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Ex-ator da Globo se joga do 5º andar de um prédio
O ex-ator da Globo Vitor Morosini, que está no ar na reprise de Belíssima interpretando o personagem Isaac, filho de Safira (Cláudia Raia), se jogou do 5º andar de um prédio, em Barretos (SP), em uma tentativa de suicídio.
Com a queda, o rapaz, que tem 29 anos, teve múltiplas fraturas nos membros superiores e inferiores. No entanto, está consciente e conversando. Vítor permanece internado e será submetido a mais exames.
No entanto, está consciente e respirando
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Ele interpretou Isaac em Belíssima
O ator Vitor Morosini, que hoje tem 29 anos, se jogou do 5º andar de um hotel
O rapaz teve múltiplas fraturas
Vitor estava hospedado em um hotel da cidade e, de acordo com a polícia, a hipótese é que ele tentou se matar. “Ele falou no hospital que tentou suicídio”, disse o delegado do caso ao portal UOL.
O rapaz estreou na TV Globo no seriado Sandy & Junior, onde interpretou Duda. Logo depois, foi para o SBT e atuou em Pequena Travessa e Jamais Te Esquecerei. Em 2005, estava na TV Globo e ganhou o personagem Isaac de Belíssima.
Busque ajuda
O Metrópoles tem a política de publicar informações sobre casos de suicídio ou tentativas que ocorrem em locais públicos ou causam mobilização social. Isso porque é um tema debatido com muito cuidado pelas pessoas em geral.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que o assunto não venha a público com frequência, para que o ato não seja estimulado. O silêncio, porém, camufla outro problema: a falta de conhecimento sobre o que, de fato, leva essas pessoas a se matarem.
Depressão, esquizofrenia e o uso de drogas ilícitas são os principais males identificados pelos médicos em um potencial suicida. Problemas que poderiam ser tratados e evitados em 90% dos casos, segundo a Associação Brasileira de Psiquiatria.
Está passando por um período difícil? O Centro de Valorização da Vida (CVV) pode te ajudar. A organização atua no apoio emocional e na prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo, por telefone, e-mail, chat e Skype 24 horas todos os dias.
Disque 188
A cada mês, em média, 1 mil pessoas procuram ajuda no Centro de Valorização da Vida (CVV). São 33 casos por dia, ou mais de um por hora. Se não for tratada, a depressão pode levar a atitudes extremas.
Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a cada dia, 32 pessoas cometem suicídio no Brasil. Hoje, o CVV é um dos poucos serviços em Brasília no qual se pode encontrar ajuda de graça. Cerca de 50 voluntários atendem 24 horas por dia a quem precisa.
Vovó de 95 anos pula em assaltante para tentar impedir roubo a amiga
As câmeras de segurança de um prédio em Bilbao, Espanha, flagraram o momento em que uma idosa de 95 anos pula nas costas de um assaltante para impedir que ele leve o colar de uma amiga. Nas imagens, é possível ver o momento em que o bandido puxa a joia de Tina, 80 anos, e tenta fugir.
No entanto, na mesma hora, Elvira, 95 anos, pula nas costas do bandido para tentar evitar o roubo. O ladrão, no entanto, mais forte que as duas, consegue se desvencilhar do ataque, joga a idosa para o lado e corre em direção à porta.
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O ladrão corre em direção à porta
A idosa tenta impedi-lo mas ele escapa
O bandido finge que está entrando no prédio e abre o elevador para as idosas
Neste momento, ele puxa o colar de uma delas
Tina ainda tenta impedi-lo, mas também é jogada no chão. “Eu me vi em uma cadeira de rodas. Pensei que não iria mais conseguir levantar”, contou Elvira à imprensa local. A polícia da cidade está com as imagens e tenta encontrar o autor do crime.
CASAL EXECUTADOS POR ENGANO NO RJ
CASAL EXECUTADOS POR ENGANO
O delegado titular da Delegacia do Centro de Campos, Geraldo Rangel, prendeu o suspeito de ter matado o casal e baleado a filha deles no final do mês passado na estrada que liga Lagoa de Cima à localidade de Conceição do Imbé. O crime bárbaro aconteceu no dia 29 de julho e chocou a população. O suspeito foi preso na operação Sicário, que aconteceu na manhã desta quinta-feira (23), em vários bairros da cidade.
Durante a entrevista coletiva, o delegado afirmou que Josué da Costa dos Santos, de 23 anos, e a esposa foram assassinados porque o suspeito achou que quem estava no carro fosse a irmã da mulher morta. “A pessoa que matou o casal já manteve envolvimento com a vítima. O assassino matou a mulher de Josué pensando que fosse a irmã dela e que Josué fosse o atual namorado”, explicou.
Além de marido e mulher mortos, a filha deles, de apenas 2 anos, também foi baleada e socorrida para o Hospital Ferreira Machado. A polícia não divulgou o nome do assassino e nem tampouco a foto. As investigações não descartam a possibilidade de outra pessoa no crime
ASSALTANTES EM CAMPO GRANDE DEIXAM VITIMAS EM PÂNICO HOJE!
Bater: Num adulto é agressão, num animal é crueldade, numa criança…é educação?”
Aos pais se pede tanto, e se lhes dá tão pouco.” Se estas palavras da psicoterapeuta familiar Virginia Satir eram verdadeiras na década de 80, continuam tão ou mais válidas nos dias de hoje. Aos pais pede-se corpo e alma na educação dos filhos, mesmo quando o corpo se desdobra e dá de si e a alma, essa essência de estar vivo, é estar vivo para os filhos e pouco mais.
Do lado dos filhos, um dos grandes desafios é o aprender formas saudáveis de socializar, de estar em relação com os outros, na existência de regras e limites e, em simultâneo, afeto. Uma coisa é certa: existem tantas formas de se ser mãe ou pai, quanto de se ser filho ou filha. Não existe apenas uma correta, mas existem formas de relação positivas entre pais e filhos que promovem um crescimento individual e relacional, outras não tão positivas e que acabam por trazer mais preocupações, mais dificuldades na gestão dos comportamentos e do reconhecimento da autoridade dos pais. A autoridade, aquela que se reconhece e não a que se impõe, tem sido um dos desafios com os quais muitos pais lidam, já que também eles trazem modelos das gerações anteriores, uns mais bem-sucedidos do que outros. A questão mantém-se: é possível mostrar aos filhos os limites e regras com que se vive as relações humanas sem, no entanto, recorrer à punição física?
O que sabemos sobre os efeitos da Punição Física na criança e nos pais?
“Os meus pais também me bateram quando era pequeno, e no entanto tanto eu como os meus irmãos crescemos sem problemas nenhuns”. Este é um argumento comum que justifica, para muitos pais, bater nos filhos, com maior ou menor frequência. No entanto, bater não está associado a melhorias no comportamento ao longo do tempo. Não só coloca os pais num nível de adrenalina e stress elevado, como também transmite à criança a ideia de que o corpo não é seu, é propriedade dos pais, não podendo ser negociada a forma como querem ser tratadas. Estudos indicam que em adultos punidos fisicamente durante a infância, a probabilidade de valorizarem positivamente um comportamento violento aumenta, seja contra o filho ou contra o atual parceiro (Gershoff & Grogan-Kaylor, 2016).
“Nem doeu!” Uma rápida escalada, não só de violência…mas de culpa
Um dos grandes problemas da punição corporal é a facilidade com que os limites definidos pelo próprio educador são ultrapassados, sem que este sequer se aperceba. É muito frequente, nos pais com quem se trabalham estes temas, eles próprios estarem dessensibilizados para o grau de violência que utilizam. Tal acontece porque se forma um ciclo em torno do comportamento da criança e da resposta que é dada por parte do adulto. A punição corporal leva frequentemente a que o comportamento desadequado se mantenha ou até aumente, o que resulta num aumento da frequência do castigo corporal, levando a mais situações de comportamento desadequado. Por exemplo, a mãe repreende o filho por correr na loja em que fazem compras. O filho não presta atenção e continua. A mãe, frustrada, dá uma palmada ao filho. Este não aprendeu necessariamente porque é que correr na loja é mau, apenas sabe que não gosta de levar uma palmada. O comportamento vai manter-se, se não em loja, noutros contextos. A mãe utiliza a palmada e, vendo que o comportamento continua, pode aumentar a frequência e/ou intensidade da punição até obter os resultados desejados. O comportamento do filho, no entanto, piora. É um ciclo em que violência gera violência. Mais importante, e talvez menos abordado nestes termos, o ciclo amplia as desvantagens para pais e filhos: os pais, cada vez menos eficazes em controlar o comportamento da criança, desenvolvem com frequência sentimentos de culpa, por não se sentirem capazes de educar os filhos sem bater. Por parte da criança, com a frequência do castigo corporal, desenvolve uma imagem negativa de si enquanto filho, o “mau filho” ou “o filho desobediente”, com um impacto negativo na sua autoestima e personalidade. No final, cada palmada ou bofetada confirma aos pais o fraco controlo e ineficácia da sua parentalidade. À criança é confirmado o fraco controlo sobre o seu próprio corpo, que pode ser invadido a qualquer altura, bem como o comportamento desadequado passa a fazer parte da imagem que têm de si mesmas.
A investigação com crianças e pais
Uma das mais importantes revisões de literatura neste campo, publicada este ano, registou dados sobre punição corporal em cerca de 160,000 crianças (Gershoff & GroganKaylor, 2016). Desta revisão concluiu-se que a punição corporal está associada a um maior risco de comportamentos agressivos e antissociais, mais problemas de saúde mental e uma relação pais-filhos mais negativa. Este é um resultado explicado, em grande parte, pelo facto de os pais serem os principais responsáveis por ensinar aos filhos formas de se relacionar com os outros (e.g., Maccoby, 1992). Talvez o resultado mais importante desta revisão tenha sido o de que, mesmo quando removidas as formas de punição mais severas e o abuso físico, deixando apenas a punição corporal nos seus moldes mais simples (palmadas nas nádegas, por exemplo), esta se revela associada a resultados negativos para as crianças. Ou seja, mesmo formas mais simples de punição corporal como a palmada, podem ter efeitos negativos no desenvolvimento saudável da criança.
Porque é que bater persiste?
Nas palavras da Doutora Maria Amélia Azevedo, coordenadora do Laboratório de Estudos da Criança (LACRI): “Bater num adulto é agressão, num animal é crueldade, como você pode dizer que bater numa criança é educação?”.
O castigo físico persiste, em parte, por ter resultados aparentemente imediatos (cessa o comportamento da criança) e por ser fácil de aplicar. No entanto, punições corporais não oferecem à criança oportunidade de refletir sobre as suas ações, nem ensinam à criança a distinção entre o certo e o errado, levando-a a agir (ou não agir) apenas por medo da punição. A investigação demonstra que apesar de conduzir a uma obediência imediata, existe um decréscimo na obediência a longo prazo (Gershoff, 2002). Só a convivência e o tempo investido pelos pais no diálogo possibilita uma base afetiva em que os filhos reconhecem nos pais alguém que se preocupa, que ouve e, mais importante, um modelo a seguir. Isto é importante pois ao longo do desenvolvimento do seu filho, ele precisa de aprender a decidir e a regular o seu próprio comportamento.
Quais são as possíveis alternativas à punição corporal? Aqui ficam algumas sugestões para pais, mães, ou responsáveis pela educação e desenvolvimento de uma criança:
– Utilize o diálogo sempre que possível.
Falar com uma criança sobre que comportamentos são aceitáveis e quais não são tem, de longe, muitos mais benefícios do que a punição corporal. Garanta que lhe explica o porquê de um comportamento ser desadequado ou perigoso. Ao fazê-lo está também a transmitir-lhe uma mensagem importante: o diálogo é uma ferramenta crucial para resolução de problemas, ao contrário da violência, que cria distância entre as pessoas.
– Crie oportunidades educativas.
A existência de diálogo não invalida que se sigam outros métodos de disciplina eficazes. Se tiver de disciplinar, procure castigos não físicos e crie, se possível, oportunidades educativas (ex. dar ao seu filho tarefas domésticas extra ou colocá-lo a arranjar algo que tenha quebrado). Talvez uma das técnicas mais utilizadas e familiar aos pais seja o retiro de benefícios (ex. não jogar durante uma semana). Não há nada de errado com esta forma de disciplina, sendo que os resultados podem ser melhores se a aplicação for ponderada e firme – se proibiu o seu filho de utilizar o computador durante uma semana, já terá pensado sobre quão adequada é a duração do castigo, sendo recomendado que o mesmo seja cumprido nos moldes por si definidos.
– Utilize consequências como uma forma eficaz de disciplina.
Tal como os adultos, as crianças aprendem com base no que experienciam. As consequências das suas decisões, quando vividas, possibilitam oportunidades de aprendizagem únicas para o desenvolvimento de responsabilidade. Tal exige que os pais permitam aos filhos experimentar as consequências naturais destas decisões (ex. Se não comes o que tens no prato, eventualmente ficarás com fome; se estragaste os teus brinquedos/computador, não poderás divertirte com eles). Em várias ocasiões os pais protegem os filhos, no entanto algumas formas de proteção podem privá-los de oportunidades para serem responsáveis e aprenderem que as suas ações têm consequências. Ao deixá-lo experienciar as consequências das suas ações está a dizer-lhe que é capaz de tomar as suas próprias decisões. Não deve utilizar este método de disciplina se colocar em risco a saúde ou segurança da criança. Cabe-lhe a si decidir que consequências naturais dos atos do seu filho serão uma boa oportunidade de aprendizagem. A chave é manter-se calmo e não se envolver demasiado, deixe que o seu filho experiencie as consequências que decorrem naturalmente dos seus comportamentos. Por fim, seja paciente pois nem sempre os resultados são imediatos, mas quando surgem são duradouros!
Fonte: Up to kids
Abandono acaba em amputação em Hospital na Zona Oeste!!
Sem conseguir um acompanhamento adequado do diabetes na clínica da família, a pensionista Jandira Felipe da Costa Antunes, de 71 anos, foi internada no último dia 3 no Hospital Municipal Pedro II, em Santa Cruz, por causa de uma ferida no pé que não cicatrizava. No dia seguinte, teve dois dedos amputados. Segundo a família da idosa, a revisão da cirurgia só aconteceu 16 dias depois, quando o médico descobriu que a infecção havia evoluído, e o pé da paciente teria que ser amputado.
Problemas de atendimento vêm se repetindo, em função de equipes médicas desfalcadas e com alto índice de faltas. Na semana passada, os funcionários receberam apenas 35% do salário de julho e muitos já não têm dinheiro para ir trabalhar.
— O cirurgião vascular só apareceu 16 dias após a amputação e porque o familiar de um paciente que está na mesma enfermaria da minha mãe percorreu o hospital e trouxe o médico até aqui. O cirurgião viu o pé da minha mãe e disse que a infecção havia avançado muito e teria que amputar o pé. Depois disso, passou mais uma semana e nada foi feito — conta a filha de Jandira, Ana Maria da Costa, de 40 anos.
De acordo com o cirurgião vascular Jackson Caiafa, da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular do Rio de Janeiro, a equipe que operou deve rever o curativo no dia seguinte à cirurgia:
— Até que a cicatrização esteja avançada, o curativo deve ser visto diariamente pela equipe de cirurgia vascular.
Após Ana Maria procurar a imprensa ontem, a direção do hospital avisou que Jandira seria operada, mesmo sem o exame de arteriografia de que precisava antes da cirurgia.
— Mas depois disseram que ela iria fazer o exame no Instituto Estadual de Cardiologia, no Humaitá. Ela foi e voltou sem fazer nada, porque está usando um remédio que deveria ter sido suspenso dois dias antes do exame. O médico não sabia disso? Mais uma vez, nada foi resolvido — diz Ana.
Pacientes amarrados em macas
O abandono dos pacientes, em função de equipes médicas e de enfermagem desfalcadas e com alto índice de faltas, é denunciado por profissionais de saúde que, mesmo com o salário de julho atrasado, ainda estão indo trabalhar:
— Os pacientes estão abandonados. Temos feito até mais do que podemos, colocando nossa saúde e nosso registro profissional em risco. Na sala vermelha, onde estão pacientes graves, tenho feito plantão com apenas mais um técnico de enfermagem, cuidando de mais de 30 pacientes — diz uma profissional de enfermagem que pediu anonimato.
O cenário desse descaso choca até quem trabalha ali:
— Cheguei ao plantão e encontrei uma senhora com metástase sentada numa cadeira. Havia passado a noite ali, toda urinada.
No pátio do Pedro II, há caixas com camas hospitalares novas, sem uso. A Secretaria municipal de Saúde (SMS) informou que as 35 camas foram entregues esta semana para substituir as antigas.
Sobre o caso de Jandira, a SMS afirmou que, “no pós-cirúrgico, apesar da medicação e tratamento recebido, o problema vascular progrediu para o pé e foi solicitada pelo Sistema Estadual de Regulação vaga para arteriografia”. Com o resultado exame, a SMS afirma que será definida a melhor conduta terapêutica.
Atriz tem foto íntima vazada e admite ter feito sexo com menor
Uma foto na qual a atriz Asia Argento aparece com o ator Jimmy Bennett foi divulgada pelo site norte-americano TMZ nesta quarta-feira (22/8). Acompanhada da imagem, a matéria traz uma mensagem de texto em que Asia admite ter feito sexo com o rapaz, que era menor de idade na época.
O registro em questão foi feito em 2013 após Asia e Jimmy terem transado. A informação do TMZ foi divulgada um dia após a artista, hoje com 42 anos, divorciada e mãe de dois filhos, negar relações com o jovem.
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A princípio, Asia negou ter tido relações com o rapaz Getty Images
Mas, em mensagens com uma amiga, ela admitiu ter transado com JimmyGetty Images
Asia frisou, contudo, que não sabia que o ator era menor de idade Getty Images
Asia Argento foi acusada de assédio contra Jimmy Bennetti Getty Images
O ator norte-americano se envolveu com a atriz em 2013 Getty Images
Na época, Jimmy tinha 17 anos Getty Images
Acusada de ter assediado o garoto, Asia contou a uma amiga: “Eu fiz sexo com ele e foi estranho, eu não sabia que ele era menor até a carta com o processo”. A mensagem foi escancarada pelo site informativo.
Antes dessa polêmica, o jornal New York Times abordou toda a história, mas Asia assegura que o periódico apresentou somente a versão de Jimmy. O noticiário, por sua vez, mostrou que havia um acordo de R$ 1,5 milhão pago pela atriz ao ator a fim de ele não a denunciá-la à Justiça dos Estados Unidos.
Apesar do trato, Jimmy se manifestou na mídia, declarando ter sido embebedado por Asia e forçado a fazer sexo. Pessoas ligadas ao ocorrido confirmaram que houve acordo entre os artistas.
Na troca de mensagens com uma amiga, contudo, Asia expõe o desejo de Jimmy de transar com ela. “O garoto estava excitado e pulou em mim”, contou. Ela ainda comparou o caso com sua própria história. “Quando eu tinha 17 anos eu namorei um cara de 33 anos. Eu tinha acabado de fazer 17”, disse. Jimmy tinha esta idade quando se envolveu com Asia.
No mesmo bate-papo, a famosa inclui uma carta enviada por Jimmy após o encontro dos dois. “Asia, eu te amo com todo o meu coração. Muito feliz que nos encontramos outra vez e muito feliz por ter você na minha vida”, dizia a declaração.
“Ele me escreveu isso e continuou me enviando fotos nuas que nunca pedi durante todos esses anos até duas semanas antes da carta do advogado [informando sobre a acusação]”, explicou Asia à amiga. “Não foi estupro. Ele ficou em cima de mim. Depois ele me disse que eu era a fantasia sexual dele desde seus 12 anos”, completa.
Quem é Asia Argento?
A atriz norte-americana acusou o produtor Harvey Weinstein recentemente de agressão sexual. Por isso, ela se tornou símbolo da de liderança do movimento #MeToo.
Por meio do Twitter, Rosanna Arquette, atriz também abusada pelo produtor, defende Asia ao teorizar que as acusações contra a amiga são arquitetadas por Weinstein. Após denunciá-lo, Asia começou a ser enxergada como uma voz poderosa entre as mulheres.
Relação da atriz com Jimmy Bennett
Asia Argento foi mentora e figura materna de Jimmy durante os primeiros anos dele como ator. O New York Times elucida a relação deles da seguinte forma: “A impressão de Jimmy sobre essa situação é que o relacionamento entre mãe e filho floresceu a partir de sua experiência no set juntos”.
Ao participar do filme Maldito Coração (2004), dirigido e estrelado por Asia, o garoto tinha 7 anos. Na trama, a famosa interpretou uma prostituta viciada em drogas, mãe do personagem interpretado por Jimmy. Para atrair clientes, a garota de programa veste o filho de menina, mas ele acaba sendo estuprado.
VIVIANE ARAUJO OU ANITTA? PRESIDENTE DO SALGUEIRO ESTÁ EM DUVIDA!!! E VOCÊ O QUE ACHA?
Vivi ou Anitta? Presidente da Salgueiro diz quem será rainha em 2019
Depois de muitas especulações sobre a saída de Viviane Araújo do cargo de rainha de bateria, e até um suposto convite à funkeira Anitta, a presidente da Salgueiro, Regina Celi Fernandes, resolveu colocar um ponto final no assunto.
Pelo Instagram, a líder da agremiação confirmou que o posto é de quem sempre foi, da atriz global. “Meus filhos, a rainha de bateria do Salgueiro é unicamente a nossa Viviane Araújo, a rainha das rainhas. Vamos em frente, o Carnaval está logo ali”, garantiu.
A presidente da escola ainda deixou claro na publicação que não fez convite para a cantora carioca. “Que fique claro: NUNCA fiz convite a ninguém!”, ressaltou. Nessa quarta-feira (22/8), o colunista Leo Dias, do Fofocalizando, voltou a comentar que a própria Anitta havia contado para ele sobre o convite, mas que a funkeira havia recusado por achar que não teria perfil para o cargo.
Momentos antes, em meio aos rumores, Vivi Araújo se mostrou bem tranquila e até postou no Instagram uma foto de biquíni, para mostrar que era melhor perder tempo tomando sol. “Depois de tanto mimimi eu vou é pegar meu solzinho que ganho mais! (sic)”, escreveu.
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A atriz já havia desmentido boatos publicados na coluna do Leo DiasReprodução/Instagram
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Regina Celi afirmou que nunca fez convite para Anitta ser rainha de bateriaReprodução/Instagram
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Leo Dias, do Fofocalizando, afirmou que a própria Anitta falou sobre o convite da presidente da Salgueiro para que ela fosse rainha de bateria Reprodução/Instagram
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Viviane chegou a comentar no Instagram que não iria mais ceder ao “mimimi”Reprodução/Instagram
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A presidente agora confirmou que o cargo de rainha segue com Vivi AgNews
Vídeo mostra momento em que jovem é esfaqueada em estação do BRT no RJ
A Polícia Civil divulgou um vídeo em que Letícia Copaja, de 23 anos, foi esfaqueada durante uma tentativa de assalto na estação do BRT Marambaia, no bairro de Vaz Lobo, na Zona Norte do Rio. Através das imagens das câmeras de segurança do local é possível ver quando o garoto se aproxima da jovem, anuncia o assalto e em seguida a ataca com uma faca. Letícia teve sete pontos no rosto e quatro na cabeça.
— Foi um baque. Eu queria muito ver essa filmagem e quando vi voltaram todas as emoções de medo. Com certeza eu não perdi minha vida por pouco — contou a vítima que acrescentou que teve sua rotina alterada pela insegurança.
— Mudar a rotina foi a primeira coisa, principalmente, pelo trauma e pelo medo de acontecer de novo. A vontade é de sumir daqui e mudar pra longe — contou a jovem.
De acordo com Marcus Vinícius Amin Fernandes, delegado titular da 27 ª DP (Vicente de Carvalho), as investigações estão em andamento. A delegacia pede a colaboração da população com informações que possa levar ao autor do crime.
Letícia voltava do trabalho quando foi atacada por um garoto, dentro da plataforma. O crime ocorreu no dia 27 de julho. Ela contou ao EXTRA que aguardava a mãe na estação, como costumava fazer todos os dias devido ao horário que chegava do trabalho, por volta da meia-noite. No entanto, nesse dia, a mãe se atrasou.
— Eu estava voltando do trabalho, sou estagiária de um musical que estava em cartaz no Teatro Bradesco, na Barra da Tijuca, como de costume fui de BRT até Vicente de Carvalho e peguei um parador para a estação Marambaia, onde minha mãe me busca para que eu não volte sozinha de madrugada — relatou.
A jovem relatou que enquanto aguardava sua mãe dentro da estação, duas senhoras e um menino desembarcaram de um ônibus do consórcio que vinha no sentindo contrário. As duas deixaram a estação, mas o rapaz permaneceu no local. Não havia mais ninguém na plataforma além do menino.
— Era 00h50, minha mãe tinha se atrasado um pouco mas já estava a caminho, eu estava sozinha na estação, não havia nem o controlador de acesso que geralmente fica durante a noite toda. Chegou outro ônibus parador, vindo da direção oposta da que eu vim, desceram duas senhoras e um menino de uns 13/14 anos, gordinho.
Letícia contou ainda que chegou a pensar que o garoto teria passado do ponto e estaria esperando um outro ônibus. Mas em seguida, ele veio em sua direção e a abordou próximo da entrada da estação. Como a vítima não entregou o celular, o assaltante usou uma faca de serra que estava escondida. Ela ainda pediu socorro, mas acabou sendo atingida no rosto e na cabeça.
— Quando elas passaram o menino chegou perto de mim, parou do meu lado, falou algo que de início eu não entendi e não dei muita atenção mas depois ele repetiu “tá com o celular aí?”, eu não tinha nada em minhas mãos então respondi “não”, foi quando ele tirou do bolso do casaco uma faca de serra e me atacou. Primeiro ele tentou me acertar no peito mas eu estava com a mochila que levo pro trabalho na frente do corpo e ele não conseguiu me furar. Eu estava bem colada na catraca de entrada e enquanto me esquivava tentando me defender comecei a gritar pedindo ajuda e socorro, na esperança de que o rapaz que cuida da estação estivesse dentro da cabine e saísse para me socorrer.
Letícia conta que as duas passageiras ainda voltaram e a socorreram, junto a um homem que mora ao lado da estação. O menino fugiu em direção a Rua Turvo, sem levar nada.
— Eu estava lá, sangrando, dois cortes, chorando e com medo de que no caminho ele encontrasse minha mãe e fizesse algo com ela. Uma das senhoras me emprestou uma toalhinha para estancar o sangue, o senhor que me ouviu gritar, desceu para me ajudar e chamou a emergência. Foram os três que ficaram comigo até que minha mãe chegasse e a ambulância me atendesse.
A jovem foi levada para o Hospital Getúlio Vargas, na Penha, onde recebeu os primeiros atendimentos. Após deixar o hospital, a vítima procurou a delegacia 27ª DP (Vicente de Carvalho) e registrou o caso