O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou à Justiça, nesta quinta-feira, um casal acusado de roubar e matar o idoso Haroldo da Silva Conde Pará, de 79 anos, em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio. O crime ocorreu na madrugada do dia 15 de outubro deste ano.
Segundo o órgão, Lumara de Almeida Braga é mulher de Anderson Tayrone de Souza Venâncio, mas mantinha um relacionamento extraconjugal com a vítima há três anos. Lumara já havia sido empregada doméstica do idoso. Na noite do crime, ela facilitou a entrada de Anderson na casa. Haroldo foi agredido com golpes de pratos e da cadeira de balanço. Ele foi morto a facadas e o casal roubou uma televisão de 42 polegadas.
Além da denúncia, o MP também pediu a prisão preventiva dos acusados. “O delito foi perpetrado à traição – havendo a denunciada se valido da relação íntima que mantinha com a vítima para que, com seu comparsa, ganhasse acesso à sua residência e a matasse – e com emprego de meio cruel, a saber, o brutal desfecho, contra o senhor de setenta e nove anos de idade, de mais de três dezenas de facadas, bem como de golpes com pratos e até mesmo com uma cadeira de balanço”, diz trecho da denúncia.
Por volta das 2 horas da manhã, dessa quarta feira, dois carros estavam em alta velocidade na estrada Rio do á em Campo Grande sentido Barra da Tijuca.
um Gol Preto que segundo testemunhas ,o carona estava atirando em direção a um Corolla prata subiram o viaduto do bairro em alta velocidade não se sabe o motivo mais as poucas pessoas que estavam no local se assustaram bastante
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O ex-governador Anthony Garotinho (PR) teve a prisão preventiva suspensa nesta quarta-feira. A medida foi tomada pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Gilmar Mendes.
Garotinho tem prisão preventiva suspensaMárcio Mercante / Agência O Dia
Garotinho foi preso em novembro sob acusação de crimes como corrupção, participação em organização criminosa e falsidade na prestação de contas eleitorais entre os anos 2009 e 2016. A prisão foi pedida pelo Ministério Público Eleitoral do Rio de Janeiro (MPE-RJ), decretada pelo juiz da 100ª Zona Eleitoral de Campos dos Goytacazes, Glaucenir Silva de Oliveira, e mantida pelo Tribunal Regional Eleitoral do Estado (TRE-RJ).
A denúncia do MPE afirma que o grupo J&F fez doação ilegal de R$ 3 milhões por meio de contrato com uma empresa indicada por Garotinho para financiar sua campanha ao governo do Estado em 2014, derrotada pela de Luiz Fernando Pezão (PMDB).
Os valores não teriam sido declarados em sua prestação de contas O ex-governador é acusado também de intimidar e extorquir empresários que atuavam em Campos. Garotinho está no presídio de Bangu 8. Sua esposa e ex-governadora Rosinha Garotinho também tinha sido presa, mas saiu no último dia 30. Ela foi beneficiada por uma decisão do TRE-RJ, que acolheu seu habeas corpus e deixou a ex-governadora em liberdade restrita. A decisão, no entanto, não tinha sido estendida a Garotinho.
Em sua decisão, Gilmar Mendes verificou que não há no caso requisitos que justifiquem a prisão preventiva. O ministro alega que o TRE-RJ simplesmente relata o modus operandi dos alegados crimes praticados, “sem indicar, concretamente, nenhuma conduta atual do paciente que revele, minimamente, a tentativa de afrontar a garantia da ordem pública ou econômica, a conveniência da instrução criminal ou assegurar a aplicação da lei penal”.
Gilmar tomou a decisão de suspender a prisão no primeiro dia do recesso do Judiciário. O relator da ação é o ministro Jorge Mussi, mas cabe ao presidente cuidar dos despachos da Corte Eleitoral durante o recesso.
“Na verdade, o decreto de prisão preventiva, assim como o acórdão regional, busca o que ocorrido no passado (eleições de 2014) para, genericamente, concluir que o paciente em liberdade poderá praticar novos crimes, o que, a meu ver, trata-se de ilação incompatível com a regra constitucional da liberdade de ir e vir de cada cidadão, em decorrência lógica da presunção de inocência”, continua Gilmar em sua decisão.
O ministro também suspendeu a prisão para Thiago Soares de Godoy e Antonio Carlos Rodrigues.
Uma travesti que trabalha como garota de programa em Praia Grande, no litoral de São Paulo, foi furtada dentro de um motel por um cliente que a havia contratado horas antes pela internet.
Revoltada com a situação, ela fez postagens em grupos nas redes sociais estampando o rosto do suposto assaltante e pedindo a devolução dos pertences.
O caso ocorreu na manhã de domingo (8/1). Dayane Larraya Rios foi até um motel na cidade com um rapaz e, após realizar o programa, recebeu o pagamento normalmente. Em seguida, foi até o banheiro. Ao sair, percebeu que havia sido furtada.
Após as publicações na rede social, a família do rapaz entrou em contato com Dayane para ressarci-la. A pedido dos parentes dele, Dayane apagou a postagem.
Técnicos da Secretaria Municipal de Assistência Social encontraram, na madrugada de domingo (17), um abrigo clandestino em Santíssimo, na Zona Oeste, onde idosos eram mantidos em situação degradante.
Nessa unidade não cadastrada na Prefeitura, a equipe da Secretaria encontrou um homem de aproximadamente 50 anos e oito idosos em estado deplorável sem comida, água, luz e literalmente abandonados. Não havia nenhum responsável no local.
A secretaria localizou as familias de três idosos. Na delegacia de Santíssimo, esses parentes contaram que pagavam mensalidades ao asilo e não sabiam dos maus-tratos. Esses idosos foram levados para casa. Outros cinco estão em abrigos da Prefeitura e um deles precisou ser internado em um hospital.
Jussara Caetano dos Santos e Sérgio Antunes de Siqueira, responsáveis pelo asilo, foram presos.
O Campeonato Carioca 2018 já começa nesta quarta-feira. Entra em cena a seletiva do Estadual, que classificará dois clubes ao grupo de elite do Rio de Janeiro. Os jogos de abertura terão Cabofriense x Resende e Macaé x Goytacaz, às 16h.
Goytacaz jogará a seletivaReprodução Twitter
Além desses times, estão na briga Bonsucesso e América, que se enfrentam na quinta-feira. Eles se enfrentam entre e si e avançam os dois que pontuarem mais.
Após 13 semanas de preparação, o Resende, comandado pelo técnico Carlos Leiria, espera fazer um bom papel para garantir uma das vagas para a disputa da Taça Guanabara, que entra em cena no dia 16 de janeiro.
Principal jogador do futebol brasileiro na atualidade, o atacante Neymar sofreu mais um revés no Poder Judiciário. O Tribunal de São Paulo (TJSP) determinou que o atleta do Paris Saint-Germain e Carolina Dantas arquem com os serviços prestados no parto do filho do casal, David Lucca, nascido em agosto de 2011.
O relator do processo, desembargador Renato Sartorelli, condenou os pais da criança a pagarem R$ 15 mil referentes à contratação de uma assistente de obstetrícia e uma auxiliar de parto, além dos honorários médicos de Herbet Kramer. O profissional – autor da ação de cobrança – pediu R$ 51 mil, mas os magistrados da 26ª Câmara de Direito Privado do tribunal decidiram apurar posteriormente qual será o valor devido. A decisão do TJSP é da última quarta-feira (13/12).
De acordo com o processo, Neymar e Carol sabiam que os serviços médicos referentes ao parto não estavam previstos na cobertura do plano de saúde. Os pais de David Lucca, por outro lado, afirmaram na Justiça que o convênio médico de Carolina arcaria com os custos do procedimento. A rede, no caso, atendia cidades da Baixada Santista, mas não possuía cobertura em São Paulo.
“A ilação que se extrai, portanto, é de que os réus tinham conhecimento da necessidade de arcar com os honorários do autor já que o procedimento médico se daria fora da rede conveniada, sem contar que o corréu Neymar se comprometeu a arcar com os custos referentes ao nascimento de seu filho”, concluiu o desembargador relator do caso.
Para Sartorelli, é “inadmissível” a recusa de Neymar e Carol em arcar pelos serviços prestados. “Em resumo, à luz do contingente probatório, os réus deverão arcar com o pagamento de R$ 15.000, referentes à contratação de assistente de obstetrícia e auxiliar de parto, além dos honorários médicos dos serviços prestados pelo autor, cujo valor será apurado em liquidação de sentença”, anotou o desembargador na decisão.
O jogador e Carolina Dantas não se pronunciaram e ainda podem recorrer da decisão.
A atriz Belén Persello, de 34 anos, se matou na última quarta-feira (13/12). A artista, que já apareceu na TV brasileira em “Quase Anjos”, trama infanto-juvenil exibida pela Band, havia deixado um recado no Twitter um dia antes de morrer. “Perda horrível”, escreveu ela, como um prenúncio do suicídio. Foi sua última publicação na rede social.
A argentina começou a carreira como modelo e tentou ser DJ. Após “Quase Anjos”, perdeu oportunidades na telinha. As sucessivas rejeições e a falta de trabalho a deixaram com depressão e isso pode tê-la levado à morte. Sua irmã, Sol Persello, usou o Twitter para tentar aceitar a morte da irmã, apontando motivos para o suicídio, dois dias depois do incidente.
1/7“Perda horrível”, escreveu ela
“Ela soube me guiar, me ajudar e tomar decisões muito importantes para o meu futuro, me paparicou e muitas coisas mais. Até que um dia decidiu ir embora. Mas sei que fez para ficar tranquila, ser feliz e escapar de tudo que lhe afetava”, comentou Sol. “Vai ser muito difícil aceitar e viver cada dia sem você, sem sua companhia, sem sua paz, sem seu sorriso. Eu sei que você está tranquila e isso me faz sorrir”, concluiu.
O ex-governador Sérgio Cabral foi condenado a mais de 15 anos de prisão, nesta terça-feira, pela operação Eficiência, um desdobramento da Lava Jato. A decisão foi do juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal. Ao todo, ele responde a quatro processos e já foi condenado a 87 anos de cadeia. Três ações estão com Bretas e uma com o juiz Sergio Moro, no Paraná.
Na mesma ação, outros dez réus foram condenados, inclusive a ex-primeira da Adriana Ancelmo, que voltou a cumprir prisão domiciliar. Ela saiu da Cadeia de Benfica, na Zona Norte, após uma decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes. Os outros envolvidos são: Wilson Carlos, Carlos Miranda, Luiz Carlos Bezerra, Sérgio de Castro Oliveira, Ary da Costa Filho, Thiago Aragão, Álvaro Novis, Renato Chebar e Marcelo Chebar.
Em sua sentença, Bretas sustenta que Cabral é o principal idealizador do “audaz” esquema de lavagem de dinheiro que movimentou milhões no Brasil e no exterior.
“A magnitude de tal esquema impressiona, seja pela quantidade de dinheiro espúrio movimentado (milhões), seja pelo número de pessoas envolvidas na movimentação desses recursos. Além disso, a lavagem de dinheiro que tem como crime antecedente a corrupção reveste-se de maior gravidade, por motivos óbvios, merecendo o seu mentor intelectual juízo de reprovação mais severo”, argumentou.
Já sobre Adriana, o juiz argumenta que a culpabilidade da ré no esquema “se mostra bastante acentuada”. “Adriana, mulher de Sérgio Cabral, e membro da organização liderada por ele, usava seu escritório de advocacia para lavar o dinheiro espúrio angariado pela Organização Criminosa”, escreveu o juiz.
Adriana foi presa pela primeira vez em dezembro de 2016, durante a Operação Calicute, um desdobramento da Lava Jato no Rio. Na mesma ação, Cabral também foi preso. Até o mês passado, a advogada cumpria prisão domiciliar, mas voltou à cadeia de Benfica depois de uma decisão do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2). O marido está preso na mesma cadeia.
Em setembro, Adriana foi condenada a 18 anos e 3 meses de prisão pelo crime de lavagem dinheiro e por ser beneficiária do esquema de corrupção comandado pelo ex-governador. A Calicute investiga o desvio de recursos públicos em obras realizadas pelo governo fluminense com empreiteiras no estado.