Arquivo da categoria: Política

Relógio usado por Bolsonaro na posse é vendido a R$ 20 em camelôs do Rio

Ele não divide a prateleira com relógios de grife e nunca esteve no ranking das marcas mais cobiçadas. O relógio de pulso “Aqua”, usado por Jair Bolsonaro na cerimônia de posse, é vendido a R$ 20 no comércio popular do Rio. Em busca do acessório, uma equipe de reportagem percorreu oito lojas especializadas no Centro do Rio, mas só encontrou o modelo à venda no camelódromo da Rua Uruguaiana. E foi de lá, garantem comerciantes locais, que saiu o artigo que hoje adorna o pulso do presidente.

Atrás do balcão do box “B”, no corredor principal do camelódromo, o vendedor Fábio Baiano, de 39 anos, conta que Bolsonaro comprou três relógios do modelo em sua banca há pouco mais de dois anos.

— Sabia que ele era deputado, mas eu não o reconheci na hora. Só quando algumas pessoas vieram pedir para tirar foto eu percebi quem era. Lembro que ele estava acompanhado de um homem, que ficou de longe. Perguntou quanto custava, pagou e colocou o relógio no pulso. Depois, voltou outro dia e levou mais dois — diz Baiano.

O técnico de celular Cleyton Humberto Ferreira de Souza, de 33 anos, que naquela época trabalhava na loja ao lado, foi um dos que pediu para tirar foto com o então deputado. O registro, feito em outubro de 2016, foi publicado no Facebook.

Cleyton Humberto tirou foto com Jair Bolsonaro

— Eu já era eleitor dele, então pedi para fazer uma selfie. Ele foi topou na hora. Como eu estava com a camisa do Vasco e era uma segunda-feira, ainda me sacaneou dizendo que eu estava usando a camisa no dia certo (naquele ano, o time jogou na segunda divisão do Campeonato Brasileiro) — diverte-se Cleyton, que considera Bolsonaro um homem simples. — Ele já era assim antes da corrida eleitoral. Essa história de usar caneta Bic, relógio Aqua e roupas desalinhadas é o jeito dele mesmo.

Calejado por fiscalizações agressivas de agentes da prefeitura, o comerciante que vendeu o relógio para o presidente prefere não fazer alarde.

— Se ficar dizendo que o relógio foi comprado aqui, vai vir um monte de curiosos — diz ele, que prefere não ser fotografado.

Outros comerciantes do camelódromo se animam com a possibilidade de outros clientes serem atraídos pelo exemplo de Bolsonaro.

— Esse relógio você só encontra em camelô mesmo ou na internet. Então se quiser comprar, vai ter que vir aqui. E espero que outras pessoas se animem, depois do Bolsonaro — diz Mauro Ramos, de 64 anos.

O presidente Jair Bolsonaro, durante á posse Foto: Roque de Sá / Agência O Globo
Detalhe do relógio usado por Bolsonaro na posse Foto: NELSON ALMEIDA / STF

ANÚNCIOS NA INTERNET

Na internet, houve uma profusão de anúncios do relógio usado pelo presidente. No site das Lojas Americanas, o produto anunciado como “Relógio Presidente Digital Aqua Aq-37” é vendido a R$ 18,99. No MercadoLivre, onde diversos anúncios fazem a mesma referência, o preço varia de R$ 17 a R$ 41.

O modelo Aqua AQ 37 surgiu para disputar mercado com os relógios Casio, por isso seu design lembra o do rival. Ele traz uma pulseira emborrachada e promete resistência à água em até 200 metros de profundidade, além de despertador, cronômetro e luz noturna.

Nas redes sociais, eleitores de Bolsonaram elogiaram o modelo escolhido pelo presidente para a cerimônia. “Além de ir à posse usando seu velho relógio Aqua, que já era considerado de segunda linha nos anos 90, Bolsonaro dispensou a caneta tinteiro trabalhada em ouro de mais de R$ 300 mil reais e assinou as nomeações usando uma caneta esferográfica comum que vale entre R$ 0,50 e R$ 0,80, depois ainda me perguntam porque eu votei nesse cara!”, escreveu um usuário do Facebook.

Internautas acusam William Bonner de prestar continência ao vivo no ‘Jornal Nacional’

William Bonner causou polêmica durante a cobertura da posse do presidente Jair Bolsonaro, em Brasília, nesta terça-feira. É que o âncora do “Jornal Nacional” fez um gesto ao vivo que muita gente interpretou como uma continência.

“Eu só queria fazer mais uma observação. É sempre muito prazeroso a gente, quando no exercício do jornalismo, experimenta a beleza do trabalho que foi feito aqui em Brasília ao longo de todo o dia por tantos colegas. E não só na Globo… Isso é um elogio para a nossa profissão… O jornalismo é uma profissão muito bonita e quando a gente mostra um dia histórico como esse de hoje é sempre muito bom”, disse o apresentador, se despedindo com a continência.

O gesto não passou despercebido pelos internautas. “Até o Bonner prestou continência no fim do Jornal Nacional. É a nova era”, disse uma pessoa. “Assistir William Bonner prestar continência no final do Jornal Nacional após cobertura da posse presidencial não tem preço”, disse outro internauta. “Ta muito clara a guinada na Globo estes últimos dias, ontem só faltou o Bonner mandar um beijo pro Bolsonaro, porque continência ele praticamente fez”, escreveu outra pessoa.

Alex Moura@AlexMouraLGC

William Bonner prestando continência kkkkkkkk.

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Márcio Mariano@marciogcm

A ditadura realmente começou!!!!

William Bonner prestando continência no final do Jornal Nacional.

Pra quem estava na dúvida, já começou…

Kkkkkkk

170 pessoas estão falando sobre isso

Dom@domlancellotti

QUEM NÃO VIU VAI VER!

Em singela (e subliminar!) homenagem ao Presidente @jairbolsonaro, William Bonner presta continência no final do primeiro Jornal Nacional de 2019. É a Nova Era!

91 pessoas estão falando sobre isso
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@lui_jr@lui_jr

@realwbonner em posição de sentido e prestando continência. Viu tanto militar que absorveu nossos costumes.

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Serge Katz@sk_serge

É sério que William Bonner prestou continência no final do Jornal Nacional?
O jornalismo brasileiro está numa fase…

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Filho trans do governador Witzel consegue vaga no SUS para tratamento hormonal

 

Um dia após Wilson Witzel tomar posse do governo do Rio, o filho transgênero dele, Erick Witzel, usou as redes sociais para noticiar que conseguiu uma vaga no SUS (Sistema Único de Saúde) para fazer um tratamento hormonal. O cozinheiro de 24 anos – que se chamava Erika – contou nesta quarta-feira no Instagram que não tem plano de saúde e que precisou recorrer ao serviço público para seguir seu tratamento fazendo uso de hormônios masculinos.

“Finalmente saiu a minha vaga para acompanhamento hormonal no Instituto Estadual de Diabetes e Endocrinologia (IEDE)”, contou ele, que já marcou a primeira consulta.

“Comecei o tratamento hormonal com um endócrino particular, mas era muito caro. Tive quatro consultas e não consegui mais ir. Como não tenho plano de saúde, fui para o sistema público e sempre tive uma resposta muito positiva, embora demore bem mais. Na clínica da família, fiz meu cadastro no SUS (Sistema Único de Saúde) e pedi acompanhamento para o IEDE, no Rio. Fui colocado no SISREG (Sistema que regula as vagas para programa de saúde) e depois de um ano na fila, minha vaga saiu”, explicou.

Erick, que não se dá muito bem com o pai e já demonstrou não concordar com o plano de governo Witzel, finalizou o post lembrando que o SUS é um direito de todos. “Ele está disponível para todos! É público e é nosso também”.

 

Bolsonaro é multado por transportar filho sem cadeirinha no banco de trás durante posse

Mal começou a governar, Jair Bolsonaro já foi surpreendido com o recebimento de uma multa, cuja infração teria cometido durante sua posse na presidência.

Segundo consta no documento, que foi enviado a Sua Excelência pelo DETRAN, Bolsonaro cometeu a infração de transportar seu filho do banco de trás do Rolls Joyce Royce sem usar a cadeirinha apropriada para tanto.

Nesses casos, é obrigatório o uso de assento elevado ou bebê conforto”, explica o documento, em referência à resolução do CONATRAN.

Bolsonaro disse que acionará a assessoria jurídica do Planalto para recorrer da multa, alegando que o filho que transportou na referida ocasião já é maior de idade.

Eu sempre recomendo ao garoto que use cinto de segurança”, afirmou.

A oposição vai entrar com um pedido de Impeachment com base na sanção sofrida pelo presidente, alegando que tomar multas de trânsito é incompatível com o cargo.

de Joselito Müller. texto de humor

Com caneta Bic, Moro assina termo de posse na Justiça

Onovo ministro da Justiça, Sergio Moro, assinou nesta quarta-feira (2) seu termo de posse. Ele tirou do bolso uma caneta Bic e entregou para os agora ex-ministros Raul Jungmann (Segurança Pública) e Torquato Jardim (Justiça), que assinaram primeiro e fizeram a transmissão.

Os ministro da Justiça e da Segurança Pública do governo Michel Temer participaram juntos da cerimônia.

Também estavam presentes no palco o presidente do STF, Dias Toffoli, e o presidente da OAB, Cláudio Lamachia. Justiça e Segurança Pública agora voltam a fazer parte de um mesmo ministério.

Sistema de inteligência foi ‘derretido’ por Dilma, diz General Heleno

Jungmann foi o primeiro a falar e fez uma espécie de balanço da sua gestão, contando as medidas que foram implementadas durante os nove meses que ficou à frente da Segurança Pública.

“As medidas de Moro vão no sentido correto”, disse Jungmann, “mas é preciso pensar no todo”, acrescentou.

Na plateia, estavam delegados, superintendentes da Polícia Federal, funcionários do ministério da Justiça, o comandante do Exército e o futuro comandante, general Eduardo Villas Boas e Edson Pujol, respectivamente, e o presidente do STJ, João Otávio de Noronha. Representantes do novo governo também marcaram presença, como o ministro Wagner Rosário (CGU), Osmar Terra (Cidadania) e Pedro Guimarães, novo presidente da Caixa Econômica Federal. Com informações da Folhapress.

Após apoiar #EleNão, ex-secretário da Saúde prestigia Bolsonaro

Secretário de Saúde do DF no governo de Rodrigo Rollemberg (PSB), Humberto Fonseca prestigiou a posse do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). Curiosamente, em setembro deste ano, a um mês das eleições, Fonseca participou de manifestação contrária ao militar da reserva em Brasília, durante os atos impulsionadaos pela hashtag #EleNão.

Fonseca foi visto no Salão Azul, próximo ao gabinete do presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), logo após o discurso de Bolsonaro. Um dos parlamentares a cumprimentá-lo após reconhecê-lo foi o deputado federal eleito Julio César (PRB-DF).

 

 

Esse não foi o único contato de Fonseca com pessoas próximas ou do governo Bolsonaro. Em novembro, ele visitou o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), espaço onde foi instalado o governo de transição. Na ocasião, se encontrou com o ministro da Saúde escolhido por Bolsonaro, o deputado federal Luiz Henrique Mandetta (DEM-RS).

A chamada Câmara Alta do Parlamento brasilero, inclusive, é um ambiente conhecido de Fonseca. Ele é consultor legislativo e foi diretor do Sistema Integrado de Saúde e também diretor-geral adjunto de Contratações do Senado Federal

Trump elogia discurso de Bolsonaro: ‘os EUA estão com você!’

presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elogiou o discurso do presidente do Brasil Jair Bolsonaro. Em sua conta oficial no Twitter, Trump escreveu “parabéns ao presidente Jair Bolsonaro quem acabou de fazer um grande discurso de posse – os EUA estão com você!”. A mensagem foi postada minutos após o término do discurso feito por Bolsonaro ao ser diplomado na Câmara dos Deputados.

Donald J. Trump

@realDonaldTrump

Congratulations to President @JairBolsonaro who just made a great inauguration speech – the U.S.A. is with you!

65 mil pessoas estão falando sobre isso

A aproximação entre o governo de Trump e Bolsonaro tem sido costurada desde a eleição do brasileiro, no final de outubro. O presidente brasileiro deve se encontrar ainda hoje com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, encarregado de liderar a delegação americana que está em Brasília. Pompeo também irá se encontrar com o ministro de Relações Exteriores, Ernesto Araújo, em Brasília.

Donald Trump elogiou o primeiro discurso de Bolsonaro como presidente do Brasil

Foto: Jim Young / Reuters

Em novembro, após a eleição de Bolsonaro, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL), filho do presidente, fez uma visita aos Estados Unidos na qual teve reuniões com integrantes do governo americano. A intenção das reuniões foi mostrar disposição em estreitar os laços com os americanos e as relações comerciais entre os dois países.

A eleição de Bolsonaro tem sido classificada por autoridades americanas como uma “oportunidade histórica” de aproximação entre Brasil e Estados Unidos. Bolsonaro já sinalizou com políticas de relações exteriores semelhantes às adotadas pelo governo Trump, como a mudança da embaixada de Israel para Jerusalém. No encontro com Bolsonaro, os americanos pretendem falar sobre expansão de comércio e investimentos especialmente nas áreas de tecnologia, defesa e agricultura.

Na reunião com os brasileiros hoje, Pompeo pretende discutir o “comércio predatório” da China em países da região e definir prioridades na agenda de cooperação entre EUA e Brasil para 2019. Durante a campanha eleitoral, Bolsonaro fez críticas às práticas comerciais dos chineses. Pompeo também irá incluir na agenda do encontro com Bolsonaro e Ernesto Araújo questões sobre Venezuela, Nicarágua e Cuba

Autoridades americanas esperam que Bolsonaro visite os EUA para um encontro com Trump ainda no início de 2019.

 

Dilma e FHC não têm lugares reservados na posse de Bolsonaro

no Salão Nobre do Palácio do Planalto, onde o novo presidente, Jair Bolsonaro, dará posse aos 22 ministros e receberá convidados, há assentos reservados na primeira fileira para dois ex-presidentes – José Sarney (1985 a 1990) e Fernando Collor de Mello, que sofreu impeachment em 1992 e hoje é senador pelo PTC.

Ex-presidente Dilma Rousseff em Belo Horizonte 07/10/2018 REUTERS/Washington Alves

Foto: Reuters

Não constam ali, porém, lugares destinados a Dilma Rousseff (PT), cassada após processo de impeachment, em 2016, nem a Fernando Henrique Cardoso (PSDB), que governou o País de 1995 a 2002.

 

A assessoria de imprensa do Itamaraty informou que todos os ex-presidentes foram convidados para a posse de Bolsonaro, com exceção de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), condenado da Lava Jato que está preso desde abril do ano passado.

Os lugares marcados para os ex-presidentes têm visão privilegiada, praticamente em frente à rampa que Bolsonaro subirá, na tarde desta terça-feira. No Parlatório do Planalto, Bolsonaro receberá a faixa presidencial das mãos do presidente Michel Temer e, após fazer um discurso diante da Praça dos Três Poderes, onde está concentrada a população que veio assistir à posse, vai se dirigir ao Salão Nobre.

Das 400 cadeiras do salão, 33 estão com o símbolo Acessível em Libras, a Língua Brasileira de Sinais. Além dos assentos reservados para ex-presidentes e ministros há fileiras para governadores, prefeitos, presidentes da Câmara e do Senado, de tribunais superiores, integrantes Procuradoria-Geral da República e comandantes das Forças Armadas, entre outros.

Presidentes de partidos, que tanto reclamaram de não serem ouvidos nas negociações do primeiro escalão, também têm lugar reservado no Salão Nobre, mas bem atrás, perto dos elevadores.

Médium que previu prisão de Pezão faz apostas para Bolsonaro

Em 2017, a Mãe Solange de Oyá previu dois dos principais acontecimentos de 2018 para o Rio de Janeiro: a prisão do governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, ocorrida em novembro, e a eleição de um novato no cargo, que foi assumido nesta terça-feira (1º) por Wilson Witzel (PSC). Sabendo disso, o jornal ‘Extra’ convidou a médium para fazer novas previsões sobre o cenário político em 2019.

 

 

Mãe Solange prevê que Witzel fará um bom governo neste ano. “Ele terminará obras e projetos inacabados em outros governos. Irá administrar (o estado) muito bem”, afirma.

No entanto, a médium diz que o novo governador do Rio vai precisar tomar cuidado com sua segurança pessoal.

Mãe Solange diz ainda que 2019 será complicado para o prefeito do Rio, Marcelo Crivella, e para o presidente Jair Bolsonaro. Segundo a leitura dos búzios, os dois terão uma grande dificuldade para governar e vão enfrentar fortes embates políticos.

(Foto: Divulgação)

Sem banheiro ou água, jornalistas relatam restrições em posse de Bolsonaro

Restrições à atuação da imprensa durante a cobertura de posse do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), foram divulgadas por jornalistas e pela Abraji – Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo, nesta terça-feira, 1.

Segundo os relatos, os profissionais ficaram em média sete horas fechados, sem poder se deslocar entre pontos de Brasília, com acesso limitado a água e banheiros.

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Sob o título “Um dia de cão”, a jornalista da Folha de S.Paulo, Mônica Bergamo, descreveu como “algo jamais visto depois da redemocratização do país, em que a estreia de um novo governo eleito era sempre uma festa acompanhada de perto, e com quase total liberdade de locomoção, pelos profissionais da imprensa”.

O salão nobre do Palácio do Planalto foi liberado para um jornalista de cada veículo, porém vetando o acesso às autoridades. Movimentos bruscos a exemplo dos fotógrafos que costumam levantar suas câmeras também foram vetados pela assessoria no novo governo, já que poderia levar a um sniper (atirador de elite) abater o “alvo”.

Os jornalistas também teriam de embarcar em um ônibus às 8 horas rumo ao Congresso. A posse presidencial estava marcada para começar às 15 horas (sete horas de espera). Foi vetado a distribuição de cafezinhos e as cadeiras foram retiradas, levando aos profissionais trabalharem sentados no chão. Lanches deveriam ser levados em sacos transparentes, e maçãs deveriam ser cortadas – já que inteiras causariam alguma lesão no presidente “se lançadas”.