BEBÊ QUE NASCEU APÓS MÃE SER BALEADA CABEÇA TEM ALTA DO HOSPITAL
Após 23 dias de luta pela vida, o bebê Antônio, que nasceu depois que a mãe Michelle, então grávida de oito meses, foi baleada na cabeça durante uma tentativa de assalto, recebeu alta do Hospital das Clínicas Mário Leoni, em Duque de Caxias. Sem conter a felicidade, o pai de Antônio, Wallace, deixou o local com a mulher e o filho por volta das 17h20m. A criança saiu coberta por uma manta vermelha “para dar sorte “:
– O vermelho é vida – afirmou a mãe.
A criança, que chegou a ficar mais de uma hora sem receber oxigenação adequada até que os médicos conseguissem estabilizar a mãe e realizar a cesariana para salvá-la, não sofrerá sequelas, segundo os últimos exames médicos. Os pais não têm dúvida de que viveram um milagre. Antônio passou por uma nova avaliação antes da alta.
Segundo Michelle a criança deverá ter cuidados normais comuns a qualquer recém-nascido, apenas sendo evitadas visitas nos próximos 45 dias por se tratar de uma criança prematura.
O pai, também religioso, lembrou aos repórteres suas próprias declarações quando o estado de saúde de mãe e filho era gravíssimo:
– Eu não disse a vocês que vocês ainda iriam ter a oportunidade de falar com a própria Michelle, com Antônio no colo?
Antônio é o primeiro filho de Wallace e Michelle. Assim que nasceu seu estado de saúde foi considerado gravíssimo — segundo o pai, os médicos chegaram a dizer que o bebê não sobreviveria. Mas a criança apresentou melhora.
O empresário Roberto Del Cima, de 69 anos, esfaqueado em casa, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, após marcar um encontro pelo Tinder, afirmou ter sido enganado e contrariou a versão apresentada por Sergiara de Oliveira Ribeiro, de 24 anos, acusada do crime. De acordo com Del Cima, a jovem contou que era natural de Minas Gerais e que tinha um pai abusivo. Ela disse que veio ao Rio de Janeiro para convencer a mãe a sair de casa, após ser vítima de violência doméstica repetidas vezes. Sergiara e o comparsa, Victor Hugo Dias, de 26 anos, foram presos dois dias após o crime em Juiz de Fora, em Minas Gerais.
Sergiara nas fotos do Tinder e no momento da prisão Foto: Divulgação
O empresário contou ainda que Sergiara disse que o pai era um advogado criminalista famoso e que insistiu para marcar um encontro na casa dele para evitar ser vista por conhecidos e, supostamente, agredida pelo pai. Ela ainda disse ao empresário que, para sair de casa, falou à família que estava indo para a casa de uma amiga no mesmo condomínio, também na Barra, e que, por isso, não pegou documentos. Del Cima afirmou que chegou a desconfiar da jovem, mas acabou convencido pela atuação. Ele lamentou ter se deixado levar pela história contada por Sergiara.
— Ela é uma artista. Ela tem o sotaque, disse que era sofrida. Eu entrei com o carro dela no meu condomínio, usando minha digital. Eu entrei na garagem dirigindo o carro dela. Ela disse que estava sem documentos porque, se pegasse a carteira de motorista, o pai ia desconfiar que ia para outro lugar. Depois de saber de tudo, as pessoas devem pensar que eu sou idiota. Não sou não. Cada pessoa tem cinco minutos de idiotice por dia e ela me pegou nesses cinco minutos — disse.
Empresário desconfiou de ‘Boa Noite, Cinderela’
Roberto Del Cima foi esfaqueado ao menos oito vezes em diversas partes do corpo por Sergiara e Victor, que chegou à residência dentro do porta-malas do carro da jovem. Del Cima contou que, ao descobrir que ela estava sem documentos, desconfiou das intenções da mulher. Ele chegou a revistar o veículo em que ela estava, mas não abriu o porta-malas.
— Ela estava sem nenhum documento. Isso foi me deixando desconfiado. Fui ao encontro dela na entrada do condomínio. Eu não sabia que ela estava de peruca, para mim era um aplique. Estava com um vestido estranho, preto e comprido. Brinquei que estava parecendo a Mortícia (personagem da ‘Família Adams’). Ela disse que era para o pai não desconfiar. Respondi ainda: “sem identidade…isso está me parecendo ‘boa noite, cinderela'”. Eu ainda dei uma pesquisada no carro, mas não abri a mala. Foi minha grande idiotice — disse.
Naquela noite, a empregada de Del Cima, Iara Domingues, de 37 anos, dormiu na residência por causa de um intenso tiroteio próximo a região onde mora. O empresário contou que Sergiara chegou a conversar com Iara sobre gastronomia pouco antes de a funcionária ir dormir. Ainda de acordo com Del Cima, aquele era o primeiro encontro com Sergiara — que se identificou como Vivian.
— Ela falou com a minha empregada, falou de comida, deu dois beijinhos. Depois que a Iara foi dormir, ela perguntou se eu ia beber alguma coisa e eu disse que não. Ela me pediu por vodca e misturou com energético. Quando eu fui pegar a bebida, ela brincou comigo: “Não sai de perto de mim não! Você vai achar que é ‘boa noite, cinderela’!”. Aos poucos a minha desconfiança foi indo embora com as atitudes dela e eu relaxei — contou o empresário, que chegou a avisar sobre a vista a um amigo, que ligou para saber se estava tudo bem.
Em depoimento na delegacia após a prisão, Sergiara contou que colocou tranquilizante na bebida de Roberto para que a vítima sentisse sono e a relação entre eles não durasse muito, já que, segundo a suspeita, ela já tinha feito outros “programas” naquele mesmo dia. A jovem disse ainda que teria tido uma luta corporal com Del Cima porque ele a obrigou a ter relações sexuais sem preservativo. O empresário, porém, negou que tenha negociado valores para o encontro com a jovem e a versão apresentada por ela na delegacia.
Dupla atacou empresário na Barra da Tijuca Foto: Divulgação
— Não tem nada na conversa dela me pedindo dinheiro ou falando que era garota de programa. Também não teve briga nenhuma. Tanto que usamos a ‘camisinha’. Eu estava dormindo e acordei sentindo batidas nas costas. Sabe filme de terror? Você acorda com a pessoa te esfaqueando diversas vezes. Esfaqueou para me matar, sem mais nem menos. Achei que ela estava tendo um surto psicótico e estava vendo outra pessoa — contou.
‘Só saíram da minha casa porque acharam que estava morto’, diz Del Cima
O empresário ainda chegou a colocar a mulher no banheiro, enquanto gritava por socorro. Victor Hugo Dias, que estava no porta-malas do veículo, ouviu os gritos e subiu para ajudar a jovem. De acordo com a Polícia Civil, a dupla contou na delegacia que ele fazia o papel de segurança da mulher durante programas. Victor chegou a esfaquear o empresário algumas vezes e desferiu socos contra ele, que perdeu a consciência. Ao ver o homem subindo para ajudar Sergiara, a empregada fugiu pelo telhado da residência em busca de ajuda. A dupla fugiu da casa levando um relógio Tissot e o celular da vítima.
Banheira também tinha marcas de sangue Foto: Reprodução
Os bens de Del Cima foram encontrados pela polícia com os acusados em um hotel, no momento da prisão. O empresário, que teve alta há poucos dias, se recupera em casa.
— Eu acho que eles só saíram da minha casa porque acharam que eu estava morto. Estou ainda um pouco fraco pela perda de sangue, mas estou me recuperando. Já usei bastante o aplicativo de relacionamento, conheci muita gente interessante. Mas, por enquanto, não vou usar. Acho que essas plataformas poderiam ter o CPF dos usuários, por medida de segurança, mesmo que isso não fosse exposto para os demais. Acho também que não podemos marcar encontro à noite, tentar sempre que seja à tarde. E, claro, nunca marcar para dormir com a pessoa sem conhecê-la bem. Pode acontecer qualquer tipo de maldade — finalizou.
14°BPM prendeu dois tralhas após tentativa de furto a Banco Santander na Avenida Santa Cruz. Na ação, houve confronto e, além dos dois tralhas presos, dois ficaram baleados.
Ferramentas usadas pelos bandidos foram apreendidas.
MULHER QUE FOI BALEADA EM QUIOSQUE NA PRAIA DA RESERVA – RECEBE ALTA DO HOSPITAL
A estudante Larisse Isídio da Silva, de 21 anos, recebeu alta do Hospital Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. A informação foi confirmada pela Secretaria Municipal de Saúde. Ela foi atingida no abdômen no dia 21 de janeiro na Praia da Reserva.
O crime aconteceu na altura do posto 8, quando dois criminosos em uma motocicleta tentaram assaltar um policial militar que estava de folga.
Em entrevista o policial militar contou que estava na areia da praia com a família quando o suspeito sentou ao lado dele e apontou a arma pedindo o cordão.
“Eu achei que era uma arma de brinquedo porque estava meio descascada. Ele arrancou meu cordão, tentou puxar meu anel. Ele também tentou pegar a bolsa que estava com a minha mãe e ela começou a gritar. Eu puxei a bolsa e corri atrás dele”, contou o policial, que preferiu não se identificar.
O PM, que estava de folga, disse ainda que não houve troca de tiros e que, no momento em que correu atrás do criminoso, ele virou para trás e soltou uma “rajada” com a arma. O crime foi registrado na 16ª DP (Barra da Tijuca).
Alunos da PUc-Rio, universidade onde Larisse estuda, chegaram a fazer uma campanha pedindo doações de sangue.
Imagens de uma câmera de segurança flagraram o momento em que o criminoso atingiu a jovem e o mostra correndo armado pelas areias.
HOMEM MORTO PRÓXIMO AO BLOCO ‘TAMO JUNTO’ EM PADRE MIGUEL É MORADOR DE CAMPO GRANDE
Infelizmente, mais uma violência aconteceu no Rio! Ontem, o Diogo, que é morador das casinhas – Tingui – Campo Grande… Foi morto próximo ao bloco tamo junto em Padre Miguel.Ainda não sabemos o motivo do crime.
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QUE DEUS CONFORTE O CORAÇÃO DOS FAMILIARES E AMIGOS
✳ Histórico : Por determinação do senhor Cmt de CIA Capitão Ortega, em consonância com as diretrizes do Comando do 21° BPM, a guarnição a comando do 1°Ten Diniz procedeu ao local em tela após verificar a denúncia de transeuntes que no local acima citado poderia ser encontrados elementos pertencentes ao tráfico que teria participação no ataque que vitimou o policial Sgt. Diniz do 41 BPM, guarnição procedeu ao local e foi recebida por Dafs, efetuou o
cerco tático e logrou êxito em prender Helio Rodrigues Fraga Junior – Vulgo PQD – o mesmo se intitula chefe do tráfico local e Anderson de Arruda Rosa – Vugo Dan Dan. Com eles o material acima citado. Os presos e o material foi encaminhado para a 54° DP para apreciação da autoridade policial.
🚨3° CPA/ 21°BPM
📆Data: 03/02/2018
✳ *Código Inicial: 04.330 – Tráfico de Entorpecente
✳ *Código Final: 04.330 – Tráfico de Entorpecente
⏰ *Horário Inicial : 12h30min
⏰ *Horário Final :* Em andamento
➡local : Rua Francisco Torquilho Lt. 06 bairro Vila União ( São João de Meriti )
➡ *BOPM: 1400337
➡ *RO*: 54-01232/2018 64dp
🚔 *Supervisão de Oficial*: VTR 52-2528 🚔 *GAT 2° CIA :* VTR 52-1302 / VTR 52-1376
👮 : TEN DINIZ , SGT PERI, SGT LEANDRO, SGT DA SILVA, SGT LIQUIMAR, SGT MAURICIO, CB ALEXANDRE , CB BARRETO e SD LEANDRO
👤 Acusado: Anderson de Arruda Rosa – vulgo: Dan Dan
O homem que foi executado com tiros de fuzil dentro de uma ambulância, perto de um hospital na Zona Oeste do Rio, na madrugada deste domingo, havia sofrido uma tentativa de homicídio 72 horas antes do assassinato. Mikael Barboza da Cruz deu entrada no Hospital municipal Albert Schweitzer, em Realengo, nesta quinta-feira. Ferido a tiros, ele disse que foi vitima de tentativa de assalto.
A polícia não divulgou detalhes do caso para não prejudicar as investigações sobre a morte. Mas há informações de que a vítima já foi investigada por crimes de formação de quadrilha, extorsão e homicídio. O corpo de Mikael foi levado para o Instituto Médico-Legal, no Centro.
Na madrugada de domingo, ele voltava do Hospital Salgado Filho, no Méier, onde havia feito exames, quando a ambulância em que estava foi interceptada por um Honda City, na Rua Guarulhos, que fica nas proximidades do hospital . Quatro homens portando fuzis ordenaram que o motorista saísse da ambulância. Os bandidos então dispararam, atingindo Mikael que estava deitado em uma maca.
Ambulância em que homem foi executado Foto: Paulo Nicolella / Agência O Globo
Ele morreu na hora. Peritos constataram que pelo menos nove tiros de fuzil, calibre 762 , foram disparados. Os tiros acertaram principalmente o rosto da vítima. Testemunhas contaram que , antes do crime, os bandidos abriram a porta da ambulância, pediram que uma mulher que acompanhava Mikael virasse de costas e atiraram contra o homem.
— Eu estava lanchando em frente ao hospital quando começou o intenso tiroteio. Era tiro demais. Todo mundo se jogou no chão, desesperado — contou uma testemunha, acrescentando que, em três dias, esta foi a quinta execução naquela região — A DH já está acostumada a vir aqui — disse.
A mulher que acompanhava a vítima conseguiu escapar sem ferimentos . A polícia investiga a hipótese de que a morte de Mikael seja uma execução e que o crime pode estar ligado a tentativa de homicídio ocorrida na quinta-feira.
Funcionários do IML do Rio fazem paralisação por falta de limpeza
Funcionários do Instituto Médico Legal (IML) Afrânio Peixoto, na Leopoldina, Região Central do Rio fizeram uma paralização na manhã deste sábado (3) por falta de limpeza.
A Polícia Civil informou que houve negociação com a empresa Provac para quitar a dívida pendente na próxima semana e regularizar os salários dos funcionários. A partir disso, os funcionários se colocaram à disposição da empresa e retornaram às atividades por volta das 14h.
Ainda de acordo com a polícia, os médicos legistas deram sequência às necropsias normalmente sem prejuízos à liberação dos corpos.
A sede do IML recebe uma média de 30 corpos por dia, de acordo com os funcionários.
Um absurdo..
Pq quem já foi no IML sabe q é um local horrível d reconhecer um corpo ou até mesmo esperar a liberação, aí vcs imaginam o horror q deve ser..
Juntar a falta d limpeza com o odor q os cadáveres possuem
Coitado dos funcionários q trabalham nesse setor ok
As gestantes que procuraram ontem o Hospital municipal Rocha Faria, em Campo Grande, ficaram sem atendimento. A maternidade foi totalmente fechada. No sábado, um médico ainda estava de plantão no setor, apesar de não ter material para fazer partos. Ontem, nem obstetra havia. A Secretaria municipal de Saúde informou que os profissionais pediram demissão. Grávidas, algumas até com contrações, tiveram que pegar ônibus em busca de outra unidade de saúde, apesar de a prefeitura informar que havia ambulâncias disponíveis para fazer transferências.
— Estou grávida de um mês e pouco. A funcionária disse que não pode atender porque não tem médico. Agora, preciso pegar o ônibus e procurar uma outra maternidade. Estou com muita dor — contou Jaiane dos Santos, de 23 anos, ao sair do Rocha Faria.
O hospital está há meses mergulhado numa crise. No fim do ano passado, o prefeito Marcelo Crivella decidiu afastar a organização social Iabas, da administração da unidade, que passará a ser gerida pela empresa pública municipal RioSaúde, a partir do próximo dia 12. Com cerca de R$ 16 milhões atrasados a receber da prefeitura, a OS deixou de oferecer exames de rotina, como ultrassonografia e tomografia. De acordo com o Sindicato dos Médicos do Rio, o hospital enfrenta a falta de antibióticos e anticoagulantes, e os funcionários ainda não receberam o 13° de 2017.
Ontem, Silvana Monteiro, de 49 anos, estava no hospital com o filho.
— Ele está no soro, com muita dor. Está com suspeita de infecção urinária, mas não consegue fazer uma tomografia aqui para confirmar. Já foi ao Pedro II, em Santa Cruz (da rede municipal), e também não tinha o aparelho. Voltou hoje para cá por causa da dor, mas vai ter que procurar outro lugar