Arquivo da categoria: Noticias

ATIVIDADES DIA MUNDIAL DO DIABETES

O Dia Mundial do Diabetes é comemorado em 14 de novembro. Para marcar a data, as unidades de Atenção Primária estão reforçando atividades que despertem a população para hábitos saudáveis de vida, com foco na boa alimentação, atividade física regular, educação em saúde, exame dos pés, dentre outras. Para este ano, o tema é “Mulheres e diabetes: Nosso direito a um futuro saudável”. No dia 26, haverá uma grande mobilização na Praia de Copacabana.

 

Nesta segunda-feira (13), o Hospital Federal dos Servidores do Estado foi palco da palestra “Pé diabético no município do Rio de Janeiro – Visão da SMS”, pela coordenadora de doenças crônicas da SMS, Cláudia Ramos.

 

Há uma estimativa de que 497.392 pessoas tenham diabetes na cidade. A SMS tem diagnosticadas 228.193 pessoas com a doença, sendo 61,1% do sexo feminino. A faixa etária com maior percentual (41,4%) vai de 40 a 59 anos.

 

 

Campeonato de Futsal 

 

A Coordenação de Saúde da área de Planejamento 5.2 (Campo Grande) e o Programa Academia Carioca realizam nesta terça-feira (14), a partir das 8h30, o 1º Torneio de Futsal, com a participação dos usuários das unidades de Atenção Primária. Os jogos têm como objetivo alertar ara a prevenção e tratamento da doença, além de estar entre as atividades desenvolvidas este mês para orientação e promoção da saúde do homem.

 

 A proposta é atrair os homens das comunidades para, de forma lúdica e agradável, orientá-los sobre a necessidade de cuidar da saúde e sobre os benefícios dos exercícios físicos.

 

O evento será na quadra de esportes da Associação de Moradores João Wesley, próxima à Clinica da Família Ana Gonzaga, em Inhoaíba. As inscrições podem ser feitas com os professores da Academia Carioca ou no local do torneio.

 

A quadra de esportes onde acontecerá o torneio fica na Avenida Cesário de Melo, 5.520.

 

FONTE: SITE DA PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO

REINAUGURAÇÃO – VILA OLÍMPICA MATO ALTO

Estão abertas, a partir desta segunda-feira (13/11), as inscrições para todas as modalidades esportivas da Vila Olímpica Manoel Gomes Tubino, em Mato Alto, na região de Jacarepaguá. O complexo da Subsecretaria de Esporte e Lazer foi reinaugurado na última sexta (10), com uma grande festa que reuniu cerca de 400 pessoas das seis comunidades situadas no entorno da Vila.

Crianças, jovens e idosos poderão praticar atletismo, futebol, natação, tênis, basquete, handebol, vôlei, ginástica, ballet, capoeira e karatê, entre outros segmentos esportivos. Também haverá atividades também para pessoas com deficiência.

A Vila Olímpica funciona de terça a sexta-feira, das 7h às 22h, e aos sábados e domingos, das 9h às 22h.

FONTE: SITE DA PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO

Entenda a função dos conselhos tutelares

Todo mundo se comove quando vê uma criança fora da escola, ou quando fica sabendo de casos de abuso sexual contra meninos e meninas. O problema é quando esse sentimento não se transforma em denúncia, o que torna muito difícil evitar que tais abusos continuem acontecendo. Por isso, é importante que todo cidadão saiba como funciona o conselho tutelar, órgão responsável por receber e encaminhar denúncias de abuso e violência contra crianças e adolescentes.
No Rio de Janeiro, os conselhos tutelares foram criados por Lei Municipal, em 1997. Atualmente, existem 18 conselhos na cidade, e a criação de mais dois já foi aprovada pelo legislativo municipal – os novos órgãos ficarão em Cosmos e na Ilha do Governador. A escolha das áreas onde os conselhos são implantados é feita em conjunto com o Instituto Pereira Passos, a partir de dados como número de crianças na área do conselho e quantas delas vivem em locais de vulnerabilidade socioeconômica.
Cada conselho tutelar é formado por cinco membros, que são eleitos para um mandato de quatro anos. Para se candidatar, é preciso ser maior de 21 anos, ter uma conduta ilibada e residir na área de atuação do conselho. Apesar de ser um órgão desvinculado da Administração Pública, o município é obrigado a disponibilizar suporte administrativo, financeiro e de recursos humanos, conforme previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A última eleição para os conselhos tutelares do Rio foi feita ano passado.
“No mínimo dois conselheiros estão presentes nos conselhos todos os dias, e durante a semana eles têm que se reunir para fazer uma reunião de colegiado, onde são discutidos os casos da semana, como encaminhar as denúncias recebidas e propostas de políticas públicas”, explica Paula Braga, assessora técnica da Coordenação de Conselhos Tutelares.
Para implementar melhorias na cidade utilizando as informações coletadas pelos conselhos tutelares, eles integram o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), onde podem apresentar propostas de políticas públicas.
Como posso participar?
Se você tem interesse em fazer parte do conselho do seu bairro ou região, mas perdeu o último pleito, a principal forma de participar é a denúncia. Ela pode ser feita pelo telefone, ligando para o conselho da região, ou presencialmente. Também estão disponíveis o Disque 100, do Ministério dos Direitos Humanos, e a ouvidoria do Ministério Público, pelo número 127. As escolas e hospitais também são entidades atuantes nessa área, pois encaminham denúncias referentes aos seus usuários. Todas as denúncias, mesmo as presenciais, podem ser anônimas.
Além disso, todos os conselhos estão abertos para receber pessoas interessadas em conhecer o trabalho desenvolvido por lá.
“As pessoas precisam entender qual é o papel do conselho tutelar. Ele não define guarda de criança, isso é com a Defensoria Pública. O conselho tutelar é a porta de entrada para questões de violência e violação. Desde a falta de vagas em creches e escolas até abuso sexual e cárcere privado”, esclarece Paula Braga.

 

FONTE: SITE DA Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro

Evangélicos doam R$ 11 mil para reforma de terreiro

Depois de oito atentados, o terreiro de candomblé Kwe Cejá Gbé de Nação Djeje Mahin, da mãe de santo Conceição d`Lissá, em Duque de Caxias, será reformado com uma doação de R$ 11 mil da Igreja Luterana. “O valor financeiro não é o mais importante, mas sim o gesto de união. Não é uma igreja reformando outra igreja. Mas uma igreja contribuindo para reformar um templo religioso que parte do segmento evangélico persegue como se fosse demônio. É a prova do amor ao próximo e do respeito à diferença”, comemora o babalawo Ivanir dos Santos, interlocutor da Comissão de Combate à intolerância Religiosa (CCIR).

Um café da manhã com representantes das duas religiões acontecerá no dia 22 de novembro, às 10h, no próprio terreiro (Rua G, lote 9, quadra H. Jardim Vale do Sol, Taquara – Duque de Caxias). “É um encontro para o mundo todo celebrar e seguir”, comemora Santos.

Em 2014, o terreiro tinha sido mais uma vez destruído e a pastora luterana Lusmarina Campos Garcia, então presidente do Conselho de Igrejas Cristãs do Estado do Rio de Janeiro (CONIC-Rio), teve a ideia de reformar o espaço e foi iniciada uma campanha. Depois de um hiato, a iniciativa foi retomada e ganhou ainda novos aportes. “Eu acho que o pessoal do bem deveria copiar esse exemplo. Nem todos evangélicos destilam ódio e eles estão mostrando isso em suas ações”, afirma o interlocutor.

O babalawo reforça que não se pode generalizar, mas que a destilação de ódio, racismo e preconceito são atitudes reprováveis e deploráveis. Segundo ele, o poder público poderia ser mais atuante. “Infelizmente, o poder público não faz nada. As casas estão destruídas e as investigações não chegam ao final. Não vira inquérito, os culpados não são denunciados e não vão à justiça. Isso precisa mudar. Temos que combater o ódio, o preconceito e o racismo religioso com respeito, igualdade e amor”, defende.

Ataque em junho de 2014

Em 26 de junho, o terreiro foi incendiado durante a madrugada. O fogo atingiu o segundo andar da casa e destruiu teto, móveis, eletrodomésticos, roupas de santos e de integrantes do terreiro.

Não é a primeira vez que Maria da Conceição Cotta Baptista – Conceição d’Lissá – é vítima de ataques. “Já atearam fogo no meu carro, que na época estava quebrado e parado dentro do barracão. E dispararam tiros contra a minha casa e no portão do barracão. Deram nove tiros.” Equilibrada, ela evita apontar suspeitos. Cabe à polícia, afirma, descobrir quem cometeu o incêndio e os outros ataques.

Na época, o presidente do Centro de Articulação de Populações Marginalizadas, o babalaô Ivanir dos Santos, chamou atenção para o fato de as agressões serem persistentes. “Não é a primeira vez. Se as medidas tivessem sido tomadas anos atrás, pode ser que tivessem cessado. A polícia tem de ser mais rigorosa”.

 

Após pedir para receber acima de R$ 33,7 mil, faz outra declaração polêmica

Após a polêmica envolvendo seu salário, a ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois (PSDB), afirmou nesta segunda-feira (13/11), que é “preta, pobre e da periferia”. A declaração foi feita em discurso, ao lado do presidente Michel Temer, na cerimônia de lançamento do Programa Emergencial de Ações Sociais para o Estado do Rio de Janeiro e Municípios, numa unidade da Marinha do Brasil na Avenida Brasil, zona norte do Rio.

 

Segundo a assessoria de imprensa do Ministério do Desenvolvimento Social, o programa emergencial terá investimento total de R$ 157 milhões no Rio, com ações nas áreas de justiça, educação, esporte e direitos humanos. Projetos de vários ministérios estão envolvidos, incluindo a pasta de Luislinda. “Vamos aumentar esses números (de beneficiários de programas sociais) para o Rio de Janeiro e para o Brasil todo também. Sou preta, pobre e da periferia e sei o que é viver longe dos grandes centros”, afirmou Luislinda, completando que o programa emergencial é baseado em “compromissos reais”.

A polêmica em torno do salário de Luislinda veio à tona após a Coluna do Estadão revelar a insatisfação da ministra com o valor de seu contracheque. Luislinda protocolou um pedido ao governo no qual alegava fazer trabalho escravo por não receber R$ 61 mil, valor que seria a soma de sua remuneração como ministra com a aposentadoria como desembargadora. Se o pleito da ministra fosse atendido, ela receberia muito além do teto constitucional, que é de R$ 33,7 mil, violando a legislação.

ESCOLA É ROUBADA E DEPREDADA EM CAMPO GRANDE (FOTOS)

Nesse fim de semana, especificamente no sabado a escola Municipal Nelcy Noronha, que se localiza na rua Coxila Rica em Campo Grande , foi  roubada e vandalizada

Vandalos adentraram na escola , quebrando portas, cadeiras e roubaram o que avistaram pela frente….

 

veja o relato da diretora da escola

“Amigos da comunidade da NELCY NORONHA , é com grande tristeza que venho pedir A AJUDA de vcs.
Quem nos conhece sabe que em nenhum momento impedimos o uso do espaço para lazer. E na maioria das vezes, contamos com parceiros, que usam e cuidam.
Infelizmente nossa escola, de uns dois meses pra cá, vem sendo pichada e utilizada para colar propagandas de eventos.
Na tarde de ontem invadiram nossa escola.Fizeram vários estragos. Hoje à noite invadiram novamente e os estragos foram maiores.
Tememos pelo fato de ter que fechar a nossa escola. Um espaço que é cuidado EM TODOS OS SENTIDOS para oferecer o melhor por nossos alunos.”

O caso foi registrado na 35° delegacia de policia do bairro, a policia está investigando o caso

INVESTIR EM MARKETING DIGITAL É NECESSÁRIO

Hoje em dia a internet domina a comunicação e quem não investir em marketing digital vai ficar pra trás. Para os empresários, a internet é um importante canal de divulgação. Mas há falta de conhecimento para desenvolver alguns projetos.

Os empresários de uma fábrica de etiquetas de São Paulo, por exemplo, criaram uma página numa rede social, que só teve 100 curtidas. O e-mail marketing, então, foi um desastre. O jeito foi procurar ajuda profissional. Adriana de Almeida, uma das donas da fábrica, e o supervisor Ivan Bueno foram conhecer a agência de Gustavo Machado e Arthur Domingues, que é especializada em marketing digital para micro e pequenas empresas.

De acordo com Gustavo, a empresa precisa acompanhar a tendência do mercado. “Tem que acompanhar a evolução tecnológica que provém do mercado, se você não tá na internet, seu concorrente vai estar e você vai perder mercado para eles”, afirma.

“Muitas empresas fazem isso, constroem imagem na rede social e esperam fazer milagre. Não é assim, tem que fazer divulgação, tem que ser bem direcionada, segmentada, postagem, campanha, só assim vai aumentar o publico dela”, orienta Arthur.

Depois de uma boa conversa, Adriana e Ivan entenderam porque não tiveram sucesso nas redes sociais.

“Não é mais bicho papão, tem que aproveitar essa oportunidade pra desenvolver um outro ganho pra empresa”, diz o supervisor Ivan Bueno.

Para começar, os empresários da fábrica de etiquetas viram que é preciso se preocupar com a imagem da empresa e também criar um site com um bom conteúdo e boas imagens – a navegação também deve ser para smartphone e tablets. É obrigatório usar as redes sociais pra divulgar a marca e investir em sites de busca e monitorar os resultados.

 

 

FONTE: G1

CORREÇÃO DAS QUESTÕES DAS PROVAS DO ENEM 2017

 

 

PROVA AMARELA

 

PROVA BRANCA

 

PROVA AZUL

 

 

PROVA ROSA

 

 

 

 

 

 

 

 

Questões corrigidas pelo Sistema COC de Ensino.

 

FONTE: G1

FAMÍLIAS SÃO EXPULSAS DE CASA POR CRIMINOSOS

Algumas famílias do Rio de Janeiro foram obrigadas a sair de suas casas apenas com a roupa do corpo por causa da perseguição de criminosos. Pelo menos um quarto da população do Rio de Janeiro vive em áreas de risco que possuem algum tipo de influência de quadrilhas de criminosos.

A cidade tem 1.018 favelas que reúnem quase 1,5 milhão de moradores, segundo o Instituto Pereira Passos. Especialistas em segurança pública estimam que o número de pessoas sob o poder dos criminosos possa ser até maior, já que não há um mapeamento detalhado e atualizado das áreas dominadas.

Policiais perseguidos

Grupos de traficantes e milicianos impõem regras à população e interferem na liberdade básica dos moradores, que têm os movimentos vigiados e têm até as redes sociais monitoradas pelos criminosos. Até os policiais são obrigados a sair de onde vivem.

“Eu morei numa rua por 25 anos. Um dia, em novembro de 2016, os traficantes, expandindo o território da Cidade de Deus, tomaram conta dessa rua, que fica na Freguesia. O meu filho chamou a namorada para sair de casa e nisso os traficantes, três dos seis traficantes, se aproximaram da casa e disseram que iam chamar o pessoal, porque sabiam que o filho do policial estava naquela rua, estava naquela casa. Eu fui expulso”, disse um policial, que preferiu não se identificar.

O sentimento do agente é de desolação.

“Eu tive que abandonar a minha casa. Minha casa ficou vazia, largada. Uma casa que eu amava, que eu construí, uma casa onde eu criei meus filhos e eu tive que largar por uma questão de sobrevivência. Ou eu fico e morro ou abandono a minha casa”, afirmou o policial.

Ele destaca que não é uma exceção na corporação onde trabalha, e que outros colegas também já foram expulsos de onde moravam. “Um dos policiais inclusive foi expulso por milícia”, afirmou.

O policial explica a maneira como os criminosos exerciam poder sobre o território. “Eles circulam na rua de arma em punho, de fuzis, armas importadas, armas que a gente conhece e são superiores às que a polícia usa. Eles fazem blitz. Eles colocam as pedras, os carros têm que contornar, eles apontam armas, mandam descer, dão geral, procuram armamento, procuram saber se a pessoa é polícia e, se for, vai ser executado.”

‘Imposto’ para a milícia

Outro morador do Rio, que foi expulso de casa pela milícia, conta como o lugar onde ele morava foi tirado da família.

“Eu recebi um imóvel, um terreno grande, e o grupo da área ficou interessado. Queriam que eu pagasse ágio e ficou me extorquindo, me extorquindo. No total, eu paguei quase uns R$ 400 mil para a milícia. E mesmo assim continuaram me extorquindo. Chegou uma hora que eu dei um basta e denunciei todo mundo”, conta o homem.

Após denunciar a atuação, ele foi ameaçado e expulso da própria casa pelos crimonisos.

“A gente ficou indo de um lugar para o outro, e pode correr de um lugar para outro. E chegaram na gente por causa disso. Acharam onde eu estava através do meu cartão do banco e assim foi”, afirma. Segundo ele, os milicianos iniciaram uma série de perseguições.

A família dele foi ameaçada e atualmente vive de maneira precária e com medo de serem encontrados. “Eu mudei para três endereços, e eles acharam os três”, explicou.

Relações divididas por facções

A Avenida Cesário de Melo funciona como uma avenida imaginária. Ao longo de cinco quilômetros, ela separa seis comunidades controladas por grupos de traficantes e milicianos rivais. Cada um deles impõe regras próprias.

“A divisão é bem clara. E os moradores ficam reféns. Quando você mora em uma comunidade de outra facção rival você não pode ir do outro lado pegar um ônibus no qual possa ir trabalhar. É um território inimigo, e você fica muito exposto a isso”, explicou um morador de uma das comunidades.

Até famílias são obrigadas a viver separadas. “Se eu tenho familiar que é de uma outra favela que não seja da mesma facção que a minha, eu não tenho liberdade de visitá-lo. Ou de namorar alguém que não é da mesma favela, da mesma facção”, diz uma moradora.

Os encontros com moradores de comunidades rivais acontecem em áreas consideradas neutras. Até conversas e amizades em redes sociais com pessoas de outros locais são observadas.

“Já deixei de estudar, já deixei de trabalhar e já deixei de conseguir emprego porque eu falei onde eu morava”, afirma uma moradora.

Marcus Faustini, da agência de redes para a Juventude, destaca a falta de direitos plenos para a toda a população.

“Isso significa uma perda de cidadania, sobretudo há uma parte dos cidadãos cariocas, do Brasil, que não tem acesso a direitos básicos como liberdade, segurança, direitos sociais. É muito claro que o Brasil precisa garantir os direitos para todos”, explicou o especialista.

A Secretaria de Segurança do Estado do Rio de Janeiro afirmou que atua com rigor no combate às organizações criminosas e que, nos últimos dez anos, prendeu 1.326 milicianos. A Polícia Militar falou que é de conhecimento de todos que existem regiões do RJ que sofrem influência direta de quadrilhas e que são inúmeros os casos em que dá apoio a policiais ameaçados.

FONTE: G1