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GRAVIDA PERDE O BEBÊ APÓS LEVAR TIRO NO RIO DE JANEIRO!!!

Uma mulher identificada apenas como “Karolayne”, de idade e sobrenome ainda não revelados, perdeu o bebê que esperava após levar tiro no morro do Alemão, neste domingo (3/12).

A localidade onde o crime ocorreu é chamada de “Birosca” – Fazendinha – no interior do Complexo do Alemão. Segundo informações dadas por parentes, Karolayne foi atingida no braço, no peito e a bala perfurou o pulmão.

Ela passou por cirurgia no hospital municipal Miguel Couto e seu estado de saúde é considerado grave, segundo parentes.

PESSOAS BEM RESOLVIDAS!!!! ROBERTO JUSTUS VAI AO CASAMENTO DA EX MULHER!

O empresário Roberto Justus mostrou que tem uma relação muito boa com a ex-mulher Ticiane Pinheiro. Tanto é assim que compareceu ao casamento da apresentadora com o jornalista Cesar Tralli. Ao lado da sua atual companheira, Ana Paula Sibert, Justus estava feliz pelo casal.

“O carinho que eu tenho pela Tici, a Paula também, pelo César, um homem maravilhoso. A gente tá muito feliz por eles, então não dava para não prestigiar a minha ex-mulher em um casamento como esse”, disse o empresário ao UOL. Da relação de Justus com Tici nasceu Rafaella, que faz sucesso na internet.

 

Ticiane e Justus ficaram juntos por oito anos. Em 2013, eles se separaram. Um ano depois, a apresentadora conheceu Cesar Tralli e começaram a namorar. Depois de dois términos, reataram em outubro de 2016 e ficaram noivos.

EMPRESÁRIO DE CAMPO GRANDE PEDE JUSTIÇA PELA MORTE DO PAI, VITIMA DE NEGLIGÊNCIA MÉDICA!!!

DESESPERO DE UM FILHO MÉDICO SOBRE UMA INTERNAÇÃO NO CTI DO HOSPITAL VITÓRIA ( BARRA DA TIJUCA )

“Prometo não descansar até corrigir a negligência que tiveram com você naquele hospital, meu pai.
Não sou egoísta para negar as vontades de Deus. As vezes a gente sofre, mas aceita.
Mas não deixarei em vão tudo o que te fizeram passar por lá.
Nem que isso seja a única coisa que eu ainda tenha que fazer na minha vida”.

Realmente a saúde em nosso país está sucateada.
Mas como médico, eu pensava que isso só acontecia em hospitais públicos, por falta de verbas ou por corrupção.
Mas não é só isso.
Falta atendimento humano.

Meu pai estava internado no complexo do Hospital Samaritano e Vitória na Barra da Tijuca, talvez um dos melhores do Rio.
Mas aqui, infelizmente, as doenças e suas intercorrências têm que ter hora marcadas.
Tudo que acontece à noite, os plantonistas tem que aguardar o dia seguinte para resolver com a rotina, como se em 24 horas de internação o paciente só pudesse piorar no horário comercial das 9:00 às 17:00h.
E tô falando de coisas básicas como avaliar uma anemia, um sangramento, um coagulograma ou um ajuste de parâmetros da ventilação mecânica.

Além do mais, ninguém trata mais o paciente. Tratam exames. Números. Imagens. E tudo precisa de um parecer do especialista.
Poderia até ser uma coisa sensata, não fosse a demora com que alguns desses exames e pareceres sao respondidos.

Ao tempo em que em alguns hospitais pacientes morrem por não terem acesso a exames básicos, em outros, é tanta ferramenta diagnóstica, tudo tão acessível, que a relação médico paciente é que passa a ser complementar.

Eu juro. Meu pai passou pelas mãos de uns 20 médicos diferentes, e posso contar nos dedos de uma mão aqueles que encostaram no meu pai para examiná-lo. E ainda sobraria dedo.

Como que um paciente em pós operatório de Cirurgia Cardiaca para troca valvar Aórtica faz um Tamponamento Cardíaco ( complicação previsível e tratável ) às 21:00h e só descobrem o que ele tem às 12:00 da manhã seguinte??

17 horas em choque Cardiogênico, não responsivo às aminas, e com isso as complicações como insuficiência renal, insuficiência hepática e encefalopatia anóxica, que culminaram em sua morte.

A explicação??
Não acordar o cirurgião a noite sem ter subsídios para a certeza do diagnóstico e reabordagem cirúrgica ( a qual acabou tendo que ser feita por volta do meio dia, do dia seguinte )
Plantonistas se sentem constrangidos em chamar o sobreaviso à noite, e mais uma vez deixam as soluções nas mãos da rotina.

Para mim, um claro exemplo de negligência e também de imperícia, pois até um acadêmico de medicina com meia dúzia de sinais seria capaz de dar um diagnóstico de tamponamento cardíaco, sem um único exame complementar, mas apenas com exame físico.

Se um setor de Cardio Intensiva de um hospital que se diz de ponta não é capaz de dar esse diagnóstico, então estamos diante de um caso grave de imperícia.
Se não quiseram acordar os colegas do Ecocardiograma ou da Cirurgia Cardiaca à noite, então o caso passa a ser de negligência. A meu ver, o que é ainda pior.

Uma decisão desastrosa que para nós familiares não teve perdão.
Meu pai não morreu pela Endocardite e Cirurgia Cardíaca.
Ele morreu por falta de atendimento médico adequado no período noturno, de uma complicação pós operatória previsível, num lugar com todos os recursos para fazer o diagnóstico a tempo de salvá-lo.

Vocês devem estar pensando: Ah. Mas foi uma fatalidade. Um fato isolado. O hospital lá é muito bom.

É muito triste saber que leigos jamais serão capazes de saber a verdade do que acontece numa internação fechada.
Mas como eu sou médico, tive acesso a tudo.
Entrava a hora que queria e tinha acesso ao prontuário e exames, e sabia exatamente o que podia ou não acontecer, de modo que para mim, era muito mais fácil reconhecer uma negligência.
Fico imaginando quantas vezes isso não acontece, e quantas famílias choram a perda de seus familiares sem nem saber os reais motivos.

Meu pai entrou ali falando.
Estava até feliz, como mostra a foto acima.
Ele comia sozinho. Sentava fora do leito.
Andava pelo corredor com a fisioterapia.
Não podia dormir acompanhante no CTI, então todos os dias a noite, eu o deixava sozinho.

A primeira grande negligência foi chegar um dia de manhã e perceber que simplesmente esqueceram de dar o antibiótico venoso dele.
Meu pai estava internado somente para isso. Nesse momento ainda não tínhamos a confirmação da Endocardite no Eco transesofagico, mas já havíamos isolado uma bactéria na hemocultura.
Vieram umas 10 pessoas me pedirem desculpas.
Chefes da enfermagem.
Chefe dos médicos
Fizeram reunião. Teve advertência.
Eles mesmos consideraram aquilo inaceitável.
De certa forma, fiquei até constrangido, pois percebi que passaram a me olhar torto, a parir de então.
Mas tudo bem. Eu já tinha falado mesmo, e pensei: agora eles vão ter cuidado redobrado com meu pai.

Relaxei e fui mais uma vez pra casa à noite.
Passam-se 3 dias de agonia, esperando o parecer da Cirurgia Cardíaca.
A essa altura ja tínhamos a confirmação da Endocardite pelo Ecocardiograma e com complicações, pois a doença havia acometido o anel peri valvar, causando um Bloqueio AV e isso fazia do quadro uma indicacao “A” para uma cirurgia de urgência.
A frequência cardíaca de 39 no monitor da foto acima é a prova do bloqueio.
Qualquer protocolo é mandatório que se opere em até 48 horas nesses casos, mas levamos 3 dias só esperando o tal parecer da Cirurgia, e isso porque dia 2 de novembro era feriado e então deixou-se para a sexta dia 3 e tenho certeza que demoraria ainda mais, até que mais uma intercorrência aconteceu:

Eu chego de manhã no dia 3 de novembro, e pasmem, meu pai estava em franco edema agudo de pulmão, com pressão sistólica de 200 mmHg e Frequencia respiratória de 47.

Fui eu quem o encontrei assim as 09:30 da manhã.
Foram as últimas palavras lúcidas que trocamos.
Ele quase sem poder falar me disse que teve a pior noite da vida dele.
Que ninguém havia passado naquele quarto desde a hora em que eu saí de lá às 22:00 da noite.
E que ele passou a noite rezando e pedindo a Deus que amanhecesse logo e que eu chegasse para salvá-lo.
Vocês conseguem imaginar a dor de um filho por tê-lo deixado lá sozinho??
Ja me culpei inúmeras vezes por isso.
E se eu tivesse ficado com ele?
E se eu quebrasse os protocolos e deixasse um celular para ele me ligar?

Mais um corre corre e pedidos de desculpas até que chega o chefe do setor, Dr Vitor Cravo.

Meu pai ja estava internado há 5 dias e eu sequer havia conhecido o chefe, pois estavam todos ausentes, pois era o período do Congresso de Cardiologia em São Paulo e também o feriado de 2 de novembro.

Aquele dia o Dr Vitor Cravo me disse: Me dê duas horas e vamos resolver a vida do seu pai.
Dito e feito.
Ele apenas fez o que ja devia ter sido feito há pelo menos 48 horas antes.
Ligou para a equipe da Cirurgia Cardíaca às 11:00 da manhã e às 14:00 meu pai já estava entrando no Centro Cirúrgico. Sem parecer nenhum. Dessa vez de emergência.
Afinal tinha um quadro de Congestão Pulmonar que em mais algumas horas o levaria a um quadro de Insuficiência Respiratória Aguda.
Não tive nem tempo de explicá-lo o que iríamos precisar fazer.
Ninguém mais da família sequer se despediu ou desejou boa sorte. E assim ele foi levado às pressas para a Cirurgia Cardíaca sem saber que operaria o coração.

Pronto. Passamos agonizantes 5 horas de espera da cirurgia até que ele aparece no elevador.
A cirurgia foi um sucesso.
Ele ficou 4 horas em Circulação extra corpórea e tivera uma excelente resposta.
A troca valvar foi fácil.
O eco pós operatório mostrava uma excelente função da valva.
A endocardite havia acometido apenas um dos folhetos e o anel. E ele saiu estável, apenas com um marcapasso epicárdico, mas até mesmo o bloqueio se resolveu após uns 7 dias, aproximadamente, e o marcapasso foi retirado.
Quanto orgulho de você, pai.
Você superou mais essa. Tirou de letra.
É mesmo um herói para todos nós.

Foi aí que ele foi novamente deixado na Cardio Intensiva para o pós operário imediato.
Ele chegou hipertenso. Estava em uso de Nipride para controle da pressão, e num protocolo normal da própria equipe, teria sido tirada a sedação e extubado em até 4 horas.
Havia urinado cerca de 1.500 ml na sonda vesical durante a cirurgia.

Mas era sexta a noite né?
E era troca de plantão.

A solução?

“Melhor deixar um pouco mais sedado e entubado e amanha de manhã procedemos a retirada da sedação e a extubação com a rotina”.

E então eu vou embora pela primeira vez aliviado e feliz com a notícia de que a cirurgia tinha sido um sucesso e surpreendido positivamente.
Consegui dormir pela primeira vez.

Mas chego no dia seguinte e ele simplesmente estava em choque, com 3 médicos em cima dele, que simplesmente não sabiam do que se tratava.
Me passaram que ele começou a ficar hipotenso às 21:00h e que além de suspenderem o Nipride, eles haviam tentado contornar com todas as drogas vasoativas para mantê-lo com a pressão estável, sem sucesso.

Será que posso de fato acreditar nisso?
Num lugar onde os pacientes ficam com pressão sistólica de 200 mmHg a noite toda, sem que ninguém perceba, não me espantaria que ele tivesse atravessado a madrugada inteira chocado sem que ninguém também tenha sequer percebido ou documentado. Isso explicaria a gravidade das lesões sofridas com esse tamponamento.

Mas quando cheguei, o doutor da rotina médica ja estava imbuído no quadro.
E àquela altura a suspeita deles era de que meu pai havia infartado.
Eu perguntei e pedi para ver o Eletrocardiograma e era normal.
As enzimas cardíacas, sobretudo a Troponina, também era normal.

Que tipo de infarto é esse que causa instabilidade hemodinâmica, mas que é incapaz de alterar um eletrocardiograma ou um exame bioquímico, marcador de lesão miocárdica?!

Mas insistiram nisso. Mesmo a despeito dos exames normais, eles acreditavam que ele havia infartado, e começou-se a discussão sobre levá-lo ou não ao cateterismo. Mais uma vez o exame se sobrepondo à clínica.
Como ele estava instável, cogitou-se colocá-lo em ECMO, uma espécie de oxigenação extra corpórea que mantém suporte de oxigênio para coração e pulmões debilitados.
Foi quando eu insisti que se tentasse um Eco Transesofágico, para enfim tentarmos chegar a um diagnostico, pois o risco de levá-lo ao cateterismo naquele momento era muito grande.

Ainda fui de certa forma questionado, pois segundo eles, um eco normal, ou com alteração segmentar, de qualquer forma não mudaria a conduta que era seguir com o cateterismo.
Mas parece que alguém resolveu escutar meu apelo, e o eco foi realizado antes que ele descesse para o cateterismo, e foi quando o diagnóstico do Tamponamento foi feito.
Isso mudou completamente o rumo das condutas.
Suspenderam o cateterismo e a ECMO e enfim ligaram para a equipe cirúrgica, que voltando às pressas, só conseguiu colocar ele novamente em sala por volta do meio dia.

Quanto achismo. Quanto tempo perdido.
Quanta falta de sensibilidade para um diagnóstico tão simples.
O dreno havia parado de acumular.
Era só cruzar esses achados e teria sido fácil diagnosticar.

Quando ele voltou da segunda cirurgia, as complicações ja haviam se instalado e aí foi questão de tempo para percebermos as injúrias.
Como ja mencionei: Insuficiência Renal, Hepatite Isquêmica e Encefalopatia anóxica, foram só algumas das inúmeras falências de órgãos pós tamponamento e a sua negligente condução do quadro.

Nunca mais falei com ele.
O máximo de interação foi mexer a cabeça afirmativamente quando perguntei se me amava e se estava com saudades.
Essa foi nossa despedida.

Sabe aquele avião que cai por falha num parafuso?
Exatamente assim que sinto a maneira como meu pai foi desencarnado.
Vencemos o mais difícil e perdemos para a negligência.

Outras negligências ocorreram desde então, até o dia de seu falecimento no dia 30 de novembro.
Teve uma manhã que o encontrei praticamente extubado.
Ele ventilava mal e ninguém havia observado o respirador que alertava sem parar.
Os monitores, respiradores e bombas infusoras de lá, nem sei para que têm alarmes.
Pois as pessoas simplesmente ignoram.

Nesse dia meu pai fez hipoxemia severa na gasometria e só quando eu cheguei que ajustaram. Mais injúria. Mais lesão para um organismo já tão debilitado.

Mais uma vez muitos pedidos de desculpas e a fisioterapia ajustou o tubo quase 7 cm abaixo do que aparecia ao raio x de rotina.

Àquela altura eu ja havia esgotado minhas forças para brigar com eles.
Fiz uma reunião de quase 2 horas em uma sala reservada com a rotina, e passei a pagar 250,00 por noite para que uma técnica de enfermagem ficasse a noite toda ao lado dele.
Surreal imaginar que isso seja necessário num hospital com a tradição e recursos do Samaritano e Hospital Vitória.

Elas me passavam coisas básicas como saturação, pressão, parâmetros ventilatórios e doses de aminas. Isso de certa forma me tranquilizava e de lá para cá as intercorrências noturnas cessaram, mas infelizmente era tarde demais para reverter o quadro.

Quem conheceu o meu pai sabe que ele jamais aceitaria viver uma vida de limitações, dependendo de ajuda para suas tarefas básicas, com sequelas neurológicas ou dependente de hemodiálise.
Viveu uma vida ativa e trabalhou e dirigiu até um dia antes de se internar.

Passei os últimos dias aceitando o que seria melhor pra ele, mas com muita pena de perdê-lo.
Meu sentimento é um misto de pena e raiva do que fizeram com ele, sem que eu pudesse defendê-lo.

Médicos soberbos por estarem na chefia de um hospital de ponta, sem o mínimo de humanização no tratamento.
Chegaram a me dizer que eu deveria entender que o meu pai tinha muita sorte de estar em um serviço “acima da média”, e que tamanha a gravidade da doença, ele já deveria ter morrido em qualquer outro hospital menos favorecido.

Sei que esse meu relato não irá trazê-lo de volta, mas vocês não imaginam a tranquilidade em minha alma poder estar escrevendo tudo isso.

A terapia intensiva tem compromisso de meio e não de fim. E isso de certa forma blinda os médicos contra ações por negligência ou imperícia, pois ninguém sabe o que se passa nas 24 horas de plantão. Vale o que está escrito, mas são eles que escrevem.

A menos que você tenha acesso aos meios utilizados, como foi o meu caso, você acredita simplesmente que eles fizeram o melhor que podiam, e tenta se acostumar com a sua perda.

Meu pai está num lugar bem melhor que o nosso agora, e isso de certa forma me consola.
Em breve vamos nos reencontrar.
Mas espero sinceramente que Deus toque no coração de cada médico que atendeu meu pai e que eles revejam a profissão que escolheram.

Que façam um curso intensivo de humanização com a enfermagem deles.
Essas sim sabem ser humanas.
Sabem olhar e cuidar de um paciente.
Meu pai nunca foi examinado por um médico da rotina.
Eles traçavam as condutas numa discussão baseadas em números, pareceres, imagens e exame físico que supostamente algum plantonista fazia, mas o máximo que eles “examinavam” era olhar da porta e observar monitores, respiradores e um rosto parcialmente coberto por lençóis.

Fica a saudade e um grande alerta a quem um dia precisar de internação neste lugar.
Acredito que não seja o único lugar que erra.
E não há problema nenhum em errar, quando se tenta acertar.
Mas sem negligência, por favor.

Dr Antonio Carlos Guimarães Junior
Filho apaixonado do paciente Antonio Carlos Guimarães 

BANDIDOS ATIRAM EM VITIMA EM CAMPO GRANDE!!! HOMEM ESTÁ EM ESTADO GRAVE NO HOSPITAL DA REGIÃO

Benjamim de 30 anos, casado, pai de um filho, morador de Campo Grande,estava  indo trabalhar neste sábado por volta das 6:30 da manhã quando foi abordado por dois homens armados, na estrada do mato alto, quando a vitima parou em sinal , perto do Bora Bora, queriam roubar sua moto e covardemente levou um tiro pelas costas.

Os bandidos levaram a moto da vítima, Benjamim, permaneceu deitado no chão sangrando muito, a vitima Ainda teve tempo de ligar para sua esposa pedir ajuda porque ele pensou que fosse morrer, ele foi levado para o hospital foi operado perdeu 30 cm do intestino e está em coma induzido no hospital
Mais um trabalhador que precisa das nossas orações e que covardemente quase teve sua vida ceifada que as nossas autoridades olhem com carinho nessa região

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POLICIA PRENDE DOIS HOMENS EM CAMPO GRANDE!!!!

Policiais da Delegacia de Homicídios (DH) prenderam dois homens, suspeitos de realizar cobranças para a maior milícia do Rio. Carlos Eduardo da Conceição Estrela, de 28 anos e Leon Levi de Almeida, de 27, estavam em carro, nesta sexta-feira, quando foram abordados pelos policiais na altura de Campo Grande, na Zona Oeste.

Com a dupla, que foi presa em flagrante, a polícia apreendeu, entre outras coisas, uma pistola calibre 380 com numeração raspada e anotações de cobrança do grupo miliciano.

Os dois capturados foram autuados em flagrante na Delegacia de Homicídios da Capital Foto: Reprodução

Os agentes também encontraram cerca de mil reais em dinheiro, caderno de anotações, talão de recibos e três telefones celulares.

Segundo os delegados Fábio Salvadoretti e Fábio Cardoso, os presos realizavam cobranças de taxas de segurança, às sextas e sábados, que são impostas a comerciantes do bairro. De acordo com a polícia, um dos chefes da quadrilha é Wellington da Silva Braga, o Ecko ou Didi.

 

 

 

 

Ecko é procurado polícia. O Tribunal de Justiça do Rio expediu um mandado de prisão preventiva em nome de Wellington da Silva Braga, por conta de um crime de homicídio .

 

FONTE: EXTRA

Repórter que foi beijada ao vivo será apresentadora da Globo

A repórter Sabina Simonato será a mais nova apresentadora da Globo. Ela fará parte do “Bom Dia São Paulo” ao lado de Rodrigo Bocardi, mas enquanto isso não acontece a profissional vem fazendo pilotos. A expectativa é de que sua participação no programa ocorra durante os plantões de fim de ano (Natal e Ano-Novo).

Sabina ganhou as manchetes, em 2014, ao ter a bochecha beijada duas vezes durante transmissões ao vivo da Copa do Mundo. Ela, muito bem avaliada internamente, vem fazendo testes para ocupar a função da qual Gloria Vanique é titular, e Jacqueline Brazil, substituta imediata.

repórter ainda tem a opção de escolher entre cobrir férias ou entrar nas escalas de fim de semana. Sua estreia definitiva ainda não foi decidida.

Homem manda foto da namorada para a mãe, mas não percebe um detalhe

Maison Vallance, do Tennessee, Estados Unidos, vacilou ao mandar uma imagem da namorada para a mãe. O rapaz estava empolgado após ter achado uma blusa de frio que tinha ganhado e que estava sumida há algum tempo. Para mostrar à matriarca que havia recuperado o item do vestuário, pediu para a namorada segurá-lo enquanto ele tirava uma foto.

Para piorar, depois que enviou para a mãe, ele decidiu também postar no Twitter e escreveu: “Eu tirei essa foto para minha mãe saber que encontrei o casaco que ela me deu, mas Meghan está muito bonita nela para não compartilhar”. Logo, os usuários notaram algo diferente no quarto.

Em cima da cama, há uma corda presa. Geralmente, ela é utilizada por casais adeptos de algumas loucuras na hora do sexo e serve para prender o parceiro (a). Minutos depois, Maison publica no Twitter: “Ok, acabei de perceber que mandei para minha mãe a foto com as cordas presas na minha cabeceira…”.

Obviamente, as pessoas não perdoaram a falha e fizeram piada com a situação. Segundo Maison, no entanto, a mãe não percebeu a corda em cima da cama e não houve aquele climão para contar do que se tratava.

 

 

Bebê de 3 meses morre atropelada no Rio de Janeiro!!!

Uma tragédia chocou os moradores de São Gonçalo, Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Daphine Barbosa, 21 anos, levava sua filha, Antonella, 3 meses, nos braços pela rua e foi atropelada por um carro. Com o impacto, a bebê foi arremessada e caiu embaixo de um caminhão que estava parado na via.

O Corpo de Bombeiros foi chamado e levou a mãe e a menina para o hospital. No entanto, Antonella não resistiu aos ferimentos. Já Daphine recebeu alta e está em casa. “O médico disse que a Antonella morreu devido aos ferimentos provocados pelo forte impacto nos órgãos dela. A Daphine estava caída também, dei atenção a ela quando cheguei e a acompanhei ao hospital”, contou Luiz Rodrigues, o pai da vítima, ao jornal Extra.

O motorista do carro não parou para prestar socorro. “Não entendo os planos de Deus, ainda mais te fazer morrer dessa forma tão drástica, mas sei que está em um lugar melhor. Tinha dito ontem a sua mãe que iria te ver e vou mesmo só que não da mesma forma. Que Deus nos conforte, e preencha os nossos corações da alegria que você nos trazia… Eu vou te amar pra sempre, minha nenela, minha gordelícia, meu anjo”, escreveu uma parente da criança nas redes sociais. A polícia investiga o caso.

POLICIAL MILITAR QUE MATOU JUIZA FOI CONDENADO A 79 ANOS DE PRISÃO NO RJ

Conselho de Sentença do Tribunal do Júri da 4ª Vara Criminal de São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio, condenou a 79 anos de prisão por homicídio qualificado, extorsão mediante sequestro e associação criminosa o policial militar Alexsandro Horffamm Lopes pelas mortes de dois traficantes, em 2010.

Ele é apontado como um dos líderes de um grupo de extermínio formado por policiais civis e militares que era investigado pela juíza Patrícia Acioli, assassinada em 2011. Outros 13 integrantes da quadrilha foram denunciados pelos mesmos crimes.

Segundo a denúncia feita pelo Ministério Público, Alexsandro era o organizador das ações do grupo. Ele esteve no local onde foram mortos Diego Torres da Silva e Rafael Dias de Miranda em julho de 2010, no bairro Jardim Catarina, e determinou como as execuções deveriam ser realizadas.

A sentença destacou que a forma como o crime foi cometido impediu qualquer possibilidade de defesa das vítimas, já que a quadrilha estava em maior número e com mais recursos. O pedido para que Alexsandro recorresse em liberdade também foi negado.

“A prisão do mesmo se apresenta necessária para garantir a aplicação da lei penal, pois, uma vez em liberdade, poderia tentar escapar da atuação Estatal”, afirmou a sentença.

 

Homem é preso após matar a mulher e fingir que ela tinha sofrido queda na zona oeste do rio

Um homem foi preso em flagrante por ter matado a mulher, com quem tinha um relacionamento de 8 anos e um filho de 1 ano e seis meses. Francisco José de Sousa Castro, de 49 anos, assassinou a companheira, Maria das Dores Brito, de 27 anos, com pancadas na cabeça na noite de quinta-feira, no Anil, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio.

Para encobrir o crime, o preso forjou um acidente e disse para a polícia que a jovem tinha sofrido uma queda ao trocar um chuveiro no banheiro de casa. Para corroborar a mentira, ele colocou no local do crime um chuveiro e uma escada

Porém, as investigações coordenadas pelos Delegados Fábio Salvadoretti, Phelipe Cyrne e André Timoni revelaram que a situação tinha sido forjada pelo assassino. Na verdade, a mulher foi agredida e morta no banheiro de casa.

De acordo com o perito legista, a quantidade e intensidade das lesões na vítima mostraram que essas só poderiam ter sido provocadas por força mecânica externa, como a força do marido, única pessoa que morava com a vítima, além do filho do casal. O laudo de necropsia confirmou que a magnitude das lesões era incompatível com queda da própria altura.

Após as investigações provarem que a sua versão era mentirosa, Francisco foi preso em flagrante pela DH Capital pelo homicídio qualificado pelo feminicídio da vítima.