Luciana, está Jovem de 28 anos que do dia para noite perdeu seus movimentos e foi diagnosticada com distrofia muscular progressiva. Luciana tem uma filha de 8 anos e é moradora da cidade de Seropédica!
Neste próximo sábado 14 de abril, a partir das 15:30 horas, o Seropédica Atlético Clube irá realizar um Futebol Beneficente para angariar fundos para ajudar esta Seropedicense que necessita apoio de todos nós.
A família de Luciana precisa de doação de dinheiro e Fraldas Geriátrica Bigfral tamanho M. Toda quantia arrecadada será entregue a família imediatamente para ajudar no tratamento.
Mostra Cinemão Z.O. leva cinema a moradores de bairros da Zona Oeste.
Nesta final de semana , 14/04 e 15/04
A RioFilme da Secretaria Municipal de Cultura está levando cinema de uma maneira diferente a moradores da Zona Oeste da cidade. Por meio de um carro aparelhado para exibição de filmes, equipado com projetor de alta performance, super telão inflável, sistema de som e cadeiras. A Mostra Cinemão Z.O. leva o cinema de graça até os moradores de diversos bairros da região.
A exibição dos filmes na “super tela” montada pelo projeto ocorre sempre às 19h, e com entrada franca. A programação está definida:
– 14/04: Campo da Rua 15, em Urucânia
– 15/04: Praça do Ponto Chic, em paciência.
Para maiores informações sobre o projeto, ligar para o telefone 2225-7082, de segunda a sexta das 10h às 19h.
fabio da Hora Serra tem duas balas alojadas em seu corpo, uma no antebraço esquerdo e outra no ombro esquerdo. Ele viveu boa parte da sua vida fora da lei: foi traficante de drogas, esteve envolvido tanto com o Comando Vermelho quanto com o PCC, participou de assaltos… Dos seus 39 anos, viveu 12 na prisão, em três momentos diferentes. Mas desde que deixou a cadeia pela última vez, em 2015, investiu suas energias no projeto de nunca mais voltar para lá. “A droga mais vendida nas bocas de fumo é a ilusão de uma vida melhor”, diz ele, com propriedade. Foi fugindo do que parecia um destino previsível que Fabio tornou-se barbeiro profissional. Abriu seu próprio salão, conquistou uma clientela cativa, comprou um carro, conheceu sua atual namorada, Neusa… Ele sabe que não é o desfecho comum de quem passou por essa vida paralela. Por isso, precisava mostrar para o mundo que sua vida deu uma guinada. Foi assim que Sagat, como é conhecido, teve a ideia de criar um canal no Youtube e publicar uma série de vídeos seus e de outros ex-criminosos. Todos eles levam uma ideia básica no título: a de que o crime não compensa
— Por que não?
— Porque eu ainda não vi vitória. Alguém até pode ter muito dinheiro, mas olha para a família dele, para os filhos dele… Sempre tem algo que ficou para trás. Se um entre mil se saiu bem, é exceção, não a regra.
Em um vídeo gravado dentro da sua barbearia, aos pés da favela da Mangueira, Zona Norte do Rio de Janeiro, Sagat apresenta Tiago Romão. Ele é um ex-traficante que, hoje, trabalha com manutenção de aparatos de cozinha e canta em sua banda de hip hop, FARC MC’S. “São fatos reais, história verídica. Então, se liga, o crime não compensa. Você que não entrou, o crime não compensa. Você que tá dentro, o crime não compensa”, anuncia Sagat. Corta para Romão, que aparece em cima de uma laje. Com um copo e um cigarro na mão, começa: “O crime é visto como uma coisa maravilhosa. Os caras com armas, malote, cordão de ouro, as melhores roupas, tênis caro, as melhores mulheres… Em dia de baile funk, você vê todas essas combinações”. conta. E continua: “Tem pessoas que falam que o crime é dinheiro fácil. Não, o dinheiro do crime é rápido. Porque não é fácil, tá ligado?”. Descreve então uma série de situações que apenas uma pessoa que se envolveu com o tráfico poderia contar.
A ideia de gravar os vídeos, reunidos no canal Contos de um barbeiro,surgiu da vontade de mostrar para aqueles que estão no mundo do crime, ou entrando nele, que existe um outro caminho a seguir. Mas também a de convencer a sociedade que “uma pessoa tem recuperação, para mudar essa mentalidade de que um ex-presidiário é perigoso de ser contratado”. Isso acaba empurrando muita gente “que está com pensamento bom, de mudança, de volta para o crime”, explica Sagat. “O ditado ‘a ocasião faz o ladrão’ não é mentira. Imagina que você é um pai de família, mas não tem como pagar um aluguel e seus filhos não tem o que comer direito. E qual a oportunidade que você tem?”, questiona. “Eu estava totalmente preparado para viver em sociedade, minha mente estava limpa. Mas se eu não tenho essa oportunidade de ser barbeiro, esse dia a dia trabalhando, só Deus sabe o que poderia ter acontecido”.
Para ele, a violência e a criminalidade vêm piorando porque a sociedade vira as costas para as favelas. “Outro dia, uma delegada falou na TV que a população tinha que escolher um lado. Isso é muito forte. Que lado? Não tem lado! Todo mundo é brasileiro, é carioca. Enquanto as partes não se ajudarem, isso vai continuar e piorar”, argumenta. Ele também se mostra cético com relação às recentes abordagens para tratar do problema, como a intervenção federal decretada pelo Governo Temer, e acredita que a legalização de algumas drogas, como a maconha, ajudaria a tirar o poder das mãos dos traficantes. “Quando vieram com as UPPs, eles achavam que bandido ia sentar e falar ‘caralho, a polícia tá na favela, vou caçar uma batalha e parar de ser bandido’? Não vai. Ele vai se adaptar, diversificar seu negócio ou buscar outra maneira de ganhar dinheiro”.
Sagat se prepara para gravar um vídeo com Tiago Romão, na Mangueira.ALAN LIMA
A percepção do policial e do traficante
Os vídeos de Sagat não passam desapercebidos. A., um policial militar que atua na favela da Mangueira — mas que diz estar falando com o EL PAÍS “como um cidadão” — , elogia o esforço em “falar para outras pessoas que aquilo é ruim”. Para ele, acompanhar o relato “de alguém inteligente, um cara articulado, que mudou de vida e evoluiu como ser humano”, mostra que “uma transformação é possível”. Se uma ou duas pessoas são atingidas e mudam de vida, “então já valeu a pena”, afirma. Ele mesmo, que costuma cortar o cabelo no salão de Sagat, se identifica com sua história. “Quando eu estava no orfanato, queria fugir. Poderia ter virado um menino de rua, mas meu pai [adotivo] me deu uma oportunidade e optei pelo certo. Escolhi ser policial esperando fazer o melhor para a sociedade, tanto dentro como fora da corporação”, explica.
O preconceito é também algo que une este policial ao ex-traficante. Como PM, ele precisa lidar com a desconfiança daqueles que acreditam que todo agente da corporação é corrupto e violento. “Quando fiquei sabendo sobre sua passagem pelo crime, continuei a frequentar seu salão de forma natural. E eu queria também que as pessoas pudessem tratar o policial de maneira natural. É um fardo pesado. Sempre tem alguém com uma tabela julgando”, explica. “Tento não ter preconceito com ninguém. Sempre gostei de estar próximo das pessoas que vivem nas comunidades. Não podemos achar que alguém é bandido só porque mora em comunidade, assim como não podemos achar que um policial é corrupto por ser policial. A maioria dos meus colegas é honesta”, garante.
W., um traficante de 30 anos da Baixada Fluminense, também se identifica com Sagat. Ele está no tráfico desde os 11 anos devido à perda de um amigo de infância durante uma guerra entre facções. “Entrei no tráfico para me vingar. Mas não me vinguei de ninguém, e aqueles que a gente queria vingança já nem estão mais vivos, morreram em outro lugar. Mas eu sigo aqui”, conta.
— O crime compensa?
— Tudo passou na vida e hoje vejo que não compensa. Mas e aí, como é que você vai viver agora, se na infância você plantou o crime? Como é que você vai mudar de vida? Tem que mudar de cidade, mas lá também tem crime. Tem que entrar na Igreja, buscar o caminho de Deus.
— Os vídeos do Sagat te fizeram refletir?
— O cara está trabalhando, está conquistando muita coisa. No crime, hoje você tem tudo, mas amanhã não tem nada. Se você está trabalhando, hoje você tem e amanhã também. A maioria dos meus amigos é trabalhador, vejo a evolução deles. O que eu evolui? O que eu conquistei? Conquistei uma boca de fumo, isso aí é o que tenho. Eles conquistaram casa, filhos, carteira assinada, televisão, geladeira… A casa deles é bonita, do jeito que eles querem.
— Você deixaria tudo para viver como uma pessoa comum?
— Minha vontade um dia é de fazer isso, mas hoje eu me sentiria um covarde. Hoje em dia é o poder, o fuzil, que atrai. Nem é tanto o dinheiro.
O EL PAÍS recebeu a notícia neste domingo, 1 de abril, de que W. fora baleado no peito em uma troca de tiros com milicianos da Baixada Fluminense no dia anterior. Ele passou por uma cirurgia e se encontra em estado grave no hospital.
Uma vida cheia de reviravoltas
Sagat é um homem negro, alto e de corpo atlético. Possui cavanhaque, cabelo curto e espichado para cima, dentes centrais separados e um grande relógio dourado no pulso direito. Sentado no sofá de sua barbearia, conta ser uma exceção dentro de um sistema prisional dominado por facções, com uma população carcerária de mais de 700.000 pessoas, a terceira maior do mundo, e que não preza pela ressocialização do preso. “Imagina que, por acidente, atropelei e matei uma pessoa. Quando eu chegar na delegacia, vão me perguntar: ‘Tu quer tirar cadeia aonde?’. Tem o Comando Vermelho, o ADA, o Terceiro Comando, a milícia, o seguro (onde estão estupradores, pedófilos, ex-policiais, milicianos)… Não tenho a opção de um local onde eu possa ficar tranquilo. O que vou me tornar, o que vou aprender ali dentro, o que vou ouvir?”, questiona ele. “O ser humano é fruto do meio. Se ele está naquele meio, ele vai sair um criminoso, uma pessoa pior”.
Sagat corta o cabelo de um cliente em sua barbearia, na favela da Mangueira.ALAN LIMA
Foi o que aconteceu com ele na primeira vez em que esteve na cadeia, ainda no início dos anos 2000. Não fazia muito tempo que estava envolvido com o tráfico, ao qual se juntara para sustentar seu vício em cocaína e uma filha pequena. Nascido e criado em Queimados, na Baixada Fluminense, deixara de estudar aos 14 anos para trabalhar e poder comprar aquelas coisas que sua mãe, nessa época caixa de supermercado, não tinha condições de lhe dar. “Com 18 anos, já estava casado, tinha uma filha e trabalhava como pintor, com carteira assinada e tudo, em um hotel. Mas em uma balada conheci a droga e chegou uma hora que meu dinheiro não dava para nada. Perdia dia de trabalho e fui demitido. Aí a bola de neve começou a se formar”, recorda. Foi preso por assalto e associação ao tráfico e condenado a seis anos e dois meses. Por ser réu primário, ganhou sua condicional após dois anos, em 2003. “Saí com minha mente toda virada. Um pouquinho de cidadania que eu tinha foi para o esgoto. Conheci muita gente lá dentro e o espírito faccioso entrou na minha mente. Passei a ter pensamentos que eu não tinha antes, como a ambição de ser o dono de uma boca de fumo. Antes, eu era apenas um soldado fazendo a contenção, mas saí querendo botar para foder”, conta.
Após um ano e dois meses na rua, voltou a ser preso em um assalto e viu sua pena aumentar ainda mais. Durante os seis anos seguintes em que esteve na cadeia, sua mente “começou a mudar, a ter pensamentos de querer parar com tudo”. Resolveu se dedicar a atividades que “não estivessem relacionadas com o crime”, como fazer aula de música, aprender a tocar violão e compor. Outro presidiário viu seu potencial e prometeu arranjar contatos em São Paulo, “onde o funk ainda estava começando a estourar”. Após recuperar sua liberdade, em 2009, abraçou a empreitada.
O período de dois anos que precedeu sua terceira ida para a cadeia foi bastante movimentado. Morando na casa de um DJ em Osasco, iniciou sua carreira artística e começou a cantar proibidões em favelas. “Os caras do PCC”, conta, “davam a maior moral do mundo”. Mas o sucesso não foi repentino e o dinheiro nem sempre chegava como eu queria. “Os bandidos de São Paulo não são iguais aos do Rio, que ficam presos na favela dormindo no sereno. Eles curtem coisa de primeira. Pagam pelo camarote da melhor boate, gastam 2.000 reais em champagne, dormem nos melhores hotéis. Conheci um outro tipo de crime e isso acabou me seduzindo outra vez”, conta ele. “Se eu fazia um show e ganhava 2.000 reais, eu saía com os caras e, como não deixava que pagassem tudo para mim, no dia seguinte já estava zerado. Como não tinha essa fama toda, comecei a passar dificuldade”.
Um chefe do tráfico resolveu lhe ajudar dando 200 gramas de cocaína para que ele levasse para o Rio e, com a venda, conseguisse uns 3.000 reais para poder gravar uma música. Já havia entregado a droga e aguardava o dinheiro quando foi abordado por policiais e levou três tiros. “Já não consigo tocar violão, minha mão atrofiou e não consigo fazer as notas. Foi algo que feriu muito a minha alma”, conta. Quando ainda estava no hospital aguardando por uma cirurgia, foi resgatado por seus amigos do PCC e retornou para São Paulo, mergulhando mais uma vez no mundo do crime. “Já não queria mais saber de cantar, já não conseguia mais tocar, então disse para o cara me ajudar me dando um emprego na firma dele. Ele resistiu, disse que eu era artista e que meu trabalho era maneiro. Mas eu insisti e me deram uma gerência pra tomar conta”, explica.
Sagat sobe o morro da Mangueira, no Rio.ALAN LIMA
Meses depois, no início de 2011, quando passava uma temporada no Rio com sua família, decidiu participar de um grande assalto. Durante a perseguição policial, caiu da moto em que estava e acabou preso pela terceira vez. Uma vez algemado, colocou em sua cabeça que, independente do que acontecesse, sua vida teria que mudar. Ao chegar na prisão, pediu para ficar em uma ala mais tranquila, se agarrou à Igreja, às atividades e projetos que surgiam e ao trabalho cortando cabelo dos presos. “Mas eu não sai uma pessoa melhor pelas coisas que eu passei na cadeia. Foram as coisas que eu sofri no crime aqui fora, o massacre psicológico de muitas vezes querer fazer alguma coisa e não poder devido à responsabilidade que tinha na mão. O medo de me matarem, de que me mandassem fazer uma coisa que você não queria fazer, do policial que me conhecia e estava atrás de mim…”
Começou a ganhar o benefício de sair aos fins de semana e ganhou sua liberdade de volta, ainda que portando uma tornozeleira eletrônica, em 2015. Na semana seguinte, juntou-se a outro ex-presidiário que havia acabado de abrir uma barbearia na Pavuna. Investiu na profissão conforme conquistava clientela e via que poderia sustentar sua filha. A relação com sua família também havia se recuperado. Um desembargador assinou seu indulto. Sem dívidas com Justiça, se mudou para a favela da Mangueira, abriu a barbearia e foi morar com sua namorada. Todo o resto ficara para trás.
Agora voltou a compor e arrisca seus primeiros passos como rapper. Recentemente gravou uma música em homenagem a Marielle Franco e Anderson Gomes (ouça abaixo). Também escreveu a seguinte letra: “Microfone é a arma pra quem sabe usar / A caneta é munição pra quem não quer atirar / Atitude, raciocínio pra quem quer guerrear / Nosso rap é o exército de loucos / O hip hop tá na guerra, vem com a tropa rimar / Rimar / Rimar…”.
Uma das coisas mais desagradáveis que ocorrem é sermos mal entendidos, quando o outro deturpa nossas palavras ou nossas atitudes, descontextualizando-as e utilizando-as em proveito próprio, enquanto nos coloca como o vilão da história. A gente acaba até ficando sem saber se nós é que não soubemos nos colocar ou se o outro é que não sabe interpretar um texto.
Infelizmente, quanto mais tentarmos provar o nosso ponto de vista, quanto mais nos explicarmos, pior ficaremos, porque quem não entende da primeira vez raramente compreenderá dali em diante.
Quem se faz de bobo e de vítima jamais será capaz de assumir seus erros, de se responsabilizar por seus atos, de se colocar no lugar de alguém. Tentar fazê-los enxergar além de seu umbigo é inútil.
Na verdade, teremos que sempre ser verdadeiros e claros, com todo mundo, pois, assim, quem nos conhece de fato e gosta de nós não se abalará com as maledicências que alguém tentar espalhar sobre nossa pessoa.
Temos que ter a tranquilidade de que vivemos de acordo com o que somos, sem dissimulações e meias verdades, para que a mentira alheia não nos atinja nunca, tampouco possa ser levada em conta por quem nos é importante.
Eu costumava bater de frente, quando entendiam errado o que eu dizia, quando maldiziam minhas atitudes. Hoje, não perco mais tempo tentando provar nada a ninguém, de jeito nenhum. O meu tempo é por demais precioso e resolvi aproveitá-lo fazendo o que eu gosto, junto com quem me faz bem.
Hoje, tenho a certeza de que muitas pessoas só entenderão aquilo que quiserem e da maneira que melhor lhes convier.
Não importa o que eu diga ou o que eu faça, muitas pessoas somente interpretarão minha vida de acordo com o nível de percepção delas mesmas, para que possam se justificar através dos erros que transferem ao mundo – segundo elas mesmas, elas nunca erram. Não tenho muito tempo livre, portanto, não gastarei mais energia com quem não merece. Vivamos!
A RecordTV está apostando alto em Jesus, novela que substituirá Apocalipse no segundo semestre de 2018. Depois de anunciar que Dudu Azevedo interpretará Cristo, a rede escalou uma mulher para dar vida a seu opositor, Satanás. O nome da vez é Mayana Moura, que esteve em Tempo de Amar e vai estrear na Record já com o papel polêmico.
A inspiração para retratar o Demônio em uma imagem feminina veio do filme A Paixão de Cristo (2004), no qual a atriz Rosalinda Celentano caracterizou o Inimigo e deu formas originais a ele: um ser andrógeno. É exatamente por esse caminho que Mayana deve seguir na trama bíblica.
1/5Mayana Moura será Satanás na nova novela da RecordDivulgação
2/5A escolha foi inspirada no filme A Paixão de Cristo (2004)Divulgação
3/5No filme, o inimigo de Jesus foi caracterizado por uma mulher e deu uma personalidade andrógena a eleDivulgação
4/5A proposta é a mesma, mas outro fator ajudou Mayana a encarar o trabalho: seus traços do rosto e seu olhar misteriosoAgNews
5/5Mayana Moura esteve em Tempo de Amar, na GloboDivulgação
Segundo uma fonte do Notícias da TV, Satanás terá uma “aparência indefinida, porém realista, deixando-a próxima à imagem de um extraterrestre”. Outra novidade é que somente o público verá Mayana nas cenas, pois os demais personagens não serão capazes de vislumbrá-la, exceto Jesus. A primeira “aparição” do Diabo, aliás, será durante um confronto com Cristo no deserto, seguindo a linha histórica da Bíblia.
Com a atriz escalada para o papel, a equipe da Record aprovou rapidamente sua participação. Isso porque os traços do rosto e o olhar misterioso de Mayana teriam sido fatores decisivos para sua contratação.
Jovem negro de 26 anos, Guilherme Lopes se tornou o doutor mais jovem do Brasil. Filho de pedreiro e costureira, o universitário teve sua tese de doutorado em biologia aprovada pela UFPI, em Paranaíba, Piauí.
Intitulada “Bioprospecção da bergenina isolada de Peltophorum dubium, com ênfase nas propriedades antioxidantes e anti-anti-inflamatórias: aporte para o desenvolvimento de novos fitomedicamentos”, a tese é fruto de oportunidades alcançadas em função de programas de ações afirmativas e de incentivo a pesquisa, como o Ciência sem Fronteiras.
Guilherme Lopes é o doutro mais jovem do Brasil
Foi por meio da bolsa que Guilherme, natural de Piripiri, no Piauí, teve a oportunidade de passar um ano na Espanha aperfeiçoando sua pesquisa no Departamento de Farmacologia da Universidade de Sevilla.
Aluno de escola pública, o caminho de Guilherme Lopes foi pavimentado em função do ENEM e do PROUNI, facilitadores para que conseguisse bolsa de estudos no curso de Biomedicina da Faculdade Maurício de Nassau, na capital Teresina.
Atualmente lecionando nas disciplinas de Farmácia e Enfermagem na Faculdade Chrisfapi, o jovem ressaltou o apoio para concluir o objetivo de se tornar Doutor. “Me lancei ao novo, vivenciei o inesperado, saboreei o doce e o amargo, mas em todo o tempo o Todo Poderoso cuidou de mim”, declarou ao site Awebic.
Meritocracia não, políticas públicas
Beneficiado por uma série de políticas públicas de democratização do acesso aos estudos, a história de Guilherme reafirma a necessidade do fortalecimento das ações afirmativas como instrumentos de saneamento de desigualdades históricas. Entre elas se destacam a Lei de Cotas, sancionada pelo governo federal em 2012 e que desde então provocou uma mudança no perfil dos estudantes universitários e de institutos federais.
Ao reservar 50% das vagas para alunos negros, indígenas ou pessoas vindas de escolas públicas, a iniciativa deu mais um passo para a equidade racial e inclusão social. Para se ter ideia dos efeitos das cotas, o número de negros nas universidades dobrou em menos de 10 anos. De acordo com dados da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, a Seppir, a medida já ofertou por volta de 150 mil vagas para negros até 2015.
“Em três anos a Lei de Cotas nas Universidades provou ser um instrumento eficaz para reduzir as desigualdades existentes na sociedade. A medida permitiu o ingresso no ensino superior de jovens que normalmente não teriam essa chance”, explicou a ex-ministra da Seppir Nilma Lino Gomes em matéria do Geledés.
Os avanços são substanciais, mas ainda é preciso percorrer um longo caminho, já que a disparidade entre negros e brancos permanece enorme. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que em 2015 o número de negros entre 18 e 24 anos que chegaram ao nível superior era de 12%, ou seja, menos da metade dos 26,5% de brancos.
O IBGE destaca ainda que a dificuldade de acesso dos negros se dá pela educação defasadarecebida por esta parcela da população. No tempo em que deveriam estar matriculados em universidades, 53,2% dos negros ainda estão no ensino fundamental ou médio, ante 29,1% de brancos.
A intelectual Sueli Carneiro é uma das grandes defensoras das ações afirmativas no Brasil
Sueli Carneiro, doutora em Educação pela Universidade de São Paulo (USP) e fundadora do Geledés – Instituto da Mulher Negra – primeira organização negra e feminista independente de São Paulo, acredita que a as cotas escancaram os efeitos causados pelo racismo na sociedade brasileira.
“O melhor das cotas é a sua capacidade de tirar as máscaras do racismo, da discriminação racial, e explicitar a verdadeira natureza dessas ideologias: a legitimação de privilégios raciais e sociais. Elas obrigam que os diferentes interesses envolvidos e beneficiários da exclusão se manifestem. E é por isso que elas são capazes de galvanizar a opinião pública porque o monopólio histórico dos grupos racialmente hegemônicos no acesso as melhores oportunidades sociais se vêem por elas ameaçados. Para preservá-los, diferentes discursos são acionados”, salientou em artigo publicado no próprio
Há um grande numero de pessoas vitimas dessa doença em Campo Grande, os postos de saúde, clinicas e hospitais da região , há um numero significativo de pacientes, a procura de atendimento, saiba se prevenir e como essa doença ataca .
Você está ou ccnhece alguem com essa doença? Então previna-se!!!
A febre chikungunya é uma doença infecciosa causada pelo vírus CHIKV e transmitida pelos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus. Caracteriza-se, principalmente, pela febre alta (cerca de 39ºC) e fortes dores nas articulações.
Seu primeiro caso foi detectado no ano de 1952, na Tanzânia, e o termo “chikungunya” deriva do swahili, um dos idiomas do país, e significa “aqueles que se dobram”, devido a curvatura com que os pacientes podem atingir por conta das intensas dores causadas pela doença. Em solo brasileiro, a doença foi confirmada apenas em 2014, porém, desde então, as preocupações são grandes.
Causas e Transmissão
A doença tem como causa o vírus chikungunya, que é transmitido através do mosquito Aedes aegypti (mesmo mosquito transmissor da dengue e do zika) e também do Aedes albopictus. Embora façam parte da mesma espécie, os dois mosquitos apresentam algumas diferenças entre si:
Aedes aegypti: vive em áreas urbanas e a fêmea alimenta-se, de preferência, de sangue humano. Suas larvas são encontradas normalmente em depósitos artificiais, como pratos de vasos, lixo acumulado, pneus e garrafas com água parada.
Aedes albopictus: presente principalmente em áreas rurais, suas larvas são encontradas em depósitos naturais, como buracos em árvores e cascas de frutas. Porém, isso não impede com que recipientes artificiais abandonados em florestas também não sirvam como criadouros do mosquito.
Com relação a forma de transmissão, sabe-se que a única maneira da doença ser transmitida é através da picada do mosquito. Portanto, evitar com que isso aconteça é a única maneira de prevenção contra o chikungunya. Após a picada, o vírus pode apresentar os sintomas entre 4 a 8 dias (tempo de incubação).
É fato que há casos assintomáticos, porém, de acordo com o Center for Infectious Disease Research and Policy, cerca de 72 a 97% dos pacientes infectados irão experienciar algum tipo de sintoma. Por mais que esses sintomas sejam intensos, a taxa de mortalidade é inferior a 1 em cada 1000 casos.
Não há transmissão da doença entre pessoas porém, caso o mosquito pique uma pessoa infectada com o vírus, ele pode ser transmitido a outra pessoa se o mesmo mosquito picá-la.
A transmissão entre mãe e bebê pode ocorrer durante o parto (transmissão vertical). Não há evidências de que a mãe transmita a doença para o feto durante a gravidez.
Como o transmissor do chikungunya é o mesmo do da dengue, é possível, sim, ter as duas doenças ao mesmo tempo.
Grupos de risco
Por mais que o mosquito possa picar qualquer pessoa e em qualquer idade, alguns grupos são mais suscetíveis a desenvolverem a doença. São eles:
Idosos;
Crianças menores de 1 ano;
Gestantes;
Pessoas que já tenham algum tipo de doença.
Caso alguma pessoa desses grupos seja infectada com o vírus, leve-a imediatamente ao pronto atendimento.
Sintomas da Febre Chikungunya
Grande parte dos sintomas do chikungunya são bem parecidos com os da dengue por isso a grande quantidade de diagnósticos precoces. De acordo com alguns estudiosos, como Felicity Burt e Michael S. Rolph, a fase aguda da doença pode evoluir para crônica.
Conheça os sintomas de cada uma delas abaixo:
Fase aguda
Os sintomas típicos da doença, na fase aguda, são:
Febre alta, igual ou superior a 39ºC, que surge de maneira repentina e tem duração de 2 a 3 dias;
Dor e inchaço intensos nas articulações, que podem afetar os tendões e ligamentos em mais de 90% dos casos;
Manchas vermelhas na pele, que surgem no corpo todo após 2 a 5 dias do início da febre, incluindo palmas das mãos e plantas dos pés;
Dor nas costas (dorsalgia) e nos músculos em geral;
Coceira por todo o corpo, podendo haver descamação de pele;
Fadiga extrema;
Hipersensibilidade à luz;
Dor de cabeça constante;
Vômito, diarreia, dor abdominal;
Calafrios;
Vermelhidão nos olhos;
Dor intensa atrás dos olhos.
Em raros casos, distúrbios neurológicos também foram notificados, como a síndrome de Guillain-Barré, paralisia, meningoencefalite, paralisia flácida e neuropatia.
Fase crônica
Durante as epidemias da doença que acarretaram o mundo, observou-se que o chikungunya pode causar sintomas a longo prazo após a infecção aguda. Dentre os sintomas, destacam-se:
Artrite de longo prazo: observada após um surto em 1979;
Dores musculoesqueléticas de longa duração: em 2006, num surto em La Reunion, mais de 50% das pessoas com mais de 45 anos relataram esse sintoma;
Juntas doloridas: nesse mesmo surto, 60% das pessoas relataram o sintoma, mesmo após 3 anos da infecção;
Artralgia (tipo de dor articular): um estudo na França constatou que 59% das pessoas sofrem com esse sintoma 2 anos após a infecção;
Dores musculares, dores articulares ou astenia (tipo de fraqueza orgânica): após uma epidemia na Itália, 66% das pessoas relataram esses tipos de dores após 1 ano da infecção aguda.
As causas desses sintomas ainda não são bem definidos, por isso a importância de ficar atento caso apareçam.
Diagnóstico da Febre Chikungunya
O chikungunya pode ser diagnosticado a partir de três critérios diferentes: clínicos, epidemiológicos e laboratoriais. Clinicamente, febre elevada e fortes dores nas articulações já indicam um suposto caso da doença. Portanto, em decorrência disso, um médico deverá ser consultado (clínico geral, por exemplo), a fim de investigar as causas e motivos desses sintomas.
Com relação à epidemiologia, muito provavelmente o médico irá realizar perguntas sobre se o paciente viajou ou passou um tempo em regiões onde a chikungunya é recorrente nos últimos 12 dias (tempo de incubação potencial do vírus). Já sobre os exames laboratoriais disponíveis para diagnosticar a presença do vírus no organismo do paciente, três tipos diferentes podem ser encontrados: sorologia, PCR em tempo real (RT-PCR) e isolamento viral.
Todos esses exames estão disponíveis nos laboratórios de referência da rede pública brasileira, que são:
Região Norte: Instituto Evandro Chagas (IEC);
Região Nordeste: Lacen/CE e Lacen/PE;
Região Sudeste: Instituto Adolfo Lutz SP, Fundação Nacional Ezequiel Dias MG (Funed) e Fundação Oswaldo Cruz RJ (Fiocruz);
Região Sul: Lacen/PR;
Região Centro-Oeste: Lacen/DF.
Cura e Tratamento da Febre Chikungunya
O chikungunya possui cura, tanto é que, uma vez infectado com o vírus, o indivíduo fica imune para o resto da sua vida. Como ainda não há um tipo de tratamento para a doença em si, os especialistas se focam em tratar os sintomas recorrentes da mesma.
Os seguintes tratamentos podem ser recorridos:
Anti-inflamatórios não esteróides, como naproxeno;
Analgésicos sem aspirina (pois essa substância pode aumentar o risco de hemorragia), como o paracetamol;
Imunoterapia, que consiste em administrar anticorpos humanos (imunoglobulina) anti-CHIKV aos pacientes infectados pelo vírus;
Ribavirina, caso a artrite crônica permanecer por mais de duas semanas.
Além do uso desses tratamentos, recomenda-se, ainda:
A ingestão de alimentos ricos em magnésio, para fortalecer o sistema imunológico;
Repouso, pois permite a regeneração do corpo;
O consumo de 1,5 a 2 litros de água diariamente, para que a desidratação seja evitada;
Fisioterapia, caso a dor nas articulações persista mesmo após a febre ter passado.
Complicações
São raros os casos onde a chikungunya se apresenta sem febre e dor, porém eles podem acontecer. Caso surja algumas das seguintes alterações, o indicativo de que a doença é grave é alta:
Sistema nervoso:convulsões, síndrome de Guillain-Barré, perda dos movimentos dos braços ou pernas, formigamentos;
Olhos: inflamação ótica, na íris ou retina;
Coração: insuficiência cardíaca, arritmia e pericardite;
Pele: escurecimento de determinadas áreas, aparecimento de bolhas ou úlceras aftosas;
Rins: inflamações e insuficiência renal;
Demais complicações: complicações sanguíneas, pneumonia, insuficiência respiratória, hepatite, pancreatite, insuficiência adrenal e aumento ou diminuição do hormônio antidiurético.
Normalmente, essas complicações surgem devido ao sistema imunológico enfraquecido do paciente ou por conta do uso de determinados medicamentos.
Prevenção da Febre Chikungunya
Infelizmente, ainda não há nenhum tipo de vacina que previna a infecção causada pelo chikungunya. Portanto, a única maneira de prevenir a doença é evitar ser picado pelos mosquitos transmissores.
Confira algumas dicas:
Use telas nas janelas para que os mosquitos não entrem em sua casa;
Não deixe água parada, assim evita com o que o mosquito se prolifere;
Se o tempo permitir, use calças e camisetas compridas;
Use repelentes de insetos (dê preferência aos que tem DEET, picaridina, IR3535 e óleo de eucalipto ou para-mentano-diol em sua composição).
O Chikungunya está cada dia mais preocupante, pois o número de casos vem aumentando cada vez mais. Compartilhe esse artigo com a sua rede de contatos, pois quanto mais gente tiver acesso a essas informações, maior será a prevenção contra o vírus e o mosquito transmissor!
Apresento a vocês Alexandre Ferrão mais um preso inocente, ele é promotor técnico Júnior, trabalha em uma empresa de tintas a nove anos. Alexandre está no terceiro período na faculdade de marketing, tem dois filhos. Ele faz parte dos 159 presos que estavam no pagode em Santa Cruz, bairro da zona oeste do Rio e comprou o ingresso a R$10 reais e agora está preso em Gericinó no complexo de Bangu acusado de fazer parte da maior milícia do RJ.
Você que teve seu Marido/Namorado/Parente/Amigo preso nessa situação, envie msg , pra juntos colocarmos a boca no mundo e mostrar o quanto são INOCENTES!!!
Na onda dos caciques petistas nacionais, como os senadores Lindbergh Farias (RJ) e Gleisi Hoffmann (PR), a deputada federal Erika Kokay (DF) pediu para acrescentar o termo “Lula” em seu nome parlamentar. Com a mudança, a vice-líder do PT na Casa passará a ser chamada de Erika Lula Kokay.
Além das placas na porta do gabinete, a nova nomenclatura aparecerá também no painel de votações da Câmara dos Deputados e nas legendas de conteúdos transmitidos nos canais de comunicação da Casa.
O pedido foi feito formalmente ao presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), nesta quarta (11/4).
Segundo a parlamentar, é preciso utilizar todos os instrumentos para protestar contra a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que se entregou à Polícia Federal no último sábado (7), após o juiz federal Sérgio Moro decretar a detenção do petista.
“Lula é um preso político, vítima de um ardil articulado por setores golpistas sem voto que capturaram as instituições para impedir que o líder nas pesquisas eleitorais deste ano possa vencer as eleições presidenciais de outubro”, acusa Erika Lula Kokay.
Nessa quarta feira (11) ,por volta das 15 horas um piloto de paraglaider , equipamento semelhante a um paraquedas, estava sobrevoando a região de Guaratiba na zona oeste do Rio de Janeiro ,quando o mesmo perdeu o controle se enrolou com equipamento e começou a dar giros descontrolados até cair em um campo de futebol do Flama Futebol Clube no bairro de Guaratiba .
segundo moradores do local que foram os primeiros a socorrer o homem, Ele caiu numa velocidade muito grande e se espatifou no chão.
Os bombeiros chegaram rapidamente socorrer o rapaz ,que ainda não foi identificado ,porém, teve múltiplas fraturas quebrou várias costelas e também quebrou a coluna a vítima foi encaminhada para o hospital municipal Rocha Faria em Campo Grande.
mais informações desse acidente em instantes em nosso site