Moradores do entorno da avenida Indianópolis, no Planalto Paulista (zona sul de SP), cansados de conviver com a prostituição na região, resolveram espalhar faixas pelas ruas do bairro ameaçando divulgar nas redes sociais as placas dos veículos dos clientes das garotas de programa que trabalham no local. O caso foi revelado pela Folha de S. Paulo.

Na avenida Indianópolis, uma das principais da cidade, duas faixas, uma em cada sentido, dão o tom das ameaças: “Basta de pornografia em nossas ruas, estamos divulgando as placas nas redes sociais”.

A SAPP (Sociedade dos Amigos do Planalto Paulista), diz que não endossa as faixas e que a única preocupação é com a segurança do bairro. “Não temos nada a ver com a divulgação das imagens”, afirmou Reinaldo Silva, um dos membros da associação de moradores. A intimidação, segundo as profissionais do sexo, tem dado resultado. “Antes das faixas, eu fazia cinco programas por dia. Hoje, faço um ou dois”, reclama a travesti Elisa (nome fictício).

As prostitutas são unânimes em afirmar que, se forem expostas, podem ir à Justiça. “Não faço programa na rua. Se a minha imagem for divulgada, vou entrar na Justiça”, afirma Michelle, prostituta há dez anos na região.

O advogado Alexandre Zavaglia, diretor do IDP (Instituto do Direito Público) em São Paulo, afirma que a exposição das imagens pode levar a um processo judicial. O ideal, de acordo com ele, é deixar o caso com a polícia. “Não cabe aos cidadãos fazer o pré-julgamento. Tem que levar as imagens para as autoridades competentes”, afirma o advogado.

A Secretaria de Segurança Pública, sob gestão Márcio França (PSB), disse por meio de nota que a Polícia Civil não registrou nenhum caso recente envolvendo ato obsceno ou atentado violento ao pudor na região.

 

Patrícia Pillar nega ter sofrido violência por parte de Ciro

A atriz Patrícia Pillar, ex-esposa do presidenciável do PDT, Ciro Gomes, divulgou dois vídeos nos quais desmente publicações veiculadas nas redes sociais com insinuações de que ela teria sido agredida por Ciro e estaria apoiando o candidato do PSL ao Palácio do Planalto, Jair Bolsonaro.

A manifestação da atriz ocorreu depois da divulgação de um post com sua foto na qual estava escrita a seguinte frase. “Gente, nunca fui casada com o Bolsonaro, quem me batia era o Ciro Gomes”.

“Estou aqui para dizer que estão usando a minha imagem para divulgar notícias falsas, favorecendo um candidato que jamais seria o meu. Nunca sofri nenhum tipo de violência por parte de ninguém. Isso é totalmente falso”, diz. “Quero dizer também que independente de quem é o seu candidato, o que a gente precisa agora é de paz e respeito. Desejo uma excelente eleição para todos nós, porque é o que o Brasil precisa”, pontua a artista.

Em outro vídeo, ela diz que sempre gostou de política e declara, novamente, seu voto em Ciro Gomes. “O meu candidato é o Ciro Gomes, porque acredito no projeto que ele tem para o Brasil. Conheço o Ciro e voto no Ciro Gomes. Boas eleições para todos nós e não deixe de votar. O seu voto é muito importante.”

Confira o vídeo:

Curtiu o Playstation Classic? Aprenda a fazer o seu console retrô caseiro

Link 1 https://archive.recalbox.com

Link 2: http://www.paragon-drivers.com/extfs-windows/

Na última quarta-feira (19/9), a Sony anunciou o lançamento do Playstation Classic, uma versão em miniatura do primeiro console da marca e que segue os passos da Nintendo e seus Nintendinho e Super Nintendo. Ou seja, a onda retrô chegou de vez ao mundo dos videogames

O fato é que os videogames têm marcado gerações com jogos memoráveis há muito tempo. Quem não se lembra dos consoles clássicos da época da adolescência? A boa notícia é que não é tão complicado quanto parece voltar a brincar com esses games nostálgicos. E neste tutorial em vídeo, você aprende a montar o seu próprio console retrô caseiro. Com a vantagem de que é possível colocar quantos jogos quiser, ao contrário do Playstation Classic e os representantes da Nintendo. E é mais barato.

Antes de começar um passo a passo, um aviso: Usar emuladores não é ilegal, porém, os jogos e arquivos dos sistemas dos videogames, como as BIOS e ROMs, devem ser obtidos a partir da sua própria coleção. Ou seja, cópias disponíveis na internet não podem ser baixadas porque são ilegais, ok?

Primeiramente, vamos listar as peças utilizadas para o console. São necessários 1 mini-computador Raspberry Pi 3 Model B com case e fonte, 1 cartão microSD classe 10 com pelo menos 4 giga de espaço, 1 leitor de cartão micro SD, 1 cabo HDMI e joysticks USB, que podem ser trocados por controles do Playstation 3 e 4 ou do Xbox 360. Além disso, será usado também um computador para preparar o sistema e fazer a adição de jogos.

Para o sistema do console, existem algumas opções como o Retropie, Recalbox ou Batocera, que tem funcionamentos parecidos. Neste vídeo, escolhemos como fazer a configuração do Recalbox. Começando com o computador, acesse o link que acompanha a matéria e faça o download da versão do sistema para o Raspberry Pi 3 em uma pasta de fácil acesso. Acabou o download? Então, volte para a página do Recalbox, baixe a ferramenta “Etcher” que está nela e instale-a.

Agora, conecte o leitor de cartão microSD na máquina, abra o Etcher, clique em “Select image” e escolha o arquivo baixado do Recalbox. Na opção “Select drive”, se necessário, clique em “Change” para procurar a letra da unidade referente ao cartão SD. Por fim, clique em “Flash” e, ao final do processo, caso apareça uma mensagem formatar o cartão, apenas cancele-a.

Você está quase pronto para jogar os clássicos, pois chegou a hora de ir para o console. Coloque o cartão microSD, o cabo HDMI e os joysticks no Raspberry e ligue-o na energia. A primeira inicialização levará alguns minutos, porque é necessário instalar o sistema, portanto, não fique preocupado. O Recalbox traz alguns jogos gratuitos, feitos por sua comunidade, que já estão prontos para serem jogados. Agora, se você for transferir os seus próprios jogos será necessário mais uma etapa.

De volta ao computador, baixe o programa da Paragon que permite a leitura de partições do Linux no Windows, instale-o e reinicie a máquina. Feito? Conecte o leitor de cartões SD ao computador e abra o programa. Pelo “Meu computador” basta colocar os seus jogos na pasta “roms” em seu devido console. Pronto, é só voltar ao Raspberry Pi e curtir seus jogos clássicos.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral