Três bandidos assaltaram uma filial das Lojas Americanas, por volta das 8h desta quinta-feira, na Rua Conde de Bonfim, perto do Largo da Segunda-Feira, na Tijuca. A informação foi confirmada pelo 6º BPM (Tijuca). Segundo o batalhão, um dos criminosos invadiu a loja vestido de gari.
O trio levou sete celulares, uma televisão de 50 polegadas, um tablet e um ferro de passar roupa. Os suspeitos conseguiram fugir e não houve troca de tiros no local. O crime ocorreu um dia após uma mulher, de 59 anos, ser morta em uma tentativa de assalto, também na Rua Conde de Bonfim, mas na altura do metrô Uruguai.
Valdisa Mota de Souza levou um tiro no peito e morreu no local. Na ação, um funcionário da loja, identificado como Felipe Jackson Emerique, foi baleado e levado para o Hospital do Andaraí. De acordo com a PM, os bandidos tentaram assaltar uma loja da Kalunga e trocaram tiros com os seguranças do estabelecimento.
Valdisa morava no Catumbi e trabalhava há pouco mais de um ano em um supermercado perto da papelaria, onde foi comprar um cartucho de impresso para os dois filhos usarem. “Ela reclamava dos constantes roubos aqui na região”, disse Pedro Paulo, um amigo da família.
Há informações de que ela passou antes em uma agência bancária e teria sacado dinheiro, o que teria levado a abordagem dos ladrões a ela. Ela chegou a ser socorrida pelo Corpo de Bombeiros, mas não resistiu. Ainda não há informações sobre a data e local de seu enterro. m nota, a Kalunga esclareceu que está colaborando com as autoridades “para o rápido esclarecimento dos fatos e prestará toda a assistência necessária”.
Acusado de aliciar menor de 11 anos pelas redes sociais é preso pela delegacia de Queimados
ASCOM – Assessoria de Comunicação
Policiais da 55ª DP (Queimados) prenderam, na tarde desta quarta-feira (18/04), Luís Otávio de Oliveira, 50 anos, acusado de aliciar criança para a prática de atos sexuais, através de oferecimento de presentes.
De acordo com agentes, Luís atuou de forma criminosa ao enviar, por meio virtual, conteúdo sexual para a vítima com o intuito de satisfazer sua lascívia.
Os agentes chegaram até o criminoso, nos primeiros dias deste mês, investigando as redes sociais, quando deram início ao monitoramento do encontro da vítima, uma menina de apenas 11 anos, com o criminoso, ocorrido na Rua Professor Avelino Xandão, em Queimados, onde ele foi preso.
A vítima, após ser ouvida diante de seu responsável legal, foi amparada pelo núcleo de proteção à mulher e criança vítima da unidade policial.
Policiais da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e de Inquéritos Especiais (Draco/IE) realizam, na manhã desta quinta-feira, a operação Negócios Paralelos, que visa desarticular milícia em Santa Cruz, na Zona Oeste, e Nova Iguaçu e Itaguaí, na Baixada Fluminense.
Ao todo, são 22 mandados de prisão e 29 de busca e apreensão na localidade Jesuítas, em Santa Cruz, e nas regiões do KM 32, Cabuçu e Aliança, em Nova Iguaçu. Segundo informações, o bando de Santa Cruz expandiu seus negócios em 2016 para a Baixada Fluminense.
Três dos que têm a prisão decretada morreram em confronto com os policiais civis no início do mês, durante ação da Polícia Civil no Sítio Três Irmãos, onde mais de 160 pessoas foram presas durante uma festa. O grupo é acusado de integrar o bando de paramilitares. Os mortos são Anderson Santos, o Cheetos; Márcio Martins, o Tui; e Felipe Oliveira, o Cumbaca.
De acordo com as investigações, os três atuavam como seguranças de Danilo Dias Lima, o Tandera, líder da milícia, um dos alvos da operação de hoje. Eles tinham mandados de prisão preventiva, decretados a partir de informações reunidas em investigações da Draco.
Os mandados foram expedidos pela 2ª Vara Criminal de Santa Cruz e pela 1ª Vara Criminal de Nova Iguaçu.
As investigações da Draco/IE começaram em junho de 2017, a partir de uma diligência realizada na comunidade KM 32, em Nova Iguaçu, em que milicianos atacaram a tiros os policiais.
Foram apreendidos no local 15 veículos com placas clonadas e 4 armas, além de rádios comunicadores e coletes balísticos utilizados pelos criminosos. De acordo com a especializada, a organização criminosa é liderada por Danilo Dias Lima, vulgo Tandera, e tem como principais fontes de renda a exploração de comerciantes, através da cobrança da ‘taxa de segurança’, monopólio da distribuição de cigarros contrabandeados, exploração da distribuição clandestina de TV a cabo e comercialização de botijões de gás.
A operação da Draco tem apoio de agentes da Subsecretaria de Inteligência (Ssinte) da Secretaria de Segurança, da Delegacia de Homicídios da Capital (DH/Capital), da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/ MPRJ).
Segundo a Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro, um documento da Polícia Civil informa que 139 dos 159 homens presos durante um evento em Santa Cruz, na zona oeste da capital fluminense, em 7 de abril, acusados de integrar uma milícia, não eram alvo de investigações. Eles tampouco tinham contra si, até o momento, quaisquer acusações.
De acordo com Defensoria, a informação foi repassada à desembargadora Giselda Leitão, responsável por avaliar, na semana passada, os pedidos de habeas corpus (HC) dos 159 pesos na operação de combate à milícia.
O mesmo relatório informa que, contra os suspeitos, não há inquéritos policiais em andamento e nem, até o momento, registros a respeito de participação em grupo criminoso, “especialmente em milícia, ou correlatas”, diz o órgão.
A informação foi encaminhada ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) pela Defensoria Pública, que aguarda decisão dessa Corte sobre HC impetrado em favor de um dos presos.
Outro pedido de liberdade foi apresentado ao juiz da 2ª Vara Criminal de Santa Cruz, em nome dos 40 presos representados pela instituição. Todos são primários, como o artista Pablo Dias Bessa Martins, integrante de uma companhia de circo na Suécia.
O caso
As prisões ocorreram durante uma festa aberta a todos que comprassem convite, realizada no último dia 7. Os detidos estão no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, na zona oeste do Rio. Durante a audiência de custódia, realizada em 10 de abril, o Tribunal de Justiça local decidiu manter as prisões.
O coordenador de defesa criminal da Defensoria, Emanuel Queiroz, afirma que prender uma pessoa sem indicar qual foi a conduta criminosa dela é ilegal.
“A pessoa precisa saber por que está presa. Ninguém pode ser preso simplesmente por estar em uma festa. Se você entrar no site da banda de pagode que se apresentou, ela convida para o evento. Era um evento público, com cobrança de ingresso”, disse Queiroz, semana passada.
Um dia a gente se vê. Qualquer hora eu te ligo. Uma mensagem no grupo deve ser suficiente. E, assim, o abraço fica para depois, a palavra também. Aos poucos, a imagem de quem amamos e admiramos vai esvanecendo em nós. E, do lado de lá, a nossa também some lentamente.
Às vezes, esse processo torna-se irreversível. Quando percebemos, uma relação bonita e devotada é engolida por uma fenda do tempo. É tarde demais, agora compete somente cultivar a memória do que poderia ter sido ainda melhor se nossa fantasia de domínio do tempo não tivesse aplicado mais um golpe.
Esse é um dos males para administrar ao longo da vida: a capacidade de valorizar o bom. “Era feliz e não sabia” é mais que um lamento nostálgico. Comprova que a consciência das boas oportunidades muitas vezes só surge quando delas nos distanciamos.O futuro é bom, ou pode ser. Mas a estupidez da ansiedade nos faz atropelar o garantido e a construção bem solidificada em nome da possibilidade de algo melhor. Tornamo-nos negligentes com nossas conquistas por causa daquilo que aparece como o advento da felicidade.
E, assim, sangramos lenta e dolorosamente as relações. O que poderemos fazer por quem nos é caro, o que poderiam ter-nos feito. As transformações só acontecem quando agentes diferentes se dispõem ao contato.
Estar disposto é, muitas vezes, um exercício de paciência e humildade. Nem sempre o outro é exatamente como gostaríamos que fosse e nem sempre somos para eles quem gostariam.
Surgem constrangimentos infundados. “Vou aparecer assim, do nada?” Tememos incomodar, parecer vulneráveis ou invasivos. Tolices criadas pela sociedade dos fortes, dos autossuficientes, desse mundo chato onde queremos crer que não afetamos ou somos afetados.
Ao perdermos a confiança naquilo que sentimos, vagarosamente destruímos a espontaneidade das relações. Daí construímos em nós uma realidade vazia e desprovida de sentido. Como se tivéssemos alguma condição de reger os afetos ou poder para controlar a vida.
FISCAIS DA SMTR LACRAM ÔNIBUS E VAN DURANTE AÇÃO NO RECREIO DOS BANDEIRANTES
Durante ação de fiscalização da Secretaria Municipal de Transportes no bairro do Recreio, Zona Oeste da cidade, na manhã desta quarta-feira, fiscais flagraram um ônibus da linha 315 (Recreio dos Bandeirantes x Central) com vistoria vencida, além de não portar documentação de porte obrigatório e apresentar mau estado de conservação. Cinco autuações foram aplicadas e o veículo foi lacrado.
Os fiscais também flagraram uma van de fretamento, que não apresentou o contrato para realizar o serviço. O veículo também foi lacrado.
As ações da Coordenadoria Técnica de Fiscalização seguem intensificadas em diferentes pontos da cidade.
Moradores e Motoristas ,As ruas de Campo Grande estão pedindo socorro!!!
Estamos vivendo um momento de total abandono em nossa região!!!. Ruas repletas de crateras ( buracos enormes ) *Aricuri ,*Tutóia, *Est de Inhoiba *Carvalho Ramos *Ruas do bairro Vila Nova * Est do Campinho.
Em alguns percursos temos que desviar ,dos mesmos na contra mão. correndo o risco de vida , vias com falta de capina deixando as vias com pouca visibilidade em curvas e até Mesmo em pontos de retorno e temos alguns pontos necessitando sinalização.
Também venho aqui fazer um grande apelo aos moradores que estão quebrando as ruas para fazer quebra molas absurdos. – Por favor tenham um pouco de noção. Vcs podem solicitar quebra molas para sua rua, mas vc não tem o direito de acabar com as ruas.
Amigos moradores vamos nos unir se cada um puder ligar para 1746 solicitar um reparo naquela rua que você mais circula com seu veículo muitas coisas iriam melhorar. De grão em grão chegaremos lá.
Nesta quinta-feira, 19 de abril, Cuba viverá um dia histórico. Raúl Castro, 86 anos, cederá a presidência e seu sucessor será o seu vice-presidente, Miguel Díaz-Canel, de 57 anos, nascido depois da revolução de 1959. Uma nova geração chega ao topo do Estado, embora ainda sob a figura tutelar do general Castro, que permanece até 2021 como primeiro secretário do Partido Comunista, o órgão máximo de decisão na ilha por determinação constitucional. É o penúltimo ato do adeus da “geração histórica”. Depois da morte de Fidel Castro, em 2016, o início de uma nova era será rubricado, definitivamente, nos próximos anos pela saída de seu irmão Raúl do comando do partido ou por seu falecimento.
A Assembleia Nacional de Cuba se reuniu nesta quarta-feira em Havana para votar nos candidatos a ocupar os postos do Conselho de Estado, eleitos por uma Comissão Eleitoral Nacional controlada pela cúpula do regime. Díaz-Canel foi indicado como candidato à presidência e votado pelos 604 deputados. O resultado, que se dá como certo que será por aprovação unânime, vai ser anunciado oficialmente nesta quinta-feira. A sessão desta quarta-feira foi presidida por Raúl Castro. A seu lado estava o vice-presidente Díaz-Canel, vestido com um sóbrio terno cinza. Ambos pareciam relaxados e estavam sorridentes.
Díaz-Canel iniciará um mandato de cinco anos, renovável por outros cinco, mas não mais que isso, em razão do limite de duas legislaturas estabelecido por Raúl Castro para os altos cargos. A sucessão presidencial tem sido marcada pelo chamado à “continuidade”, o conceito-chave do governismo em uma conjuntura muito importante que evitam identificar com uma transição, para não dar espaço à ideia de uma possível mudança de regime.
O novo presidente, um engenheiro eletrônico que subiu a escada do poder com discrição durante três décadas na burocracia do partido, se apresenta, portanto, como o continuador da linha revolucionária e socialista e, mais especificamente, do processo de reformas iniciado por Raúl Castro na última década. Seus maiores desafios serão dar impulso à transição para um modelo de mercado para revitalizar a economia –com a complexidade de não inquietar as facções tradicionalistas do partido– e tornar-se uma figura de autoridade unitária acatada pelas elites burocráticas e do Exército e, em última instância, pela sociedade. Terá também, como fizeram os Castro, de garantir que a estabilidade do sistema continue repousando na concentração do comando no cume da pirâmide. E, por fim, precisará enfrentar a relação com os Estados Unidos, onde Donald Trump voltou a cultivar o antagonismo de outrora.
Os analistas concordam em que o alcance reformista de Díaz-Canel é uma incógnita, pelo pouco que se sabe dele e porque não se pode prever a autoridade que chegará a ter. “Não se sabe bem o que pensa e, além do mais, se Raúl Castro em dez anos não foi capaz de acelerar mais as reformas por causa do contrapeso dos setores conservadores, não sei como Díaz-Canel poderá fazer isso, já que não está revestido de sua legitimidade histórica e é bem provável que não tenha o apoio unânime do Exército e do partido”, opina o economista Carmelo Mesa-Lago. O cientista político Michael Bustamante, da Universidade Internacional da Flórida, ressalta que o novo presidente tem pela frente “uma encruzilhada econômica” com a urgência da unificação monetária como o grande desafio. “É um risco porque a desvalorização pode afetar muito a população. Mas se consegue levar isso em frente também é sua oportunidade de se legitimar diante do povo.” O líder da organização oposicionista Movimento Democracia, de Miami, Ramón Saúl Sánchez, qualifica a sucessão como uma “nomeação de cima que não deveria ser reconhecida internacionalmente” e acha possível que com o desaparecimento do primeiro plano dos históricos “o povo cubano possa começar a protestar mais e abalar o regime”.
Em Havana, o mesmo tempo lento de sempre
Apesar da grande importância deste novo capítulo que Cuba inicia, nas ruas de Havana se respira a mesma tranquilidade, o mesmo tempo lento de sempre. Em uma sociedade que em sua maioria vive quase alheia ao político e centrada na sobrevivência diária, e acostumada a que as mudanças sejam mais nominais do que reais, é natural se encontrar cidadãos que nem sequer sabem o que está acontecendo. “Há um presidente novo?”, respondeu em um parque Jesús Milián, de 24 anos e empregado em serviços de mudanças. A seu lado, Hanoi Borrallo, de 44 anos, disse com tom descrente: “Te digo justamente o que é esse rapaz: o mesmo cake [bolo] com cobertura diferente”. O taxista Helbert Fernández, de 24 anos, reconheceu que nada sabia de Díaz-Canel.
– Você nem sequer o viu em uma foto?
– Não, se disser que sim estarei mentindo. É que não vejo o noticiário.
– E o que você espera do futuro?
– Não sei. Que as coisas melhorem. Que retirem o bloqueio. Algo assim…
Em seu rádio tocava El Micha, um dos astros do reggaeton que cativam a juventude cubana, cantando “Oye tu sí suenas/que se caliente el party/porque soy candela”.
As gerações mais adultas estão mais conectadas com o que está ocorrendo. Leticia Rodríguez, 55 anos e dona de uma casa particular [moradia que funciona também como hospedaria], opinou: “Continuaremos na mesma linha, mas é certo que com mudanças positivas”. Sobre Díaz-Canel disse: “É um cara que não me deixa nenhuma dúvida. Chegou aonde está por méritos próprios. Mas é muito sério. Não tem o carisma ao qual as pessoas estão acostumadas. É outra coisa.”
Nos primeiros anos, para ir se assentando, Díaz-Canel contará com o apoio de Raúl Castro, cujo mandato como primeiro secretário do Partido Comunista se estende até 2021. O partido, e seu dirigente, são por determinação constitucional o órgão máximo de direção do país, acima do presidente do Conselho de Estado. Nesse sentido, o timão de Cuba segue em mãos de Castro, e Díaz-Canel poderá ir conduzindo sua presidência sob seu manto protetor durante três anos, no caso de o general não decidir se retirar antes ou ter de fazer isso por motivos de saúde. Ao chegar a esse ponto, a transferência de poder será completa se Díaz-Canel assumir a chefatura do partido, o que lhe daria plenas atribuições, segundo a lógica do regime, para ser o principal tomador de decisões. Contudo, prevê-se que nunca chegue a ter o nível de poder pessoal dos irmãos Castro e que exerça o poder em conjunto com outros, um enfoque que Raúl já começou a pôr em prática, ao contrário do centralizador Fidel.
Em Cuba, embora não seja um termo do gosto da nomenclatura, Díaz-Canel é considerado um reformista, um tecnocrata convencido da necessidade de modernizar o ruinoso sistema socialista para mantê-lo à tona. Não desponta, porém, como um liberalizador em matéria política e de sociedade civil. O regime de partido único não está em discussão e o reconhecimento de novas liberdades políticas terá de esperar, embora não se deva descartar reformas constitucionais que abram um pouco o sistema e deem, de maneira bem controlada, espaço à livre expressão e associação.
Nesta quinta-feira, na Assembleia Nacional, coincidindo com a efeméride do fracasso da invasão anticastrista da Baía dos Porcos, Miguel Días-Canel será declarado, finalmente, novo presidente de Cuba. Pela primeira vez desde 1976, a presidência não estará a cargo de um Castro. Cubra abre um capítulo incerto de sua história. E, em meio à incerteza pelo que vem, o humor, como sempre, vem em resgate. “O futuro de Cuba?”, se pergunta em seu Facebook o comediante mais famoso da ilha, Luis Silva, intérprete do popular personagem do velhinho Pánfilo; e se responde com um animado jogo de palavras: “Que seja o que Díaz quiser. Perdão, o que Deus quiser”.
A partir desta quinta-feira, 19, passam a valer as novas regras da Lei Seca no País, com punições mais rigorosas destinadas aos motoristas que praticarem os crimes de homicídio culposo (não intencional) ou de lesão corporal de natureza grave ou gravíssima, sob efeito de álcool ou de outras substâncias psicoativas que causem dependência. A pena para lesão corporal passa a ser de 2 anos a 5 anos. Em caso de morte, chega a 8 anos de reclusão.
As mudanças na nova Lei Seca
Atualmente, as penas para esses crimes permitem a fiança, a ser arbitrada por um delegado de polícia. Com as alterações previstas pela Lei 13.456/2017, aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente Michel Temer, essa opção no âmbito da polícia deixa de existir, e só quem poderá liberar por fiança será um juiz em análise posterior à prisão.
Cresce número de pessoas que dirigem após consumir álcool, diz governo
A nova lei não faz mudanças quanto aos procedimentos adotados durante as fiscalizações policiais e também não altera a tolerância de álcool no sangue ou o valor da multa.
Um discurso do presidente da Uganda, Yoweri Museveni, causou polêmica no mundo. O político deixou claro que quer proibir a prática do sexo oral no país. “Deixem-me lançar um aviso público sobre as práticas erradas de que algumas pessoas participam e que são promovidas por alguns estrangeiros. Uma delas é o que chamam sexo oral”, afirmou Museveni.
“A boca é para comer, não para o sexo. Nós sabemos qual é o ‘endereço’ do sexo, sabemos onde é que deve ir”, afirmou o presidente da Uganda. Yoweri disse ainda que são estrangeiros os responsáveis por banalizar a prática.
Segundo o presidente, haverá uma campanha com cartazes e anúncios na TV na tentativa de criminalizar esse tipo de ato sexual. Não é a primeira vez que Yoweri faz campanha contra o “boquete”. Em 2014, ele disse, também em um discurso, que o sexo oral causaria a absorção de lombrigas e parasitas.