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MILAGRE NA GUERRA”: SARGENTO DO BOPE RESSURGE APÓS 17 MINUTOS CLINICAMENTE MORTO EM MEGAOPERAÇÃO NA PENHA E NO ALEMÃO

 

 

Em meio ao cenário de tensão e violência que marcou a megaoperação realizada no dia 28 de outubro nos complexos da Penha e do Alemão, uma história de resistência e sobrevivência tem emocionado colegas, familiares e a corporação: a do sargento do BOPE, Carlos Alair, que protagonizou um verdadeiro milagre após ser gravemente ferido durante o confronto contra criminosos da facção Comando Vermelho (CV).

Durante o intenso tiroteio que paralisou comunidades inteiras e mobilizou centenas de agentes das forças de segurança, o sargento Alair foi atingido por disparos que resultaram em hemorragia interna severa. Seu quadro se agravou rapidamente, levando-o a uma parada cardiorrespiratória logo após chegar ao Hospital Central da Polícia Militar.

Por 17 minutos, Alair permaneceu clinicamente morto. Foram momentos de desespero, mas também de luta incansável da equipe médica, que utilizou todos os recursos disponíveis para reverter a situação. Contra as estatísticas e as expectativas, o sargento foi reanimado com sucesso, surpreendendo a todos pelo desfecho improvável.

Após o procedimento, Alair foi levado ao coma induzido, onde permaneceu por três dias. No entanto, o que parecia ser apenas uma chance mínima de sobrevivência se transformou em um episódio de esperança: o militar despertou, consciente e responsivo, dando início a um processo de recuperação que vem sendo acompanhado com apreensão e fé pela corporação.

A megaoperação, considerada uma das mais letais do Rio de Janeiro, terminou com 122 mortos, entre suspeitos e moradores atingidos no fogo cruzado, e deixou um rastro de dor e debate sobre os limites das ações policiais em áreas conflagradas.

Nesta semana, mais um duro golpe abalou as forças de segurança: foi confirmada a morte do quinto policial ferido, o agente Rodrigo Nascimento, que não resistiu aos ferimentos sofridos durante a mesma operação.

Enquanto famílias choram seus mortos e autoridades discutem os impactos da ofensiva, a sobrevivência de Carlos Alair surge como um raro sopro de esperança no meio da tragédia — um símbolo de resistência em uma guerra urbana que não dá sinais de trégua.

 

Rombo de R$ 60 bi no Master envolve contrato com empresa da esposa de Moraes

A crise que atingiu o Banco Master se transformou em um dos maiores escândalos financeiros do país nos últimos anos, misturando acusações de fraudes bilionárias, investigação federal e a revelação de contratos com personalidades de grande relevância nacional. No centro da polêmica, estão a suspeita de irregularidades na venda de carteiras de crédito e a ligação do banco com o escritório de advocacia onde atua Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do STF, Alexandre de Moraes. O caso, complexo e cercado de versões conflitantes, ganhou destaque por envolver cifras colossais e personagens de peso na política e no Judiciário.

As investigações conduzidas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal apontam que o Banco Master teria repassado ao Banco de Brasília (BRB) carteiras de crédito supostamente **falsas ou inexistentes**, somando cerca de **R$ 12,2 bilhões**. Segundo o diretor-geral da PF, esse montante representa o núcleo da fraude atualmente em apuração, que teria sido utilizada para inflar artificialmente o patrimônio da instituição. A operação desencadeada pela PF levou à liquidação extrajudicial do banco pelo Banco Central, aprofundando ainda mais o impacto no sistema financeiro.

Paralelamente, chamou atenção um contrato firmado pelo Banco Master com o escritório de advocacia **Barci de Moraes**, onde trabalha a esposa de Alexandre de Moraes. Reportagens apontam que Viviane Barci de Moraes teria atuado em algumas ações representando o banco, embora os valores dos honorários e a amplitude dos serviços prestados não tenham sido divulgados publicamente. A informação gerou grande repercussão, principalmente pela coincidência entre o contrato e a explosão do escândalo financeiro, alimentando debates e suspeitas nas redes sociais. Até o momento, não há indícios oficiais de que o contrato esteja diretamente relacionado ao suposto rombo, e o STF não se pronunciou sobre o tema.

Enquanto isso, os números envolvidos aumentam a apreensão. Após a liquidação, estimativas indicam que os passivos do Master — ou seja, suas obrigações e dívidas — ultrapassam **R$ 56 bilhões**. Em paralelo, especialistas calculam até **R$ 60 bilhões** em depósitos que podem precisar ser cobertos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), caso não haja recuperação dos ativos do banco. Esses valores, no entanto, não representam necessariamente o montante fraudado, mas sim a dimensão total do impacto para o sistema financeiro.

O escândalo segue em evolução, com diligências, quebras de sigilo e novas análises determinadas pela Justiça. A PF afirma que ainda trabalha para identificar todos os responsáveis pelo esquema, que pode envolver executivos, intermediários e instituições parceiras.

O caso do Banco Master, que mistura suspeitas de fraude bilionária, relações controversas e impactos nacionais, promete continuar gerando desdobramentos que podem redefinir debates sobre ética, regulação financeira e transparência no país.

 

Aliados afirmam que Bolsonaro teve surto e ouviu “vozes” na tornozeleira: caso causa comoção nacional

 

Nos últimos dias, o Brasil foi surpreendido por uma série de relatos envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro, que enfrenta uma grave crise política e pessoal após o episódio em que tentou violar sua tornozeleira eletrônica. Segundo informações divulgadas por pessoas próximas, o ex-presidente teria passado por um possível surto, acreditando estar ouvindo vozes vindas do equipamento de monitoramento. O caso rapidamente ganhou repercussão nacional e levantou uma série de debates sobre o estado emocional e psicológico do ex-líder.

De acordo com aliados, Bolsonaro demonstrava comportamento extremamente alterado nas horas que antecederam a tentativa de danificar a tornozeleira. A desconfiança e a sensação de estar sendo monitorado além do comum teriam contribuído para um estado de paranoia crescente. Foi nesse momento, segundo depoimentos, que ele teria afirmado ouvir vozes vindas do dispositivo, o que acendeu o alerta entre seus apoiadores mais próximos.

A situação se agravou quando veio à tona um vídeo no qual Bolsonaro admite ter usado um ferro de solda para tentar abrir o equipamento. Pouco depois, um relatório da Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal confirmou marcas de queimadura ao redor de toda a tornozeleira, reforçando a tentativa de violação. O episódio gerou forte repercussão e levantou dúvidas sobre a real condição emocional do ex-presidente.

Enquanto aliados classificam o episódio como um “surto”, apontando para um comportamento completamente fora do padrão, nenhum laudo médico oficial foi divulgado até o momento. Especialistas lembram que relatos desse tipo exigem cautela, já que não há confirmação profissional de qualquer tipo de transtorno psicológico ou alucinação auditiva.

O caso reacendeu discussões sobre a pressão política que Bolsonaro tem enfrentado, além das investigações e medidas judiciais que recaem sobre ele. Ao mesmo tempo, abriu espaço para especulações, críticas e manifestações acaloradas nas redes sociais, dividindo opiniões entre apoiadores e opositores.

O episódio, ainda cercado de incertezas, marca mais um capítulo turbulento na trajetória recente do ex-presidente — e deixa em aberto perguntas importantes sobre o que realmente aconteceu e quais serão os próximos desdobramentos dessa crise sem precedentes.

 

SURTO? SOLDADOR?” — A NOITE QUE LEVOU BOLSONARO À PRISÃO POR VIOLAR A TORNOZELEIRA ELETRÔNICA

 

A prisão de Jair Bolsonaro, ocorrida após a Polícia Federal constatar danos em sua tornozeleira eletrônica, ganhou novos contornos com a divulgação de relatórios oficiais e vídeos anexados ao processo. O caso, que já movimentava o cenário político nacional, ganhou ainda mais repercussão quando vieram à tona detalhes da própria admissão do ex-presidente: ele usou um ferro de solda para tentar manipular o dispositivo. No entanto, informações que circulam nas redes sociais precisam ser esclarecidas, especialmente a alegação de que Bolsonaro teria tido “um surto” durante a madrugada ao tentar retirar a tornozeleira — versão não confirmada por nenhuma fonte oficial ou confiável até o momento.

Segundo documentos da Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal (Seape-DF), Bolsonaro confirmou ter aplicado calor com um ferro de solda diretamente no “case” da tornozeleira, a parte responsável por abrigar os componentes eletrônicos e o sistema de monitoramento. Peritos encontraram marcas de queimadura concentradas na área do fecho, indicando uma tentativa de violação deliberada. O alarme do equipamento disparou às 00h07, acionando agentes de monitoramento e desencadeando o procedimento que resultaria em sua detenção.

Nos vídeos anexados ao processo, Bolsonaro afirmou ter utilizado o ferro “por curiosidade”, alegando que não tinha intenção de remover completamente o dispositivo. Ele também negou ter rompido a pulseira que fixa a tornozeleira ao tornozelo, afirmando que apenas manipulou a carcaça externa. Porém, a versão não convenceu os operadores do sistema de monitoramento, que relataram evidente tentativa de violação.

A alegação de que Bolsonaro teria dito aos policiais que sofreu um “surto” durante a madrugada não aparece em nenhum relatório oficial, depoimento registrado ou reportagem de credibilidade. Até o momento, trata-se de informação distorcida, amplificada por redes sociais, e que não condiz com o que foi declarado pelo ex-presidente ou pelas autoridades envolvidas no caso.

A detenção de Bolsonaro se soma à série de episódios turbulentos que marcaram sua trajetória política nos últimos anos. Agora, com a violação da tornozeleira eletrônica sendo investigada como possível tentativa de burlar o monitoramento judicial, o caso se torna ainda mais grave e pode resultar em novas acusações criminais.

Enquanto apoiadores e opositores travam embates intensos nas redes sociais, o país observa mais um capítulo de tensão que envolve o ex-chefe do Executivo. A investigação segue em andamento, e novos desdobramentos são esperados nos próximos dias, podendo definir o futuro político e jurídico de Bolsonaro.

Se quiser, posso transformar esta matéria em versão para Instagram ou Facebook com formatação ideal para engajamento.

 

 

URUCÂNIA CELEBRA 45 ANOS COM GRANDE AÇÃO SOCIAL PARA A POPULAÇÃO

 

O bairro de Urucânia, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, completa 45 anos e, para marcar a data, a Subprefeitura da Zona Oeste III, em parceria com diversos órgãos municipais, promoverá uma grande ação social aberta a toda a população. O evento acontecerá na próxima terça-feira, dia 25 de novembro, das 9h às 13h, na Avenida Devanir José de Carvalho, reunindo serviços essenciais, atendimentos de cidadania e atividades voltadas ao bem-estar da comunidade.

A celebração promete movimentar o bairro com uma variedade de atendimentos gratuitos. Entre os serviços mais aguardados está a presença da Van 1746, que realizará o registro de solicitações e demandas de serviços urbanos diretamente no local, facilitando o acesso da população ao suporte oferecido pela Prefeitura.

A área da saúde também terá papel de destaque, com vacinação contra diversas doenças e, por meio da SMPDA, vacinação antirrábica para animais. Essa integração de serviços reforça a importância da prevenção e do cuidado tanto com os moradores quanto com seus pets.

Outro importante atrativo será o atendimento jurídico oferecido pela OAB Santa Cruz, que disponibilizará orientação gratuita para quem precisa esclarecer dúvidas sobre direitos e procedimentos legais. Já o PROCON atuará no registro de reclamações, renegociação de dívidas e atendimento sobre problemas com empresas e serviços contratados.

Na área de educação, pais e responsáveis poderão tirar dúvidas sobre o calendário de matrículas escolares para o próximo ano. A Nave Itinerante levará tecnologia e inovação ao evento, oferecendo óculos de realidade virtual e realizando cadastros para cursos e oficinas voltadas ao conhecimento digital.

A ação ainda contará com a participação das equipes do CRAS e CREA, reforçando o suporte social no território; do programa Trabalho e Renda, que fará encaminhamento de currículos para vagas de emprego; além da Embaixada Carioca, que realizará inscrições para oficina de confeitaria e prestará assistência social.

Um dos momentos mais simbólicos da comemoração será o projeto Tempo de Plantar, que distribuirá mudas de plantas para os moradores, incentivando o cuidado ambiental e fortalecendo o sentimento de pertencimento ao bairro.

Para quem busca bem-estar, o setor SPM oferecerá serviços como design de sobrancelhas, limpeza de pele e orientações de autocuidado com os pés, garantindo que os participantes também possam aproveitar momentos voltados à estética e saúde pessoal.

A celebração pelos 45 anos de Urucânia promete ser um dia especial de integração, serviços gratuitos e valorização da comunidade. A Subprefeitura reforça o convite para que todos os moradores participem e usufruam dessa oportunidade única de atendimento e comemoração.

 

DESCANSE EM PAZ!! MORRE MOTOBOY ATINGIDO POR VAN EM CAMPO GRANDE

 

 

 

Uma noite que poderia ter sido apenas mais uma de trabalho terminou em tragédia para o jovem motoboy Caio Afonso, de apenas 23 anos, que morreu após ser atingido por uma van na Estrada do Campinho, em Campo Grande, Zona Oeste do Rio de Janeiro. O acidente ocorreu na altura da Estrada de Santa Maria e deixou moradores e outros entregadores revoltados com a brutalidade e a covardia do motorista envolvido.

Segundo as primeiras informações, Caio estava realizando mais uma entrega quando a van colidiu violentamente com sua motocicleta. Testemunhas afirmam que o motorista não apenas causou o acidente como também fugiu sem prestar qualquer tipo de socorro, deixando o jovem ferido no asfalto. A atitude causou revolta e indignação de quem passava pelo local, que imediatamente acionou o resgate.

Caio foi socorrido ainda com vida e levado às pressas para o Hospital Municipal Rocha Faria, também em Campo Grande. A equipe médica tentou reverter o quadro, mas os ferimentos eram extremamente graves. Após horas de luta, infelizmente, o jovem não resistiu e teve o óbito confirmado.

Familiares e amigos estão desolados com a perda de um trabalhador conhecido por sua dedicação e esforço diário para ajudar em casa. A tragédia reacende o alerta sobre a falta de respeito e responsabilidade de muitos motoristas no trânsito, além da vulnerabilidade dos motoboys, que enfrentam riscos constantes para garantir seu sustento.

A Polícia Civil deve utilizar câmeras da região e depoimentos de testemunhas para tentar identificar o motorista da van que provocou o acidente. O caso será investigado como homicídio culposo com omissão de socorro, podendo ser agravado pela fuga.

A morte de Caio gera comoção e revolta na comunidade.
Que ele descanse em paz.

Moradora de Santa Cruz desaparecida desde segunda-feira; família pede ajuda

 

 

Fabiele Patrícia Custódia de Mello Costa, moradora de Santa Cruz, está desaparecida desde segunda-feira. A família segue nas buscas, mas ainda não teve êxito.

Eles pedem que todos compartilhem a foto dela para ajudar a ampliar o alcance e encontrar qualquer informação que leve ao paradeiro de Fabiele.

Qualquer ajuda é essencial neste momento.

 

TIROTEIO E CORRERIA EM CAMPO GRANDE:( VIDEO) ATAQUE FRUSTRADO DO COMANDO VERMELHO TERMINA EM FUGA E ARMAS ABANDONADAS

 

 

Um ataque frustrado envolvendo criminosos da Tropa do RD provocou momentos de tensão e correria na tarde desta terça-feira (ontem) na região do Vilar Carioca, em Campo Grande, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Segundo informações preliminares, traficantes do grupo tentaram surpreender milicianos que atuam no local, mas acabaram sendo surpreendidos pela reação imediata dos rivais.

De acordo com relatos de moradores, o confronto começou quando integrantes da Tropa do RD avançaram em direção a um ponto controlado pela milícia. No entanto, a ação não saiu como planejado. Assim que chegaram ao local, os traficantes foram recebidos a tiros pelos milicianos, que já estariam aguardando o ataque após receberem informações sobre a movimentação suspeita na região.

Diante da intensa troca de tiros, os criminosos da Tropa do RD fugiram rapidamente, abandonando no local uma pistola e três carregadores. O material foi encontrado logo após o confronto, mas ainda não há confirmação se foi apreendido por equipes policiais ou recolhido por integrantes da milícia.

Moradores relataram momentos de pânico, com muitos buscando abrigo dentro de casas e comércios, temendo serem atingidos pelos disparos. A região do Vilar Carioca vive um cenário constante de disputa entre milicianos e traficantes, o que vem intensificando a violência e colocando a população em risco.

Até o momento, não há informações sobre feridos ou presos. A polícia ainda aguarda dados oficiais para esclarecer o ocorrido e entender o que motivou a tentativa de ataque. O clima na comunidade permanece tenso, e novas operações podem ocorrer a qualquer momento para evitar novos confrontos.

A ocorrência segue em investigação, e novas atualizações são esperadas nas próximas horas.

 

URGENTE: Justiça Libera Mãe dos Gêmeos Mortos em Incêndio em Campo Grande

 

 

A Justiça decidiu, nesta quinta-feira, conceder liberdade a Ester da Silva Simões, mãe dos gêmeos Liam Kalleb e Noah Lucca, de apenas 1 ano, que perderam a vida em um trágico incêndio em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio. Ester havia sido presa sob acusação de abandono de incapaz, já que as crianças estavam sozinhas no momento em que o fogo tomou conta do imóvel.

Durante a audiência de custódia, a Justiça concluiu que não há elementos suficientes para manter a prisão preventiva da mãe. Segundo a decisão, ainda não existem provas concretas que confirmem a prática do crime atribuído a ela, e por isso Ester deverá responder ao processo em liberdade, enquanto as investigações continuam.

O pai das crianças, que estava trabalhando no horário do incêndio, também acabou detido após se exaltar na delegacia, causando dano ao patrimônio público. Ele pagou fiança e foi liberado horas depois.

O incêndio, que chocou moradores e gerou forte comoção nas redes sociais, segue sendo apurado pela Polícia Civil, que tenta esclarecer todos os detalhes da tragédia — desde a origem das chamas até a dinâmica exata do ocorrido. Imagens de câmeras de segurança e depoimentos de testemunhas ainda estão sendo analisados.

Enquanto isso, a comunidade de Campo Grande permanece abalada com a perda dos dois bebês, e o caso segue mobilizando discussões sobre responsabilidade, condições de moradia e apoio às famílias em situação de vulnerabilidade. A Justiça reforçou que nenhuma conclusão final foi alcançada e que todas as circunstâncias serão minuciosamente investigadas.

A tragédia que tirou a vida de Liam e Noah continua marcada pela dor, pela busca de respostas e pela expectativa de que a verdade venha à tona.

 

( CAIXÃO FECHADO) TRÊS MILICIANOS EXECUTADOS NUM BAR NO RIO

 

🔴 ATAQUE BRUTAL EM BAR DE NOVA IGUAÇU DEIXA TRÊS MORTOS E ESPALHA PÂNICO NA MADRUGADA

Um ataque a tiros deixou moradores em choque e provocou momentos de terror na madrugada desta quinta-feira (20) no bairro Santa Rita, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Pelo menos três homens foram mortos após criminosos invadirem um bar lotado e abrirem fogo contra as vítimas, causando correria e desespero entre os clientes.

De acordo com testemunhas, o bar estava movimentado quando um carro branco se aproximou. Minutos depois, homens armados desceram do veículo e começaram a atirar em direção a três frequentadores específicos. O ataque foi rápido e extremamente violento. Para tentar se proteger, várias pessoas se jogaram no chão, outras correram para dentro do estabelecimento ou se esconderam atrás de mesas e veículos.

As primeiras informações apontam que os três homens baleados chegaram a reagir, trocando tiros com os atiradores. No entanto, não resistiram aos ferimentos e morreram ainda no local. A cena deixada após o ataque era de forte tensão, com garrafas quebradas, cadeiras caídas e marcas de tiros por todo o ambiente.

Policiais do 20º BPM (Mesquita) foram acionados por moradores assustados e rapidamente cercaram a área, isolando o local para o trabalho da perícia. A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) assumiu a investigação e trabalha para identificar os autores e a motivação do crime.

Fontes ouvidas pela polícia levantam a possibilidade de que o ataque esteja ligado a uma disputa entre grupos criminosos da região, possivelmente envolvendo milicianos. A guerra silenciosa por território tem avançado sobre diferentes bairros da Baixada, e casos como esse acendem o alerta para a escalada da violência.

O clima entre os moradores é de medo e indignação. Muitos afirmam que não conseguem mais ter segurança nem em momentos simples de lazer. A polícia continua fazendo buscas e analisando imagens de câmeras próximas para tentar chegar aos responsáveis.