Arquivo da categoria: Política

Em 20 anos, quatro governadores eleitos do RJ foram presos por corrupção

A prisão do atual governador do Rio de JaneiroLuiz Fernando Pezão, na manhã desta quinta-feira (29), consolida uma tendência infeliz na política carioca.

Desde 1998, todos os quatro governadores eleitos para comandar o estado foram presos por corrupção. Antes de Pezão, Anthony Garotinho, Rosinha Garotinho e Sérgio Cabral também foram detidos em operações policiais.

O atual governador do Rio, no entanto, é o primeiro a ser preso exercendo seu mandato. Os outros políticos já haviam deixado o cargo quando condenados.

Além dos governadores, já foram detidos no Rio de Janeiro todos os presidentes da Assembleia Legislativa, de 1995 a 2017 — Sérgio Cabral, Jorge Picciani e Paulo Melodez.

Também foram presos dez dos 70 deputados estaduais, cinco dos seis Conselheiros do Tribunal de Contas do Estado e o procurador-geral do Ministério Público carioca, Cláudio Lopes.

Maurício Santoro@msantoro1978

Foram presos no Rio de Janeiro:
– Todos os governadores eleitos de 1998 a 2014
– Todos os presidentes da Assembleia Legislativa de 1995 a 2017
– 10 dos 70 deputados estaduais
– 5 dos 6 conselheiros do Tribunal de Contas do Estado
– Procurador-geral do MP Estadual

5.141 pessoas estão falando sobre isso

Histórico de prisões

Desde 2016, a Polícia Federal junto com a justiça do Rio de Janeiro têm aprofundado as investigações sobre um grande esquema de corrupção montado em uma das principais cidades brasileiras.

Em novembro do ano retrasado, o ex-governador Sérgio Cabral foi preso pela Operação Lava Jato sob a suspeita de receber milhões em propina para fechar contratos públicos — um mês depois sua esposa, Adriana Ancelmo, foi detida na mesma investigação.

Presidente Bolsonaro começa sua cruzada contra a Globo

A imprensa repercute um projeto do deputado federal eleito Alexandre Frota (PSLSP), aliado do presidente e ex-ator de novelas da emissora, para proibir a prática do BV (Bonificação por Volume), mecanismo que beneficiaria o canal carioca.

Trata-se de uma comissão que as empresas de TV pagam às agências publicitárias para que sejam privilegiadas com as verbas dos maiores anunciantes do País.

Frota afirma ter o apoio das principais concorrentes da GloboRecordTVSBTRedeTV! e Band.

Apesar de bombástica, eventual proibição do BV não fará os publicitários deixarem de privilegiar a Globo.

Mesmo sem ganhar os 10% ou 20% de praxe, eles continuarão a preferir a emissora com mais audiência para garantir a repercussão dos produtos anunciados e o retorno esperado por seus clientes.

Na média diária, das 7h à meia-noite, a Globo frequentemente registra mais pontos no Ibope do que a soma dos índices de RecordTV SBT.

Esse incontestável poder de influência atrai o grosso da verba milionária da publicidade brasileira. Como dizem no meio, ‘anunciar na Globo é certeza de resultado’.

Outra frente de Bolsonaro contra a maior empresa do Grupo Globo é reduzir a verba oficial do governo federal.

De acordo com a Folha de S. Paulo, em 2017 e 2018 a Globo recebeu 50% do total de investimentos da publicidade estatal.

Em agosto do ano passado, durante entrevista ao vivo na bancada do Jornal Nacional, o então candidato Bolsonaro acusou o canal da família Marinho de viver do dinheiro público.

“São bilhões que o Sistema Globo recebe de recursos da propaganda oficial do governo”, disse, convicto.

No dia seguinte, o âncora e editor-chefe do JNWilliam Bonner, leu uma nota de esclarecimento para rebater o presidenciável e inimigo declarado da Globo.

Um trecho: “A propaganda oficial do governo federal e de suas empresas estatais corresponde a menos de 4% das receitas publicitárias e nem remotamente chega à casa do bilhão. Os anunciantes privados ou públicos reconhecem na TV Globo uma programação de qualidade, prestigiada por enorme audiência e, por isso, se valem dela para levar ao público mensagens sobre seus produtos e serviços”.

Com base nos dados oficiais da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, estima-se que a Globo receba entre 400 milhões e 500 milhões de reais por ano de publicidade do governo. O faturamento anual da emissora gira em torno de 10 bilhões.

Em um momento deliciado da economia brasileira, qualquer perda de receita provoca impacto, porém, mesmo se a Globo for atingida por cortes ordenados por Bolsonaro, não terá seu lucro real tão afetado.

Essa guerra entre o presidente e a principal emissora da televisão brasileira tem tudo para virar uma longa novela – sem garantia de final feliz.

[contact-form][contact-field label=”Nome” type=”name” required=”true” /][contact-field label=”E-mail” type=”email” required=”true” /][contact-field label=”Site” type=”url” /][contact-field label=”Mensagem” type=”textarea” /][/contact-form]

 

 

 

 

Queiroz atesta ao MP do Rio que está internado em hospital de SP

O ex-assessor de Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz, informou nesta terça-feira (8/1) ao Ministério Público do Rio de Janeiro que está internado no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. No documento, ele afirma que no dia 1º de janeiro submeteu-se a uma cirurgia para retirar um tumor maligno do intestino. A informação é do jornal O Globo.

Queiroz, que está intimado a prestar depoimento desde o início de dezembro do ano passado, entrou em contato com o MP do Rio para atestar sua condição de saúde. Segundo relatório, ele está com um quadro de neoplasia de cólon sigmoide (câncer de cólon). A defesa afirma que o seu cliente passará por nova avaliação de médicos para avaliar qual o melhor tratamento quimioterápico a ser realizado.

Por conta do episódio, os advogados do ex-assessor disseram ainda que as familiares de Queiroz não vão comparecer ao depoimento marcado para esta terça. A mulher, Márcia Aguiar, e as filhas teriam se mudado temporariamente para São Paulo, onde devem permanecer por tempo indeterminado até o fim do tratamento médico.

Queiroz foi apontado pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) como responsável por uma movimentação financeira atípica de mais de R$ 1,2 milhão em suas contas bancárias. O fato levantou uma crise em torno do presidente Jair Bolsonaro (PSL).

Eu não estou preso, eu sou refém, diz Lula da prisão em Curitiba

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se manifestou nesta quinta-feira 20 por meio de sua conta no Twitter para dizer o que pensa sobre sua prisão, que teve início em abril deste ano. “Eu não estou preso, eu sou refém. Quem não entendeu isso ainda não entendeu o que está acontecendo comigo”, reproduziu a conta do ex-presidente. A reportagem apurou que a frase foi mesmo dita por Lula, de dentro da sede da Polícia Federal em Curitiba, e reproduzida por seus assessores na rede social. Veja abaixo.

Lula

@LulaOficial

Eu não estou preso, eu sou refém. Quem não entendeu isso ainda não entendeu o que está acontecendo comigo.

12.7K people are talking about this
Lula

@LulaOficial

Eu não estou preso, eu sou refém. Quem não entendeu isso ainda não entendeu o que está acontecendo comigo.

Lula

@LulaOficial

Se tem alguém disposto a fazer oposição nesse país sou eu.

2,025 people are talking about this

 

 

 

A manifestação de Lula vem um dia após o ato do ministro Dias Toffoli, que derrubou a decisão liminar de seu colega Marco Aurélio Mello, que determinava a libertação de todos os que estão presos no país por terem sido condenados em segunda instância.

De acordo com nota oficial divulgada pelo PT nesta quinta, “não há precedentes, na tradição brasileira, de uma perseguição tão cruel a um líder político reconhecido internacionalmente.”

A sigla destaca um ponto específico no imbróglio a que o país assistiu na última quarta. É que a procuradora-geral da república, Raquel Dodge, decidiu insurgir-se contra a decisão de Marco Aurélio Mello, mas não quanto a seu efeito geral, que colocaria em liberdade todos aqueles que estão tendo sua pena antecipada no país. Ela só interpôs recurso contra a soltura de Lula, única e especificamente Lula, conforme destaca a nota:

“A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, rebelou-se contra a Justiça e requereu a suspensão da liminar (o que não tem precedentes), e o fez especificamente em relação ao cidadão Luiz Inácio Lula da Silva, e somente a Lula, sendo que a decisão do ministro Marco Aurélio dirigia-se indistintamente a todos que cumprem prisão antecipada antes do trânsito em julgado.””

Clique aqui para ler a íntegra da nota.

 

Muito obrigado por ter chegado até aqui…

… Mas não se vá ainda. Ajude-nos a manter de pé o trabalho de CartaCapital.

O jornalismo vigia a fronteira entre a civilização e a barbárie. Fiscaliza o poder em todas as suas dimensões. Está a serviço da democracia e da diversidade de opinião, contra a escuridão do autoritarismo do pensamento único, da ignorância e da brutalidade. Há 24 anos CartaCapital exercita o espírito crítico, fiel à verdade factual, atenta ao compromisso de fiscalizar o poder onde quer que ele se manifeste.

Nunca antes o jornalismo se fez tão necessário e nunca dependeu tanto da contribuição de cada um dos leitores. Seja Sócio CartaCapital, assine, contribua com um veículo dedicado a produzir diariamente uma informação de qualidade, profunda e analítica. A democracia agradece.

Witzel garante que seu governo vencerá o crime organizado no Rio

o governador do Rio, Wilson Witzel, garantiu neste domingo (6) que o seu governo vencerá o crime organizado, usando de todos os meios para isso. Ele esteve presente hoje ao sepultamento do soldado Daniel Henrique Mariotti, morto no sábado (5), em confronto com assaltantes, e fez questão de carregar o caixão do militar.

“Nós não vamos permitir que o crime organizado continue barbarizando a nossa sociedade. É preciso agir com rigor. Nós temos a convicção de que vamos vencer o crime organizado. O Estado é mais forte. Vamos utilizar todos os esforços e meios para aniquilar e asfixiar o crime organizado”, declarou o governador, após o sepultamento do soldado.

vO comandante da Polícia Militar, alçado a secretário de estado no atual governo, coronel Rogério Figueiredo, também destacou que a ação de criminosos contra policiais será respondida de forma enérgica.

“A nossa resposta sempre vai ser muito forte. Não vamos admitir qualquer enfrentamento à Polícia Militar. Qualquer policial militar que for vitimado, a PM dará resposta dentro da forma da lei”, disse Figueiredo.

Também estiveram presentes ao enterro, o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) e o vice-governador, Cláudio Castro, entre outras autoridades.

Daniel Henrique foi o primeiro policial militar morto no ano. Ele morreu quando tentava evitar um assalto, na Linha Amarela, no início da noite de ontem.

Pela manhã, o presidente Jair Bolsonaro lamentou no Twitter a morte do soldado. “Meu pesar à família de mais um PM assassinado no RJ, o soldado Mariotti. A caça aos agentes de segurança e o massacre dos cidadãos de bem sempre foram tratados como números. Legislativo, Executivo e Judiciário juntos, devem na lei, propiciar garantias para que o bem vença o mal”, disse o presidente.

Fonte: Agência Brasil

Filho de Bolsonaro estava armado na posse do pai, diz colunista

De acordo com o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, o vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro estava armado quando acompanhou o pai, Jair Bolsonar, na posse presidencial.

Carlos foi o único dos filhos de Jair Bolsonaro que estava no carro que conduziu o presidente até a rampa do Palácio do Planalto. Ele é estrategista do pai nas redes sociais e é tido como um dos principais responsáveis pela bem sucedida campanha presidencial.

Bastante ativo nas redes, Carlos provocou polêmica recentemente ao escrever que a morte do pai interessa inclusive a pessoas próximas a ele.

Sem explicar o contexto ou a quem se refere, o vereador fez a declaração no Twitter. E continuou: “É fácil mapear uma pessoa transparente e voluntariosa. Sempre fiz minha parte exaustivamente. Pensem e entendam todo o enredo diário!”

Bolsonaro é tão grato a ele que cogitou nomeá-lo para ocupar a Secretaria de Comunicação, mas não levou o assunto adiante. O filho do presidente tem desafetos no governo. É notório que ele o o Secretário-geral da presidência, Gustavo Bebbiano, não se entendem.

Bolsonaro sem dormir, Michelle descabelada, a sogra não foi: os bastidores da posse

A posse do presidente eleito Jair Bolsonaro movimentou o país no último dia 1º. Muito se falou sobre a caneta utilizada, do relógio simples e vintage usado por ele, o vestido sóbrio e discreto da primeira-dama, seu discurso em Libras e as várias quebras de protocolo. Passados cinco dias, o EXTRA foi atrás do que ninguém contou sobre os bastidores do evento.

O réveillon dos Bolsonaro aconteceu na Granja do Torto e, além dos familiares e amigos mais chegados, reuniu ainda alguns dos profissionais que iriam trabalhar na manhã seguinte para arrumar a turma convidada para a posse presidencial.

A ceia aconteceu pouco antes da meia-noite. Michelle foi dormir às duas da manhã, pouco depois do marido Jair. Ele, no entanto, ansioso, acordou às três da madrugada e não dormiu mais até a hora de receber a faixa das mãos de Michel Temer.

Zeni Meirelles fez o visual de Michelle Bolsonaro

Às 5h, ainda com o mesmo vestido que usou na passagem de ano, Michelle começou a se arrumar. A responsável pelo cabelo e maquiagem da primeira-dama foi a carioca Zeni Meireles, que trabalha há 20 anos com Fernando Torquatto.

Antes de optar pela profissional, Michelle passou por diversos testes com outros maquiadores. “Quando ela me procurou, decidimos por um look elegante e discreto em que ela pudesse realmente se ver”, conta Zeni, que chegou a Brasília no dia 31 e passou o réveillon com a cliente.

A ideia original para os dois looks de Michelle — um para a posse, durante o dia, e outro para a recepção no Itamaraty, à noite — era que ela usasse o cabelo solto com o vestido nude e um coque mais despojado com o vestido preto. “Como ela teve medo de atrasar, decidiu pelo coque logo cedo, mas ao se olhar não gostou tanto e fizemos o cabelo ali na hora e ela gostou bastante”, diz Zeni, que ainda maquiou e penteou as irmãs da primeira-dama e suas cunhadas.

Pelo serviço, normalmente cobra-se R$ 380. Se há deslocamento, o valor é acrescido de 30%. Michelle pagou a conta sem chorar desconto. O mesmo aconteceu com as amigas e convidadas da primeira-dama.

Bolsonaro sem dormir, Michelle descabelada, a sogra não foi: os bastidores da posse

Racquel de Castro foi a responsável por maquiar a entourage, que incluiu uma das assessoras de Michelle, o braço direito Elizangela Castello Branco, que traduz os discursos de Jair em Libras desde a época de campanha. “Tinha umas doze pessoas para maquiar e o trabalho começou cedo, às 7h. Em um dado momento, o presidente entrou na sala e posou para as fotos com quem pedia”, relata Racquel, que cobrou R$ 120 por cada maquiagem que fez: “Cada uma pagou a sua”.

Ao entrar na sala, Jair se surpreendeu ao ver a mulher ainda se arrumando: “Nossa, você está desde às 5h aí, demora tanto assim?”, questionou ele, que também teve seu “dia de príncipe” ao ter as unhas cortadas e os pés massageados, além de um trato no cabelo, dados pelas suas irmãs também no Torto.

Quem não conhecia se surpreendeu com a semelhança entre Michelle e a irmã Suyanne. Ela é mais nova que a primeira-dama e trabalha como professora em Ceilândia. A discrição também é um traço em comum entre as duas.

Leticia Firmo, a filha mais velha de Michelle, de 16 anos, ficou quase irreconhecível a bordo de um vestido cor da pele e maquiagem discreta como a da mãe. Fotos da adolescente só foram postadas pelas profissionais que cuidaram dela. Nada de cliques oficiais, nos quais só apareceu Laura, a caçula, fruto do casamento com o presidente.

A filha de Michelle Bolsonaro, Leticia Firmo Foto: reprodução/instagram

O desfile em carro aberto, por pouyco, não deixa Michelle numa saia-justa. Bolslonaro decidiu que iria desfilar na hora, algo que sua segurança não queria, iniciando assim a quebra dos protocolos. A primeira-dama, que estava preparada apenas para subir a rampa, ficou desacabelada e os assessores ficaram preocupados e trataram de levar os profissionais responsáveis para o Palácio do Planalto, numa correria.

Foi na entrada do palácio também que Michelle decidiu discursar para os surdos. Ela ainda não havia comunicado ao marido sua vontade. Ao falar com ele, apenas perguntou se deveria fazê-lo antes ou depois dele. Gentilmente, o presidente cedeu a vez à mulher.

Enquanto a posse acontecia, perto da li, no Palácio Itamaraty um exército deixava tudo pronto para o coquetel da noite. As lonas e toldos foram levados do Rio de Janeiro, bem como o chef Roland Villard e o empresário e cerimonialista Roberto Hirth. O francês Rolland tem uma estrela no cobiçadíssimo Guia Michelin e foi chef durante anos no granfino Le Pré Catelan.

O chef francês e estrela do Guia Michelin Rolland Villard assinou o cardápio Foto: reprodução/instagram

No cardápio, muitos pratos com ingredientes típicos brasileiros, mas com pegada internacional, como o palmito assado com queijo e camarão, bolinhos de carne e bacalhau, batatinhas recheadas e massas. Mas o que Bolsonaro quis mesmo foi um prato de macarrão, que comeu em pé, diante de uma mesa cheia de quitutes, já usando a faixa presidencial, numa sala reservada a ele e sua família. Aliás, onde permaneceu a maior parte do tempo.

Assim como o menu, a decoração obedeceu o clima tropical dado ao jantar da posse. Milhares de flores chegaram de Curitiba, assim como árvores e bananeiras que foram “plantados” em vasos parta a hora da festa.

A decoração do Itamaraty Foto: reprodução/instagram

Os vinhos servidos durante toda a noite eram nacionais. Para a recepção de autoridades e convidados, foram escolhidos dois rótulos: o Casa Valduga Espumante 130 Brut e Fausto Pizzato Verve Gran Reserva. Este último, premiado em 2013, custa em média R$ 105 a garrafa. O espumante sai em torno de R$ 80. Ainda foram servidas caipirinha e cerveja.

No convite, distribuído para 4 mil pessoas ( só foram 2.300), os trajes da noite recomendados foram: passeio, nacional e uniforme correspondente e pedia-se que os convidados chegassem com uma hora e quinze de antecedência.

No dia seguinte, o casal Bolsonaro não teve muito descanso. Ainda na Granja do Torto houve um churrasco para os mais íntimos. Por lá, o pai de Michelle chamava atenção ao lado da filha, que só o apresentava como “Meu negão”. A mãe de Michelle não compareceu ao réveillon ou às cerimônias de posse do genro.

A decoração do Itamaraty Foto: reprodução/instagram

Jair Bolsonaro ganhou trato das irmãs em seu dia de príncipe Foto: reprodução/instagram

Leticia Firmo, filha de Michelle Bolsonaro Foto: reprodução/instagram

De cabelos compridos, a irmã de Michele, Suyanne Foto: reprodução/instagram

Bolsonaro e a mãe, Olinda Foto: reprodução/instagram

Parte da família Bolsonaro reunida Foto: reprodução/instagram

Parte da família Bolsonaro reunida Foto: reprodução/instagram

O presidente comeu macarraõ em pé numa sala reservada a ele Foto: reprodução/instagram

Arranjos bem tropicais foram feitos na hora Foto: reprodução/instagram

Arranjos bem tropicais foram feitos na hora Foto: reprodução/instagram

Fonte: Extra Online –

Ex de Eduardo Bolsonaro posta indireta nas redes sociais

Ajornalista Patrícia Lelis, ex-namorada do deputado federal Eduardo Bolsonaro, usou o seu perfil no Twitter para publicar indiretas e fazer comentários sobre quem ela aponta como ‘macho de direita’.

“Estudem sobre o feminismo para não acabarem com macho de direita que não faz sexo oral porque tem nojinho de vagin** mas acha que compensa isso postando foto segurando arma. Não é culpa minha se a carapuça servir ai do outro lado da tela”, escreveu a jovem, sem citar nomes.

Patrícia Lélis

@lelispatricia

Estudem sobre o feminismo para não acabarem com macho de direita que não faz sexo oral porque tem nojinho de vaginas mas acha que compensa isso postando foto segurando arma.

Não é culpa minha se a carapuça servir ai do outro lado da tela…

6.078 pessoas estão falando sobre isso

Patrícia e o filho do presidente eleito Jair Bolsonaro já protagonizaram diversas discussões na internet. Em 2017, a jornalista denunciou ter sofrido ameaças de Eduardo Bolsonaro após o término do namoro. Vários prints das conversas entre Patrícia e Eduardo foram divulgados e mostram as ameaças feitas pelo parlamentar. Relembre aqui.

Na época, Eduardo Bolsonaro chegou a afirmar nas redes sociais que “feminismo é doença”.

Filho de Bolsonaro orienta professores a evitarem temas como feminismo

“Eu começo a ‘entender’ a importância da figura masculina na vida de uma mulher quando minha ex-namorada que já se declara feminista é vista em uma balada LGBT acompanhada de um médico cubano, usando uma roupa vulgar e, como se não bastasse, rebolando até o chão. E ainda posta isso na internet, como se fosse uma atitude louvável. Lembrando que antes do feminismo ela andava com roupas discretas, não rebolava até o chão, e namorava comigo. 😉 #FeminismoÉDoença”, escreveu o parlamentar.

Leia também:  STF intima Eduardo Bolsonaro a se explicar por denúncia de ameaça

Amiga de Michelle Bolsonaro ganha cargo em secretaria do governo

Michelle Bolsonaro, mostrou que teria um papel importante no governo de Jair Bolsonaro logo na cerimônia de posse, onde a primeira-dama fez um discurso de agradecimento de aproximadamente dois minutos em língua de sinais. Um quebra de protocolo que repercutiu em todo o país.

 

 

 

Com grande influência sobre o marido, Michelle foi a responsável por pautar uma das principais bandeiras sociais da campanha de Bolsonaro, a inclusão dos surdos.

+Preocupado, Lula diz que Bolsonaro foi eleito para ‘destruir’ o PT

Já na primeira semana do novo governo, Michelle emplacou alguns nomes de sua confiança para cargos na Esplanada dos Ministérios. Como é o caso de Priscila Gaspar que passou a ocupar um cargo na Secretaria Nacional da Pessoa com Deficiência, subordinada ao Ministério dos Direitos Humanos. Surda e ativista, Priscila foi uma das escolhidas de Michelle para trabalhar como tradutora de libras durante a campanha de Bolsonaro.

Pulseira que Bolsonaro usou na posse é revelada

Jair Bolsonaro usou durante a cerimônia de posse uma pulseira que tinha o trecho de um versículo bíblico: “Protegido pelo sangue. Apocalipse 12:11”. De acordo com a Folha de S. Paulo, o adereço foi um presente do apóstolo César Augusto, da Igreja Fonte da Vida.

 

 

 

O presidente teria recebido o presente durante sua internação no Hospital Albert Einstein, no ano passado, após sofrer um atentado a faca durante sua campanha em Juiz de Fora.