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RECEITA: Como acertar as dezenas da Mega-Sena!

O Jornal Nacional apresenta agora a quarta e última reportagem especial sobre a ciência mais injustiçada do mundo: a matemática, que assusta tanta gente, mas está em tudo à nossa volta. E hoje ela vai revelar uma receita: como acertar as dezenas da Mega-Sena.

Em muitos ramos da ciência, o conhecimento vai se renovando. A descoberta de hoje é superada pela de amanhã. Na matemática, não. As verdades são eternas e todo o conhecimento vem se acumulando desde a antiguidade até hoje. Mas a matemática ainda tem muito para descobrir.

Repórter: E já que esse é o nosso último episódio, depois de tantas andanças, eu deixei de cerimônia, criei coragem e perguntei o que todo mundo quer saber sobre números: o resultado da Mega-Sena. Será que o matemático Marcelo Viana poderia me ajudar? Eu não só fiquei sem resposta como aprendi que, se você for apostar na loteria, provavelmente não vai querer um matemático por perto porque eles adoram dizer que provavelmente você não vai ganhar.

Matemático: Você está fazendo aposta mínima?
Repórter: Isso, seis dezenas.
Matemático: São 50 milhões de combinações, você tem uma chance de 0,000002%.

A Mega-Sena tem mais de 50 milhões de combinações possíveis. Para ter certeza do acerto, um apostador teria de gastar mais de R$ 175 milhões. É o duelo da calculadora com o poder da imaginação.

Como seria a vida diante de um cartão postal?  Mas até o cartão postal mostra o quanto é difícil ganhar.

Repórter: Aproveitando que a gente está aqui diante do Cristo, se eu quisesse apostar em todas as combinações possíveis – são duas apostas por cartela – daria mais ou menos a altura do Cristo Redentor?

Matemático: Duas apostas em cada cartela você vai colocar todos os 50 milhões de apostas, 25 milhões de cartelas, daria três vezes a altura do Corcovado. Três vezes mais alto do que o Corcovado contando o morro e a estátua, três vezes.

Repórter: Marcelo, se eu apostar em todos os concursos, seis dezenas, duas vezes por semana, quanto tempo eu levo para ter certeza de que eu vou ganhar?

Matemático: Olha, certeza você não vai ter nunca. Supondo que você aposte duas vezes por semana, como você falou, deve dar 150 mil anos, aí você nesse tempo tem chance de 50% de ter acertado.

Atletas dos números
O Mauro não quer esperar tanto tempo para realizar os sonhos e, para isso, está estudando matemática.

“A matemática é como se fosse uma língua que você fala, uma língua estrangeira. Os números seriam como as letras, as expressões como as frases que estão tentando te dizer alguma coisa”, diz o estudante Mauro Victor Ferreira Moledo.

Ele segue o exemplo da irmã mais velha. Monique foi a primeira na casa a participar da OBMEP, a Olímpiada Brasileira de Matemática das escolas públicas. É a maior olimpíada estudantil do país, que em 2017 teve 18 milhões de participantes.

O sucesso na competição abriu portas e ela conseguiu até uma bolsa de estudos nos Estados Unidos.

A família reparou que o Mauro estava indo pelo mesmo caminho. Já tem uma medalha de bronze e uma de ouro na OBMEP.

“Não é só uma medalha, o mérito é para a vida toda. Que eles sejam pessoas honestas. Que ganhem pela honestidade, o trabalho, que sejam felizes! Só isso”, diz a mãe dos jovens, Eliana Ferreira Moledo.

Romper as barreiras
Mauro busca inspiração num outro menino. Aos 15 anos, ele ganhou medalha de ouro na Olimpíada Internacional de Matemática, no Canadá.

Cresceu, mudou o penteado e, aos 35, Artur Ávila conquistou o maior prêmio da matemática, a medalha Fields, considerada equivalente ao prêmio Nobel.

Hoje, aos 38 anos, esse brasileiro é uma das cabeças em que o mundo confia para ampliar os limites do conhecimento humano.

“Matemática lida também muito com a incerteza e com a limitação do conhecimento. A gente está perfeitamente ciente de que você não vai ter solução para as coisas. Mas às vezes você pode até descobrir o quanto você não vai poder chegar perto”, explica.

Artur está bem acompanhado nessa busca para romper as barreiras da ciência. Ele é pesquisador do Impa, o Instituto de Matemática Pura e Aplicada, no Rio de Janeiro. É uma das instituições mais avançadas do mundo, com o ambiente perfeito para o estudo de formas, padrões e outras questões um pouquinho mais complicadas.

Uma pergunta ainda sem resposta: qual a forma do universo?

O próprio símbolo do Impa pode ser uma boa pista. É a chamada Faixa de Moebius. O nosso olhar acha que ela tem dois lados. Mas a matemática mostra que não.

“Quando eu dou a volta à superfície, eu vejo que o lado de baixo virou o lado de cima um continua no outro. De fato, essa superfície, só tem um lado”, diz Marcelo Viana, o matemático que é diretor-geral do Impa.

Uma das hipóteses em que se acredita atualmente é que o universo tenha o formato da faixa e quem viajar por ele um dia vai voltar para o mesmo lugar.

“Você pode imaginar um astronauta aqui, com o coração do lado esquerdo, aí o astronauta sai em viagem pelo espaço, dá a volta ao universo e quando ele regressa a casa, o coração passou para o lado direito”, afirma Marcelo. 

A matemática nos surpreende sempre. Ciência irmã da paciência, vive sendo chamada de complicada, difícil, desagradável. Responde com tanta beleza que nos deixa sem palavras.

Fonte: G1

CENTRO DE APOIO AO AUTISTA EM CAMPO GRANDE

O Centro Brasileiro de Apoio ao Autista Anjinho Azul (CEBRIA) é uma iniciativa de voluntários voltada para o atendimento de crianças autistas com funcionamento em Campo Grande. Após ter seu filho caçula, Theo, hoje com quatro anos, diagnosticado com transtorno do espectro autista, Livia Cervera entendeu a importância de ter um local especializado no atendimento às crianças autistas e fundou junto com outras mães, amigos e pessoas da comunidade a ONG Anjinho Azul.

“A ideia do projeto veio após o diagnóstico do nosso filho caçula. Theo , hoje com 4 anos, aos 3 , depois de muitas andanças e médicos, recebeu o diagnóstico de TEA (Transtorno do Espectro Autista). Meu mundo caiu. Logo que me levantei, deparei-me com a falta de um lugar para atender crianças com esse transtorno. Então, junto a amigos e familiares, todos voluntários, resolvemos criar o CEBRIA”, conta Livia.

Hoje a ONG presta atendimentos de arte-terapia, fonoaudiologia, psicopedagogia e tem assistência de educadora física, assistente social e psicóloga. O projeto ainda é recente e começará a atender na sede em janeiro. “Atenderemos em média 20 famílias diretamente e várias outras indiretamente. Além das terapias, fazemos vários eventos de inclusão, voltado a crianças com TEA, como o cineminha azul (cinema com luzes acessas e som baixo), festas e em janeiro uma colônia de férias”, explica Livia.

Para Livia, o projeto é importante por dar à crianças com autismo a oportunidade de um desenvolvimento mais rápido, por meio dos tratamentos oferecidos. “Sei da importância do nosso projeto na vida dessas famílias. ‘Não há vagas’ é o que mais se escuta quando se está por aí, atrás de terapias. E nós, com filhos autistas, temos o tempo contra a gente. O quanto antes se começar o tratamento, melhor, para que os nossos filhos possam ter uma vida mais próxima do normal. E é isso que todas nós, mães, queremos.”

No próximo dia 10 de dezembro, o Centro Brasileiro de Apoio ao Autista Anjinho Azul promoverá um evento gratuito de fim de ano, com animação, palhaços, oficina de artes e integração das crianças. A festa será realizada na Praça do Condomínio Village Timbaúba. As inscrições devem ser realizadas pelo telefone: 3403-4688.

 

 

Fonte: ACICG

Prefeito participa dos 414 anos de Campo Grande

“Meu bairro, meu Campo Grande distante, no meu subúrbio galante, berço das canções de amor”. Foi no ritmo dessa canção que Campo Grande, na Zona Oeste da cidade, comemorou seus 414 anos nessa quinta e sexta-feira, dias 16 e 17, com diversas atividades na programação especial preparada pela Prefeitura do Rio. O palco foi o Espaço Cultural Compositor Adelino Moreira (ECCAM), figura emblemática da região e autor que eternizou os versos escolhidos como slogan da festa que teve shows de música de artistas regionais, dança, teatro, ciranda de poesias, tarde de autógrafos e exposições de arte. O prefeito do Rio, Marcelo Crivella, participou do evento na tarde desta sexta e destacou que, em breve, o bairro vai ganhar um presente.

 

– Estamos muito felizes em celebrar os 414 anos do coração da Zona Oeste. Lembro a vocês que as obras do Parque de Campo Grande já começaram, e em alguns meses a população daqui da área terá um lindo local de lazer, nos moldes do Parque Madureira – disse o prefeito.

 

Organizada pela Superintendência Regional de Campo Grande com apoio de empresários da região, a festa começou às 9h de quinta-feira (16), conduzida pelo professor e historiador Ciro Gallo, um dos diretores do ECCAM, com a participação da Banda da Guarda Nacional Ambiental. A programação seguiu nos dois dias com uma série de atrações, como apresentações de voz e violão, chorinho, violino, balé e o Chegando de Surpresa com Renato Sorriso, grupo de garis da Comlurb que cantam temas de conscientização. O encerramento foi às 20h desta sexta, com o tradicional “Parabéns pra Você” e distribuição de bolo no calçadão da Rua Barcelos Domingos, no Centro de Campo Grande, onde funciona o espaço cultural.

– Campo Grande tem uma tradição diferenciada na Zona Oeste, e seu aniversário não poderia passar em branco. Como morador do bairro, me sinto extremamente honrado e alegre em organizar essa festa que se propôs a valorizar a nossa cultura e o nosso desenvolvimento local. Uma festa com a participação de empreendedores e empresários que muito contribuíram para a diversão de todos – comemorou o superintendente de Campo Grande, Jorge Amaral.

 

As atrações culturais agradaram Inea Amaral, 86 anos, professora de artes plásticas aposentada, nascida e criada em Campo Grande.

 

– Eu faço parte do Instituto Campograndense de Cultura e não podia deixar de prestigiar um grande evento cultural no bairro que eu amo. Estou encantada com a diversidade de artistas da nossa região que precisam ser apresentados ao mundo. E a presença do prefeito da nossa cidade tornou essa homenagem da Superintendência mais especial ainda. Feliz por ver Campo Grande tão bem representado – concluiu.

 

FONTE: SITE DA PREFEITURA DO RIO DE JANEIRO

Morre Toto Riina, ex-poderoso chefão da máfia siciliana

“Não é Toto Riina para mim, você é apenas meu pai. E te desejo um feliz aniversário, papai, neste dia triste mas importante. Te amo”, escreveu seu outro filho, Salvatore, no Facebook nesta quinta.

De acordo com o arcebispo de Monreale, que também responde por Corleone, Riina não poderá ter um funeral público, porque era um “pecador”.

“Se a família pedir, podemos considerar uma oração privada no cemitério”, explicou o arcebispo Michele Pennisi em um e-mail à Associted Press. Ainda não se sabe, no entanto, se o corpo de Riina será levado para Corleone.

Sem arrependimento

Riina havia solicitado a libertação em julho, alegando uma doença grave, mas o pedido foi rejeitado depois que um tribunal determinou que o atendimento médico na prisão era tão adequado quando o que receberia fora do sistema penitenciário.

Os médicos afirmaram na ocasião que Riina estava “lúcido”. Em uma conversa interceptada há alguns meses, o ex-poderoso chefão afirmou que “não se arrependia de nada”. “Nunca poderão lidar comigo, mesmo que me condenem a 3 mil anos de prisão”, disse.

Foto de 16 de janeiro de 1996 mostra o ‘chefe dos chefes’ da máfia siciliana, Toto Riina, sendo escoltado até o tribunal em Bolonha, na Itália. (Foto: Gianni Schicchi/ AP)

Camponês que virou líder da Cosa Nostra

Salvatore Riina nasceu em 16 de novembro de 1930, em Corleone, perto de Palermo, capital da Sicília, em uma família de camponeses pobres. Com apenas 18 anos entrou para a máfia.

A cidade natal de Riina se tornou famosa por ser o local onde Vito Corleone, protagonista do romance ficcional “O poderoso chefão”, nasceu.

Depois de uma primeira passagem pela prisão por assassinato, Riina, soldado fiel do líder mafioso Luciano Liggio desde os anos 1950, avançou na organização até substituir o chefe em 1974.

Em 1969, a Justiça emitiu a primeira ordem de prisão contra ele, mas Riina conseguiu viver na clandestinidade durante quase 25 anos – período em que, provavelmente, nunca saiu da Sicília.

Riina, à frente do clã dos Corleone, se apoderou de todas as atividades rentáveis da máfia, do tráfico de drogas aos sequestros, passando pela extorsão, após uma guerra nos anos 1980 que deixou centenas de mortos entre as “famílias palermitanas”.

Depois de vencer a guerra em 1982, Riina assumiu o poder total e virou o chefe da “Cúpula” (o Executivo da Cosa Nostra), e iniciou uma campanha de violência contra os representantes do Estado.

Foto mostra carro-bomba que matou Paolo Borsellino e seus guarda-costas na década de 1990. (Foto: Arquivo/ AP )

Ele ordenou os assassinatos dos juízes de combate à máfia Giovanni Falcone (1992) e Paolo Borsellino (1993), que tinham trabalhado sem trégua para levar mais de 300 mafiosos a julgamento em 1987.

Também foi um dos cérebros dos atentados que deixaram 10 mortos em Roma, Milão e Florença em 1993. “Que Deus o perdoe, porque nós não faremos isto”, afirmou uma associação de vítimas do atentado em Florença, segundo o jornal “Fatto Quotidiano”.

Tradição de família

Toto Riina era casado desde 1974 com Antonietta Bagarella, uma professora que pertencia a uma grande família mafiosa. Ela teria continuado a mandar no império criminal construído pelo marido mesmo após a prisão dele em janeiro de 1993, segundo os investigadores. O casal teve quatro filhos – e dois deles seguiram os passos do pai.

Ninetta Bagarella teve quatro filhos com Toto Riina (Foto: Reprodução/Twitter/@AdnKronos )

Giuseppe Salvatore, nascido em 1977, foi condenado a oito anos e 10 meses de prisão por associação mafiosa em 2009. Giovanni, nascido em 1976, cumpre pena de prisão perpétua por assassinato.

Cosa Nostra mais discreta

“Com a estratégia de massacres sangrentos na Sicília e na Itália (…) ele (Toto Riina) tornou visível a máfia, com centenas de assassinatos, primeiro com kalashnikov e depois com bombas” explica Attilio Bolzoni, analista do jornal “La Repubblica”.

Os juízes confirmam que a Cosa Nostra não foi derrotada, mas que nos últimos anos se tornou mais discreta, abandonando as execuções e os crimes de sangue do período Riina.

“Não acontecem mais assassinatos ou acontecem poucos”, afirmou recentemente à AFP Ambrogio Cartosio, um promotor que trabalhou por mais de 20 anos no departamento especial de combate à máfia.

Foto de 12 de abril mostra vila de Corleone, onde nasceu Toto Riina, o poderoso chefão da máfia siciliana (Foto: Filippo Monteforte / AFP)

Mas a organização criminosa não desapareceu, muito pelo contrário. “Me parece que está muito mais presente que antes nas estruturas políticas, retomou o controle de território. Atua de maneira distinta. É menos militar, menos sanguinária, mas muito eficaz”, completou o promotor.

Nos anos 1990, a máfia conseguiu abalar o Estado italiano, que finalmente reforçou a legislação e criou uma unidade especializada na luta contra o crime organizado, não apenas contra a Cosa Nostra, mas também contra a ‘Ndrangheta’ (Calabria), a Camorra (Campania) e a Sacra Corona Unita (Apulia).

“Graças a uma luta intensa liderada pela magistratura e as forças de segurança, mas também graças ao apoio de amplos setores da população durante anos, enfraquecemos o aparato militar da máfia na Sicília”, destaca o promotor Cartosio.

63,7% dos desempregados no Brasil são pretos ou pardos, aponta IBGE

Dos 13 milhões de brasileiros desempregados no terceiro trimestre deste ano, 8,3 milhões (63,7%) eram pretos ou pardos. É o que aponta a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD), divulgada nesta sexta-feira (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Ambulantes vendem sombrinhas e guarda-chuvas na rodoviária do Plano, no DF (Foto: Larissa Batista/G1)

De acordo com o IBGE, o dado indica que a taxa de desocupação dessa parcela da população ficou em 14,6%, enquanto a da população branca ficou em 9,9%.

“As pessoas pretas e pardas estão sempre em desvantagem no mercado de trabalho, desde a inserção a depois de se inserir. São desigualdades que a gente já conhece, mas é sempre bom lembrar”, diz Cimar Azeredo, coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE.

A situação de desemprego dos pretos e pardos contrasta com os números do mercado de trabalho. De acordo com o IBGE, esta parcela da população representa mais da metade dos trabalhadores brasileiros (53%).

Mesmo sendo maioria na força de trabalho, a proporção de pretos e pardos ocupados (52,3%) foi menor que a da população branca (56,5%) no terceiro trimestre.

“Estamos falando de uma população que tem origem afrodescendente, que entrou no país através da escravidão. Em 100 anos de libertação dos escravos, esta pesquisa mostra que existe desigualdade ainda expressiva no país”, disse Azeredo.

Segundo o pesquisador, essa raiz histórica da população preta e parda “gera esse contexto de falta de oportunidade”.

Ele lembrou que, dentre os pretos e pardos, “muitos não têm acesso a escola, educação, e isso tem consequências diversas”, como a presença desta população em postos de trabalho que exigem pouca formação e em grupamentos de atividade com menor remuneração. “O poder de compra dessa população acaba sendo menor.”

Diferença de salários

O contraste racial no mercado de trabalho se estende, também, à remuneração. Segundo o IBGE, pretos e pardos recebem, em média, R$ 1.531 – quase a metade do rendimento médio dos brancos, que é de R$ 2.757.

Situação semelhante é observada no percentual de trabalhadores com carteira assinada no país. Pretos e pardos nesta condição somavam 71,3%, abaixo do observado no total do setor (75,3%).

Dos 23,2 milhões de pretos e partos empregados no setor privado no país no terceiro trimestre deste ano, 16,6 milhões tinham carteira de trabalho assinada. Foi o menor contingente nesta condição desde o 3º trimestre de 2012, quando pretos e pardos somavam 16,4 milhões de empregados com carteira de trabalho assinada.

O pico na série histórica desta parcela da população foi observado no quarto trimestre de 2014, quando somou 17,9 milhões.

Segundo o pesquisador, a Pnad já vem mostrando que está aumentando a geração de postos de trabalho sem carteira de trabalho assinada e em grupos de atividades com menor qualidade de trabalho, em termos de renda e outras características. “Os indicadores mostram que a população preta e parda acaba sendo mais direcionada a estes trabalhos.”

Trabalho informal

“Está crescendo mais a ocupação dos pretos e pardos em relação à população total. Isso está relacionado com o aumento do trabalho informal”, ponderou Azeredo. “Mais de um quarto dos trabalhadores de cor preta ou parda estão ocupados por conta própria, o que indica o trabalho informal”, destacou Azeredo.

De acordo com a pesquisa, o percentual desta população com este tipo de ocupação somou 26,1% no primeiro trimestre deste ano. Em 2014, somava 24,9%.

O IBGE destacou, ainda, que havia no terceiro trimestre deste ano 1,8 milhão de ambulantes no país. Deste total, 1,2 milhão eram pretos ou pardos, o que representa 66,7%.

Trabalho doméstico

De acordo com o levantamento do IBGE, a ocupação da população preta e parda superava a da população branca em quatro dos dez grupos de atividade pesquisados pelo instituto: na agricultura, na construção, nos serviços de alojamento e alimentação e, principalmente, nos serviços domésticos.

A distribuição percentual dos trabalhadores entre grupos de atividades mostra que 8,5% do total de negros e pardos ocupados no país atuavam com serviços domésticos, enquanto 5% do total da população branca ocupada atuava na mesma área.

Em contrapartida, do total de brancos ocupados no país, 19,2% estavam na administração pública, contra 15,6% representados por pretos e pardos.

Fonte: G1

CONFIRA OS ÁRBITROS DA COPA DO MUNDO

Fifa definiu os árbitros que vão trabalhar na Copa do Mundo da Rússia do ano que vem. No total, foram selecionados 36 profissionais de diferentes nacionalidades, sendo que de oito a dez deles serão reservas. O mineiro Sandro Meira Ricci, de 42 anos, é o representante do Brasil. O GloboEsporte.com teve acesso à lista completa.

A confederação europeia (UEFA) tem a maior quantidade de árbitros destacados: 10. Da Oceania (OFC), dois. E Ásia (AFC), América do Sul (Conmebol), América do Norte e Central (Concacaf) e África (CAF) têm seis cada. Ainda não há a definição dos auxiliares e tampouco dos eventuais árbitros de vídeo – o uso do VAR no Mundial será discutido em fevereiro.

Sandro Meira Ricci estará na Copa do Mundo do ano que vem (Foto: AP )

Confira a lista:

AFC (6)

  • Fahad Al Mirdasi (Arábia Saudita)
  • Alireza Faghani (Irã)
  • Ravshan Irmatov (Uzbequistão)
  • Mohammed Mohamed (Emirados Árabes)
  • Ryuji Sato (Japão)
  • Nawaf Shukralla (Bahrein)

CAF (6)

  • Mehdi Abid Charef (Argélia)
  • Malang Diedhiou (Senegal)
  • Bakary Gassama (Gâmbia)
  • Ghead Grisha (Egito)
  • Janny Sikazwe (Zâmbia)
  • Bamlak Tessema (Etiópia)

OFC (2)

  • Mattew Conger (Nova Zelândia)
  • Norbert Hauata (Taiti)

CONCACAF (6)

  • Joel Aguilar (El Salvador)
  • Mark Geiger (Estados Unidos)
  • Jair Marrufo (Estados Unidos)
  • Ricardo Montero (Costa Rica)
  • John Piiti (Panamá)
  • César Ramos (México)

CONMEBOL (6)

  • Julio Bascuñán (Chile)
  • Enrique Cáceres (Paraguai)
  • Andrés Cunha (Uruguai)
  • Néstor Pitana (Argentina)
  • Sandro Meira Ricci (Brasil)
  • Wilmar Roldán (Colômbia)

UEFA (10)

  • Felix Brych (Alemanha)
  • Cüneyt Çakır (Turquia)
  • Sergey Karasev (Rússia)
  • Björn Kuipers (Holanda)
  • Antonio Mateu Lahoz (Espanha)
  • Szymon Marciniak (Polônia)
  • Milorad Mažić (Sérvia)
  • Gianluca Rocchi (Itália)
  • Damir Skomina (Eslovênia)
  • Clémet Turpin (França)

Fonte: G1

CRISE EM RELAÇÃO À PLANOS DE SAÚDE

O número de pessoas com plano de saúde aumentou entre setembro e outubro, mas segue menor que no ano passado, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (17) pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Em outubro, 47,4 millhões pessoas eram beneficiárias de planos de saúde, um aumento de 0,17% na comparação com o mês imediatamente anterior, mas um recuo de 0,97% em relação a 2016.

Entre as pessoas que possuíam plano de saúde em outubro, 31,6 milhões eram beneficiárias de um plano empresarial, o que representa 66,7% do total. Outras 9,2 milhões tinham planos individuais, o que representa 19,4% do total.

Ao longo da crise econômica, que aumentou o desemprego do país, o número de beneficiários de planos de saúde caiu. Em março deste ano, foi a registra a primeira alta mensal após 19 quedas consecutivas. Desde então, o indicador vem oscilando, com leves reduções e aumento no quadro de beneficiários.

A pesquisa também mostra que, enquanto a quantidade de beneficiários de planos de saúde empresariais aumentou 0,36% entre setembro e outubro (apesar de ainda registrar queda de 0,41% sobre o ano passado), o número de pessoas com planos individuais caiu 0,15% no mesmo mês.

Fonte: G1

ESSE CARRO VEM PRATICANDO ASSALTOS EM CAMPO GRANDE E REGIÃO!! (VIDEO)

DIVERSOS ASSALTOS
Paciência e Sta Margarida/RJ

ATENÇÃO MORADORES
Um Auto HB20 Branco vêm Realizando Diversos Assaltos nas Regiões de Santa Cruz e Campo Grande desde o Início desta Noite (17/11).

No Vídeo uma das Vítimas tem seu Celular Subtraido pelo(s) Elementos.
Aguardando Novas Informações.

DENUNCIE: 190
WhatsApp 40°BPM: (21) 99488-2034
WhatsApp 27°BPM: (21) 96907-1016
C O M P A R T I L H E

Psol pede expulsão de deputado que votou pela libertação de Picciani

O Psol pediu a expulsão do deputado Paulo Ramos depois que este votou a favor da libertação de Jorge Picciani (PMDB), Paulo Melo (PMDB) e Edson Albertassi (PMDB). Ele contrariou a orientação da bancada e dos outros quatro deputados do partido que votaram a favor da manutenção da prisão

Em nota, o Psol afirmou que Paulo Ramos “tomou hoje uma altitude inaceitável”. “Dessa forma, o deputado se colocou ao lado da máfia dos transportes, das empreiteiras e de todos aqueles que saquearam o Estado do Rio. Ao se colocar ao lado dessas máfias, Paulo Ramos perdeu completamente as condições de permanecer nas fileiras do nosso partido”, diz a nota, distribuída por membros do partido ainda no plenário da Alerj, após a votação.

O deputado, que está afastado do Psol, defendeu o seu voto em plenário. “O Judiciário não respeita a Constituição. Hoje, a maioria do Poder Legislativo enfrentou uma decisão extravagante do Poder Judiciário porque a própria Constituição diz que o deputado só pode ser preso em delito flagrante delito ou crime inafiançável”, disse.

Votação

Com 39 votos favoráveis, 19 contra e 1 abstenção, os deputados da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovaram, nesta sexta-feira, 17, a libertação do presidente da Casa, deputado Jorge Picciani, do deputado Paulo Melo e do líder do governo, deputado Edson Albertassi, todos do PMDB.

O projeto de resolução 577/17 que revoga a prisão e o afastamento do mandato dos três havia sido também aprovado pela maioria dos deputados da Comissão de Constituição e Justiça. Foram quatro votos a dois na comissão. O filho de Picciani, Rafael Picciani (PMDB), se absteve.

A decisão da Alerj também determina que eles retomem o exercício regular do mandato. O secretário da Mesa Diretora foi entregar a decisão na prisão de Benfica para a soltura dos deputados. A prisão tinha sido determinada na última quinta-feira, 16, por decisão do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2).