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Filho e neto de Seu Madruga contam que ele devia aluguel na vida real

Esteban e Miguel Valdés, filho e neto, respectivamente, do ator Ramon Valdés, o Seu Madruga do seriado Chaves, participaram do programa The Noite com Danilo Gentili. Na atração, que vai ao ar nesta quarta-feira (9/5), os herdeiros fizeram declarações sobre a vida pessoal e profissional de Valdés, morto em 1988.

Miguel, neto do ator, contou que Ramon, assim como seu personagem na dramaturgia, devia aluguel na vida real. “Não foi uma vez, foram várias. Antes de ser famoso, ele trabalhava como motorista de trailer, vendia comida na rua. Vivíamos em um apartamento e de repente ele falava: ‘Vamos pra casa da sua avó’. [Isso] Porque o dono do apartamento, diferentemente do Sr. Barriga, não perdoava”, confessou.

Além disso, o filho, Esteban, revelou que Seu Madruga era um reflexo do ator. “Meu pai usava essas frases na família: ‘Não te dou outra porque…’ e ‘O que foi, quê que foi, quê que há?’. Roberto [Bolaños, criador de Chaves] pegou a pessoa do meu pai e levou para o personagem”, disse. Os familiares do artista estão no Brasil para gravar um documentário sobre a vida da personalidade mexicana

DESABAFO DE UM ENFERMEIRO DE UM HOSPITAL NA ZONA OESTE….PERDI UM PACIENTE!!!

POR CLAUDIO FERREIRA

Essa aqui é Dona Geralda. Quando cheguei ontem no hospital, ela ficou me olhando de rabo de olho. Quando menos esperei ela me chamou até o leito dela. Ela disse que queria um favor. Não conseguia urinar na fralda e queria que eu a levasse ao banheiro. Eu sem tempo, por ter milhões de pacientes para cuidar, pedi um momento a ela. Ela reclamou, ficou chateada na verdade. Achou que eu não voltaria até ela. Fui lá administrar os medicamentos em outros pacientes. E voltei no leito daquela senhora, já revoltada. Ela abriu um sorriso quando me viu e desabafou: “Meu filho, to apertada desde ontem à noite, mas ninguém quis me levar ao banheiro, mandaram eu fazer na fralda.” Tentei explicar e contornar a situação pra ela e fazer com que a raiva diminuísse, mas no fundo eu a entendi e também fiquei chateado, afinal não custa nada né? Fui buscar a cadeira, encaminhei ela pro banheiro, ela muito tímida, mandou eu esperar do lado de fora. Depois levei ela pro leito. Ali fizemos aquele elo de paciente X profissional. Passamos o dia bem, conversamos bastante. Ela começou a passar mal na parte da noite. Me gritou 300 vezes. Uma das últimas vezes que fui atende-la, ela segurou minha mão e implorou pra que eu deixasse ela bem pra passar o dia das mães com os filhos dela em casa. Confiante eu disse que ficaria tudo bem. Ela dormiu e não acordou mais. Fiz meu papel. A confortei no último momento. Estive lá por ela e fiz jus a tatuagem que carrego no braço. E algumas pessoas? Bom, algumas pessoas julgam a enfermagem, a saúde pública, privada não importa qual seja. Sempre falam a mesma coisa: “Tá tudo uma merda/nada funciona/demora muito/vamos processar esse hospital…” sim existem muitos profissionais, alguns bons e outros ruins. Muita gente. Eu não curto esse lance de generalização. Sim, muita coisa não funciona , porém muito não é tudo/todos. Eu funciono, e ainda estou aqui. Espero estar lá por você quando for necessário. Como lidar? Eu não sei, foi difícil segurar lágrimas na hora de embrulhar o corpo. Mas recebi tapinhas de colegas no ombro dizendo que tenho que me acostumar. Na hora que isso acontecer, deixei minha humanidade na porta do hospital, voltarei pra buscar no final do plantão. Desculpe pela imagem.

Padre é condenado a 33 anos de prisão por estupro de vulnerável!!

O padre Marcos Roberto Ferreira, 37 anos, foi condenado a 33 anos, dois meses e seis dias de prisão, em regime fechado, pelo crime de estupro de vulnerável. Os casos foram registrados em maio do ano passado, em Santa Catarina, quando o sacerdote levou cinco crianças e adolescentes para um retiro na cidade de Joinville.

O episódio se refere a abusos cometidos contra dois menores, de 12 e 13 anos. Um deles afilhado do réu. A defesa do religioso nega as acusações e diz que ele vai recorrer da decisão de primeira instância. A Diocese de Joinville se manifestou por meio de nota e informou que Marcos está afastado do ministério sacerdotal desde que as denúncias foram conhecidas, em junho do ano passado.

 

O processo corre em sigilo para preservar as vítimas. O pároco também recebeu sentença de dois anos e quatro meses de detenção em regime semiaberto por ter dado bebida alcoólica para crianças e adolescentes.

Marcos está preso desde junho de 2017 em São Francisco do Sul, após a Polícia Civil de Santa Catarina levantar a existência de pelo menos cinco casos de abusos cometidos nas cidades de São Francisco do Sul e Joinville.

Em um dos casos, os policiais utilizaram como prova a troca de mensagens entre uma das crianças e os pais. A vítima, de 13 anos e natural de São Francisco do Sul, participava de um retiro em Joinville quando se trancou no banheiro e pediu que os pais fossem busca-lo com medo dos atos do padre.

Os casos teriam ocorrido na Paróquia Santa Paulina, em São Francisco do Sul, e em retiros religiosos organizados pelo padre À Polícia, familiares das vitimas relataram que o padre frequentava suas casas e mantinha contato de proximidade com as crianças além do aceitável. O religioso foi removido de paróquia antes de casos virem à tona

Grito de socorro
Das 15 testemunhas ouvidas durante inquérito policial, apenas uma teria dito que não via maldade na relação do padre com as crianças. Já as demais testemunhas relataram casos ainda desconhecidos pela investigação, como episódio de um garoto que ficou trancado na casa do sacerdote que gritou por socorro enquanto ele estava na paróquia. Outra testemunha afirmou ter visto o padre tocando as partes íntimas de uma criança.

Quando os casos vieram à tona, Marcos tinha sido removido pouco antes de São Francisco do Sul para Joinville e, mesmo assim, continuava levando crianças por onde passou para seus retiros religiosos – ou para dormirem em sua casa.

A Diocese de Joinville diz que diante da condenação em primeira instância “continuará o processo canônico que culminará na redução ao estado laical do referido padre, ou seja, definitivamente não exercerá mais o ministério sacerdotal”, segundo manifestou por meio de nota.

 

XUXA SE DESPEDE DA MÃE…(FOTOS)

Xuxa e Sasha, filha e neta, respectivamente, de Alda Meneghel, chegaram ao cemitério Jardim da Saudade de Paciência, no Rio de Janeiro, às 13h10 desta quarta-feira (9/5). O corpo de Alda, que morreu na terça (8), foi velado e enterrado no local.

Por volta das 14h, mãe e filha seguiram abraçadas ao carrinho do caixão e se emocionaram. Agarrada a Sasha, Xuxa não conteve as lágrimas, mantendo-se rente ao ataúde até que ele fosse enterrado.

Na cerimônia, reservada somente a amigos e familiares de Alda, padre Fábio de Melo, Sérgio Malandro e Claudia Rodrigues mostraram solidariedade à apresentadora. Junno Andrade, namorado de Xuxa, ficou com a amada o tempo inteiro.

Bladmir Meneghel, irmão da apresentadora, também esteve no cemitério, tendo chegado meia hora antes da irmã. Além de Xuxa e Bladmir, Alda deixou mais uma filha, Solange. Cirano Rojabagila, seu filho mais velho, faleceu em 2015, aos 57 anos.

 

HOMEM É PRESO POR EJACULAR EM MULHER NO METRO!!!

HOMEM É PRESO NO METRÔ POR EJACULAR EM PASSAGEIRA

Um homem, que não teve a identidade divulgada foi detido em flagrante após ser acusado de ejacular na perna de uma passageira de 23 anos dentro de uma composição do metrô, no Centro do Rio.
A Polícia Militar foi acionada através do telefone 190 e o suspeito foi preso na estação Uruguaiana.
Ele foi levado para a delegacia, onde foi autuado por estupro. A pena pode chegar a 12 anos de prisão.

POLICIAL MILITAR PODE TER QUE ARCAR COM MULTA DE VIATURA

POLICIAL MILITAR PODE TER QUE ARCAR COM MULTA DE VIATURA

Policiais Militares condutores de viaturas terão que se adequar a novos procedimentos internos da corporação. A partir de agora, o agente que estiver no comando da viatura, e a mesma sofrer alguma autuação de trânsito, terá que comprovar o motivo da infração. Caso contrário, o PM poderá sofrer medidas administrativas, que vão desde o desvio da função ou até mesmo pagar o valor da multa, conforme fontes ligadas à PolíciaMilitar informaram à Coluna.

A decisão da Diretoria-Geral de Administração e Finanças (DGAF) da Polícia, atendendo pedido do Centro de Gestão de Frota (CGF), consta no Boletim interno 032, de 3 de maio, que foi distribuído nos Batalhões.

Conforme o Boletim, batalhões deverão providenciar que pesquisas semanais sejam feitas no site do Detran-RJ para averiguar a existência de multas aplicadas às viaturas das frotas. Vale destacar que as viaturas têm prerrogativas de prioridade no trânsito, mas de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), podem ter que arcar com autuações em casos de excessos, se não for comprovada a necessidade do ato. Conforme uma fonte da Coluna, a medida tem a intenção de diminuir casos de excessos desnecessários no trânsito por parte dos policiais.

Assinap faz representação contra medida

A Associação de Ativos, Inativos, Pensionistas das Polícias Militares, e Corpos de Bombeiros Militares (Assinap) diz que fará uma representação contra a medida.

— Faremos uma representação coletiva contra a medida, porque o policial não pode ser punido no exercício regular de suas funções — diz o presidente da Assinap, Miguel Cordeiro.

Em nota, a PM disse que o assunto é tema do boletim desde 2016 e destacou normas do CTB, que permitem a autuação do condutor, na falta de provas que confirmem atuação em serviço no momento da infração, além de destacar que a criação de um banco de dados é necessária para que a multa seja inscrita na CNH do condutor, em casos de frotas de pessoas jurídicas.

Créditos: Jornal Extra

HELICOPTERO CAI EM PRAIA DA ZONA OESTE E MATA PILOTO!!

DESASTRE AÉREO

HELICÓPTERO CAI NO MAR DA BARRA DA TIJUCA

Um helicóptero caiu na manhã desta quarta-feira, no mar da praia da Barra da Tijuca. No momento os bombeiros começam a realizar buscas por possíveis sobreviventes e um tripulante foi socorrido. Ainda não foi informado sobre quantos eram os tripulantes e transeuntes informa que o mar está muito agitado, o que pode prejudicar as buscas. O fato ocorreu em frente ao Hotel Sherinton no posto 4.

PABLO VITTAR DA TAPA NO SEGURANÇA EM SHOW!!

Pabllo Vittar revidou com um tapa no braço a tentativa de um segurança de afastar um fã dela. O rapaz tinha subido ao palco durante um show para tirar uma foto com a cantora, e o homem, na parte de baixo, o puxava pela perna.

Tudo ocorreu no último fim de semana em uma apresentação em Maringá, cidade paranaense. Na primeira tentativa de foto, o fã foi puxado pelo braço, mas conseguiu se desvencilhar. A cantora chegou a reagir brevemente diante da atitude do segurança.

 

Depois, de forma mais agressiva, o homem puxou o rapaz pela perna, o que deixou a cantora irritada. Pabllo Vittar falou algo e deu um tapa no braço do segurança para afastá-lo. Com a foto feita, a cantora beijou o fã e se despediu.

 

400 FAMILIAS VIVEM EM PRÉDIO ABANDONADO EM CAMPO GRANDE!! RISCO DE CAIR….

Conjunto de prédios inacabados em Campo Grande abriga 400 famílias em condições insalub.

Como quem recebe uma visita, Walquíria Aparecida Tinoco, de 31 anos, vai mostrando o apartamento onde vive, numa invasão de um conjunto de prédios em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio. No lugar do banheiro, um cômodo vazio. A família usa um balde ou sacos plásticos para suprir a ausência da privada. Com um baldinho, tem-se algo que lembra um banho. Na sala, há apenas uma pia e, sobre ela, restos da janta do dia anterior e legumes que ainda serão preparados para o almoço. Não tem geladeira e, na hora de mostrar o fogão, ela retira de uma bolsa um fogareiro à base de álcool.

Com os dois filhos, Walquíria chegou ao conjunto Jambalaia há dois anos. Assim como ela, cerca de 400 famílias vivem no local junto a uma montanha de lixo, esgoto a céu aberto, porcos e cavalos. São seis prédios localizados entre a Avenida Manoel Caldeira de Alvarenga e a Rua Valdemar Medrado Dias. Um deles está interditado por ficar sobre um brejo. Os outros têm a estrutura danificada. Buracos entre as juntas nos corredores, vão do elevador sem qualquer proteção, trepidações e fiação de alta tensão passando por dentro dos cômodos são alguns dos riscos enfrentados por quem não tem para onde ir. Parte de um prédio chegou a desabar em 2013, e os moradores usaram cordas para resgatar uma família.

— Viver aqui é uma luta diária. Estamos expostos a tudo — resumiu ela.

Com a porta de casa aberta para refrescar, Gisele Aparecida Gomes, de 22 anos, usa uma tábua para evitar que as filhas, de 1 e 3 anos, saiam. A poucos passos, está o poço do elevador. Mas o maior temor está na cozinha. A dona de casa não esquece o dia em que os fios de alta tensão que passam sobre a pia pegaram fogo.

— No ano passado, um incêndio começou no poste e veio para cá. Tenho medo que aconteça de novo e não tenha como sair com as meninas.

Com histórias semelhantes a de muitos outros moradores do conjunto habitacional, Gisele e Walquíria não perdem a esperança de sair dali. Gisele conta que, em junho de 2014, preencheu um cadastro, mas continua sem resposta.

Um morador que se identificou apenas como Dan afirmou ser o organizador do grupo. Segundo ele, em 2012, uma equipe cadastrou 160 famílias. Oito meses depois, elas foram retiradas de lá. Nesse tempo, mais pessoas chegaram para morar.

—Tem gente que veio porque não tinha dinheiro para pagar aluguel. Outros vieram de lugar nenhum — disse Dan. — Sempre doam objetos, mas o que queremos é sair daqui.

A Secretaria estadual de Habitação informou que, em 2013, foram cadastradas 52 famílias. Destas, 34 atendiam o perfil sócio econômico da faixa 1 do programa “Minha casa, minha vida’’ — renda de um a três salários mínimos — e foram contempladas com apartamentos do Conjunto Habitacional Haroldo de Andrade, em Barros Filho. Em 2014, houve nova invasão e outra visita foi realizada ao local para avaliar a situação, mas nenhum novo cadastro foi feito. A Companhia Estadual de Habitação afirmou que estuda a inclusão das famílias em futuros projetos habitacionais, mas não deu uma data para isso acontecer.

Prédios estão abandonados inacabados há 30 anos

Os prédios construídos por uma empresa privada estão abandonados há cerca de 30 anos, segundo os moradores. A Prefeitura do Rio não soube informar a quem pertece o terreno e os prédios. Maria de Fátima Rodrigues da Silva, de 49 anos, diz que chegou ao local há 16 anos. Ela conta que pagava um aluguel de R$ 270 por uma casa em Inhoaíba. Mas, com o que ganhava como panfleteira, se viu obrigada a deixar o imóvel e se mudar com o marido e os quatro filhos.

Hoje, Maria mora só. Seu marido morreu em maio, vítima de infecção respiratória. Os netos, de 5 e 10 anos, e o filho de 12 foram levados pelo Conselho Tutelar. Segundo ela, por causa das doenças e dos riscos que corriam ali.

— Se tivesse um sonho a realizar, pediria a guarda das minhas crianças — lamentou.

Além dos perigos estruturais, as doenças são outras grandes ameaças para quem vive no Jambalaia. Quem não quer tomar banho de baldinho divide o único chuveiro improvisado do conjunto de prédios, que fica ao ar livre: um cano por onde sai um filete de água. É ali também que as mulheres lavam louça. A água, assim como a luz e todos os serviços essenciais chegam aos prédios por meio de ligações clandestinas. As crianças brincam e andam descalças perto dos dejetos dos animais.

De acordo com o infectologista do Hospital Norte D’Or Marcus Cardoso, a falta de saneamento básico expõe as famílias a doenças contagiosas de pele e gastrointestinais. O local, com muito lixo e ratos, também é favorável à ocorrência de leptospirose, causada pela urina do roedor. Além disso, a proliferação de mosquitos preocupa pelo risco aumentado de dengue. O médico alerta ainda que a convivência com animais como o porco pode levar à teníase, doença causada por um verme e que leva à anemia e à desnutrição.

— O ambiente torna todos dali mais suscetíveis a qualquer doença. Quem vive naquelas condições precisa sair dali, mas, enquanto isso não acontece, tem que tentar se manter afastado do lixo, dos animais, andar calçado e sempre ferver a água antes de consumi-la — disse Cardoso.

– Handerson Oliveira.

GRAVIDEZ DA APRESENTADORA SABRINA SATO CORRE RISCO!! ENTENDA PORQUE!!

No final de semana, Sabrina Sato contou, em uma entrevista com Rodrigo Faro, detalhes de sua primeira gestação. A apresentadora se emocionou ao revelar estar sofrendo com um hematoma subcoriônico, problema que bota a gravidez em risco.

Por ser conhecido também como deslocamento ovular, várias pessoas confundiram a condição de Sabrina com o deslocamento de placenta. Os dois colocam a mãe e o bebê em risco, mas de formas diferentes. No hematoma subcoriônico, ou retrocoriônico, ocorre um acúmulo de sangue no córion, camada mais exterior da membrana fetal.

“Dependendo do hematoma, o excesso de sangue pode ser absorvido pelo corpo. Há chances também de a mulher ter um aborto espontâneo. A recomendação é ir ao pronto-socorro”, explica a ginecologista Karen Claussen, da Aliança Instituto de Oncologia. A médica também informa que sangramentos no primeiro trimestre representam ameaça à vida do bebê.

No caso do hematoma subcoriônico, o diagnóstico é feito com ultrassom transvaginal, e o médico é capaz de ver o tamanho do ferimento. “A paciente deve ficar em repouso relativo e se abster de relações sexuais. É necessário repetir o exame depois de uma semana e, se for o caso, usar progesterona vaginal”, afirma.

Não existem predisposições para o problema na gravidez. Geralmente, os médicos perguntam se a mulher teve relações sexuais, caiu ou sofreu algum trauma, porque esses fatores podem desencadear o sangramento.

Já a separação da placenta do útero, na maioria dos casos, ocorre depois do quarto mês de gestação. Essa condição ficou mais conhecida depois de declarações da apresentadora Eliana, que passou por isso durante a gravidez da filha Manuela. “Existem pacientes com predisposição ao descolamento. Além disso, alguns fatores – como hipertensão arterial, fumar, beber e usar drogas – são responsáveis por colocar as mulheres no grupo de risco”, explica o ginecologista e obstetra do Hospital Santa Luzia Valdecir Bueno.

O sintoma, assim como no hematoma subcoriônico, é o sangramento leve e moderado. As gestantes devem ficar atentas, porque ele muitas vezes é oculto e acompanhado de dores fortes. Em alguns casos, o descolamento de placenta pode levar à morte do bebê e colocar a saúde da mãe em perigo.

Não é possível prever ou evitar o hematoma subcoriônico ou a separação de placenta, mas Valdecir reforça a importância de certos cuidados. “Um bom planejamento da gravidez e pré-natal adequado são essenciais para reduzir o fator de risco. Em casos de hipertensão, o controle deve acontecer de forma rígida antes de se iniciar a gestação, assim como em casos de diabetes”, indica.