NECROTÉRIO PODRE!
Nesta Segunda-Feira (23 de Outubro) o Hospital Muncipal Rocha Faria em Campo Grande Recebeu a Visita e o Apoio da Deputada Estadual Enfermeira Rejane Presidente da COMISSÃO e FRENTE PARLAMENTAR EM DEFESA DO SUS e do Vereador Paulo Pinheiro.
Na Inspeção à Unidade, foi Constatado a Falta TOTAL de Medicamentos nas Prateleiras (Vide Foto), a Ausência de Materiais Básicos para Procedimentos, tais como Luvas Cirúrgicas, Paletas Descartáveis e até Sabão para Higiene Hospitalar dos Funcionários Gerando Riscos de INFECÇÃO HOSPITALAR.
No Necrotério, com Apenas 6 Gavetas Disponíveis, os Freezer’s Encontram-se Defeituosos e o Ar Condicionado Não Funciona deixando um CHEIRO HORRÍVEL DE PODRE na Sala (Vide Foto) Não Preservando os Cadáveres e causando Mal estar e Incômodo aos Funcionários.
3 Macas que deviam estar sendo Utilizadas por Pacientes estão Acolhendo Corpos por Não haver Lugar nas Gavetas, e os mesmos estão a Três Dias Sem Conservação entrando em Estado de PUTREFAÇÃO!
Os Profissionais de Saúde da Unidade ainda Denunciam o Atraso Salarial e de Benefícios que Não vêm sendo Repassados aos mesmos. Carecendo aos Prestadores até no Deslocamento até o Local de Trabalho, Resultando em Falta de Profissionais ao Expediente em Diversos Setores da Unidade.
ONTEM – 22/10 dos 7 Médicos no CTI, Houveram 6 Faltas e 60 no Total.
HOJE – 23/10 foram 35 Faltas na Enfermagem e 5 Faltas de Médicos.
O Atendimento Médico da Unidade segue LIMITADA à Atendimentos de ALTO RISCO de Morte devido à Falta de Condições Mínimas.
DENUNCIE:
Ouvidoria SUS: 136
Ministério da Saúde: (61) 3315-2425
XVII RA: (21) 2394-4999 / 2394-4816
FALTAM SERVIÇOS
Funcionários do UPA II em Campo Grande/RJ Denunciam o Atraso Salarial, Falta de Insumos e Materiais Básicos.
Faltam Profissionais como Pediatria e o Raio-X Não Funciona.
Além destes, é Visivel a Degradação Local da Unidade, onde o Mato Cresce ao Redor do Containner e Cobre até o Gerador de Energia e o Úníco Brinquedo Presente deixando Explícito o Completo Estado de Abandono e Deterioração.
A Cobertura de Lona do Pronto Atendimento Encontra-se Completamente Rasgada deixando Pacientes e Acompanhantes Expostos à Sol e Chuva.
DENUNCIE: 1746
Ouvidoria SUS: 136
Ministério da Saúde: (61) 3315-2425
Pedido foi feito pelo Ministério Público Federal (MPF) em interrogatório com discussões ásperas entre ex-governador e o juiz. “Representa alguma ameaça velada?”, perguntou.
O juiz Marcelo Bretas acolheu, nesta segunda-feira (23), o pedido de transferência do ex-governador Sérgio Cabral (PMDB) para um presídio federal, feito pelo Ministério Público Federal (MPF) durante o interrogatório do político. A defesa deve entrar com um habeas corpus no Tribunal Regional Federal 2 (TRF-2) ainda nesta segunda.
O depoimento foi sobre a compra de joias para a ex-primeira dama Adriana Ancelmo com dinheiro de propina, segundo o MPF. O ex-governador citou supostos negócios da família do juiz no ramo de bijuterias, além da concretização da delação de Renato Pereira (ex-marqueteiro do PMDB) e informações do andamento do processo.
“Durante o interrogatório do senhor Sérgio Cabral, ele mencionou expressamente que, na prisão, recebe informações inclusive da família desse magistrado, o que denota que prisão no Rio não tem sido suficiente para afastar o réu de situações que possam impactar nesse processo”, afirmou o procurador Sérgio Pinel.
Bretas acolheu o pedido, afirmando que este tipo de declaração é incomum.
“Será que representa alguma ameaça velada? Não sei, mas fato é que é inusual”, questionou.
“É no mínimo inusitado que ele venha aqui trazer a juízo, numa audiência gravada, a informação de que recebe ou acompanha a rotina da família do magistrado. Deixa a informação de que apesar de toda a rigidez (do presídio no Rio), que imagino que haja, aparentemente tem acesso privilegiado a informações que talvez não devesse ter”, disse o juiz.
O advogado Rodrigo Rocca, que defende o ex-governador, criticou a decisão. Ele afirmou que não houve nenhuma ameaça por parte de Cabral.
“Se meus familiares mexem com pastel ou outro ramo não tem importância alguma para criar embaraço à Vossa Excelência ou a quem quer que seja, além de inusitado (o fato de aceitar a denúncia) violaria preceitos constitucionais”, disse.
Para ele, a decisão é também arbitrária. “Os presos entram e saem de lá e dizem coisas que nem sempre condizem com a verdade. Presumo que é verdadeira. Não diria que (a decisão) foi infeliz, diria que foi desnecessário”
Interrogatório de Sérgio Cabral tem discussão entre ex-governador e juiz Marcelo Bretas
Interrogatório de Sérgio Cabral ao juiz Marcelo Bretas teve falas ásperas (Foto: Reprodução)
O interrogatório começou com discussão entre os dois. O ex-governador disse que o Ministério Público Federal (MPF) faz um teatro, que está sendo injustiçado e chegou a dizer que Bretas — através da denúncia — busca projeção pessoal. O magistrado rebateu.
“Eu estou sendo injustiçado. O senhor está encontrando em mim uma possibilidade de gerar uma projeção pessoal, e me fazendo um calvário, claramente”, reclamou o ex-governador.
Cabral resumiu a denúncia como “um roteiro mal feito de corta e cola”. Ele respondeu às primeiras perguntas sobre a denúncia de compra de joias com dinheiro de propina citando que o magistrado deve conhecer o assunto já que sua família tem negócios no ramo de bijuterias.
“Não me senti confortável com acusado dizendo que minha família trabalha com bijuteria. Pode ser entendido de alguma forma como ameaça. Não recebo isso com bons olhos. Se a ideia é criar algum tipo de suspeição, quero lembrar que a lei veda que acusado crie suspeição, isso é muito óbvio”, rebateu Bretas.
Cabral estava preso desde maio em Benfica
Sérgio Cabral foi transferido no dia 28 de maio para a cadeia pública José Frederico Marquês, nova unidade prisional construída em Benfica, na Zona Norte do Rio. A ala em que ele fica é destinada a presos com nível superior e casos de não pagamento de pensão alimentícia. São 146 presos no local.
Antes de ir para Benfica, o ex-governador estava em Bangu 8. Ele foi preso no dia 17 de novembro do ano passado, na operação batizada como Calicute, resultado da ação coordenada entre as forças-tarefa da Lava Jato do Rio e do Paraná.
O ex-governador foi alvo de dois mandados de prisão preventiva, um expedido pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal do Rio de Janeiro, e outro pelo juiz Sérgio Moro, em Curitiba.
A turista espanhola Maria Esperanza Ruiz Jimenez, de 67 anos, morreu após ser baleada na Favela da Rocinha, nesta
Turista espanhola foi morta na Rocinha, na Zona Sul do Rio (Foto: Reprodução)
segunda-feira (23), em mais uma manhã de tiroteios na comunidade. Por meio de nota, a Polícia Militar informou que o carro no qual ela estava furou um bloqueio feito pelos policiais e, por isso, os PMs fizeram disparos contra o veículo.
Em depoimento, o motorista, um italiano e vive há quatro anos no Brasil, negou ter recebido qualquer ordem para parar e que tenha furado a blitz. Ele disse que não notou a barreira policial ou qualquer tiroteio.
Maria Esperanza foi atingida no pescoço e chegou a ser socorrida, mas morreu antes de chegar ao Hospital Miguel Couto, na Gávea, também na Zona Sul. Ela estava acompanhada do cunhado e do irmão.
Os dois foram ouvidos informalmente no hospital e disseram que não foram avisados da situação de risco da Rocinha nas últimas semanas. A polícia vai investigar se a empresa de turismo tem responsabilidade.
Após deixarem o hospital, os espanhóis, acompanhados do vice-cônsul da Espanha no Rio, José Luiz Garcia Mira, seguiram para a Delegacia Especial de Apoio ao Turismo (Deat), no Leblon, onde estavam sendo ouvidos na tarde desta segunda. O cônsul do país europeu, Manuel Salazar, também está na delegacia.
Mais três baleados
Além da espanhola, dois policiais militares e um criminoso foram baleados em uma troca de tiros na área chamada de 199.
Um dos PMs foi ferido na cabeça de raspão e outro no tórax. Um criminoso baleado também foi encontrado por agentes da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da comunidade. Ele acabou reconhecido por agentes do Batalhão de Choque como um dos envolvidos na troca de tiros.
Guerra do tráfico na Rocinha
Rocinha, na Zona Sul do Rio. (Foto: Henrique Coelho/ G1)
Há mais de um mês, a Rocinha vive uma rotina confrontos. Os tiroteios se intensificaram com a disputa entre traficantes. O bando de Rogério Avelino, o Rogério 157, e o do seu antigo chefe, Antônio Bonfim, o Nem, disputam o controle do tráfico de drogas.
Depois de dias de intensa troca de tiros, as Forças Armadas foram chamadas para cercar a comunidade, junto com tropas policiais. Rogério 157 e a maior parte de seus comparsas fugiram, utilizando a mata atrás da Rocinha. Segundo investigadores, o chefe do tráfico deixou o esconderijo na garupa da moto do funkeiro MC Tikão, preso no domingo.
Desde então, tiroteios são rotina na comunidade e também em outras favelas do Rio – locais para onde pode ter fugido Rogério 157 e outros traficantes. Nesta segunda, o prefeito Marcelo Crivella pediu a volta das Forças Armadas à Rocinha.
Tiroteio e perseguição na Avenia Cesário de Melo.
A polícia acaba de passar na av. Cesário de Melo, na altura do curso Intelecto perseguindo um Siena preto. Efetuou disparos contra o veículo na rua Camanducaia. Sem maiores informações por enquanto.
Hoje (23/10) fomos até o Hospital Rocha Faria ouvir alguns funcionários que denunciam inúmeras irregularidades, incluindo atraso de salários, falta de insumos básicos e de condições adequadas para o trabalho.
Ouvimos também pacientes que afirmam que o atendimento está restrito somente à casos muito graves, casos com risco de vida.
Foi passado para os funcionários que no último dia 16 receberiam 50% do salário, porém muitos não receberam nenhuma quantia. Eles temem as penalidades com o atraso de contas, temem o corte da luz elétrica de suas casas, alguns estão até sem alimentação.
Segundo alguns funcionários, em média, os técnicos de enfermagem receberam apenas R$430.
Soubemos que ontem, domingo (22/10) foram cerca de 60 ausências de profissionais, contavam com apenas 1(um) funcionário no CTI, onde contam com 7(sete) profissionais. Hoje faltaram 35(trinta e cinco) profissionais da enfermagem e 5(cinco) médicos.
No necrotério, a refrigeração não funciona. Soubemos que corpos ocupam macas, por não ter local adequado para armazená-los.
Ouvimos a fisioterapeuta do CTI, ela disse que mesmo que consiga algum dinheiro pra vir até a unidade, não tem equipamentos e medicações adequadas para o atendimento. Além da falta de materiais de higiene, deixando os funcionários e doentes vulneráveis. Ela está insatisfeita em vir para Campo Grande trabalhar 30 horas, sem salário e sem previsão do mesmo.
Os funcionários que ouvimos lamentam também pelos pacientes, os profissionais até querem assistir à população, porém sem material, o atendimento se torna inviável.
No último final de semana, Bruno Souzza mais uma vez levou Vila Kennedy pro lugar mais alto do podium, e dessa vez o professor da Academia Resgatando Vidas foi implacável com seus adversários e levantou o cinturão de Campeão mundial de Kickboxinhg na Alemanha .
MULHER DA VILA ALIANÇA MORRE APÓS FAZER USO DE ANABOLIZANTES
Mulher do traficante Ribeiro da vila aliança acaba de morrer após fazer uso de anabolizantes. Ela estava internada, atacou o figado e infelizmente ela nao resistiu. Vizinhos de Ribeiro está desesperado com a morte de sua esposa.
Grazi deixa um casal de filhos.
Fica o alerta para esse pessoal que gosta de fazer uso desses produtos.
Nossos sentimenros a família da Grazi e seus amigos
CONVOCAÇÃO MANIFESTAÇÃO
ATENDIMENTO SERÁ SUSPENSO
Funcionários do Hospital Municipal Rocha Faria em Campo Grande/RJ estão Convocando à Todos os Moradores da Região Atendida para uma Manifestação que Ocorrerá na Avenida Cesário de Melo Frente Frente à Unidade.
Os mesmos Reinvidicam Melhores Condições de Trabalho, Salários Atrasados entre Outros.
O Ato é de Natureza Pacífica e Visa Pressionar a Secretaria de Saúde e a Prefeitura do Rio.
O Ato Poderá Afetar o Trânsito Local, Refletindo em Ruas e Acessos ao Entorno da Concentração.
DENUNCIE:
Ouvidoria SUS: 136
Ministério da Saúde: (61) 3315-2425
XVII RA: (21) 2394-4999 / 2394-4816