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O RIO DE JANEIRO VAI PARAR!!!

Por meio de grupos no WhatsApp, parentes de policiais militares do Rio estão organizando um protesto como forma de cobrar o pagamento do 13º salário, do RAS e de metas alcançadas em 2015 devidos aos servidores. Nas trocas de mensagens, eles estão divididos por batalhões. A ideia é que cada grupo chegue cedo a uma determinada unidade para impedir a saída dos agentes para o expediente de serviço, semelhante ao que aconteceu no Espírito Santo, no último fim de semana.
Segundo pessoas que estão planejando o ato, a ideia é protestar em frente a todos os batalhões do estado. Não há uma definição sobre a data do ato. Em função do regimento interno, os militares não podem fazer greves

Fonte: extra

LUSO BRASILEIRO!!! LINDA HISTORIA!!! TRISTE FIM

Luso Brasileiro Tênis Clube
O Luso foi fundado em 28 de Outubro de 1959,por um grupo de amigos portugueses e brasileiros que compraram uma área de 54000m2 na Estrada do Campinho, 519 hoje n° 881 que tinham o objetivo principal se reunirem com seus familiares e amigos para se divertirem e trocar idéias. O Clube foi fundado por 40 pessoas, que dividiram em cotas a compra do terreno. Muitos fundadores já
são falecidos, mas felizmente ainda temos alguns vivos, não sabemos onde se encontram, mas graças à Deus ainda temos o Dr. Manoel Camargo, junto a nós todos os domingos com os antigos sócios que chamamos carinhosamente de “Velha Guarda Lusitana”. Os senhores Dr. Agostinho, Sr. José Gregório, Sr. Célio e muitos outros que estão sempre presentes em nosso clube nos fins de semana. Não esperavam seus fundadores que o Luso fosse se tornar posteriormente uma das maiores agremiações da Zona Oeste e do Rio de Janeiro.
Uma das festas mais tradicionais do Rio de Janeiro, Luso City tornou-se o ponto de encontro entre os jovens e adultos que buscam o seu lazer todos os meses de junho de cada ano. O Luso City foi criado em 1985 na gestão de Dr. Sebastião Gonzaga junto com um grupo de leoninos (LIONS) clube de Serviço de Campo Grande – RJ, tendo como um dos seus idealizadores o Sr. Cláudio Chianca, então Vice-Presidente Social na época.

PROTESTO NA ESTRADA DO MAGARÇA!!!

Protesto nesse exato momento , na estrada do Magarça, em Guaratiba, na altura da igreja, Santa Clara!!!
moradores estão fazendo protesto por causa da falta de luz , que já dura 5 horas!!!!
O transito está parado na região, moradores estão pondo fogo em pneus e outros objetos, evitem a região!!!!

CEDAE ENTRA EM GREVE!!! PARALISAÇÃO NÃO AFETARÁ FORNECIMENTO DE AGUA

Os servidores da Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae) do Rio de Janeiro entram em greve nesta terça-feira para protestar contra a proposta do governador Luiz Fernando Pezão de privatização da empresa que será analisada na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) na quinta-feira. O Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Saneamento Básico e Meio Ambiente do Rio de Janeiro (Sintsama-RJ) garantiu que não faltará água para a população e que a paralisação vai respeitar a Lei de Greve, que exige que 30% dos funcionários da empresa continuem operando o sistema.

Ontem, funcionários da companhia fizeram manifestação na orla de Copacabana. O Projeto de Lei 2.345/17, que autoriza a venda da Cedae, é pré-condição imposta pelo governo federal para liberar empréstimos e aliviar a dívida estadual com a União. O projeto autoriza o governo a vender as ações da companhia e dá prazo de seis meses para a contratação da instituição financeira federal que será responsável pelo processo de privatização.

Servidores da Cedae vão entrar em greve nesta terça-feira
Divulgação
A proposta também autoriza o governo do Rio a contrair empréstimos de até R$ 3,5 bilhões que terão como garantias as ações da Cedae. Os recursos obtidos com a venda da companhia devem ser usados para quitar o empréstimo. De acordo com o executivo, a intenção do empréstimo é colocar em dia a folha de pagamento dos servidores, quitar dívidas com fornecedores e garantir o funcionamento da máquina pública.

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O Movimento Unificado dos Servidores Públicos Estaduais (Muspe) pretende fazer no dia 7 um ato em defesa da Cedae, ao meio-dia, em frente à Alerj e, no dia seguinte, uma vigília, no mesmo local e horário, quando os manifestantes pretendem percorrer os gabinetes dos deputados. Na quinta-feira, os servidores têm programado um grande protesto contra o pacote de ajuste fiscal proposto pelo governo estadual e que será votado na Alerj e em defesa da Cedae.

Na semana passada, reabertura dos trabalhos legislativos da Casa, houve um protesto que terminou em confronto entre a polícia e os servidores. Um ônibus foi queimado, o comércio na região fechou as portas e estações do metrô próximas

POLICIA PRENDE ASSALTANTE EM CAMPO GRANDE!!! VIDEO

Um assaltante acaba de ser preso no bairro Vila Nova em Campo Grande na tarde de hoje (6).
O meliante foi tentar assaltar um mercado no bairro , sem sucesso e fugiu do local!!! populares começaram a gritar “pega ladrão” e o assaltante deu de cara com a viatura da policia!!!
Ele pulou o muro de uma casa , porem, policiais conseguiram prender e foi conduzido a delegacia!!!
temos imagens do ocorrido como vocês podem ver…

https://youtu.be/6chUnM3Ncjo

CAMELÔS CRESCEM A CADA DIA EM CAMPO GRANDE!!!

Crise faz número de ambulantes irregulares se multiplicar, trazendo concorrência desleal para os comerciantes legalizados

O aumento ou a diminuição do número de camelôs vem obedecendo a um padrão quase constante nas últimas décadas. As crises econômicas – como a atual – costumam fazer crescer exponencialmente o total de ambulantes. As políticas de repressão da prefeitura, pouco sistemáticas e sem continuidade, às vezes contribuem para controlá-los – a última grande rodada de regularizações e repressão ocorreu ainda no governo do ex-prefeito Cesar Maia. E, assim, os comerciantes legalmente estabelecidos vão vendo seus investimentos e seus negócios prejudicados pela concorrência desleal com aqueles que não pagam impostos, ocupam o espaço público muitas vezes de modo predatório, chegam a vender mercadorias roubadas ou piratas e, em última análise, prejudicam a economia formal, contribuindo, assim, para o aumento do desemprego.

Os últimos meses foram marcados por uma nova expansão no número de camelôs pelo bairro. A lei 1.876 de 1992, que regula o comércio de rua, autoriza a presença deles no Rio de Janeiro. Mas não em todos os casos. Oficialmente, são aptos para atuar como ambulantes os deficientes físicos, as pessoas acima de 45 anos, os desempregados por tempo ininterrupto superior a um ano e os egressos do sistema penitenciário com a condição de não regressão ao crime. Mas não é o que se vê. Ao redor da rodoviária. No calçadão. Junto às estações de trem. Em importantes eixos de circulação de pessoas. Em toda parte, é notável o crescimento do comércio irregular, com consequente aumento da poluição sonora e até mesmo da sujeira nas ruas.

‘O EMPRESÁRIO EXIGE TER SEUS DIREITOS RESPEITADOS’

Um comerciante dono de uma loja de roupas no Calçadão, e que pediu para não ser identificado por temer represálias dos camelôs, critica o crescimento desse tipo de atividade na região. Para ele, a atuação dos ambulantes caracteriza concorrência desleal e nociva para o comércio legal, uma vez que os empresários pagam por pontos comerciais extremamente caros, aluguéis e impostos. “Temos que acabar com esse discurso do ‘politicamente correto’ que diz que os ambulantes só querem trabalhar. Na verdade, o empresário também quer trabalhar, mas paga seus impostos e exige ter seus direitos respeitados e a ordem urbana estabelecida”, afirma.

O empresário diz ainda que o comércio irregular como alternativa da crise é apenas mais um agravante da situação econômica: “Concorrência do comércio ambulante leva os empresários a venderem menos e, consequentemente, a ter de demitir mais.”

Lojistas que enfrentam essa concorrência desleal pedem à prefeitura que descruze os braços e volte a fiscalizar e regularizar o serviço de rua. José Augusto Monami, que já foi administrador regional de Campo Grande e hoje é dono da rede de lojas de cosméticos Monami, é uma dessas vozes. “O problema não é só o camelô, porque a própria lei autoriza, mas sim a desordem pública que vivemos no Calçadão. A guarda municipal deve ser usada para organizar. Não tem ordem urbana na cidade de um modo geral… Nós, empresários, temos que nos unir. O Centro de Campo Grande está abandonado pelo poder público”, afirma o empresário.

Num levantamento feito pela SUCESSO com 70 moradores de Campo Grande, o óbvio foi constatado: a população pede urgentemente a regularização do comércio de rua. Se 80% dos entrevistados disseram não se incomodar com a simples existência dos camelôs, quase metade (48,6%) exigem que a prefeitura combata os abusos e integre essas pessoas à economia formal, com o pagamento de impostos e o oferecimento de produtos de origem conhecida e fiscalizada.

PROCESSO DE REGULARIZAÇÃO TEM FALHAS

Para tentar se regularizar e, assim, pagar impostos e deixar a informalidade, o camelô deve se submeter a um número específico de vagas por área. De acordo com a Secretaria de Ordem Pública, em todo o Rio de Janeiro há 18.400 (na XVIII R.A., que engloba Campo Grande, Santíssimo, Senador Vasconcelos, Cosmos e Inhoaíba, são 800). Segundo especialistas, é a incapacidade do poder público de agilizar os processos de legalização e as duras exigências que provocam a proliferação de camelôs pela cidade.

O processo é penoso e, muitas vezes, sem resultados positivos. Prova disso é que, das 800 vagas disponíveis, apenas 369 estão ocupadas, segundo reconhece a própria prefeitura. Apesar do número baixo de regulamentados, não é difícil calcular às centenas em um simples passeio pela Grande Campo Grande: em lugares não recomendados, comprometendo não só o comércio regular, mas também atrapalhando a ocupação dos transeuntes das calçadas já de difícil mobilidade no bairro.

É o caso de Alexandre Silva, de 44 anos. Vendendo suco natural e empadinhas no Calçadão, já vive como camelô há 10 anos. Neste período, diz ter tentado inúmeras vezes regularizar sua situação, mas, segundo ele, “a secretaria dá várias desculpas” e não consegue.

O problema é que, com a “normalização” da presença dos camelôs – e de suas táticas que não respeitam as regras do “jogo” –, o comércio em geral acaba se tornando uma atividade mais caótica e desorganizada. É que, ao ocupar as calçadas em frente às lojas, muitas vezes escondendo as fachadas (como é notável no calçadão e na rodoviária, onde a Leader Magazine, por exemplo, foi “engolida” pelas barracas dispostas na calçada), os ambulantes obrigam os lojistas a fazer o mesmo.

Para tentar competir de igual para igual com o comércio irregular que ocupa grande parte da calçada e compromete a visão dos pedestres de sua loja, Fábio Luiz, varejista do Passeio Shopping há três anos, é um dos que fazem uso de táticas de “de camelô” para não perder as vendas. “Aumentou bastante a presença de camelôs com a crise! Por volta das 17h ou 18h aumenta mais ainda. A organização e a fiscalização são péssimas. Acho que até os camelôs legalizados não conseguem usar o espaço, tamanha a bagunça. Colocamos produtos na calçada, como eles fazem, para marcar território e tentar atrair o consumidor em meio a essa guerra”, conta Fábio.

DO DESEMPREGO À INFORMALIDADE

Sentado em frente a uma agência do Banco do Brasil na Avenida Cesário de Melo, Joaquim Ferreira é camelô há pouco tempo. Ele cuida do seu pequeno e instável espaço onde vende biscoito, bolo, café e outros itens. Com 54 anos, vive a realidade de muitos dos comerciantes irregulares avistados ao longo das ruas do bairro: desempregado em fevereiro deste ano, quando trabalhava na construção civil, e com sequelas de hanseníase, começou a sua saga como comerciante em meados de outubro. “Meu medo é só esse: o cara (guarda) chegar aqui e botar isso tudo no caminhão e eu não saber o que fazer. Já vi eles fazendo isso com os outros, mas não comigo.”

O que diferencia Joaquim de muitos outros que atuam em Campo Grande e no Rio como um todo é que, ao vender coisas feitas em casa, não participa das redes de exploração de produtos que entram ilegalmente no país, por meio de rotas que saem da China e passam pelo Paraguai. Em outros casos, camelôs vendem produtos oriundos de caminhões tombados em vias como a Avenida Brasil e saqueados. Ou, como cogita um grande especialista em planejamento urbano carioca, Humberto Kzure-Cerquera, doutor em Urbanismo, professor da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e coordenador do Plano de Estruturação Urbanística (PEU) da região de Campo Grande, há indícios de que a própria indústria contribua para o fenômeno dos camelôs: “É, no mínimo, estranho que produtos de ponta de estoque das indústrias vão parar nas barracas dos camelôs ao mesmo tempo em que estão à venda na loja em frente por preços mais altos.”

O QUE PENSAM OS MORADORES?

No levantamento da SUCESSO, os entrevistados citam a ocupação irregular de calçadas como um ponto negativo do comércio ambulante. “Eles precisam ter um lugar reservado, senão atrapalham a passagem. Não acho legal”, afirma Flávia Lourenço, dona de casa de 52 anos.

Segundo Marco Antônio Ferreira de Souza, professor da área de Estratégia, Mercado e Operações da UFRRJ, a população está cansada da ocupação ilegal do espaço público e pede melhores serviços. “O poder público precisa estimular a apropriação diversa do espaço urbano pelas pessoas, para que elas não fiquem presas à existência de poucos e pequenos locais onde tudo se concentra. Quando isso acontece, os comerciantes informais vão, logicamente, ocupar os demais espaços”, discorre.

Procurada para falar sobre o problema, a Secretaria de Ordem Pública se limitou a afirmar que, com apoio da Guarda Municipal, “atua diariamente em todas as regiões da cidade para coibir o comércio ambulante irregular e fiscalizar o comércio ambulante legalizado.” A secretaria não respondeu as perguntas sobre as falhas visíveis no controle dos camelôs.

Foto: Nathalia Cavalcante

DOAÇÃO DE CADEIRA DE RODAS

boa tarde estou doando essa cadeira de roda apenas para quem realmente precisa
esta em perfeito estado sou morador de campo grande moro proximo ao rede economia do pedregoso
a cadeira esta em perfeito estado pouco usada
quem tiver interesse e so me ligar não tem como eu segurar para uma pessoa
quem chegar primeiro leva fazer contato com lopes 99890-7272
por demetrius lopes

EMPRESÁRIO MORRE EM ACIDENTE

O empresário Alan, dono da chopperia , “chopp do imperio” morreu na noite de ontem ( 5) vitima de um acidente automobilistico na costa verde , altura de ibicui!!!

Alan morreu no local e ele estava acompanhado de uma mulher , identificada como Lais, ela foi levada para o hospital em estado grave com traumatismo craniano , ele está internada no hospital municipal Victor de Souza Breves.

Eles estavam em conceição de Jacarei indo em direção a Santa Cruz, quando houve essa tragedia , disse um amigo
Alan era muito querido no bairro, estamos todos transtornados com essa situação!!!

Alam deixa três filhos , o antigo Campo Grande se solidariza com a dor da família e dos amigos

Mollon de camisa vermelha amigo de allan que tambem e empresário