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Pabllo Vittar diz que vai parar de usar marca que apoia Bolsonaro: ‘não vinculo mais a minha imagem’

 Logo após vir à tona uma polêmica envolvendo a marca de calçados Victor Vicenzza, por conta do apoio do dono da marca à campanha de Jair Bolsonaro (PSL-RJ) à presidência, a cantora Pabllo Vittar, que usava peças da empresa, fez um pronunciamento em seu Instagram.

 

 

 

O assunto veio à tona nas redes sociais há alguns dias, após usuários perceberem que a página da marca no Instagram passou a seguir diversos perfis que apoiam Jair Bolsonaro, além do próprio candidato e de três de seus filhos, todos também na política: Flávio, Carlos e Eduardo. A página também curtiu publicações do candidato.

Alguns usuários também replicaram o print de uma mensagem direta enviada pela marca após um usuário questionar o apoio da mesma ao candidato. “Quanto ao candidato ser homofóbico, já foi mais que comprovado o contrário”, consta na resposta atribuída à empresa.

“Desde o início da minha carreira, sempre soube que seria muito difícil conseguir apoio de marcas que queiram se relacionar com uma artista LGBTQIA+ drag que sou”, começou Pabllo.

“Não poderei aliar meu trabalho a um discurso que deixa claro não se importar com os direitos humanos de toda comunidade LGBTQIA+, à qual faço parte”, complementou.

A cantora ainda ressaltou que, em alguns de seus novos trabalhos já finalizados e prestes a serem distribuídos, ela ainda aparece com “peças de marcas que, a partir de agora, não vinculo mais a minha imagem”.

Victor Vicenzza

Pouco depois do pronunciamento de Pabllo, o perfil oficial da marca publicou um comunicado em suas redes sociais, em nome de seu proprietário, que dá nome à empresa.

Nele, Victor diz “lutar contra todo tipo de preconceito” e ressalta seu posicionamento, afirmando que “Bolsonaro é o único candidato apropriado para liderar esta nação”.

“É necessário lutar contra todas as ideologias socialistas e comunistas que invadiram nosso País. Sendo assim, aproveito esta oportunidade para posicionar-me”, complementou.

Desde então, diversos comentários vem sendo feitos nas redes sociais da marca. Enquanto uma parte deles critica a postura da empresa, outra vem apoiando o posicionamento.

Traficante internacional de drogas é preso na Zona Oeste

Policiais Civis da Delegacia de Combate às Drogas (DCOD), prenderam, na manhã desta segunda-feira, um traficante internacional de drogas foragido da Justiça. Guilherme Moraes Machado foi preso no Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste do Rio, e é apontado como líder de uma quadrilha responsável pela exportação de cocaína para a Europa.

Segundo a Polícia Civil, o grupo chefiado por Guilherme utilizava uma empresa de fachada de exportação de plantas ornamentais, para camuflar o transporte da droga – que seguia em contêineres com cerca de 300 quilos de cocaína, que valiam aproximadamente 30 milhões na Europa.

Facebook, Instagram e Messenger ficam fora do ar nesta segunda-feira

O Facebook, o Instagram e o Messenger enfrentam instabilidade na noite desta segunda-feira. O assunto está entre os mais comentados no Twitter. No Facebook, a mensagem exibida é “Sua conta não está disponível no momento devido a um problema no site. Esperamos que isto seja resolvido em breve. tente novamente em alguns minutos”.

Outros países também foram afetados pela instabilidade das redes de Mark Zuckerberg, como Estados Unidos, Bélgica e Inglaterra. As informações são do site Outage Report que mapeia problemas em sites.

Usuários comemoram que a rede social Twitter não apresentou problemas.

julie@julianabfn

FACEBOOK E INSTAGRAM FORA DO AR
mil cairão ao teu lado, dez mil à tua direita. Mas tu não serás atingido!
Amém
fica firme ai twitter

thai@shwnprotect

Facebook e Instagram bugados e o Twitter intacto

agora me diz se Twitter não é a melhor rede social pra se viver?!

 Usuários também se disseram aliviados. Eles acharam que suas contas tinham sido hackeadas (invadidas) até saber que o problema era das redes sociais.

Gabriel Coutinho@Gcouttinho

E eu achando q meu “Facebook e Instagram” foram hackeado

 A reportagem procurou a assessoria das redes sociais, mas até a publicação deste texto, não obteve retorno.

ABSURDO!! MULHER É LINCHADA NO RJ POR ENGANO!!!

Mulher que foi linchada na Pavuna tem problemas mentais. Ela foi confundida com uma sequestradora de crianças .

“Uma pessoa gritou e disse: ela tentou sequestrar minha filha”. A população sem antes confirmar o fato, agrediu a suspeita até a mesma quase desmaiar. Minutos depois foi constatado que ela tem problemas mentais e faz uso de remédios controlados.

Uma conhecida da suspeita comentou em um vídeo compartilhado em redes sócias

“Ela tem problemas mentais e foi confundida como sequestradora de crianças, conheço ela e ela jamais faria mal a uma criança”.

Museu Nacional recebeu 15% dos salários brutos dos ministros do STF em 2017

O Museu Nacional do Rio de Janeiro, atingido por um incêndio na noite de domingo (2/9), recebeu, em 2017, recursos que equivalem a apenas 14,4% dos salários somados dos 11 ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) no mesmo ano. A comparação é feita com base em levantamento da Consultoria de Orçamento da Câmara dos Deputados divulgado nesta segunda-feira (3/9).

 

De acordo com a análise, no ano passado, foram destinados para o museu R$ 643,5 mil, valor usado para a manutenção do órgão e bolsas de estudo, entre outros gastos. Considerando o salário atual dos 11 ministros do Supremo, de R$ 33.700, cada um recebeu R$ 404.400 brutos, contando o 13º. O total pago aos 11 ministros em 2017 alcança, portanto, R$ 4,44 milhões.

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Outra comparação que ajuda a evidenciar o descaso com a instituição de pesquisa: enquanto os ministros do Supremo conseguiram um aumento de 16% em suas remunerações a partir do ano que vem — o que deve gerar um impacto de R$ 234 milhões nas contas públicas — o Museu Nacional viu seu orçamento ser reduzido em 34,2% entre 2013 e 2017, caindo de R$ 979,9 mil para R$ 643,5 mil (veja tabela abaixo).
Nos primeiros meses de 2018, a situação estava ainda mais dramática segundo a consultoria da Câmara. Este ano, foram repassados apenas R$ 98,1 mil sendo R$ 46,2 mil repassados pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e outros R$ 51,8 mil pelo Ministério da Cultura, para bolsas de estudo.

Falta de recursos

Antes de ser atingido por um incêndio, o Museu Nacional já passava por problemas financeiros e de estrutura. Em janeiro de 2015, o local fechou as portas temporariamente por causa do atraso dos repasses do governo federal. Em maio deste ano, o lugar chegou a fazer uma vaquinha virtual para reabrir a Sala de Dinossauros. A área foi alvo de um ataque de cupins, que destruiu a base onde estava montado o Maxakalisaurus topai, uma ossada de dinossauro encontrada em Minas Gerais.
Há três meses, quando o Museu Nacional completou 200 anos, foi assinado um acordo com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) de R$ 21,7 milhões. O primeiro desembolso do contrato, que incluía a elaboração de um projeto de combate à incêndio, estava previsto para outubro deste ano, no valor de R$ 3 milhões. O fogo, no entanto, chegou antes dos recursos.
Em nota, o banco afirmou nesta segunda-feira que os recursos continuam disponíveis. “Diante do ocorrido, o BNDES está à disposição da direção do Museu Nacional e da Universidade Federal do Rio de Janeiro para redirecionar os recursos já aprovados aos esforços de reconstrução do prédio e, no que for possível, de restauração do acervo”, arfima o texto.

Recursos destinados ao Museu Nacional do RJ

2018 – R$ 98,1 mil
2017 – R$ 643,5 mil
2016 – R$ 841,1 mil
2015 – R$ 638,2 mil
2014 – R$ 941 mil
2013 – R$ 979,9 mil
* Fonte: Consultoria de Orçamento da Câmara dos Deputados

Incêndio destruiu 90% do acervo de museu; reconstrução do prédio custará R$ 15 milhões

A vice-diretora do Museu Nacional, Cristiana Serejo, disse que 90% do acervo queimou no incêndio da noite de ontem e que a reconstrução do prédio custará R$ 15 milhões. O valor seria para a parte estrutural, uma vez que o que foi perdido é insubstituível, ressalvou. Cristiana afirmou que o orçamento vem caindo desde 2015, com contingenciamento de um terço do total, passando de R$ 514 mil para R$ 314 mil.

“Sobrou parte do acervo dos invertebrados, o setor de vertebrados e botânica. Foram retiradas algumas cerâmicas, peças minerais e os meteoritos, talvez uns 10%”, estimou Cristiana. “A gente estava preocupado com incêndios. Tivemos problemas de falta de verba e de burocracia.”

Não havia porta anti-incêndio nem sprinklers. Os detectores de fumaça não funcionaram. A água nos hidrantes não era suficiente. Não havia seguro contra incêndio e o acervo também não estava segurado.

A fachada havia sido restaurada em 2007 com verba da Petrobras, mas a crise fez minguar recursos patrocinados nos últimos anos. “A culpa é de todos. A gente fica com muita raiva”, declarou.

Cristiana relatou que ainda não tem informações sobre o fóssil de Luzia, o mais antigo das Américas. O crânio ficava numa caixa ainda não localizada. As múmias egípcias queimaram, assim como o setor de entomologia. O laboratório de paleontologia ficou intacto.

A vice-diretora não arriscou traçar o futuro do museu. Ela disse que é possível que sejam reproduzidas imagens que foram incendiadas com impressoras 3D. Verbas serão pleiteadas não só junto ao governo federal, mas também com empresas e no exterior.

Fonte: Estadão Conteúdo

Chefe do tráfico no RJ oferece R$ 500 mil a PMs para não ser preso!!

 O homem apontado como o chefe do tráfico na comunidade Pavão-Pavãozinho, em Copacabana, na Zona Sul do Rio, foi preso nesta segunda-feira em uma ação da Polícia Militar. Segundo a corporação,  Adriano Carneiro Mendonça, conhecido como “KG”, foi encontrado pelos agentes dentro de uma casa e ofereceu R$ 500 mil para não ser preso. Os agentes recusaram a oferta e o traficante foi levado para a 13ª DP (Copacabana), onde o caso foi registrado.

Ainda de acordo com a PM, durante um patrulhamento na comunidade, policiais do Batalhão de Ações com Cães (BAC) foram alvo de criminosos e houve confronto. Após os disparos, os agentes fizeram varredura na comunidade e encontraram drogas, que ainda não foram contabilizadas.

 

Contra pólio e sarampo: Campanha de vacinação é prorrogada até 14 de setembro

O Ministério da Saúde prorrogou até 14 de setembro a Campanha Nacional de Vacinação contra pólio e sarampo. Pelos dados preliminares, a média de vacinação está em 88%. Em apenas sete estados a meta de vacinar pelo menos 95% do público-alvo foi atingida. As informações são da Agência Brasil.

Estados e municípios que não atingiram a meta devem manter a campanha por mais 15 dias. Devem ser vacinadas contra a poliomielite o sarampo crianças de 1 ano a 4 anos e 11 meses.

Até o momento, mais de 1,3 milhão de crianças não recebeu o reforço dessas vacinas. A recomendação é que estados e municípios façam busca ativa para garantir que o público-alvo da campanha seja vacinado.

Dados
Os estados que atingiram a meta de vacinação são Amapá, Santa Catarina, Pernambuco, Rondônia, Espírito Santo, Sergipe e Maranhão.

O Rio de Janeiro continua com o menor índice de vacinação, seguido por Roraima, Pará, Piauí, Distrito Federal, Acre, Bahia, Rio Grande do Sul, São Paulo, Alagoas, Rio Grande do Norte e Amazonas.

Em todo o País, foram aplicadas mais de 19,7 milhões de doses das vacinas (cerca de 9,8 milhões de cada).

Defesa Civil vê risco de desabamento e mantém Museu Nacional interditado

A Subsecretaria de Proteção e Defesa Civil do município do Rio de Janeiro informou nesta segunda-feira, 3, que mantém interditado o prédio do Museu Nacional após o incêndio ocorrido na noite do domingo, 2.

Técnicos do órgão fizeram nova vistoria no local e verificaram que existe grande risco de desabamento. Podem desabar trechos remanescentes de laje, parte do telhado e paredes divisórias. Na área externa, não há risco iminente, mas há problemas pontuais, como possível queda de revestimento, adornos e estátuas, o que provocou isolamento das fachadas.

A Defesa Civil mantém, desde a noite de domingo, uma base avançada na Quinta da Boa Vista. Cinco técnicos participaram, ao longo da noite e madrugada, das ações de combate ao fogo e rescaldo junto ao Corpo de Bombeiros e demais órgãos.

Fonte: Estadao Conteudo

Duas mulheres são castigadas com chibatadas por serem lesbicas

uas mulheres da Malásia que admitiram ter mantido relações sexuais contrárias às leis do Islã receberam vários golpes de chibata nesta segunda-feira, em aplicação da sentença proferida por um tribunal islâmico.

A execução desta punição desencadeou uma onda de críticas de organizações de direitos humanos que denunciam uma deterioração da situação da comunidade LGBT na Malásia.

 

Vestidas de branco e com as cabeças cobertas por um lenço islâmico, as duas mulheres sentadas em um banquinho receberam seis golpes cada. Uma deles começou a chorar.

Segundo ativistas, é a primeira vez que mulheres malaias são açoitadas por violar as leis do Islã que reprimem relações homossexuais.

Na Malásia está em vigor um duplo sistema judicial e os tribunais islâmicos são capacitados para lidar com questões religiosas e familiares.

As duas mulheres, de 22 e 32 anos, foram presas em abril depois de serem apanhadas dentro de um carro em uma praça pública no estado muito conservador de Terengganu, no norte do país.

Ambas se declararam culpadas e foram condenadas pelo Supremo Tribunal da Sharia a seis chibatadas e uma multa de 3.300 ringgit (800 dólares, 690 euros).

Um juiz leu a sentença nesta segunda em uma sala lotada antes de infligir a punição, de acordo com um jornalista presente.

A Women’s Aid Organisation declarou-se “escandalizada e horrorizada por essa grave violação dos direitos humanos”.

Uma autoridade da corte, Wan Abdul Malik Wan Sidek, defendeu a punição sob o argumento de que não era tão severo quanto os golpes ordenados para punir outros crimes.

De acordo com a lei islâmica, os golpes são infligidos aos condenados completamente vestidos e seu objetivo é mais humilhar do que provocar sofrimento físico.

A chegada ao poder de uma coalizão reformista depois das eleições parlamentares deu esperanças para a comunidade LGBT, que enfrenta há vários anos uma pressão crescente na Malásia, país onde 60% da população é muçulmana.

Mas as ONGs dizem que o clima se deteriorou para os homossexuais.