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E AGORA? MOVIMENTO SEM TETO INVADE TRIPLEX DE LULA!!!

O Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) e a Frente Povo Sem Medo ocuparam, na manhã desta segunda-feira (16/4), o triplex atribuído ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Guarujá (SP).

“Se é do Lula, o povo poderá ficar. Se não é, por que então ele está preso?”, escreveu o coordenador do MTST e pré-candidato à Presidência da República pelo PSol, Guilherme Boulos, em suas contas no Twitter e no Facebook.

 

Guilherme Boulos

@GuilhermeBoulos

MTST e a Povo Sem Medo acabam de ocupar o triplex do Guarujá, atribuído a Lula por Moro. Se é do Lula, o povo poderá ficar. Se não é, por que então ele está preso? @midianinja

Boulos é uma das lideranças políticas próximas de Lula. No último fim de semana, inclusive, viajou a Portugal para uma mobilização em defesa da liberdade do ex-presidente, que está preso na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba (PR). O petista foi condenado a 12 anos e 1 mês de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do apartamento no litoral paulista.

Filho de Bolsonaro responde no Twitter: “Racista é o c* da sua mãe”

Em meio à denúncia de Jair Bolsonaro (PSL) pelo crime de racismo, o deputado estadual pelo Rio de Janeiro Flávio Bolsonaro (PSC) – um dos filhos do o pré-candidato à Presidência da República – usou a conta do Twitter, na madrugada deste sábado (14/4), para repudiar insinuações de que a família seria preconceituosa.

“Racista é o c… da sua mãe, militante esquerdista nojento. Jair Bolsonaro foi forjado no quartel, lugar de gente decente, humilde, trabalhadora e cheio de negão!”, postou ele.

Para robustecer o próprio discurso, o herdeiro do militar trocou o nome do perfil para “Flávio NEGÃO Bolsonaro” e postou foto abraçado com um possível eleitor negro.

Veja a postagem: 

 

Flavio NEGÃO Bolsonaro

@FlavioBolsonaro

Racista é o cu da sua mãe, militante esquerdista nojento! Jair Bolsonaro foi forjado no quartel, lugar de gente decente, humilde, trabalhadora e cheio de negão!

NEM FORA DO PAIS ELES TEM PAZ!!! DOIS SENADORES PASSAM VERGONHA EM DUBAI!! (VIDEO)

Dois vídeos que circulam nas redes sociais mostram o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), e os senadores Jorge Viana (PT-AC) e Antônio Anastasia (PSDB-MG) sendo hostilizados por brasileiros em um restaurante no aeroporto de Dubai. O trio fez uma escala na maior cidade dos Emirados Árabes em viagem oficial ao Japão, onde participa de programa de intercâmbio entre legislativos, promovido pela Câmara de Conselheiros nipônica.

Não é possível confirmar a data das gravações. No vídeo, os brasileiros criticam a atuação política dos senadores e um deles chega a xingá-los de “ratos e vagabundos”.

 

 

 

Um homem aponta para Jorge Viana e ataca: “Esse aqui é o tal de Jorge Viana, do PT. O senhor foi contra a medida da Previdência. O PT votou contra”. Depois, continua: “Se vocês não roubassem como roubam, o Brasil estaria melhor. Bando de ratos nojentos, seus vagabundos”. Outra pessoa acrescenta: “Nós temos pena daquele Brasil”.

As imagens mostram que o presidente do Senado fica sentado, escutando, olhando para seu celular. Jorge Viana se levanta da mesa e sai. O trio é acompanhado pelo embaixador Marco Farani, responsável pela área de assuntos internacionais do Senado. Ele até tentou intervir, mas foi em vão.

As assessorias dos parlamentares informaram que eles não se manifestarão sobre o episódio.

 

Deputada federal muda o nome para Erika Lula Kokay

Na onda dos caciques petistas nacionais, como os senadores Lindbergh Farias (RJ) e Gleisi Hoffmann (PR), a deputada federal Erika Kokay (DF) pediu para acrescentar o termo “Lula” em seu nome parlamentar. Com a mudança, a vice-líder do PT na Casa passará a ser chamada de Erika Lula Kokay.

Além das placas na porta do gabinete, a nova nomenclatura aparecerá também no painel de votações da Câmara dos Deputados e nas legendas de conteúdos transmitidos nos canais de comunicação da Casa.

 

O pedido foi feito formalmente ao presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), nesta quarta (11/4).

Segundo a parlamentar, é preciso utilizar todos os instrumentos para protestar contra a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que se entregou à Polícia Federal no último sábado (7), após o juiz federal Sérgio Moro decretar a detenção do petista.

“Lula é um preso político, vítima de um ardil articulado por setores golpistas sem voto que capturaram as instituições para impedir que o líder nas pesquisas eleitorais deste ano possa vencer as eleições presidenciais de outubro”, acusa Erika Lula Kokay.

O PREFEITO MARCELO CRIVELLA ESTEVE VISITANDO CAMPO GRANDE HOJE (FOTOS)

Hoje ao lado do Prefeito Marcelo Crivella estiveram o Administrador Regional de Campo Grande, Sebastião Nascimento, e o Superintendente Regional, Jorge Amaral, durante a entrega dos novos uniformes para alunos da rede municipal. O evento foi na E. M. Amazonas, em Campo Grande, uma das 120 que serão beneficiadas pelo pacote de reformas que totalizam R$ 200 milhões este ano. Serão feitas as seguintes intervenções: reforma do telhado, instalações elétricas e hidrossanitárias, pintura externa e interna, recuperação das esquadrias, instalação de ar-condicionado, colocação de Wi-Fi / banda larga, troca de mobiliário (mesas, cadeiras, etc), além da reforma da cozinha e dos banheiros.

 

REDE GLOBO ADVERTE JORNALISTA POR DEFENDER LULA EM ÁUDIOS!!!

Horas depois de vazar nas redes sociais uma série de áudios em que o jornalista Chico Pinheiro, âncora do Bom Dia Brasil, defende o ex-presidente Lula, preso no último sábado (7/4), Ali Kamel, diretor-geral de Jornalismo da Globo, divulgou um comunicado criticando o comportamento dele. O e-mail, enviado no domingo (8) aos jornalistas da emissora, é uma advertência às preferências públicas dos profissionais.

Nas gravações disseminadas pela web, Pinheiro se mostra apaixonado pelo petista: “O fetiche deles era Lula na cadeia. Não foi do jeito que eles queriam, mas o Lula foi, e agora? O que vão fazer agora? Como é que fica? Qual é o próximo passo? Que o Lula tenha calma e sabedoria, inspiração divina para ficar quieto onde está”. A gravação foi publicada em um grupo fechado no WhatsApp no domingo (8).

Para encerrar seu discurso, o jornalista declarou que “a direita está louca” e “os coxinhas estão perdidos”. Depois de tomar conhecimento do episódio, Ali Kamil teve de intervir, falando sobre “danos” à Rede Globo causados por manifestações públicas de seus empregados.

Sem citar Chico Pinheiro, o comunicado informa que “não se pode expressar essas preferências [políticas e partidárias] publicamente nas redes sociais, mesmo aquelas voltadas para grupos de supostos amigos”. Completa: “Uma vez que se tornem públicas pela ação de um desses amigos, é impossível que os telespectadores acreditem que tais preferências não contaminam o próprio trabalho jornalístico”.

Além disso, Kamel ressalta que a “contaminação” compromete o trabalho do jornalista em uma eleição – por exemplo, como Chico Pinheiro entrevistará um candidato de direita agora? “O dano está feito”, escreveu. O diretor-geral relembrou outro recado que havia dado em dezembro passado, quando alertou os profissionais para evitarem divulgar marcas de produtos nas redes. Confira o comunicado distribuído nesta segunda-feira (9):

Em e-mail no ano passado, eu alertei para o uso de redes sociais. Na ocasião, lembrei que jornalistas, de forma não proposital, publicavam fotos em que marcas apareciam. Eu alertei então para aquilo que todos nós sabemos: jornalistas não fazem publicidade e que todo cuidado é pouco para evitar que nossos espectadores equivocadamente pensem que se descumpre esse preceito.

Hoje, volto a falar sobre o uso de redes sociais. O maior patrimônio do jornalista é a isenção. Na vida privada, como cidadão, pode-se acreditar em qualquer tese, pode-se ter preferências partidárias, pode-se aderir a qualquer ideologia. Mas tudo isso deve ser posto de lado no trabalho jornalístico. É como agimos. Daí porque não se pode expressar essas preferências publicamente nas redes sociais, mesmo aquelas voltadas para grupos de supostos amigos. Pois, uma vez que se tornem públicas pela ação de um desses amigos, é impossível que os espectadores acreditem que tais preferências não contaminam o próprio trabalho jornalístico, que deve ser correto e isento.

Como entrevistar candidatos, se preferências são reveladas, às vezes de forma apaixonada? O mais grave é que, quando os vazamentos acontecem, as vítimas, com toda a minha solidariedade, dizem que foram mal interpretadas. Não importa, o dano está feito. A Globo é apartidária, independente, isenta e correta. Cada vez que isso acontece, o dano não é apenas de quem se comportou de forma inapropriada nas redes sociais. O dano atinge a Globo. E minha missão é zelar para que isso não aconteça. Portanto, peço a todos que respeitem o que está em nossos Princípios Editoriais (e nos dos jornais sérios de todo o mundo):

“A participação de jornalistas do Grupo Globo em plataformas da internet como blogs pessoais, redes sociais e sites colaborativos deve levar em conta três pressupostos: (…) 3 – os jornalistas são em grande medida responsáveis pela imagem dos veículos para os quais trabalham e devem levar isso em conta em suas atividades públicas, evitando tudo aquilo que possa comprometer a percepção de que exercem a profissão com isenção e correção.”

É com isso em mente que envio esse e-mail.

Ali

 

Testemunha no Caso Marielle é assassinado no Rio

Um colaborador de um vereador do Rio de Janeiro que foi ouvido pela polícia no
inquérito que apura as mortes da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista
Anderson Gomes foi assassinado. A polícia investiga se a vítima tinha algum tipo de
ligação com milícias e se os crimes têm alguma ligação.

O corpo de Carlos Alexandre Pereira Maria, 37, foi encontrado por policiais militares
na noite de domingo (8) na Estrada Curumau, na Taquara, na zona oeste do Rio de
Janeiro. Ele estava dentro de um carro que tinha marcas de tiros.
Carlos Pereira era colaborador do vereador Marcello Siciliano (PHS), que foi ouvido
na última sexta-feira (6) como testemunha no inquérito que apura a morte da
vereadora do PSOL na noite do dia 14 de março.

Uma equipe da Delegacia de Homicídios da capital fez uma perícia no local e apura
as circunstâncias da morte. Uma das linhas de investigação é que o crime possa
estar relacionado à ação de milícias – grupos formados por ex-policiais e criminosos
que cobram taxas de “proteção” e controlam serviços básicos em favelas do Rio.
O secretário da Secretaria Pública do Rio, general Richard Nunes, deve se reunir
com policiais da Delegacia de Homicídios nesta segunda-feira (9) para tratar do
caso.

Procurado, o vereador Marcello Siciliano lamentou a morte do colaborador. “Foi com
grande pesar que recebi a notícia de falecimento do nosso colaborador Carlos
Alexandre Pereira. Durante o tempo em que esteve conosco, fez tudo pela sua
localidade e estava sempre disponível para ajudar no que fosse necessário”
“Me solidarizo com a dor dos familiares e amigos. Podem contar comigo para ajudar
no que for preciso”, disse o parlamentar em nota.

Segundo informações da assessoria do vereador, apesar de Pereira se identificar
como assessor parlamentar de Siciliano, ele era um líder comunitário. A função dele
era ouvir os moradores, identificar problemas na região e levar as informações até o gabinete na Câmara dos Vereadores para que o vereador pudesse intervir em
melhorias para a região.

Depois que prestou depoimento à polícia no caso Marielle na sexta-feira (6),
Siciliano afirmou:
“Todos os vereadores foram chamados a vir aqui. Estou à disposição. A Marielle era
uma pessoa da qual eu gostava muito. Sinto muito a perda dela e torço para que
esse caso seja esclarecido”, afirmou ao deixar a delegacia na Barra da Tijuca, na
zona oeste.

Além dele, outros parlamentares prestaram depoimento na delegacia especializada.
O vereador Jair Mendes da Rocha (PMN) compareceu à delegacia na quinta-feira
(5). Antes de entrar na delegacia, ele destacou que estava lá na condição de
testemunha. “Que seja elucidado isso aí, que o que aconteceu com ela foi uma fatalidade e muita
gente está sendo acusada. Com certeza todos nós [vereadores] temos que ser
investigados, como cada cidadão que compareceu naquele local no dia do crime”,
disse aos jornalistas.

Ninguém foi preso

Quase um mês após a morte da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson
Gomes, ninguém foi preso. As investigações estão sob sigilo. No entanto, segundo
fontes da Delegacia de Homicídios, as investigações apuram o envolvimento de
milicianos no crime.
Imagens do circuito interno e externo de segurança da Câmara dos Vereadores no
Centro do Rio foram recolhidas por uma equipe da especializada. O objetivo é
identificar as pessoas que entraram e saíram da Casa no período.
Dias antes de ser morta, Marielle Franco havia feito críticas públicas à atuação do
41º Batalhão da PM, envolvido em operações violentas principalmente na região de
Acari.

BISPO DA UNIVERSAL É O NOVO SECRETÁRIO DA PREFEITURA!!!

O prefeito Marcelo Crivella oficializou, nesta segunda-feira, uma dança das cadeiras no primeiro escalão de sua administração. Ao todo, quatro secretários deixaram o governo na semana passada. Três deles pediram exoneração porque serão candidatos nas eleições de outubro: o deputado estadual Pedro Fernandes (Assistência Social); Rubens Teixeira (Transportes); a deputada federal Clarissa Garotinho (Desenvolvimento, Emprego e Inovação); e o deputado estadual Jorge Felipe Netto (Conservação e Meio Ambiente). Na Fazenda, a economista Maria Eduarda Gouvêa Berto pediu para sair, alegando motivos pessoais.

Entre os substitutos, está um vereador que é bispo da Igreja Universal do Reino de Deus, da qual Crivella também é bispo, só que está licenciado. Bacharel em economia e filiado ao PRB (partido do prefeito), João Mendes de Jesus já dirigiu várias igrejas da Universal na Baixada Fluminense. Ele é a segunda pessoa ligada à igreja a ser escolhida para o alto escalão da prefeitura. No início do governo, Crivella nomeou o ex-vereador Jorge Braz para o Procon Carioca. Bispo da Universal, Braz deixou o cargo na semana passada, já que também é pré-candidato às eleições.

Em 2006, quando era deputado federal, João Mendes foi acusado de envolvimento com a chamada Máfia das Sanguessugas, um esquema no qual parlamentares recebiam propinas em troca de emendas para a compra de ambulâncias. A assessoria do político diz que ele é inocente, o que já foi demonstrado pela CPI no Congresso que investigou o caso.

O vereador Renato Moura (PDT) assumiu a Secretaria de Trabalho. O novo titular da pasta de Transportes é o coronel Diógenes Dantas Filho. Ele foi indicado pelo ex-secretário Rubens Teixeira, pré-candidato ao governo do estado. Diógenes já era subsecretário da pasta. Ele entrou para a prefeitura em 2017 a convite de Teixeira, como coordenador de cemitérios da Secretaria municipal de Conservação.

Já César Barbiero assumirá a Secretaria de Fazenda no lugar de Maria Eduarda Gouvêa Berto. Barbiero, que já ocupou cargos em comissão em outras gestões, foi secretário de Fazenda de Niterói e ocupou chefias na Casa da Moeda. Ao oficializar sua saída da pasta ontem, Maria Eduarda não descartou um retorno à prefeitura no futuro, mas não deu detalhes em que cargo seria. Segundo o prefeito, o maior desafio de Barbiero será captar recursos do governo federal para fazer mais investimentos no Rio, em projetos como o Rio de Janeiro a janeiro, lançado para incentivar o turismo na cidade.

Dados do Rio Transparente, de monitoramento do orçamento do município, mostram que, aparentemente, as alterações das regras de cobrança do IPTU, do ISS e do ITBI para este ano ainda não provocaram grande impacto na receita. No primeiro trimestre deste ano, a prefeitura arrecadou R$ 3,128 bilhões em impostos e taxas — R$ 27 milhões a mais que no mesmo período de 2017. Os dados relativos a 2018 ainda estão sujeitos à revisão.

Ministra Cármen Lúcia assume a presidência do brasil na sexta

BRASÍLIA — A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, assumirá interinamente por dois dias o cargo de presidente da República na próxima sexta-feira, devido a uma viagem do presidente Michel Temer, que irá participar da Cúpula das Américas. Cármen será a segunda mulher a ocupar o cargo.

De acordo com a ordem sucessória, na ausência de um vice-presidente, quem deveria assumir seria o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ou o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), respectivamente. No entanto, tanto Maia quanto Eunício irão se candidatar nas eleições de outubro, fato que os impede, pela legislação eleitoral, de assumir um cargo do Executivo seis meses antes do pleito. Além disso, ambos estarão em viagem internacional a partir de quinta-feira. Rodrigo Maia tem uma viagem prevista para o Panamá, enquanto Eunício viaja ao Japão.

Na ausência do presidente e vice, e dos presidentes da Câmara e Senado, a presidente do Supremo Tribunal Federal, sendo a próxima na linha sucessória, assume o posto.

O último presidente do Supremo a ocupar o cargo de presidente da República foi o ministro Ricardo Lewandowski, em setembro de 2014, em uma situação semelhante à atual. Lewandowski ocupou o cargo interinamente por dois dias em função das viagens da então presidente Dilma Rousseff, e do então vice-presidente Michel Temer. Na época, os presidentes da Câmara, Henrique Alves (PMDB-RN), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), também não poderiam assumir pois eram candidatos. Ambos se licenciaram dos cargos para não assumir a presidência da República.

ASSESSOR DE VEREADOR É MORTO NA ZONA OESTE!!! MATÉRIA ATUALIZADA…

Um colaborador do vereador Marcello Siciliano (PHS) foi morto a tiros, na noite deste domingo, na Taquara, Zona Oeste do Rio.
De acordo com a assessoria de imprensa do parlamentar, Alexandre Pereira era líder comunitário e representava a região na Câmara. Ele identificaria as necessidades dos moradores da área e as repassaria ao vereador. O crime ocorreu dois dias após Siciliano depor na Delegacia de Homicídios (DH) da Capital sobre o caso da morte da vereadora Marielle Franco (Psol) e de seu motorista, Anderson Gomes, no dia 14 de março, no Estácio, região central do Rio.

Até o momento, não há detalhes sobre o motivo do crime. O 18º BPM (Jacarepaguá) chegou a ser acionado para o local, onde agentes da DH fizeram perícia. Alexandre utilizava um colete azul com o nome de Siciliano em eventos da prefeitura. Segundo a assessoria, todos os colaboradores precisam assinar um termo de responsabilidade no momento em que recebem a roupa. Todos os coletes são numerados.

 

 

 

 

 

 

 

A Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) da Polícia Civil investigava a possível relação de Alexandre com milicianos da Taquara. Já a DH, que não intimou Alexandre a depor no caso Marielle, vai investigar a relação dele com o vereador Siciliano e com milicianos.

Marcello Siciliano depôs sobre o caso da morte de Marielle Franco na última sexta-feira. Os policiais foram ao gabinete de Siciliano na Câmara dos Vereadores na quinta-feira, mas ele não estava no local. Na manhã de sexta, o parlamentar foi notificado para prestar depoimento, que ocorreu um dia após o vereador Zico Bacana (PHS) ir à Delegacia de Homicídios.