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Bandidos assaltam clientes de pizzaria em Bairro na Zona Oeste: ‘levaram tudo de todos’

Dois homens armados realizaram um assalto, na noite desta quinta-feira, a pizzaria na Avenida Érico Veríssimo, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. Os criminosos levaram dinheiro da loja e objetos dos clientes que estavam no restaurante.

Segundo o relato de uma vítima compartilhado nas redes sociais, a ação começou por volta das 23h. Os dois homens armados renderam o casal que estava na varanda e pegaram celulares, carteiras e alianças. Depois, ainda de acordo com a postagem, eles entraram no restaurante e levaram “tudo de todos os clientes dentro da pizzaria”.

 

“Simples assim, pistolada na cara, passa tudo e vai embora! Diários de mais um dia normal no Hell de Janeiro”, escreveu a vítima.

Segundo a Polícia Militar, policiais do 31° BPM (Recreio) foram acionados na madrugada de sexta-feira para um roubo num estabelecimento comercial na Avenida Érico Veríssimo. No local, os militares foram informados que dois homens armados roubaram dinheiro da loja e objetos de clientes. Os criminosos fugiram e buscas foram feitas na região, mas ninguém foi preso. A ocorrência foi encaminhada para a delegacia da área.

A Polícia Civil informou que o caso foi registrado na 16° DP (Barra da Tijuca), está sendo investigado e “diligências estão em andamento”.

Em nota, a pizzaria onde ocorreu o assalto lamentou o ocorrido e informou que o restaurante estava perto da hora de fechamento e poucas pessoas estavam no local na hora do crime.

“Lamentamos o ocorrido no fim da noite de ontem, dia 30 de agosto, na casa da Barra, quando dois homens entraram e levaram pertences de clientes e funcionários que estavam no local. No momento do ocorrido, já próximo ao horário de fechamento da casa, poucas pessoas estavam no estabelecimento, ninguém ficou ferido e não houve ato de violência. A Bráz está à disposição para prestar todo suporte para investigação do caso e se solidariza com os clientes e nossa equipe que passaram por isso.”

MONSTRA!!! Mãe é presa por matar a filha de 1 ano no RJ!!!

Uma mulher foi presa, na tarde desta quinta-feira (30/8), sob a suspeita de matar a própria filha, de 1 ano, na Pavuna, Zona Norte do Rio. De acordo com a Polícia Civil, agentes da 39ª DP (Pavuna), sob coordenação dos delegados Henrique Damasceno e Vinicius Miranda, prenderam Adriele da Silva Torres, que teria confessado o crime.

A criança foi socorrida até a UPA de Ricardo de Albuquerque, no dia 12 de agosto, com lesões características de agressões domésticas e perfurações de agulha na garganta. Ela chegou a ser encaminhada para o Hospital Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias, na Baixada, mas não resistiu.

Ainda de acordo com a Polícia Civil, familiares da vítima foram ouvidos, mas a própria mãe da criança confessou o crime. Ela responderá por homicídio qualificado.

Fonte: O Dia

A moda das Havaianas voltou com tudo. Confira

A cada temporada, caminhamos para uma vida mais prática, consciente e despretensiosa. Falei anteriormente na coluna sobre o fim do glamour: vemos cada vez menos salto alto e vestidos de gala. No último ano, os tênis ganharam mais espaço, aparecendo inclusive com logo das marcas. Vimos também o ressurgimento dos slides, aqueles chinelos clássicos da Adidas em uma mistura inusitada entre o chique e o casual.

Tudo isso parece novidade. No entanto, foram as havaianas que, há anos, deram início nessa tendência e agora voltaram para retomar o espaço que é delas por direito.

 Vem comigo conferir!

 

Ainda no inicio dos anos 2000, as Havaianas se tornaram um item desejo no exterior. Automaticamente, o que era um mero chinelo de borracha virou uma peça de luxo. Os preços aumentaram e a marca brasileira criou uma variedade enorme de modelos.

Foi então que esses sapatos de borracha deixaram de ser um acessório de praia para se tornarem um elemento fundamental da vida urbana. Tornaram-se curingas, assim como a camiseta branca e as calças jeans.

A moda passou e colocamos os nossos flip flops (como são chamados em inglês) de volta no armário. Mas, agora, dominaram as passarelas e as ruas com uma pegada ainda mais estilosa.

Os chinelos ressurgiram por meio de ninguém menos do que Rihanna. Diretora da própria marca, a Fenty x Puma, ela lançou, ainda nos desfiles de primavera/verão 2018, um modelo com salto alto.

O calçado deu o que falar e não demorou para vermos a peça ressurgir. O mais surpreendente: o chinelo de dedo é, agora, o acessório favorito para usar com vestidos de festa.

Fenty x Puma

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Entre os modelos apresentados pela Fenty Puma by Rihanna, está este preto com base amarela

 

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Aqui, a peça da Fenty x Puma com tiras amarelas

 

Michael Kors

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Michael Kors no New York Fashion Week na temporada primavera/verão 2018. A combinação usada por Kendall Jenner mostra que os chinelos também têm tudo a ver com looks sofisticados

 

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Michael Kors no New York Fashion Week na temporada primavera/verão 2018

 

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Michael Kors no New York Fashion Week na temporada primavera/verão 2018

 

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Michael Kors no New York Fashion Week na temporada primavera/verão 2018

 

 

Isabel Marant

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Desfile da Isabel Marant para a temporada primavera/verão 2018

 

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Desfile da Isabel Marant para a temporada primavera/verão 2018

 

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Desfile da Isabel Marant para a temporada primavera/verão 2018

 

Dion Lee

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Passarela da Dion Lee no New York Fashion Week na temporada primavera/verão 2018

 

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Passarela da Dion Lee no New York Fashion Week na temporada primavera/verão 2018

 

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Passarela da Dion Lee no New York Fashion Week na temporada primavera/verão 2018

 

Collina Strada + Assembly New York

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Collina Strada e Assembly New York na temporada primavera/verão 2018

 

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Collina Strada e Assembly New York na temporada primavera/verão 2018

 

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Collina Strada e Assembly New York na temporada Primavera/Verão 2018

 

Mary Katrantzou

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Mary Katrantzou no New York Fashion Week na temporada primavera/verão 2018

 

Até aí tudo bem. Afinal, tudo é válido dentro da passarela.

Acontece, que na semana passada, a jornalista francesa Sophie Fontanel, atual sensação do Instagram, apareceu para os desfiles de Milão – que, hoje, apresentam as coleções masculinas – bastante confortável com o seu par de Havaianas. Vestida com camiseta vintage Yves Saint Laurent, saia Cèline, óculos Louis Vuitton e bolsa da Dior, ela era puro estilo.

“Eu costumava usar chinelo quando era criança e mantive o hábito. Ava Gardner, Ali MacGraw, Carolyn Bessette compartilhavam da preferência e, atualmente, Sofia Coppola os utiliza também”, disse Fontanel sobre as Havaianas, em e-mail à Vogue.

Além de Fontanel, outras mulheres cheias de bossa já aderiram ao estilo:

 

ARTE DE STELA WOO SOBRE FOTOS GETTY IMAGES/@ETHANJAMESGREEN/INSTAGRAM/REPRODUÇÃO

Alessandra Ambrósio; Sophie Fontanel; e as gêmeas Olsen

 

ARTE DE STELA WOO SOBRE FOTOS GETTY IMAGES

Olivia Palermo; Deena Nicole Cortese; Jennifer Aniston; Heidi Klum; e Sofia Coppola

 

Se o look está nos desfiles e no pé de mulheres estilosas, ele precisa também marcar presença nas ruas. Afinal, é no street style que surge a moda da passarela.

Confira!

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Street style em São Paulo

 

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Street style em Oslo

 

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Street style em Oslo

 

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Street style em Copenhague

 

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Street style na Dinamarca

 

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Street style em Paris

 

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Street style na Dinamarca

 

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Street style na Dinamarca

 

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Street style em Copenhague

ALDEMIR… UM DOS PASSAGEIROS MORTOS POR BANDIDOS EM ÔNIBUS NO RJ

Aldemir Nascimento de Souza, 22 anos, um dos passageiros mortos por bandidos que assaltavam um ônibus na Via Dutra, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, na noite desta quinta-feira, foi atingido três vezes para salvar a mulher e a filha de 3 anos. Ele, que trabalhava em um supermercado na Zona Norte do Rio e quase não folgava, conseguiu um dia de descanso e decidiu realizar o sonho da menina, que nunca tinha ido à praia.

“Meu irmão era muito batalhador, guerreiro, esforçado, carinhoso. Ontem ele foi levar a filha para conhecer a praia pela primeira vez. Ele estava de folga e por isso foi realizar o sonho da filha. Ele mora no bairro Cerâmica, em Nova Iguaçu, e foi para a Barra da Tijuca com a filha, a esposa e um casal de amigos”, disse Aline do Nascimento Cardoso, irmã da vítima.

A auxiliar de logística contou que a mulher de Aldemir disse que ele foi baleado ao proteger as duas do tiroteio provocado durante o assalto. Ele estava em pé e a esposa sentada com a filha no colo quando os dois bandidos anunciaram o roubo. Um outro passageiro, identificado como Vanderlei de Oliveira Paulino, de 45 anos, reagiu e entrou em luta corporal com um dos criminosos, que atirou.

“Minha cunhada disse que chegou um bandido na frente e outro atrás, e eles anunciaram o assalto dizendo que queriam os celulares. O meu irmão e minha cunhada tiraram os celulares e iriam entregar. Quando um dos bandidos ia para a parte de trás, onde ele estava, um rapaz reagiu ao assalto. Houve uma luta entre o cara que reagiu e um dos assaltantes. Aí o ladrão que estava na frente disse: “atira nele, atira nele”. Segundo minha cunhada, começou a dar muito tiro. O meu irmão então se jogou em cima da minha sobrinha e minha cunhada pra tentar salvar as duas. Aí, ele falou: “me acertaram um tiro'”, narrou.

Aline fala que o irmão desabou no corredor do ônibus após ser atingido três vezes e que o Corpo de Bombeiros demorou a chegar ao local. “O casal que estava com ele ainda tentou fazer massagem cardíaca, mas ele não resistiu. O socorro demorou mais de 40 minutos”, reclamou.

Os assaltantes fugiram após o crime e a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) investiga o caso. A especializada realizou perícia no ônibus e busca imagens e testemunhas com o objetivo de identificar e prender os autores dos crimes. A mulher de Aldemir foi uma das que já prestaram depoimento na DHBF.

Aldemir cuidava do pai, que tem câncer de próstata. Há pouco tinha concretizado o sonho de construir sua casa e almejava agora tirar a carteira de motorista. No mesmo dia em que foi morto havia completado um mês que tinha sofrido um assalto, chegando em casa. Na ocasião, foi abordado por bandidos armados em uma moto que roubaram seu celular e carteira.

O corpo de Aldemir será enterrado às 17h no Cemitério Municipal de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Já o enterro de Vanderlei deve ser no Cemitério Jardim da Saudade de Edson Passos, em Mesquita. Ambos sepultamentos serão custeados pela empresa de ônibus que ocorreu o roubo, a UniRio Transportes.

Passageiro morto ao lutar com bandido já tinha reagido a roubos

O passageiro que entrou em luta corporal com um dos criminosos e acabou morto trabalhava há mais de 20 anos como segurança na Caixa Econômica Federal e estava perto de se aposentar. Atualmente, Vanderlei era funcionário de uma agência da Avenida das Américas, na Barra da Tijuca, depois de 16 anos trabalhando no Centro do Rio. Segundo familiares, não era a primeira vez que ele reagia a um assalto.

“Ele já desarmou bandidos umas três vezes. Da última vez, falei para não fazer mais isso e ele responder que era por instinto, mas que estava arrependido e que não faria mais”, disse Gilgoberto Roque, de 39 anos, primo da vítima, que deixou uma filha de 18 anos. Ela também falou sobre a atitude do pai. “Eu dizia: ‘pai, pelo amor de Deus, para de reagir a assalto'”, falou.

 

“Cadê a segurança? Na Barra tem, aqui na Baixada estamos largados! Só lembram da gente quando vem pedir votos. Ele deixou uma filha de 18 anos, que está arrasada e vai ficar sem pai a partir de agora. Eu vejo que nosso estado está entregue aos bandidos”, disse Roberlan da Silva, 60 anos, outro parente de Vanderlei. A mulher da vítima está a base de remédios.

Homem é preso suspeito de espancar filha de três meses no RJ; criança sofreu traumatismo craniano.

Homem é preso suspeito de espancar filha de três meses; criança sofreu traumatismo craniano.

Pai do bebê foi preso e indiciado pelo crime de maus tratos.
Um homem foi preso pela suspeita de ter espancado a própria filha de três meses. A criança está desde a noite da última segunda-feira internada no Hospital municipal Salgado Filho, no Méier, Zona Norte do Rio. De acordo com a Polícia Civil, a menina apresentou um quadro de traumatismo craniano, além de outras lesões “compatíveis com características de agressões domésticas”. O caso foi registrado na delegacia do Méier, a 23ª DP, que investiga o caso. Já o pai da criança teve a prisão cautelar decretada pela Justiça.

Segundo os agentes, o avô paterno da menina procurou os policiais depois que soube do que ocorrera com a neta — ele já desconfiava do pai dela. Na ocasião, relatou aos policiais que, ao chegar na casa onde vivia a criança, localizada no bairro do Rocha, também na Zona Norte, a mãe da menina estava desesperada, com o bebê desfalecido em seu colo. Ele, então, acompanhou o casal até o hospital para o socorro da vítima.

Aos agentes, a mãe do bebê contou que deixara a criança com o marido no momento em que foi tomar banho e que, ao retornar, o bebê estava “todo mole”. Questionou o companheiro sobre o que havia acontecido; mas ele alegou que nada tinha acontecido. A mulher, no entanto, ressaltou para os policiais que ele não “tinha paciência com a criança” e que já havia ocorrido outro episódio de agressões.

O pai da menina, por sua vez, apresentou aos policiais versões com contradições e inclusive tentou atribuir a culpa das as lesões na criança à mulher. Em outro momento, após tomar ciência de sua prisão em flagrante, afirmou que dormiu e a criança teria deitado sobre seu peito. A menina, ele argumentou para os agentes, teria caído da cama o que explicaria o traumatismo craniano.

Ainda segundo a Polícia Civil, a médica responsável pela documentação hospitalar constatou que o quadro clínico da vítima não era compatível com a versão apresentada e que a equipe de pediatras concordaram que “se tratava de um caso suspeito de maus tratos”.

Além disso, o médico que prestou os primeiros socorros à menina afirmou que, além da hemorragia e dos hematomas, um exame de Raio-X demonstrou haver traços de uma fratura na perna esquerda do bebê, já com sinais de calcificação, ou seja, é anterior às tratadas pelo médico naquela noite.

Bebê recém-nascido morre engasgado com leite materno, enquanto dormia

Uma fatalidade foi registrada em Cuiabá na madrugada desta quinta-feira (30), quando um bebê recém-nascido, de apenas 18 dias, morreu depois de engasgar com leite materno. Ele foi levado para um hospital particular, mas não resistiu. A Polícia Civil vai investigar o caso.

De acordo com o boletim de ocorrência, foi o avô da criança quem correu com o bebê para o hospital São Judas Tadeu, no bairro Praeiro, em Cuiabá.

A Polícia Militar foi acionada pela enfermeira que socorreu o bebê, identificada como Aila Padilha. Segundo a profissional, a criança já teria chegado à unidade de saúde sem os sinais vitais, mas sem fratura. Ela contou também que poderia ser um caso de broncoaspiração.

Consta no registro da ocorrência que os médicos realizaram um procedimento para desobstruir as vias aéreas da criança, mas não tiveram êxito. Ainda conforme a enfermeira, teria havido sangramento nas vias aéreas do bebê, e encontrados vestígios de leite, o que não foi considerado normal.

Os pais da criança estiveram no hospital depois que a PM saiu. Em prantos, a mãe teria contado que percebeu a fatalidade quando acordou e viu que o bebê estava roxo. Disse ainda ter percebido a presença de leite e sangue no lençol da cama.

O investigador Giovani Damasceno, da Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoas (DHPP), esteve no local para as providências. O caso vai ser investigado.

Após morte de criança, Regina Casé e Globo sofrem processo milionário

A apresentadora Regina Casé está sendo processada por danos morais por um casal morador de Campinas, em São Paulo. Segundo o jornalista Leo Dias, do Fofocalizando, o caso se deu após a TV Globo exibir uma imagem de uma entrevista com uma criança de 8 anos durante o programa Esquenta, comandado por Regina.

Nas imagens, o menino, que tinha um tumor cerebral e estava internado, fala sobre sua condição. O garoto, porém, é filho do casal responsável por iniciar a ação judicial.

Conforme Dias, a criança não teve autorização dos pais para gravar a entrevista, portanto a imagem dele no Esquenta foi indevidamente transmitida. Para piorar toda a história, o menino morreu cinco dias após a visita da Globo ao hospital no qual ele estava.

Desta forma, processando tanto Regina quanto a emissora carioca, os pais pedem indenização de R$ 3,9 milhões. A apresentadora global já foi convocada pela 18ª Vara Cível a depor no próximo dia 20 de setembro, no Rio de Janeiro, e apresentar defesa.

Homem mata namorada com tiro na cabeça

Na manhã desta quinta-feira (30), por volta das 11h30, João Carlos dos Reis Arantes, 23 anos, desferiu um tiro na cabeça da namorada, Mônica Gonzaga Bentavina, 23. O crime ocorreu na Rua Imperatriz, Vila Verdes Mares, em Goianira.

A Polícia Militar recebeu uma denúncia a respeito de um tiro que pessoas teriam ouvido na rua mencionada. No endereço, os moradores da região disseram aos policiais que após ouvirem o disparo, um indivíduo pediu socorro. A vítima morreu a caminho do hospital.

O acusado foi detido em flagrante pela Polícia Militar. De acordo com João Carlos, o tiro foi “acidental e queria apenas assustar a vítima”. Ele alega que pensou não haver munição na arma, apontou para a namorada e disparou. Os dois começaram um relacionamento no dia 15 de julho deste ano. o caso está sendo investigado pela Polícia Civil da cidade.

*Fabrício Moretti é integrante do programa de estágio do convênio entre Ciee e Mais Goiás, sob orientação de Thaís Lobo

Candidata a deputada, MC Bandida promete prótese gratuita no bumbum

Candidata a distrital, MC Bandida promete prótese gratuita no bumbum

A estratégia eleitoral de Valéria de Valeria Maria de Santana (Avante), mais conhecida como MC Bandida, é investir na retaguarda. Na tarde desta quinta (30/8), a funkeira e candidata a deputada distrital prometeu trabalhar para que mulheres com baixa autoestima possam ter direito a próteses gratuitas de silicone no bumbum.

O procedimento, que segundo ela seria custeado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), também valeria para implantes nos seios.

“Vou lutar pelas mulheres de baixa renda e pouca autoestima. Essas batalhadoras merecem ser empoderadas”, disse MC Bandida, conhecida por fazer protestos seminua em frente ao Congresso Nacional.

Não é a primeira vez que a funkeira se candidata a cargos eletivos. Em 2014, ela tentou vaga de distrital. Naquele ano, estava filiada ao PHS e teve 237 votos.

Menino de 9 anos comete suicídio após contar a colegas de escola que era gay

O debate sobre bullying e suicídio volta à tona após a morte do menino americano Jamel Myles, de 9 anos. Ele teria tirado a própria vida, na última quinta-feira, dia 23, poucos dias após ter dito a seus colegas de classe que era gay, segundo sua mãe, Leia Pierce. Em entrevista ao jornal “Denver Post”, ela contou que atribui a atitude desesperada do filho ao deboche e aos comentários cruéis de outras crianças da Escola Fundamental Joe Shoemaker, em Denver, nos EUA.

Leia Pierce relatou ao jornal que, durante as férias de verão, o menino disse a ela pela primeira vez que era homossexual. Logo depois, ele teria contado aos colegas.

— Ele parecia tão assustado quando me contou. Ele disse: “Mamãe, eu sou gay”. Eu pensei que ele estava brincando, então olhei para trás, porque estava dirigindo, e ele estava tão assustado. E eu disse: “E eu continuo amando você” — contou Leia, acrescentando que o filho queria muito contar para seus colegas da escola. — Ele foi para a escola e disse que iria contar para as pessoas que era gay porque estava muito orgulhoso.

As aulas começaram em uma segunda-feira. Quatro dias depois, Jamel foi encontrado morto em casa.

— Quatro dias foi tudo o que durou na escola. Eu nem consigo imaginar o que disseram para ele — lamentou Leia. — Meu filho contou para a irmã mais velha que as crianças da escola disseram a ele para se matar. É tão triste que ele não tenha me procurado.

Comissão de conselheiros foi instalada na escola de Jamel

O Distrito Escolar do Condado de Denver instalou uma comissão de conselheiros para os estudantes da escola de Jamel. Cartas foram enviadas aos pais na sexta-feira, lamentando a morte de Jamel, “uma perda inesperada para a nossa comunidade escolar”, e aconselhando as famílias a ficarem atentas a sinais de estresse nas crianças.

“Nosso objetivo é ajudar vocês a contarem a notícia aos seus filhos da forma mais apropriada possível, com todo o apoio necessário. Então, sintam-se à vontade para nos procurar para saberem como lidar com a situação”, diz a carta.

Em entrevista à BBC, Will Jones, porta-voz do distrito, afirmou que os professores da Escola Fundamental Joe Shoemaker “estão criando um espaço para os estudantes compartilharem como estão se sentindo e processarem suas emoções”. Professores do 4º e do 5º ano se reunirão com as famílias individualmente:

— Nossa prioridade é cobrir todas as questões envolvidas neste caso, para manter todos os estudantes seguros e revisar de forma justa e completa os fatos envolvidos nesta trágica perda.

Apesar da dor, a mãe do menino tenta alertar as famílias sobre as consequências do bullying. Ela também cobra responsabilização dos pais daquelas crianças que praticam bullying contra outras.

— Nós, pais, devemos ter responsabilidade pelo bullying — afirmou Leia. — Eu acho que os pais devem ser punidos porque, obviamente, eles estão ensinando as crianças a agirem assim ou estão tratando-as dessa forma.

Ajuda profissional é importante, dizem especialistas

De acordo com Fabio Barbirato, psiquiatra infantil da Santa Casa de Misericórdia do Rio, a primeira coisa que pais devem fazer nessa situação é procurar ajuda profissional, de psicólogos ou psiquiatras especializados em desenvolvimento infantil. Isso porque, com apenas 9 anos, a sexualidade ainda não está definida, nem a criança tem capacidade cognitiva de compreender o assunto.

— Uma criança de 9 anos não tem essa percepção da sexualidade, nem tem interesse sexual. Acho pouco provável que um menino de 9 anos saiba definir isso, porque a sexualidade é construída ao longo da vida. Aos 9 anos, a criança ainda é considerada assexual — explica ele.

Barbirato destaca que os pais precisam estar atentos aos possíveis porblemas pelos quais os filhos passam.

— Homossexualidade é normal, não é doença. Mas o estranho é que o menino tenha tido a capacidade de se perceber homossexual ainda aos 9 anos. O que ocorre muitas vezes é uma sexualidade precoce estimulada por fatores externos — diz ele. — Acredito que, talvez, ele estivesse sofrendo transtornos de identidade de gênero ou depressão, e isso não tenha sido observado e tratado corretamente. Os pais precisam dispnesar algum tempo em sua rotina diária para conversar com os filhos, jantar, passar um tempo livre com eles. Só assim conhecerão o que preocupa seus filhos.

Segundo a psicóloga Sally Carvalho, especialista em clínica infantil pela PUC-Rio, não basta que uma criança que se diz homossexual tenha aceitação e apoio dentro da própria família. Ela precisa, também, se sentir aceita pelos grupos sociais nos quais está inserida — e a escola é, em geral, o principal deles. Por isso, além de dar suporte, é importante que qualquer família nessa situação informe à escola e discuta esse assunto com diretores, professores e psicólogos.

— No caso de Jamel, quando ele disse “mãe, eu sou gay”, ele estava dizendo ” mãe, eu sou gay, o que eu faço?”. Era um pedido de orientação, de ajuda. Ele teve como resposta que é amado pela família, o que é muito importante, mas não costuma bastar. Ele também tinha a necessidade de ser aceito pelo grupo, ainda mais em se tratando de uma criança. A mãe, por não ser orientada sobre como lidar com o assunto, não falou sobre essa questão com a escola e com os responsáveis por outros ambientes que o filho pudesse frequentar. Ela pode ter subestimado a situação. A família deveria, ao tomar conhecimento, ir à escola e, junto à coordenadora e ao psicólogo, falar para a turma. Isso contribuiria para que o menino fosse mais protegido contra o bullying — afirma Sally.

A poucos dias do início da campanha Setembro Amarelo, dedicado à prevenção ao suicídio, a psicóloga ressalta que é importante falar sobre o assunto. Só assim é possível, segundo ela, evitar que mais pessoas — inclusive crianças — cheguem ao extremo. Sally defende o fim do tabu em torno do suicídio.

— A sociedade tem que ficar mais aberta a discutir isso. Tratar como tabu ou como vergonha é ruim — pontua ela.

Já quanto à descoberta da sexualidade ainda na infância, Sally defende que esse entendimento ocorre em fases diferentes da vida para cada indivíduo. De acordo com ela, alguns compreendem sua própria sexualidade ainda crianças, enquanto outros só vão articular isso mais tarde. Isso vale, claro, para heterossexuais ou homossexuais.

— Pode ser que uma criança com 9 anos já perceba como é a própria sexualidade. Já outras pessoas podem racionalizar isso só anos depois. Só que, se essa sexualidade não for o que a sociedade como um todo espera da pessoa, o que é o caso dos homossexuais, pode haver um conflito interno. Isso é gerado por um sentimento de exclusão do grupo — destaca ela.