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Avião da Azul retorna ao Galeão após falha elétrica

Uma falha elétrica em voo levou uma aeronave da Azul a retornar ao Aeroporto Internacional Tom Jobim, o Galeão, na manhã desta quinta-feira (22/10). O avião seguia do Rio de Janeiro para Curitiba quando perdeu a comunicação com a torre de controle. Ainda assim, o pouso ocorreu em segurança.

Passageiros relataram que, após a aterrissagem, as luzes da cabine se apagaram e havia cheiro de queimado a bordo. Além disso, a companhia informou que acionou preventivamente o protocolo de emergência.

Falha elétrica em voo interrompe trajeto sobre o litoral

O voo AD4208 partiu do Galeão, na Zona Norte do Rio, por volta das 5h, com destino à capital paranaense. Além disso, a aeronave usada na operação era um Embraer E195-E2.

Dados da plataforma FlightAware indicaram que o avião sobrevoava o oceano quando interrompeu a rota na altura de Paraty, na Costa Verde. Em seguida, o piloto fez manobras sobre a Zona Oeste do Rio e a Baixada Fluminense, antes de retornar ao aeroporto de origem.

A aeronave pousou por volta das 6h, enquanto equipes de emergência aguardavam no aeroporto para acompanhar a chegada. Os passageiros disseram que a viagem transcorria normalmente até a tripulação comunicar a necessidade de voltar ao Galeão, devido ao problema elétrico e à falha de comunicação.

Azul confirma protocolo de emergência preventivo

Após o pouso, os ocupantes perceberam que a iluminação da aeronave estava apagada e sentiram um forte cheiro de queimado. Em seguida, o avião seguiu lentamente até a área de desembarque.

A Azul confirmou que o retorno ocorreu por questões técnicas e afirmou que acionou o protocolo de emergência de forma preventiva. Além disso, a empresa informou que o pouso e o desembarque transcorreram normalmente, sem comprometer a segurança dos ocupantes.

Os passageiros afetados receberam assistência conforme as regras da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Além disso, a companhia os reacomodou em outro voo da Azul.

A empresa lamentou os transtornos e declarou que decidiu retornar ao Galeão para preservar a segurança da operação. Até o momento, porém, não divulgou a causa específica da falha elétrica nem a quantidade de passageiros a bordo.

Imagens mostram Lulinha e lobista em viagens e jatinho

Lulinha e a lobista Roberta Luchsinger aparecem juntos em fotos de viagens divulgadas nesta quarta-feira. Em uma das imagens, os dois estão a bordo de um jatinho Embraer Praetor 600, avaliado em mais de 20 milhões de dólares.

Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, é o filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A Polícia Federal (PF) investiga ele e Roberta por suspeita de tráfico de influência na intermediação de contratos com o governo. Ambos negam irregularidades.

Lulinha e lobista aparecem em viagem à Finlândia

De acordo com as informações divulgadas, a foto a bordo do jatinho teria sido feita durante uma viagem à Finlândia, no início do ano passado. Em outra imagem, Lulinha e Roberta posam ao lado do empresário Marcelo Checon, proprietário da MChecon Design e Cenografia, durante uma comemoração.

A empresa de Checon atua no setor de eventos e assinou 13 novos contratos com o governo federal nos últimos três anos. No mesmo período, seu faturamento cresceu 323 vezes e chegou a 63 milhões de reais.

Defesa nega irregularidades e questiona divulgação

O advogado de Lulinha, Marco Aurélio Carvalho, negou que o filho do presidente tenha cometido irregularidades. Segundo ele, as viagens ocorreram por causa da amizade entre Lulinha e a empresária. Além disso, o advogado questionou a divulgação das imagens às vésperas das eleições.

Carvalho afirmou que a defesa considera especulativa a tentativa de atribuir responsabilidade a Roberta. Além disso, disse que, na avaliação dos advogados, não há um caso criminal porque não existiria crime ou ato de ofício. Ele classificou as diligências como “pesca probatória”. A reportagem também procurou a defesa da empresária.

PF pede mais prazo para concluir diligências

Nesta terça-feira, a PF pediu a prorrogação do prazo de duas investigações sobre Roberta e Lulinha. Em seguida, o pedido seguiu para o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, relator dos dois inquéritos. Uma terceira investigação envolvendo a dupla está sob relatoria do ministro Flávio Dino.

Em nota, a defesa de Lulinha chamou o pedido de prorrogação de “mais clara e genuína expressão” de pesca probatória. Segundo os advogados, a expressão se refere a investigações genéricas sem alvo definido.

A PF também solicitou à área técnica informações sobre vínculos societários e movimentações bancárias de Lulinha, além de registros de agendas dele e de outros investigados em órgãos públicos. Os investigadores pediram ainda o levantamento de viagens dos envolvidos no Brasil e no exterior.

Em ofício, a PF justificou que várias diligências ainda aguardam conclusão, sobretudo pelo pouco tempo transcorrido desde que foram determinadas. Por isso, os investigadores pediram mais prazo para finalizar as medidas em andamento.

O pedido foi feito no início de outubro, quando terminou o prazo inicial de 60 dias. No último sábado, Roberta afirmou em entrevista à CNN que Lulinha se reunia “semanalmente” com ministros do governo e disse ter a intenção de fazer uma delação premiada. A empresária também declarou estar indignada por ter se tornado, em suas palavras, “boi de piranha” nas investigações da PF sobre suspeita de tráfico de influência.

URGENTE!! RIO DE JANEIRO PODE TER SEGUNDO TURNO EM NOVEMBRO!!!

 

A disputa pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro ganhou um novo capítulo na Justiça e mantém em aberto a discussão sobre a possibilidade de um segundo turno entre Eduardo Paes (PSD) e Douglas Ruas (PL). O caso chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF), onde o andamento do processo poderá influenciar o desfecho da eleição. Apesar da expectativa em torno de uma possível decisão em novembro, ainda não há confirmação oficial de uma data para o julgamento.

A controvérsia começou após a recontagem dos votos válidos, motivada pela anulação dos votos atribuídos a Anthony Garotinho, candidato cuja situação eleitoral foi contestada judicialmente. A retirada desses votos alterou o cálculo dos percentuais e provocou uma mudança significativa no cenário da disputa pelo Palácio Guanabara.

Na apuração inicial, Douglas Ruas havia registrado 49,27% dos votos válidos, enquanto Eduardo Paes aparecia com 42,76%. Com esses números, os dois candidatos seguiriam para o segundo turno, conforme as regras eleitorais.

Entretanto, após a anulação de 274.411 votos de Garotinho e o recálculo dos resultados, Douglas Ruas passou a contabilizar 50,88% dos votos válidos. O percentual ultrapassou a marca necessária para a eleição em primeiro turno, alterando o cenário que havia sido apresentado inicialmente aos eleitores.

Em outubro, a Justiça Eleitoral confirmou o resultado que apontou a vitória de Ruas no primeiro turno. A mudança, porém, passou a ser questionada judicialmente, com pedidos para que a situação seja reavaliada e para que a possibilidade de um segundo turno seja examinada.

O caso chegou ao STF, onde o ministro Cristiano Zanin determinou que órgãos e instituições envolvidos se manifestem sobre a controvérsia. Entre os consultados estão o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a Advocacia-Geral da União (AGU) e a Procuradoria-Geral da República (PGR).

A manifestação dessas instituições deverá contribuir para a análise jurídica do processo. A partir das informações apresentadas, o Supremo poderá dar continuidade à avaliação do pedido e examinar os argumentos relacionados à validade dos procedimentos eleitorais e aos efeitos da alteração no resultado.

A possibilidade de uma decisão em novembro vem sendo mencionada em meio às expectativas políticas, mas é importante diferenciar previsões de datas oficialmente confirmadas. Até 22 de outubro de 2026, não havia confirmação pública de um calendário definitivo para o julgamento.

Caso a Justiça determine uma mudança no resultado proclamado, o cenário eleitoral poderá sofrer novas alterações. Por outro lado, se a decisão mantiver o entendimento adotado pela Justiça Eleitoral, a eleição de Douglas Ruas no primeiro turno poderá ser preservada.

O desfecho dependerá dos fundamentos jurídicos apresentados e das decisões das autoridades competentes. Por enquanto, não é possível afirmar que o segundo turno acontecerá nem que o STF julgará o caso necessariamente em novembro.

A disputa entre Eduardo Paes e Douglas Ruas permanece no centro da discussão judicial, enquanto eleitores e lideranças políticas aguardam novos desdobramentos. Até que haja uma decisão definitiva, qualquer afirmação sobre a realização de uma nova votação deve ser tratada com cautela.

 

Cão é resgatado com vida após cinco dias soterrado em Niterói

Na manhã desta quarta-feira (21), o Corpo de Bombeiros encontrou Romário, cão da família, com vida nos escombros de uma casa no bairro Caramujo, em Niterói. O resgate ocorreu cinco dias após o desabamento do imóvel.

Moradores ouviram o choro do animal e, em seguida, acionaram os militares do 3º Grupamento de Bombeiro Militar (3º GBM) às 11h56. O imóvel fica na Rua da Horta, no Morro do Céu, na Região Metropolitana do Rio.

Assustado, Romário exigiu cautela durante a retirada dos destroços. Além disso, os tutores ajudaram a atraí-lo com chamados e alimento. Após o resgate, a família recebeu o cachorro.

Resgate de cachorro ocorreu cinco dias após desabamento

O desabamento aconteceu na manhã de sexta-feira (16) e deixou feridos uma mulher de 25 anos e um adolescente de 16. Na ocasião, o Corpo de Bombeiros retirou os dois dos escombros.

Beatriz Coelho Oliveira e o adolescente identificado pelas iniciais P.C.O. chegaram ao Hospital Estadual Azevedo Lima, no Fonseca, Zona Norte de Niterói. Enquanto Beatriz recebeu atendimento multidisciplinar e passou por exames, o adolescente permaneceu internado.

Beatriz teve alta no mesmo dia. Já o adolescente seguia internado com quadro de saúde estável, conforme as informações disponíveis sobre o caso.

IDENTIFICADO MOTORISTA DE APLICATIVO BALEADO NA CABEÇA APÓS SER CONFUNDIDO COM MILICIANO NO RIO

 

Um motorista de aplicativo, de 46 anos, foi baleado na cabeça durante um ataque a tiros na região da Colônia, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. O caso aconteceu na noite de quarta-feira (21 de outubro) e deixou a vítima em estado de saúde gravíssimo. A principal suspeita é de que o trabalhador tenha sido confundido com um miliciano que atua na região.

De acordo com as informações divulgadas pela imprensa, Luiz Fernando Santos estava trabalhando quando foi surpreendido pelos criminosos. Relatos apontam que dois homens em uma motocicleta teriam efetuado os disparos contra o veículo em que ele estava.

A suspeita é de que os atiradores tenham confundido o carro utilizado pelo motorista com o de um integrante de uma milícia que atua na área. Com isso, o trabalhador, que estaria exercendo sua atividade profissional, acabou atingido violentamente durante a ação criminosa.

Após ser baleado na cabeça, Luiz Fernando foi socorrido e encaminhado ao Hospital Municipal Miguel Couto, na Zona Sul do Rio, onde recebeu atendimento médico. Segundo as informações publicadas, seu estado de saúde era considerado gravíssimo, exigindo cuidados especializados e avaliação da equipe de neurocirurgia.

A violência do ataque provocou preocupação e revolta diante da possibilidade de mais um trabalhador ser vítima de uma disputa ou de uma ação criminosa motivada por um suposto engano. Motoristas de aplicativo enfrentam diariamente situações de risco nas ruas, especialmente quando precisam circular por diferentes bairros e regiões com realidades distintas de segurança.

O caso também chama a atenção para os perigos enfrentados por profissionais que dependem do transporte de passageiros para garantir o sustento de suas famílias. Em situações como essa, uma suspeita equivocada pode ter consequências devastadoras, atingindo pessoas que não possuem qualquer envolvimento com atividades criminosas.

A Polícia Civil investiga o episódio por meio da 32ª Delegacia de Polícia, localizada na Taquara. Os investigadores trabalham para esclarecer as circunstâncias do ataque, identificar os responsáveis pelos disparos e apurar o que teria motivado a ação.

Até as informações divulgadas pelas reportagens consultadas, a hipótese de que o motorista tenha sido confundido com um miliciano ainda não havia sido confirmada oficialmente pela polícia. Por isso, a motivação do crime deverá ser esclarecida no decorrer das investigações.

Enquanto isso, familiares e pessoas próximas acompanham com apreensão a situação clínica do trabalhador, que permanece em estado delicado.

O episódio reforça o alerta sobre a violência armada no Rio de Janeiro e os riscos enfrentados por moradores e profissionais que circulam diariamente pela cidade. A expectativa é de que as investigações avancem e que os responsáveis pelo ataque sejam identificados e levados à Justiça.

A principal preocupação, neste momento, é a recuperação da vítima, enquanto as autoridades buscam esclarecer se o motorista realmente foi alvo de um engano e quais circunstâncias levaram à tentativa de assassinato.

 

REVOLTA EM ESCOLA DE SP: PROFESSORA DE 49 ANOS É HUMILHADA E AGREDIDA POR ALUNOS DENTRO DA SALA DE AULA

 

 

Um episódio de violência dentro de uma escola estadual de Assis, no interior de São Paulo, provocou indignação e reacendeu o debate sobre a segurança dos profissionais da educação. Uma professora de 49 anos foi alvo de ofensas, humilhações e agressões praticadas por cinco estudantes da 3ª série do Ensino Médio, em um caso ocorrido em 29 de abril de 2025, por volta das 11h30.

Segundo informações divulgadas pela imprensa local, a docente foi insultada pelos alunos, que teriam utilizado expressões ofensivas relacionadas à sua idade e à sua condição financeira. A situação, no entanto, teria ultrapassado os limites do desrespeito verbal e evoluído para atos de violência física e humilhação dentro da sala de aula.

SACOLA NA CABEÇA E GOLPES DE CAPACETE

Entre os episódios relatados, um dos estudantes teria colocado uma sacola plástica na cabeça da professora e simulado um ato sexual. Em outro momento, a educadora teria sido atingida três vezes na cabeça com um capacete.

A gravidade das acusações provocou questionamentos sobre o comportamento dos estudantes e os mecanismos disponíveis para proteger professores que enfrentam situações de violência no ambiente escolar.

O caso foi registrado em boletim de ocorrência e encaminhado às autoridades competentes. As circunstâncias e eventuais responsabilidades devem ser consideradas conforme a apuração oficial.

QUAIS FORAM AS MEDIDAS ADOTADAS?

De acordo com informações divulgadas sobre o episódio, a Secretaria Estadual da Educação adotou medidas administrativas envolvendo os estudantes. Um deles, maior de idade, passou a realizar atividades remotamente durante uma semana e optou por se transferir para outra unidade escolar. Os demais participaram de atividades remotas durante dois dias e de ações educativas relacionadas à convivência e ao respeito.

A professora também recebeu apoio psicológico e deixou de lecionar para aquela turma.

As providências provocaram discussões sobre a efetividade das medidas adotadas em situações de violência contra profissionais da educação. Para muitos, episódios dessa natureza exigem respostas capazes de responsabilizar os envolvidos, prevenir novas ocorrências e garantir condições adequadas de trabalho aos educadores.

É importante, entretanto, distinguir as medidas administrativas divulgadas de uma eventual responsabilização judicial. As informações disponíveis não permitem afirmar que todos os envolvidos ficaram impunes nem estabelecer qual foi o desfecho definitivo do caso na Justiça.

VIOLÊNCIA ESCOLAR ACENDE ALERTA

O episódio evidencia um problema que preocupa comunidades escolares em diferentes regiões do país: a violência contra professores e a dificuldade de manter um ambiente seguro para o ensino.

Quando há envolvimento de adolescentes, a responsabilização segue as regras do Estatuto da Criança e do Adolescente, que prevê medidas socioeducativas conforme as circunstâncias. Já os maiores de idade podem responder criminalmente, caso sejam comprovados os requisitos legais.

Mais do que indignação nas redes sociais, casos como esse reforçam a necessidade de prevenção, canais seguros de denúncia, apoio psicológico às vítimas e atuação conjunta entre escolas, famílias e autoridades.

A sala de aula deve ser um espaço de aprendizado, respeito e desenvolvimento, não um ambiente de medo e humilhação. Proteger os professores também significa defender o direito dos estudantes a uma educação segura e de qualidade.

O caso de Assis deixa uma pergunta importante: as medidas adotadas pelas escolas são suficientes para impedir que a violência volte a acontecer?

Mega-Sena sorteia prêmio estimado em R$ 200 milhões nesta quinta

A Mega-Sena sorteia nesta quinta-feira (22) o concurso 3.073, com prêmio estimado em R$ 200 milhões. O valor acumulou após uma sequência de concursos sem ganhador na faixa principal.

O sorteio acontece às 21h, no Espaço da Sorte, em São Paulo (SP). Além disso, a Caixa Econômica Federal transmite a extração ao vivo pelas redes sociais da instituição e do g1.

Os apostadores podem registrar suas apostas até as 20h desta quinta-feira, em casas lotéricas credenciadas, pela internet ou no aplicativo.

Como apostar na Mega-Sena

A aposta simples custa R$ 6 e permite escolher seis números. Essa modalidade concorre ao prêmio principal; além disso, quem acerta quatro ou cinco dezenas também recebe premiação.

O Bolão Caixa permite fazer apostas em grupo. Para participar, o apostador pode preencher o campo específico no volante ou pedir ajuda ao atendente da lotérica.

Na Mega-Sena, o bolão tem valor mínimo de R$ 18, enquanto cada cota custa a partir de R$ 6. Assim, os participantes dividem o custo da aposta e eventuais prêmios conforme as cotas adquiridas.

Maiores prêmios da história da Mega-Sena

O prêmio recorde listado foi de R$ 317.853.788,54, no concurso 2.525, sorteado em 1º de outubro de 2022. Em seguida, aparece o concurso 2.150, de 11 de maio de 2019, que pagou R$ 289.420.865.

Confira, em seguida, os dez maiores prêmios relacionados:

  • Concurso 2.525, em 01/10/2022 — R$ 317.853.788,54;
  • Concurso 2.150, em 11/05/2019 — R$ 289.420.865,00;
  • Concurso 2.237, em 27/02/2020 — R$ 211.652.717,74;
  • Concurso 2.795, em 09/11/2024 — R$ 207.460.095,00;
  • Concurso 2.696, em 05/03/2024 — R$ 206.475.189,75;
  • Concurso 1.764, em 25/11/2015 — R$ 205.329.753,89;
  • Concurso 1.772, em 22/12/2015 — R$ 197.377.949,52;
  • Concurso 2.464, em 19/03/2022 — R$ 189.381.872,36;
  • Concurso 2.745, em 04/07/2024 — R$ 162.788.325,19;
  • Concurso 2.979, em 03/03/2026 — R$ 158.039.482,13.

SUSPEITO DE MOVIMENTAR R$ 126 MILHÕES PARA O COMANDO VERMELHO É PRESO NO RIO

 

 

Um homem apontado pelas autoridades como operador financeiro do Comando Vermelho (CV) foi preso pela Polícia Civil nesta quarta-feira (21), em Nilópolis, na Baixada Fluminense. Ele é investigado por suposta participação em um esquema de lavagem de dinheiro que teria movimentado mais de R$ 126 milhões provenientes do tráfico de drogas no Rio de Janeiro e no Amazonas.

A prisão ocorreu dentro da residência do suspeito, durante uma ação policial relacionada às investigações sobre a movimentação de recursos financeiros atribuídos à organização criminosa. Segundo as informações divulgadas, o homem teria desempenhado um papel importante na circulação de valores ligados ao comércio ilegal de entorpecentes.

De acordo com os investigadores, o esquema utilizaria mecanismos para dificultar a identificação da origem do dinheiro e esconder o patrimônio supostamente acumulado com atividades criminosas. Entre as estratégias identificadas pela polícia estariam depósitos bancários fracionados, uma prática que pode dificultar o rastreamento de grandes quantias quando empregada para dissimular operações financeiras.

O volume investigado chama a atenção das autoridades. Mais de R$ 126 milhões teriam passado pelo esquema, segundo as apurações. A suspeita é de que os recursos estivessem relacionados ao tráfico de drogas em dois estados brasileiros: Rio de Janeiro e Amazonas.

A investigação busca esclarecer como o dinheiro circulava, quais mecanismos eram utilizados para ocultar sua procedência e qual seria a participação efetiva do suspeito nas operações financeiras atribuídas ao grupo criminoso. A identificação de operadores financeiros é considerada uma etapa importante no combate às organizações criminosas, pois permite investigar não apenas as atividades diretamente relacionadas ao tráfico, mas também os mecanismos utilizados para movimentar e esconder os lucros dessas atividades.

O investigado também possui antecedentes criminais. Conforme as informações apresentadas pela polícia, ele já foi condenado anteriormente por tráfico de entorpecentes e tem histórico de fuga do sistema prisional. Esses registros fazem parte do contexto considerado pelas autoridades durante as apurações, embora as acusações atuais devam ser analisadas de acordo com os procedimentos legais.

Após a prisão, o homem foi encaminhado à 57ª Delegacia de Polícia (Nilópolis), onde foi cumprido um mandado de prisão relacionado aos crimes de lavagem de dinheiro e associação para o tráfico.

O suspeito permanece à disposição da Justiça, enquanto o caso segue submetido aos procedimentos legais. A investigação deverá contribuir para esclarecer a extensão das operações financeiras suspeitas e identificar possíveis conexões com outros envolvidos.

O combate à lavagem de dinheiro é uma frente estratégica no enfrentamento ao crime organizado. Ao investigar a origem dos recursos, os caminhos percorridos pelas quantias e os mecanismos empregados para ocultar o patrimônio, as autoridades procuram atingir a estrutura financeira que sustenta as atividades criminosas.

Apesar das suspeitas e dos antecedentes mencionados, a responsabilidade criminal pelos fatos investigados deverá ser estabelecida conforme as provas reunidas e as decisões da Justiça, respeitando-se o direito de defesa e a presunção de inocência.

TRAGÉDIA NA LUA DE MEL: RECÉM-CASADA DE 29 ANOS MORRE APÓS PASSAR MAL AO COMER FRUTOS DO MAR

 

 

Uma viagem que deveria marcar o início de uma nova etapa de felicidade terminou em uma tragédia que abalou familiares e amigos. Amanda Marinho Nascimento, de 29 anos, morreu durante a própria lua de mel, em Portugal, apenas 11 dias depois de se casar com Tiago Nascimento. A jovem estava na cidade de Leiria quando começou a passar mal após uma refeição com camarão e outros frutos do mar.

Segundo o relato do marido, Amanda apresentou sintomas após o almoço. O quadro de saúde teria evoluído rapidamente, com uma reação alérgica grave, seguida de uma crise de asma e, posteriormente, uma parada cardiorrespiratória. Apesar dos esforços para lidar com a emergência, a jovem não resistiu.

A morte inesperada transformou o que deveria ser um dos momentos mais especiais da vida do casal em um episódio de profunda dor. Recém-casados, Amanda e Tiago estavam vivendo os primeiros dias de uma nova história juntos, longe de casa, aproveitando a viagem que simbolizava o começo de uma vida a dois.

A tragédia também deixou a família diante de uma situação difícil e inesperada. O casal estava prestes a retornar ao Brasil quando ocorreu o falecimento. Agora, além de enfrentar o sofrimento pela perda, o marido e os familiares precisam buscar recursos financeiros para custear os procedimentos necessários ao traslado do corpo de Amanda para o território brasileiro.

O transporte internacional de um corpo envolve uma série de exigências documentais, sanitárias e logísticas, o que pode tornar o processo complexo e financeiramente pesado para os parentes. Em meio ao luto, a necessidade de arrecadar dinheiro acrescenta mais uma preocupação a uma família que tenta encontrar forças para lidar com a perda repentina.

Amanda era enfermeira, profissão pela qual tinha carinho, e também era apaixonada por conhecer novos lugares. Viajar fazia parte de seus interesses e era uma das atividades que mais lhe proporcionavam alegria. Essa paixão ganhou um significado ainda mais doloroso diante das circunstâncias de sua morte.

Em uma declaração carregada de emoção, Tiago relembrou o amor da esposa pelas viagens e resumiu a tristeza de perder a companheira justamente durante uma experiência que deveria ser inesquecível.

“Ela faleceu fazendo o que mais gostava, que era viajar”, lamentou o marido.

Moradora de Ceilândia, no Distrito Federal, Amanda estava em Leiria, Portugal, aproveitando a lua de mel com Tiago. A distância do Brasil torna o momento ainda mais difícil para os familiares, que precisam lidar com a burocracia e os custos para trazer a jovem de volta ao país.

O caso serve também como um alerta sobre a gravidade das reações alérgicas a alimentos. Em pessoas suscetíveis, o contato com determinados ingredientes pode desencadear uma reação potencialmente fatal, conhecida como anafilaxia. Dificuldade para respirar, inchaço e piora rápida do estado geral exigem atendimento médico de emergência.

Enquanto a família enfrenta os próximos passos, a lembrança de Amanda permanece ligada à enfermagem, ao amor pela vida e à vontade de conhecer o mundo. Uma viagem planejada para celebrar o amor terminou em luto, deixando familiares e amigos diante de uma perda difícil de compreender.

Comerciantes do Rio projetam alta de 5,4% nas vendas de Natal

As vendas de Natal no comércio do Rio de Janeiro devem crescer 5,4% em 2026, na comparação com o ano anterior. Uma pesquisa do Instituto Fecomércio de Pesquisas e Análises (IFec RJ) aponta que 38,2% dos empresários esperam aumento no período.

Além disso, 54% dos entrevistados já encomendaram ou pretendem encomendar mercadorias para atender à demanda de fim de ano. A sondagem ouviu 523 empresários do comércio varejista, bares, restaurantes, salões de cabeleireiros e lavanderias, entre 21 e 29 de setembro.

Vendas de Natal orientam o planejamento dos pedidos

Entre os empresários que já se organizaram ou planejam se preparar para a data, 44,1% devem fazer encomendas em novembro. Ao mesmo tempo, 40,4% já haviam realizado os pedidos em outubro, antecipando a organização dos estoques.

Mesmo com os diferentes prazos, 88% dos comerciantes que fizeram ou ainda farão encomendas pretendem seguir o mesmo cronograma de compras adotado em 2025. Também não há previsão de mudanças expressivas no volume adquirido.

De acordo com 60,3% dos entrevistados que encomendaram ou planejam pedir mercadorias, o volume será semelhante ao registrado no Natal passado. Assim, a expectativa de aumento das vendas convive com um planejamento de compras próximo ao de 2025.

Fornecedores mais caros preocupam comerciantes

Apesar da projeção positiva para as vendas de Natal, parte dos empresários aponta os preços cobrados pelos fornecedores como um desafio. Para 63,3% dos entrevistados, os valores estão mais altos do que no ano passado.

Os comerciantes estimam que a alta dos preços seja de 8,4%. Esse avanço pode pressionar as despesas dos negócios, os custos dos estoques e as margens de lucro.

Por isso, o setor combina expectativa de crescimento com cautela na preparação para o fim de ano. A maioria mantém o cronograma e o volume de compras próximos aos de 2025, enquanto considera o aumento dos custos de fornecimento para o Natal de 2026.