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Estudante sequestrado e atingido durante tiroteio na rj, tem braço amputado

O estudante feito refém por criminosos com fuzis na Zona Norte do Rio teve o braço amputado. Ele havia sido atingido por um tiro e capotou com o carro na troca de tiros entre policiais militares e bandidos. A informação foi confirmada pela Secretaria Estadual de Saúde. Ele está internado no Hospital Getúlio Vargas.

Ele foi parado por criminosos armados com fuzis que estavam dentro de um táxi em Vicente de Carvalho. Os bandidos entraram no carro e seguiram em fuga pela pista do BRT.

Leia mais no G1

POLICIA PRENDE O GERENTE DO TRAFICO DE ANTARES EM SANTA CRUZ!!

Agentes do 18º BPM (Jacarepaguá) prenderam, na noite de sexta-feira, o homem apontado como o gerente do tráfico de drogas da Favela do Antares, em Santa Cruz, na Zona Oeste.
John Cabral Ferreira, conhecido como Russão, de 29 anos, foi detido juntamente com Jailson Oliveira do Nascimento, o Neguin, de 32, Emerson Oliveira de Sousa, 26, e Fabio de Oliveira, 27. Os três também são suspeitos de envolvimento com a venda de drogas da comunidade.

De acordo com a Polícia Militar, os agentes do 18º BPM estavam na região em apoio a uma ação do batalhão do bairro (27º BPM) contra o crime organizado da favela.

 

 

Durante as buscas, na localidade conhecida como Boca da Lacoste, os quatro tentaram fugir, em direção à linha do trem que passa pela pela comunidade, quando viram os policiais. No entanto, eles foram alcançados.

Com eles, os agentes apreenderam 5.730 papelotes de cocaína e 241 pedras de crack. O material e os criminosos foram levados à 34ª DP (Bangu), onde o caso foi registrado.

fonte: JORNAL RIO

COVARDE!!! ISSO NÃO PODE FICAR IMPUNE

LITERALMENTE UM COVARDE!

Câmeras de segurança do prédio onde a advogada Tatiane Spitzner e o marido, Luís Felipe Manvailer, moravam em Guarapuava, no Paraná, e onde ela morreu. Tatiane caiu do quarto andar e as câmeras mostram que, ao chegarem ao prédio, Luís Felipe a agrediu de forma covarde. Ele está preso, suspeito da morte dela.

São 2h34 da madrugada do dia 22 de julho, quando a advogada Tatiane Spitzer e o marido dela, o biólogo Luís Felipe Manvailer, chegam de carro ao prédio. O casal volta de uma festa. Eles param em frente ao edifício. Ele está ao volante e ela no banco ao lado. A câmera de segurança registra Luís Felipe dando dois tapas no rosto de Tatiane.

A porta do carro é aberta, mas fechada em seguida. Pouco depois, Luís Felipe abre a porta do carro novamente, puxa Tatiane pelos cabelos e balança a cabeça dela várias vezes. A advogada fecha a porta. Luís Felipe a agride mais uma vez e arranca com o carro.

Eles entram na garagem do prédio e param perto dos elevadores. Luís Felipe sai primeiro, vai até a porta do passageiro e tira Tatiane à força. Ela é prensada por ele contra o carro. Luís Felipe volta para o carro e vai em direção à rampa de saída da garagem.

Tatiane caminha até Luís Felipe. Ele desce do carro. Neste momento não é possível ver com clareza o que acontece, mas Luís Felipe a agride mais uma vez e, com Tatiane no chão, ele a chuta antes de entrar no carro novamente. Ela fica caída enquanto ele estaciona.

Em seguida, Luís Felipe volta e dá mais um chute em Tatiane. Ele ergue a advogada, que parece estar desacordada. Dois minutos depois de cair no chão, Tatiane fica em pé, parada atrás de um pilar, enquanto o marido segue em direção aos elevadores. Às 2h40, Luís Felipe volta para procurar Tatiane, que tenta escapar dele. Luís Felipe corre atrás da esposa.

Tatiane entra no elevador e aperta o botão do térreo. Luís Felipe entra logo em seguida e a segura pelos braços. Ele prensa a esposa contra a parede e aperta o botão do quarto andar, onde fica o apartamento do casal. Quando o elevador chega ao térreo, Tatiane tenta descer, mas é agarrada por Luís Felipe. Ela se debate, tentando escapar do marido, que consegue levá-la de volta para o elevador. Quando a porta fecha, Luís Felipe chacoalha Tatiane violentamente e a joga no chão. Quando o elevador chega ao quarto andar, Luís Felipe força Tatiane a sair. Ela cai no corredor, se levanta e é empurrada. Luís Felipe pega as coisas dela e vai atrás.

Testemunhas disseram que o casal discutiu e que Tatiane Spitzner gritou por socorro quando estava no apartamento. Foram 15 minutos entre a saída do elevador e a queda de Tatiane. A câmera de segurança registrou a queda. Mas é uma imagem muito forte.

O corpo de Tatiane ficou inerte na calçada durante três minutos até a chegada de Luís Felipe. Às 3h ele entra no elevador carregando o corpo de Tatiane.

O JN editou a imagem. Luís Felipe coloca o corpo no chão do elevador e põe as mãos na cabeça. Depois, ele leva o corpo para o apartamento, onde trocou de roupa antes de fugir.

Enquanto isso, às 3h04, a polícia chega depois de ter sido chamada por vizinhos. Os policiais vão até a entrada do prédio no mesmo momento em que Luís Felipe reaparece, ainda no quarto andar. Com um pano, ele limpa marcas de sangue no corredor. Esfrega o chão e as paredes do elevador. Ele sai novamente do elevador, mas volta em seguida e esfrega mais uma vez a parede.

A movimentação continua na entrada do edifício, enquanto Luís Felipe chega à garagem. Às 3h08 ele sai com o carro. A câmera de segurança mostra numa mesma imagem a polícia em frente ao prédio e o carro de Luís Felipe passando na rua logo atrás.

Luís Felipe Manvailer foi preso a mais de 300 quilômetros dali. Segundo a polícia, ele tentava chegar ao Paraguai. Em depoimento, ele negou. Disse ainda que Tatiane se jogou da sacada: “A imagem da minha esposa pulando da sacada não sai da minha cabeça, né? Ainda fica martelando a mesma imagem, porque eu sou inocente. Amo muito”.

Os investigadores afirmam que as imagens do circuito de câmeras são decisivas para confirmar que Tatiane Spitzner foi vítima de feminicídio.

“A vítima, Tatiane, foi agredida por mais de 20 minutos antes de vir a óbito. Ela não tinha nenhum intento de suicídio”, afirma o promotor Pedro Henrique Papaiz. “O Ministério Público não tem dúvidas de que houve o cometimento do feminicídio em face da vítima, Tatiane Spitzner, por parte do Luís Felipe Manvailer. E os elementos informativos colhidos na investigação nos fornecem essa convicção de que realmente a vítima sofria agressões progressivas que culminaram na sua morte”, complementa a promotora Dúnia Rampazzo.

A defesa de Luís Felipe Manvailer declarou que aguarda o resultado das perícias no corpo da vítima, no apartamento do casal, nas câmeras de segurança e nos telefones recolhidos. Que espera a simulação dos fatos com a participação de Luís Felipe. E que qualquer posicionamento de investigadores e de promotores será baseado em hipóteses especulativas, que ainda precisam de comprovação técnica

ALGUÉM CONHECE ESSA SENHORA QUE ESTÁ INTERNADA NO ROCHA FARIA?

ALGUÉM CONHECE ESSA SENHORA QUE ESTÁ INTERNADA NO ROCHA FARIA?

“Boa tarde!! Essa senhora se encontra no hospital Rocha Faria desde do dia 08/07 sem nenhum parente a visitar, chora todos os dias querendo encontrar seus primos disse que só restou primos da família dela, morava com uma senhora e não lembra aonde.. disse que chegou ao hospital sozinha, que a senhora que morava com ela levou até um certo lugar.. lembra a data que nasceu e o ano, fala os nomes dos pais todo, nome dela é: Nevita Pereira Neves. Quem puder compartilhar para tentar achar a família dessa senhora tão carinhosa e doce de pessoa, agradeço e a dona Nevita agradece muito mais, tudo que ela quer é encontrar sua família!! Obs: boato que mora no Vilar carioca!”

Preso há 20 anos, Maníaco do Parque recebeu mil cartas de amor em um mês

Durante mais de um ano, Francisco de Assis Pereira aterrorizou a região próxima ao Parque Estadual Fontes do Ipiranga, entre São Paulo e Diadema, mais conhecido como Parque do Estado. Entre 1997 até a sua captura, em 4 de agosto de 1998, na cidade gaúcha de Itaqui, o motoboy assassinou 11 mulheres e estuprou outras nove, que conseguiram escapar da morte. O Maníaco do Parque, como ficou conhecido, escolhia suas vítimas — jovens até 24 anos — a quem fazia falsas promessas de emprego ou de ensaios fotográficos. Bom de papo, chegou a dizer a uma funcionária do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que foi até a carceragem ver de perto o serial killer: “em meia hora de conversa, você sairia comigo”, conforme edição do GLOBO de 14 de agosto de 1998.

Estranhamente, logo após sua prisão, o assassino começou a receber cartas de amor de mulheres que não conhecia. Elas se solidarizavam com o criminoso e queriam começar um relacionamento com ele. Em um mês, Frederico já colecionava mais de mil cartas na cadeia e, em 2002, até se casou com uma das remetentes. Esse fascínio mórbido exercido sobre tantas mulheres foi analisado pelo jornalista Gilmar Rodrigues no livro “Loucas de amor – mulheres que amam serial killers e criminosos sexuais (Editora Ideias a Granel)”, lançado em 2009. No mesmo ano, o diretor Alex Prado lançou o filme “Maníaco do Parque”.

A maneira de agir do criminoso chamou atenção da polícia e da sociedade na época. Isadora, Selma, Elisângela, Raquel, Patrícia, Rosa, Michelle, Fabiana, Kelly e Rosana (a 11ª não foi encontrada) conheceram Francisco, de 30 anos, nas imediações do parque, onde costumava patinar. Após conversar com as moças, ele as atraía para um recanto e lá, depois de estuprá-las, tirava da pochete uma pequena corda ou um cadarço de tênis e as estrangulava. A maioria das vítimas era deixada nua, e algumas foram encontradas com marcas de mordidas pelo corpo.

Polícia ignorou suspeita de pai da vítima

A lista de assassinatos poderia ter sido menor, se a polícia tivesse ouvido, em 13 de fevereiro, o pai de Isadora, Cláudio Fraenkel, que foi até a delegacia para falar do sumiço da filha três dias antes e do uso de cheques dela por Francisco. “Apesar das evidências e dos apelos, a polícia não relacionou Francisco ao desaparecimento de Isadora”, disse Cláudio na edição do GLOBO de 8 de agosto. Na ocasião, o assassino disse à polícia que tinha namorado a moça e que ela fizera compras com dois cheques, devolvidos pelo banco por assinatura falsa. “Fui categórico em dizer que ele estava mentindo. A minha revolta é que acreditaram na versão dele e não na minha”, completou o pai da estudante de 18 anos, cujo corpo só foi encontrado em 7 de agosto, carbonizado. Após depor à polícia, em fevereiro, Francisco resolveu voltar ao local do crime e queimou os restos mortais de Isadora, para dificultar o reconhecimento.

O primeiro corpo encontrado no parque, em 4 de julho, por um rapaz que entrara na mata à procura de uma pipa, foi o da comerciária Selma Ferreira Queiroz, 18 anos, desaparecida dois dias antes. Em seguida, a polícia achou os restos de Patrícia Gonçalves Marinho, balconista, 24 anos, e desaparecida desde 17 de abril, e o de Elisângela Francisco da Silva, 21 anos, que havia sumido em 9 de maio. No dia 12 de julho, os jornais publicaram o primeiro retrato falado, feito com a ajuda de várias mulheres violentadas, que haviam dado queixa às delegacias que circundam o parque. Assustado com a notícia, Francisco juntou suas coisas e fugiu, de carona e ônibus, passando pelo Paraguai, Mato Grosso do Sul e Argentina. Ele estava se preparando para encontrar “a namorada argentina” que conhecera em Alvear, cidade portenha próxima a Itaqui, quando foi preso, em 4 de agosto. Após participar de pescaria, ele havia ido tomar banho na pensão de um pescador e foi reconhecido por sua mulher, que vira o retrato falado do suspeito na TV e chamou a polícia.

Pais falam sobre o filho na TV

Em 8 de agosto, os pais de Francisco, Nélson Pereira e Maria Helena de Souza Pereira, participaram do programa “Cidade Alerta”, da TV Record, antes de visitar o filho na cadeia e pediram perdão a Claudio Fraenkel e aos pais das jovens mortas. “Não consigo acreditar que meu filho tenha se transformado nesse monstro. Mas, como ele confessou os crimes à polícia, terá que pagar por isso”, disse o pai. Chorando muito, Maria Helena completou: “Tudo isso está sendo um choque para nossa família. Não sei o que dizer. Quero apenas pedir perdão ao senhor Cláudio e a todos os pais que tiveram suas filhas assassinadas”.

As notícias sobre o Maníaco do Parque continuaram ocupando as capas dos jornais, e sua transferência do DHPP para a Casa de Custódia de Taubaté, em 14 de agosto, provocou um grande tumulto: um grupo de mais de 200 pessoas aguardava a saída do criminoso, que foi escoltado até o camburão por 20 policiais, sob os gritos de “assassino”, “lincha”, “trucida”, “justiça” e “vai morrer”. Ao chegar ao presídio, mais de 500 pessoas o esperavam, pedindo, aos gritos, “o linchamento do maníaco”, como o jornal informou no dia seguinte.

Francisco confessou 11 assassinatos. No primeiro processo, em 30 de setembro de 1999, o juiz Luiz Augusto de Siqueira, da 16ª Vara Criminal, o condenou a 121 anos de prisão, por estupro e assassinato de cinco vítimas e violência sexual e roubo contra outras dez mulheres, além de atentado violento ao pudor. Em 25 de julho de 2002, foi condenado a mais 121 anos em processos por homicídio e ocultação de cadáver. Com o terceiro julgamento, a sentença do Maníaco do Parque totalizou 268 anos de prisão em regime fechado.

Casamento com catarinense

Após Taubaté, o Maníaco do Parque passou pelos presídios do Belenzinho e Itaí, onde ocupava cela junto com outros criminosos sexuais. Conforme entrevista publicada no “Diário de S. Paulo” em outubro de 2005, ele era casado com a catarinense Jussara Gomes, de 60 anos, que o visitava semanalmente, e pleiteava à Justiça visitas íntimas. O casal se conheceu em 1999, durante uma audiência, e após três anos de correspondências, se casaram por procuração. O Maníaco também tornou-se pregador do Evangelho. Francisco poderá ser libertado em 2028, após completar o tempo máximo de reclusão estabelecido pela legislação brasileira, 30 anos.

 

fonte: acervo o globo

Homem acusado de estuprar menina de 10 anos é assassinado e tem pênis cortado ao deixar prisão

Um homem de 61 anos, identificado como José Antônio Pinheiro, foi encontrado morto na manhã desta sexta-feira (03), em sua residência no bairro Ipê Amarelo, em Lucas do Rio Verde (332 km de Cuiabá-MT).

De acordo com informações coletadas junto ao Corpo de Bombeiros, a vítima foi morta a facadas. Ao lado do corpo foi encontrada uma bainha de facão. José teria recebido mais de seis golpes na cabeça e no tórax. O órgão genital da vítima foi arrancado e encontrado no quintal da residência.

De acordo com vizinhos, José morava sozinho e teria ganhado a liberdade há três dias. Ele havia sido preso no dia 23 de março suspeito de ter estuprado uma menina de dez anos, filha de um conhecido dele.

O corpo de José foi encontrado pelos vizinhos. À polícia, eles disseram que notaram a ausência dele, que sempre ia até a residência deles para tomar café da manhã.  Eles disseram ainda que o homem era “um bom vizinho” e que “sempre acordava por volta das cinco da manhã para tomar café”, com eles.

 

Após cinco anos desaparecida, jovem envia carta à família

Quando um filho desaparece, a família jamais perde as esperanças de que ele surja novamente. Ainda assim, os parentes de Emily Wynell foram surpreendidos quando, cinco anos após seu sumiço, a moça enviou uma carta em julho deste ano.

A jovem tinha 14 anos quando sumiu sem deixar vestígios em Southport, no estado americano da Flórida. Os policiais ainda chegaram a investigar suspeitas de sequestro ou homicídio, sem sucesso. De acordo com parentes, Emily havia afirmado que, quando completasse 18 anos, voltaria a entrar em contato com a família.

E assim o fez, mas com um ano de atraso. Os pais da mulher, agora com 19 anos, usaram o Facebook para afirmar que ela enviou a carta; o conteúdo não foi revelado. E, claro, não havia endereço no remetente.

“Aos amigos e familiares, gostaríamos de dizer que tivemos notícias de Emily”, escreveu a mãe, Pan Massimiani, em 26 de julho. A mulher afirma que, pelo teor do escrito, não há dúvidas de que o texto é de Emily.

Antes de desaparecer, a então adolescente fez vasta pesquisa na internet sobre formas de manter-se escondida sem deixar rastros. Apesar de terem sido informados sobre a carta, os policiais acreditam que não há crime a ser investigado.

Segurança expulsa jovem de shopping por conta do seu short curto

Gabrielle Gibson, de 19 anos, foi expulsa de um shopping em Mobile, no Alabama (EUA), sob o argumento de estar usando um short muito curto. Porém, o real motivo de ela precisar deixar o local foi porque “os homens não estavam conseguindo se controlar”.

Ao jornal americano Mirror, Gabrielle informou que os funcionários do Shoppes at Bel Air reclamaram que sua roupa era “inapropriada”. “Para ser honesta, aquilo me humilhou”, desabafou.

“Só estava tentando ter um dia agradável e passear pelo shopping”, afirmou Gabrielle, que declara ter sido abordada por um segurança. De acordo com a americana, o funcionário estava olhando para a bunda dela, e “isso era um problema”.

Além disso, ela foi avisada que não podia usar short curto por causa de suas “coxas grossas”. “Falei que aquilo não me incomodava e que devia não incomodá-lo, mas então ameaçaram chamar a polícia”, relata Gabrielle.

JOVEM É ESFAQUEADO EM ESTAÇÃO DE BRT NO RJ!!

Letícia Copaj, de 23 anos, foi esfaqueada durante uma tentativa de assalto na estação do BRT Marambaia, no bairro de Vaz Lobo, na Zona Norte do Rio. A vítima contou que voltava do trabalho quando foi atacada por um adolescente, dentro da plataforma. O crime ocorreu no último dia 27.

A vítima contou ao EXTRA, que aguardava a mãe na estação, como costuma fazer todos os dias devido ao horário que chega do trabalho, por volta da meia-noite. No entanto, nesse dia, a mãe se atrasou.

— Eu estava voltando do trabalho, sou estagiária de um musical que estava em cartaz no Teatro Bradesco, na Barra da Tijuca, como de costume fui de BRT até Vicente de Carvalho e peguei um parador para a estação Marambaia, onde minha mãe me busca para que eu não volte sozinha de madrugada — relatou.

Estação do BRT Marambaia, em Vicente de Carvalho Foto: Reprodução Google Maps

A jovem relatou que enquanto aguardava sua mãe dentro da estação, duas senhoras e um adolescente desembarcaram de um ônibus do consórcio que vinha no sentindo contrário. As duas deixaram a estação, mas o rapaz permaneceu no local. Segundo ela, não havia mais ninguém na plataforma além do menino.

— Era 00h50, minha mãe tinha se atrasado um pouco mas já estava a caminho, eu estava sozinha na estação, não havia nem o controlador de acesso que geralmente fica durante a noite toda. Chegou outro ônibus parador, vindo da direção oposta da que eu vim, desceram duas senhoras e um menino de uns 13/14 anos, gordinho.

Letícia contou ainda que chegou a pensar que o garoto teria passado do ponto e estaria esperando um outro ônibus. Mas em seguida, ele veio em sua direção e a abordou próximo da entrada da estação. Como a vítima não entregou o celular, o assaltante usou uma faca de serra que estava escodido no casaco. Ela ainda pediu socorro, mas acabou sendo atingida no rosto e na cabeça.

— Quando elas passaram o menino chegou perto de mim, parou do meu lado, falou algo que de início eu não entendi e não dei muita atenção mas depois ele repetiu “tá com o celular aí?”, eu não tinha nada em minhas mãos então respondi “não”, foi quando ele tirou do bolso do casaco uma faca de serra e me atacou. Primeiro ele tentou me acertar no peito mas eu estava com a mochila que levo pro trabalho na frente do corpo e ele não conseguiu me furar. Eu estava bem colada na catraca de entrada e enquanto me esquivava tentando me defender comecei a gritar pedindo ajuda e socorro, na esperança de que o rapaz que cuida da estação estivesse dentro da cabine e saísse para me socorrer.

Letícia conta que as duas passageiras ainda voltaram e a socorreram e um homem que mora ao lado da estação. O menino fugiu em direção a Rua Turvo, sem levar nada.

— Eu estava lá, sangrando, dois cortes, chorando e com medo de que no caminho ele encontrasse minha mãe e fizesse algo com ela. Uma das senhoras me emprestou uma toalhinha para estancar o sangue, o senhor que me ouviu gritar, desceu para me ajudar e chamou a emergência. Foram os três que ficaram comigo até que minha mãe chegasse e a ambulância me atendesse.

Letícia foi levada para o Hospital Getúlio Vargas, na Penha, onde recebeu os primeiros atendimentos. A jovem teve sete pontos no rosto e quatro na cabeça. Após deixar o hospital, a vítima procurou a delegacia 27ª DP (Vicente de Carvalho) e registrou o caso.

— Não fui a primeira nem a úiltima a ser atacada dessa forma dentro do BRT e ninguém faz nada nunca. Sei que poderia ter sido muito pior mas a cidade está largada, tudo um caos

FONTE: JORNAL EXTRA

MOTORISTA DA UBER É MORTO NA AVENIDA BRASIL!!!

Morto em tiroteio na Avenida Brasil era motorista de aplicativo

O carro de Luiz Carlos Vidal Júnior foi alvejado por traficantes de Parada de Lucas, nesta quinta, e ele levou um tiro na cabeça; outras duas pessoas ficaram feridas

O homem que morreu no tiroteio que aconteceu na tarde desta quinta-feira na Avenida Brasil era o motorista de aplicativo Luiz Carlos Vidal Júnior, de 29 anos. Ele morreu na via expressa ao ser atingido por um tiro na cabeça durante um confronto entre traficantes da favela de Parada de Lucas e da Cidade Alta, na Zona Norte do Rio. No momento em que foi alvejado, Luiz Carlos estava com dois passageiros em seu carro.

Os irmãos Mário Gomes Reis, de 65 anos, e João Gomes Reis, de 64, foram levados ao Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha. Mario Reis foi ferido na perna e está fora de perigo. João ficou em estado de choque. Uma terceira pessoa que andava a pé na região foi atingida no ombro e está em observação.