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Grohe faz ‘defesa impossível’ contra o Barcelona; veja (Via Fox Sports)
A incrível defesa de Marcelo Grohe em chute à queima roupa do atacante Ariel durante a vitória do Grêmio sobre o Barcelona-EQU (3 a 0), na última quarta-feira, ganhou os holofotes da mídia internacional.
“Grohe, goleiro do Grêmio, protagonizou a defesa do ano (o que eu digo ano!). Foi contra Ariel Nahuelpán na goleada por 3 a 0 da equipe brasileira contra o Barcelona, no Equador. Desfrute e veja as repetições”.
Após a partida, em entrevista ao SporTV, Grohe explicou a defesa feita no início do segundo tempo.
“Sobre a defesa, tenho que glorificar a Deus por ter me capacitado. Era o que eu poderia fazer ali. Era o que dava para fazer no momento. Saltar e tentar abafar, porque a bola sobrou livre para o Ariel chutar com força”,destacou o arqueiro.
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Grohe elege defesa como a mais difícil e importante da sua vida (Via Fox Sports)
Com os paulistas fora das competições sul-americanas, a Globo SP optou por exibir na noite da última quarta-feira (25), o duelo do Grêmio contra o Barcelona-EQU, pela primeira semifinal da Libertadores. Embora o Tricolor Gaúcho tenha feito uma das maiores exibições de um clube brasileiro na temporada, a audiência do jogo não empolgou os telespectadores.
De acordo com dados recebidos pelo Torcedores.com, a vitória gremista por 3 a 0 marcou apenas 21 pontos de audiência e 33% de participação na Grande São Paulo. Foi um dos piores resultados com o futebol nas noites de quarta-feira, somente à frente do amistoso entre Corinthians x Ferroviária no final da pré-temporada (20 pontos) e com marca igual a Caldense x Corinthians na abertura da Copa do Brasil.
Barcelona-EQU x Grêmio foi o nono jogo transmitido pela Globo SP na atual edição da Libertadores, apenas o primeiro que não envolveu clubes paulistas. Até então, a emissora tinha exibido os oito jogos do Palmeiras, que não foi além das oitavas de final. O Santos, que parou nas quartas de final, não teve nenhum compromisso exibido.
O jogo de volta da semifinal entre Grêmio x Barcelona, na próxima quarta-feira (1), em Porto Alegre, também tem previsão de transmissão na Globo em São Paulo.
Audiência alta no Rio de Janeiro
No Rio de Janeiro, o canal exibiu o clássico entre Fluminense x Flamengo, pelo jogo de ida das quartas de final da Copa Sul-Americana. A vitória rubro-negra (1 a 0) marcou o recorde da competição. Foram 33 pontos de audiência e 49% de participação, superando o duelo entre Palestino-CHI x Flamengo na segunda fase (31 pontos).
Cada ponto no Ibope equivale a 70,5 mil domicílios sintonizados em São Paulo, apenas na região metropolitana, referência para o mercado publicitário. No Rio de Janeiro, um ponto equivale a 44 mil residências.
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Um encontro por acaso entre dois amigos de infância ajudou um deles a começar uma jornada para se livrar do vício das drogas, após muitos anos vivendo nas ruas.
Era começo de outubro e a enfermeira Wanja Mwaura, de 32 anos, estava a caminho do mercado no bairro de Lower Kabaete, perto de Nairóbi, capital do Quênia, quando escutou alguém gritar seu nome.
Mwaura ficou surpresa ao ver um homem alto com olhos esbugalhados, rosto esquálido e macacão sujo, sentado ao lado da rua. Mas não o reconheceu imediatamente.
Quando Patrick “Hinga” Wanjiru, de 34 anos, se apresentou, ela ficou em choque. Era seu amigo de escola, viciado em heroína e vivendo na rua havia quase uma década.
“Eu e Patrick, ou Hinga, como a gente o chamava, nos conhecemos no primário em 1992”, lembra Wanja. “Ele foi um ótimo jogador de futebol na escola. Nós o apelidamos de Pelé”, acrescenta.
O reencontro levou a enfermeira a começar uma campanha nas redes sociais para arrecadar dinheiro para que Wanjiru se tratasse do vício em drogas em uma clínica de reabilitação.
Infância difícil
Wanjiru foi abandonado pelos pais. Morou com a avó em um conjunto habitacional, de onde foram despejados algumas vezes. Quando ela não tinha dinheiro para pagar algumas taxas da escola, Wanjiru perdia aulas. Mesmo assim, ia bem nos estudos até que sua avó morreu, e ele acabou abandonando os estudos.
Depois, começou a usar drogas — primeiro maconha e, então, heroína. Passava horas revirando lixos em busca de coisas que poderia vender nas ruas.
Ao notar como a amiga ficou assustada ao vê-lo, Wanjiru disse que queria apenas dizer um “oi”. Ela, então, perguntou se poderia pagar um almoço para ele. Foram a um restaurante e Wanjiru pediu seu prato favorito: costela de porco com purê de batata.
“Dei meu celular para ele e disse que podia me ligar se precisasse de qualquer coisa”, lembra ela. Nos dias seguintes, Wanjiru pedia telefones emprestados e ligava para a amiga. Falou que estava comprometido a ficar limpo das drogas.
“Decidi que precisava fazer algo para ajudá-lo”, diz Mwaura.
Passando o chapéu
A enfermeira usou as redes sociais para arrecadar dinheiro para o tratamento de Wanjiru.
“Ir para a clínica de reabilitação aqui é muito caro e eu não tinha condições de conseguir esse dinheiro sozinha “, diz.
Mwaura decidiu, então, criar uma página para arrecadar doações, mas só conseguiu inicialmente o equivalente a 300 libras (R$ 1.290). E o custo de nove dias de tratamento numa clínica em Nairóbi era mais que o dobro do que eles arrecadaram.
“Não tinha certeza se seríamos capaz de pagar pelo tratamento”, conta ela.
Mas como havia prometido ao amigo que o ajudaria, Mwaura decidiu levá-lo mesmo assim ao centro de tratamento, sem saber como pagaria.
Em alguns dias, Wanjiru ganhou peso e sua capacidade de concentração melhorou. Uma pessoa da clínica disse à BBC que ele foi um paciente dedicado e comprometido com o programa.
Vaquinha virtual
Feliz com a recuperação do amigo, Mwaura usou sua conta pessoal no Facebook para contar a história.
“Há uma semana, eu e Hinga não conseguíamos conversar sem eu ter que segurar sua cabeça para que ele se concentrasse. Hoje, tivemos uma conversa normal com ele me olhando nos olhos confiantemente”, escreveu.
Foi, então, que um empresário da cidade de Mombasa, Fauz Khalid, viu o relato de Mwaura e pediu para compartilhá-lo em uma plataforma maior.
Khalid postou a foto de Mwaura e Wanjiru no Twitter e o post viralizou, sendo compartilhado mais de 50 mil vezes.
Em seguida, a imprensa queniana se interessou pela história e a clínica Chirono decidiu oferecer gratuitamente o tratamento para Wanjiru.
Segundo Mwaura, foi uma “bênção”, mas, disposta a submetê-lo a um tratamento mais prolongado, ela está agora levantando fundos para custear sua internação por 90 dias.
Segundo estimativas do Consórcio Internacional de Política de Drogas (IDPC, em inglês), entre 20 e 55 mil pessoas no Quênia injetam heroína.
“Infelizmente, ainda há um grande estigma com o uso de drogas no Quênia. Esse pode ser um dos motivos pelos quais o governo não oferece tratamento gratuito para o vício. As clínicas de reabilitação são caríssimas e fora de alcance para muitas pessoas, não só no Quênia, mas em grande parte da África”, diz Mwaura.
No Twitter, Mwaura foi chamada de anjo e heroína por muitas pessoas.
Wanjiru concorda. “Wanja é um anjo enviado por Deus. Eu devo a ela a minha vida. Ela se tornou mais próxima do que um irmão ou irmã”, diz Hinga à BBC.
“As pessoas dizem que eu mudei a vida do Hinga, mas ele também mudou a minha”, diz. “Eu me dei conta de que uma pequena ação pode mudar a vida de uma pessoa”, conclui.
COMPARTILHEM PRA VER SE A GENTE CONSEGUE ESSE REENCONTRO!
Oi, procuro minha mãe biológica. Tenho 35 anos me chamo Ana Paula Borges do Nascimento nasci dia 04 de outubro de 1982 em uma maternidade em Cascadura Rj.
Minha mãe se chama Zilma Borges do Nascimento data de nascimento 05 de Fevereiro não lembro o ano.
Tem exatamente 20 anos que eu não tenho notícias dela.
Ela é natural do Espírito Santo mas veio ainda jovem para o Rio de Janeiro ela trabalhava em casa de família em São Cristóvão como eu era pequena não lembro nomes de tio e tias que moravam em Bonsucesso e Campo Grande.
Infelizmente não sei quase nada mas tenho essa foto dela comigo eu ainda bebe e coloquei uma foto minha atual.
Por favor se alguém poder ajudar e compartilhar eu agradeço.
Obs.Ela é deficiente auditiva.
Se alguém tiver alguma pista que leve a ela chame no zap: (21) 998179212
Com pesar, a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro lamenta informar o falecimento do Coronel Luiz Gustavo de Lima Teixeira. O Coronel Teixeira, de 48 anos idade e 26 de Corporação, estava à frente do 3ºBPM (Méier) há um ano meio. O oficial foi vítima de criminosos no final da manhã desta quinta-feira (26), na Rua Hermengarda, no Méier. Homens armados disparam vários tiros em direção ao carro em que ocupava. Ele foi socorrido ao Hospital Salgado Filho, onde faleceu. O carro era dirigido por um policial militar, que também foi baleado, mas felizmente sobreviveu. O Coronel deixou esposa e dois filhos.
SÃO PAULO – O Tribunal Regional Federal da 1ª Região, de Brasília, acolheu o pedido do movimento Escola Sem Partido e suspendeu a regra do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) que pode zerar a redação dos candidatos que violarem os direitos humanos. A decisão foi tomada em caráter de urgência e cabe recurso.
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), responsável pela prova, informou que ainda não foi notificado da decisão e, que caso isso ocorra, irá recorrer da decisão.
O desembargador federal Carlos Moreira Alves, invocou dois fundamentos que, segundo ele, sustentam a “ilegitimidade” desse item no edital do Enem. “Ofensa à garantia constitucional de liberdade de manifestação de pensamento e opinião, também vertente dos direitos humanos propriamente ditos; e ausência de um referencial objetivo no edital dos certames, resultando na privação do direito de ingresso em instituições de ensino superior de acordo com a capacidade intelectual demonstrada, caso a opinião manifestada pelo participante venha a ser considerada radical, não civilizada, preconceituosa, racista, desrespeitosa, polêmica, intolerante ou politicamente incorreta”.
Rômulo Nagib, advogado do Escola sem Partido, disse que a ação foi movida em novembro do ano passado, com o objetivo de suspender a regra para a edição de 2016 e as provas posteriores. Na ocasião, a ação foi negada. O movimento ingressou com um agravo de instrumento que foi acatado nesta quarta-feira, 25.
“Tenho, por, por presente a plausibilidade do direito defendido e, ao mesmo tempo, a possibilidade de advir aos participantes do Enem dano irreparável ou de difícil reparação, diante das consequências que a atribuição de nota zero acarreta”, diz a decisão do desembargador.
Cartilha. De acordo com a Cartilha do Participante – Redação no Enem 2017, algumas ideias e ações serão sempre avaliadas como contrárias aos direitos humanos, como: defesa de tortura, mutilação, execução sumária e qualquer forma de “justiça com as próprias mãos”, isto é, sem a intervenção de instituições sociais devidamente autorizadas.
Também ferem os direitos humanos, a incitação a qualquer tipo de violência motivada por questões de raça, etnia, gênero, credo, condição física, origem geográfica ou socioeconômica e a explicitação de qualquer forma de discurso de ódio voltado contra grupos sociais específicos. Segundo o Inep, apesar de a referência aos direitos humanos ocorrer apenas em uma das cinco competências avaliadas, a menção ou a apologia a tais ideias, em qualquer parte do texto, pode anular a prova.
Na edição de 2016, quando o tema da redação foi “Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil”, foram anuladas as redações que incitaram ideias de violência ou de perseguição contra seguidores de qualquer religião, filosofia, doutrina, seita, inclusive o ateísmo ou quaisquer outras manifestações religiosas, além de ideias de cerceamento da liberdade de ter ou adotar religião ou crença e que tenham defendido a destruição de vidas, imagens, roupas e objetos ritualísticos.
De acordo com o Inep, a prova de redação do Enem sempre exigiu que o participante respeite os direitos humanos, mas, desde 2013, o edital do exame tornou obrigatório o respeito ao tema, sob pena de a redação receber nota zero.
A prova de redação, que será aplicada no dia 5 de novembro, exige a produção de um texto em prosa, do tipo dissertativo-argumentativo, sobre um tema de ordem social, científica, cultural ou política. O candidato deve apresentar uma proposta de solução para o problema proposto, a chamada intervenção, respeitando os direitos humanos Também deve ser apresentada uma referência textual sobre o tema.
Uma menina de 12 anos foi atingida por uma bala perdida quando saía de uma igreja evangélica na comunidade da Rocinha, na noite desta quarta-feira, 26. A bala perfurou a barriga e saiu por uma das nádegas da criança, conforme o relato de moradores em redes sociais. Ela passou por cirurgia de mais de 3 horas no Hospital Municipal Miguel Couto e o quadro é considerado estável.
Testemunhas contam que o tiro partiu da arma de um criminoso encapuzado que tentava assaltar um supermercado próximo. Ele teria disparado na direção do dono do estabelecimento, que tentou fugir do local.
A Polícia Militar confirma a ocorrência, mas diz estar “apurando o que aconteceu”. A menina chegou a ser encaminhada a uma unidade de pronto-atendimento na Rocinha, mas precisou ser transferida ao hospital.
A escalada de brigas e confusões nas últimas partidas no Maracanã ligaram o alerta para o Flamengo x Vasco no antigo Maior do Mundo, no próximo sábado, às 19h. Entre homens do Grupamento Especial de Policiamento em Estádios (Gepe) e policiais do 6º Batalhão, o aumento de efetivo para o clássico é de 28% em relação ao Fluminense x Flamengo dessa quarta-feira, válido pela Sul-Americana.
Fluminense e Flamengo levaram pouco mais de 30 mil pessoas ao Maracanã nessa quarta. Expectativa de público para sábado é baixa (Foto: Raphael Zarko)
A reunião de segurança para a partida deste sábado, pelo Campeonato Brasileiro, definiu que 614 agentes públicos vão ao estádio e arredores para trabalhar na partida. São eles:
– Gepe: 289 pessoas (Nos últimos dois Fla-Flu, eram 230)
– 6º Batalhão da PM: 180 (foram 150 no último Fla-Flu)
– Polícia Técnica: 5
– 18ª DP Polícia Civil: 14
– Guarda Municipal: 106
– Guarda de trânsito: 20
O Flamengo, mandante da partida, ainda aguarda o andamento das vendas para definir a quantidade de seguranças particulares que vai contratar. Este número costuma variar entre 250 a pouco mais de 400 pessoas. Até o início da partida, foram vendidos cerca de 10 mil entradas para o clássico. Caso as vendas não decolem, o setor oeste deve ficar fechado sábado.
A carga total é de 55.065 pessoas – com 44.162 à venda. Os vascaínos, visitantes e com direito a 10% das entradas, vão ter direito a 4.980 bilhetes – com mais gratuidades, este número deve chegar a cerca de seis mil pessoas.
Pelo Flamengo, compareceu à reunião Claudecir Silva, do departamento de operações de partidas do Rubro-Negro. Ricardo Vasconcellos, assessor da presidência do Vasco, representou o clube de São Januário.
A chuva não dispersou os servidores da saúde que se reuniram na Câmara dos Vereadores, nesta quinta-feira (26), para protestar contra a redação do orçamento da Secretaria Municipal de Saúde para 2018.
Segundo os manifestantes, o protesto vai além da falta de pagamento dos profissionais, os trabalhadores destacam que faltam insumos básicos para realizar os atendimentos. Além disso, em várias unidades faltam medicamentos básicos para atender a população.
Muitos servidores conseguiram entrar no plenário para acompanhar essa audiência pública e muitos ainda estão reunidos em frente à Câmara. Policiais do choque fizeram um bloqueio na lateral do prédio, na Rua Alcindo Guanabara.
Um dos manifestantes, uma farmacêutica que trabalha em uma unidade de saúde na Zona Norte, relatou a falta de antibióticos infantis na unidade.
A audiência acontece neste momento e os servidores estão tentando negociar a entrada de mais manifestantes para acompanhar a audiência, pois a chuva aumentou na Cinelândia.