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Romário mostra total despreparo em entrevista ao RJ Tv

Hoje terminou a série de entrevistas com os candidatos ao governo do Rio, começando com Garotinho (PRP), passando por Tarcísio (PSol), Eduardo Paes (DEM), Indio da Costa (PSD) e terminando com o Romário (Podemos). E é incrível, mas também já esperado, o total despreparado do senador Romário, durante a entrevista não conseguiu dar uma única resposta satisfatória, não é a toa que digo que ele é pior candidato a governador do Rio:

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=mZmgi9IfXy0]

Em Garotinho, aconteceu o cinismo básico e a resposta de que está sendo perseguido, Tarcísio na sua linha ideológica, e Indio mostrando que é candidato a prefeito em 2020, enquanto Paes mostrou ser da escola Cesar Maia e assumiu a responsabilidade por tudo que aconteceu no Rio quando era prefeito.

Mas Romário não conseguiu responder a nada, se perguntado sobre a nomeação de um indicado seu para a secretaria de esportes da Prefeitura de Paes, diz que não foi por ter apoiado o então prefeito, e sim porque este teria pedido uma ajuda com nomes para o esporte…

Do dinheiro em nome da irmã, é que o dinheiro é dele e ele faz o que quiser. O que é ok, mas como tem dívidas o dinheiro não é bem dele, e sim para quem ele deve. Por isso as dúvidas do COAF sobre se ele estava fazendo ocultação de patrimônio.

Em nenhuma resposta me parece que Romário conseguiu mostrar total lisura, seja sobre a sua carteira de motorista cassada, sobre um assessor acusado de assassinato, por aí vai, e sobre a capacidade para governar piora. Mostrou total desconhecimento sobre a situação do estado, ao que parece ele pensa que basta ter andado de ônibus e tido uma infância difícil para ser governador do Rio.

E se Bolsonaro mostra apenas desconhecimento em economia, mas sabendo um básico da situação do país, Romário nem isso. Quando perguntado sobre o que poderia ajudar a resolver a crise do estado, nem uma única resposta. Não é à toa que virou piada no twitter:

labradora humana@litalibar

O assessor do romário vai a juri por torturar, matar e atear fogo em pessoas. O Romário fala que é um amigo muito querido quando indagado sobre as acusações. OLHA. OLHA. “a gente na vida comete umas falhas, toma umas decisões que não são as melhores, eu sou ficha limpa”

Marcelo Jorand@marcelo_jorand

Com todo respeito que tenho ao Romário, deu pena de ver o massacre que foi submetido pelo RJTV, o caso do Porsche então deu pena, onde Romário é obrigado a assumir que foi pego dirigindo sem carteira de habilitação, um crime. Deveria ter se preparado para a sabatina. pic.twitter.com/A58OTIoQiH

Reis@ReisDaGalera

Romário é o carioca raiz: jogador de futebol (jogou muita bola), malandro, pegador, tem histórias fascinantes, fez muita merda, marrento, se acha o foda e agora pode ser GOVERNADOR do rio de janeiro pagando de bom moço e do bem. E tem gente que acredita.

Reis@ReisDaGalera

Romário é o carioca raiz: jogador de futebol (jogou muita bola), malandro, pegador, tem histórias fascinantes, fez muita merda, marrento, se acha o foda e agora pode ser GOVERNADOR do rio de janeiro pagando de bom moço e do bem. E tem gente que acredita.

Tab@piztab

espero q vcs estejam vendo o Romário passando vergonha no rjtv

Se depender do RJ Tv de hoje é capaz de Romário ficar atrás do candidato do PCO. Assista e tire suas conclusões.

PF encontra extratos bancários que podem mudar investigação do ‘caso Bolsonaro’

Adelio passou por 12 empregos nos últimos sete anos e em nenhum deles permaneceu mais do que três meses – Foto: ReproduçãoA Policia Federal pretende abrir uma nova frente de investigação sobre as circunstâncias em que ocorreu o atentado contra o candidato a presidente da República Jair Bolsonaro, que foi esfaqueado quinta-feira (6), durante um ato de campanha, em Juiz de Fora (Zona da Mata). Conforme revelou o Jornal O Globo, a nova linha de investigação tem como subsídios a localização pela PF de cartão de crédito internacional e extratos de contas bancárias de Adelio Bispo de Oliveira, de 40 anos, autor confesso do atentado contra o presidenciável do PSL e que está preso preventivamente em um presídio federal no Mato Grosso do Sul.

Foram encontrados pela PF em um quarto de uma pensão onde Adelio estava hospedado em Juiz de Fora, um cartão de crédito internacional do Banco Itaú e dois cartões da Caixa Econômica Federal, sendo um de conta corrente e de outro de conta-poupança. Foram recolhidos extratos dos dois bancos em nome de Adelio. Também foi apreendido um recibo no valor de R$ 430,00 em nome dele.

A apreensão do material foi revelada pela revista “Crusoé” e confirmada ao ESTADO DE MINAS por fonte de Juiz de Fora nesta quarta-feira. O registro do material também consta em um auto de apreensão das buscas no quarto onde o esfaqueador vivia.

Com a apreensão, a PF deverá pedir a quebra de sigilo bancário das contas de Adelio. O objetivo da nova frente de investigação é descobrir de onde vinha o dinheiro que abastecia as contas e manter o cartão de crédito internacional  do agressor de Bolsonaro. Adelio passou por 12 empregos nos últimos sete anos e em nenhum deles permaneceu mais do que três meses. Ele estava desempregado quando cometeu o atentado a Bolsonaro.

Conforme revelou o ESTADO DE MINAS, Adelio Bispo de Oliveira é integrante de família pobre de Montes Claros (Norte de  Minas). Ele vivia a maior parte do tempo fora da cidade e esteve na cidade natal pela última vez há um ano e seis meses. Os quatro advogados que defendem o agressor de Bolsonaro disseram que foram contratados por igrejas evangélicas de Montes Claros ou pessoas ligadas a elas. Mas, as igrejas as quais teriam sido freqüentadas por Adelio e citadas pelos advogados negaram ligação com a contratação dos defensores dele, desmentindo também pagamento das custas processuais. Assim, surgiram outros questionamentos: sobre quem está pagando os advogados ou se eles apenas decidiram defender Adelio gratuitamente, para aparecer na mídia.

APREENSÃO DE COMPUTADOR

Polícia Federal  apreendeu em uma lan house em Juiz de Fora seis unidades de disco rígido de computadores que foram usados por Adelio Bispo de Oliveira. Foi o próprio dono do estabelecimento que reconheceu o agressor de Bolsonaro na televisão e chamou a PF. Ele relatou que Adelio usou os computadores de 29 de agosto a 6 de setembro, duas vezes por dia, sempre pela manhã e pela tarde. Ele ficava cerca de uma hora no local e apresentava comportamento “aparentemente normal”, revelou a fonte.

Os laudos periciais emitidos até agora indicam que Adelio agiu sozinho ao cometer o ataque contra Bolsonaro. O homem sustenta que agiu sozinho.

TRE cassa registro de MC Tikão a deputado federal por ‘envolvimento com organizações criminosas’

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) indeferiu, por unanimidade, o pedido de registro de candidatura de Fabiano Baptista Ramos, o MC Tikão, ao cargo de deputado federal. De acordo com o relator do processo, desembargador eleitoral Antônio Aurélio Abi Ramia Duarte, “há evidências concretas de envolvimento do candidato com organizações criminosas ou paramilitares que desafiam a soberania interna do Estado Brasileiro”. A Corte acolheu, nesta quinta-feira, um pedido da Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) para proibir MC Tikão de fazer campanha.

Em seu voto, o desembargador cita matérias de veículos de jornalismo que relacionam MC Tikão a fatos criminosos. Para o magistrado, o candidato “comporta-se como porta-voz da facção ao produzir funks ‘proibidões’ que enaltecem traficantes e os entretêm por meio de shows em seus territórios, não mais governados pelo Estado Brasileiro, mas pelos ‘Estados Paralelos'”.

Ainda de acordo com o relator do processo, “permitir a participação no pleito de candidatos vinculados a facções criminosas ou milícias constitui grave atentado ao processo democrático e à soberania nacional”. Além disso, apesar de intimado, MC Tikão não apresentou as certidões de inteiro teor da comarca da Capital, onde “noticia-se uma variedade de condutas praticadas pelo requerente, conforme as notícias e o vídeo acostados aos autos”.

Em um vídeo durante um show do MC Tikão no Baile da Gaiola, no Complexo da Penha, é possível ver que na plateia há pessoas armadas com fuzis e pistolas. Em depoimento na 22ª DP (Penha) Tikão disse que já estava bêbado e, por isso, não viu nenhum homem armado no local.

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No vídeo, MC Tikão canta a música “Faixa de Gaza”, do funkeiro MC Orelha, uma clara apologia ao tráfico de drogas que cita nomes de bandidos. Em vários trechos fala também da maior facção criminosa do Rio e comenta o uso de armas. Em seu depoimento, ao ser questionado se cantou música exaltando o CV durante sua apresentação, o funkeiro afirmou que apenas iniciou a música e o público continuou.

Em depoimento, Fabiano negou ainda conhecer Sombrão e My Thor, traficantes do CV para os quais ele pediu liberdade durante sua apresentação. O MC afirmou que fez menção a esses nomes porque “alguém pediu”. O funkeiro também disse que pessoas desconhecidas solicitaram que ele pedisse liberdade para toda a facção em seu show, como aparece na filmagem.

O MC ainda relatou à polícia que é comum, quando se está na euforia cantando, levantar a mão e se exaltar quando se faz referência a uma facção criminosa. Em seu depoimento, Tikão afirma que recebeu R$ 2 mil pelo show, mas que não fechou um contrato formal de serviço. Ele afirmou que iria ao local, inicialmente, para gravar seu clipe e acabou sendo contratado para o show. O funkeiro alegou ainda que não faz show apenas em áreas do CV.

De acordo com informações do delegado titular da 22ª DP, Rodrigo Freitas, MC Tikão será indiciado por Apologia de crime ou criminoso e será investigado por associação para o tráfico.

Funkeiro já foi preso por associação para o tráfico

MC Tikão foi preso em outubro de 2017 suspeito de ligação com o tráfico de drogas da favela da Rocinha. Ele ficou um mês atrás das grades e foi solto em novembro do ano passado, após a Justiça ter negado a renovação de sua prisão temporária.

Apesar disso, continuou sendo investigado pela Delegacia de Combate às Drogas (Dcod) e foi indiciado por associação para o tráfico de drogas no início de junho deste ano. No fim do mês, Fabiano foi denunciado pelo mesmo crime pelo Ministério Público estadual. A denúncia ainda não foi aceita pela Justiça.

Foto: Reprodução

Tikão é acusado de ter ajudado na fuga do traficante Rogério Avelino da Silva, o Rogério 157, em setembro do ano passado, quando as Forças de Segurança iniciaram uma operação para tentar conter a guerra pelo controle do tráfico na Rocinha.

De acordo com as as investigações da Dcod, Rogério fugiu da comunidade da Zona Sul do Rio na garupa da moto pilotada por Fabiano. Ainda de acordo com o inquérito, o funkeiro é íntimo do traficante e participou de reuniões de sua quadrilha. Além disso, ficou em algumas situações com armas de Rogério 157, tendo feito disparos de arma de fogo durante bailes funk.

Tikão é candidato a deputado federal pelo Solidariedade, partido que faz parte da coligação do candidato ao governo do Rio, Eduardo Paes. O EXTRA procurou o Solidariedade, que informou que a Executiva Estadual no Rio de Janeiro vai encaminhar o caso para o conselho de ética do partido para tomar as devidas providências.

Ciro Gomes diz que sai da política se Bolsonaro vencer as eleições

O candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, disse que em caso de eleição de Jair Bolsonaro (PSL), líder nas pesquisas de intenção de votos, ele sairá da política e não integrará oposição a ele. “(Se Bolsonaro ganhar) Eu vou desejar boa sorte a ele, cumprimentá-lo pelo privilégio e depois eu vou chorar com a minha mãe. Eu saio da política. A minha razão de estar na política é amor, paixão, confiança. Se nosso povo por maioria não corresponder, vou chorar”.

Em sabatina no jornal “O Globo”, o pedetista foi questionado sobre sua relação com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e sobre por que ainda não foi visitá-lo na prisão, em Curitiba, onde está desde abril. Ciro afirmou que tentou em diversas instâncias e recorreu até o Superior Tribunal de Justiça para vê-lo.

“Não visito Lula hoje porque não é mais oportuno. Mas pedi à juíza de Execuções Penais, recorri ao Tribunal Regional, ao STJ, que demorou demais. Depois o critério mudou: botaram o Lula para decidir quem poderia ir, mas até hoje não fui distinguido com essa honra”.

A única vez em que sua ida foi cogitada pelo PT foi quando das conversas para que ele compusesse a chapa de Lula como vice. “Achei isso um insulto. Eu iria por razão pessoal, humanitária, não política. O Lula não é o satanás para mim, nem um deus. É um presidente que foi muito bom para o povo brasileiro e que merecidamente tem desse povo gratidão”, explicou.

“Mas isso não deveria obrigar nenhum de nós a achar que Lula é infalível. Ele indicou Dilma, ele escolheu Temer, escolheu Haddad pra ser prefeito de São Paulo e ele (Haddad) perdeu no primeiro turno na reeleição. É para a gente pensar. O Lula é uma pessoa boa, mas suas escolhas podem ser erradas”.

Durante a sabatina, Ciro foi questionado pelos jornalistas sobre a autonomia do Banco Central em um possível governo seu e disse que, se for eleito, terá o BC subordinado a ele. Sobre a indicação de ministros ao Supremo Tribunal Federal (STF), criticou a escolha de Alexandre de Mores, Gilmar Mendes e Dias Toffoli, e afirmou que num governo seu só serão cogitados nomes que nunca tiveram envolvimento político-partidário.

Moro
Na sabatina, Ciro Gomes criticou a postura de juízes, como Sergio Moro. “Não tem um debate no estrangeiro em que eu não encontre um desses aí. Não sei a que horas julgam. Tem cochicho no ouvido do Aécio (Neves)… Não sei se é porque estou velho, mas no meu tempo, juiz não ia nem para o bar. Ele não pode se dar a esse desfrute. Um juiz singular vai ter chibata moral da República? Essas coisas têm que ser sóbrias”.

Ele criticou ações da Lava Jato perto das eleições. “O objetivo da Lava Jato é passar para a sociedade brasileira que a impunidade não é mais um prêmio do bandido de alta coturno. Agora, causa constrangimento fazer isso agora. O Beto Richa… Isso tudo é muito estranho.” Ele reafirmou seu posicionamento anticorrupção: “No meu governo, se eu não roubo, não rouba ninguém para baixo”.

Comentando brevemente as pesquisas eleitorais, que o colocam em segundo lugar nas intenções de voto, atrás de Jair Bolsonaro (PSL), Ciro disse que “ninguém acreditava” que seu desempenho seria bom. Afirmou, ao responder sobre um possível acordo com o PT num segundo turno contra Bolsonaro, que seu “inimigo” não é o partido de Fernando Haddad.

“Meu inimigo é o projeto (Michel) Temer, que é replicado pelo PSDB e pelo Bolsonaro, um projeto antipobre. Meu problema com o PT é o risco com que tem exposto o país de dançar à beira do abismo”, disse, referindo-se à demora no anúncio de Haddad no lugar do ex-presidente Lula, preso pela Lava Jato.

Num momento mais relaxado, de “terapia de grupo” com os jornalistas do Globo, falou de seu controle emocional. “Eu fiz uma opção de vida de devoção ao povo brasileiro. Sei que fica avizinhado à demagogia, mas é o sentido superior da minha vida. Devo ter pedido o primeiro voto da minha vida no berçário da maternidade. No primário já estava envolvido nas questões coletivas. Estou me controlando, sou avô. Mas não vou virar uma barata para ser presidente da República”.

 

Senador americano morre aos 81 anos

McCain era um veterano da Guerra do Vietnã e foi candidato do Partido Republicado à Presidência dos Estados Unidos.

Sua família havia anunciado ontem que ele não daria continuidade ao tratamento para combater um tumor agressivo diagnosticado em julho de 2017.

O câncer foi descoberto quando ele passou por uma cirurgia para remover um coágulo localizado acima de seu olho esquerdo.

Segundo seus familiares, o político havia “não tinha expectativa de sobreviver por causa do progresso da doença e sua idade avançada” e, por isso, foi feita esta opção.

© Domínio público McCain foi piloto no Vietnã e passou cinco anos como prisioneiro de guerra

McCain estava em seu sexto mandato no Senado e foi derrotado por Barack Obama na eleição presidencial de 2008.

Ele foi piloto no Vietnã e passou mais de cinco anos como prisioneiro de guerra, quando foi submetido a tortura.

Ele havia deixado Washington para se tratar no Arizona em dezembro passado e passou por uma operação em abril. Faria 82 anos em 29 de agosto.

Em seu livro de memórias, lançado em maio, o senador, que era um crítico do atual presidente americano, Donald Trump, disse:

“Antes de ir, quero ver nossa política começar a voltar aos propósitos e práticas que distinguem nossa história da história de outras nações. Quero nos ver recuperar nossa crença de que somos mais parecidos do que diferentes.”

 

Fonte: BBC News

Presidente do TRF-4 determina que Lula deve continuar preso

O presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), desembargador federal Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz, determinou na noite deste domingo (8) que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) continue preso e que o processo retorne ao relator dos casos da Lava Jato na Corte, desembargador federal João Pedro Gebran Neto.

“Nessa equação, considerando que a matéria ventilada no habeas corpus não desafia análise em regime de plantão judiciário e presente o direito do Des. Federal Relator em valer-se do instituto da avocação para preservar competência que lhe é própria (Regimento Interno/TRF4R, art. 202), determino o retorno dos autos ao Gabinete do Des. Federal João Pedro Gebran Neto, bem como a manutenção da decisão por ele proferida no evento 17”, destacou Thompson Flores no despacho.

A discussão teve início com a decisão do desembargador federal plantonista do TRF-4 Rogério Favreto, que mandou soltar Lula na manhã deste domingo, o que ocasionou uma sequência de decisões divergentes envolvendo a soltura do ex-presidente.

Veja as decisões deste domingo:

  • Pela manhã, o desembargador federal plantonista do TRF-4, Rogério Favreto decidiu conceder liberdade a Lula;
  • Em seguida, o juiz Sérgio Moro afirmou que o desembargador plantonista não tinha competência para mandar soltar Lula;
  • Logo depois, Favreto emitiu um novo despacho, reiterando a decisão de mandar soltar o ex-presidente;
  • No início da tarde, o Ministério Público Federal pediu a reconsideração da decisão sobre o pedido de soltura;
  • O desembargador federal João Pedro Gebran Neto, relator dos processos da Lava Jato em segunda instância, determinou que não fosse cumprida a decisão de Favreto;
  • Em resposta ao relator, o desembargador federal plantonista do TRF-4, Rogério Favreto voltou a ordenar a soltura do ex-presidente Lula;
  • Presidente do TRF-4, desembargador federal Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz, decidiu durante a noite que Lula continue preso e o processo retorne ao relator dos casos da Lava Jato na Corte, desembargador federal João Pedro Gebran Neto.

Favreto é desembargador plantonista e já foi filiado ao PT. Ele se desfiliou ao assumir o cargo no tribunal.

Em setembro de 2016, durante votação da Corte Especial do TRF-4, ele foi o único que votou a favor da abertura de um processo administrativo disciplinar contra Moro e por seu afastamento cautelar da jurisdição, até a conclusão da investigação.

O juiz Moro está em férias, mas, segundo a assessoria da Justiça Federal do Paraná, “por ser citado como autoridade coatora no habeas corpus, ele entendeu possível despachar no processo”.

O presidente do TRF-4 explicou em sua decisão que o plantão judiciário não se destina ao exame de um pedido já apreciado pela Corte. Assim, determinou que a Polícia Federal se abstenha de modificar a decisão colegiada da 8ª Turma do TRF-4.

“Não há negar a incompetência do órgão jurisdicional plantonista à análise do writ e a decisão de avocação dos autos do habeas corpus pelo Des. Federal Relator da lide originária João Pedro Gebran Neto há de ter a sua utilidade resguardada neste momento processual”, diz parte do despacho.

Em nota assinada pelo advogado Cristiano Zanin Martin, a defesa do ex-presidente se manifestou sobre a determinação da soltura de Lula. O texto, elencado em cinco pontos, diz que o juiz Sérgio Moro não poderia impedir o cumprimento da determinação de Favreto por estar em férias. Além disso, considera incompatível a atuação de Moro, e acrescenta que ele trabalha em parceria com o MPF de Curitiba. Por fim, a defesa sustenta que o petista sofre perseguição política e reforça que usará todos os meios legais para provar que a prisão de Lula é “incompatível com o Estado de Direito”. Leia abaixo a íntegra da nota.

A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, criticou por meio de nota a Polícia Federal pelo não cumprimento da ordem de soltura dada pelo desembargador plantonista Rogério Favreto. Ela também criticou o juiz Sérgio Moro, o desembargador João Pedro Gebran Neto e o presidente do TRF-4, desembargador Thompson Flores, por não acatarem a decisão de Favreto. Gleisi também criticou os tribunais superiores que, segundo a nota, deveriam agir. E exigiu que a decisão seja cumprida.

Leia a íntegra da nota da defesa do ex-presidente:

“Em relação ao habeas corpus impetrado por parlamentares em favor perante o TRF4 -Tribunal Regional Federal da 4ª. Região (HC nº5025614-40.2018.4.04.0000/PR) a defesa técnica do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva registra que:

1 – O juiz de primeira instância Sergio Moro, em férias e atualmente sem jurisdição no processo, autuou decisivamente para impedir o cumprimento da ordem de soltura emitida por um Desembargador Federal do TRF4 em favor de Lula, direcionando o caso para outro Desembargador Federal do mesmo Tribunal que não poderia atuar neste domingo (08/07);

2 – É incompatível com a atuação de um juiz agir estrategicamente para impedir a soltura de um jurisdicionado privado de sua liberdade por força de execução antecipada da pena que afronta ao Texto Constitucional — que expressamente impede a prisão antes de decisão condenatória definitiva (CF/88, art. 5º, LVII);

3 – O juiz Moro e o MPF de Curitiba atuaram mais uma vez como um bloco monolítico contra a liberdade de Lula, mostrando que não há separação entre a atuação do magistrado e o órgão de acusação;

4 – A atuação do juiz Moro e do MPF para impedir o cumprimento de uma decisão judicial do Tribunal de Apelação reforçam que Lula é vítima de “lawfare”, que consiste no abuso e na má utilização das leis e dos procedimentos jurídicos para fins de perseguição política;

5 – A defesa de Lula usará de todos os meios legalmente previstos, nos procedimentos judiciais e também no procedimento que tramita perante o Comitê de Direitos Humanos da ONU, para reforçar que o ex-presidente tem permanentemente violado seu direito fundamental a um julgamento justo, imparcial e independente e que sua prisão é incompatível com o Estado de Direito.”

Lula condenado

Lula foi condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do triplex em Guarujá (SP). Para os três desembargadores da 8ª Turma do TRF-4, que julgaram o processo, há provas de que Lula recebeu propina da construtora OAS por meio da entrega do triplex e reformas no imóvel.

Eles mantiveram a condenação determinada pelo juiz Sérgio Moro por unanimidade e aumentaram para 12 anos e 1 mês a pena de Lula, que se tornou o primeiro ex-presidente do Brasil condenado por crime comum.

O petista se entregou à Polícia Federal no dia 7 de abril. Ele está em uma sala especial de 15 metros quadrados, no 4º andar do prédio da PF, com cama, mesa e um banheiro de uso pessoal. O espaço reservado é um direito previsto em lei.

Fonte: G1.

Professor que encontrou falhas na urna eletrônica deixará o Brasil

0, realizar alguns testes de invasão e buscar vulnerabilidades — o resultado dos testes você pode acompanhar aqui.

A luta de Aranha, sua e de outras equipes de segurança, era caminhar para um modelo mais seguro de contagem de votos. Uma das ideias seria adicionar uma camada extra: o voto impresso. Infelizmente, essa luta sofreu um golpe duro na semana passada, quando o Supremo Tribunal Eleitoral suspendeu a implantação do voto impresso nas próximas eleições por 8 a 2. Vale notar que o uso do voto impresso foi aprovado pelo Congresso Nacional em 2015 como parte da minirreforma eleitoral.

“O principal argumento de apoio era o risco representado para o sigilo do voto se um mesário verificasse a cédula impressa. Esta máquina também tem uma tela grande, mas tanto faz”

Agora, de acordo com o Baguete, o pesquisador Diego Aranha está deixando o Brasil para dar aulas na Dinamarca, especificamente na Universidade de Aarhus. “A decisão veio de uma desilusão generalizada com o estado completamente disfuncional do país. A (in)segurança da urna eletrônica é apenas mais um exemplo infeliz”, resume Aranha sobre a mudança.

Entre as vulnerabilidades encontradas nas urnas pelas equipes de pesquisa, poderia até ser possível alterar o voto de alguém diretamente — mesmo que o tempo de análise tenha sido curto para ‘maiores’ comprovações. Ainda, também é possível ludibriar cidadãos alterando textos na tela.

No dia em que o STF venceu essa luta, Aranha tweetou: “Voto impresso derrubado no STF. Nenhuma surpresa, com exceção do voto do relator, cujos votos inclusive funcionam como um gerador de números aleatórios superior ao utilizado em 2012 para proteger o sigilo do voto. O Supremo Tribunal Federal acaba de suspender as provas de papel verificadas pelos eleitores nas próximas eleições. O principal argumento de apoio era o risco representado para o sigilo do voto se um mesário verificasse a cédula impressa. Esta máquina também tem uma tela grande, mas tanto faz”.

É preciso notar que todas as vulnerabilidades encontradas, mesmo com o pouco tempo disponível para mais testes, foram corrigidas pelo Tribunal Superior Eleitoral

Nesta quinta-feira, 19 de abril, Cuba viverá um dia histórico. Raúl Castro, 86 anos, cederá a presidência e seu sucessor será o seu vice-presidente, Miguel Díaz-Canel, de 57 anos, nascido depois da revolução de 1959. Uma nova geração chega ao topo do Estado, embora ainda sob a figura tutelar do general Castro, que permanece até 2021 como primeiro secretário do Partido Comunista, o órgão máximo de decisão na ilha por determinação constitucional. É o penúltimo ato do adeus da “geração histórica”. Depois da morte de Fidel Castro, em 2016, o início de uma nova era será rubricado, definitivamente, nos próximos anos pela saída de seu irmão Raúl do comando do partido ou por seu falecimento.

A Assembleia Nacional de Cuba se reuniu nesta quarta-feira em Havana para votar nos candidatos a ocupar os postos do Conselho de Estado, eleitos por uma Comissão Eleitoral Nacional controlada pela cúpula do regime. Díaz-Canel foi indicado como candidato à presidência e votado pelos 604 deputados. O resultado, que se dá como certo que será por aprovação unânime, vai ser anunciado oficialmente nesta quinta-feira. A sessão desta quarta-feira foi presidida por Raúl Castro. A seu lado estava o vice-presidente Díaz-Canel, vestido com um sóbrio terno cinza. Ambos pareciam relaxados e estavam sorridentes.

Díaz-Canel iniciará um mandato de cinco anos, renovável por outros cinco, mas não mais que isso, em razão do limite de duas legislaturas estabelecido por Raúl Castro para os altos cargos. A sucessão presidencial tem sido marcada pelo chamado à “continuidade”, o conceito-chave do governismo em uma conjuntura muito importante que evitam identificar com uma transição, para não dar espaço à ideia de uma possível mudança de regime.

O novo presidente, um engenheiro eletrônico que subiu a escada do poder com discrição durante três décadas na burocracia do partido, se apresenta, portanto, como o continuador da linha revolucionária e socialista e, mais especificamente, do processo de reformas iniciado por Raúl Castro na última década. Seus maiores desafios serão dar impulso à transição para um modelo de mercado para revitalizar a economia –com a complexidade de não inquietar as facções tradicionalistas do partido– e tornar-se uma figura de autoridade unitária acatada pelas elites burocráticas e do Exército e, em última instância, pela sociedade. Terá também, como fizeram os Castro, de garantir que a estabilidade do sistema continue repousando na concentração do comando no cume da pirâmide. E, por fim, precisará enfrentar a relação com os Estados Unidos, onde Donald Trump voltou a cultivar o antagonismo de outrora.

Os analistas concordam em que o alcance reformista de Díaz-Canel é uma incógnita, pelo pouco que se sabe dele e porque não se pode prever a autoridade que chegará a ter. “Não se sabe bem o que pensa e, além do mais, se Raúl Castro em dez anos não foi capaz de acelerar mais as reformas por causa do contrapeso dos setores conservadores, não sei como Díaz-Canel poderá fazer isso, já que não está revestido de sua legitimidade histórica e é bem provável que não tenha o apoio unânime do Exército e do partido”, opina o economista Carmelo Mesa-Lago. O cientista político Michael Bustamante, da Universidade Internacional da Flórida, ressalta que o novo presidente tem pela frente “uma encruzilhada econômica” com a urgência da unificação monetária como o grande desafio. “É um risco porque a desvalorização pode afetar muito a população. Mas se consegue levar isso em frente também é sua oportunidade de se legitimar diante do povo.” O líder da organização oposicionista Movimento Democracia, de Miami, Ramón Saúl Sánchez, qualifica a sucessão como uma “nomeação de cima que não deveria ser reconhecida internacionalmente” e acha possível que com o desaparecimento do primeiro plano dos históricos “o povo cubano possa começar a protestar mais e abalar o regime”.

Em Havana, o mesmo tempo lento de sempre

Apesar da grande importância deste novo capítulo que Cuba inicia, nas ruas de Havana se respira a mesma tranquilidade, o mesmo tempo lento de sempre. Em uma sociedade que em sua maioria vive quase alheia ao político e centrada na sobrevivência diária, e acostumada a que as mudanças sejam mais nominais do que reais, é natural se encontrar cidadãos que nem sequer sabem o que está acontecendo. “Há um presidente novo?”, respondeu em um parque Jesús Milián, de 24 anos e empregado em serviços de mudanças. A seu lado, Hanoi Borrallo, de 44 anos, disse com tom descrente: “Te digo justamente o que é esse rapaz: o mesmo cake [bolo] com cobertura diferente”. O taxista Helbert Fernández, de 24 anos, reconheceu que nada sabia de Díaz-Canel.

– Você nem sequer o viu em uma foto?

– Não, se disser que sim estarei mentindo. É que não vejo o noticiário.

– E o que você espera do futuro?

– Não sei. Que as coisas melhorem. Que retirem o bloqueio. Algo assim…

Em seu rádio tocava El Micha, um dos astros do reggaeton que cativam a juventude cubana, cantando “Oye tu sí suenas/que se caliente el party/porque soy candela”.

As gerações mais adultas estão mais conectadas com o que está ocorrendo. Leticia Rodríguez, 55 anos e dona de uma casa particular [moradia que funciona também como hospedaria], opinou: “Continuaremos na mesma linha, mas é certo que com mudanças positivas”. Sobre Díaz-Canel disse: “É um cara que não me deixa nenhuma dúvida. Chegou aonde está por méritos próprios. Mas é muito sério. Não tem o carisma ao qual as pessoas estão acostumadas. É outra coisa.”

Nos primeiros anos, para ir se assentando, Díaz-Canel contará com o apoio de Raúl Castro, cujo mandato como primeiro secretário do Partido Comunista se estende até 2021. O partido, e seu dirigente, são por determinação constitucional o órgão máximo de direção do país, acima do presidente do Conselho de Estado. Nesse sentido, o timão de Cuba segue em mãos de Castro, e Díaz-Canel poderá ir conduzindo sua presidência sob seu manto protetor durante três anos, no caso de o general não decidir se retirar antes ou ter de fazer isso por motivos de saúde. Ao chegar a esse ponto, a transferência de poder será completa se Díaz-Canel assumir a chefatura do partido, o que lhe daria plenas atribuições, segundo a lógica do regime, para ser o principal tomador de decisões. Contudo, prevê-se que nunca chegue a ter o nível de poder pessoal dos irmãos Castro e que exerça o poder em conjunto com outros, um enfoque que Raúl já começou a pôr em prática, ao contrário do centralizador Fidel.

Em Cuba, embora não seja um termo do gosto da nomenclatura, Díaz-Canel é considerado um reformista, um tecnocrata convencido da necessidade de modernizar o ruinoso sistema socialista para mantê-lo à tona. Não desponta, porém, como um liberalizador em matéria política e de sociedade civil. O regime de partido único não está em discussão e o reconhecimento de novas liberdades políticas terá de esperar, embora não se deva descartar reformas constitucionais que abram um pouco o sistema e deem, de maneira bem controlada, espaço à livre expressão e associação.

Nesta quinta-feira, na Assembleia Nacional, coincidindo com a efeméride do fracasso da invasão anticastrista da Baía dos Porcos, Miguel Días-Canel será declarado, finalmente, novo presidente de Cuba. Pela primeira vez desde 1976, a presidência não estará a cargo de um Castro. Cubra abre um capítulo incerto de sua história. E, em meio à incerteza pelo que vem, o humor, como sempre, vem em resgate. “O futuro de Cuba?”, se pergunta em seu Facebook o comediante mais famoso da ilha, Luis Silva, intérprete do popular personagem do velhinho Pánfilo; e se responde com um animado jogo de palavras: “Que seja o que Díaz quiser. Perdão, o que Deus quiser”.

JAIR BOLSONARO ASSALTADO NO RJ!!! ME SENTI “ME SENTI INDEFESO”!! LEIAM…

ESSA REPORTAGEM NÃO É DE FORMA ALGUEM DENEGRIR O CANDIDATO A PRESIDENCIA E SEUS ELEITORES

A publicação foi feita no perfil do político e presidenciável Ciro Gomes.

Segundo a  matéria de um jornal carioca de 95, o capitão Jair bolsonaro teria sido assaltado na zona norte  do Rio de Janeiro.

Os bandidos levaram a moto do deputado e sua pistola Glock 380 ,bolsonaro teria dito ao jornal que estranhou a frieza dos criminosos durante ação e declarou” mesmo armado me senti indefeso”.

Se o fato aconteceu realmente a pergunta que não quer calar é :vale a pena andar armado se pessoas que foram treinadas para manter uma arma não conseguem reagir ? Quem dirá um cidadão comum.

ESSA MULHER QUIS ACABAR COM O BOLSONARO!!! A CASA CAIU…QUEM É ELA?

PATRÍCIA LÉLIS, 22 ANOS – UM CURRÍCULO EXTENSO

Patrícia Lélis disse que foi estuprada dentro da própria casa, em 2010, mas esse caso foi arquivado por falta de provas. Disse em um dos empregos que seu carro havia sido roubado e os bandidos causaram um acidente de trânsito com morte. Porém, não houve nenhum tipo de ocorrência sobre o suposto crime.

Patrícia Lélis já estagiou no New York Times, trabalhou como embaixadora da ONU e até câncer no cérebro já teve. Patrícia já falou também que se casaria em um dos parques da Disney, mas a prática não é permitida, segundo responsáveis pelo complexo.

Essa moça já procurou a Delegacia para registrar uma lesão corporal/injúria, mas nos registros policiais, o endereço informado por ela é o da maior residência da rua em que ela mora (ou morava). O imóvel que consta nos registros estava à venda (no ano 2016).

Patrícia já disse que Glauber Braga (PSOL) a teria agredido fisicamente e ameaçado com a divulgação de fotos e vídeos íntimos. Já afirmou que o deputado Marco Feliciano a havia estuprado e, além disso, acusou o assessor do deputado federal de sequestro e cárcere privado.

Bom, agora a “bola da vez” é Eduardo Bolsonaro, que está sendo acusado de ameaçar a pseudojornalista pelo aplicativo Telegram. Aliás, é válido lembrar que, anteriormente, Patrícia, através de seu mundo unicórnio, disse ter namorado com o parlamentar por dois anos.

Será que antes de apresentar tal denuncia ao STF, Raquel Dodge não se atentou a todas essas informações? Ou está agindo em cumplicidade com a mitomaníaca? É vergonhoso uma Procuradora Geral da República se prestar ao mais horrendo dos “favores”. Isso só mostra o quanto nossas Instituições estão fragilizadas.

Patrícia Lélis representa risco à sociedade por mentir e causar danos a diversas pessoas. Ela se perde em falas desconexas. Se aproveita de momentos aparentemente oportunos para tentar lucrar politicamente e ser alvo da mídia. Já deveria estar presa ou internada em um manicômio.