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Falhas permitem que hackers criem infinitas 'moedas virtuais'

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Pesquisadores de segurança identificaram duas falhas de segurança, já em uso por hackers, que permitem criar uma quantidade infinita de “moedas virtuais” baseadas na tecnologia ERC-20 da blockchain Ethereum, uma tecnologia semelhante e concorrente ao Bitcoin. Batizadas de “proxyOverflow” e “batchOverflow”, as vulnerabilidades levaram a corretora OKEx a interromper a compra e venda de moedas virtuais baseadas em ERC-20.

A Ethereum é uma blockchain semelhante ao Bitcoin. O foco da Ethereum, porém, está nos chamados “smart contracts” ou “contratos inteligentes”. Um dos principais usos dessa função é a criação de outras moedas virtuais (ou “fichas virtuais”) na mesma blockchain. Essa tecnologia é chamada de ERC-20.

Diferente das criptomoedas comuns, essas “fichas” virtuais costumam ter um endereço administrativo, que tem liberdade para emitir moedas. Porém, as regras para a circulação dessas moedas são definidas inteiramente no contrato inteligente e programadores têm uma grande liberdade para definir as regras de cada ficha digital.

São falhas na programação desses contratos — e não na Ethereum em si — que fazem com que hackers possam emitir quantas fichas quiserem. As falhas são do tipo “overflow”, em que o programa tenta armazenar na memória um número maior do que o permitido, o que “sobrecarrega” o valor. Em muitos casos, essa sobrecarga transforma o número em zero.

Segundo a PeckShield, mais de uma dúzia de fichas ERC-20 estão vulneráveis.

Como os contratos são a “lei suprema” dessas fichas, não há meio fácil de alterá-los para corrigir o problema. Os responsáveis pelas fichas digitais terão de criar contratos novos e reembolsar quem hoje possui essas fichas.

Uma das moedas afetadas é a Beauty Chain (BEC), uma ficha baseada em beleza. “A busca da beleza é parte da natureza humana e uma aspiração comum da humanidade. A Beauty Chain foi fundada com a missão de identificar, criar e compartilhar a beleza, conectar a corrente de valores da indústria da beleza e para fazer um mundo melhor. Incentivamos você a descobrir mais aplicações relacionadas à beleza conosco”, diz o site da moeda.

Muitas das fichas de ERC-20 são notórias por aparentemente não terem finalidade clara. O valor de mercado total das fichas ERC-20 está na casa dos bilhões de dólares e há mais de 5 mil dessas fichas em existência. Muitas, por terem comercialização específica ou por serem insignificantes, não aparecem em nenhuma corretora de compra e venda de criptomoedas.

SAIBA MAIS


Ataque ao MyEtherWallet
A falha nas moedas ERC-20 não foi o único problema de segurança envolvendo a rede Ethereum nos últimos dias. Usuários de Ethereum que gerenciam sua carteira virtual com o serviço MyEtherWallet tiveram suas carteiras esvaziadas depois que o site foi redirecionado para uma página falsa. Como o serviço exige que o internauta informe sua chave privada para obter acesso ao painel de controle, os golpistas facilmente conseguiram obter acesso às carteiras e desviar ao menos US$ 13 mil (cerca de R$ 40 mil) das vítimas.

Para fazer o redirecionamento, os hackers criaram uma rota falsa com o BGP (Border Gateway Protocol). O BGP é usado pelos provedores de internet para comunicar rotas disponíveis para que a comunicação na internet possa ir de um ponto A até um ponto B. É como um controle de tráfego da internet.

Hackers conseguiram sequestrar uma rota BGP e redirecionar dados que deviam ser encaminhados para a Amazon a um outro provedor. Quando isso ocorreu, eles conseguiram falsificar o endereço IP de destino do site MyEtherWallet, que utiliza a Amazon.

A tecnologia do BGP foi criada para permitir que a internet reage rapidamente a qualquer problema técnico ou interrupções, portanto não há muitos mecanismos previstos para que um provedor possa determinar se uma rota informada é autêntica antes de aceitá-la. Como o problema ocorreu por conta de um sequestro de rota, a Amazon não teve culpa no ocorrido.

Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

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Fonte: G1 > Tecnologia e Games

Aprenda a calibrar o monitor e a TV para ter cores mais precisas

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A boa notícia é que calibrar o seu monitor num computador que roda Windows é super fácil e não leva mais que alguns minutos. Vamos lá!

Para encontrar a função, comece pelo “Menu Iniciar” e acesse o “Painel de Controle”. Entre em “Gerenciamento de Cores” e então na guia “Avançado”. Pronto, escolha a opção “calibrar vídeo”; aqui. A primeira configuração a ser ajustada é a “Gama”. Com base nas imagens apresentadas, mexa na barra que está no lado esquerdo da tela até que você alcance o resultado mais próximo do nível “Gama bom”. Fácil, né?

O próximo passo é acertar os níveis de brilho e contraste. Olha lá, o guia do próprio Windows mostra uma imagem com resultado ideal. É só ir alterando as configurações até chegar mais perto do ideal. Por último, as cores do monitor. Ao mover as três barras de cores você deverá obter um tom de cinza neutro. Ou seja, ele não deve ficar muito claro, nem escuro. Depois do acerto, clique em “Concluir” para usar a calibração que acabou de realizar ou em “Cancelar”, caso não tenha gostado do resultado e prefira usar uma configuração pessoal.

Nas TVs o processo é parecido; a única diferença é que você não vai ter uma imagem guia para se nortear, mas a gente te ajuda. Entendendo o que significa cada ajuste já é mais do que meio caminho andado para extrair a melhor imagem possível da sua TV. O primeiro passo é avaliar o ambiente em que o aparelho está: claro, escuro. É importante saber que qualquer luz ambiente interfere no contraste de cores que nossos olhos enxergam…você já viu um cinema com luzes acesas? Então…

O brilho determina a intensidade da cor preta na tela da TV. Se o brilho estiver muito baixo, a imagem vai ficar apagada, escura e vai ficar até difícil diferenciar os tons. A melhor dica na hora de configurar o brilho é colocar uma imagem escura na tela e ajustar o brilho para que o preto se torne bastante profundo. Em geral, a configuração de brilho fica próxima dos 50%…

O contraste é similar ao brilho, mas regula os tons de branco. Quando o contraste está muito alto, as imagens ficam mais fortes, com menos detalhes. O ideal é encontrar um ajuste entre 50 e 80% e observar ser não há borrões entre os tons de branco e preto.

A nitidez deve ser calibrada para chegar ao maior nível de detalhes das imagens, mas sem exagero nos contornos. Aliás, a regra é geral; para todos os ajustes é preciso encontrar um equilíbrio. Uma boa ideia para calibrar a nitidez é procurar cenas com rostos de pessoas e fazer com que a imagem fique bastante natural, com contornos visíveis e suaves. Uma ideia de valor é um ajuste entre 20 e 50%.

A saturação ideal é aquela que mais se aproxima da imagem real, no momento da captura. Claro, cada usuário tem suas preferências por imagens mais ou menos saturadas. O melhor é não deixar as cenas muito lavadas nem exageradamente fortes. O recomendado fica, novamente, perto dos 50% na hora de fazer o ajuste manual.

A maioria das TVs já traz configurações pré definidas como modo cinema, esportes, game… A ideia é facilitar a vida do consumidor para que ele não tenha que aprender a mexer em todos esses ajustes que acabamos de explicar. Mas agora que você já sabe, pode experimentar e usar esses “presets” como guias para chegar ao que mais lhe agrada e extrair a qualidade máxima da sua TV.

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Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Homem foge da polícia, bate carro clonado e acaba preso

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O suspeito foi perseguido pela polícia e só parou após bater em árvore (foto: PMDF/Divulgaçăo)

Um homem foi preso depois de tentar fugir de uma abordagem policial no Setor P Sul, em Ceilândia, neste sábado (8/9). A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) verificou que o suspeito dirigia um carro clonado e que tinha diversas passagens pela polícia. 

A perseguiçăo começou depois que o homem percebeu a aproximaçăo de uma viatura. Ele chegou a dirigir por toda a Quadra 32 e só parou depois de bater em uma árvore, na Vila Madureira. Mesmo assim, tentou fugir a pé e foi encontrado dentro de uma casa, onde tentava se esconder. 

De acordo com a PMDF, o suspeito tinha dez passagens, entre elas homicídio, tentativa de homicídio, receptaçăo de veículo, adulteraçăo de veículos, direçăo perigosa, violaçăo de domicílio e posse de drogas. Ele também é suspeito de cometer outro homicídios e roubos. Ele foi encaminhado para a 23ª Delegacia de Polícia (Setor P Sul), que investiga o caso. 

Prisőes no Recanto das Emas

A Polícia Militar deteve também neste sábado três mulheres, suspeitas de assaltarem uma loja na Quadra 102, do Recanto das Emas. De acordo com a corporaçăo, duas mulheres fugiam e uma havia sido detida por populares quando as equipes chegaram no local. Os militares conseguiram localizar e deter as outras suspeitas. 

 

A polícia conseguiu recuperar dinheiro e o celular da vítima de roubo (foto: PMDF/Divulgaçăo)

 

As equipes apuraram que as três mulheres entraram na loja, agrediram a dona com socos e chutes e levaram o celular dela, além de R$138 e três pares de sandália. “A dona da loja ficou muito machucada e  teve um corte profundo na boca precisando ser encaminhada ao hospital com urgência”, afirmou, em nota, a corporaçăo. 

Duas das suspeitas eram maiores, de 20 e 25 anos. Elas foram encaminhadas para a delegacia, onde ficaram presas. Já a jovem de 17 anos foi apreendida e levada para a Delegacia da Criança e do Adolescente. 

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Fonte: Cidades

Caiu no golpe da promoção falsa d'O Boticário de Dia das Mães? Veja o que fazer

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(Se você tem alguma dúvida sobre tecnologia, utilize o espaço para comentários abaixo e escreva sua pergunta)

 

>>> Caiu no golpe da promoção falsa d’O Boticário, e agora?

Oi, Ronaldo! Eu recebi a mensagem sobre a falsa promoção d’O Boticário, cliquei no link e informei alguns dados pessoais (nome completo, cidade, e-mail e CPF). E agora? Gabriela

 

 

Olá, Gabriela! Esse golpe é recorrente em cada data festiva, a empresa que está tendo o seu nome usado na falsa promoção . Na prática, somente com esses dados que você informou é pouco provável que as suas informações pessoais possam ser usadas indevidamente. Mas é recomendável monitorar o uso do seu número de CPF. Você deve verificar se ao enviar o formulário preenchido, também não foi realizado o download de algum aplicativo. Somente pelo fato dele ter sido baixado, não significa que o seu celular esteja infectado por alguma praga virtual para roubar as suas informações. Para que esse tipo de app possa ser instalado no celular, é necessário alterar as configurações de segurança e autorizar a instalação de aplicativos de fontes desconhecidas, antes de executar o instalador. Se você preferir, é possível realizar o reset das configurações originais de fábrica, esse procedimento serve para eliminar completamente qualquer app malicioso que possa ter sido instalado acidentalmente.

 

>>> Como visualizar a configuração detalhada do celular?

Oi, Ronaldo! Como eu faço para obter em detalhes as especificações técnicas do meu celular? Tiago

 

Olá, Tiago! Existem alguns apps que exibem um relatório detalhado sobre as especificações técnicas do aparelho. Entre os apps mais eficientes que foram testados, eu recomento o Droid Info, disponível para download na Google Play ().

 

>>> Quando eu instalo mais memória RAM no PC é necessário reinstalar o sistema?

Olá, Ronaldo! Eu enviei o meu notebook para uma assistência técnica para que fosse realizado um upgrade de memória RAM. Quando fui retirá-lo, também foi cobrada a formatação do Windows. Isso está correto? Angelo

 

Olá, Angelo! A reinstalação do sistema operacional devido a adição de memória RAM no PC poderia ser justificada se a versão do Windows fosse da arquitetura de 32-bit e o upgrade de memórias fosse superior a 4 GB (gigabytes). Mas geralmente esse procedimento é desnecessário para a maioria dos casos.

 

Imagem: Reprodução/G1

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Fonte: G1 > Tecnologia e Games

Quatro pessoas morrem baleadas e duas ficam feridas em Carapicuíba e Osasco

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(foto: Reproduçăo)

 Pelo menos quatro pessoas morreram e duas ficaram feridas a tiros na noite da sexta-feira (8/9), em Carapicuíba e Osasco, Regiăo Metropolitana de Săo Paulo. O primeiro caso ocorreu em Carapicuíba, por volta das 20h40. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), o mecânico Jonata Batista Alves e o autônomo Eduardo Florentino de Moraes, ambos de 25 anos, morreram após serem baleados na rua Maria Dilza Santos Lima, no bairro Jardim Maria Beatriz. Um técnico de 30 anos ficou ferido e foi levado para o hospital.

Segundo a vítima que sobreviveu, os disparos foram feitos por dois homens que estavam em um veículo Voyage prata. Um celular e um pen drive foram apreendidos.

De acordo com a SSP, quando os policiais chegaram ao local do crime, eles foram informados que dois dos baleados haviam sido socorridos e levados ao Pronto Socorro da Vila Dirce.

Em vistoria nas imediaçőes, os policias localizaram o corpo de Jonata, embaixo de um balcăo de uma lanchonete. Na rua e no estabelecimento, foram encontrados dois projéteis, um de pistola calibre 380 e outro de fuzil 556. O caso foi registrado como homicídio qualificado no 1ºDP de Carapicuíba e será encaminhado ao 2º DP da cidade.

O segundo ataque a tiros ocorreu em Osasco. Os estudantes Felipe Santos Soares, de 21 anos, e Robson de Souza Gonçalves, de 18 anos, morreram baleados por volta das 21h desta sexta-feira, na rua Antônio Benedito Ferreira, no bairro Munhoz Júnior. Um outro estudante de 19 anos também foi ferido.

Policiais militares chegaram ao local do crime e encontraram duas vítimas caídas. Os militares acionaram o resgate, que constatou a morte de Felipe no local. Robson foi socorrido ao Pronto Socorro do Parque Imperial Barueri, mas năo resistiu aos ferimentos e morreu. Uma terceira vítima foi levada para o mesmo hospital e năo corre risco de morte.

Segundo testemunhas, os autores do crime estavam em um veículo Prisma prata quando chamaram as vítimas que estavam paradas e em seguida efetuaram os disparos e fugiram. O estudante que sobreviveu aos disparos contou à Polícia que um homem desceu do carro e disparou contra o grupo.

O estudante disse que tentou fugir, mas também foi atingido. O caso foi registrado como homicídio qualificado no 10º DP de Osasco.

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Fonte: Brasil

20 anos do Google: como a empresa evoluiu e virou um império da tecnologia

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Dá um “google”; uma “googada”…o poder da ferramenta de busca mais popular da internet é tão grande que a expressão, para muita gente, virou verbo. Tão popular que há até quem confunda o sistema de buscas com a própria internet. Em 1998, quando foi criado, não era sequer novidade, mas quem hoje ainda se lembra de Alta Vista ou Yahoo!? A grande sacada do Google foi usar um algoritmo inteligente que, para cada busca, traz os resultados mais relevantes para cada usuário. Aliás, esta é a base do sistema até hoje…

Como qualquer outra tecnologia ou serviço, o buscador evoluiu com o tempo – como era de se esperar. Hoje o Google criou um ecossistema que fomenta milhões de negócios online. E para chegar aos 20 anos mantendo seu status de ferramenta de busca mais poderosa do planeta, a evolução precisou ser constante; de melhorias no algoritmo a recursos cada vez mais precisos acessados através de comandos de voz e da inteligência artificial do Google Assistente.

Mas essa hegemonia não pode ser vista com ingenuidade. Quantos de nós, hoje, em qualquer pesquisa feita na ferramenta, passa da primeira página de resultados? Quase ninguém, é verdade. Por falar em “verdade”, ao se tornar quase um oráculo da internet, o Google, com todo seu poder, pode ter se tornado um problema – ainda que pouca gente se atente para isso…

Muito poder concentrado nas mãos de uma só empresa nunca é interessante para a sociedade. Principalmente quando essa companhia, como o Google, tem cada vez menos concorrência. Com um quase “monopólio da informação” – a exemplo do que acontece com algumas empresas de mídia no Brasil – é possível manipular muita coisa; desde como as pessoas se comportam a uma eleição, por exemplo. E isso não é saudável para ninguém.

Vinte anos – tanto na internet quanto fora dela – é muita coisa! Muito tempo. É muito difícil que uma concentração desse porte como tem o Google se quebre por meios naturais. Talvez seja a hora de a gente reavaliar essa troca. Claro, ninguém quer ou vai ficar longe do Google… a gente só não pode ser ingênuo…

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Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Paes promete levar água para Zona Oeste!!

Em campanha no bairro de Campo Grande, neste sábado, o candidato ao governo do Rio, Eduardo Paes (DEM), se comprometeu com a comunidade local a acabar com o problema de abastecimento de água em toda a Zona Oeste, na Baixada Fluminense e no município de São Gonçalo. O ex-prefeito disse que esteve em reunião na manhã de hoje com funcionários da Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae) para discutir programas de saneamento e habitação nestas regiões.

— Eu vim aqui hoje, claro, para fazer campanha e pedir votos em um lugar que sempre me acolhe muito bem, que é o calçadão de Campo Grande. Mas quero assumir um compromisso. Sei que a Zona Oeste ainda passa por problemas de abastecimento da água inaceitáveis, que nós vamos resolver. Vamos levar água para toda a Baixada Fluminense, São Gonçalo e também para a Zona Oeste — afirmou Paes.

Além da questão do abastecimento de água, Paes também assumiu mais dois compromissos importantes para a Zona Oeste nas áreas de segurança pública e mobilidade urbana.

— O problema da segurança pública é muito grave na Zona Oeste. Assumimos o compromisso de aumentar o policiamento ostensivo e o efetivo de batalhão nas áreas que mais precisam — afirmou.

Para melhorar a mobiilidade na região, o candidato prometeu promover uma mudança no transporte de trens para que ganhe características de metrô. De acordo com o ex-prefeito, parte importante da população na região é atendida pelo sistema de trens e pode ter o serviço melhorado a partir de investimentos na mudança de sistemas.

— Tem como qualificar o trem para cá, dar a ele padrão de metrô. Isso é possível com investimento em sistemas. O metrô tem mais previsibilidade, funciona com intervalos menores, o horário é respeitado. Isso é uma mudança de sistemas. Claro que não é uma coisa simples e tão barata. Mas é um investimento que precisa ser feito — disse.

Ao ser perguntado sobre o que signfica essa mudança de sistema na prática, Paes explicou que é ter todo o maquinário melhorado, a bitola e a bifurcação funcionando, e toda a parte de engenharia, para permitir maior eficácia.

Paes disse que pretende “organizar a casa” e as contas do estado para garantir esses investimentos, mas não deu maiores detalhes que como pretender fazer isso. O candidato se mostrou otimista em relação ao cenário da economia.

— Vamos conseguir organizar as contas e entregar os serviços para a população. Há uma conjuntura melhor hoje, os royalties do petróleo já melhoraram. O Brasil já começa a apresentar sinais de que está saindo da crise econômica. No campo da despesa é muito difícil avançar. É preciso ter um olhar de lupa nas receitas.

Bicampeão olímpico é banido do esporte após acusação de de abuso sexual

Bicampeão olímpico e penta mundial no taekwondo, o americano Steven López, de 39 anos, foi banido permanentemente do esporte após acusações de abuso sexual. A vítima, Nina Zampetti, tinha 14 anos à época do abuso. Ele ainda tem o direito de recorrer.

 

““Fico feliz em finalmente ser ouvida e levada a sério. Fico feliz que alguém acredite em mim depois de todos esses anos tentando dizer à minha família que ele não era quem eles achavam que era. Finalmente acabou. “Eu sinto que minha vida teria sido diferente se nunca tivesse acontecido”, disse Nina ao jornal americano ‘USA Today’.

O caso de López ainda não foi levado à Justiça, mas ele corre o risco de ser condenado a até 30 anos de prisão.

Mulher proíbe filha de brincar com menina de 5 anos porque ela era negra

Uma mulher foi denunciada por racismo, depois de proibir a filha de brincar com outra criança, sob o argumento de que ela é negra. A vítima tem 5 anos, e a denúncia foi feita pela mãe, de 23 anos. O fato ocorreu em Cáceres (200 km de Cuiabá), na tarde de quarta-feira (5), e o boletim de ocorrência foi registrado apenas na sexta-feira (7).

Nesta semana, a atitude racista foi testemunhada pela bisavó da criança e outras pessoas. Desse modo, a mãe da criança resolveu entrar com representação criminal contra a tia e procurou a Polícia Civil. Ela acusou a tia de difamá-la também, chamando de “vagabunda” e “biscate”.

Como a 'web 3.0' criou um caos na privacidade

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Hoje praticamente em desuso, o termo “web 2.0” foi moda e assunto de muitas reportagens (hoje é mais fácil falar em “mídias sociais” e ninguém se impressiona com isso). Mas, se havia uma “web 2.0”, seria preciso uma “web 3.0” para sucedê-la. E essa web 3.0 chegou, sim — e muitas das tecnologias que usamos foram desenvolvidas a partir de uma visão do que seria essa “nova” web.

Mas o que é a web 3.0? Se a web “1.0” permitia que humanos acessassem dados armazenados em máquinas e a web 2.0 viabilizou o contato e o compartilhamento de dados entre pessoas, a web 3.0 é aquela que permite que computadores acessem dados de outros computadores, ou seja, em que máquinas conversam com máquinas para dar sentido a grandes quantidades de dados.

Foi essa visão de futuro que entregou informações de milhões de pessoas para a Cambridge Analytica e resultou no escândalo que levou Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, a depor no Senado dos Estados Unidos. É essa visão de futuro que transformou praticamente todas as redes – Facebook, Google, Outlook, Twitter – em “plataformas” aos quais “aplicativos” podem se conectar para acessar os dados de usuários.

São máquinas conversando com máquinas, e a noção de que “tudo é plataforma” (como diz o jargão do mercado). Ou seja, tudo precisa ser conectado com outras coisas, criando dependência e, de preferência, aumentando sua utilidade.

Existem vantagens nesse modelo. Quando aplicativos funcionavam em computadores, você podia acessar serviços (um provedor de e-mail, por exemplo) sem compartilhar sua senha com terceiros. Toda a lógica de processamento (e todo o tratamento de dados) ocorria no seu computador.

Quando os aplicativos migraram para a web, internautas começaram a adotar a perigosa prática de compartilhar senhas com esses serviços. Usuários de Twitter, em especial, foram alvos de diversos golpes se aproveitando dessa prática. Transformar essas redes em plataformas, com canais específicos e controlados para o acesso a dados, tornou-se uma necessidade, já que as pessoas enxergavam vantagens nesses aplicativos web.

Depois da necessidade, claro, seguiu-se o abuso e a cessão de dados por mera rotina.

Facebook, Twitter, Google e Microsoft Outlook.com: tudo é plataforma e tem conectividade com terceiros. Após escândalos, opções do Facebook são as mais específicas. (Foto: Reprodução)

Equilíbrio entre transparência e dependência
Sem a necessidade de informar uma senha, muita gente perdeu a noção do peso de “instalar” (ou “conectar”) esses aplicativos ao perfil de rede social. O compartilhamento da senha, que é um processo extremamente arriscado do ponto de vista do compartilhamento de dados, foi reduzido a um único clique, tudo sob a chancela dos grandes prestadores de serviços.

Nessa época surgiu a segunda onda de fraudes, em que serviços inescrupulosos passaram a fazer publicações não autorizadas em perfis de redes sociais. O Facebook teve que agir para coibir a prática, e ainda hoje encontra-se avisos do tipo “isso não permite que [aplicativo] faça publicações”.

Mas nem tudo foi pensando apenas para “contribuir” e proteger os internautas. Uma plataforma não pode exercer nenhum controle ou poder se for aberta demais. Por isso, meios de compartilhamento de dados públicos e padronizados — que faziam parte da concepção original da web 3.0 — sumiram. O Facebook permitia conexão de qualquer programa ao seu serviço de bate-papo, mas isso não é mais autorizado. O Twitter cancelou os seus chamados “feeds” abertos, obrigando que toda integração ocorra de maneira definida pela rede social.

Em outras palavras, o objetivo dessas plataformas é atingir um equilíbrio entre transparência e dependência. No fim, elas precisam ter controle sobre como certos dados são apresentados, porque precisam que pessoas vejam o conteúdo junto de seus anúncios publicitários. Ao mesmo tempo, querem permitir a construção de aplicativos que aumentem o uso da rede e, portanto, que provoquem as visualizações que realmente interessam.

As restrições impostas pelas redes tiveram outras consequências. O faturamento da Zynga, fabricante de jogos de redes sociais como o Farmville, chegou a US$ 1,2 bilhão em 2012, mas caiu para US$ 860 milhões em 2017. A concorrente Playdom, da Disney, fechou as portas em 2016. Esse mercado foi quase que inteiramente transferido para jogos sociais em telefones celulares (abocanhado com gosto pelos chineses e coreanos), mas as redes sociais se deram conta do óbvio: se alguém está jogando, não está vendo anúncios na rede social. De parceiros que muito contribuíram para as redes sociais, esses games se transformaram em inimigos.

Do ponto de vista dos usuários, pouco foi ganho — já que a conta do telefone celular, onde esses jogos se conectam, também tem dados interessantes.

Embate ideológico
O fato é que a privacidade na web enfrenta uma guerra ideológica contra essa visão de web 100% conectada — de máquinas para máquinas, de compartilhamento total de informação para “criar sentido”. No marketing, hoje é comum falar em “Big Data” — mas esse termo emprega avanços em processamento de dados que não faziam parte do que se enxergava para a “web 3.0”, alguns deles muito benignos e úteis para a segurança digital, inclusive, porque a segurança digital envolve verdadeiras montanhas de informações sobre ocorrências de ataques na internet.

Mas alguns avanços tecnológicos não se deram porque máquinas compartilharam informações sobre si próprias, mas sobre seus utilizadores.  Era um resultado óbvio, mas “a quem pertence esse dado?” nunca parecia uma pergunta relevante. Com as restrições impostas pelas redes sociais aos aplicativos que interagem com elas, a resposta é clara: o dado pertence à plataforma, e aos usuários cabe utilizar seja lá quais forem os controles de privacidade que a rede decidir criar (na imagem, as configurações de privacidade para aplicativos de outras pessoas — essa tela não existe mais, porque o Facebook agora diz bloquear tudo; antes, permitia boa parte, mesmo sem autorização expressa).

Mesmo assim, criticar essa visão, dita como “futuro”, é mais ou menos como advogar a favor do passado.

Mas se a web mira em uma solução para organizar o caos da informação na web, o refugo desse processo é o caos na privacidade.

SAIBA MAIS

Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

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Fonte: G1 > Tecnologia e Games