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Jovem morre após passar mal em acampamento do exercício no RJ

João Victor da Silva, de 18 anos, morreu após passar mal durante um acampamento básico de treinamento da 2ª Companhia de Infantaria do Exército, em Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro. A família do jovem foi informada de que ele havia passado mal e foi levado para o Hospital Ferreira Machado, onde deu entrada inconsciente e morreu.

Após a realização da necropsia, o laudo indicou que a causa da morte foi cardiopatia congestiva e infarto agudo do miocárdio. O Exército ainda não se manifestou oficialmente sobre o caso, e a Polícia Civil vai investigar.

O Jovem acabou de ser sepultado as 17:00 desta Quinta-feira (27). Que Deus possa confortar o coração dos familiares e amigos

 

Homem é vítima de bala perdida na Avenida Brasil

Paulo Henrique da Silva, de 43 anos, foi vítima de bala perdida, nesta quinta-feira (27), na altura da passarela 8 da Avenida Brasil, em Bonsucesso, Zona Norte do Rio. Segundo o Corpo de Bombeiros, o tiro foi disparado da Comunidade Nova Holanda, no Complexo da Maré.
O quartel do Corpo de Bombeiros da Penha foi acionado às 12h36 para socorrer a vítima, que foi encaminhada para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha. Ainda de acordo com os Bombeiros, o estado de saúde da vítima é de médio risco.

𝙈𝙚𝙣𝙞𝙣𝙖 𝙘𝙝𝙖𝙢𝙖𝙙𝙖 𝙙𝙚 ‘𝙢𝙖𝙘𝙖𝙘𝙖 𝙥𝙧𝙚𝙩𝙖’ 𝙥𝙤𝙧 𝙘𝙤𝙡𝙚𝙜𝙪𝙞𝙣𝙝𝙖 𝙙𝙚 𝙩𝙪𝙧𝙢𝙖 𝙚𝙫𝙞𝙩𝙖𝙫𝙖 𝙞𝙧 𝙥𝙖𝙧𝙖 𝙖 𝙚𝙨𝙘𝙤𝙡𝙖: ‘𝙈𝙚 𝙩𝙧𝙖𝙣𝙦𝙪𝙚𝙞 𝙣𝙤 𝙗𝙖𝙣𝙝𝙚𝙞𝙧𝙤 𝙚 𝙘𝙝𝙤𝙧𝙚𝙞’

Gabriela Vitória da Silva, de 7 anos, moradora de Bangu, é uma menina estudiosa que gosta de matemática e sonha ser médica pediatra, quando crescer. Mas nos últimos dias perdeu o interesse de ir para a escola. Tudo começou quando um coleguinha de turma, com a mesma idade dela, a chamou de “macaca preta”, em sala de aula. Sem entender muito bem que estava sendo vítima de uma ofensa racial, a reação da menina foi se trancar no banheiro e chorar. Também passou a inventar desculpas para não ir mais para o colégio.

— Me senti triste e desinteressada (das aulas). Me tranquei no banheiro e chorei — relatou a aluna do 2° ano do ensino fundamental da Escola Municipal Antônio Austregésilo, em Bangu.

A mãe da menina, a auxiliar administrativo, Glaucia da Silva, de 40 anos, disse que só tomou conhecimento da ofensa racista sofrida pela filha no último dia 18. Mas, acredita que o caso tenha acontecido pelo menos um mês antes. Também, segundo ela, somente naquele dia o caso chegou ao conhecimento da direção da escola, por meio de outro coleguinha da menina que denunciou a situação.

— Ela andava muito triste e chorava quando começava a se arrumar para ir à escola. Nessas horas inventava sempre uma desculpa pra ficar em casa. Um dia dizia que era dor de barriga e no outro pedia simplesmente para ficar em casa. Ela deu vários sinais. Eu é que demorei a perceber.

Glaucia disse que a menina só relatou o ocorrido quando, por curiosidade quis saber da mãe o que era uma ata. Ela respondeu que era um relatório onde são relacionados todos os assuntos tratados numa reunião e a menina disse então que o nome do coleguinha que a ofendeu tinha ido parar na ata da escola. Só aí a garota se abriu com a mãe e contou o que tinha se passado.

A mãe conta que na mesma hora procurou a professora que respondeu com um áudio longo, que ela não teve paciência para ouvir até o fim, e por meio de uma mensagem de texto que a deixou ainda mais irritada. “Imagino a sua dor, inclusive semana passada falei superficialmente sobre a história do Brasil e que nós não somos um povo puro, mas de sangue misturado. Pois uns são de pele mais escura, outros são com a cor mais clara. Eu chamei a atenção dele! Eu falei com ele por que ele estava fazendo isso? Que cor ele tem? Pra ficar chamando a Gabriela de Macaco ou Preta. Eu falei: ‘Você é um pouco mais claro que Gabriela. Por que faz isso?’”. Para Glaucia, a fala da professora também foi racista.

— Quer dizer que se o menino fosse branco ele poderia falar aquilo? — questionou.

Dois dias depois que o assunto veio à tona, a mãe foi na escola conversar com o diretor, que prometeu mudar a menina de turma e de professora. A aluna, que não foi mais obrigada pela mãe a ir à escola após o ocorrido só vai voltar a frequentar a escola a partir da próxima terça-feira.

Glaucia disse que não ficou chateada com a criança que ofendeu sua filha, por acreditar que na verdade se trata de uma vítima de uma educação preconceituosa que recebeu em casa. Também não pretende tomar nenhuma medida judicial contra a professora ou a escola. Quer apenas dar bastante publicidade ao caso, para que outras crianças não passem pelo mesmo que a sua filha.

— Nunca achei que uma situação de racismo fosse chegar tão cedo na vida da minha filha. Eu mesma só fui passar por isso recentemente, com quase 40 anos, porque não dava muita abertura para esse tipo de coisa acontecer comigo.

A auxiliar administrativo disse ainda temer os reflexos que esse tipo de coisa possa ter na cabeça de sua filha. Ela contou que pretende levar a menina para uma consulta aí psicólogo, para ajudar a recuperar a autoestima e confiança.

Para a especialista em relações raciais negra e educação, Waldinéia Teles Pereira, o racismo causa traumas. Na sua opinião, a escola, depois da família e da vizinhança é o lugar onde mais produz e fortalece as desigualdades raciais. Mas, também pode contribuir para implementação de práticas antirracistas.

— A escola pode combater o racismo promovendo uma representação de igualdade e equidade da população negra, ou seja, utilizando a literatura infantil e uma linguagem letrada racialmente. Também é importante conversar com as crianças sobre o uso de alguns termos, algumas palavras e expressões. A família ajuda também indo à escola e pontuando como é a vivência dessa criança racialmente, além de (no caso da escola) valorizar a negritude e conversar com as duas famílias, não só a da vítima. A do abusador também precisa ser acolhida e trazida para a reflexão (sobre racismo) — apontou a especialista.

Waldinéia, que é também produtora de conteúdo da Rede de Professores Antirracistas, acha que a fala da professora — na resposta à mãe por mensagem — foi infeliz:

— O posicionamento da professora fortalece o desconhecimento de um passado de letramento racial. e descumprimento das Leis 10.639 e 11.645, criadas para promover esse conhecimento da história da África, de africanos e descendentes no que diz respeito à literatura, geografia e áreas afins, pontuando todas as contribuições da população negra. Essa professora não compreende o papel dela numa possibilidade de ser antirracista. Mas uma vez a escola se omite e reproduz práticas racistas — disse.

A direção da escola foi procurada pela nossa reportagem, mas preferiu não se manifestar. À mãe, o diretor enviou essa semana uma mensagem informando que estava entrando de férias, mas que havia deixado tudo encaminhado com sua adjunta e com o coordenador pedagógico. Também informava a nova turma e nome da nova professora da menina. Por fim oferecia apoio psicológico para a aluna, com profissionais do Programa Interdisciplinar de Apoio às Escolas (Proinape).

Já a Secretaria Municipal de Educação respondeu que não compactua com atitudes racistas na comunidade escolar, e que está instaurando uma sindicância para apurar os fatos e que se solidariza com a aluna e sua família. Informou ainda que na pasta há uma área atuante no combate ao racismo que já capacitou 3.600 professores.

Veja a íntegra da nota da SME:

“A Secretaria Municipal de Educação não compactua com atitudes racistas na comunidade escolar, nem com qualquer tipo de preconceito. A SME está instaurando processo de sindicância para apuração dos fatos e se solidariza com a estudante e sua família.

A SME tem uma área atuante no combate ao racismo e da educação através da igualdade racial, a Gerência de Relações Étnico Raciais. A GERER já realizou mais de 10 mil atendimentos e são mais de 3.600 professores capacitados com formações. Além de já estar atuando no território com orientações pedagógicas para os gestores escolares.”

Fonte: @nacaradasociedadeoficial

Empresa que controla Supervia desiste da concessão para operar trens do Rio

A Supervia formalizou, na última quarta-feira (26), a desistência do contrato de concessão do sistema de trens do Rio de Janeiro. A empresa, que está na operação da malha ferroviária desde novembro de 1998, enviou um ofício à Secretaria Estadual de Transportes comunicando a falta de interesse em continuar operando o sistema.
O sistema ferroviário do Rio tem 270 km de extensão e atende 12 cidades da Região Metropolitana, transportando cerca de 350 mil passageiros.
Procurada pelo DIA, a Supervia informou que não irá comentar o caso. O Governo do Rio, até a última atualização desta reportagem, também não comentou a decisão.

Operação em crise

Ainda em 2020, a Supervia reduziu a circulação de trens alegando a perda da receita com a pandemia de covid-19 – 40% menos em relação ao que era observado antes da pandemia. Na época, a concessionária alegou que a adequação busca manter a sobrevivência financeira da concessionária já que a tarifa arrecada pela empresa é a principal fonte de custeio da Concessão.

Em fevereiro de 20222, a empresa anunciou que faria um reajuste na passagem: de R$ 5, o valor subiria para R$ 7.
O aumento levaria em conta os custos fixos com a operação, que teria sido impactada com a inflação, além do aumento de furtos e vandalismos de materiais ferroviários, o que teria elevado o custo operacional. A decisão foi adiada para março e, após acordo com o governo estadual para ressarcimento, o preço não sofreria reajuste até o fim do ano.
Fonte: O Dia

Governo vai cortar bolsa família e pretende economizar sete bilhões

 

O governo federal pretende economizar R$ 7 bilhões com cortes no Bolsa Família. A ideia é fazer um nova revisão e cortar beneficiários irregulares.

A informação foi adiantada pela ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, durante almoço da Frete Parlamentar de Empreendedorismo, em Brasília.

“Estamos revendo o Cadastro Único para ver quem está no cadastro e não tem direito, especialmente homens solteiros e que estão trabalhando”, afirmou Tebet na tarde desta quarta-feira (26).

 

Festival leva gastronomia de rua a shopping em Bangu, na Zona Oeste

O festival “Comida di Rua” volta a acontecer no Bangu Shopping, na Zona Oeste, entre os dias 28 de abril e 1º de maio. O evento gratuito, que vai reunir dezenas de opções de gastronomia de rua, música ao vivo e área kids, é aberto ao público e estará alocado no estacionamento do shopping.
A feira conta com os melhores “podrões” dos bairros do Rio, como a Batata de Marechal, Carne de Sol do Baixinho de Bangu, Acarajé da Lenaide e o Cachorro Quente do Gaúcho do Meier, o mais famoso do Rio de Janeiro.
O evento traz diversas possibilidades de petiscos e opções dos mais diferentes tipos: a maior pizza do Brasil da Pizzaria Lavoro, o cachorro quente de um metro, hambúrguer de 1 kg e barca de acarajé. Além dos “podrões” e das porções gigantes, vários doces, drinks especiais, chopes e cervejas artesanais também vão estar no cardápio.
Atrações musicais também vão fazer parte da programação do evento. Na sexta-feira (28), o shopping recebe o grupo Sobrinhos da Véia com um tributo especial ao Mamonas Assassinas. Já no sábado (29), a dupla Cacá e Dodô apresentam o melhor do Sertanejo. No dia 30, a banda Ouverture, que traz os hits do rock dos anos 80. E para encerrar, no dia 1º, Alex Kid canta seu repertório de pop e rock.
O “Comida di Rua” tem entrada gratuita e acontece das 17h às 23h, na sexta-feira, e das 14h às 23h, no sábado, no domingo e no feriado, no estacionamento do Bangu Shopping, na Rua Fonseca, 240.
Fonte: O Dia

Naves do Conhecimento oferecem 3 mil vagas em cursos e oficinas gratuitos de tecnologia e empreendedorismo

 

A Secretaria Municipal de Ciência e Tecnologia (SMCT), por meio das Naves do Conhecimento, abriu inscrições para três mil vagas em diversos cursos e oficinas gratuitos nas áreas de tecnologia e empreendedorismo para o mês de maio. As atividades serão realizadas no formato presencial e visam preparar jovens e adultos para o mercado de trabalho.

As Naves atuam como núcleos de capacitação e inclusão digital para a população, proporcionando conhecimento prático para quem deseja crescer profissionalmente. Desde janeiro do ano passado, já foram emitidos 22.708 certificados para alunos de todas as idades aprovados nos cursos oferecidos pelas unidades.

– As Naves oferecem vários cursos, que servem tanto para inclusão digital quanto para a qualificação tecnológica. Isso é fundamental, pois o mundo do trabalho está em rápida transformação e as pessoas precisam se requalificar para que possamos diminuir as desigualdades sociais – afirmou Tatiana Roque, secretária Municipal de Ciência e Tecnologia.

Entre os temas disponibilizados pelas Naves estão: Desenvolvimento de Games, Digitação em Prática, Design, Branding Crie seu Logotipo, Word Essencial, Montando seu Computador, Como se tornar um Youtuber, Lógica de Programação em Python, Informática, Edição de Vídeo com Capcut, Code Club (Scratch), Controle Financeiro, dentre outros.

Para ter acesso ao cronograma completo das atividades e fazer a inscrição, basta acessar o site das Naves do Conhecimento.

 

Um jovem foi preso por sequestrar e abusar de uma menina de 12 anos no Rio

Na tarde de quarta-feira (26), um indivíduo de 18 anos foi detido pela Polícia Militar sob a acusação de ter sequestrado e abusado sexualmente de uma jovem de 12 anos em Três Rios, localizado no sul do Estado.
Segundo as autoridades, a vítima foi raptada na Rua Nilo Abraão, em Cantagalo, e uma denúncia anônima levou a mãe da adolescente a encontrá-la na comunidade Barão de Angra, em Paraíba do Sul.
A PM foi informada da situação e, após chegar ao local, encontrou a vítima abalada andando pela rua. Segundo a menina, ela foi abusada sexualmente e só depois foi libertada. Ela indicou às autoridades uma residência onde teria ocorrido o abuso.
As equipes realizaram uma busca na casa e, durante a operação, o suspeito tentou se esconder escalando uma árvore com cerca de 4 metros de altura e entrando em uma cobertura de difícil acesso.
Durante a busca, os policiais ouviram um barulho vindo do segundo andar da casa e descobriram o esconderijo.
O suspeito resistiu à prisão, mas foi algemado para ser contido. A vítima foi encaminhada para o Instituto Médico Legal (IML) e levada para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) na região, enquanto o suspeito foi conduzido à 108ª DP (Três Rios).

Mulher é morta a facadas pelo companheiro no Rio

Uma mulher foi morta a facadas pelo companheiro, na noite desta quarta-feira (26), dentro de casa, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Após o crime, o agressor teria tentado se passar por vítima.

De acordo com a Polícia Civil, após o crime, Carlos Bruno dos Santos, de 31 anos, foi à 58ª DP (Posse) para prestar queixa contra a mulher, por agressão. O homem estava alterado e com manchas de sangue no corpo.

Os agentes desconfiaram e foram com o suspeito até o local, onde encontraram Ingrid Castilho Mendes, de 25 anos, ferida com vários golpes de faca e já sem vida. Carlos foi preso em flagrante e o corpo da mulher foi levado para o IML de Nova Iguaçu.

Segundo a corporação, em depoimento, Carlos afirmou que cometeu o crime durante uma discussão por ciúmes. Ele suspeitava que estava sendo traído por Ingrid.

A mãe da vítima, Daniela Castilho dos Santos, de 42 anos, disse que as crises de ciúme eram constantes. “Em uma delas, ele quebrou o celular da Ingrid e a deixou incomunicável. Ela ficou muito tempo sem falar comigo por causa dele. Minha filha já não ia mais em festas da família, não frequentava minha casa. Ontem ela veio fazer as pazes, depois de meses sem nos falar, e aconteceu isso”.

Segundo Daniela, Ingrid e Carlos se conheceram há um ano no calçadão de Nova Iguaçu, onde trabalhavam como ambulantes e no início da relação, foram morar juntos.

Daniela disse ainda que, pedia para Ingrid voltar pra casa, mas ela negava e afirmava que eles estavam bem juntos. “Ingrid era uma garota alegre, brincalhona e de vários amigos. Depois que ela conheceu esse menino, passou a ser triste.”

Ingrid deixa dois filhos, um de 2 anos e outro de 7.

O delegado José Carlos de Omena, responsável pela 58ª DP (Posse), afirmou que Carlos já foi preso, em outra ocasião, por tentativa de feminicídio contra uma ex-companheira. As agressões deixaram a mulher em coma por meses.

Fonte: O Dia

YouTuber é criticado após comprar comida para mendigo e comer na frente dele

Um YouTuber conhecido como whatsuptre provocou uma grande polêmica ao postar um vídeo no qual parece comprar comida para um morador de rua, apenas para comê-la na frente dele. Esse ato insensível fez com que a internet entrasse em frenesi, com as pessoas correndo para as redes sociais para compartilhar suas reações e condenar as ações do criador de conteúdo.

No vídeo, o jovem diz aos seus 9,23 mil inscritos que seu objetivo é garantir que haja uma pessoa a menos passando fome nas ruas. Ele então se aproxima de um homem mais velho que parece ser morador de rua e pergunta se ele está com fome.

O YouTuber oferece-se para comprar para o homem um “Baconator Combo” do Wendy’s, e eles trocam um cumprimento de punhos antes de ele ir comprar a refeição.

No entanto, a situação toma um rumo sombrio quando o YouTuber retorna com a comida. Em vez de entregar a refeição ao morador de rua, ele a coloca no chão ao lado dele e começa a comê-la, alegando que já foi morador de rua e quer ter certeza de que o homem siga pelo caminho certo.

O morador de rua fica visivelmente decepcionado enquanto o YouTuber continua comendo o hambúrguer e as batatas fritas, indo embora após dizer ao homem para “ter um bom dia”.

O vídeo viralizou no Twitter, com mais de 26,5 milhões de pessoas assistindo a um dos trechos repostados. As reações ao vídeo são esmagadoramente negativas, com muitas pessoas expressando descrença diante das ações insensíveis do YouTuber. Um usuário do Twitter escreveu: “As coisas que as pessoas fazem para chamar a atenção, mesmo que seja negativa, são inacreditáveis”, enquanto outro chamou o encontro de “de partir o coração”.

Alguns comentaristas, no entanto, sugeriram que o vídeo pode ser encenado devido às várias pausas e cortes ao longo do clipe. Independentemente de o encontro ser real ou encenado, muitos concordam que as ações do YouTuber foram cruéis e insensíveis. Uma pessoa observou que a tendência de fazer atos de bondade para os outros apenas para gravar e postar nas redes sociais é um “comportamento interessante”.

Este vídeo chocante atraiu ampla condenação e destacou a necessidade de mais compaixão em relação àqueles que estão enfrentando dificuldades. As ações do YouTuber em questão, sejam reais ou encenadas, servem como um lembrete contundente de que nem todos os criadores de conteúdo têm os melhores interesses dos outros em mente.

Em um mundo onde a internet às vezes pode trazer à tona o pior das pessoas, este incidente é um lembrete doloroso da importância da empatia e da gentileza em relação aos nossos semelhantes.