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Bater: Num adulto é agressão, num animal é crueldade, numa criança…é educação?”

Aos pais se pede tanto, e se lhes dá tão pouco.” Se estas palavras da psicoterapeuta familiar Virginia Satir eram verdadeiras na década de 80, continuam tão ou mais válidas nos dias de hoje. Aos pais pede-se­ corpo e alma na educação dos filhos, mesmo quando o corpo se desdobra e dá de si e a alma, essa essência de estar vivo, é estar vivo para os filhos e pouco mais.

Do lado dos filhos, um dos grandes desafios é o aprender formas saudáveis de socializar, de estar em relação com os outros, na existência de regras e limites e, em simultâneo, afeto. Uma coisa é certa: existem tantas formas de se ser mãe ou pai, quanto de se ser filho ou filha. Não existe apenas uma correta, mas existem formas de relação positivas entre pais e filhos que promovem um crescimento individual e relacional, outras não tão positivas e que acabam por trazer mais preocupações, mais dificuldades na gestão dos comportamentos e do reconhecimento da autoridade dos pais. A autoridade, aquela que se reconhece e não a que se impõe, tem sido um dos desafios com os quais muitos pais lidam, já que também eles trazem modelos das gerações anteriores, uns mais bem-sucedidos do que outros. A questão mantém­-se: é possível mostrar aos filhos os limites e regras com que se vive as relações humanas sem, no entanto, recorrer à punição física?

O que sabemos sobre os efeitos da Punição Física na criança e nos pais?

“Os meus pais também me bateram quando era pequeno, e no entanto tanto eu como os meus irmãos crescemos sem problemas nenhuns”. Este é um argumento comum que justifica, para muitos pais, bater nos filhos, com maior ou menor frequência. No entanto, bater não está associado a melhorias no comportamento ao longo do tempo. Não só coloca os pais num nível de adrenalina e stress elevado, como também transmite à criança a ideia de que o corpo não é seu, é propriedade dos pais, não podendo ser negociada a forma como querem ser tratadas. Estudos indicam que em adultos punidos fisicamente durante a infância, a probabilidade de valorizarem positivamente um comportamento violento aumenta, seja contra o filho ou contra o atual parceiro (Gershoff & Grogan-Kaylor, 2016).

“Nem doeu!” ­ Uma rápida escalada, não só de violência…mas de culpa

Um dos grandes problemas da punição corporal é a facilidade com que os limites definidos pelo próprio educador são ultrapassados, sem que este sequer se aperceba. É muito frequente, nos pais com quem se trabalham estes temas, eles próprios estarem dessensibilizados para o grau de violência que utilizam. Tal acontece porque se forma um ciclo em torno do comportamento da criança e da resposta que é dada por parte do adulto. A punição corporal leva frequentemente a que o comportamento desadequado se mantenha ou até aumente, o que resulta num aumento da frequência do castigo corporal, levando a mais situações de comportamento desadequado. Por exemplo, a mãe repreende o filho por correr na loja em que fazem compras. O filho não presta atenção e continua. A mãe, frustrada, dá uma palmada ao filho. Este não aprendeu necessariamente porque é que correr na loja é mau, apenas sabe que não gosta de levar uma palmada. O comportamento vai manter-­se, se não em loja, noutros contextos. A mãe utiliza a palmada e, vendo que o comportamento continua, pode aumentar a frequência e/ou intensidade da punição até obter os resultados desejados. O comportamento do filho, no entanto, piora. É um ciclo em que violência gera violência. Mais importante, e talvez menos abordado nestes termos, o ciclo amplia as desvantagens para pais e filhos: os pais, cada vez menos eficazes em controlar o comportamento da criança, desenvolvem com frequência sentimentos de culpa, por não se sentirem capazes de educar os filhos sem bater. Por parte da criança, com a frequência do castigo corporal, desenvolve uma imagem negativa de si enquanto filho, o “mau filho” ou “o filho desobediente”, com um impacto negativo na sua auto­estima e personalidade. No final, cada palmada ou bofetada confirma aos pais o fraco controlo e ineficácia da sua parentalidade. À criança é confirmado o fraco controlo sobre o seu próprio corpo, que pode ser invadido a qualquer altura, bem como o comportamento desadequado passa a fazer parte da imagem que têm de si mesmas.

A investigação com crianças e pais

Uma das mais importantes revisões de literatura neste campo, publicada este ano, registou dados sobre punição corporal em cerca de 160,000 crianças (Gershoff & Grogan­Kaylor, 2016). Desta revisão concluiu­-se que a punição corporal está associada a um maior risco de comportamentos agressivos e antissociais, mais problemas de saúde mental e uma relação pais-filhos mais negativa. Este é um resultado explicado, em grande parte, pelo facto de os pais serem os principais responsáveis por ensinar aos filhos formas de se relacionar com os outros (e.g., Maccoby, 1992). Talvez o resultado mais importante desta revisão tenha sido o de que, mesmo quando removidas as formas de punição mais severas e o abuso físico, deixando apenas a punição    corporal nos seus moldes mais simples (palmadas nas nádegas, por exemplo), esta se revela associada a resultados negativos para as crianças. Ou seja, mesmo formas mais simples de punição corporal como a palmada, podem ter efeitos negativos no desenvolvimento saudável da criança.

Porque é que bater persiste?

Nas palavras da Doutora Maria Amélia Azevedo, coordenadora do Laboratório de Estudos da Criança (LACRI): “Bater num adulto é agressão, num animal é crueldade, como você pode dizer que bater numa criança é educação?”.

O castigo físico persiste, em parte, por ter resultados aparentemente imediatos (cessa o comportamento da criança) e por ser fácil de aplicar. No entanto, punições corporais não oferecem à criança oportunidade de refletir sobre as suas ações, nem ensinam à criança a distinção entre o certo e o errado, levando-­a a agir (ou não agir) apenas por medo da punição. A investigação demonstra que apesar de conduzir a uma obediência imediata, existe um decréscimo na obediência a longo prazo (Gershoff, 2002). Só a convivência e o tempo investido pelos pais no diálogo possibilita uma base afetiva em que os filhos reconhecem nos pais alguém que se preocupa, que ouve e, mais importante, um modelo a seguir. Isto é importante pois ao longo do desenvolvimento do seu filho, ele precisa de aprender a decidir e a regular o seu próprio comportamento.

Quais são as possíveis alternativas à punição corporal? Aqui ficam algumas sugestões para pais, mães, ou responsáveis pela educação e desenvolvimento de uma criança:

– Utilize o diálogo sempre que possível.
Falar com uma criança sobre que comportamentos são aceitáveis e quais não são tem, de longe, muitos mais benefícios do que a punição corporal. Garanta que lhe explica o porquê de um comportamento ser desadequado ou perigoso. Ao fazê-­lo está também a transmitir-­lhe uma mensagem importante: o diálogo é uma ferramenta crucial para resolução de problemas, ao contrário da violência, que cria distância entre as pessoas.

– Crie oportunidades educativas.
A existência de diálogo não invalida que se sigam outros métodos de disciplina eficazes. Se tiver de disciplinar, procure castigos não físicos e crie, se possível, oportunidades educativas (ex. dar ao seu filho tarefas domésticas extra ou colocá-­lo a arranjar algo que tenha quebrado). Talvez uma das técnicas mais utilizadas e familiar aos pais seja o retiro de benefícios (ex. não jogar durante uma semana). Não há nada de errado com esta forma de disciplina, sendo que os resultados podem ser melhores se a aplicação for ponderada e firme – se proibiu o seu filho de utilizar o computador durante uma semana, já terá pensado sobre quão adequada é a duração do castigo, sendo recomendado que o mesmo seja cumprido nos moldes por si definidos.

– Utilize consequências como uma forma eficaz de disciplina.
Tal como os adultos, as crianças aprendem com base no que experienciam. As consequências das suas decisões, quando vividas, possibilitam oportunidades de aprendizagem únicas para o desenvolvimento de responsabilidade. Tal exige que os pais permitam aos filhos experimentar as consequências naturais destas decisões (ex. Se não comes o que tens no prato, eventualmente ficarás com fome; se estragaste os teus brinquedos/computador, não poderás divertir­te com eles). Em várias ocasiões os pais protegem os filhos, no entanto algumas formas de proteção podem privá-­los de oportunidades para serem responsáveis e aprenderem que as suas ações têm consequências. Ao deixá-lo experienciar as consequências das suas ações está a dizer-­lhe que é capaz de tomar as suas próprias decisões. Não deve utilizar este método de disciplina se colocar em risco a saúde ou segurança da criança. Cabe­-lhe a si decidir que consequências naturais dos atos do seu filho serão uma boa oportunidade de aprendizagem. A chave é manter­-se calmo e não se envolver demasiado, deixe que o seu filho experiencie as consequências que decorrem naturalmente dos seus comportamentos. Por fim, seja paciente pois nem sempre os resultados são imediatos, mas quando surgem são duradouros!

Fonte: Up to kids

Abandono acaba em amputação em Hospital na Zona Oeste!!

Sem conseguir um acompanhamento adequado do diabetes na clínica da família, a pensionista Jandira Felipe da Costa Antunes, de 71 anos, foi internada no último dia 3 no Hospital Municipal Pedro II, em Santa Cruz, por causa de uma ferida no pé que não cicatrizava. No dia seguinte, teve dois dedos amputados. Segundo a família da idosa, a revisão da cirurgia só aconteceu 16 dias depois, quando o médico descobriu que a infecção havia evoluído, e o pé da paciente teria que ser amputado.

Problemas de atendimento vêm se repetindo, em função de equipes médicas desfalcadas e com alto índice de faltas. Na semana passada, os funcionários receberam apenas 35% do salário de julho e muitos já não têm dinheiro para ir trabalhar.

— O cirurgião vascular só apareceu 16 dias após a amputação e porque o familiar de um paciente que está na mesma enfermaria da minha mãe percorreu o hospital e trouxe o médico até aqui. O cirurgião viu o pé da minha mãe e disse que a infecção havia avançado muito e teria que amputar o pé. Depois disso, passou mais uma semana e nada foi feito — conta a filha de Jandira, Ana Maria da Costa, de 40 anos.

De acordo com o cirurgião vascular Jackson Caiafa, da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular do Rio de Janeiro, a equipe que operou deve rever o curativo no dia seguinte à cirurgia:

— Até que a cicatrização esteja avançada, o curativo deve ser visto diariamente pela equipe de cirurgia vascular.

Após Ana Maria procurar a imprensa ontem, a direção do hospital avisou que Jandira seria operada, mesmo sem o exame de arteriografia de que precisava antes da cirurgia.

— Mas depois disseram que ela iria fazer o exame no Instituto Estadual de Cardiologia, no Humaitá. Ela foi e voltou sem fazer nada, porque está usando um remédio que deveria ter sido suspenso dois dias antes do exame. O médico não sabia disso? Mais uma vez, nada foi resolvido — diz Ana.

Pacientes amarrados em macas

O abandono dos pacientes, em função de equipes médicas e de enfermagem desfalcadas e com alto índice de faltas, é denunciado por profissionais de saúde que, mesmo com o salário de julho atrasado, ainda estão indo trabalhar:

Pacientes são presos com ataduras para não cair das macas de transporte na sala vermelha do Pedro II Foto: Reprodução
Enquanto isso, no pátio da unidade, há camas hospitalares novas encaixotadas Foto: Reprodução

— Os pacientes estão abandonados. Temos feito até mais do que podemos, colocando nossa saúde e nosso registro profissional em risco. Na sala vermelha, onde estão pacientes graves, tenho feito plantão com apenas mais um técnico de enfermagem, cuidando de mais de 30 pacientes — diz uma profissional de enfermagem que pediu anonimato.

O cenário desse descaso choca até quem trabalha ali:

— Cheguei ao plantão e encontrei uma senhora com metástase sentada numa cadeira. Havia passado a noite ali, toda urinada.

No pátio do Pedro II, há caixas com camas hospitalares novas, sem uso. A Secretaria municipal de Saúde (SMS) informou que as 35 camas foram entregues esta semana para substituir as antigas.

Sobre o caso de Jandira, a SMS afirmou que, “no pós-cirúrgico, apesar da medicação e tratamento recebido, o problema vascular progrediu para o pé e foi solicitada pelo Sistema Estadual de Regulação vaga para arteriografia”. Com o resultado exame, a SMS afirma que será definida a melhor conduta terapêutica.

Atriz tem foto íntima vazada e admite ter feito sexo com menor

Uma foto na qual a atriz Asia Argento aparece com o ator Jimmy Bennett foi divulgada pelo site norte-americano TMZ nesta quarta-feira (22/8). Acompanhada da imagem, a matéria traz uma mensagem de texto em que Asia admite ter feito sexo com o rapaz, que era menor de idade na época.  

O registro em questão foi feito em 2013 após Asia e Jimmy terem transado. A informação do TMZ foi divulgada um dia após a artista, hoje com 42 anos, divorciada e mãe de dois filhos, negar relações com o jovem. 

Acusada de ter assediado o garoto, Asia contou a uma amiga: “Eu fiz sexo com ele e foi estranho, eu não sabia que ele era menor até a carta com o processo”. A mensagem foi escancarada pelo site informativo.   

Antes dessa polêmica, o jornal New York Times abordou toda a história, mas Asia assegura que o periódico apresentou somente a versão de Jimmy. O noticiário, por sua vez, mostrou que havia um acordo de R$ 1,5 milhão pago pela atriz ao ator a fim de ele não a denunciá-la à Justiça dos Estados Unidos.  

Apesar do trato, Jimmy se manifestou na mídia, declarando ter sido embebedado por Asia e forçado a fazer sexo. Pessoas ligadas ao ocorrido confirmaram que houve acordo entre os artistas.  

Na troca de mensagens com uma amiga, contudo, Asia expõe o desejo de Jimmy de transar com ela. “O garoto estava excitado e pulou em mim”, contou. Ela ainda comparou o caso com sua própria história. “Quando eu tinha 17 anos eu namorei um cara de 33 anos. Eu tinha acabado de fazer 17”, disse. Jimmy tinha esta idade quando se envolveu com Asia.  

No mesmo bate-papo, a famosa inclui uma carta enviada por Jimmy após o encontro dos dois. “Asia, eu te amo com todo o meu coração. Muito feliz que nos encontramos outra vez e muito feliz por ter você na minha vida”, dizia a declaração.  

“Ele me escreveu isso e continuou me enviando fotos nuas que nunca pedi durante todos esses anos até duas semanas antes da carta do advogado [informando sobre a acusação]”, explicou Asia à amiga. “Não foi estupro. Ele ficou em cima de mim. Depois ele me disse que eu era a fantasia sexual dele desde seus 12 anos”, completa.  

TMZ

@TMZ

Asia Argento and 17-Year-Old Boy in Bed in Sexual Encounter http://dlvr.it/Qgj9Xc 

Asia Argento and 17-Year-Old Boy in Bed in Sexual Encounter

Asia Argento is shown in bed with a 17-year-old boy and says in texts she had sex with him.

tmz.com

Quem é Asia Argento? 

A atriz norte-americana acusou o produtor Harvey Weinstein recentemente de agressão sexual. Por isso, ela se tornou símbolo da de liderança do movimento #MeToo. 

Por meio do Twitter, Rosanna Arquette, atriz também abusada pelo produtor, defende Asia ao teorizar que as acusações contra a amiga são arquitetadas por Weinstein. Após denunciá-lo, Asia começou a ser enxergada como uma voz poderosa entre as mulheres.  

Relação da atriz com Jimmy Bennett 

Asia Argento foi mentora e figura materna de Jimmy durante os primeiros anos dele como ator. O New York Times elucida a relação deles da seguinte forma: “A impressão de Jimmy sobre essa situação é que o relacionamento entre mãe e filho floresceu a partir de sua experiência no set juntos”.  

Ao participar do filme Maldito Coração (2004), dirigido e estrelado por Asia, o garoto tinha 7 anos. Na trama, a famosa interpretou uma prostituta viciada em drogas, mãe do personagem interpretado por Jimmy. Para atrair clientes, a garota de programa veste o filho de menina, mas ele acaba sendo estuprado. 

GETTY IMAGES

Em 2017, Asia denunciou Harvey Weinstein por agressão sexual. Por isso, ela se tornou símbolo do movimento #MeToo

VIVIANE ARAUJO OU ANITTA? PRESIDENTE DO SALGUEIRO ESTÁ EM DUVIDA!!! E VOCÊ O QUE ACHA?

Vivi ou Anitta? Presidente da Salgueiro diz quem será rainha em 2019

Depois de muitas especulações sobre a saída de Viviane Araújo do cargo de rainha de bateria, e até um suposto convite à funkeira Anitta, a presidente da Salgueiro, Regina Celi Fernandes, resolveu colocar um ponto final no assunto.

Pelo Instagram, a líder da agremiação confirmou que o posto é de quem sempre foi, da atriz global. “Meus filhos, a rainha de bateria do Salgueiro é unicamente a nossa Viviane Araújo, a rainha das rainhas. Vamos em frente, o Carnaval está logo ali”, garantiu.

A presidente da escola ainda deixou claro na publicação que não fez convite para a cantora carioca. “Que fique claro: NUNCA fiz convite a ninguém!”, ressaltou. Nessa quarta-feira (22/8), o colunista Leo Dias, do Fofocalizando, voltou a comentar que a própria Anitta havia contado para ele sobre o convite, mas que a funkeira havia recusado por achar que não teria perfil para o cargo.

Momentos antes, em meio aos rumores, Vivi Araújo se mostrou bem tranquila e até postou no Instagram uma foto de biquíni, para mostrar que era melhor perder tempo tomando sol. “Depois de tanto mimimi eu vou é pegar meu solzinho que ganho mais! (sic)”, escreveu.

 

Vídeo mostra momento em que jovem é esfaqueada em estação do BRT no RJ

A Polícia Civil divulgou um vídeo em que Letícia Copaja, de 23 anos, foi esfaqueada durante uma tentativa de assalto na estação do BRT Marambaia, no bairro de Vaz Lobo, na Zona Norte do Rio. Através das imagens das câmeras de segurança do local é possível ver quando o garoto se aproxima da jovem, anuncia o assalto e em seguida a ataca com uma faca. Letícia teve sete pontos no rosto e quatro na cabeça.

— Foi um baque. Eu queria muito ver essa filmagem e quando vi voltaram todas as emoções de medo. Com certeza eu não perdi minha vida por pouco — contou a vítima que acrescentou que teve sua rotina alterada pela insegurança.

 

— Mudar a rotina foi a primeira coisa, principalmente, pelo trauma e pelo medo de acontecer de novo. A vontade é de sumir daqui e mudar pra longe — contou a jovem.

De acordo com Marcus Vinícius Amin Fernandes, delegado titular da 27 ª DP (Vicente de Carvalho), as investigações estão em andamento. A delegacia pede a colaboração da população com informações que possa levar ao autor do crime.

Letícia voltava do trabalho quando foi atacada por um garoto, dentro da plataforma. O crime ocorreu no dia 27 de julho. Ela contou ao EXTRA que aguardava a mãe na estação, como costumava fazer todos os dias devido ao horário que chegava do trabalho, por volta da meia-noite. No entanto, nesse dia, a mãe se atrasou.

— Eu estava voltando do trabalho, sou estagiária de um musical que estava em cartaz no Teatro Bradesco, na Barra da Tijuca, como de costume fui de BRT até Vicente de Carvalho e peguei um parador para a estação Marambaia, onde minha mãe me busca para que eu não volte sozinha de madrugada — relatou.

A jovem relatou que enquanto aguardava sua mãe dentro da estação, duas senhoras e um menino desembarcaram de um ônibus do consórcio que vinha no sentindo contrário. As duas deixaram a estação, mas o rapaz permaneceu no local. Não havia mais ninguém na plataforma além do menino.

— Era 00h50, minha mãe tinha se atrasado um pouco mas já estava a caminho, eu estava sozinha na estação, não havia nem o controlador de acesso que geralmente fica durante a noite toda. Chegou outro ônibus parador, vindo da direção oposta da que eu vim, desceram duas senhoras e um menino de uns 13/14 anos, gordinho.

Letícia de 23 anos estava na estação Marambaia quando foi atacada Foto: Arquivo pessoal

Letícia contou ainda que chegou a pensar que o garoto teria passado do ponto e estaria esperando um outro ônibus. Mas em seguida, ele veio em sua direção e a abordou próximo da entrada da estação. Como a vítima não entregou o celular, o assaltante usou uma faca de serra que estava escondida. Ela ainda pediu socorro, mas acabou sendo atingida no rosto e na cabeça.

— Quando elas passaram o menino chegou perto de mim, parou do meu lado, falou algo que de início eu não entendi e não dei muita atenção mas depois ele repetiu “tá com o celular aí?”, eu não tinha nada em minhas mãos então respondi “não”, foi quando ele tirou do bolso do casaco uma faca de serra e me atacou. Primeiro ele tentou me acertar no peito mas eu estava com a mochila que levo pro trabalho na frente do corpo e ele não conseguiu me furar. Eu estava bem colada na catraca de entrada e enquanto me esquivava tentando me defender comecei a gritar pedindo ajuda e socorro, na esperança de que o rapaz que cuida da estação estivesse dentro da cabine e saísse para me socorrer.

Letícia conta que as duas passageiras ainda voltaram e a socorreram, junto a um homem que mora ao lado da estação. O menino fugiu em direção a Rua Turvo, sem levar nada.

— Eu estava lá, sangrando, dois cortes, chorando e com medo de que no caminho ele encontrasse minha mãe e fizesse algo com ela. Uma das senhoras me emprestou uma toalhinha para estancar o sangue, o senhor que me ouviu gritar, desceu para me ajudar e chamou a emergência. Foram os três que ficaram comigo até que minha mãe chegasse e a ambulância me atendesse.

Letícia ainda levou ponto na cabeça Foto: Arquivo pessoal

A jovem foi levada para o Hospital Getúlio Vargas, na Penha, onde recebeu os primeiros atendimentos. Após deixar o hospital, a vítima procurou a delegacia 27ª DP (Vicente de Carvalho) e registrou o caso

Líderes religiosos são denunciados por abusar sexualmente de fiéis no RJ!!

Três líderes de um centro religioso na Ilha do Governador, Zona Norte do Rio, foram indiciados pela Polícia Civil e denunciados pelo Ministério Público do Rio (MPRJ) por abusarem sexualmente de seguidores em rituais de “iniciação tântrica”. De acordo com a denúncia, Marcelo Antonio Marques Prazeres, Leonardo Campello Ribeiro e Jayson Garrido de Oliveira – respectivamente presidente, vice-presidente e médium ativo do Centro Espiritualista Semeadores da Luz (CESL) – simulavam incorporar entidades e usavam de sua posição para manter relações sexuais com homens e mulheres que frequentavam o local. Um deles teria abusado de uma adolescente de 15 anos, em sua própria casa, alegando estar sendo possuído por “Exu Caveira” em um ritual chamado por ele de “magia vermelha”.

A denúncia do MP trata Marcelo e Leonardo como “pessoas inteligentes, com profundos conhecimentos religiosos e alto poder de persuasão”. No centro, que alega pregar o universalismo como filosofia, reunindo vertentes religiosas de umbanda, candomblé, Igreja Gnóstica Cristã e correntes orientais, os três, de acordo com a denúncia do MP, diziam estar possuídos por entidades como “Caboclo Pena Branca”, “Preta-Velha Maria Conga”, “Vovô-Rei Congo de Aruanda” e “Boiadeiro Urubizara” para coagir os fiéis a ter relações com eles.

 

O documento conta que o presidente do centro, Marcelo, na condição de líder espiritual, conduzia práticas de “iniciação religiosa”, além de rituais tântricos, em que praticava os atos libidinosos. A denúncia diz que foram mais de 100 abusos praticados por ele no período de 2009 a 2016, sempre de modo parecido: as supostas vítimas eram informadas que estavam “prontas” para serem iniciadas pela autoridade máxima: o próprio Marcelo. Em uma das várias denúncias feitas à polícia, um homem, que diz ter tido relações sexuais com Marcelo contou que o suposto religioso afirmava que eles foram um casal em outra vida e que por isso “possuíam forte afinidade”. Um outro revelou ao MP que ele afirmava que a vítima precisava deixar que o penetrasse para que alcançasse “maior evolução espiritual”.Ele acrescentou que nas práticas usavam vestimentas brancas, repetiam mantras, utilizavam ervas e mel, que muitas vezes eram passados nos lábios de ambos, e realizou semelhantes práticas até descobrir que estava sendo manipulado.

ACUSADO FINGIA SER PSICÓLOGO

A Promotoria denuncia ainda que Leonardo, vice-presidente, sabia dos abusos e não os impediu, inclusive incentivando as vítimas a obedecerem à vontade de Marcelo. Ele também é denunciado por praticar atos sexuais com fiéis, afirmando que uma entidade havia determinado. Leonardo foi denunciado ainda por fingir ser psicólogo e exercer irregularmente a profissão ao menos 67 vezes com diferentes vítimas, cobrando pelas sessões realizadas em um consultório dentro do próprio centro – ele chegou a ter um filho com uma das vítimas, segundo o documento. Em um dos depoimentos à polícia, uma suposta vítima, que trabalhava como secretária no centro, afirma que Leonardo uma vez afirmou que seu problema de insônia era causado por abstinência sexual.

O terceiro denunciado, Jayson, médium antigo do CESL, teria abusado pelo menos de duas vítimas – uma delas com 15 anos. De acordo com a investigação do Ministério Público, ele convencia as supostas vítimas a praticar de maneira sigilosa a chamada “magia vermelha”, que resolveria os problemas emocionais e materiais delas. Durante esses rituais, teria beijado à força a boca e passado a mão nas partes íntimas de uma suposta vítima, na época menor de idade. Ela conta no documento que ele foi à sua casa, dizendo estar possuído por “Exu Caveira”

O trio foi denunciado no artigo 215 (violação sexual mediante fraude), com pena prevista de reclusão de 2 a 6 anos, e no artigo 171 (estelionato), com pena de 1 a 5 anos, ambos do código penal.

A Polícia Civil afirmou que “a 37ª DP (Ilha do Governador) concluiu o inquérito policial e indiciou os envolvidos no crime, após a oitiva de cerca de 25 pessoas”.

A reportagem tentou entrar em contato diversas vezes com o Centro Espiritualista Semeadores da Luz (CESL), sem sucesso.

FONTE : EXTRA

Jogador revela que sua mãe foi morta em ritual de sacrifício para ajudar na evolução de sua carreira

Com passagens pelo futebol francês e belga, o atacante Shiva N’Zigou é considerado um jogador de muito sucesso no futebol do Gabão. Porém, a sua vida fora do campo teve componentes inacreditáveis. Em um testemunho exibido pela emissora religiosa ‘TV2Vie’, ele afirma, entre outras coisas, que sua mãe foi morta pelo próprio pai em um ritual de sacrifício feito com o objetivo de que sua carreira no futebol decolasse.

“Minha mãe está morta porque foi sacrificada. Assinei muitos contratos, e meu pai queria todo o dinheiro. Ele me disse que iria matar minha mãe. Recusei essas ideias, mas ele fez isso assim mesmo, porque achava que o espírito dela podia ajudar minha carreira a evoluir”, disse o jogador.

Ainda em meio às diversas afirmações, ele disse que tinha 21 anos quando disputou a Copa Africana de Nações de 2000, e não 16, conforme informavam seus documentos. Desta forma, não seria o recordista de jogador mais jovem a marcar um gol na competição. Oficialmente com 34 anos, ele teria hoje 39.

“Tenho cinco anos a mais. Menti sobre a minha idade quando me mudei para França”, contou. Fora de campo, Shiva N’Zigou ainda revelou que manteve relações sexuais com familiares e amigos. “Tive relações com a minha tia e depois com a minha irmã. Fui para a cama com minha irmã”, contou N’Zigou. “Também dormi com um amigo meu e mantive um relacionamento de longo prazo com outro homem”, acrescentou.

Galeria de Fotos

Jogador citou ritual, falsificação de documento e relações sexuaisREPRODUÇÃO

Shiva NZigou jogou pelo NantesAFP

FONTE : O DIA

Passageiros agridem suspeito de assaltar em estação de trem no RJ!!

 Passageiros que estavam na estação Oswaldo Cruz da SuperVia, na noite desta quarta-feira, agrediram um suspeito de praticar assaltos no local. Um vídeo que circula na Internet mostra o homem sendo arrastado na estação do ramal de Deodoro, na Zona Norte. Enquanto ele é puxado pelas pernas por dois passageiros, um outro bate em sua cabeça com um chinelo.

Outras pessoas presenciam a cena, inclusive um agente da SuperVia. No vídeo, é possível ouvir gritos de incentivo à agressão, enquanto alguém grita em direção à plataforma. “Não se mete não, segurança”.

Segundo caso em uma semana

Na última sexta, outro caso de linchamento foi visto em plataformas da SuperVia. Na ocasião, um homem foi agredido dentro de um trem que estava parado na estação Magalhães Bastos, no ramal de Santa Cruz, na Zona Oeste. A agressão foi motivada por ele supostamente ter tentado praticar um assalto dentro de um vagão.

Militares do Exército da Vila Militar e agentes da SuperVia contiveram a multidão e retiraram o homem do local. Ele chegou a ser socorrido no Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo.

Um agente da SuperVia presenciou a cena – Reprodução / Internet

Galeria de Fotos

O homem foi arrastado, enquanto era agredidoREPRODUÇÃO / INTERNET

Um agente da SuperVia presenciou a cena

PM morre após ser baleado em tentativa de assalto no RJ

NOVA IGUAÇU – A violência na Baixada Fluminense segue desgovernada. Um Policial Militar morreu após ser baleado em uma tentativa de assalto, no Bairro Da Luiz, no município de Nova Iguaçu, na noite desta quarta-feira (22). Paulo Vitor Barbosa Lopes, chegou a ser socorrido por militares para o hospital, mas não resistiu aos ferimentos.
Segundo a Polícia, PMs passavam pelo local sobre um assalto, onde a vítima estava baleada. Sem saber que se tratava de um colega de farda. A PM informou que quando os policiais se aproximaram do carro, perceberam que o Paulo Vitor estava caído no chão, ainda com vida. Ele foi socorrido e levado para o Hospital Geral de Nova Iguaçu, onde faleceu.
Conforme a PM, o soldado era lotado no 21°BPM (São João de Meriti). Até o fechamento desta reportagem, nenhum suspeito havia sido preso.
Reportagem: Diego Quaresma / Ivan Teixeira
Por: Redação/ Jornal Destaque Baixada
22/08/2018

Colocar faixa de cabelo em bebês pode deixar seu filho muito doente, afirma médico

Uma publicação feita em 2016 na página do médico osteopata Dr. José Eduardo, recentemente voltou a chamar atenção das pessoas.

 

No post ele explica que as faixas que os pais costumam colocar na cabeça dos bebês podem trazer sérios riscos de saúde, incluindo problemas de refluxo e insônia.

Na última semana recebi em meu consultório um bebê com queixas de refluxo gastroesofágico e insônia, várias causas podem estar relacionadas a esses sintomas, mas o que me chamou atenção foi o uso de uma faixa na cabeça”, escreveu ele à época.

 

Segundo o médico, há uma região na cabeça chamada sutura occipitomastóidea, que pelo uso da faixa pode sofrer certa compressão. Dentro desta região há o chamado nervo vago, responsável por comandar o sistema gastrointestinal do corpo. Logo, quando a faixa o prende, esta função é alterada, gerando os sintomas.

 

 

Estudos já comprovaram que os ossos do crânio se movimentam e no bebê esse movimento é facilmente percebido, no momento do nascimento todos os ossos do crânio são constituídos por um só tecido, a ossificação não está formada e isso permite uma flexibilidade articular imprescindível para o funcionamento de todo corpo”, explicou. “Diferentes fatores podem perturbar o movimento e a flexibilidade do crânio do bebê, um desses fatores pode ser essa FAIXA”.

 

O médico acrescenta ainda que os bebês são capazes de dar sinais de que a faixa está incomodando.

– Ele se movimenta muito para tirar a faixa;

– Muda de comportamento podendo ficar inquieto ou sonolento;

– Noites mal dormidas se durante o dia usou a faixa;

– Aumento de refluxo gastroesofágico;

– Alteração do funcionamento do sistema gastrointestinal.

Somente um médico osteopata pode relacionar as disfunções do crânio provocadas pela faixa e os sintomas sentidos pela criança. “O tratamento osteopático não exclui o tratamento do médico pediatra; para um benefício maior do bebê, ambos devem ocorrer simultaneamente”, concluiu.

 

 

Dr. José Eduardo – Osteopata D.O. ] [ Foto: Reprodução / Pinterest / Pixabay ]