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COMO TRANSFORMAR SUA TV EM SMART TV

O Chromecast chegou ao Brasil em 2014 como a primeira opção de dispositivo bom e baratopara levar funções extras a TVs que não são smart. O aparelho se conecta à entrada HDMI e ao Wi-Fi e permite receber comandos do celular para fazer streaming de música, filmes e séries na televisão. Netflix, YouTube e Globo Play são alguns dos apps para Android e iPhone (iOS) compatíveis.

O Chromecast de primeira geração ainda é encontrado em lojas brasileiras, mas usuários podem ficar em dúvida se vale a pena comprá-lo. Desde seu lançamento, o modelo ganhou uma segunda versão e, recentemente, uma porção de rivais de fabricantes como Amazon e Xiaomi. Confira três vantagens e desvantagens do produto do Google.

Positivos

1. Fácil de usar

O primeiro Chromecast tem praticamente as mesmas funções da versão mais nova, além de uma instalação simples, feita rapidamente pelo celular conectado à mesma rede Wi-Fi. Em poucos segundos, depois de ligar ao HDMI e a uma fonte de alimentação, – que pode ser a tomada ou USB na própria TV –, o aparelho já pode ser usado para fazer streaming de vídeos na televisão.

Como os apps do Chromecast rodam no smartphone, não é preciso aprender a usar nada além do que boa parte das pessoas já está acostumada. Em programas como Netflix e YouTube, basta tocar no botão de transmissão para começar a assistir conteúdo na TV. Quando isso ocorre, o celular se transforma em controle remoto. Quem usa sistema Android ainda tem a possibilidade de espelhar a imagem do telefone na tela grande.

Primeiro Chromecast faz as mesmas coisas que a segunda geração (Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo)

2. Compacto

O Chromecast tem um visual que lembra um modem de internet 4G, medindo 7 cm de comprimento, 3,5 cm de largura e pesando 34 g. Ele é menor que rivais mais novos como o Amazon Fire TVAmazon Fire TV Stick Basic e Xiaomi Mi Box. Além disso, o aparelho é ligeiramente mais discreto que o Chromecast 2.

Depois de instalado, o dispositivo de primeira geração tende a ficar imperceptível no layout da sala de estar, pois costuma se posicionar atrás da TV. Para quem não sabe de sua existência, para todos os efeitos, a televisão parece uma smart TV. O dongle do Google ainda acompanha um extensor, permitindo um melhor suporte nas televisões que ficam muito próximas à parede.

Chromecast tem dimensões compactas (Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo)

3. Preço usado

O Chromecast 1 chegou ao Brasil por R$ 199, a metade do preço do seu sucessor, mesmo com poucas diferenças entre a primeira e segunda geração – as funções de streaming e espelhamento de tela são as mesmas. Esse conjunto de fatores pode fazer com que um Chromecast de segunda mão seja um bom negócio, especialmente se o valor estiver na faixa dos R$ 150 ou menos.

Negativos

1. Sem controle remoto ou memória interna

A similaridade do Chromecast com o Chromecast 2 faz com que suas limitações também sejam as mesmas. O aparelho não tem sistema operacional sofisticado, memória interna para armazenar conteúdo offline nem controle remoto. Essas características estão presentes em rivais fabricados por Amazon, Xiaomi e Apple.

Chromecast usa celular como controle remoto (Foto: Divulgação/Google)

2. Conexão Wi-Fi de menor qualidade

Embora as principais funções do primeiro Chromecast sejam as mesmas do novo modelo, outros aspectos “envelheceram” desde seu lançamento. O Chromecast 1 não é compatível com algumas tecnologias modernas de internet sem fio, como o Wi-Fi ac e o padrão de 5 GHz oferecido por roteados mais avançados.

Além disso, o aparelho tende a apresentar certa dificuldade para manter o sinal estável durante o streaming, ponto que foi melhorado somente no Chromecast 2.

3. Preço novo

É difícil encontrar o Chromecast 1 por um bom preço, se o usuário não estiver disposto a recorrer a usados. O dispositivo é vendido em poucas lojas no Brasil e, quando há disponibilidade, o valor pode ser igual ou superior ao do Chromecast 2, entre R$ 200 e R$ 250. Nesse caso, comprar a versão mais nova acaba sendo uma melhor opção.

O valor é comparado a outros aparelhos mais potentes que não estão à venda no Brasil, mas podem ser importados. Esse é o caso do Xiaomi Mi Box, media center chinês que roda Android TV, tem armazenamento interno e conta com controle remoto. Ele pode ser adquirido em sites de importação por aproximadamente R$ 220, sem considerar impostos. Há ainda o Fire TV Stick Basic, da Amazon, que deve chegar ao Brasil em breve.

Fonte: TECHTUDO

Raper famoso assume traição no casamento

O mais difícil é ver a dor que você causou

Tudo indica que Jay Z tenha mesmo traído Beyoncé. Os rumores sobre o adultério tiveram início no lançamento do álbum “Lemonade” da cantora e de “4:44” do rapper. Agora, em entrevista ao “New York Times”, o músico admitiu a traição e revelou que terapia salvou seu casamento. “Você tem que sobreviver. Aí você entra em modo de sobrevivência e o que acontece? Você desliga todas as emoções. Então, mesmo com as mulheres, você vai se desligar emocionalmente, você não consegue se conectar… No meu caso isso vai fundo. E tudo acontece a partir daí: infidelidade”, começou.

JAY Z E BEYONCÉ PASSARAM POR UMA FASE TURBULENTA EM SEU RELACIONAMENTO

Jay Z explicou, ainda, a referência à “Becky do cabelo bom”, no álbum da esposa: “Como a música que ela estava fazendo estava mais adiantada, o álbum dela foi lançado”. “O melhor lugar é bem no meio da dor, e é la que nós estávamos. E isso era desconfortável. E nós tivemos um monte de conversas. Eu fiquei realmente orgulhoso da música que ela fez, e ela ficou realmente orgulhosa da arte que eu lancei. No final temos um respeito saudável pelo trabalho do outro. Eu acho que ela é incrível”, comentou.

Pais de Blue Ivy, de 5 anos, e dos gêmeos Sir e Rumi, de 5 meses, o rapper indicou que eles poderiam ter se divorciado. “Sabe, a maioria das pessoas sai de casa, e a taxa de divórcios é tipo 50% ou algo assim porque as pessoas não conseguem se ver. A coisa mais difícil é ver na cara de alguém a dor que você casou e ter de lidar com você mesmo”, disse. Ao final, revelou que a terapia salvou seu casamento: “Cresci muito com a experiência. Mas o mais importante que entendi é que tudo está conectado. Cada emoção está conectada e vem de algum lugar. E ter consciência disso no dia a dia te dá uma vantagem”.

Fonte: msn.com

 

Atriz de “O Chamado” foi presa!!

A atriz Daveigh Chase, conhecida por interpretar a assustadora Samara no filme O Chamado, foi detida por policiais enquanto estava no banco de passageiro de uma BMW roubada, segundo informações do site TMZ.

A polícia deteve a atriz, que também dubla Lilo em Lilo & Stitch, e o motorista na última terça-feira (28/11) por volta das 10h no horário local de Hollywood. Após verificarem a placa do veículo, os policiais descobriram que o carro havia sido roubado

TRE-RJ decide liberar Rosinha, que usará tornozeleira eletrônica

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ) decidiu nesta quarta-feira (29/11) soltar a ex-governadora Rosinha Garotinho (PR), presa na Cadeia Pública de Benfica desde o dia 22 sob suspeita de corrupção. Foram cinco votos a seu favor, uma decisão unânime.

Ela ficará sob monitoramento por tornozeleira eletrônica. O pedido pela conversão da prisão em monitoramento eletrônico havia sido feito nesta quarta-feira pela Procuradoria Regional Eleitoral no Rio (PRE-RJ), cujo entendimento é de que Rosinha apenas “consentiu com os crimes” praticados pelo marido, o ex-governador Anthony Garotinho (PR).

O TRE ainda vai julgar se Garotinho, apontado como líder de uma organização criminosa, seguirá preso. O casal foi preso sob acusação de crimes como corrupção, participação em organização criminosa e falsidade na prestação de contas eleitorais entre os anos 2009 e 2016, quando Rosinha era prefeita de Campos, município do Norte Fluminense.

Agora, Rosinha ficará proibida de manter contato com testemunhas e de viajar. Outras obrigações são permanecer em casa de noite e aos fins de semana. Ela poderá ser liberada ainda nesta quarta-feira. “Cautelares menos gravosas também resguardariam a sociedade de prejuízos causados por aqueles que, ao revés, deveriam servir de exemplo de honestidade e probidade, mas que findam por frustrar a vontade popular”, acredita o procurador regional eleitoral Sidney Madruga.

Já Garotinho, “como líder da organização, apresenta risco de interferir na instrução criminal em curso, como coação de testemunhas”, argumentou Madruga, que pediu a manutenção de sua prisão preventiva. Denúncia do Ministério Público Eleitoral (MPE) mostra que o grupo J&F fez doação ilegal de R$ 3 milhões por meio de contrato com uma empresa indicada por Garotinho para financiar sua campanha ao governo do Estado em 2014, derrotada pela de Luiz Fernando Pezão (PMDB). Os valores não teriam sido declarados em sua prestação de contas. Ele é acusado também de intimidar e extorquir empresários que atuavam em Campos.

TRÊS ASSALTANTES PRESOS NA ARICURI EM CAMPO GRANDE!!

Por volta das 23:30 dessa quarta feira (29), três assaltantes foram presos em Campo Grande, na rua Aricuri, na altura de um deposito de gás…

Um dos assaltantes era menor de idade, eles estavam portanto uma pistola de simulacro, policiais prenderam quando esses iriam efetuar um assalto

Os meliantes foram levados a delegacia do bairro, mais informações em instantes…

Autodrenagem: como fazer em casa

Quatro minutos (de manhã e à noite) é tudo de que você precisa para conseguir o efeito da drenagem linfática feita por especialistas. “Essa é a técnica mais indicada para aliviar a retenção de líquido, que acomete especialmente as mulheres por causa das oscilações hormonais”, explica a dermatologista Larissa Viana, de São Paulo.

Além de atenuar a celulite e reduzir o inchaço, proporciona resultado imediato. “Ele também é alcançado com a automassagem, que estimula a ação dos gânglios”, diz a esteticista Renata França, cuja agenda é cobiçada por celebridades como Taís AraújoBruna Marquezine e Ivete Sangalo.

A ação possibilita a redistribuição da linfa (líquido presente entre as células, que, em excesso, causa o inchaço) pelo corpo. O problema é que estamos sujeitas ao acúmulo diariamente – em especial no verão e após abusos na alimentação e na bebida alcoólica. Aprender a fazer as manobras sozinha, portanto, é libertador. “Os movimentos são os principais responsáveis pela eliminação das toxinas. Cremes com cafeína e ervas, como a cavalinha e a centelha asiática, por exemplo, potencializam o resultado”, afirma Renata.

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1. De pé, em frente ao espelho, com os braços cruzados e as mãos espalmadas, aperte as saboneteiras três vezes para estimular a captação da linfa pelos gânglios. Depois, pressione três vezes a axila esquerda com a mão direita e vice-versa.

(Marcel Calbusch/CLAUDIA)

2. Segure o cotovelo com a mão e, com pressão firme, deslize em direção ao ombro. Faça isso oito vezes em cada braço. Então, pressione três vezes a dobra da parte interna do braço. Deslize a mão, também por oito vezes em cada braço, só que do pulso ao cotovelo.

(Marcel Calbusch/CLAUDIA)

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3. Pressione a região dos ossinhos dos quadris três vezes de cada lado. Com as mãos sobrepostas, faça movimentos circulares ao redor do umbigo cinco vezes. Depois, dê beliscões em toda a barriga até ficar vermelhinha para estimular a queima de gordura.

(Marcel Calbusch/CLAUDIA)

4. Apoie as mãos nas laterais da cintura e deslize com pressão até o centro do abdome cinco vezes para afinar a silhueta. Depois, dê alguns beliscões nos dois lados. Finalize a prática nessa região repetindo o primeiro movimento.

(Marcel Calbusch/CLAUDIA)

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5. Posicione as mãos nas virilhas e pressione os gânglios três vezes. Em seguida, deslize as mãos oito vezes na perna direita do joelho à virilha. Faça o mesmo na outra perna. Com as mãos sobrepostas, amasse a parte interna das coxas (de baixo para cima).

(Marcel Calbusch/CLAUDIA)

6. Com os punhos cerrados, deslize as mãos do joelho para cima oito vezes. Depois, aperte três vezes a parte de trás do joelho. Escorregue as mãos – do pé até essa região – dez vezes. Repita o movimento indo dos pés até as virilhas. Faça o mesmo na outra perna.

(Marcel Calbusch/CLAUDIA)

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Produtos sugeridos

1.Gel Creme Anticelulite e Redutor Reduxcel, Adcos, R$ 192*

2. Creme de Massagem Corporal, SPA, Renata França, R$ 220

3. Creme de Massagem Redutor Slim Detox, Dermage, R$ 152,80*

4. Sérum Anticelulite Caju, L’Occitane au Brésil, R$ 109*

 

 

 

FONTE: CLAUDIA

PAI DE REPÓRTER DA GLOBO CAI EM GOLPE CASO REGISTRADO EM CAMPO GRANDE!!!

EXCLUSIVO: Pai da Renata Capucci caiu em golpe

O pai da Repórter Renata Capucci, Sr Eduardo caiu no golpe do falso sequestro (que marginais estariam com sua filha sequestrada) e saiu de casa com destino ao Itaú Personalité da Barra para efetuar o saque da quantia solicitada como resgate, ele estava em seu carro um Toyota Etios prata e não deu mais notícias, segundo Coronel Dávila amigo da família informou que acionou o 40 BPM (Campo Grande) pois a família conseguiu rastrear o celular e mostrava um local próximo ao West Shopping, e Sr Eduardo foi localizado na Rua Rouxinol e encaminhado para 35 DP prestou esclarecimentos sobre os fatos e foi liberado

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POLICIA PRENDE GERENTE DO TRAFICO DE UMA COMUNIDADE DA ZONA OESTE!!!

Gerente do tráfico do Rola, na Zona Oeste do Rio, é preso ao andar de moto roubada

Considerado gerente do tráfico da comunidade do Rola, em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio, Ueslei Ramos Costa, o Taz, de 35 anos, foi preso na tarde desta quarta-feira por policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Vila Kennedy e do 14º BPM (Bangu).

O criminoso foi localizado a partir de denúncias feitas por moradores da região, na Rua Joel de Carvalho, conduzindo uma motocicleta roubada, de acordo com o comando da unidade.

Segundo a polícia, ele tinha seis mandados de prisão em aberto. O caso foi registrado na 34ª DP (Bangu).

LU ALCKMIN FALA DA PERDA DO FILHO

No final do dia 1º de abril de 2015, a menos de 24 horas de perder Thomaz, seu caçula, Lu Alckmin, 66 anos, saiu de um compromisso de trabalho, mudou a rota, não foi para casa. Parou no apartamento em que morava o filho, de 31 anos. Conversaram por duas horas, se abraçaram sem saber que aquilo era a despedida.

 

Ninguém pode prever o fim de um jovem forte e cheio de vida. Muito menos a mãe, conectada a ele pela alma. Lu não escondia; tinha a mais profunda afinidade e identidade com Thomaz. Amiga, confidente, ela compreendia as aflições do caçula desde a infância hiperativa dele. Falavam-se todos os dias. “Dos meus três filhos, era o mais ligado a mim”, conta a mulher de Geraldo Alckmin, o governador de São Paulo. Antes de a visita terminar, Thomaz levou a mãe à garagem para mostrar o carro novo e possante, deixado à disposição dele pela empresa que o contratara como piloto de helicóptero. Convidou Lu para dar uma volta. A primeira-dama aceitou sem informar aos seguranças e à secretária particular (uma oficial da Polícia Militar), que a aguardavam na rua. A intenção era essa mesma, arrancar velozmente, voar baixo e deixar a equipe de dona Lu segui-los desesperadamente em manobras ousadas. Thomaz pisava fundo, a mãe ria, leve e cúmplice na pequena aventura que guardaria para sempre. Quando desceram, encontraram o staff de cabelo em pé, porém aliviado. Dona Lu fez o sinal da cruz na testa do seu menino, beijou-o, desejou bom sono, voltou para o Palácio dos Bandeirantes – sede do governo e sua residência – e dormiu descontraída.

No dia seguinte, 2 de abril, a caminho de Campos do Jordão (SP), onde passaria a Semana Santa, Lu olhou da janela do veículo que a conduzia. Estranhou que o céu lindo contrastasse com a terra sem brilho, que parecia chorar. Clicou no celular. A foto foi captada às 17h04. Nesse exato momento (nenhum segundo a menos, diz ela), despencava em Carapicuíba (SP) o Eurocopter, modelo EC-155, com Thomaz a bordo, de carona. O que aconteceu depois – o silêncio, a dor, a falta do filho, a peregrinação pela paulista Rota da Luz, de 218 quilômetros, parando só para comer e dormir – está relatado no livro Amor Que Transforma(Planeta), lançado em outubro. A CLAUDIA, Maria Lúcia Guimarães Ribeiro Alckmin conta, algumas vezes chorando, como passou a encarar a morte e o que a experiência de andarilha significou para ela.

(Divulgação//A morte de um filho não é o fim/Divulgação)

Sobre o que a senhora falou com seu filho no último encontro?

Amenidades. Eu ficaria fora nos feriados e decidi passar para ver minha neta, Júlia, que ainda não tinha completado 2 meses. Minha nora Tatá (a arquiteta Thais Fantato) havia saído para levar o bebê ao pediatra e, depois, jantaria na casa da mãe dela. Meu filho também seguiria para lá. Eu disse que na segunda-feira, dia 6 de abril, faria um jantarzinho em casa para comemorar o aniversário dele. Thomaz ficou contente, gostava de festas mais íntimas. Ele me mostrou o vaso onde plantara as mudas de ráfia que eu tinha dado – estavam lindas – e me contou como se via feliz no novo emprego de piloto. Finalmente tinha se encontrado. Falou de planos e em financiar, até o fim daquele ano, o apartamento em que morava. Thomaz quis mostrar o carro que passaria a usar a trabalho e sugeriu: “Vamos dar um perdido na sua segurança”. Eu topei. No carro, a gente ria muito. Parecíamos duas crianças olhando para trás e vendo minha equipe me seguir, apavorada.

 

Como soube da morte de Thomaz?

Saí de um compromisso de trabalho (é presidente do Fundo Social de Solidariedade) no centro da cidade direto para Campos do Jordão. Meu marido seguiria para lá à noite; meus filhos, Sophia e Geraldo Neto, chegariam com suas famílias, depois. Tatá me ligou preocupada. Disse que havia tentado falar com Thomaz muitas vezes e ele não atendeu. Eu estava tranquila, tentei acalmá-la. Lembrei que meu filho me contara que o helicóptero estava em manutenção e não podia voar por um mês. Ele não estaria no ar. Às 7 da noite, meu marido ligou e pediu: “Volta para São Paulo”. Imediatamente perguntei: “Ele está machucado?”. Eu me referia a Thomaz sem pronunciar seu nome. Geraldo apenas insistiu com um “Vem agora”. Pus o terço na mão e fui. No céu, vi uma estrela sozinha brilhando muito. Só podia ser meu filho. Meu marido me esperava na garagem. Ele me abraçou chorando, não precisou falar nada. Sophia e Geraldo Neto não tiveram coragem de descer para me receber. Subi. Perguntei aos meus filhos, ainda soluçando, se eles se recordavam do luto que tinha vivido quando perdi minha mãe. Eles disseram que sim. Havia sido traumático para todos. Então, prometi que eu agiria diferente. Que faria a vida continuar. Por eles, pelos meus seis netos e também por mim.

 

Que idade tinha quando perdeu sua mãe, Renata? O que aconteceu? Você se deprimiu?

Eu tinha 45 anos e não estava preparada. O curioso é que a morte de alguém mais velho, que está doente, vem na ordem natural das coisas. Perder um filho é inverter essa ordem. Mas eu reagi muito mal à morte dela, sofri 365 dias. Isso mesmo, um ano inteiro. Perdi tempo com tanta tristeza. Meus filhos sofreram. Eu cuidava deles, mas estava sem brilho. Tinha febre todas as noites, não aceitava ficar longe dela. Minha mãe era minha referência de amor, uma mulher incrível. Autodidata, aprendeu a falar várias línguas, sozinha, lendo. Às escondidas, devorava os livros de meu avô. Ele era intelectual, crítico de arte, mas achava que mulheres não deviam estudar, ter cultura. Eu era muito pequena quando meu pai morreu. Mamãe criou 11 filhos com garra; vendia produtos de limpeza para nos manter. Minhas irmãs mais velhas e eu não pudemos fazer faculdade. E os irmãos mais novos tiveram o curso pago pelos cunhados. Aprendi muito com minha mãe. Eu era exigente comigo mesma, queria acertar sempre, e ela, um dia me falou: “Filha, não se ache tão importante. Você não é tão importante assim, pode errar”. É verdade, ninguém é imprescindível. Sou primeira-dama, e isso não tem a menor importância. Vejo apenas como uma oportunidade de desenvolver o serviço social que amo. A amizade que eu tinha com ela era parecida com a que mantive com Thomaz. Muito intensa.

 

No livro, há um texto de Sophia em que ela diz que algumas vezes se irritou porque a senhora não impunha limites ao caçula, permitia que Thomaz fizesse o que bem entendesse…

Thomaz foi uma criança hiperativa. Às vezes, a escola não está preparada para acompanhar crianças assim. Os dois mais velhos faziam as lições sozinhos. Eu ficava do lado de Thomaz o tempo todo. Ele não conseguia se concentrar para estudar, cumprir as tarefas. E, mais tarde, tinha dificuldade em se ver trancado em um trabalho. Foi assim até se tornar piloto. Os pais precisamos entender isso. Não podemos decidir que um filho se comporte como os outros. Também não devemos escolher a profissão deles ou querer que realizem os desejos que não conseguimos concretizar. Nós os colocamos no mundo, mas eles não são nossos. Eu compreendia Thomaz. Aos 20 anos, ele namorou uma moça do cerimonial do Palácio que tinha 26 anos e ficou grávida. Eles não se casaram. A chegada de Bella (Isabella, hoje com 12 anos) foi uma alegria para nós. Thomaz, ela e eu brincávamos de rolar no chão como três crianças. Eu fazia uma monstra, ela se divertia. Meu filho foi diferente desde sempre. Um tio perguntava para todos os meninos e meninas da família o que eles queriam ser. Um respondia que seria advogado, os outros, médico ou engenheiro. E Thomaz só repetia: “Eu quero ser feliz”.

 

Thomaz parecia se expor muito a riscos, não só no motocross, que praticava. Algumas vezes, os jornais noticiaram episódios como aquele em que sofreu uma tentativa de assalto; ou o que envolveu um segurança morto a tiros. Isso a preocupava?

Ele visitava a namorada quando o segurança foi atingido. Sofreu muito com o episódio. Aliás, todos sofremos. O que se aconselhava é que não ficassem no carro parado de madrugada. Meu filho, de fato, se expunha mais que os irmãos. Uma noite, Geraldo e eu voltávamos de um jantar, e Thomaz passou por nós de moto em alta velocidade. Eu mentalizei: “Vá com Deus”. Nunca ficava pensando coisas ruins, que ele iria se machucar. Era inquieto, mas tinha um enorme amor à vida dele e à dos outros. No Palácio, era amigo das cozinheiras, de todo mundo. Ele se sensibilizava. Aos 15 anos, carregava para o banho uma mulher de 80 anos, doente. Tratava-se da mãe da senhora que ajudou a criar Geraldo, que ficou órfão aos 10 anos. Quando Thomaz era pequeno, eu notava as dificuldades dele e fui me aconselhar com meu sogro, de quem gostava muito. Ele me tranquilizou. Disse: “Não se aflija, Lu. Thomaz é bom. O que uma pessoa precisa é ser boa”. Ele me ajudava com ideias no meu trabalho; gostávamos de muitas coisas parecidas; tínhamos um papagaio em comum, o Horácio, que está morando comigo.

 

De que maneira superou a morte de um filho tão querido?

Indo para o velório, eu disse para as pessoas que trabalham comigo: “Vocês me esperem por 30 dias. Esse é o prazo que preciso para reassumir minhas atividades”. Todos acreditavam que eu morreria, que não suportaria. Por um mês, fiquei o tempo inteiro com a família, com meus netos. Não tive depressão e me surpreendi com meu comportamento. Fui conversar com um padre, porque pensava: “Será que estou certa em compreender tão prontamente a partida de Thomaz? Será que estou ficando louca?”. Imaginava que me trancaria, perderia o humor, duvidaria de Deus. Mas, pelo contrário, eu chorava e, no momento seguinte, ria, brincava com as crianças. Choro ainda, mas de saudade. Não de revolta por tê-lo perdido. Falei dessa saudade com Jou Eeel Jia, com quem faço acupuntura. Ele explicou que Thomaz queria fazer coisas extraordinárias. Concluí que meu filho podia seguir fazendo o extraordinário por meio das minhas ações. Sempre penso: “Meu filho, é você quem está realizando isso através de mim”.

 

Nossa cultura não nos prepara para a morte. Temos dificuldade na ruptura, na despedida, depois em nos desapegar das coisas que nos lembram os que se foram. Como administrou tudo isso?

Não me afastei do caixão um só minuto; passava a mão na sua testa me despedindo. Deixei um helicóptero pequenininho, que ele amava, ir com ele para a sepultura. Alguns rituais são necessários. Há famílias que não tocam no assunto. Não é saudável; devemos enfrentar a morte. Descobrimos que, falando da pessoa que se foi, permitimos que ela continue vivendo de uma outra forma. Eu sinto meu filho em todos os lugares aonde vou. Mas, para compreender a partida precisamos entender muitas coisas. E agir também. Foi importante me desfazer das roupas dele, que podiam servir para os que não têm nada. Perguntei para os da família o que queriam manter. Bella quis ficar com um boné, que Thomaz não tirava da cabeça. Dei uma bota a seu Pedro, o caseiro do nosso sítio em Pindamonhangaba (SP), que era o melhor amigo de Thomaz e com quem desmontava motos. Uma vez, os dois fizeram uma geladeira virar máquina de pintar carro. Seu Pedro anda de pé no chão, não se acostuma com sapatos, mas achou bom ganhar as botas. Tirei tudo. Não seria legal manter o quarto de Thomaz montado em Pinda. Voltei de lá chorando de pingar, mas fiquei com o que é mais valioso: as boas lembranças.

 

 Muitas vezes, a tentativa de consolo mais atrapalha que ajuda. A senhora sentiu isso?

Nunca pensei que fosse precisar tanto de que rezassem por mim. Montei seis encadernações de cartas de solidariedade. Sou eternamente grata. Mas há, sim, profundo incômodo com aqueles que querem que você tenha forças. Às vezes isso não é possível. Muita gente marcava audiência de trabalho, mas, na verdade queira dar conselhos, dizer o que eu devia fazer. Eu não precisava; já havia me encontrado. Estava bem, mas vinham, falavam, falavam… acabavam me deixando mal. No fim, eu é que os consolava. É um desgaste físico e emocional. O outro tem de respeitar; cada um se cura de um jeito muito particular e no próprio tempo.

 

Como a peregrinação entrou na sua vida?

O padre Rosalvino (Viñayo), que desde 2001 conduz romeiros a Aparecida (SP) pela Via Dutra, me pedia ajuda para tornar menos perigosa aquela viagem. Sou madrinha dos peregrinos e também me preocupava com os acidentes. Muitos morreram. Além do mais, quem consegue ter um encontro com Deus naquela rodovia barulhenta? Criamos uma rota alternativa à Dutra, que vai de Mogi das Cruzes (SP) ao Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida. Enquanto planejávamos a Rota da Luz, Thomaz dizia que, na inauguração, faria o trajeto de moto ou a cavalo. Eu nunca havia caminhado com os romeiros. Apenas os esperava chegar à igreja. Em 2016, quando a partida de meu filho completava um ano, fiz o percurso a pé. Havia uma caminhonete que dava suporte ao nosso grupo, de 40 pessoas, mas em momento algum precisei viajar nela. Fiz questão de percorrer 218 quilômetros caminhando. Não carreguei mochila, mas apenas uma bolsinha com barrinhas de cereal e água. Quase não tem banheiro, é preciso pedir para entrar na casa dos moradores. Para comer e dormir, parava em pequenas pousadas do caminho. Chegava suada, tomava um banho, e do corpo descia um caldo marrom. Mandava dois, três pratos de arroz e feijão – foi a comida mais gostosa que já comi na vida – e ia dormir em cama simples, mas com uma sensação maravilhosa. Os seguranças que me acompanhavam haviam pedido férias e pagaram do próprio bolso as hospedagens. Eles assumiram o espírito da caminhada.

 

A senhora não parece ter o preparo físico dos atletas. Seu corpo reagiu bem?

Eu não me perguntava se ia aguentar. Simplesmente, seguia. Chorava, rezava, meditava. Depois de 100 quilômetros, na altura de Redenção, senti uma enorme dor no joelho. Tinha uma pessoa que era massagista e me ajudou muito. Depois da massagem, acordei boa, às 2 horas da madrugada, e continuei a caminhar.

 

Por que tão cedo assim?

Fazia muito calor. Essa era a melhor hora para sair. Quando estava subindo a serra perto de Taubaté, ouvi o barulho da cachoeira. As lanternas das pessoas não conseguiam iluminar à distância, porém era possível sentir a força das águas. Nunca mais vou esquecer aquele momento. Eu me vi diante de Deus. Tenho de estar pronta para partir a qualquer momento. A morte não nos permite carregar nada. Não podemos levar nem mesmo aqueles que amamos. Deixei de pensar no futuro. Tenho que ser inteira no presente. É isso que interessa. Voltei desejando escrever o livro.

 

 

 

FONTE: SITE DE PREFEITURA DO RIO DE JANEIRO

TESTES GRATUITOS HIV

As Clínicas da Família e os Centros Municipais de Saúde do município fazem os testes para HIV e sífilis gratuitamente. Além dos exames, são prestados aconselhamento e informações sobre as formas de transmissão e de prevenção, com abordagem de questões relacionadas aos riscos de infecção por contato sexual ou não.
Todos os que desejarem realizar os testes podem procurar as Unidades de Atenção Primária da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) portando o documento de identidade. Os resultados estarão disponíveis em 10 dias na unidade onde foi realizada a coleta. Para saber a unidade de saúde mais próxima de sua casa, basta entrar no site da SMS.
Em caso de resultado positivo, uma equipe de saúde estará preparada para orientar sobre o tratamento e tirar dúvidas. Durante todo o ano o teste pode ser feito em todas as unidades de Atenção Primária. O paciente receberá orientações e uma solicitação de alguns exames para o acompanhamento de seu caso.

 

FONTE: SITE DA PREFEITURA DO RIO DE JANEIRO