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Jogador revela que sua mãe foi morta em ritual de sacrifício para ajudar na evolução de sua carreira

Com passagens pelo futebol francês e belga, o atacante Shiva N’Zigou é considerado um jogador de muito sucesso no futebol do Gabão. Porém, a sua vida fora do campo teve componentes inacreditáveis. Em um testemunho exibido pela emissora religiosa ‘TV2Vie’, ele afirma, entre outras coisas, que sua mãe foi morta pelo próprio pai em um ritual de sacrifício feito com o objetivo de que sua carreira no futebol decolasse.

“Minha mãe está morta porque foi sacrificada. Assinei muitos contratos, e meu pai queria todo o dinheiro. Ele me disse que iria matar minha mãe. Recusei essas ideias, mas ele fez isso assim mesmo, porque achava que o espírito dela podia ajudar minha carreira a evoluir”, disse o jogador.

Ainda em meio às diversas afirmações, ele disse que tinha 21 anos quando disputou a Copa Africana de Nações de 2000, e não 16, conforme informavam seus documentos. Desta forma, não seria o recordista de jogador mais jovem a marcar um gol na competição. Oficialmente com 34 anos, ele teria hoje 39.

“Tenho cinco anos a mais. Menti sobre a minha idade quando me mudei para França”, contou. Fora de campo, Shiva N’Zigou ainda revelou que manteve relações sexuais com familiares e amigos. “Tive relações com a minha tia e depois com a minha irmã. Fui para a cama com minha irmã”, contou N’Zigou. “Também dormi com um amigo meu e mantive um relacionamento de longo prazo com outro homem”, acrescentou.

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Jogador citou ritual, falsificação de documento e relações sexuaisREPRODUÇÃO

Shiva NZigou jogou pelo NantesAFP

FONTE : O DIA

Passageiros agridem suspeito de assaltar em estação de trem no RJ!!

 Passageiros que estavam na estação Oswaldo Cruz da SuperVia, na noite desta quarta-feira, agrediram um suspeito de praticar assaltos no local. Um vídeo que circula na Internet mostra o homem sendo arrastado na estação do ramal de Deodoro, na Zona Norte. Enquanto ele é puxado pelas pernas por dois passageiros, um outro bate em sua cabeça com um chinelo.

Outras pessoas presenciam a cena, inclusive um agente da SuperVia. No vídeo, é possível ouvir gritos de incentivo à agressão, enquanto alguém grita em direção à plataforma. “Não se mete não, segurança”.

Segundo caso em uma semana

Na última sexta, outro caso de linchamento foi visto em plataformas da SuperVia. Na ocasião, um homem foi agredido dentro de um trem que estava parado na estação Magalhães Bastos, no ramal de Santa Cruz, na Zona Oeste. A agressão foi motivada por ele supostamente ter tentado praticar um assalto dentro de um vagão.

Militares do Exército da Vila Militar e agentes da SuperVia contiveram a multidão e retiraram o homem do local. Ele chegou a ser socorrido no Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo.

Um agente da SuperVia presenciou a cena – Reprodução / Internet

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O homem foi arrastado, enquanto era agredidoREPRODUÇÃO / INTERNET

Um agente da SuperVia presenciou a cena

PM morre após ser baleado em tentativa de assalto no RJ

NOVA IGUAÇU – A violência na Baixada Fluminense segue desgovernada. Um Policial Militar morreu após ser baleado em uma tentativa de assalto, no Bairro Da Luiz, no município de Nova Iguaçu, na noite desta quarta-feira (22). Paulo Vitor Barbosa Lopes, chegou a ser socorrido por militares para o hospital, mas não resistiu aos ferimentos.
Segundo a Polícia, PMs passavam pelo local sobre um assalto, onde a vítima estava baleada. Sem saber que se tratava de um colega de farda. A PM informou que quando os policiais se aproximaram do carro, perceberam que o Paulo Vitor estava caído no chão, ainda com vida. Ele foi socorrido e levado para o Hospital Geral de Nova Iguaçu, onde faleceu.
Conforme a PM, o soldado era lotado no 21°BPM (São João de Meriti). Até o fechamento desta reportagem, nenhum suspeito havia sido preso.
Reportagem: Diego Quaresma / Ivan Teixeira
Por: Redação/ Jornal Destaque Baixada
22/08/2018

Colocar faixa de cabelo em bebês pode deixar seu filho muito doente, afirma médico

Uma publicação feita em 2016 na página do médico osteopata Dr. José Eduardo, recentemente voltou a chamar atenção das pessoas.

 

No post ele explica que as faixas que os pais costumam colocar na cabeça dos bebês podem trazer sérios riscos de saúde, incluindo problemas de refluxo e insônia.

Na última semana recebi em meu consultório um bebê com queixas de refluxo gastroesofágico e insônia, várias causas podem estar relacionadas a esses sintomas, mas o que me chamou atenção foi o uso de uma faixa na cabeça”, escreveu ele à época.

 

Segundo o médico, há uma região na cabeça chamada sutura occipitomastóidea, que pelo uso da faixa pode sofrer certa compressão. Dentro desta região há o chamado nervo vago, responsável por comandar o sistema gastrointestinal do corpo. Logo, quando a faixa o prende, esta função é alterada, gerando os sintomas.

 

 

Estudos já comprovaram que os ossos do crânio se movimentam e no bebê esse movimento é facilmente percebido, no momento do nascimento todos os ossos do crânio são constituídos por um só tecido, a ossificação não está formada e isso permite uma flexibilidade articular imprescindível para o funcionamento de todo corpo”, explicou. “Diferentes fatores podem perturbar o movimento e a flexibilidade do crânio do bebê, um desses fatores pode ser essa FAIXA”.

 

O médico acrescenta ainda que os bebês são capazes de dar sinais de que a faixa está incomodando.

– Ele se movimenta muito para tirar a faixa;

– Muda de comportamento podendo ficar inquieto ou sonolento;

– Noites mal dormidas se durante o dia usou a faixa;

– Aumento de refluxo gastroesofágico;

– Alteração do funcionamento do sistema gastrointestinal.

Somente um médico osteopata pode relacionar as disfunções do crânio provocadas pela faixa e os sintomas sentidos pela criança. “O tratamento osteopático não exclui o tratamento do médico pediatra; para um benefício maior do bebê, ambos devem ocorrer simultaneamente”, concluiu.

 

 

Dr. José Eduardo – Osteopata D.O. ] [ Foto: Reprodução / Pinterest / Pixabay ]

Avó dá à luz as próprias netas para realizar sonho do filho de ser pai ao lado do marido no RJ

bombeiro Victor Oliveira e seu marido, o contador Roberto Pereira, ambos do Rio de Janeiro, após três anos e meio de casados conseguiram realizar o sonho de serem pais.

 

Mas, isso só aconteceu com a ajuda de Valéria Oliveira, 52, mãe de Victor, atuou como barriga de aluguel no processo. Em fevereiro deste ano, Valéria deu à luz Alice e Valentina. Ela afirmou que tomou a decisão de ajudar a realizar o sonho de seu único filho porque, da mesma forma que ele queria ser pai, ela tinha o desejo de se tornar avó.

 

Roberto, a princípio, não aceitou a ideia, uma vez que temia que a gravidez pudesse colocar em risco a vida da sogra. “A possibilidade de realizar nosso sonho, ter as crianças, e não tê-la [Valéria] não fazia sentido”, disse Roberto. Contudo, após realizar uma série de exames clínicos, e embora ela já estivesse na menopausa, os médicos consideraram que o organismo da senhora estava apto a conceber e levar adiante uma gestação.

 

Então, após selecionar o óvulo de uma doadora anônima, este foi fertilizado com os espermatozoides do casal. Quinze dias depois de o embrião ter sido implantado, Valéria descobriu que já estava grávida. Segundo ela, a gravidez foi tranquila, embora tenha precisado tomar alguns medicamentos no início da gestação a fim de estimular o útero para o processo. Ela disse que decidiu revelar a gravidez à família quando já estava no quinto mês, a fim de evitar perguntas desnecessárias ou qualquer confusão. A avó esclareceu ainda que em nenhum momento se sentiu mãe das crianças. “Só avó, mesmo”, disse.

 

As meninas nasceram de cesárea na 37ª semana de gravidez. Enquanto Alice nasceu com 2,450 quilos, Valentina, com seus 1,850, precisou ficar 15 dias em UTI para ganhar peso. Ainda, por não consumirem leite materno, foram obrigadas a consumir uma forma de suplemento hipercalórico para sobreviverem.

 

 

A família considera que a única dificuldade enfrentada foi na hora de registrar as crianças. Segundo eles, a oficial do cartório queria registrar as meninas como filhas de Valéria e nenhum nome de pai, para que Victor e Roberto depois pudessem adotá-las. Contudo, o casal já estava resguardado dentro da lei em relação ao processo de “doação temporária de útero”. Então, quando procuraram a Defensoria Pública, receberam um ofício que obrigou o cartório a fazer o registro no nome de ambos.

 

Enquanto Roberto pediu demissão para cuidar das filhas, Victor entrou em licença paternidade para garantir seis meses de afastamento do trabalho. A avó também está morando temporariamente com o casal para ajudar a cuidar das crianças. A fim de auxiliar casais em situação semelhante, que querem realizar a técnica de fertilização in vitro, Victor e Roberto criaram um perfil no Instagram  para esclarecer dúvidas sobre o procedimento.

Em ] [ Fotos: Reprodução / Em ]

Mulher morre após ter o corpo queimado pelo ex-namorado

Uma mulher de 46 anos morreu nesta quarta-feira três dias após ter o corpo queimado pelo ex-namorado em Franca, interior de SP. Vera Lúcia Coutinho estava dentro de seu carro na porta de casa, na rua Antônio Constantino, no Jardim Guanabara, na tarde do último domingo, 19, quando foi surpreendida pelo ex-namorado, que tinha uma garrafa pet cheia de álcool.

Segundo testemunhas, o homem, que não aceitava o fim do relacionamento, jogou o líquido e ateou fogo ao corpo de Vera. Ele fugiu depois do crime.

Maria Aparecida Coutinho, mãe da vítima, testemunhou o crime e sofreu queimaduras leves ao tirar a filha do carro.

Ela contou que estava na calçada quando o ex-namorado, José Velório Fonseca Mendes, de 32 anos, chegou com uma mochila nas costas.

Em seguida, ele retirou a garrafa da bolsa e, questionado sobre o que tinha dentro, informou ser água. “Quando minha filha saiu de casa, entrou no carro e colocou o cinto, ele foi rápido, jogou o álcool e pôs fogo”, conta.

Para a polícia, Mendes responderá por feminicídio, pois houve premeditação do crime.

Ele teve a prisão requisitada à Justiça, mas está foragido.

Reynaldo Gianecchini vai ser papai

Reynaldo Gianecchini vai ser papai. Uma amiga do ator vai engravidar dele por inseminação artificial, já que o Giane não pode ter filhos por vias naturais por conta do tratamento agressivo que fez para combater o linfoma não-Hodgkin. Ao saber da possibilidade de se tornar estéril, ele congelou seu sêmen em uma clínica no Rio.

Giane conheceu a futura mãe de seu filho através do Instagram. Eles sempre conversam por mensagens e também pelo celular. Quando está viajando, o ator liga duas vezes por semana pra saber dela, que está de mudança para o Recreio para ficar mais perto dele.

Reservada, ela não costuma se expor e não tem intenção de ficar famosa. Ela já está fazendo vários exames para assim finalizar o procedimento de inseminação. Mas Giane e a amiga não pretendem morar juntos ou virar um casal. Só serão amigos e pais do bebê – ou bebês, tendo em vista que uma gravidez gemelar não é descartada em caso de inseminação. Giane está ansioso para ser pai. Essa informação, aliás, surpreendeu amigas de Giane, que sempre brincavam com o ator que queriam ser a mãe dos filhos deles. E ele sempre repetia que não tinha intenção de ser pai.

Medicina indígena é mais eficaz contra a dor, mostra pesquisa

A “medicina” dos índios brasileiros se mostrou mais eficaz contra a dor do que os tratamento com remédios da medicina tradicional.

É o que mostra uma pesquisa realizada com índios das tribos do Vale do Javari, no oeste do Amazonas, pela pesquisadora Elaine Barbosa de Moraes, 42,  para o Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein, ligado ao hospital paulista.

“Fica bem evidente que, mesmo utilizando mais a medicina convencional, o alívio da dor vem mais com o uso do remédio da medicina tradicional indígena”, contou Elaine Barbosa.

A pesquisadora ouviu 45 índios das etnias marubo, canamari e matis, dos quais 80% recorreram à medicina tradicional indígena para o tratamento da dor e 64,5% confirmaram a eficácia desse método.

Entre os 87,7% que usaram a medicina convencional, tomando o chamado “remédio de branco”, 22,2% disseram que o tratamento foi eficaz.

Os remédios naturais

Os tratamentos indígenas mais usados são os chamados “remédios do mato”, feitos com plantas e que são responsáveis pelo alívio da dor de 40% dos entrevistados.

Existem ainda outras formas de tratar a dor, como, por exemplo, o uso de gordura animal, de enzimas, de banhos e de rituais de cura, conhecidos como pajelança.

Para Elaine, uma das causas da eficácia do tratamento indígena é o conhecimento deles sobre o uso de tudo que a floresta oferece:

“A medicina tradicional indígena é um conhecimento que tem muito a acrescentar para a saúde da nossa população e poderia, tranquilamente, ser incluída entre as terapias complementares de saúde, assim como já foram incluídas outras terapias.”

Experiência própria

Enquanto entrevistava índios no Amazonas para descobrir que dores sentiam e como as tratavam, a enfermeira Elaine Barbosa de Moraes, 42, enfrentava uma LER (lesão por esforço repetitivo) nos braços havia 5 anos.

Uma das mulheres da aldeia então aplicou na região dolorida uma resina chamada breu-branco, extraída da árvore de mesmo nome e misturada com urucum.

O remédio foi preparado pelo pajé que cantou sobre ele durante horas para ativar seu efeito. Três dias depois, a dor desapareceu, e o efeito se prolongou por quatro meses.

Mapeamento

A pesquisadora diz que o Brasil carece de um bom estudo de todos esses tratamentos e de um mapeamento maior dos tratamentos da medicina tradicional indígena, para que possam estar disponíveis para toda a população.

Segundo o ministério, a Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas reconhece a eficácia da medicina tradicional indígena e estabelece sua articulação com o sistema oficial de saúde:

“A orientação é para que os profissionais de saúde atuem em diálogo permanente com os saberes indígenas.”

Atualmente, são oferecidos três cursos, e dois contam com participação de trabalhadores do Distrito Sanitário Especial Indígena do Vale do Javari”, onde foi feita realizada a pesquisa.

Com informações do Diário da Saúde/Agência Brasil e Portal da Enfermagem

criminosos do PCC montam estrutura em Bangu 4 e batizam novos integrantes

Após racha com o Comando Vermelho (CV) na guerra pela disputa na Rocinha, facção de São Paulo se aliou ao Terceiro Comando Puro (TCP). Objetivo não é disputar territórios, mas fornecer armas, drogas e logística para quadrilhas do Rio

A “filial” do Primeiro Comando da Capital (PCC) no Rio de Janeiro montou uma estrutura criminosa que atua de dentro do presídio de Bangu 4, no Complexo de Gericinó, onde o estatuto da facção é seguida à risca e novos integrantes são “batizados” para fazer parte da quadrilha. Nesta quarta-feira, Marcela das Chagas foi presa na operação desta quarta-feira e é apontada como a liderança solta da organização paulista no Rio, fornecendo armas e drogas para quadrilhas do Rio. Treze mandados foram cumpridos hoje.

Após racha com o Comando Vermelho (CV) na guerra pela disputa na Rocinha — que abraçou Rogério 157, a facção de São Paulo se aliou ao Terceiro Comando Puro (TCP). Objetivo não é disputar territórios, mas fornecer armas, drogas e logística para a organização criminosa do Rio.

“Estamos observando eles (PCC e TCP) desde a guerra na Rocinha e descobrimos os bastidores dela. Com isso identificamos uma aliança forte com o TCP. Essa é uma união estratégica para fornecimento de armas e drogas. Tinésio (preso em junho) era responsável por integrar essa facção paulista no Rio e ele ficava na Maré. Com a prisão dele, a Marcela assumiu o posto”, disse Felipe Curi, titular da Delegacia de Combate às Drogas (DCOD).

Marcela das Chagas, conhecida como Tia, era o principal alvo da operação desta quarta-feira. Segundo as investigações, a integrante do PCC é mulher de confiança de Fábio Henrique de Farias, o Tinésio, líder da facção paulista no Rio, preso na Rodoviária Novo Rio em junho deste ano. Após a prisão dele, ela assumiu a liderança e era o principal alvo da ação de hoje.

Ela seria responsável por boa parte da negociações de drogas, armas e munições para o Terceiro Comando Puro (TCP), abastecendo diversas comunidades do estado. Chamou a atenção também durante o monitoramento dos criminosos a participação de mulheres na alta cúpula da quadrilha.

PCC batiza novos aliados no Rio

Mesmo com integrantes presos no Rio, dentro do presídio de Bangu 4, o Primeiro Comando da Capital (PCC) comanda o fornecimento de armas e drogas para aliados no Rio. Segundo a investigação da Dcod, a facção realiza uma espécie de batismo dos novos “associados”.

“Quem quer ir para o PCC precisa passar por esse batismo. Existem uma série de formalidades e regras a serem cumpridas, como mudar o vulgo, não pode ser o mesmo que tinha em outra facção. Até para se envolver com uma mulher, se ela já tinha envolvimento com outro integrante do PCC ou de aliados (TCP, por exemplo), esse cara tem que estar morto. Não pode se envolver com mulher de amigo”, disse Pedro Bittencourt, delegado da Dcod.

Além de posições estratégicas, mulheres também eram usadas como mulas para entrarem com drogas e celulares dentro de Bangu 4. Criminosos comemorando uma lei estadual que proíbe a revista íntima foram flagrados em escutas telefônicas.

“Muitas mulheres desse grupo entram com celulares desmontados e drogas nas partes íntimas. Isso dificulta muito o trabalho dos agentes da Seap e a investigação da Polícia Civil”, disse Felipe Curi. As mulheres que faziam a função de levar ilícitos para a cadeia eram Thaysa Aparecida C. Da Conceição, a “Magrinha”, e Daiana da Silva Rodrigues, a “Dadá”. Elas estão foragidas.

Foram cumpridos mandados de prisão preventiva nesta quarta-feira contra Flávio Henrique Farias, conhecido como Tinésio (que já estava preso); Marcela das Chagas, a Tia; Daniel Nascimento da Silva, o DN; Everton Luiz de Souza Ribeiro, o Dentinho; Eduardo Silva Monteiro, o Bozo; Jean Cunha Soares, o Piloto; Luis Carlos Moraes de Souza; Thiago Rodrigues V. Machado, o Pastor; Thyago Andrade dos Santos; Adriana de Souza Belizario; Claudia Maria Marques Nunes; Raquel do Nascimento da Silva; Tatiane Cerqueira Fernandes, conhecida como Tia Realengo e Débora Conceição Moura.

Os indiciados responderão por tráfico de drogas, associação para o tráfico, organização criminosa, porte ilegal de armas, entre outros crimes. Se condenados, as penas ultrapassam 30 anos de prisão.

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Operação que mira PCC no Rio cumpre 30 mandados de prisão, inclusive contra criminosos já presosDIVULGAÇÃO

Tinésio foi preso em junho. Ele é o líder do PCC no Rio, posto assumido por Marcela das Chagas, presa hojeDIVULGAÇÃO / POLÍCIA CIVIL

FONTE O DIA

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Morre o 3° militar do Exército baleado em operação no RJ

O soldado Marcus Vinícius Viana Ribeiro morreu, na manhã desta quarta-feira (22), no Hospital Salgado Filho, no Méier. Ele é o terceiro militar morto desde o início da intervenção federal na segurança pública do Rio. Em nota, o Comando Militar do Leste lamentou a morte do soldado e disse que todas as medidas administrativas e judiciais cabíveis estão sendo tomadas.
Marcus foi ferido na perna, na segunda-feira (20), durante a operação das tropas federais no Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio. Ele chegou a ser levado para o Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier, mas não resistiu aos ferimentos e morreu nesta manhã.
Na segunda, o cabo Fabiano de Oliveira Santos, de 36 anos, e o soldado João Viktor da Silva, de 21, morreram durante a operação. Eles foram enterrados em Japeri, na Baixada Fluminense, na tarde de terça-feira (21).
Segundo os familiares dos dois militares, eles lutaram muito para entrar para o Exército. Fabiano era motorista de ônibus e estudou muito para passar na prova. Já alistado, foi convocado para operação no dia do 36º aniversário. João Viktor sonhava ser paraquedista.
“Era a vida dele ser paraquedista. Um sonho realizado. Mas a gente não sabia que ia ser interrompido”, lamentou a ex-cunhada do soldado, Mara Bastos.
Ocupação por tempo indeterminado
O Gabinete de Intervenção Federal informou, na manhã desta quarta, que a ocupação nos complexos do Alemão, Penha e Maré, na Zona Norte do Rio, continua por tempo indeterminado.
Desde segunda-feira (20), quando as operações começaram, 70 pessoas foram presas e oito foram mortas. Ainda de acordo com o CML, 14 armas foram apreendidas, entre elas 5 fuzis, 1.045 munições, sete carregadores, 554 quilos de maconha e uma moto.
A ação do Comando Conjunto da Intervenção Federal acontece simultaneamente nos três complexos, com participação de 4,2 mil militares das Forças Armadas e auxílio de policiais civis e militares. Blindados e aeronaves participam da operação.
Via; O Dia