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POLICIA PRENDE ASSALTANTE EM CAMPO GRANDE!!! VIDEO

Um assaltante acaba de ser preso no bairro Vila Nova em Campo Grande na tarde de hoje (6).
O meliante foi tentar assaltar um mercado no bairro , sem sucesso e fugiu do local!!! populares começaram a gritar “pega ladrão” e o assaltante deu de cara com a viatura da policia!!!
Ele pulou o muro de uma casa , porem, policiais conseguiram prender e foi conduzido a delegacia!!!
temos imagens do ocorrido como vocês podem ver…

https://youtu.be/6chUnM3Ncjo

CAMELÔS CRESCEM A CADA DIA EM CAMPO GRANDE!!!

Crise faz número de ambulantes irregulares se multiplicar, trazendo concorrência desleal para os comerciantes legalizados

O aumento ou a diminuição do número de camelôs vem obedecendo a um padrão quase constante nas últimas décadas. As crises econômicas – como a atual – costumam fazer crescer exponencialmente o total de ambulantes. As políticas de repressão da prefeitura, pouco sistemáticas e sem continuidade, às vezes contribuem para controlá-los – a última grande rodada de regularizações e repressão ocorreu ainda no governo do ex-prefeito Cesar Maia. E, assim, os comerciantes legalmente estabelecidos vão vendo seus investimentos e seus negócios prejudicados pela concorrência desleal com aqueles que não pagam impostos, ocupam o espaço público muitas vezes de modo predatório, chegam a vender mercadorias roubadas ou piratas e, em última análise, prejudicam a economia formal, contribuindo, assim, para o aumento do desemprego.

Os últimos meses foram marcados por uma nova expansão no número de camelôs pelo bairro. A lei 1.876 de 1992, que regula o comércio de rua, autoriza a presença deles no Rio de Janeiro. Mas não em todos os casos. Oficialmente, são aptos para atuar como ambulantes os deficientes físicos, as pessoas acima de 45 anos, os desempregados por tempo ininterrupto superior a um ano e os egressos do sistema penitenciário com a condição de não regressão ao crime. Mas não é o que se vê. Ao redor da rodoviária. No calçadão. Junto às estações de trem. Em importantes eixos de circulação de pessoas. Em toda parte, é notável o crescimento do comércio irregular, com consequente aumento da poluição sonora e até mesmo da sujeira nas ruas.

‘O EMPRESÁRIO EXIGE TER SEUS DIREITOS RESPEITADOS’

Um comerciante dono de uma loja de roupas no Calçadão, e que pediu para não ser identificado por temer represálias dos camelôs, critica o crescimento desse tipo de atividade na região. Para ele, a atuação dos ambulantes caracteriza concorrência desleal e nociva para o comércio legal, uma vez que os empresários pagam por pontos comerciais extremamente caros, aluguéis e impostos. “Temos que acabar com esse discurso do ‘politicamente correto’ que diz que os ambulantes só querem trabalhar. Na verdade, o empresário também quer trabalhar, mas paga seus impostos e exige ter seus direitos respeitados e a ordem urbana estabelecida”, afirma.

O empresário diz ainda que o comércio irregular como alternativa da crise é apenas mais um agravante da situação econômica: “Concorrência do comércio ambulante leva os empresários a venderem menos e, consequentemente, a ter de demitir mais.”

Lojistas que enfrentam essa concorrência desleal pedem à prefeitura que descruze os braços e volte a fiscalizar e regularizar o serviço de rua. José Augusto Monami, que já foi administrador regional de Campo Grande e hoje é dono da rede de lojas de cosméticos Monami, é uma dessas vozes. “O problema não é só o camelô, porque a própria lei autoriza, mas sim a desordem pública que vivemos no Calçadão. A guarda municipal deve ser usada para organizar. Não tem ordem urbana na cidade de um modo geral… Nós, empresários, temos que nos unir. O Centro de Campo Grande está abandonado pelo poder público”, afirma o empresário.

Num levantamento feito pela SUCESSO com 70 moradores de Campo Grande, o óbvio foi constatado: a população pede urgentemente a regularização do comércio de rua. Se 80% dos entrevistados disseram não se incomodar com a simples existência dos camelôs, quase metade (48,6%) exigem que a prefeitura combata os abusos e integre essas pessoas à economia formal, com o pagamento de impostos e o oferecimento de produtos de origem conhecida e fiscalizada.

PROCESSO DE REGULARIZAÇÃO TEM FALHAS

Para tentar se regularizar e, assim, pagar impostos e deixar a informalidade, o camelô deve se submeter a um número específico de vagas por área. De acordo com a Secretaria de Ordem Pública, em todo o Rio de Janeiro há 18.400 (na XVIII R.A., que engloba Campo Grande, Santíssimo, Senador Vasconcelos, Cosmos e Inhoaíba, são 800). Segundo especialistas, é a incapacidade do poder público de agilizar os processos de legalização e as duras exigências que provocam a proliferação de camelôs pela cidade.

O processo é penoso e, muitas vezes, sem resultados positivos. Prova disso é que, das 800 vagas disponíveis, apenas 369 estão ocupadas, segundo reconhece a própria prefeitura. Apesar do número baixo de regulamentados, não é difícil calcular às centenas em um simples passeio pela Grande Campo Grande: em lugares não recomendados, comprometendo não só o comércio regular, mas também atrapalhando a ocupação dos transeuntes das calçadas já de difícil mobilidade no bairro.

É o caso de Alexandre Silva, de 44 anos. Vendendo suco natural e empadinhas no Calçadão, já vive como camelô há 10 anos. Neste período, diz ter tentado inúmeras vezes regularizar sua situação, mas, segundo ele, “a secretaria dá várias desculpas” e não consegue.

O problema é que, com a “normalização” da presença dos camelôs – e de suas táticas que não respeitam as regras do “jogo” –, o comércio em geral acaba se tornando uma atividade mais caótica e desorganizada. É que, ao ocupar as calçadas em frente às lojas, muitas vezes escondendo as fachadas (como é notável no calçadão e na rodoviária, onde a Leader Magazine, por exemplo, foi “engolida” pelas barracas dispostas na calçada), os ambulantes obrigam os lojistas a fazer o mesmo.

Para tentar competir de igual para igual com o comércio irregular que ocupa grande parte da calçada e compromete a visão dos pedestres de sua loja, Fábio Luiz, varejista do Passeio Shopping há três anos, é um dos que fazem uso de táticas de “de camelô” para não perder as vendas. “Aumentou bastante a presença de camelôs com a crise! Por volta das 17h ou 18h aumenta mais ainda. A organização e a fiscalização são péssimas. Acho que até os camelôs legalizados não conseguem usar o espaço, tamanha a bagunça. Colocamos produtos na calçada, como eles fazem, para marcar território e tentar atrair o consumidor em meio a essa guerra”, conta Fábio.

DO DESEMPREGO À INFORMALIDADE

Sentado em frente a uma agência do Banco do Brasil na Avenida Cesário de Melo, Joaquim Ferreira é camelô há pouco tempo. Ele cuida do seu pequeno e instável espaço onde vende biscoito, bolo, café e outros itens. Com 54 anos, vive a realidade de muitos dos comerciantes irregulares avistados ao longo das ruas do bairro: desempregado em fevereiro deste ano, quando trabalhava na construção civil, e com sequelas de hanseníase, começou a sua saga como comerciante em meados de outubro. “Meu medo é só esse: o cara (guarda) chegar aqui e botar isso tudo no caminhão e eu não saber o que fazer. Já vi eles fazendo isso com os outros, mas não comigo.”

O que diferencia Joaquim de muitos outros que atuam em Campo Grande e no Rio como um todo é que, ao vender coisas feitas em casa, não participa das redes de exploração de produtos que entram ilegalmente no país, por meio de rotas que saem da China e passam pelo Paraguai. Em outros casos, camelôs vendem produtos oriundos de caminhões tombados em vias como a Avenida Brasil e saqueados. Ou, como cogita um grande especialista em planejamento urbano carioca, Humberto Kzure-Cerquera, doutor em Urbanismo, professor da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e coordenador do Plano de Estruturação Urbanística (PEU) da região de Campo Grande, há indícios de que a própria indústria contribua para o fenômeno dos camelôs: “É, no mínimo, estranho que produtos de ponta de estoque das indústrias vão parar nas barracas dos camelôs ao mesmo tempo em que estão à venda na loja em frente por preços mais altos.”

O QUE PENSAM OS MORADORES?

No levantamento da SUCESSO, os entrevistados citam a ocupação irregular de calçadas como um ponto negativo do comércio ambulante. “Eles precisam ter um lugar reservado, senão atrapalham a passagem. Não acho legal”, afirma Flávia Lourenço, dona de casa de 52 anos.

Segundo Marco Antônio Ferreira de Souza, professor da área de Estratégia, Mercado e Operações da UFRRJ, a população está cansada da ocupação ilegal do espaço público e pede melhores serviços. “O poder público precisa estimular a apropriação diversa do espaço urbano pelas pessoas, para que elas não fiquem presas à existência de poucos e pequenos locais onde tudo se concentra. Quando isso acontece, os comerciantes informais vão, logicamente, ocupar os demais espaços”, discorre.

Procurada para falar sobre o problema, a Secretaria de Ordem Pública se limitou a afirmar que, com apoio da Guarda Municipal, “atua diariamente em todas as regiões da cidade para coibir o comércio ambulante irregular e fiscalizar o comércio ambulante legalizado.” A secretaria não respondeu as perguntas sobre as falhas visíveis no controle dos camelôs.

Foto: Nathalia Cavalcante

DOAÇÃO DE CADEIRA DE RODAS

boa tarde estou doando essa cadeira de roda apenas para quem realmente precisa
esta em perfeito estado sou morador de campo grande moro proximo ao rede economia do pedregoso
a cadeira esta em perfeito estado pouco usada
quem tiver interesse e so me ligar não tem como eu segurar para uma pessoa
quem chegar primeiro leva fazer contato com lopes 99890-7272
por demetrius lopes

EMPRESÁRIO MORRE EM ACIDENTE

O empresário Alan, dono da chopperia , “chopp do imperio” morreu na noite de ontem ( 5) vitima de um acidente automobilistico na costa verde , altura de ibicui!!!

Alan morreu no local e ele estava acompanhado de uma mulher , identificada como Lais, ela foi levada para o hospital em estado grave com traumatismo craniano , ele está internada no hospital municipal Victor de Souza Breves.

Eles estavam em conceição de Jacarei indo em direção a Santa Cruz, quando houve essa tragedia , disse um amigo
Alan era muito querido no bairro, estamos todos transtornados com essa situação!!!

Alam deixa três filhos , o antigo Campo Grande se solidariza com a dor da família e dos amigos

Mollon de camisa vermelha amigo de allan que tambem e empresário

MULHER MORRE ATROPELADA EM CAMPO GRANDE

Um ônibus da linha 864 Campo x bangu, atropelou uma mulher hoje ( 6) pela manhã na rodoviária de Campo Grande
Cena triste para quem passava pelo local.
A mulher veio a óbito, policiais estão nesse momento no local.
O motorista do veículo, entrou em desespero, sendo consolado pelos demais colegas de profissão

ASSALTO NO MENDANHA!!!

Uma mulher foi assaltada, por volta das 22 horas do dia (5), domingo na estrada do mendanha em frente a lanchonete bobs em Campo Grande.
Dois assaltantes estavam numa moto, quando abordaram a vitima que estava voltando do trabalho.
Eles roubaram celular, documentos e um valor de R$200.00 , a vitima que não prefere se identificar, informa, caso alguem achar seus documentos ligar para esse celular 979690204

ASSALTO EM CAMPO GRANDE!!!

Uma mulher foi assaltada hoje (5) ás 20 horas na altura da empresa de transportes superpesa em Campo Grande.
Dois homens armados sairam de um gol e anunciaram o assalto num ponto de ônibus!!!
Foram roubados um celular, documentos e um note book , a seguidora pede por favor se alguém achar documentos em nome de Débora da Silva Castro e Ilana de Mello Gomes pra entrar em contato pelo número 968954108 (Débora). Levaram todos nossos documentos, um notebook com protetor de CoopCake na capa do lado de fora. Pelo amor de deus me ajudem!

A DOR DE PERDER UMA FILHA…

Oi. Meu nome e Maria Jose Barbosa da silva: mas pode chamar de branca. Moro em pedra de Guaratiba.queria denúncia sobre o falecimento da minha filha.
Então queria fazer uma denúncia sobre o que aconteceu comigo. Na maternidade Leila Denis na barra da tijuca. Dia 11 de dezembro dei entrada na maternidade para da a luz a minha filha porque já estava com 41 semana de gestação e não estava tendo dilatação, até que o médico fez o toque em mim que quase desmaio de dor e em seguida já comecei a sentir contrações isso era umas 12:24 , fui pra sala esperar dilatar e quando estava com 4 de dilatação a enfermeira estourou minha bolsa e ali fiquei. As contrações muito doloridas, então mim mandaram pra sala onde faz parto normal. E lá. Fiquei: até uma certa hora que já não aguentava mais e implorei por uma Cesária e eles fingiam que não mim ouvia. Pedi pra mim darem remédio pra adiantar a dilatação e eles só falava que não podia porque já tenho uma Cesária e iria dilacerar meu útero. Fiquei morrendo com as dores até que as 6 e 39 da manhã do dia 12 minha filha veio ao mudo. Mas minha filha não chorou eu gritei pra ela chorar e só saia bolhas da boca dela e ela toda suja de meconio ela tinha feito cocô, é não conseguia respirar, colocaram ela pra mamar mas ela não tinha forças tentaram no copo e ela não engolia. Então a enfermeira levou pra uti.e quando chego lá minha filha toda furada respirando por aparelho: no meio da noite ela teve uma parada cardíaca e pela manhã do dia 13 ela faleceu: fui buscar. Os resultado dos exames feitos nela e todos negativos pra qualquer doença ou bactéria: mais na certidão de. Óbito vários motivos da morte. É ainda falam pra mim que a causa e indeterminada: conclusão mataram minha filha para não fazer uma Cesária. Queria que vocês divulgasse minha história pra isso não aconteceu com mais nem uma mãe: que essa dor não quero que ninguém sinta porque dói saber que sua filha indefesa foi morta por negligência. Mim ajudem para que a morte da minha filha seja esclarecida.se tiver algum advogado pra mim ajudar.agradeço muito.