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PADRE E FIÉIS SÃO ROUBADOS DENTRO DA IGREJA NA ZONA OESTE DO RJ!!

PADRE E FIÉIS SÃO ROUBADOS DENTRO DA IGREJA NA VILA KENNEDY DURANTE CONFISSÃO

Cerca de 15 pessoas foram roubadas na noite desta quinta-feira dentro de uma igreja na Vila Kennedy. Entre elas, está um padre e os fiéis. Eles estavam reunidos na Igreja Católica Santo Cura D’ars para um mutirão de confissão para a Páscoa. Um bandido armado entrou encapuzado e rendeu as vítimas. Foram levados dinheiro, celulares e alianças. O assalto ocorreu cerca de três horas depois de as Forças Armadas deixarem a comunidade.

— Colocaram todo mundo dentro da capela do Santíssimo e depois saíram. Todo mundo ficou em pânico — conta uma testemunha.

As Forças Armadas esteveram nesta quinta-feira com flores para as mulheres da comunidade. Eles entraram na comunidade e voltaram a retirar barreiras. Moradores afirmam que eles deixaram a favela no fim da tarde, por volta das 17h.

— Mais cedo teve militar na porta da igreja e agora de noite acontece isso. As pessoas saíram muito apreensivas, e lamentando demais — diz.

A igreja fica na Avenida Etiópia, uma das principais vias da comunidade. Uma das vítimas teve a aliança de casamento roubada. Ele afirmou que o bandido estava com uma camisa na cabeça e um revólver velho.

— Ele apontou a arma para cabeça de cada uma das pessoas. E disse que mataria quem não entregasse a aliança, celular e as joias — afirmou.

Segundo ele, essa não é a primeira vez que o crime ronda a igreja. A vítima afirmou que é comum bandidos ficarem na saída da missa para roubar os fiéis do lado de fora.

O Comando Militar do Leste foi procurado, mas não respondeu aos questionamentos da reportagem.

Fonte : Jornal Extra

EMPREGO!!! 4 OPORTUNIDADES!!! SALÁRIO ENTRE R$1.500 A R$3.000

Escritório Almeida Vargas Advogados contrata Advogado Júnior para Pechincha – R$ 1.600,00

Almeida Vargas é uma assessoria jurídica contenciosa e consultiva, escritório conceito boutique localizado em Jacarepaguá, com proposta diferenciada e inovadora no mercado.

Cargo: Advogado Júnior
Contratação: Autônomo

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  • Excelência no atendimento ao cliente.

Local: Pechincha – Rio de Janeiro
Salário: R$ 1.600,00
Jornada de Trabalho: Segunda a sexta de 09h às 18h

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  • Enviar currículo no corpo do e-mail.

Formas de candidatura:
Para se candidatar envie seu currículo por e-mail para: contato@almeidavargas.com.br com o assunto: Currículo – Candidato – Nome:

Lojas Dream House contrata Vendedor(A) para Barra da Tijuca e Botafogo

EMPRESA ESPECIALIZADA NO SEGUIMENTO DE COLCHÕES E ESTOFADOS

Cargo: Vendedor(A)
Contratação: CLT

Descrição da Vaga:

  • ATENDIMENTO AO CLIENTE DEMOSTRANDO OS PRODUTOS

Requisitos:

  • DISPONIBILIDADE DE HORÁRIO
  • COMPROMETIMENTO NO QUE FAZ
  • VONTADE DE CRESCER DENTRO DA EMPRESA

Local: Barra da Tijuca e Botafogo – Rio de Janeiro

Informações adicionais:

  • ENVIAR CURRÍCULO PARA oscar.develly@dreamhousecolchoes.com.br

Formas de candidatura:
Para se candidatar envie seu currículo por e-mail para: oscar.develly@dreamhousecolchoes.com.br com o assunto: curriculo

Recepcionista Hospitalar – Laranjeiras

HOSPITAL DE GRANDE PORTE CONTRATA:

RECEPCIONISTA HOSPITALAR

Local de trabalho: Laranjeiras
Horário: Plantonista 12×36 – 9h às 21h

Ensino Médio Completo

NECESSÁRIO EXPERIÊNCIA COMO RECEPCIONISTA HOSPITALAR
Será um diferencial ter sido líder de plantão

Oferecemos: Salário compatível ao mercado de trabalho + VT + Refeição no local + Plano de saúde e odontológico+ VA (após o 3º mês de empresa) + Descontos em universidades. Excelente ambiente de trabalho.

Os interessados devem enviar o seu currículo no corpo do email para recrutamento.maternidade@yahoo.com.br No assunto identificar: Recepcionista Hospitalar
Só envie seu currículo se o seu perfil estiver de acordo com a vaga.
Currículos em anexo serão descartados!

Boa Sorte!

ANALISTA TRIBUTÁRIO SÊNIOR – BARRA/RJ

INDÚSTRIA ALIMENTÍCIA contrata ANALISTA TRIBUTÁRIO
Local de trabalho: BARRAHorário: 09h00 às 19h00
Formação Superior COMPLETA em CIÊNCIAS CONTÁBEIS ou DIREITO;Especialização na Área Tributária/Fiscal;Experiência anterior de 03 anos na gestão tributária de INDÚSTRIA (preferencialmente ALIMENTÍCIA).
Atividades:

  • Coordenar e supervisionar estudos da Legislação Fiscal, objetivando uma melhor orientação à empresa e áreas afins;- Coordenar as análises de operações fiscais, assim como verificar se os lançamentos efetuados estão corretos e dentro dos prazos;- Controlar as atividades e elaborar relatórios pertinentes a área;- Planejamento e participação na análise da legislação fiscal;- Providenciar a literatura e manter contato com repartições públicas.

Salário + VT + VR

Favor enviar seu currículo NO CORPO DO EMAIL (não enviar anexo) para o seguinte email: selecao@bghum.com.br
Colocar no Assunto: ANALISTA TRIBUTÁRIO

JARDINEIRO

EMPRESA LÍDER NA TERCEIRIZAÇÃO DE SERVIÇOS CONTRATA:

JARDINEIRO – TEMPORÁRIO
Para cobertura de férias
Pré-requisito:

  • Ensino fundamental completo- Experiência na função – comprovada
  • Disponibilidade de horário

A empresa oferece

  • Salário: R$ 1.885,37
  • Refeição
  • Passagem (modal)

Interessados devem enviar currículo no corpo do e-mail, APENAS SE ESTIVER DENTRO DO PERFIL, para: cin.recrutamento@gmail.com, colocando no assunto: JARDINEIRO

ELETRICISTA

EMPRESA LÍDER NA TERCEIRIZAÇÃO DE SERVIÇOS CONTRATA:

ELETRICISTA

Pré-requisito:

  • Ensino médio completo- NR10 – diploma emitido por instituição de ensino e dentro do prazo de validade- Experiência na função – comprovada
  • Fácil ao centro da do RJ

A empresa oferece:

  • Salário: R$ 1.720,80 + 30% periculosidade
  • Desjejume Vale refeição: total de R$ 19,00 por dia- Cestabásica: em alimentos- Passagem

Trabalhar de segunda a sexta, das 08h30min às 17h30min

Interessados devem enviar currículo no corpo do e-mail, APENAS SE ESTIVER DENTRO DO PERFIL, para: cin.recrutamento@gmail.com, colocando no assunto: ELETRICISTA

POLICIAL MILITAR MORRE EM ACIDENTE DE TRANSITO EM CAMPO GRANDE(FOTOS)

Acidente com vítima fatal na Avenida Brasil!!!
Um grave acidente aconteceu na manhã de hoje na principal via expressa do Rio de Janeiro, na altura do bairro da Carobinha, em Campo Grande, no sentido Santa Cruz. O Policial Militar Antônio Lino Magalhães que é lotado no 14°BPM, no bairro de Bangu, perdeu o controle do seu carro, um Renault Sandero na cor prata, e acabou caindo com o veículo do viaduto que dá acesso ao bairro Sete Riacho, o policial veio a óbito no local.
Segundo informações, uma guarnição da Polícia Militar teria recebido uma determinação para verificar um suposto acidente envolvendo um policial. Chegando no local comprovaram que o chamado era verdadeiro, encontrando algumas viaturas dos Bombeiros que prestavam atendimento.
Logo após a chegada da guarnição da Policia Militar, a morte de Antônio Lino Magalhães foi confirmada e seus pertences ficaram com outros policiais que trabalhavam no local. As fortes chuvas podem ter influenciado no acidente, já que com a pista molhada e escorregadia os motoristas precisam de cuidados redobrados.
Por isso nós do Antigo Campo Grande prestamos solidariedade e deixamos os nossos sentimentos à família, parentes e amigos da vítima que dedicou boa parte da sua vida a segurança pública.
Por Rodrigo Madureira.Madureira

POLICIA PRENDE ASSALTANTE QUE ROUBAVA BANHISTAS EM PRAIA DA ZONA OESTE!!

Policiais da 42ª DP (Recreio dos Bandeirantes) prenderam nesta quarta-feira (07/03), na comunidade do Terreirão, Rafael Santos Reis, por roubo e Thiago Rosário da Costa Benjamim, por receptação.

De acordo com a delegada titular, Márcia Julião, Rafael já havia sido identificado em outras ações porque utilizava uma bicicleta preta, portando uma arma de fogo e usando um boné e um relógio dourado. Ele foi preso na casa dele e revelou onde estaria o celular de uma vítima de roubo.

Em outra diligência, a equipe da 42ª DP recuperou o aparelho roubado por Rafael, que havia sido comprado por Thiago Rosário e o veículo usado por Rafael, que também seria roubado. Ambos foram presos e estão à disposição da Justiça.

 

JOVEM MORTA NO HOSPITAL ROCHA FARIA!! A DIREÇÃO DO HOSPITAL EMITE UMA NOTA

Nota ao ACG*

Em relação ao atendimento à Larissa Eduarda Santos Borges, o Hospital Municipal Rocha Faria informa que a paciente deu entrada no último domingo, dia 4, às 18h52, com batimentos cardíacos do bebê diminuídos e sintomas de sofrimento fetal. Ela foi atendida pela equipe de emergência e internada rapidamente, contando com os recursos necessários para o caso, como leito no Centro de Tratamento Intensivo; obstetras e cirurgiões; medicamentos; banco de sangue e Centro Cirúrgico equipado.

Apesar de todos os esforços da equipe e dos recursos empregados, a paciente veio a óbito decorrente de atonia uterina, uma das complicações pós-parto mais frequentes na literatura médica. Para tentar reverter o quadro, a equipe realizou uma cesariana de emergência e duas cirurgias nos últimos três dias – a primeira, para estancar o sangramento, tentando preservar o útero da jovem; a segunda, para a retirada do útero.

Ressaltamos que todo o atendimento médico dado a Larissa está devidamente documentado e que as condutas clínicas serão avaliadas pela Comissão de Investigação Regional de Óbito Materno, uma instância externa. Até o momento, não há indícios de falha médica. A despeito dos sinais de complicações na reta final da gravidez identificados no parto, como a presença de mecônio no bebê, a criança foi salva e já recebeu alta.

A equipe do Hospital Municipal Rocha Faria se solidariza com a família e oferece toda a assistência necessária, inclusive com psicólogos e assistentes sociais. Informamos ainda que o corpo foi liberado às 10h30 desta quarta-feira, com atestado de óbito preenchido, e estava a caminho da funerária escolhida pela família quando a equipe do hospital foi interceptada por um familiar que obrigou o funcionário a retirar o caixão do carro funerário e exigindo que o corpo fosse encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML).

Nossas equipes explicaram que é a Polícia Civil quem faz o pedido para remoção do corpo ao IML. Não se trata, portanto, de uma decisão do hospital. Assim que as autoridades policiais decidiram pela retirada do corpo, nossas equipes estiveram de prontidão para fazer as tramitações necessárias para o envio do corpo.

Seguimos à disposição para mais esclarecimentos, já iniciamos também as investigações internas e reiteramos nossa solidariedade para com os familiares.

Atenciosamente

Hospital Municipal Rocha Faria

EM TEMPO….

O Antigo Campo Grande, irá acompanhar de perto esse caso, como tantos outros, torcemos para que o hospital Rocha Faria em Campo Grande, volte a ser referência de bom atendimento em nossa região, quando é para elogiar, elogiamos, quando é para criticar , criticamos!!

FELIZ DIA DA MULHER??? TEM CERTEZA? COMO ASSIM?

Mesmo com avanço do debate público sobre abuso e assédio contra mulheres, canções que incitam violência misógina continuam chegando ao topo de rankings de mais tocadas; músicas fazem sucesso “porque circulam em um meio social no qual são coerentes e aceitas”, diz pesquisadora

Por Vitória Régia da Silva*

“Tô a fim de você, e se não tiver, cê vai ter que ficar” e  “Vai namorar comigo sim (…) Se reclamar, cê vai casar também” são versos da música “Vidinha de Balada”, da dupla sertaneja Henrique e Juliano. Ainda que em 2017 o debate público sobre assédio e abuso contra mulheres no Brasil tenha avançado, a canção foi a segunda mais tocada na rádios no país no ano passado, segundo levantamento da Crowley Broadcast Analysis, e a terceira mais ouvida no Spotify.

A tentativa de romantização de relacionamentos abusivos e de violência contra mulheres não é uma novidade no mundo do sertanejo, como constatou a pesquisadora Amanda Ágata Contieri. Em sua dissertação de mestrado em linguística aplicada na Unicamp, defendida em 2015, Contieri analisou as representações de mulheres presentes nas letras de 17 canções sertanejas compostas entre as décadas de 1950 e 2010.

A pesquisadora encontrou manifestações explícitas de violência contra mulheres, como o feminicídio de Cabocla Tereza na canção homônima (“Agora já me vinguei / É esse o fim de um amor / Essa cabocla eu matei / É a minha história, doutor”); agressão física, como em “Pagode” (Eu fui na feira com dois tostão / (…) Comprei açucar comprei canela comprei / Um chicote que é pra bater nela); e cárcere privado, como em “Bruto, Rústico e Sistemático” (“Na muié eu dei um jeito / Corretivo do meu modo / No quarto deixei trancada / Quinze dias aprisionada / E com ela não incomodo”).

“Nas canções mais antigas, não se considerava tanto uma mulher ativa sexualmente, com desejos e vontades, tampouco mulheres independentes e que se divertem”, como a mulher que curte sua “vidinha de balada” na canção de Henrique e Juliano, observou Contieri à Gênero e Número. “No entanto, alguns discursos se tornaram mais sutis, como é o caso da discussão do consentimento. É importante atentarmos a eles para que as questões não sejam mascaradas”, pontua a pesquisadora.

“A letra desse hit [“Vidinha de Balada”] funciona como uma declaração de amor e tem a pretensão de divertir e embalar romances. Presume-se, portanto, não só que ela será aceitável, como que as mulheres vão gostar de ouvir. E isso realmente ocorre, porque alguns discursos estão naturalizados”, disse Contieri.

A Gênero e Número tentou contato com Henrique e Juliano, mas a assessoria dos cantores não respondeu até a publicação desta reportagem. Em entrevista ao G1, a dupla defendeu a letra da música e disse tratar-se de liberdade artística. “Não vejo abuso. Acho que é o lado engraçado do Henrique e Juliano”, disse o cantor Henrique.

Misoginia em vários estilos musicais

Para Contieri, músicas que fazem apologia à violência contra mulheres chegam às listas de mais tocadas “porque circulam em um meio social no qual são coerentes e aceitas. Em um meio onde esse discurso não é tolerado, a música seria incoerente e não faria sucesso”.

O discurso da violência misógina não é aceito somente no sertanejo. Outro exemplo recente é a canção “Surubinha de leve”, do funkeiro MC Diguinho. Lançada em dezembro de 2017, a canção foi uma das mais tocadas da playlist “Viral 50” do Spotify em janeiro. Os versos “Só uma surubinha de leve / Com essas filha da puta / Taca a bebida, depois taca a pica / E abandona na rua” foram apontados por ouvintes e usuários de redes sociais como apologia ao estupro.

Diante dos protestos de usuários, o Spotify retirou a canção da plataforma e o YouTube retirou o vídeo principal da música, que tinha então 14 milhões de visualizações. Em um post no Stories do Instagram, MC Diguinho defendeu sua letra: “A mídia manipulou os pensamentos onde um negro canta funk é apologia ao crime, estupro e etcs, agora beijo gay em novela das 8 é lindo e perfeito aos olhos do mundo e vcs apoiaram essa ideia! Parabéns Brasil!”

Mais tarde, sua assessoria divulgou comunicado afirmando que “MC Diguinho reconhece o conflito de informações devido a toda repercussão. O mesmo informa que, em sua residência, mora com a sua mãe, irmãs e uma sobrinha. Jamais iria denegrir a honra e moral das mulheres. Em respeito a tudo isso, a música será lançada na versão light.” Nessa versão, o refrão foi modificado para “Só uma surubinha de leve / Com essas mina maluca / Taca a bebida / Depois taca e fica / Mas não abandona na rua”.

Em meio à controvérsia, a Secretaria Nacional de Políticas para Mulheres divulgou uma nota de repúdio à canção de Mc Diguinho e a “Vai faz a fila”, de MC Denny (“Vou socar na tua buceta sem parar / E se você pedir pra mim parar, não vou parar / Porque você que resolveu vir pra base transar”).

“A música é uma manifestação cultural legítima, mas não pode ser ferramenta incentivadora de crime, sendo necessária a tomada de providências legais contra autores, intérpretes e divulgadores”, afirmou a Secretaria. “A investida sexual sem o consentimento da mulher, ou em qualquer circunstância que lhe provoque perda de consciência, caracteriza violência sexual e pelo novo código penal é enquadrado no crime de estupro e crime de estupro de vulnerável, respectivamente”, continuou o órgão, destacando o dado do Anuário da Segurança Pública de que 49.497 mulheres sofreram estupro em 2016.

Medidas legais

Arlanza Rebello, coordenadora de Defesa dos Direitos da Mulher da Defensoria Pública do Rio de Janeiro, reconhece que a “barreira entre liberdade de expressão e licença poética é tênue”. “Mas liberdade de expressão não justifica violência e discriminação”, disse a defensora à Gênero e Número. “Existem letras de música que além de banalizar a figura feminina, incitam a violência contra as mulheres de forma direta. Nesses casos, podemos buscar a responsabilização jurídica dos discursos”.

O Código Penal brasileiro prevê em seu artigo 286 pena de detenção de três a seis meses ou multa a quem “incitar, publicamente, a prática de crime”. Em junho de 2016, os integrantes do grupo UDR Thiago Ataíde Machado e Rafael Gonçalves Costa Mordente foram condenados em primeira instância pela Justiça de Minas Gerais com base neste artigo. A Justiça entendeu que eles incitaram os crimes de estupro de vulnerável, homicídio e uso de drogas em suas canções e os condenou 3 anos, 5 meses e 7 dias de reclusão e 120 dias-multa, pena depois substituída por multa de quatro salários mínimos e prestação de serviços à comunidade ou entidades públicas.

Outra hipótese é a reparação civil, quando determinado grupo ou indivíduo que se sinta ofendido pede indenização por danos materiais e morais. Foi o caso das músicas “Tapinha” e ” Tapa na Cara”, do Bonde do Tigrão, que foram alvo de ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal (MPF) e pela ONG Themis – Gênero e Justiça, grupo de assessoria jurídica com foco nos direitos das mulheres.

O MPF e a ONG alegaram que as letras das músicas banalizam a violência contra as mulheres e pediram indenização por danos morais à produtora de funk Furacão 2000, responsável pelas canções. Uma decisão em segunda instância do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), anunciada em outubro de 2015, concluiu que as músicas incitam a violência de gênero e condenou a produtora a pagar multa de R$ 500 mil, a ser revertida para o Fundo Federal de Defesa dos Direitos Difusos da Mulher.

Para a defensora Rebello, “cada caso deve ser analisado cuidadosamente porque, para que haja crime, é preciso que ocorram determinadas situações e requisitos. Não podemos afirmar que toda letra que nos seja repulsiva possa ser enquadrada no tipo penal.” Ela também ressalva que é importante atentar contra a criminalização de estilos musicais mais populares, como o funk. “Temos o vício de criminalizar o que é mais popular, mas a generalização é grave. Se formos olhar para a música em geral, temos exemplos de machismo e apologia à violência contra as mulheres em todos os estilos musicais”, acredita.

Debate e conscientização

Quando ouviu “Vidinha de balada”, de Henrique e Juliano, a estudante Camila Queiroz ficou incomodada e levantou o debate em seu perfil no Facebook. Segundo ela, a canção retrata as mulheres “como se fôssemos sortudas, abençoadas por ter alguém que se interesse por nós. Sequer temos voz para decidir se queremos esse relacionamento ou não”.

Ela começou a “corrigir” canções que considerava nocivas e, com a repercussão dos posts, criou a página Arrumando Letras, que já tem quase 260 mil seguidores. Na página, as letras são riscadas e substituídas por frases que versam pelo respeito às mulheres. “O meu intuito é que as pessoas percebam que essas atitudes, que são cantadas de forma tão natural, não são normais, são problemáticas”, disse à Gênero e Número.

Uma iniciativa corporativa contra a violência contra mulheres na música foi a campanha “Músicas de Violência”, parceria entre o Estadão, a agência FCB Brasil e o Disque Denúncia do Rio de Janeiro. Lançada em maio de 2016, a campanha usou o aplicativo de reconhecimento de músicas Shazam para conscientizar ouvintes sobre canções com conteúdo relacionado à violência contra mulheres.

A iniciativa identificou 350 músicas que, ao serem buscadas por usuários do aplicativo, vinham acompanhadas de um alerta sobre o tema. Além de informar sobre o conteúdo da canção, o aplicativo também exibia depoimentos reais de vítimas de violência. Segundo a FCB, após ouvirem as mensagens, somente 6% dos usuários que tinham a intenção de baixar a música acabaram comprando o conteúdo. Outros 94% foram direcionados a um link de doações para o Disque Denúncia.

Elas cantam contra a violência

Enquanto alguns celebram a violência contra mulheres em suas músicas, outras usam suas vozes para combater as agressões e multiplicar o eco de manifestações de mulheres pelo mundo.

No sertanejo, as cantoras Simone e Simaria – também uma das duplas mais ouvidas no Brasil em 2017 tanto nas plataformas de streaming como nas rádios – versaram sobre violência doméstica na canção “Ele bate nela”. Composta por Simaria, a música conta a história de uma mulher que acreditava ter conhecido “um cara especial”, até que ele começa a agredi-la. Lançado em maio de 2014, o clipe tem mais de 52 milhões de visualizações e traz no final a mensagem “Não se cale. Denuncie. Ligue 180”, o número da Central de Atendimento à Mulher.

Conheça mais artistas que cantam contra a violência contra mulheres em nossa playlist:

Já Elza Soares canta uma mulher que reage à violência do parceiro em “Maria da Vila Matilde”, lançada em 2015. A canção também faz menção ao disque 180: “Cadê meu celular, eu vou ligar pro 180 / Vou entregar teu nome e explicar meu endereço / Aqui você não entra mais, eu finjo que não te conheço / E jogo água fervendo se você se aventurar”.

A funkeira MC Carol também já cantou sobre a violência contra mulheres mais de uma vez. Em “100% Feminista”, parceria com Karol Conká, ela conta como vivenciou violência doméstica dentro de sua família: “Mulher com olho roxo, espancada todo dia / Eu tinha uns cinco anos, mas já entendia / Que mulher apanha se não fizer comida / Mulher oprimida, sem voz, obediente / Quando eu crescer, eu vou ser diferente”.

Ela se pronunciou sobre “Surubinha de leve”, dizendo que “A vingança”, canção dela lançada em 2016, já era uma resposta a uma tentativa de estupro que ela sofreu em um baile, quando um homem colocou drogas em sua bebida. “A gente sabe que isso existe e acontece, mas vocês, MCs homens, têm que parar imediatamente de reproduzir isso. Dá pra gente brincar, dançar, se divertir, ganhar dinheiro, sem falar que vai dar bebida, comer e jogar na rua, ok?!”, escreveu a funkeira em seu perfil no Facebook.

* Vitória Régia da Silva é colaboradora da Gênero e Número.

HOMEM VESTIDO DE MORADOR DE RUA MATA POLICIAL EM CAMPO GRANDE!!!

Um policial militar foi morto a tiros na noite desta quarta-feira em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio. Identificado como Marcos Aurélio Nascimento de Almeida, o sargento, de acordo com informações preliminares da corporação, foi surpreendido por um bandido no momento em que chegava em casa, por volta das 21h30m. Ferido pelos disparos, o PM não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

O assassinato do policial, que é lotado no 23º BPM (Leblon), aconteceu no momento em que o policial, acompanhado da namorada, voltava para casa. Na ocasião, quando estavam na Rua Taquarembo, eles foram surpreendidos por um homem que estava disfarçado de morador de rua, segundo a PM. O bandido estaria aguardando no banco de uma praça. Após o crime, o autor dos disparos fugiu. A mulher nada sofreu.

O caso é investigado por agentes da Delegacia de Homicídios (DH) da capital. Agentes da especializada estiveram no local do crime e realizaram a perícia. Para ajudar na busca pelos suspeitos, o Disque Denúncia oferece a recompensa de R$ 5 mil por informações do paradeiro de envolvidos no crime. Marcos Aurélio é o 22º policial militar morto no estado do Rio apenas neste ano.

Quem tiver informações sobre o paradeiro de envolvidos no assassinato do PM em Campo Grande pode denunciar pelo WhatsApp ou Telegram do Portal dos Procurados, no telefone (21) 98849-6099; central de atendimento do Disque Denúncia, no (21) 2253-1177, ou aplicativo do órgão; ou ainda por mensagem (inbox) pelo Facebook, no endereço https://www.facebook.com/procurados.org.

As informações recebidas serão encaminhadas para a DH, responsável pelas investigações. Ainda não há detalhes sobre o local de velório e e do sepultamento do sargento.

PM NÃO RESISTE APÓS FICAR 22 DIAS INTERNADO

Lotado no 7º BPM (São Gonçalo), o cabo da Polícia Militar Carlos Marcelo Oliveira da Silva morreu na tarde da última terça-feira depois de passar 22 dias internado. O policial, de 29 anos, foi baleado no dia 14 de fevereiro durante uma tentativa de assalto no bairro Jardim Catarina, em São Gonçalo, Região Metropolitana do Rio. Ele foi o 21º PM morto este ano no Estado do Rio de Janeiro.

Na ocasião em que foi atingido, o PM trafegava em uma rua às margens da Rodovia Niterói-Manilha, por volta das 20h. De folga, o policial teve sua moto abordada por um bandido. Ele reagiu à ação e foi baleado no abdômen. Ferido, o cabo foi socorrido e levado para o Hospital estadual Alberto Torres, em São Gonçalo, onde ficou internado até a última terça-feira. O caso foi registrado na 74ª DP (Alcântara).

 

 

 

OBRIGADO PELAS ORAÇÕES!! LUCAS ESTÁ MELHORANDO!!!

lucas está melhorando e vai sair dessa

O coágulo no cérebro do Lucas Neves, jovem que foi atropelado no Valqueire fugindo de uma briga, diminuiu muito e foi retirado o catéter. O organismo dele está reagindo muito bem aos tratamentos.
A família está muito comovida e agradecida pelo carinho e pede que continuem as orações, que graças a Deus e as orações de vocês o Lucas está melhorando e vai sair dessa .

ENTENDA O CASO

NOTA À IMPRENSA

A Marinha do Brasil (MB), por meio do Comando do 1º Distrito Naval, informa que no início da manhã do dia 4 de março, o Aspirante Lucas Neves Marton de Lima, aluno do 1º ano da Escola Naval (EN), sofreu um atropelamento em Vila Valqueire, no Rio de Janeiro.

O militar teve politraumatismo e traumatismo crânio-encefálico e foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros, sendo atendido no Hospital Estadual Getúlio Vargas.

Posteriormente, o Aspirante foi transferido para o Hospital Naval Marcílio Dias (HNMD), onde permanece no CTI em estado de saúde estável.

A Marinha do Brasil está prestando todo o apoio ao Aspirante e sua família.

Lucas estava no bairro de Vila Valqueire quando foi cercado por um grupo de pessoas na intenção de espancá-lo Lucas ficou nervoso e desesperado e correu ao tentar atravessar a rua ele não viu um carro e o veículo atropelou com muita violência o vídeo está circulando pela internet e é muito chocante no primeiro instante pensamos de Lucca tivesse morrido porém por milagre ele sobreviveu o impacto desejamos sorte e boa recuperação para o jovem Lucas

TRÂNSITO EM CAMPO GRANDE FOI TEMA DE REUNIÃO COM SECRETÁRIO DE TRANSPORTES DO MUNICÍPIO

No último dia 3 de março, membros da diretoria da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) receberam o Secretário Municipal de Transportes do Rio de Janeiro, Rubens Teixeira, para debater as demandas relacionadas ao transporte na região de Campo Grande.

Na ocasião, o presidente da ACICG, Guilherme Eisenlorh, abriu a reunião agradecendo a presença do secretário e apresentando dados relevantes para a discussão, como o fato de Campo Grande ser o bairro com a maior arrecadação de ICMS da cidade, além de possuir uma frota de veículos de 160 mil. O presidente destacou, ainda, que o aumento do número de carros na região é uma preocupação para o empresário local, pois aumenta a dificuldade de acesso ao centro de Campo Grande, onde está a maior parte do comércio. Desta forma, também apontou Eisenlorh, é preciso fortalecer o transporte de massa na região, para que sejam oferecidas alternativas viáveis à população, o que pode contribuir para o desafogamento do trânsito.

Após a fala do presidente, o conselheiro José Luís Dutra apontou as principais demandas referentes ao transporte de massa e facilitação da circulação do trânsito na região. São elas:

  • Ausência de operações de controle do trânsito na região, como a presença da CET-RIO, reboques, efetivo da guarda municipal etc.;
  • Monitoramento do trânsito;
  • Vans: devem abastecer o sistema principal e não competir com ele;
  • Extinção de linhas de ônibus importantes para a região, como a de São Jorge;
  • Rodoviária de Campo Grande;
  • Retirada da estação do BRT Maria Tereza;
  • Duplicação da Estrada da Cachamorra;
  • Transporte para o bairro Tingui;
  • Criação de acostamento ao longo de todos os acessos a Campo Grande;
  • Inversão de mão de ruas para permitir acesso ao centro de Campo Grande;
  • Instalação de mão dupla do novo viaduto até a Estrada do Cabuçu;
  • Fechamento do centro de Campo Grande para carros e colocação de transporte alternativo, como o VLT.

O secretário Rubens Teixeira apontou que algumas das demandas já estão em andamento para resolução, como a situação da estação do BRT Maria Tereza, que foi encaminhada ao prefeito e aguarda retorno, e a reordenação das vans, que, segundo o secretário, terão sua regulamentação iniciada ainda nesta semana:

“Eu já falei com o prefeito para tirar essa estação. Ou faz o BRT, que não vai ser feito, ou tira essa estação. […] Eu já levei isso ao prefeito e estou resolvendo, vou reforçar com ele. Na região de vocês, a AP5, o transporte é o pior que existe na cidade, pela complexidade da falta de ônibus. Eu tenho conversado com os empresários [de ônibus] essa questão da redefinição da passagem, isso precisa ser feito, e já estou negociando. Creio que estejamos em fase final de negociação para se chegar a uma conclusão sobre isso. Na questão das vans, será iniciada uma prévia de regulamentação, sai o decreto essa semana. A licitação da Zona Oeste estava parada, vou colocar para andar. Creio que essa semana já comece. Também estamos reavaliando o itinerário das vans. Muitas coisas são simples e vou verificar. Também já estão sendo abertas pela CET-RIO, licitações para contratação para profissionais de ordenação do trânsito”, afirmou o secretário.

Teixeira deixará a Secretaria de Transportes em abril, mas garantiu que agilizará o máximo de ações com o prefeito e o novo secretário, além de acompanhar a situação de perto, mesmo que não esteja mais no cargo.

“O que está aqui [as demandas], eu vou levar em conta, quando eu passar o cargo, vocês podem me perguntar. Eu sou uma pessoa organizada e coloco o trem no trilho, se a pessoa que me suceder parar o trem, eu vou dizer que ele está parando um assunto importante e me coloco à disposição para fazer interlocução com o prefeito sobre o assunto. Não fiquem preocupados de eu estar em função ou não. O que mais me importa é a solução dos problemas do que eu estar em cargo. […] A solução é vocês cobrarem da gente, não deem trégua. Nosso dever é fazer ou dizer que está em análise. É o caso da estação do BRT. O prefeito está analisando os impactos. Vou voltar a cobrar”, garantiu Teixeira ao final do encontro.

 

Imagem: Rita de Cássia Costa

PARK SHOPPING CAMPO GRANDE RECEBE APRESENTAÇÕES DE TEATRO INFANTIL EM MARÇO

A Companhia de Teatro Faz Assim e o Mágico Peixoto farão espetáculos infantis gratuitos no Park Shopping Campo Grande todas as terças e quartas-feiras, às 18h30, durante o mês de março. Com uma linguagem que atinge crianças de todas as idades e também os adultos, os espetáculos divertem, interagem e agradam toda a família.

No palco, o Mágico Peixoto apresenta uma série de mágicas que envolve e prende a atenção das crianças e dos adultos. Nas suas apresentações, utiliza diversos recursos como a ventriloquia, para que as crianças tenham maior participação no show e aprendam brincando.

No dia 6 de março, 3ª feira, estreia “Uma aventura no mar”: Um grupo de amigos parte em uma aventura pelo grande oceano para restaurar a mãe natureza e salvar a Terra. Números musicais, interação com a plateia, personagens para lá de irreverentes e história da filha do chefe contada de um jeito diferente. No dia seguinte, 7 de março, como se repetirá em todas as quartas-feiras de março, terá show com o Mágico Peixoto.

No dia 13 de março, 3ª feira, a peça é “Aladim espetacular”. O jovem Aladim encontra uma lâmpada com um irreverente gênio que realizará seus três desejos. Um deles é um jeito de tentar conquistar a Princesa Jasmin. Mas um cruel feiticeiro quer pôr as mãos na lâmpada mágica para conseguir o que quer. Uma viagem mágica pelas mil e uma noites com muitas músicas. No dia seguinte, 14 de março, Street Magic com o Mágico Peixoto.

No dia 20 de março, 3ª feira, terá “Branca de Neve” Uma rainha má e uma maçã envenenada estragarão os planos da Branca de Neve e seu Príncipe nesta aventura em forma teatral e interativa, com performances musicais. Eles não esperavam que a Rainha má aparecesse para ajudar a contar essa história. Com belas canções e elementos cênicos, o clássico ganha um colorido especial. No dia seguinte, 21 de março, show com o Mágico Peixoto.

No dia 27 de março, 3ª feira, “Esse coelho é o cara”. Ringo é um coelho que sonha em ter fama e sucesso. Ele almeja se tornar o novo Coelho da Páscoa mas um acidente em seu trabalho acaba o transformando em um herói. Será que ele vai conseguir realizar seu sonho e se tornar o coelho mais querido das crianças? No dia seguinte, 28 de março, oficina de mágicas com o Mágico Peixoto.

Fundada em 2009, a Cia de Teatro Faz Assim Produções já conseguiu conquistar um público fiel, devido ao sucesso em dezenas de temporadas no Rio de Janeiro e excursões por cidades de todo o Brasil, entre outros projetos culturais e eventos infantis. Os espetáculos, sempre musicais, somam mais de 20 montagens, com clássicos e autorais premiados como o musical circense “além de produções direcionadas para Projetos-Escola como “Folclore o Musical da Floresta”.

SERVIÇO

Programação:

06/03 – Uma aventura no mar (Companhia de teatro Faz Assim)

07/03 – Show de mágica infantil (Mágico Peixoto)

13/03 – Aladim espetacular (Companhia de teatro Faz Assim)

14/03 – Street Magic (Mágico Peixoto)

20/03 – Branca de Neve (Companhia de teatro Faz Assim)

21/03 – Show de mágica infantil (Mágico Peixoto)

27/03 – Esse coelho é o cara (Companhia de teatro Faz Assim)

28/03 – Oficina de mágicas (Mágico Peixoto)

Horário: 18h30

Local: Piso L2 – próximo à Kalunga.

Endereço: Estrada do Monteiro, 1200 – Campo Grande, Rio de Janeiro. Tel: 2414-7417 – Call Center: 3003-4175.

Evento gratuito.