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Bandidos do Pará ganham força no Rio e traficantes buscam refúgio em áreas dominadas pelo Comando Vermelho

 

Ao longo dos últimos anos, aumentou significativamente o número de traficantes oriundos do Pará que buscam refúgio no Rio de Janeiro.

Integrantes da chamada “Tropa do Pará” ou “Tropa do 41” passaram a se concentrar em áreas como o Complexo da Penha e Rocinha, comunidades consideradas “intocáveis” pelo Comando Vermelho e que servem de abrigo para criminosos de diferentes estados.

Alguns desses traficantes ainda possuem ligação com o grupo de Leonardo Costa Araújo, conhecido como Léo 41, morto em 2023 durante uma operação no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo.

Léo é apontado como um dos primeiros criminosos paraenses a chefiar o tráfico em comunidades do Rio. Ele comandava o tráfico em Porto de Caxias e Visconde, em Itaboraí. Segundo investigações da época, ele teria recebido o controle dessas localidades dos traficantes Abelha e Urso da Penha.

Mesmo refugiado no Complexo da Penha, Léo também mantinha influência sobre o tráfico na região do Bengui, em Belém (PA).

 

Justiça do Rio converte em preventiva prisão de mulher acusada de matar a própria mãe no Recreio

 

A Justiça do Rio de Janeiro converteu em prisão preventiva a prisão em flagrante de Natália Mafra Tupinambá, de 39 anos, acusada de matar a própria mãe, Graça Maria Caldas Mafra, de 73 anos, a facadas, em um apartamento localizado no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio. O crime aconteceu na manhã de domingo, 7 de setembro, e provocou comoção entre moradores da região.

Segundo as informações divulgadas sobre o caso, vizinhos teriam ouvido gritos vindos do imóvel e acionado a Polícia Militar. Ao chegarem ao local, os agentes encontraram a idosa gravemente ferida. Ela apresentava diversos ferimentos provocados por golpes de faca.

A vítima recebeu atendimento de emergência e foi encaminhada ao Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca. Apesar dos esforços da equipe médica, Graça não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu posteriormente na unidade de saúde.

Natália foi presa em flagrante e, durante a ocorrência, teria indicado aos policiais onde estava a faca utilizada no ataque. O objeto foi localizado e apreendido pelas autoridades, passando a integrar os elementos da investigação.

Após a prisão, o caso foi levado à Justiça durante audiência de custódia. O juízo responsável decidiu converter a prisão em flagrante em preventiva, mantendo a acusada detida enquanto as investigações prosseguem.

A decisão judicial também determinou acompanhamento psiquiátrico da mulher. Conforme informações relacionadas ao processo, foram mencionados relatos de problemas de saúde mental e histórico de conflitos familiares. Esses elementos deverão ser avaliados pelas autoridades responsáveis pela investigação e pela Justiça ao longo do processo.

O caso é investigado como homicídio, e a dinâmica exata do crime ainda deverá ser esclarecida pelas autoridades. A Polícia Civil deverá reunir depoimentos, provas periciais e demais informações capazes de ajudar a esclarecer o que aconteceu dentro do apartamento antes e durante o ataque.

A prisão preventiva não representa uma condenação. Natália permanece na condição de acusada e terá direito ao devido processo legal, à defesa e à presunção de inocência até eventual decisão definitiva da Justiça.

O episódio chama atenção também pela idade da vítima e pelo fato de a suspeita ser filha dela. A morte de uma mulher de 73 anos dentro da própria residência, após ser atacada com golpes de faca, causou impacto entre pessoas que vivem na região do Recreio.

As autoridades continuam trabalhando para esclarecer as circunstâncias do homicídio e determinar as possíveis motivações para o ataque. Novas informações poderão surgir durante o andamento das investigações e do processo judicial.

 

Mulher é presa após matar a própria mãe de 77 anos com golpes de martelo no Rio

 

 

Segundo a Polícia Civil, filha atacou a idosa após suspeitar que ela tivesse mantido relação com o companheiro.

Policiais civis da DHNSG (Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo, Itaboraí e Maricá) prenderam em flagrante, na quarta-feira (9), Priscilane Morais de Oliveira, acusada de matar a própria mãe, Delza Maria Alves Costa, de 77 anos, com golpes de martelo, em Niterói, na região metropolitana do Rio de Janeiro, O crime foi registrado como feminicídio em contexto de violência doméstica e familiar.

Segundo as investigações, Priscilane foi até a residência da mãe carregando um martelo depois de suspeitar que Delza tivesse mantido relações sexuais com Bruno Luiz do Amaral da Silva, companheiro da vítima havia cerca de nove anos.

Ao chegar ao imóvel, ela encontrou os dois juntos e, bastante alterada, começou a destruir objetos dentro da casa.

Ainda de acordo com a Polícia Civil, após questionar a mãe sobre a suposta relação, Priscilane passou a agredi-la com o martelo. A idosa foi atingida diversas vezes, inclusive na cabeça.

Bruno tentou intervir para interromper as agressões, mas também acabou sendo golpeado na cabeça pelo mesmo instrumento.

Durante as diligências, os investigadores descobriram que a suspeita já havia agredido a mãe em outras ocasiões e também teria feito ameaças de morte contra ela.

Após o trabalho policial, Priscilane confessou ter cometido as agressões que provocaram a morte da idosa.

Diante das informações reunidas no curso da investigação, a mulher foi autuada em flagrante por feminicídio consumado, cometido em contexto de violência doméstica e familiar e com agravamento relacionado à idade da vítima.

Após os procedimentos legais, ela será encaminhada para audiência de custódia. A autoridade policial também representou pela conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva.

O caso continua sob investigação da DHNSG.

 

( IMAGENS FORTES) MISTÉRIO E DOR: MOTORISTA SAI PARA TRABALHAR, É MORTO E TEM CARRO LEVADO POR CRIMINOSOS NO RIO

 

A morte de um motorista de aplicativo em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, provocou revolta e uma onda de pedidos por justiça nas redes sociais. Familiares, amigos e pessoas próximas à vítima passaram a compartilhar mensagens cobrando esclarecimentos sobre o crime e a identificação dos responsáveis.

Segundo as informações divulgadas pela família, o corpo do motorista foi encontrado na manhã do dia 9 de agosto, em uma área localizada embaixo das torres do bairro Jardim Palmares, em Nova Iguaçu. A vítima estaria trabalhando no momento em que foi abordada.

Ainda de acordo com os relatos, o carro utilizado pelo motorista durante as corridas foi levado pelos criminosos. A circunstância reforçou entre parentes e conhecidos a suspeita de que ele possa ter sido vítima de uma ação violenta durante o expediente.

O motorista era morador do bairro da Luz, também em Nova Iguaçu. Desde a confirmação da morte, familiares e amigos vêm usando as redes sociais para pedir que o caso seja investigado com rigor e que os envolvidos sejam localizados e responsabilizados.

Nas publicações, pessoas próximas lamentam a perda e destacam que a vítima saiu de casa para trabalhar. O caso também voltou a chamar atenção para os riscos enfrentados diariamente por motoristas de aplicativo, especialmente em deslocamentos noturnos ou para áreas consideradas mais vulneráveis à criminalidade.

A atividade de transporte por aplicativo cresceu nos últimos anos e se tornou fonte de renda para milhares de trabalhadores. Ao mesmo tempo, relatos de assaltos, roubos de veículos, sequestros e agressões envolvendo profissionais do setor aumentam a preocupação entre motoristas e familiares.

No caso ocorrido em Nova Iguaçu, a principal cobrança neste momento é por respostas. A família quer saber como o motorista foi abordado, quem participou do crime, para onde o veículo foi levado e se existem imagens de câmeras de segurança ou outros elementos que possam ajudar na identificação dos suspeitos.

Até o momento, com base apenas nas informações repassadas no relato, não foram divulgados detalhes oficiais sobre prisões, recuperação do carro ou conclusão da investigação. Por isso, familiares seguem mobilizados para manter o caso em evidência e ampliar o alcance do pedido por justiça.

A expectativa é de que depoimentos, imagens, registros de corridas, dados de localização e possíveis informações de testemunhas ajudem a reconstruir os últimos passos da vítima antes do crime.

O apelo nas redes sociais também busca alcançar pessoas que possam ter visto alguma movimentação suspeita na região de Jardim Palmares no período do desaparecimento e da localização do corpo.

Enquanto aguardam avanços nas investigações, parentes e amigos reforçam que não querem que a morte seja esquecida. O pedido é por justiça, respostas e responsabilização dos envolvidos em um crime que interrompeu a vida de um trabalhador enquanto ele buscava garantir o próprio sustento.

A mobilização pretende ainda incentivar quem tenha qualquer informação relevante a procurar as autoridades responsáveis pela investigação, evitando acusações sem provas e contribuindo para que as circunstâncias da morte sejam esclarecidas oficialmente.

 

ALERTA NO RIO: TEMPESTADES PODEM TRAZER GRANIZO, ALAGAMENTOS E VENTOS DE ATÉ 60 KM/H

 

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta amarelo para tempestades no Rio de Janeiro e em outros municípios da Região Metropolitana durante toda esta quinta-feira (10). O aviso entra em vigor à 0h01 e permanece válido até as 23h59, indicando a possibilidade de chuva intensa, rajadas de vento e até queda de granizo em diferentes pontos do estado.

De acordo com o Inmet, o acumulado de chuva pode chegar a 50 milímetros em 24 horas. Também são previstas rajadas de vento de até 60 quilômetros por hora, condição que aumenta a atenção para possíveis transtornos em áreas urbanas, principalmente em locais com árvores, estruturas frágeis, placas, postes e regiões historicamente sujeitas a alagamentos.

Além da capital fluminense, o alerta também inclui Belford Roxo, Duque de Caxias, Itaboraí, Magé, Niterói, Nova Iguaçu, Petrópolis, São Gonçalo e São João de Meriti. Com isso, milhões de moradores da Região Metropolitana e de áreas próximas devem acompanhar as atualizações meteorológicas ao longo do dia.

O alerta amarelo representa o primeiro dos três níveis de severidade utilizados pelo Inmet e significa situação de perigo potencial. Embora os riscos mais graves sejam considerados de baixa probabilidade dentro dessa classificação, o instituto chama atenção para a possibilidade de cortes de energia elétrica, queda de galhos e árvores, alagamentos e danos em plantações.

A recomendação é que a população redobre os cuidados principalmente durante períodos de chuva forte e ventos mais intensos. Em caso de rajadas, a orientação é evitar permanecer debaixo de árvores, já que existe risco de queda de galhos e descargas elétricas. Também é aconselhável manter distância de postes, placas de propaganda, estruturas metálicas e áreas abertas.

Motoristas devem ter atenção especial em ruas e avenidas com histórico de acúmulo de água. A redução da visibilidade, somada ao risco de aquaplanagem, pode aumentar a possibilidade de acidentes. Pedestres também devem evitar atravessar áreas alagadas ou permanecer próximos a enxurradas, especialmente quando não for possível avaliar a profundidade da água.

A previsão de granizo também exige atenção, principalmente para veículos estacionados em locais descobertos, telhados mais frágeis e objetos que possam ser danificados pelo impacto das pedras de gelo.

Como o aviso permanece válido durante praticamente toda a quinta-feira, moradores das cidades incluídas no alerta devem acompanhar os comunicados oficiais e mudanças nas condições do tempo. Caso a instabilidade ganhe força, novos avisos podem ser emitidos pelas autoridades responsáveis pelo monitoramento meteorológico.

A atenção deve ser ainda maior nos horários em que nuvens carregadas avançarem sobre a região. Mudanças rápidas no tempo podem ocorrer, com chuva forte concentrada em curto período e ventos capazes de derrubar objetos. Por segurança, moradores devem evitar deslocamentos desnecessários durante os momentos mais críticos e procurar abrigo em locais protegidos.

O cenário exige cautela, mas não indica, neste momento, a ocorrência certa de eventos severos em todas as áreas. O alerta serve como medida preventiva para que a população esteja preparada diante da possibilidade de tempestades ao longo do dia.

Campusca ganha destaque em iniciativa do vereador Zico para preservar a memória do Clube Campo Grande

 

Zico destaca reconhecimento histórico do Campo Grande Atlético Clube e reforça compromisso com a Zona Oeste

O vereador Zico destacou a importância de uma iniciativa voltada à preservação da história do Campo Grande Atlético Clube, o Campusca, tradicional instituição esportiva de Campo Grande, na Zona Oeste do Rio. Segundo o parlamentar, foi apresentada uma lei que reconhece, por seu valor histórico, social, cultural e esportivo, o Complexo Esportivo do clube, localizado na Rua Arthur Rios, nº 1.270.

A proposta busca valorizar um espaço que, ao longo dos anos, se tornou parte da identidade de milhares de moradores da região. Para Zico, o reconhecimento representa mais do que uma homenagem ao futebol: é uma forma de preservar a memória de uma comunidade que cresceu acompanhando o clube e suas atividades.

Em declaração sobre a iniciativa, o vereador afirmou que fazer parte da história do Campo Grande Atlético Clube tem um significado muito especial. Ele também ressaltou o privilégio de contribuir para a valorização de uma instituição que considera fundamental para a Zona Oeste.

“O Campo Grande Atlético Clube é muito mais do que futebol. É memória, identidade, formação de atletas, oportunidades e paixão para milhares de pessoas que fazem parte dessa história”, destacou.

A manifestação reforça a dimensão social atribuída ao Campusca. Além da tradição esportiva, o clube é apresentado como um espaço ligado à formação de atletas e à criação de oportunidades para diferentes gerações. O reconhecimento por lei, nesse contexto, é defendido como uma maneira de valorizar o passado e proteger referências importantes para a comunidade.

Zico também afirmou que a iniciativa pretende garantir que a história do clube continue sendo contada e vivida pelas próximas gerações. A ideia é que o patrimônio esportivo e cultural permaneça reconhecido como parte da trajetória de Campo Grande, preservando lembranças e fortalecendo o vínculo entre o clube e seus torcedores.

A proposta ocorre em um contexto de valorização da identidade local, especialmente em uma região onde instituições tradicionais desempenham papel importante na vida comunitária. Para os defensores da medida, reconhecer o complexo esportivo é também reconhecer as pessoas que ajudaram a construir sua história.

Ao comentar o trabalho, Zico declarou ter orgulho de fazer parte dessa trajetória e de poder atuar para preservá-la. A mensagem também reforça sua ligação política com a Zona Oeste, apresentada como uma região que merece atenção e iniciativas voltadas à valorização de seus espaços históricos.

A publicação divulgada pelo vereador termina com uma mensagem de mobilização política, acompanhada de números de candidatos e do slogan “Juntos pela Zona Oeste Raiz!”. O conteúdo associa a iniciativa de preservação do clube à defesa de uma identidade regional e ao compromisso anunciado com os moradores.

O reconhecimento do Campusca, portanto, é apresentado como uma ação que une esporte, memória e participação comunitária. Para Zico, preservar essa história significa garantir que o Campo Grande Atlético Clube continue sendo lembrado não apenas pelos resultados dentro de campo, mas também pelo papel que desempenhou na formação de pessoas e na construção da identidade de Campo Grande.

 

BOMBA NO STF: FACHIN TIRA MORAES DA RELATORIA DO INQUÉRITO DAS FAKE NEWS

 

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, decidiu nesta quarta-feira, 9 de setembro de 2026, retirar o ministro Alexandre de Moraes da relatoria do chamado Inquérito das Fake News, aberto em 2019 para investigar ameaças, ataques, campanhas de desinformação e possíveis ações coordenadas contra integrantes da Corte e contra a própria instituição.

A mudança representa um dos movimentos mais relevantes dentro do STF nos últimos anos e ocorre em meio a um período de forte tensão interna no tribunal. Com a decisão, Fachin assumiu a condução do inquérito, que por mais de sete anos esteve sob responsabilidade de Moraes e se tornou um dos procedimentos mais conhecidos, polêmicos e politicamente sensíveis do Supremo.

Apesar da troca de relatoria, as medidas já determinadas anteriormente não foram anuladas. Atos praticados ao longo da investigação permanecem válidos, e processos derivados do inquérito que já avançaram para outras fases continuarão tramitando normalmente. Dessa forma, a mudança de relator não significa o encerramento automático das apurações nem a revisão imediata de decisões anteriores.

Alexandre de Moraes havia sido escolhido para conduzir o caso em 2019 pelo então presidente do STF, Dias Toffoli. Desde então, o inquérito passou a investigar ameaças, ataques virtuais e estruturas de disseminação de conteúdos considerados ofensivos ou fraudulentos contra ministros. Ao longo dos anos, o procedimento deu origem a medidas que provocaram amplo debate jurídico e político no país.

A decisão de Fachin ocorre em um momento especialmente delicado para o Supremo. Nos últimos dias, divergências envolvendo Moraes, André Mendonça e a Polícia Federal ampliaram a percepção de crise interna na Corte. Fachin já havia retirado do mesmo inquérito um pedido relacionado à abertura de investigação contra Mendonça e também sinalizado que o procedimento, iniciado há mais de sete anos, deveria caminhar para uma conclusão.

A retirada de Moraes da relatoria, portanto, ganha peso não apenas jurídico, mas também institucional. O gesto de Fachin pode ser interpretado como uma tentativa de reorganizar a condução do caso e reduzir tensões dentro do tribunal, preservando ao mesmo tempo a validade das decisões tomadas até agora.

O episódio deverá continuar provocando forte repercussão entre juristas, parlamentares e lideranças políticas. Defensores do inquérito sustentam que ele foi importante para proteger instituições e ministros diante de ataques coordenados. Críticos, por outro lado, questionam há anos sua duração, seu formato e a concentração de poderes na condução das investigações.

Com Fachin à frente do caso, cresce agora a expectativa sobre os próximos passos, possíveis encerramentos de frentes investigativas e eventuais decisões sobre processos ainda ligados ao inquérito. A mudança abre uma nova etapa em uma investigação que marcou profundamente a relação entre o STF, a política e o debate sobre liberdade de expressão no Brasil.

A alteração também será observada de perto por investigados, advogados e partidos, já que qualquer orientação adotada pela presidência do Supremo poderá influenciar o ritmo das apurações. Fachin terá agora a tarefa de definir prioridades e encaminhamento das investigações pendentes.

 

CASO EDSON DAVI: OPERAÇÃO QUE ENCONTROU 163 CRIANÇAS NOS EUA RENOVA ESPERANÇA DA FAMÍLIA

 

O caso do menino Edson Davi voltou a despertar esperança entre familiares e pessoas que acompanham o desaparecimento da criança após a divulgação de uma operação realizada nos Estados Unidos que teria localizado 163 crianças. A informação passou a ser relacionada ao caso diante da possibilidade de que dados das crianças encontradas possam ser comparados com registros de desaparecidos de diferentes países.

A expectativa, entretanto, ainda não representa uma confirmação. Até o momento, não há informação oficial de que Edson Davi esteja entre as crianças localizadas durante a operação realizada em território norte-americano. Também não foi confirmado oficialmente que os pais do menino tenham sido acionados pela Interpol para realizar algum tipo de reconhecimento.

Em situações envolvendo crianças desaparecidas, autoridades podem trabalhar com diferentes mecanismos de identificação, incluindo fotografias, características físicas, informações pessoais, registros anteriores e outros elementos capazes de auxiliar na investigação. Caso exista alguma correspondência considerada relevante, familiares podem eventualmente ser chamados para contribuir com o processo de identificação.

É justamente essa possibilidade que alimenta a esperança da família de Edson Davi. Desde o desaparecimento do menino, familiares vivem a expectativa de obter informações concretas sobre seu paradeiro e aguardam respostas que possam esclarecer o que aconteceu.

A divulgação da localização de dezenas de crianças nos Estados Unidos também chama atenção para a dimensão internacional que alguns casos de desaparecimento podem alcançar. Quando existem suspeitas ou possibilidades de que uma criança possa ter sido levada para outro país, diferentes órgãos e autoridades podem atuar de maneira conjunta na tentativa de localizar e identificar vítimas.

No entanto, é importante separar expectativa de confirmação. Até o momento, não existe comprovação pública de que Edson Davi esteja entre as crianças encontradas nos Estados Unidos. Da mesma forma, não há confirmação de que a família tenha recebido um chamado oficial para reconhecimento.

Por isso, qualquer informação sobre uma possível ligação entre o menino e a operação deve ser tratada com cautela até que as autoridades responsáveis apresentem dados concretos.

Para a família, porém, cada nova possibilidade representa uma oportunidade de encontrar respostas. A esperança permanece enquanto buscas e investigações relacionadas ao desaparecimento continuarem.

O caso Edson Davi segue cercado de perguntas e expectativa. A possibilidade de comparação de informações, caso seja oficialmente considerada pelas autoridades, poderá ajudar a esclarecer dúvidas, mas somente uma identificação formal poderá confirmar qualquer ligação.

Enquanto isso, familiares e pessoas próximas continuam esperando por notícias que possam finalmente revelar o paradeiro do menino e trazer respostas para uma história que permanece sem desfecho. A esperança é de que os esforços das autoridades possam contribuir para esclarecer o caso e, principalmente, permitir que Edson Davi possa reencontrar sua família.

SANTA CRUZ TERÁ REFORÇO PESADO NA SEGURANÇA COM CHEGADA DA FORÇA MUNICIPAL

A Força Municipal do Rio de Janeiro vai ampliar sua atuação na Zona Oeste e passar a realizar policiamento preventivo e ostensivo em Santa Cruz a partir do próximo domingo, 13 de setembro. A medida foi anunciada pela Prefeitura do Rio e tem como objetivo reforçar a segurança em pontos de grande circulação de moradores, trabalhadores e comerciantes do bairro.

Segundo a administração municipal, os agentes serão posicionados principalmente na região da estação de trem de Santa Cruz, no centro de comércio popular, no calçadão e nas proximidades do Santa Cruz Shopping. Esses locais concentram grande movimento diário e foram incluídos no planejamento com base em dados estatísticos e na análise de áreas com maior incidência de crimes.

A expansão foi apresentada pelo prefeito Eduardo Cavaliere e pelo secretário municipal de Segurança Urbana, Brenno Carnevale, durante uma reunião do CompStat Rio. Com a inclusão de Santa Cruz, a Força Municipal passa a atuar em 14 áreas consideradas estratégicas na cidade.

De acordo com a Prefeitura, o trabalho tem como foco principal a prevenção e repressão a roubos e furtos, especialmente em regiões de intenso fluxo de pessoas. A proposta é aumentar a presença ostensiva dos agentes, ampliar a sensação de segurança e agir rapidamente diante de situações suspeitas ou ocorrências registradas nas áreas atendidas.

O prefeito afirmou que, em algumas regiões onde a Força Municipal já atua, os índices de roubos e furtos teriam apresentado queda próxima de 70%. O município também divulgou um balanço das operações realizadas desde março, quando o programa começou a ser executado.

Nesse período, foram contabilizadas mais de 13 mil abordagens e 1.215 prisões ou conduções para delegacias. Os agentes também recuperaram ou apreenderam 300 celulares e 237 motocicletas, além de uma pistola, 21 réplicas de armas de fogo e 70 armas brancas. Segundo os dados oficiais, 31 mandados de prisão também foram cumpridos durante as ações.

A chegada da Força Municipal a Santa Cruz representa uma nova etapa do projeto de segurança urbana implantado pela Prefeitura. O bairro, um dos mais populosos e movimentados da Zona Oeste, possui forte atividade comercial e grande circulação de passageiros por causa da estação ferroviária e das linhas de ônibus que atendem a região.

A expectativa do município é que a presença permanente dos agentes contribua para reduzir ocorrências, melhorar a fiscalização e dar mais segurança a quem circula diariamente pelo centro de Santa Cruz. A operação será acompanhada por meio dos indicadores utilizados pelo CompStat Rio, que avalia resultados e orienta ajustes no posicionamento das equipes.

Com a expansão, moradores e comerciantes aguardam para saber se o reforço terá impacto direto na rotina do bairro. A Prefeitura aposta que a presença ostensiva e a atuação baseada em dados poderão diminuir crimes patrimoniais e aumentar a capacidade de resposta das equipes municipais.

A nova fase também será observada pelos moradores, que esperam resultados concretos, especialmente nos horários de maior movimento, quando comércio, transporte público e circulação aumentam consideravelmente.

 

URGENTE!! CONFIRMADO!! TRAFICANTE QUE ATERRORIZAVA CAMPO GRANDE É MORTO PELO TRIBUNAL DO TRÁFICO

 

 

Uma ocorrência envolvendo o traficante conhecido como RD do Barbante teria sido registrada na Penha, na Zona Norte do Rio de Janeiro, durante a madrugada entre sábado e domingo. Segundo informações que circulam sobre o caso, ele teria sido morto após supostamente “cair no tribunal” do Comando Vermelho (CV), organização criminosa à qual teria passado a integrar depois de atuar na milícia.

Até o momento, as informações sobre a morte não foram confirmadas oficialmente. Também não há, nesta apuração, detalhes sobre o local exato do crime, as circunstâncias da execução ou a identificação dos responsáveis. Por isso, os relatos devem ser tratados como informações preliminares, e não como fatos definitivamente comprovados.

RD do Barbante teria uma trajetória ligada a diferentes grupos criminosos que atuam no Rio de Janeiro. De acordo com os relatos, ele teria atuado anteriormente com o grupo de Zinho, apontado como uma das principais lideranças da milícia na Zona Oeste. Posteriormente, teria rompido com o grupo e passado a integrar o Comando Vermelho.

A suposta mudança de lado teria colocado o nome de RD no centro de disputas entre organizações criminosas. No entanto, não há confirmação independente de que essa trajetória tenha sido a causa da morte. A expressão “tribunal do Comando”, utilizada nas informações, costuma ser empregada para descrever supostas execuções determinadas por integrantes de uma facção, mas não comprova, por si só, quem teria cometido o crime ou por qual motivo.

O caso chama atenção justamente pela possível passagem de RD entre dois grupos rivais. A atuação anterior na milícia e a posterior aproximação com o CV, caso confirmadas, ajudam a explicar por que o nome dele aparece associado a diferentes estruturas criminosas. Ainda assim, é necessário evitar conclusões precipitadas sobre sua participação em crimes ou sobre as circunstâncias da morte.

A ocorrência também reforça a necessidade de acompanhamento das informações oficiais sobre homicídios na Zona Norte. Em casos como esse, imagens compartilhadas em redes sociais, mensagens de aplicativos e relatos de moradores podem apresentar versões incompletas ou divergentes. A confirmação da identidade da vítima, do local e da dinâmica do crime depende de informações das autoridades.

Até que sejam divulgados novos esclarecimentos, permanece sem confirmação oficial a informação de que RD do Barbante teria sido executado na Penha. O caso deve ser acompanhado com cautela, especialmente diante da gravidade das acusações e da possibilidade de novas versões surgirem durante a investigação.