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Lua Cheia do Veado” Brilhará no Céu Nesta Quinta (10) e Encantará Observadores

 

Na noite desta quinta-feira, 10 de julho, o céu será palco de um espetáculo natural impressionante: a “Lua Cheia do Veado”, fenômeno que marca uma das luas mais simbólicas do ano. Para admirar esse evento, não é necessário nenhum tipo de telescópio ou equipamento especial — basta olhar para cima, torcer por um céu limpo e aproveitar o momento.

O nome curioso tem origem na cultura dos nativos norte-americanos, que batizavam as luas cheias com base em fenômenos naturais que ocorriam na época. Em julho, os veados machos costumam desenvolver novos chifres, o que deu origem ao nome “Buck Moon” (Lua do Veado).

A Lua Cheia do Veado também é conhecida por sua energia intensa e é cercada de significados espirituais. Muitos acreditam que essa lua representa renovação, força e recomeços, sendo um ótimo momento para deixar o passado para trás e traçar novos caminhos.

O pico da observação será por volta das 20h30 (horário de Brasília), quando a lua estará completamente iluminada pelo Sol, aparecendo imensa e brilhante no horizonte. Em locais afastados das luzes da cidade, o visual será ainda mais espetacular.

Especialistas recomendam procurar locais altos ou abertos, como praias, campos e mirantes, para garantir uma visão mais ampla e deslumbrante. Mesmo nas grandes cidades, com tempo firme, será possível observar o fenômeno a olho nu.

Prepare a câmera do celular ou apenas contemple. A Lua Cheia do Veado é um lembrete do poder da natureza e um convite para desacelerar e se reconectar com o universo.

Não perca esse espetáculo gratuito no céu!

 

 

(Vídeo)Traficante “Diaba Loira” faz desabafo polêmico ao trocar o CV pelo TCP: “Fui agredida, não tinha vida, só servia ao patrão”

 

 

Rio de Janeiro – 10 de julho de 2025

Uma das figuras mais conhecidas do tráfico carioca, a criminosa conhecida como “Diaba Loira”, usou as redes sociais para fazer um desabafo explosivo sobre sua saída do Comando Vermelho (CV) e adesão ao Terceiro Comando Puro (TCP). Em uma postagem repleta de acusações, a traficante revelou os motivos que a levaram a trocar de facção e relatou momentos de humilhação, agressões físicas e desvalorização dentro da antiga organização criminosa.

“Galera aí me pergunta muito o que me motivou a pular… foi a covardia que eu sofria”, iniciou Diaba Loira, alegando que o ambiente interno do CV seria marcado por rivalidade, desprezo entre os próprios membros e uma cultura de exploração. Segundo ela, o tratamento dos “patrões” com os subordinados beirava a escravidão: “Acha que tua vida é pra ele. Não tem descanso, vida, nem família”, reclamou.

A criminosa foi além e revelou ter sido vítima de agressão por um integrante identificado como Bola Rasteira, supostamente ligado ao HN (complexo do Alemão). Ela ainda ironizou o fato, afirmando que ele estaria roubando o próprio chefe e que “não vai durar muito”.

“No começo fiquei com medo de pular, mas hoje vejo que foi a melhor decisão para mim e para o meu crime”, declarou, numa referência à mudança de facção, hoje considerada traição e punida com morte dentro do tráfico. Em um tom ameaçador, ela deixou um recado para outros criminosos do CV que cogitam desertar: “Se vier na pureza, vamos te abraçar. Mas se vier mandado, já sabe: granada em você kkkkkk”.

A fala causou alvoroço nas redes sociais e reforça o cenário cada vez mais instável entre facções criminosas no Rio de Janeiro. Especialistas em segurança apontam que relatos como esse evidenciam a fragmentação interna dos grupos, onde disputas por poder, desconfiança e violência interna têm se tornado cada vez mais comuns.

A Polícia Civil e o Ministério Público do Rio ainda não se manifestaram sobre a publicação. Enquanto isso, o perfil citado por Diaba Loira, @diabaloiraofc, já começou a ganhar milhares de seguidores, sendo usado como uma espécie de canal informal de aliciamento por parte do TCP.

O caso reacende o debate sobre a influência do crime organizado nas redes sociais e a ousadia de traficantes em utilizar esses meios para fazer propaganda, recrutar e até difamar organizações rivais em plena luz do dia.

 

Médico que Fez Lipo de Empresária Morta Já Havia Sido Expulso da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica

 

 

Caso levanta dúvidas sobre fiscalização médica e segurança de cirurgias estéticas no Brasil

A morte de uma empresária após uma cirurgia de lipoaspiração realizada no Hospital San Gennaro, na zona leste de São Paulo, está sendo investigada pela Polícia Civil como morte suspeita. O procedimento foi conduzido por um médico que, segundo apuração, já havia sido expulso da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e chegou a ser interditado totalmente pelo Conselho Regional de Medicina, devido a práticas consideradas irregulares.

Apesar do histórico preocupante, o profissional voltou a atuar na área médica após uma decisão judicial em 2022, que reverteu parcialmente sua interdição. Desde então, ele teve sua autorização restabelecida e voltou a realizar cirurgias estéticas, inclusive no hospital onde a paciente veio a falecer.

A vítima, uma empresária com cerca de 40 anos, procurou o hospital para realizar o procedimento estético, considerado de médio porte, mas que exige ambiente hospitalar adequado e médico qualificado. Poucas horas após a intervenção, a paciente sofreu uma parada cardiorrespiratória e não resistiu. A equipe médica acionou a família e o caso foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML). O corpo passou por exames para determinar a real causa da morte.

A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar se houve negligência médica, erro de procedimento ou falha na estrutura hospitalar. O prontuário médico e os registros da cirurgia foram solicitados e, segundo fontes da investigação, há indícios de irregularidades que ainda estão sob sigilo.

A revelação de que o médico já tinha histórico negativo agravou a repercussão do caso. Segundo registros da SBCP, ele foi expulso da entidade por não cumprir critérios técnicos e éticos exigidos para membros da sociedade, o que não impede legalmente sua atuação como cirurgião geral, mas indica falta de especialização reconhecida em cirurgia plástica.

Especialistas apontam para um grave problema na regulamentação da cirurgia estética no Brasil. “O paciente muitas vezes acredita que está sendo operado por um cirurgião plástico devidamente habilitado, mas muitos profissionais atuam com formações genéricas ou com histórico de punições, sem que isso fique claro para o público”, explica o médico Leonardo Matos, especialista em medicina legal.

O Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) foi questionado e informou, por meio de nota, que acompanha o caso e pode reabrir processos disciplinares contra o médico, dependendo do resultado da apuração. Já o Hospital San Gennaro afirmou que está colaborando com as autoridades e que lamenta profundamente o ocorrido.

A morte da empresária reacende o alerta sobre a falta de controle mais rígido na atuação de médicos com histórico disciplinar comprometido, e levanta uma pergunta inquietante: quantas outras vidas estão em risco por falhas na fiscalização da medicina estética no Brasil?

A investigação continua, e o caso pode ter desdobramentos graves tanto no campo jurídico quanto ético.

 

( Video) Bebê nasce em via movimentada em Campo Grande e emociona moradores

 

🚨 Milagre da Vida: Bebê nasce em frente à Igreja de Santana em Campo Grande e emociona moradores

Na manhã desta quarta-feira (10), moradores da Estrada do Mendanha, em Campo Grande, Zona Oeste do Rio, foram surpreendidos por uma cena emocionante: o nascimento da pequena Helena, em frente à tradicional Igreja de Santana.

Eram exatamente 8h da manhã quando a mãe da bebê começou a sentir fortes contrações dentro do carro, a caminho do hospital. A situação rapidamente chamou a atenção de quem passava pela via, uma das mais movimentadas da região.

Desesperados, os familiares acionaram o SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), que chegou com agilidade ao local e conduziu todo o parto com segurança e profissionalismo. A cena, que inicialmente gerou tensão, se transformou em comoção e aplausos dos curiosos que se reuniram ao redor.

Segundo testemunhas, o parto ocorreu de forma rápida e sem complicações. A equipe médica do SAMU prestou todo o suporte necessário e, em poucos minutos, o choro de Helena tomou conta do ambiente, emocionando até quem apenas passava pelo local.

“Foi lindo. Todo mundo parou pra olhar. Quando ouvimos o chorinho dela, foi um alívio e uma emoção enorme. Foi um verdadeiro milagre da vida!”, contou Dona Fátima do Carmo, que estava saindo da missa na igreja naquele momento.

A mãe e a bebê foram encaminhadas, logo após o nascimento, para uma maternidade da região, onde passam bem. A recém-nascida recebeu o nome de Helena, que significa “luz” ou “resplandecente” — uma escolha que, para muitos, combinou perfeitamente com o que aconteceu nesta manhã especial.

O momento também gerou uma onda de felicitações nas redes sociais, principalmente nos grupos de moradores de Campo Grande. Mensagens de parabéns, bênçãos e votos de saúde à nova família se espalharam com rapidez.

A chegada de Helena em um lugar tão simbólico quanto a Igreja de Santana — padroeira das mães e avós — deixou ainda mais marcante esse nascimento. Para muitos, não foi apenas o início de uma nova vida, mas um lembrete de que a esperança e os bons sentimentos ainda nascem todos os dias, mesmo nos lugares mais inesperados.

Parabéns aos pais da pequena Helena! Que a vida dela seja repleta de saúde, amor e felicidade.

 

Ganhador do Nobel de Economia , americano defende impeachment de Trump após tarifa de 50% sobre o Brasil

 

 

Data: 10/07/2025
Atualizado: 10/07/2025

O economista norte-americano Paul Krugman, ganhador do Prêmio Nobel de Economia e um dos críticos mais contundentes do ex-presidente dos Estados Unidos, voltou a fazer duras críticas a Donald Trump, desta vez por conta da nova tarifa de 50% imposta sobre produtos brasileiros.

Em uma publicação que viralizou nas redes sociais e provocou reações no meio político e econômico, Krugman defendeu abertamente o impeachment de Trump caso os Estados Unidos ainda fossem, em suas palavras, uma “democracia funcional”.

“Se ainda tivéssemos uma democracia que funcionasse, essa jogada contra o Brasil seria, por si só, motivo para impeachment”, escreveu o economista em tom indignado.

A tarifa, anunciada na última segunda-feira (08), foi classificada como uma tentativa de intimidação política por diversos especialistas e lideranças internacionais. Krugman reforçou essa visão e argumentou que a medida não apenas é economicamente irracional, como fere os princípios diplomáticos básicos entre nações soberanas.

“As exportações para os EUA são menos de 2% do PIB do Brasil. Trump realmente imagina que pode usar tarifas para intimidar uma nação enorme, que nem é muito dependente do mercado dos EUA, a abandonar a democracia?”, questionou Krugman.

As declarações do economista foram interpretadas como uma crítica indireta ao apoio dado por aliados de Trump à direita radical brasileira, especialmente em relação à atuação de figuras como Eduardo Bolsonaro, que comemorou publicamente a medida como uma resposta aos “abusos do Supremo Tribunal Federal”.

Nos bastidores, diplomatas brasileiros consideraram o gesto norte-americano um “ataque político disfarçado de medida comercial”, e o governo Lula estuda levar o caso à Organização Mundial do Comércio (OMC).

Enquanto isso, o mercado internacional reagiu com cautela. Exportadores brasileiros, principalmente dos setores de aço, carne e celulose — os mais afetados pela tarifa — já preveem perdas bilionárias nos próximos meses.

Krugman, colunista do The New York Times e voz influente entre liberais e progressistas, também alertou que a medida pode isolar ainda mais os EUA na cena global:

“Esse tipo de política externa baseada em retaliação e chantagem pode custar caro aos Estados Unidos. Não é só o Brasil que está observando — o mundo inteiro está”.

A polêmica está longe de terminar, e a pressão por uma resposta institucional dos EUA contra Trump cresce a cada dia.

 

As Mulheres Mais Bonitas do Brasil Estão na Zona Oeste do Rio!

 

Campo Grande, Bangu e Padre Miguel se destacam pela beleza e carisma das suas moradoras

Quando o assunto é beleza brasileira, a Zona Oeste do Rio de Janeiro brilha como um verdadeiro berço de charme, estilo e autenticidade. De acordo com opiniões cada vez mais frequentes nas redes sociais e registros de imagens ,as mulheres mais bonitas do Brasil estão em bairros como Campo Grande, Bangu e Padre Miguel.

Com traços marcantes, diversidade étnica e uma presença forte nas ruas e nas redes, as mulheres da Zona Oeste vêm chamando atenção até mesmo de agências de moda e grandes influenciadores. Em Campo Grande, por exemplo, é comum ver jovens desfilando pelos shoppings com looks estilosos, sorrisos marcantes e uma autoestima que contagia.

Nas academias por exemplo há um número de mulheres balzaquianas extremamente cuidadosas com a beleza do corpo

Em Bangu, a beleza vem acompanhada de tradição e orgulho do bairro. Moradoras que participam de projetos sociais, esportivos e artísticos se destacam por sua força e elegância. Já em Padre Miguel, onde a cultura do samba e das escolas de carnaval pulsa forte, o brilho e o gingado das mulheres viraram referência de beleza natural e atitude.

A combinação entre mistura de culturas, calor humano e autenticidade carioca faz da Zona Oeste um verdadeiro celeiro de mulheres lindas — por dentro e por fora. Em tempos em que a internet dita padrões, essas moradoras mostram que a verdadeira beleza está na diversidade, no sorriso fácil e na energia que só quem vive na Zona Oeste entende.

Se o Brasil é conhecido mundialmente pela beleza feminina, a Zona Oeste do Rio é, sem dúvida, o seu cartão de visitas mais encantador.

Rússia lança maior ataque com drones e mísseis desde o início da guerra na Ucrânia

 

Data: 10 de julho de 2025
Atualizado: 10 de julho de 2025

Na madrugada de 9 de julho de 2025, a Rússia desencadeou o maior ataque aéreo contra a Ucrânia desde o início da invasão, em fevereiro de 2022. Segundo o Comando das Forças Armadas da Ucrânia, foram lançados impressionantes 728 drones de ataque, em sua maioria do modelo Shahed, além de 13 mísseis de cruzeiro e balísticos. O ataque coordenado durou horas e teve como alvo múltiplas regiões do país, incluindo a cidade de Lutsk, no oeste ucraniano.

As forças ucranianas informaram ter conseguido interceptar 711 dos drones e sete mísseis, evitando o que poderia ter sido uma tragédia ainda maior. No entanto, alguns projéteis conseguiram atingir infraestruturas militares, e há confirmação de ao menos uma morte e diversos feridos em decorrência das explosões, segundo informações do portal UOL Notícias, corroboradas por veículos internacionais como The Sun e Agência Brasil.

Esse ataque é considerado o maior do tipo em uma única noite desde o início da guerra, sendo descrito por analistas como uma “tentativa desesperada de Moscou de romper a resistência aérea ucraniana” e testar a capacidade de defesa do país. Especialistas também apontam que a ofensiva pode ter motivações estratégicas ligadas ao aumento da tensão internacional e ao recente endurecimento do discurso de líderes ocidentais contra Vladimir Putin.

O governo ucraniano destacou que o país segue resiliente, mesmo diante de ataques cada vez mais intensos. Autoridades também ressaltaram a importância do apoio ocidental para manter os sistemas de defesa aérea operacionais. De acordo com fontes da NATO, caças foram mobilizados em países vizinhos, como Polônia e Romênia, em estado de alerta máximo, temendo uma possível escalada regional.

Imagens divulgadas por moradores de Kiev, Kharkiv e Dnipro mostraram céus iluminados por explosões e rastros de interceptações aéreas. A comoção tomou conta das redes sociais, com mensagens de solidariedade à Ucrânia vindas de diversos líderes mundiais.

A ofensiva de 9 de julho entra para a história como um dos capítulos mais sombrios da guerra, que já ultrapassa três anos de duração. Enquanto o mundo observa apreensivo, a Ucrânia segue resistindo — sob fogo, mas de pé.

 

Tomar menos banhos no frio faz mal para o corpo? Médicos esclarecem e dão dicas importantes

 

Com a chegada do inverno e a queda das temperaturas, é comum que muitas pessoas sintam uma preguiça maior de encarar o chuveiro. Mas será que pular o banho de vez em quando, só porque está frio, faz mal à saúde? Especialistas explicam que a resposta não é tão simples — e que tudo depende de equilíbrio e cuidados com a pele.

🧼 Menos banhos pode ser bom… até certo ponto

De acordo com dermatologistas, reduzir a frequência de banhos durante o inverno pode, sim, trazer benefícios para a pele. Isso porque a água muito quente e o uso excessivo de sabonetes comuns podem remover os lipídios — os óleos naturais que compõem a barreira protetora da pele. Sem essa proteção, o corpo fica mais suscetível ao ressecamento, coceiras e até irritações.

A dermatologista Juliana Piquet faz uma analogia interessante: “A pele é como um muro. As células são os tijolos, e os lipídios são o cimento que os mantêm unidos. Se tiramos esse cimento com banhos longos e quentes, o muro começa a rachar”.

🚿 Mas isso não quer dizer parar de tomar banho!

Apesar dos riscos do excesso, os especialistas alertam que a higiene diária ainda é fundamental — mesmo nos dias mais frios. O ideal é manter pelo menos um banho por dia para eliminar suor, secreções e impurezas acumuladas, garantindo o bem-estar e a saúde do corpo.

Para quem costuma se banhar mais de uma vez ao dia, a recomendação é simples: evitar o uso de sabonete em todo o corpo a cada vez. Outra boa alternativa são os óleos de banho, que limpam sem agredir tanto a pele.

💡 Dicas para banhos mais saudáveis no inverno

  1. Evite banhos muito quentes
  2. Diminua o tempo no chuveiro
  3. Prefira sabonetes líquidos ou óleos de banho
  4. Hidrate a pele logo após o banho, com ela ainda úmida

✅ Conclusão

No frio, menos pode ser mais — especialmente quando falamos em proteger a pele. Reduzir a temperatura da água, usar produtos adequados e manter a hidratação são atitudes que fazem toda a diferença. Mas lembre-se: higiene continua sendo essencial, em qualquer estação do ano.

 

Leia na íntegra a carta de Donald Trump para o presidente Lula

 

 

Decisão inédita promete estremecer relações entre Brasil e Estados Unidos após acusações de censura, desequilíbrio comercial e perseguição a Jair Bolsonaro

Em um movimento diplomático sem precedentes, o presidente dos Estados Unidos, Donald J. Trump, enviou uma carta oficial e pública ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta terça-feira, 9 de julho de 2025, anunciando tarifas de 50% sobre todos os produtos brasileiros exportados aos Estados Unidos a partir de 1º de agosto.

O documento, com timbre da Casa Branca, expõe abertamente o descontentamento do governo americano com o atual cenário político e comercial brasileiro. Na carta, Trump condena veementemente a forma como o ex-presidente Jair Bolsonaro vem sendo tratado no Brasil e classifica o julgamento do ex-mandatário como uma “vergonha internacional” e uma “caça às bruxas” que deve ser interrompida imediatamente.

“A forma como o Brasil tem tratado o ex-presidente Bolsonaro — um líder altamente respeitado em todo o mundo durante seu mandato, inclusive pelos Estados Unidos — é uma vergonha internacional”, afirma Trump, no texto endereçado a Lula.

Censura, redes sociais e retaliação comercial

Entre os principais motivos para a imposição das tarifas, Trump menciona ações do Supremo Tribunal Federal (STF) brasileiro, que, segundo ele, teria emitido centenas de ordens de censura “secretas e ilegais” contra plataformas de redes sociais americanas, ameaçando-as com multas milionárias e até expulsão do território nacional.

Esse contexto, segundo o presidente americano, justifica a adoção de medidas econômicas drásticas:

“A partir de 1º de agosto de 2025, imporemos ao Brasil uma tarifa de 50% sobre qualquer e todo produto brasileiro enviado aos Estados Unidos, separadamente de todas as tarifas setoriais”, diz Trump.

Trump afirma ainda que qualquer tentativa do Brasil de transbordar mercadorias por outros países para escapar das tarifas será monitorada e punida com a aplicação da tarifa mais alta disponível.

Quebra de confiança e déficit comercial

O presidente americano também fez duras críticas à estrutura comercial entre os dois países, alegando que os Estados Unidos mantêm uma relação desequilibrada e injusta com o Brasil. Ele argumenta que as políticas tarifárias, não tarifárias e barreiras comerciais brasileiras geraram graves déficits comerciais para os EUA.

“Essa tarifa de 50% é muito inferior ao necessário para equilibrar o campo de jogo. Essas políticas causaram déficits comerciais insustentáveis contra os Estados Unidos — uma ameaça à nossa economia e à nossa segurança nacional”, alerta Trump.

Pressão para abertura de mercado

Apesar do tom agressivo, a carta também abre espaço para negociação e revisão futura das tarifas. Trump afirma que está disposto a rever a decisão caso o Brasil aceite eliminar barreiras comerciais e abrir seus mercados para produtos americanos.

“Se desejar abrir seus mercados, até hoje fechados, aos Estados Unidos, poderemos considerar um ajuste nesta carta. Essas tarifas poderão ser modificadas — para cima ou para baixo — dependendo do andamento da nossa relação”, escreveu.

Além disso, Trump sinalizou que empresas americanas que decidirem produzir dentro do território brasileiro poderão ser isentas das tarifas, desde que a burocracia seja eliminada e as aprovações ocorram “em semanas”.

Investigação contra o Brasil

No trecho final do documento, Trump ordena oficialmente ao Representante de Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer, que inicie uma investigação com base na Seção 301 do código comercial americano. Essa investigação visa apurar práticas desleais do Brasil nas áreas de tecnologia, comércio digital e restrições a empresas americanas.

“Além disso, por causa dos contínuos ataques do Brasil às atividades digitais de empresas americanas, estou ordenando uma investigação imediata”, declarou Trump.

Repercussão e tensão diplomática

A divulgação da carta já está provocando forte repercussão no meio político internacional. O tom duro adotado por Trump coloca em xeque a estabilidade da relação comercial bilateral e pode gerar retaliações por parte do governo brasileiro.

Internamente, a mensagem também alimenta o embate político no Brasil, especialmente entre apoiadores de Bolsonaro e aliados do governo Lula. O ex-presidente é atualmente réu em processos judiciais que envolvem ataques à democracia e possível tentativa de golpe.

Até o momento, o Palácio do Planalto não se manifestou oficialmente sobre o conteúdo da carta.

Com a decisão, os setores agrícolas e industriais brasileiros, especialmente os que exportam carne, aço, alumínio, café e soja para os EUA, devem se preparar para perdas bilionárias e reestruturação de suas cadeias de exportação.


Leia a carta na íntegra enviada por Donald Trump a Lula:

A CASA BRANCA – WASHINGTON – 9 de julho de 2025

Sua Excelência Luiz Inácio Lula da Silva, Presidente da República Federativa do Brasil – Brasília

[…] (trecho completo da carta conforme descrito acima)


A imposição dessa tarifa generalizada de 50% é a maior já anunciada pelos EUA contra o Brasil nas últimas décadas e pode marcar o início de uma nova era de tensões econômicas e diplomáticas entre as duas maiores economias do continente americano.

 

Eduardo Bolsonaro diz que tarifas de 50% impostas por Trump são “resposta aos abusos de Moraes”

 

 

 

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou nesta quarta-feira (10) que as tarifas de até 50% anunciadas por Donald Trump contra produtos brasileiros representam, na verdade, um “reconhecimento” ao seu trabalho diplomático junto ao governo americano.

Segundo o parlamentar, que é filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, as medidas seriam uma forma de pressionar o governo Lula e o ministro do STF, Alexandre de Moraes, por conta do que chamou de “abusos e autoritarismo no Judiciário brasileiro”.

“Essas tarifas são uma reação clara aos desmandos de Moraes e à ruptura do Brasil com os valores do mundo livre, como a liberdade de expressão, a democracia e o Estado de Direito”, afirmou Eduardo em uma publicação nas redes sociais.

Eduardo Bolsonaro é um dos principais interlocutores da direita brasileira com políticos conservadores nos Estados Unidos. Ele já foi recebido por Trump em encontros privados e mantém forte ligação com nomes como Steve Bannon, ex-estrategista do ex-presidente norte-americano.

De acordo com Eduardo, as sanções comerciais seriam uma maneira simbólica dos EUA expressarem “repúdio ao alinhamento do governo brasileiro com regimes autoritários como China, Venezuela e Irã”.

A fala acontece após Trump prometer “tarifas duras” contra países que, segundo ele, “não respeitam os interesses americanos”. O Brasil foi citado nominalmente, o que gerou preocupação em setores da indústria e do agronegócio.

Até o momento, o Itamaraty e o Palácio do Planalto não se manifestaram oficialmente sobre as declarações do deputado. Nos bastidores, no entanto, há receio de que a retórica de Eduardo Bolsonaro possa acirrar ainda mais as tensões diplomáticas entre os dois países.