A quarta ediçăo da The Street Store recebeu doaçőes de seis mil itens como peças de roupa, sapatos, cobertores e brinquedos para redistribuiçăo a moradores de rua do Distrito Federal e pessoas em situaçăo de vulnerabilidade.
De acordo com Marcela Nóbrega, do coletivo Dente de Leăo, responsável pelo evento em Brasília desde 2015, as doaçőes atenderam de 460 a 500 moradores de rua. O evento ocorreu próximo à Rodoviária do Plano Piloto, no centro da capital federal.
The Street Store é chamada pelos organizadores como “uma loja de rua sem fins lucrativos” e ocorre em diferentes países, com mais de 700 lojas pelo mundo, de acordo com o site da campanha.
“Qualquer pessoa pode fazer uma loja”, recomenda Marcela Nóbrega ao lembrar que a mobilizaçăo “combate a invisibilidade” e “ajuda a recuperar a dignidade das pessoas”, que podem se vestir com roupas doadas ainda em bom estado.
De acordo com Marcela, mais da metade das vestimentas doadas hoje foram peças de modelo e tamanho femininos. Ela estima, no entanto, que 70% dos 3 mil moradores de rua no DF săo homens.
Desde 2015, a campnanha arrecadou em Brasília mais de 13,5 toneladas em doaçőes. Para fazer a distribuiçăo e montar as lojas temporárias, a campanha conta com a ajuda de mais de 370 voluntários e apoio de mais de 50 parceiros privados.
A pequena cidade de Cruzeta (RN) tornou-se notícia em todo o Brasil há 22 anos. Na época, foram encontradas diversas plantações de maconha no município. Havia erva em várias localidades da região, entre elas em casas de moradores, em uma praça e até no cemitério.
O caso ganhou repercussão em todo o país e até hoje é alvo de comentários dos moradores da cidade de 8 mil habitantes. Entre os mais novos, alguns têm dificuldade para acreditar que o caso tenha acontecido no pacato município.
Nas redes sociais, uma reportagem de um telejornal sobre as plantações em Cruzeta, na época em que elas foram descobertas, constantemente volta a repercutir. No YouTube, um vídeo sobre o assunto tem mais de 200 mil visualizações.
Os moradores que consumiam a planta alegaram à polícia, logo que o caso veio à tona, que utilizavam a erva somente para fins medicinais. Eles afirmaram que ficaram surpresos com a descoberta de que se tratava de maconha. Na época, eles tiveram medo de ser presos, pois o ato de plantar a erva, mesmo que em pouca quantidade, poderia ser considerado crime.
Por mais de um mês, a BBC News Brasil apurou o caso. Falando com especialistas, profissionais que participaram da situação, relatos de moradores e acesso ao inquérito policial sobre o assunto, a reportagem descobriu os detalhes sobre a história mais famosa da pequena Cruzeta.
As plantações
Direito de imagemREPRODUÇÃOImage captionPoliciais descobriram em 1996 que plantas presentes em casas e na praça da cidade eram maconha
Era noite de sábado, no início de junho de 1996, quando a delegacia de polícia de Cruzeta recebeu uma denúncia anônima sobre um suspeito que estaria vendendo maconha em um bar, em uma região próxima à saída da cidade.
Os policiais foram ao local e encontraram um rapaz com uma pequena quantidade da droga. Eles descobriram que, minutos antes, o jovem havia jogado uma sacola de plástico por cima de um muro, em um terreno vizinho ao bar.
Conforme relatos dos policiais, na sacola foram encontradas diversas folhas de uma planta de cor verde, aparentemente recém-colhida, semelhante à maconha. O suspeito foi preso e encaminhado à delegacia, onde declarou ter conseguido a erva no quintal de um idoso de Cruzeta.
Na segunda-feira seguinte, a polícia do município obteve um mandado de busca e apreensão, expedido pela Justiça, que permitiu que fossem até a residência de João*, o idoso apontado pelo rapaz, na época com 63 anos. No muro da casa dele encontraram uma planta de três metros de altura.
Segundo a polícia, João pediu para que não cortassem a planta. “Ele tinha vários tambores com a erva curtida em água, consumia diariamente e tratava aquilo como um líquido santo”, relata a professora Renilda Medeiro, de 54 anos, que mora em Cruzeta desde a infância. Segundo ela, o idoso tinha câncer e acreditava que o líquido o ajudava na luta contra a doença. “Ele dizia que essa planta aliviava todas as dores que sentia e impedia que a doença avançasse.”
De acordo com Renilda, muitos moradores de Cruzeta, ao saber dos benefícios que João afirmava conseguir com a erva, haviam pedido mudas ao idoso. “Várias pessoas quiseram plantar em casa”, conta.
Logo que encontrou a plantação na casa do idoso, a polícia de Cruzeta cortou a erva e a levou para a delegacia da cidade.
Em depoimento, prestado em setembro de 96, João declarou que a planta estava na sua casa havia oito anos, desde que sua mulher trouxera a erva da casa de uma irmã, em Natal (RN). O idoso afirmou que a utilizava para curar doenças. “Ele (João) disse que várias pessoas pediam galhos para fazer remédios. João nunca soube se alguém usava a mesma como entorpecente”, narra parte do inquérito policial sobre o caso, ao qual a BBC News Brasil teve acesso.
Foram encontradas plantas em, ao menos, seis residências de Cruzeta e em locais como a praça principal perto da prefeitura, em um cemitério e em frente a uma igreja. “Algumas chegavam a seis metros de altura”, relata o escrivão do cartório de Cruzeta na década de 90, Pedro George de Brito.
“As praças de Cruzeta eram bastante arborizadas, então, era comum que as pessoas plantassem por ali. Em uma dessas, acabaram plantando maconha também”, comenta Renilda.
O uso da maconha medicinal
Direito de imagemJOHN LENNON GÓESImage captionCruzeta (RN) tem apenas 8.000 habitantes
Nas residências em que foram encontradas as plantas, viviam pessoas acima de 50 anos, que acreditavam nos benefícios trazidos pela erva para a saúde. Elas a utilizavam para diversos tipos de mazelas: dor de cabeça, problemas respiratórios, epilepsia, reumatismo, enxaqueca, entre outras dificuldades.
“Tudo era tratado com o chá da planta. Bastava a notícia de que alguém estava padecendo com algum problema de saúde que chegava a notícia do chá milagroso”, declara Brito.
Os que plantavam, doavam galhos a outros que sentiam algum mal-estar. A planta era usada de duas formas: curtida em água ou álcool, ou em um chá feito com as folhas.
Lúcia*, na época com 30 anos, em depoimento à polícia de Cruzeta, relatou que plantou a erva em sua residência. “Ela disse ter chegado a usá-la como medicação, pois estava sentindo uma dor na coluna e ficou curada, por meio da referida planta. Ela não sabia que era maconha”, relata trecho do inquérito policial.
Conforme Renilda, que afirma nunca ter utilizado a erva, era comum os idosos recorrerem à planta. “Eles sentiam muitas dores musculares e tomavam esse chá para melhorar”, conta. Ela ressalta que os mais jovens também usavam para fins medicinais. “Muitos sentiram melhoras na saúde como em problemas de resfriados, asma e cansaço.”
“Até onde temos conhecimento, ninguém nunca chegou a usar para fins recreativos ou algo assim. As pessoas que utilizavam não sabiam dessa finalidade da planta. Ela foi usada somente para fins benéficos para a saúde”, acrescenta.
Meses depois de retirarem a erva da residência de João, Renilda relata que o idoso morreu. “O pessoal diz que o que o mantinha vivo e controlava o câncer dele era a planta”, afirma. Segundo ela, outra idosa, que também consumia o chá e tinha uma plantação em casa também teve problemas depois de a erva ser apreendida. “As pessoas acreditam que a saúde dela piorou depois que ficou sem consumir a bebida, que aliviava as suas dores.”
Apesar de muitos moradores acreditarem que as plantas mantinham os idosos bem de saúde, não houve nenhuma comprovação médica sobre o fato.
A liamba
A Justiça determinou que fossem cortadas e apreendidas todas as plantações de maconha da cidade. O caso repercutiu na região e diversos moradores foram à delegacia somente para conhecer a famosa planta apreendida no município.
“Na época, existiam duas correntes, uma a favor e outra contra a planta. Muita gente achava um absurdo mandar cortar aquilo, porque não fazia mal a ninguém. Mas havia outros que eram a favor de retirar as plantas da cidade. O certo é que a polícia fez o que deveria ser feito”, declara o juiz Sérgio Dantas, que na época era o responsável pela comarca de Cruzeta.
Logo após ser apreendido e permanecer em observação por dias, o material foi incinerado em fornos das indústrias cerâmicas da cidade.
Parte dos itens, em vez da incineração, foi encaminhada ao Instituto Técnico-Científico de Perícia do Rio Grande do Norte (ITEP-RN), para análise. O laudo identificou a erva como liamba. “É uma planta Cannabis sativa, uma das formas como é popularmente conhecida a maconha”, explica Renato Filev, pesquisador do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Entre os moradores de Cruzeta, houve relatos de pessoas que chegaram a tentar fumar a planta, como foi o caso de Francisca*, na época com 37 anos. “Ela disse que já fumou, mas não sentiu nenhum efeito. Não sabe dizer se alguém usava como droga. A mulher sabe que se misturada com uísque, a erva tem efeito entorpecente”, relata trecho do inquérito policial.
Direito de imagemREPRODUÇÃOImage captionApós serem apreendidas pela polícia, as plantas de maconha de Cruzeta foram incineradas
Segundo Filev, a liamba pode ser menos alucinógena que a maconha utilizada para fins recreativos. Isso porque esta última costuma apresentar teor de canabinoides – o princípio ativo – em maior quantidade, em razão de motivos genéticos.
O estudioso pontua que a liamba tem função terapêutica, assim como relatado pelos moradores de Cruzeta. Diversos medicamentos à base de canabidiol, um dos princípios ativos da Cannabis sativa, são desenvolvidos em todo o mundo para inúmeras finalidades medicinais.
A criminalização da maconha
No Brasil, plantar maconha é crime. Conforme a Lei das Drogas, de 2006, a pessoa que tiver uma plantação considerada pequena poderá sofrer penalidades semelhantes àquelas aplicadas aos que se enquadram como usuários. Nesse caso, podem ser determinadas punições como advertência, prestação de serviços à comunidade e multa.
Em caso de grandes plantações, a situação é equiparada ao tráfico e a pessoa pode ser condenada à reclusão de cinco a 15 anos, além da aplicação de multa.
No Supremo Tribunal Federal (STF), tramita um processo que trata sobre a descriminalização do uso de drogas. O placar atual é de três votos a favor da medida – proferidos pelo relator Gilmar Mendes e pelos ministros Edson Fachin e Luis Roberto Barroso – e nenhuma manifestação contrária.
A votação está interrompida desde setembro de 2015, quando o ministro Teori Zavascki pediu vista do processo. O sucessor dele, ministro Alexandre Moraes, é o próximo a votar. Ao menos por ora, não há prazo para que o procedimento seja retomado.
“Caso a descriminalização seja aprovada, é provável que as plantações para consumo próprio também deixem de ser crime”, explica o advogado criminalista Marcelo Valdir Monteiro, mestre em Direito Penal pela USP. Segundo ele, será, nesse caso, necessário estabelecer a quantidade considerada como consumo próprio.
No caso de Cruzeta, a legislação em vigor em 1976 determinava que usuários e pessoas que tinham pequenas plantações de maconha poderiam receber penas de reclusão de seis meses a dois anos. O medo da prisão era o maior temor entre os moradores da cidade do Rio Grande do Norte.
“Isso gerou um terror muito grande, ainda mais porque eram pessoas de idade. O pessoal ficou com medo de ser preso”, relata o juiz Sérgio Dantas.
Direito de imagemGETTY IMAGESImage captionProcesso sobre descriminalização do uso de drogas tramita no Supremo Tribunal Federal
Logo após concluir as investigações sobre o caso, o delegado apontou que não havia indícios de que os moradores da cidade usassem a planta como entorpecente. “Eles cultivavam a referida para curar doenças e para cicatrizar cortes”, concluiu o inquérito, arquivado sem que ninguém fosse indiciado.
Depois que o caso foi encerrado, Pedro George de Brito conta que a cidade recebeu ações de conscientização sobre as plantas. “Foram feitas palestras em escolas e em outros locais da cidade, para orientar sobre os riscos de ter a liamba em casa, nas calçadas ou nas praças. Os moradores foram informados sobre os riscos de uma eventual apreensão de novas ervas e da consequente criminalização, caso houvesse alguma planta que não foi podada”, diz.
De acordo com a Polícia Civil da região, desde então não houve mais nenhum registro de plantação de liamba em Cruzeta.
Para Renilda, que se diz favorável à descriminalização das drogas, Cruzeta foi pioneira no tema no Brasil. No entanto, segundo ela, “há muitos moradores que não concordam” com isso.
A professora ressalta que as plantações se tornaram um fato histórico para o município. “No começo, foi algo tenso, mas depois as pessoas começaram a achar engraçado, porque envolveu muita gente acima de qualquer suspeita”, declara.
Segundo ela, apesar da surpresa dos moradores ao descobrir que havia diversas plantações de maconha na cidade, o que mais impactou foi o fato de Cruzeta ter sido mencionada em rede nacional. “A questão das ervas foi uma coisa até que corriqueira, apesar de ter sido muito comentada. Mas a notícia que mais surpreendeu a todos foi assistir a Cruzeta no Fantástico. Ninguém nunca imaginou que a nossa cidadezinha pacata, do interior, fosse aparecer para todo o Brasil, ainda mais dessa forma”, comenta.
Um corpo carbonizado no banco de traseiro de um carro, na Estrada Paiva muniz, numero 900, no bairro de Ilha de Guaratiba, Zona Oeste do Rio de Janeiro.
Populares, estavam fazendo caminhada , quando avistaram o carro queimado hoje , domingo (16), por volta das 6 horas da manhã.
No mesmo instante , ligaram para as autoridades que se dirigiram para o local…
O candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) fez uma transmissão ao vivo no Facebook neste domingo (16/9). Foi a primeira vez que o deputado federal falou após ser esfaqueado em Juiz de Fora (MG), em 6 de setembro.
Antes de começar falar, o postulante ao Palácio do Planalto chorou e agradeceu aos moradores da cidade mineira por terem salvado a sua vida. “Na hora, achei que era um soco forte no estômago”, falou sobre o golpe. Segundo um post na rede social, a equipe médica do Hospital Albert Einstein autorizou o deputado federal a falar, apesar de ele estar bastante debilitado.
A live foi acompanhada, no momento de mais audiência, por mais de 250 mil pessoas.
A transmissão ao vivo, iniciada pouco antes das 17h, chegou a mais de 250 mil acessos no momento de maior audiência. Com voz baixa e pausada, deitado em uma cama do Albert Einstein, Bolsonaro fez discurso de candidato. “O que está em jogo é o futuro de todos vocês e até de vocês que votam no PT”, afirmou o deputado do PSL, referindo-se à corrida eleitoral.
Na sua pregação antipetista, o presidenciável acusou o adversário Fernando Haddad (PT) de ter planos de libertar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se vencer a disputa pelo Planalto. “Se for eleito presidente, o Haddad assina o indulto do Lula no momento da posse”, atacou.
Na mesma linha, o candidato criticou as relações entre o PT com o governo Nicolas Maduro: “Não podemos continuar flertando com a Venezuela”. Outro tema abordado pelo deputado foi o “controle social da mídia” defendido pelos petistas.
Bolsonaro voltou a criticar o Supremo Tribunal Federal (STF) por derrubar a lei que estabelecia o voto impresso para as eleições. Proposta por ele com o argumento de que seria uma medida contra fraudes, a regra foi considerada inadequada pela Corte.
“A possibilidade de fraude no segundo turno, talvez até no primeiro, é concreta”, disse o presidenciável do PSL. “O programa pode inserir 40 votos para o PT na maioria das urnas”, declarou.
Fogo atingiu ao menos 10 barracos na Rua Canto do Rio Verde, zona sul de SP (foto: Reproduçăo/ Google Street View)
Um incêndio atingiu uma favela conhecida como “Morro da Lua”, na Vila Andrade, zona sul de Săo Paulo, na manhă deste domingo (16/9). Năo há vítimas.
Segundo o Corpo de Bombeiros, o chamado foi aberto às 9h40. Ao menos dez barracos foram atingidos pelas chamas.
Dezesseis viaturas foram enviadas ao local, na Rua Canto do Rio Verde, para combater o incêndio. Por volta do meio-dia, a corporaçăo realizava o trabalho de rescaldo.
Já bateu aquela preguiça de ter que levantar para mudar a música ou vídeo do PC? Felizmente, é possível usar qualquer smartphone como se fosse um controle remoto de mídia para o seu computador. Basta baixar o aplicativo Unified Remote, que está disponível gratuitamente no Android, iPhone (iOS) e Windows Phone.
Para te ajudar a configurar o serviço corretamente, o Olhar Digital preparou um passo a passo completo com as etapas necessárias para que o aplicativo funcione. É importante ter acesso tanto ao seu PC como ao smartphone para a configuração. Confira:
Conexões suportadas
O Unified Remote permite uma conexão sem fio entre o smartphone e PC. Preferencialmente, é imporante que ambos os dispositivos estejam conectados a uma rede Wi-Fi, que é mais rápida e eficiente. No entanto, é possível utilizar o Bluetooth, caso um de seus aparelhos não tenha acesso à internet wireless.
Instalação do programa no computador
Para que tudo funcione, é necessário configurar um servidor no seu PC a partir de um aplicativo. Veja como fazer isso:
Na instalação, não é necessário marcar a opção “Windows Service (Experimental)”, sendo até mesmo recomendado deixá-la desativada;
Já na tela seguinte, opte por instalar ou não o plugin de “Joystick”. Ele só será útil caso você pretenda usar o Android como um controle de jogos;
Na parte de “instalar este software de dispositivo”, clique em “Instalar”. Este driver é necessário para o funcionamento do programa;
Por fim, após ter completado a instalação do “Unified Remote”, execute-o ao procurá-lo no menu iniciar.
Observação. Sempre que desligar a máquina, é necessário iniciar o servidor do Unified Remote no Windows novamente para poder conectá-lo ao celular.
Instalação do aplicativo no celular
O aplicativo do Unified Remote está disponível para Android, iOS e Windows Phone. No geral, o funcionamento dele é praticamente o mesmo em todas as plataformas. A seguir, veja como utilizá-lo:
Realize o download do aplicativo pelo link acima referente a sua plataforma;
Ao abrir o aplicativo, decida se irá utilizar ou não sua conta do Google. Já na tela seguinte, caso esteja na mesma rede, o programa tentará detectar automaticamente os PCs que tenham um servidor do Unified Remote rodando. Clique em “Vamos começar”;
Selecione uma das funções disponíveis: Basic Input, para controlar o mouse; File Manager, para gerenciar arquivos remotamente; Keyboard, para digitar a partir do celular; Media, para usar o telefone como um controle remoto para vídeos e músicas; Power, para desligar remotamente;
No passo a passo acima, a conexão é feita via rede Wi-Fi. No entanto, como mencionado, também é possível utilizar o Bluetooth para se conectar. Mas, este tipo de conexão costuma apresentar alguns atrasos para os comandos.
Pronto! Agora você já sabe como controlar seu PC com o celular. A versão gratuita do programa garante o acesso aos principais recursos, tais como o controle de players multimídia, teclado, mouse e gerenciador de arquivos. Já o programa completo pode ser destravado por cerca de R$ 13,00 e traz algumas funções extras como um plug-in específico para navegadores, acesso a tela do computador pelo celular e outras opções.
O candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) anunciou que vai fazer uma transmissão ao vivo no Facebook neste domingo (16/9), às 16h50. Segundo o comunicado, a equipe médica do hospital Albert Einstein o autorizou a falar apesar dele estar bastante debilitado.
“Creio que esse breve pronunciamento pode trazer notícias e apreensões que tenho para o futuro do nosso Brasil”, escreveu o concorrente ao Palácio do Planalto. Essa é a primeira vez que Bolsonaro vai se manifestar publicamente sobre o facada que to
mou em Juiz de Fora (MG), em 6 de setembro.
O deputado federal está internado em São Paulo (SP) e não poderá participar da campanha no primeiro turno.
O ator Matthew Perry está internado há três meses em um hospital. Ele interpretou o personagem Chandler na aclamada série Friends.
Na noite de sexta-feira, 14, ele usou a página oficial no Twitter para desabafar. “Três meses em um leito hospitalar. Check”, escreveu.
Perry sofreu uma perfuração no intestino e teve de ser operado. Em 2017, ele teve problemas com álcool e drogas, mas as causas do problema de saúde não foram reveladas.
No Twitter, seguidores do ator desejaram boa recuperação.
Um brasileiro morreu após ser atacado por um tubarão na baía de Cape Cod, no Parque Nacional Newcomb Hollow Beaching, em Massachusetts, Estados Unidos. A tragédia ocorreu nesse sábado (15/9).
A informação foi confirmada ao G1 por uma amiga da família, que está com a mãe do jovem, em Vila Velha, no Espírito Santo. Segundo ela, Arthur Medici, 26 anos, chegou a ser socorrido no hospital do balneário, mas faleceu ao dar entrada na unidade de saúde. Ela não soube informar se ele surfava no momento do acidente.
“Foi uma prima que mora em Boston avisou à mãe dele (que mora em Vila Velha). Ela está muito abalada. Estamos fazendo uma vaquinha on-line para custear a vinda do corpo para o Brasil”, disse Patrícia Kelli Silva ao site G1. Isso deve ocorrer na sexta-feira (21).
Arthur morava nos Estados Unidos há quatro anos e trabalhava como entregador de pizza. A praia foi interditada para perícia no local.
Após receber alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Albert Einstein, de São Paulo, o candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) aparece, em um vídeo, bem-humorado, andando pelo hospital com a ajuda de um andador e brincando com um dos médicos responsáveis pelo seu tratamento.
Nas imagens, divulgadas por pessoas de dentro do hospital, Bolsonaro faz piada com o o médico Antônio Luiz Macedo, que filmou e registrou a saída da UTI. Bolsonaro o chama para perto e, olhando para a câmera, diz que irá “cavalgar” com Macedo assim que melhorar, provocando risos do especialista que vem acompanhando o tratamento do presidenciável.
Na manhã deste domingo (16/9), o presidenciável recebeu alta da UTI e foi deslocado para uma unidade de cuidados semi-intensivos, informou o corpo médico do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.
O militar da reserva, que foi esfaqueado no dia 6 de setembro na cidade de Juiz de Fora (MG), apresenta boa evolução clínica. Segundo o boletim médico divulgado pelo hospital nesta manhã, Bolsonaro está sem febre, com exames laboratoriais estáveis, recebendo nutrição por via parenteral (endovenosa) exclusiva, medidas de prevenção de trombose venosa, fisioterapia respiratória e motora.
No sábado (15), o presidenciável fez sessões de fisioterapia, incluindo exercícios respiratórios e de fortalecimento muscular, apresentando boa evolução desde a entrada na unidade de saúde.
Atentado
Bolsonaro foi atacado enquanto era carregado por apoiadores, no meio de uma multidão, durante ato de campanha em Juiz de Fora (MG). O responsável pelo atentado é Adélio Bispo de Oliveira, 40 anos.
Após esfaquear o político, o agressor foi contido e preso em flagrante. Ele alegou ter cometido o ataque “em nome de Deus”. Adélio está detido desde o dia 8 de setembro em um presídio federal de segurança máxima em Mato Grosso do Sul.
Depois do atentado, Bolsonaro foi levado para a Santa Casa de Misericórdia da cidade mineira. Lá, passou por procedimento cirúrgico na região abdominal, onde sofreu a lesão. No dia seguinte, o presidenciável foi encaminhado para o Hospital Albert Einstein, em São Paulo, para dar continuidade ao tratamento. O militar da reserva ainda deve passar por outra cirurgia de grande porte, para reconstrução do trato intestinal.