A tensăo entre brasileiros e venezuelanos em Roraima registrou nesta sexta-feira, 7, mais um episódio trágico. Um venezuelano foi assassinado a pedradas e pauladas depois de matar um brasileiro com uma facada. O caso aconteceu após um suposto furto no bairro Jardim Floresta, localizado na vizinhança de um abrigo improvisado com mais de 300 venezuelanos, em Boa Vista.
Segundo a polícia, três venezuelanos tentaram furtar păes em um comércio e foram perseguidos por cerca de seis brasileiros. Um deles, o autônomo Manoel Siqueira de Sousa, de 35 anos, conseguiu alcançar um dos venezuelanos, que o esfaqueou na garganta. O autônomo foi socorrido e encaminhado ao hospital, mas năo resistiu.
Logo após o crime, o venezuelano foi perseguido por moradores do bairro. Jose Rodrigues, de 21 anos, foi morto a pauladas e pedradas. Os golpes foram desferidos principalmente na cabeça da vítima. A reportagem esteve no local do crime, mas ninguém quis dar entrevistas. À PM, moradores da redondeza do abrigo teriam contado que os venezuelanos que vivem na regiăo estariam cometendo pequenos furtos. Logo após os crimes, a segurança no local foi reforçada por agentes da Força Nacional de Segurança.
Um aplicativo bastante popular foi removido da loja do macOS por enviar dados de usuários para a China. O Adware Doctor, que era o mais baixado dentro da categoria de utilitários da Mac App Store, vazava o histórico de navegação para servidores remotos no país asiático.
A atividade maliciosa do app foi descoberta pelo pesquisador de segurança Patrick Wardle. De acordo com o site 9to5Mac, o desenvolvedor notificou a Apple sobre a ameaça no mês passado, mas a empresa demorou para agir – ele só foi excluído da loja de aplicativos após a publicação da reportagem do 9to5Mac.
O aplicativo, que custava US$ 4,99, prometia proteger o computador de malwares e arquivos maliciosos. Ao ser instalado, ele pedia acesso universal ao computador, o que é normal para softwares de segurança.
Porém, o Adware Doctor criava arquivos protegidos por senha com o histórico de navegação do usuário e enviava para servidores na China. Isso incluía sites acessados pelo Chrome, Firefox e Safari.
O bilionário de 47 anos deu uma entrevista de quase duas horas ao comediante Joe Rogan (foto: Reproduçăo/Twitter)
Nova York, Estados Unidos – Elon Musk, o carismático CEO da Tesla, chocou o público ao dar uma entrevista confusa, na qual bebeu uísque e fumou maconha. Ele despertou novas dúvidas sobre sua capacidade de comandar a montadora de veículos elétricos, em um momento crucial de sua trajetória.
Ao mesmo tempo, a saída de diretores da empresa continua, com a partida, nesta semana, do chefe de contabilidade – apenas um mês depois de chegar – e da diretora de RH. Em Wall Street, a açăo perdia cerca de 7% nesta tarde, a 252,24 dólares, seu valor mais baixo em cinco meses.
Na noite de quinta-feira (6/8), o bilionário de 47 anos deu uma entrevista de quase duas horas ao comediante Joe Rogan. Cerca de 90 mil pessoas acompanharam a transmissăo ao vivo no YouTube. “Năo acho que você necessariamente iria querer ser eu. Você năo gostaria tanto assim”, afirmou. “Essa entrevista traz à tona questőes adicionais sobre o discernimento de Elon Musk”, avaliou o site de informaçőes financeiras The Street.com.
Em agosto, Elon Musk tinha revelado seu estado de fadiga extrema e estresse em uma entrevista ao New York Times, que descreveu que ele passou “do riso às lágrimas” durante a conversa.
“Pode parecer besteira, mas o amor é a resposta. Passe mais tempo com seus amigos e menos nas redes sociais”, afirmou o usuário assíduo do Twitter nesta quinta.
Entre duas perguntas, o CEO da Tesla bebeu um copo de uísque e experimentou um baseado que o anfitriăo lhe ofereceu. “Năo fumo maconha quase nunca”, disse. “Năo acho muito bom para a produtividade. É como o contrário de uma xícara de café”.
A Apple está envolvida em mais uma polêmica relacionada ao conserto de seus equipamentos. A empresa, que já deixou celulares parcialmente inoperantes por causa de reparos no botão “Home” do iPhone, agora está sendo acusada de impedir o funcionamento de celulares que tiveram a tela sensível ao toque substituída por centros de reparos não oficiais.
A empresa lançou uma nova atualização do iOS para remover a restrição, mas deixou o alerta de que telas não oficiais podem comprometer a qualidade visual ou outros aspectos do telefone.
No caso do botão Home, a empresa argumentou que não reconhecer os botões paralelos tratava-se de um recurso de segurança, visto que o botão também abrigava a lógica do TouchID, a função de reconhecimento de digitais do celular. Mas será que isso faz sentido?
A resposta para essa pergunta é relevante no momento, pois há uma lei sendo discutida no estado da Nova York, nos Estados Unidos, para obrigar que fabricantes de eletrônicos facilitem reparos. Infelizmente, a verdade é um pouco dura: qualquer alteração em um eletrônico tem potencial para diminuir a segurança do aparelho. Um chip “estranho” no celular teria potencial para capturar alguma informação de forma silenciosa — não importa se é o chip que processa os toques na tela ou o de reconhecimento biométrico.
Por outro lado, a maioria das pessoas não requer um grau de confiabilidade tão grande dos aparelhos eletrônicos. De fato, eletrônicos e computadores mais antigos careciam de qualquer proteção ou mecanismo para identificar o uso de chips diferentes do original. Alguns recursos de segurança mais recentes têm mudado esse cenário: a criptografia Bitlocker do Windows, por exemplo, exige ser reativada quando o Windows detecta mudanças na BIOS da placa-mãe, o que pode ocorrer com uma mudança do chip ou com uma mera atualização de software.
Também não há explicação para a atitude de Apple de prejudicar o funcionamento dos celulares em vez de notificar os consumidores para que cada um decida se o telefone celular ainda está confiável para ser usado.
Informações da Apple sobre atualização do iOS 11.3.1, que corrige não funcionamento do toque em ‘telas de substituição não originais’. (Foto: Reprodução)
No mundo real, longe da “teoria” dos ataques mais sofisticados possíveis, fraudes ou espionagem envolvendo alterações em microchips são uma raridade. Já a necessidade de substituir peças e realizar consertos — legítimos e seguros — é bastante rotineira. Um sistema de segurança não deve supor que a situação mais incomum (troca de chip para fins de espionagem) é a única possível explicação para o problema.
O uso de tecnologias que impeçam alterações no hardware de eletrônicos é certamente positivo e necessário para aqueles que precisam de equipamentos com o mais alto grau possível de confiabilidade. O Google, por exemplo, desenvolveu um para monitorar mudanças no hardware de seus servidores, analisando e identificando qualquer modificação nos chips da placa-mãe.
Mas, no fim, a escolha deve ser do consumidor. É positivo que a Apple tenha desenvolvido mecanismos para garantir a integridade do hardware, mas isso deve ser sempre usado em favor do consumidor. Outros fabricantes podem e devem desenvolver a mesma tecnologia, desde que não para impedir reparos e diminuir a vida útil dos aparelhos.
Imagem: Placa lógica de eletrônico (Foto: Stockers9/Freeimages.com)
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O Alerta Rio informa que as próximas horas serão de tempo estável, sem previsão de chuva e com ventos de intensidade fraca a moderada. O sábado deverá ser de céu claro, com poucas nuvens. A máxima prevista é de 29°C.
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Resumo do tempo nesta sexta-feira: um sistema de alta pressão voltou a atuar e garantiu céu nublado a claro ao longo do dia, sem chuva. Os ventos estiveram com intensidade fraca a moderada e as temperaturas ficaram estáveis em relação ao dia anterior A máxima registrada foi de 27,1°C, em Santa Cruz, às 13h15, e a mínima foi de 13,5°C, no Alto da Boa Vista, às 05h45.
A Microsoft anunciou um evento em Nova York, nos Estados Unidos, para o dia 2 de outubro. A empresa deve usar a data para mostrar a nova linha Surface, além de atualizações de softwares e serviços.
A linha Surface deve ganhar atualizações em todos os segmentos. Rumores dizem que a Microsoft prepara versões mais potentes dos híbridos Surface Pro e dos notebooks com os processadores mais recentes da Intel.
Além disso, a empresa pode usar o evento para falar sobre o futuro de alguns aplicativos e serviços, além do próprio Windows 10 – a Microsoft vai lançar uma grande atualização do sistema operacional em outubro, então existe a possibilidade dela começar a falar sobre recursos que serão introduzidos em updates que devem sair a partir de 2019.
Suspeito vai responder por falsificaçăo de documento (foto: PMDF/Divulgaçăo)
Um homem que se passava por policial civil de Goiás acabou preso no Setor Central do Gama. Ele estava armado e entrou em uma lanchonete no Setor Central do Gama. Um segurança do estabelecimento acionou a Polícia Militar do Distrito Federal por volta de 2h30 desta sexta (7/9).
O suspeito chegou a resistir à abordagem dos militares, mas acabou contido. Com ele, os PMs encontraram um simulacro de pistola, identidades falsas das polícias militar e civil de Goiás, registros de pistola e revólver vencidos, dois distintivos de instrutor de tiro e uma carteira funcional do sistema prisional.
A equipe da PM levou o suspeito para a 20ª Delegacia de Polícia (área central do Gama). Na unidade, os policiais descobriram que ele tinha um uma passagem por porte ilegal de arma de fogo em Santa Maria. O suspeito responde, inicialmente, por falsificaçăo de documentos.
A disputa entre os navegadores de internet pela preferência dos usuários, parece ter ganho um novo capítulo. A integração entre o PC com dispositivos móveis é um dos principais atrativos oferecidos pelos programas, principalmente para quem busca produtividade. Mas para se tornar o browser principal para navegar na internet, é necessário oferecer recursos adicionais que sejam realmente úteis ao internauta. A transição de atividades entre plataformas, simplifica o trabalho de quem começou uma pesquisa usando o celular e quer continuar na mesma página usando o PC. Nessa coluna será apresentado o Opera Touch, a nova versão para dispositivos móveis de um dos principais navegadores do mercado, confira.
Sobre o aplicativo
O Opera é um dos navegadores de internet mais antigos, mesmo não sendo o mais popular, é recomendável avaliar a possibilidade de adotá-lo no PC e também no celular. Ele possuí um eficiente gerenciamento de energia, ideal para quem costuma navegar durante horas e quer preservar ao máximo a carga da bateria. O seu bloqueador de anúncios é nativo, o que simplifica o carregamento das páginas. Mas novidade na versão recém lançada, é a total integração com outros computadores que tiverem a versão para desktops instalada.
A interface do aplicativo foi planejada levando em consideração a necessidade de que muitos internautas possuem para poderem navegar confortavelmente, abrindo várias guias simultaneamente através do botão de ação rápida. Essa recurso melhora a usabilidade, e permite que as ações possam ser realizadas com a mesma mão que está segurando o aparelho.
O recurso de sincronização criptografa os dados; para iniciar a integração entre os dispositivos basta fazer a leitura de um QR CODE – procedimento é semelhante ao existe no WhatsApp Web.
O Opera Touch está disponível somente para dispositivos móveis com o Android, mas existe a possibilidade de que em breve seja lançada uma versão para o iOS.
Em Juiz de Fora (MG), o advogado responsável pela defesa de Adélio Bispo de Oliveira, autor do ataque a Jair Bolsonaro, Pedro Augusto Lima Possa vai solicitar a substituição da prisão de seu cliente por liberdade com medida cautelar. O pedido será feito durante audiência de custódia marcada para às 16h, em Juiz de Fora.
A juíza de plantão Patricia Alencar Teixeira de Carvalho vai ouvir o agressor do candidato à Presidência da República pelo PSL. O advogado confirmou que Adélio confessou o crime e alegou motivação política e religiosa por não concordar com o posicionamento de Bolsonaro. Segundo a defesa, Adélio acredita que o militar da reserva é excessivamente preconceituoso contra gays, negros e mulheres. “Na medida do possível” ele está tranquilo, informou Pedro Possa. “Não chegamos a falar de arrependimento “, acrescentou.
A audiência de custódia deverá ser fechada pela repercussão do caso e também para garantir a segurança dos envolvidos.
Depois de ser submetido a uma cirurgia de grande porte para estabilizar hemorragia e lesões acusadas nos intestinos grosso e delgado na Santa Casa de Juiz de Fora, Bolsonaro foi transferido nesta manhã para o Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Segundo a equipe médica não há previsão de quando o presidenciável poderá ter alta.
A escavaçăo também revelou sinais de uma sociedade ainda mais antiga que aquela que produziu as urnas funerárias (foto: Divulgaçăo/Instituto Mamirauá)
Uma espécie de cemitério indígena, com nove urnas funerárias enterradas há cerca de 500 anos, foi encontrado por arqueólogos em expediçăo na comunidade Tauary, Amazonas. As urnas estavam enterradas a uma profundidade de 40 centímetros da superfície, dentro de uma área de quatro metros quadrados, nas imediaçőes da escola comunitária.
No Brasil, é a primeira vez que cientistas localizam e escavam urnas funerárias da chamada Tradiçăo Polícroma da Amazônia, diretamente do solo. A expediçăo foi coordenada por pesquisadores do Instituto Mamirauá.
“A Tradiçăo Policroma da Amazônia é um estilo que tem larga abrangência nas terras baixas da América do Sul, presente em um eixo oeste-leste desde o sopé (das Cordilheiras) dos Andes até a boca do rio Amazonas e também é vista nos afluentes do rio Amazonas/Solimőes”, afirma a pesquisadora Márjorie Lima, do Laboratório de Arqueologia do Instituto Mamirauá.
A carência de vestígios, como a terra de índio (solo muito fértil e característico de antigas ocupaçőes humanas na Amazônia), e fragmentos de cerâmica indicam que aquela seria uma área específica do sítio arqueológico, possivelmente reservada ao enterro de corpos, como um cemitério da antiga sociedade que ali vivia.
“As urnas funerárias fazem parte das práticas mortuárias de muitos grupos indígenas. Elas eram mais comuns no passado, e ainda há relatos de alguns sepultamentos em épocas recentes sendo feitos em urnas, mas também em cestarias ou redes. Elas săo muito variadas e estăo intimamente ligadas às crenças e religiőes praticadas, parecido com o que é praticado nos cemitérios das cidades”, ressalta Anne Rapp Py-Daniel, arqueóloga e especialista no estudo de urnas arqueológicas na Amazônia, que também participou das escavaçőes.
A escavaçăo também revelou sinais de uma sociedade ainda mais antiga que aquela que produziu as urnas funerárias. Săo fragmentos de cerâmica que pertencem a um grupo que habitou a mesma regiăo, mas em um tempo diferente. “A urnas do Tauary săo próximas ao ano 1500 depois de Cristo. Mas essa outra cerâmica encontrada aparenta ser muito mais antiga, com uma diferença de 40 centímetros de profundidade em relaçăo ao período das urnas, o que indica uma passagem grande de tempo”, aponta o arqueólogo Eduardo Kazuo.