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MOTORISTA DE APLICATIVO DESAPARECE EM CAMPO GRANDE – FAMÍLIA PEDE AJUDA

 

 

A família de Lucas Gomes está desesperada em busca de informações sobre seu paradeiro. O motorista desapareceu na tarde do dia 24 de março de 2025, por volta das 13h, na região da Carobinha, em Campo Grande, Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Segundo os familiares, o último contato de Lucas aconteceu exatamente às 13h, pouco antes de ele iniciar uma corrida com um passageiro. Desde então, não houve mais notícias e seu telefone encontra-se desligado. A situação preocupa amigos e parentes, que iniciaram uma campanha nas redes sociais pedindo informações que possam ajudar a localizá-lo.

Clamor da Família

Os familiares e amigos de Lucas estão mobilizados em uma busca incessante por qualquer pista que leve ao seu paradeiro. “Estamos angustiados sem notícias. Se alguém souber de qualquer coisa, por favor, entre em contato!”, disse um parente próximo.

Além de divulgar a foto e os detalhes do desaparecimento nas redes sociais, a família pede que qualquer informação seja repassada o mais rápido possível. O apelo é para que todos compartilhem essa notícia e ajudem a ampliar a busca.

Colaboração da População

A população de Campo Grande e arredores pode desempenhar um papel fundamental para ajudar nas investigações. Qualquer pessoa que tenha visto Lucas ou tenha informações sobre a corrida que ele fez pode entrar em contato com a família ou com as autoridades competentes.

Diante da incerteza e da preocupação, a família de Lucas Gomes continua firme na esperança de encontrá-lo são e salvo. “Que Deus te proteja onde você estiver”, escreveu um familiar emocionado nas redes sociais.

Se você tiver qualquer informação sobre o paradeiro de Lucas, por favor, entre em contato imediatamente com a família. Compartilhe esta notícia e ajude a trazer Lucas de volta para casa.

 

Mulher Que Começou Apostando R$2 no Tigrinho Agora Deve Mais de R$100 Mil

 

 

O que começou como uma simples aposta de R$2 em um jogo online se transformou em uma dívida gigantesca para Solange de Souza, de 33 anos. Moradora do Rio de Janeiro, ela entrou no mundo das apostas virtuais acreditando que poderia mudar de vida. Hoje, no entanto, está atolada em dívidas que ultrapassam os R$100 mil.

Solange conta que conheceu o famoso jogo “Tigrinho” através de anúncios na internet e, inicialmente, apostava valores pequenos. “No começo, eu ganhava uns trocados e achava que tinha achado uma mina de ouro. Mas quando comecei a perder, achei que podia recuperar tudo com mais apostas”, relembra.

Aos poucos, o entretenimento virou um vício. Solange passou a pedir empréstimos para continuar apostando, primeiro com amigos e familiares, depois em bancos e financeiras. Com o tempo, as dívidas cresceram de forma incontrolável, levando-a a recorrer a agiotas. “Chegou um ponto em que eu já não dormia mais direito. Meu celular não parava de tocar com cobranças, e eu me via presa em um buraco sem saída”, lamenta.

Os juros abusivos dos empréstimos informais fizeram sua dívida crescer ainda mais. Para fugir das cobranças, Solange precisou mudar de endereço e evitar ao máximo sair de casa. “Tive que me afastar de muitas pessoas. O medo de não conseguir pagar e sofrer represálias me fez perder a paz.”

Segundo especialistas, o jogo “Tigrinho” é um dos cassinos online mais populares do Brasil, mas também um dos mais viciantes. “Esses jogos são projetados para prender o jogador e estimulá-lo a continuar apostando, principalmente quando ele perde. O problema é que muitos acabam gastando mais do que podem”, explica a psicóloga especializada em transtornos compulsivos, Mariana Ferreira.

Hoje, Solange tenta reconstruir sua vida e busca ajuda para sair da situação. “Eu aceitei que não posso mais jogar. Agora, estou focada em trabalhar e negociar as dívidas. Quero alertar outras pessoas para que não cometam o mesmo erro que eu”, diz.

O caso de Solange é um alerta para os riscos dos jogos de azar online. Especialistas recomendam que, ao perceber sinais de vício, a pessoa busque ajuda psicológica e financeira o quanto antes. Para quem tem dificuldades em controlar as apostas, existem grupos de apoio e programas de reabilitação que podem ajudar a sair desse ciclo destrutivo.

 

25 de Março: Dia Nacional do Orgulho Gay – Um Marco na Luta por Igualdade e Respeito

 

 

O dia 25 de março é uma data de extrema importância para a comunidade LGBTQIA+ no Brasil. Comemorado como o Dia Nacional do Orgulho Gay, esse dia simboliza a luta pela igualdade de direitos e o combate à homofobia, além de ser um momento de reflexão sobre os desafios ainda enfrentados pela população LGBTQIA+.

A celebração dessa data reforça a necessidade de construir uma sociedade mais inclusiva e respeitosa, onde todos possam viver sem medo de discriminação ou violência. Apesar dos avanços conquistados ao longo dos anos, como a criminalização da homofobia pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e a garantia do casamento entre pessoas do mesmo sexo, ainda há um longo caminho a percorrer para erradicar o preconceito estrutural enraizado na sociedade.

O Dia Nacional do Orgulho Gay é também uma oportunidade para destacar a importância da representatividade. Ter figuras públicas assumidamente LGBTQIA+ em diferentes áreas, como política, entretenimento e esportes, contribui para a quebra de estereótipos e para a normalização da diversidade. A visibilidade é uma ferramenta poderosa para combater a desinformação e a intolerância.

Além disso, a data reforça o papel essencial da educação na promoção do respeito. Instituições de ensino, empresas e órgãos públicos podem desempenhar um papel fundamental na conscientização sobre a diversidade sexual e de gênero. Campanhas de combate ao preconceito e iniciativas que incentivem a inclusão são passos fundamentais para uma sociedade mais igualitária.

A mobilização da comunidade LGBTQIA+ e de aliados nesse dia ajuda a fortalecer a luta por direitos e a pressionar por políticas públicas que garantam segurança e dignidade para todos. A união de esforços é essencial para enfrentar desafios como a violência contra pessoas LGBTQIA+, a discriminação no mercado de trabalho e a necessidade de acesso a serviços de saúde adequados.

O 25 de março deve ser um dia de celebração, mas também de resistência. Mais do que nunca, é necessário reafirmar o compromisso com a construção de um país onde todos tenham os mesmos direitos e oportunidades, independentemente da orientação sexual ou identidade de gênero. O orgulho de ser quem somos é um direito inalienável, e a luta pela igualdade deve continuar todos os dias.

 

Feminicídio brutal choca Campo Grande!!Mulher é assassinada pelo ex-marido, e filho faz desabafo comovente

 

 

Mais um caso de feminicídio choca a sociedade. Desta vez, a vítima foi Isabel Cristina Bezerra, que foi morta com quatro tiros pelo ex-marido, identificado como Giovane. Isabel era moradora do bairro Silvestre, em Campo Grande, mas havia se mudado para a cidade de Macaé há apenas três meses, tentando recomeçar sua vida. No entanto, o sonho de uma nova jornada foi brutalmente interrompido de maneira cruel e premeditada.

O crime ocorreu no dia 23 de março de 2025 e gerou grande repercussão nas redes sociais, principalmente após um desabafo feito pelo filho da vítima, identificado apenas como “G”. Em um texto emocionante, ele expõe detalhes do assassinato e demonstra sua profunda dor diante da perda irreparável da mãe.

No relato, o filho denuncia que o crime foi premeditado e que a versão apresentada pelo pai não condiz com os fatos. Segundo ele, Isabel foi rendida e alvejada múltiplas vezes, sem qualquer possibilidade de defesa. Após cometer o crime, Giovane fugiu, levando consigo uma quantia em dinheiro. O filho conclui sua mensagem afirmando estar completamente destruído pela tragédia.

O feminicídio de Isabel Cristina Bezerra levanta novamente a discussão sobre a violência contra a mulher no Brasil. Casos como esse continuam a acontecer, evidenciando a necessidade urgente de medidas mais eficazes para proteger vítimas de relações abusivas e impedir que tragédias semelhantes se repitam.

A polícia de Macaé segue investigando o paradeiro de Giovane, que até o momento continua foragido. Autoridades pedem que qualquer informação sobre o suspeito seja repassada às forças de segurança para que ele possa ser preso e responsabilizado pelo crime hediondo.

Amigos e familiares de Isabel lamentam profundamente a perda e cobram justiça. A dor de “G”, seu filho, é compartilhada por muitos que conheciam a vítima e que agora se unem na esperança de que a justiça seja feita.

Infelizmente, feminicídios como esse são uma realidade cruel que precisa ser combatida com urgência. A memória de Isabel deve servir como um lembrete de que é necessário avançar na luta contra a violência de gênero, garantindo que nenhuma outra mulher tenha sua vida interrompida de maneira tão trágica.

 

 

Jovem de 22 anos é atropelado por trem em estação no Rio e está em estado grave

 

 

Um grave acidente ocorreu na madrugada desta terça-feira (25) na estação de trem do Maracanã, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Um jovem de 22 anos, identificado como Márcio S. da Silva, foi atropelado por uma composição e está em estado grave.

O incidente aconteceu por volta das 4h30, quando o jovem, por razões ainda desconhecidas, foi atingido pelo trem. Testemunhas relatam que ele estava próximo aos trilhos momentos antes do impacto. Equipes de resgate foram acionadas rapidamente e prestaram os primeiros socorros no local. Márcio foi encaminhado com urgência ao Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro do Rio.

A SuperVia, concessionária responsável pelo transporte ferroviário na região, informou que está apurando as circunstâncias do acidente e prestando apoio às autoridades. O funcionamento dos trens foi impactado temporariamente, gerando atrasos na circulação das composições no ramal afetado.

Familiares e amigos de Márcio estão no hospital aguardando atualizações sobre seu estado de saúde. A polícia também investiga o caso para entender as circunstâncias do atropelamento.

Casos de atropelamento por trens são uma preocupação constante na cidade, levantando debates sobre segurança ferroviária e prevenção de acidentes. Especialistas reforçam a importância de campanhas de conscientização para evitar novas tragédias.

Seguiremos acompanhando o caso e trazendo atualizações sobre o estado de saúde de Márcio e as investigações sobre o ocorrido.

 

Chefão da Milícia na Zona Oeste é Preso em Megaoperação da Polícia Civil

 

 

Na manhã desta segunda-feira (24), a Polícia Civil realizou uma operação bem-sucedida que resultou na prisão de Franklin Sampaio de Moura Maciel, vulgo “Frank”, apontado como o atual chefe da milícia da comunidade de Rio das Pedras, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A prisão foi efetuada por agentes da 14ª DP (Leblon), que monitoravam o criminoso há pelo menos duas semanas.

Franklin foi localizado no Condomínio Floresta, em Rio das Pedras, onde foi flagrado portando uma pistola Glock, de uso restrito. A investigação policial revela que ele seria o sucessor de Taillon Alcântara Pereira Barbosa, vulgo “Taillon”, que atualmente cumpre pena em um presídio federal ao lado de outro notório miliciano, Zinho.

Sucessão na Milícia e o Poder Paralelo

Segundo as autoridades, Franklin era responsável pela arrecadação de dinheiro proveniente de extorsões e taxas ilegais impostas a comerciantes e moradores da região. Esse montante era distribuído entre os integrantes da milícia que estão presos no Complexo Penitenciário de Bangu.

A história de Franklin se mistura com a do crime organizado em Rio das Pedras. Ele é filho de Francisco Luis Alves Maciel, vulgo “Índio”, uma das figuras mais influentes da milícia na década de 1980. Índio foi um dos responsáveis pela transição da chamada “polícia mineira” para a milícia, ampliando o domínio da organização criminosa sobre serviços clandestinos na região. Com isso, a quadrilha passou a exercer controle absoluto sobre o transporte alternativo de vans, além de monopolizar a compra e venda de imóveis, construções ilegais e a grilagem de terras.

A Queda do Novo Chefão

A prisão de Franklin representa um duro golpe para a estrutura da milícia em Rio das Pedras. Além da posse ilegal de arma de fogo de uso restrito, ele também foi alvo de um mandado de prisão por organização criminosa.

De acordo com a polícia, a investigação que levou à sua captura ainda está em andamento, e novas prisões podem ocorrer nos próximos dias. A operação faz parte de um esforço contínuo das forças de segurança para desmantelar o esquema miliciano que domina diversas regiões da capital fluminense.

Com a prisão de Franklin, as autoridades esperam desarticular parte da estrutura financeira da milícia, que se sustenta através da exploração criminosa de serviços e do terror imposto sobre os moradores e comerciantes locais.

A Polícia Civil segue com as investigações para identificar outros envolvidos e está atenta a possíveis movimentações dentro do grupo criminoso para nomear um novo líder. O objetivo é impedir que a organização se reestruture e continue a operar na região.

 

Operação policial contra envolvidos na morte de policial penal em comunidade na Zona Oeste

 

 

A Polícia Civil do Rio de Janeiro realizou, nesta terça-feira (25/03), uma grande operação na comunidade da Vila Kennedy, na Zona Oeste do Rio. Batizada de “Operação Redenção”, a ação visa capturar os criminosos envolvidos no assassinato do policial penal Henry dos Santos Oliveira, morto em um latrocínio ocorrido em dezembro do ano passado.

A operação é conduzida por equipes da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) e da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), e tem como principal objetivo o cumprimento de mandados de prisão contra os suspeitos identificados ao longo das investigações.

O crime que chocou a segurança pública

De acordo com a investigação da DHC, um grupo de pelo menos sete criminosos praticava um assalto a um depósito de bebidas em Santa Cruz, também na Zona Oeste. Armados com fuzis e pistolas, os assaltantes se dividiram em funções estratégicas: enquanto alguns rendiam funcionários e saqueavam as mercadorias, outros vigiavam a região para evitar a chegada da polícia.

No momento do roubo, Henry dos Santos Oliveira, que passava de moto pelo local, percebeu a movimentação suspeita e tentou abordar um dos criminosos que estava do lado de fora do estabelecimento. No entanto, ao notar a presença do policial penal, os comparsas que estavam dentro do depósito saíram e dispararam várias vezes contra ele. Henry não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Antes de fugirem, os criminosos ainda roubaram a arma de fogo da vítima.

Investigação e identificação dos suspeitos

A Delegacia de Homicídios da Capital identificou quatro dos autores do crime, todos integrantes de uma facção criminosa que atua na Vila Kennedy. Eles estariam escondidos no interior da comunidade, o que motivou a realização da Operação Redenção. A Polícia Civil segue trabalhando para identificar os outros envolvidos na ação criminosa.

Desdobramentos da Operação Redenção

As equipes da DHC e da Core estão em campo desde as primeiras horas da manhã para cumprir os mandados de prisão e realizar buscas na Vila Kennedy. Durante a operação, os agentes também procuram elementos que possam auxiliar na investigação de outros crimes atribuídos ao mesmo grupo criminoso.

Entre os casos sob apuração, está a morte de um policial militar, que teria sido vitimado por membros da mesma facção. A investigação também busca conexões com outros roubos praticados na região.

Segurança pública em alerta

A morte do policial penal Henry dos Santos Oliveira gerou grande comoção entre os profissionais de segurança e reforçou o alerta sobre a violência na Zona Oeste do Rio. A atuação de grupos armados tem sido uma preocupação constante das autoridades, que intensificam ações para combater o crime organizado e prender os responsáveis por ataques contra agentes públicos.

Com a Operação Redenção, a Polícia Civil reafirma seu compromisso com a justiça e com a segurança da população, buscando responsabilizar os envolvidos no latrocínio do policial penal e impedir que novos crimes ocorram.

As investigações continuam e novas informações devem ser divulgadas nas próximas horas.

 

Rio Intensifica Mobilização Contra o Sarampo: Vacinação em Locais de Grande Circulação

 

 

A Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS) deu início, nesta segunda-feira (24/3), a uma ampla mobilização para o combate ao sarampo. A iniciativa visa ampliar o acesso à vacinação ao levar os imunizantes a pontos estratégicos da cidade, garantindo que a população possa se proteger com facilidade. A campanha ocorrerá até sexta-feira (28/3), das 8h às 16h, em locais de grande circulação: Terminal Gentileza e Aeroporto Santos Dumont. Na Central do Brasil, a imunização estará disponível apenas na terça-feira (25/3) e quinta-feira (27/3), no mesmo horário.

A iniciativa busca reforçar a proteção da população contra essa doença altamente transmissível, especialmente considerando casos recentes registrados em cidades vizinhas ao Rio de Janeiro. Embora a capital não tenha identificado novos episódios de sarampo desde 2022, a prevenção é essencial para evitar a reintrodução do vírus na cidade.

O perigo do sarampo e sua transmissão

O sarampo é uma doença viral aguda que se manifesta por febre alta, manchas vermelhas na pele, tosse, coriza e conjuntivite. Altamente contagiosa, a infecção ocorre por meio do contato direto com secreções de uma pessoa infectada ou através da dispersão de gotículas virais no ar. Ambientes fechados e aglomerações são especialmente propícios para sua disseminação rápida.

De acordo com o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, a cidade do Rio de Janeiro eliminou o sarampo de seu cenário epidemiológico, mas a aparição de casos em municípios vizinhos reforça a necessidade de manutenção da imunização.

“O sarampo é uma doença que está eliminada da cidade do Rio de Janeiro. Não temos casos na capital desde 2022, mas surgiram casos em outras cidades e por isso é muito importante se vacinar, para que ela não volte ao nosso cenário epidemiológico. Estamos levando a imunização para pontos de grande circulação para garantir que muitas pessoas possam se proteger. Essa é uma vacina que protege para a vida toda”, explicou Soranz.

Quem deve se vacinar?

A campanha tem como foco garantir a imunização de adultos de 18 a 59 anos que ainda não receberam a vacina, bem como daqueles entre 18 e 29 anos que tomaram apenas uma dose. O objetivo é completar o esquema vacinal com a segunda dose, assegurando proteção eficaz contra o vírus.

Além da vacinação nos pontos estratégicos, a imunização contra o sarampo segue disponível para crianças e adultos em todas as 239 unidades de Atenção Primária do município, incluindo clínicas da família e centros municipais de saúde. Também é possível receber a vacina nos Super Centros Cariocas de Vacinação:

  • Botafogo: atendimento todos os dias, das 8h às 22h.
  • Campo Grande (ParkShopping CampoGrande): funcionamento de acordo com o horário do centro comercial.

Importância da vacinação

A vacina contra o sarampo é segura e altamente eficaz, proporcionando proteção vitalícia contra a doença. O Brasil já erradicou o sarampo anteriormente, mas surtos recentes ressaltam a importância de manter altas taxas de imunização. A prevenção por meio da vacina não apenas protege o indivíduo, mas também impede a propagação do vírus na comunidade, protegendo grupos vulneráveis como bebês, idosos e pessoas imunocomprometidas.

Portanto, quem ainda não se vacinou deve aproveitar esta semana de mobilização e garantir sua imunização nos pontos estratégicos ou nas unidades de saúde espalhadas pelo Rio de Janeiro. A prevenção é a melhor forma de manter a cidade livre do sarampo!

 

Mulher de 29 anos é encontrada morta em cela de presídio no Rio

 

 

A morte da detenta Izabelly Cristina de Campos Chaves, de 29 anos, levanta questionamentos e será investigada pela Polícia Civil

Na noite deste domingo (23), uma tragédia foi registrada no presídio de Presidente Olegário, em Minas Gerais. A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais (Sejusp) confirmou o óbito da detenta Izabelly Cristina de Campos Chaves, ocorrido por volta das 23h.

Segundo informações divulgadas, agentes penitenciários foram acionados por colegas de cela de Izabelly, que a encontraram com tiras de lençol amarradas ao pescoço e à grade da cela. As próprias detentas, ao perceberem a situação, tentaram socorrê-la, arrebentando a corda improvisada, mas já era tarde demais.

A equipe do Pronto-Socorro Municipal foi imediatamente chamada, porém, ao chegarem ao local, apenas puderam constatar o óbito da detenta. A Sejusp afirmou que todas as providências administrativas necessárias foram tomadas pela direção da unidade prisional.

A direção do presídio abriu um procedimento de investigação interna para esclarecer as circunstâncias da morte de Izabelly. Além disso, a Polícia Civil também será responsável por conduzir as investigações para determinar se houve algum tipo de negligência ou mesmo um possível crime.

Morte sob investigação

A morte de detentos dentro de unidades prisionais sempre gera debates e levanta questionamentos sobre as condições de segurança e monitoramento. O caso de Izabelly não é diferente. Estava ela sob risco? Havia sinais de que poderia atentar contra a própria vida? Outras detentas ou agentes prisionais perceberam comportamentos preocupantes antes do ocorrido?

Essas são perguntas que a investigação deverá responder. A Sejusp destacou que a direção da unidade prisional irá colaborar com as autoridades para elucidar todos os fatos.

Histórico de Izabelly

Izabelly Cristina de Campos Chaves estava no presídio desde dezembro de 2024. As razões para sua prisão não foram divulgadas oficialmente, mas seu histórico criminal também deverá ser considerado na investigação para entender se havia conflitos internos ou ameaças dentro da unidade prisional.

A morte de detentos sob custódia do Estado é uma questão delicada, que exige total transparência por parte das instituições responsáveis. A família de Izabelly também deverá ser ouvida, assim como as demais presas que dividiam cela com ela.

Segurança nas prisões em debate

Este caso reacende a discussão sobre a segurança e as condições das unidades prisionais no Brasil. Episódios como esse não são isolados e demonstram a necessidade de políticas mais eficazes de prevenção, monitoramento e suporte psicológico dentro do sistema prisional.

A Polícia Civil segue com as investigações, e a sociedade aguarda respostas. O que de fato aconteceu naquela cela? Há responsabilidade de terceiros? A verdade precisa ser esclarecida para que medidas sejam tomadas e situações como essa sejam evitadas no futuro.

 

TRÁFICO PLANEJA ATAQUE COM DRONE LANÇA-GRANADA PARA ELIMINAR RIVAL NO RIO

 

 

Em uma conversa interceptada, o traficante conhecido como Peixão discutiu com seu armeiro uma estratégia letal para eliminar criminosos rivais. A ideia? Utilizar um drone equipado com lançador de granadas para atacar Doca ou Urso da Penha, ambos integrantes do Comando Vermelho (CV).

A troca de mensagens revela o nível de sofisticação do arsenal à disposição do crime organizado e a frieza com que tratam execuções. O armeiro, entusiasmado com a possibilidade, escreve para Peixão: “Irmão, com esse drone, o senhor vai conseguir explodir o Doca, paizão. Ninguém vai entender nada”.

Peixão, sem hesitação, confirma sua intenção: “E a meta vai ser essa mesmo”.

A conversa levanta um alerta sobre o avanço da tecnologia nas mãos do tráfico. O uso de drones já é uma realidade no Rio de Janeiro, com facções criminosas empregando esses dispositivos para transporte de drogas, monitoramento de áreas dominadas e até para ataques contra forças de segurança.

Autoridades têm registrado casos em que facções criminosas utilizam drones para lançar explosivos contra rivais ou até mesmo contra unidades policiais. A possibilidade de um “drone lança-granada” ser usado em um assassinato demonstra a escalada do conflito entre grupos rivais e o desafio crescente para as forças de segurança.

Especialistas em segurança pública alertam que esse tipo de armamento pode intensificar ainda mais os confrontos entre facções e aumentar o risco para moradores das comunidades. “Estamos vendo o crime organizado evoluir na sua capacidade bélica. O uso de drones armados já ocorre em zonas de conflito no exterior, e agora estamos vendo essa tecnologia sendo adaptada para a realidade do tráfico no Brasil”, destaca um analista em segurança.

As autoridades devem investigar o caso e monitorar possíveis movimentações para evitar o uso de drones em atentados dessa magnitude. “Se esse plano fosse concretizado, poderíamos ver um novo nível de violência nas disputas entre facções. É urgente que as forças de segurança atuem preventivamente para impedir que esses equipamentos sejam usados para ataques”, afirmou um oficial da polícia.

Enquanto isso, a população segue no meio desse fogo cruzado, refém da guerra entre facções que não medem esforços para expandir seu domínio. A possível utilização de drones armados para execuções representa um novo e perigoso capítulo na guerra do tráfico de drogas no Rio de Janeiro.