Arquivo da categoria: Política

STJ suspende julgamento do TRF-4 marcado para esta quarta-feira de ação contra Lula

O ministro Leopoldo Raposo, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), atendeu um pedido da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e determinou nesta terça-feira (29) a suspensão de julgamento do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), marcado para esta quarta-feira (30), sobre o caso do sítio de Atibaia.

Lula foi condenado a 12 anos e 11 meses de prisão pela Justiça Federal do Paraná, no âmbito da Lava Jato. A Justiça o considerou culpado de corrupção e lavagem de dinheiro por entender que obras realizadas no sítio pela OAS foram propina paga por atuação de Lula em benefício da empresa.

Raposo é o atual relator da Lava Jato no STJ. O desembargador convocado substitui o ministro Felix Fischer, que está afastado por questões médicas.

O TRF-4 é responsável por julgar os recursos da Lava Jato e decidiria nesta quarta se a condenação de Lula deve ser anulada para cumprir o entendimento do Supremo de que delatores devem falar antes do delatado nas alegações finais do processo.

Raposo concordou com o argumento da defesa do petista de que a questão – que pode levar à nulidade da condenação e fazer o processo voltar para a fase de alegações finais – deve ser analisada na própria apelação, o recurso contra condenação que foi apresentado ao TRF-4.

“Faz-se desproporcional e desarrazoada a cisão do julgamento da forma como pretendida pelo tribunal a quol, não encontrando amparo no cipoal normativo, nem na Carta Maior, nem mesmo na legislação correlata”, afirmou Leopoldo Raposo.

A defesa também havia acionado o Supremo Tribunal Federal (STF) para que o julgamento fosse suspenso. Mas, já avisou o ministro Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo, de que a questão foi decidida pelo STJ.

Conforme a defesa, Lula passaria por “constrangimento ilegal” e haveria “grave atropelo” se a apelação, que aponta outras nulidades, não for julgada antes.

Bolsonaro nega envolvimento no caso Marielle e ataca Witzel

O presidente Jair Bolsonaro falou em entrevista exclusiva à Record TV sobre o vazamento de informações de um inquérito que tenta ligá-lo a um dos suspeitos apontados pela Polícia do Rio de Janeiro por matar a vereadora Marielle Franco. Bolsonaro apontou o governador Wilson Witzel como um dos responsáveis por vazar a informação para a TV Globo, que divulgou a informação no Jornal Nacional desta terça (29).

Bolsonaro negou qualquer envolvimento e afirmou que não estava no Rio de Janeiro no dia e hora das informações citadas neste vazamento.

“Eu não estava lá. É uma maneira sórdida, que querem de qualquer maneira deslegitimar o governo Jair Bolsonaro”, afirmou o presidente da República.

O presidente também se colocou à disposição da Polícia Civil do Rio para prestar um depoimento e esclarecer o assunto. Ele atribuiu a responsabilidade do vazamento ao governador do Rio de Janeiro e disse que isso aconteceu por motivação política.

“O governador se elegeu graças ao meu filho Flávio Bolsonaro, ele colou em nós o tempo todo. E ao assumir o Governo do Rio de Janeiro ele imediatamente já se tornou inimigo do Flávio, inimigo da minha família e imediatamente se lançou como candidato a presidente para 2022. Para atingir seu objetivo ele tem que destruir a família Bolsonaro e este inquérito é conduzido pelo Polícia Civil do Rio de Janeiro”, afirmou Bolsonaro.

Presidente do PSL, Luciano Bivar é alvo de investigação sobre uso de candidatura laranja nas eleições

A Polícia Federal cumpre mandado de busca e apreensão na casa do deputado federal Luciano Bivar, presidente do PSL, em Jaboatão dos Guararapes (PE), nesta terça-feira (15). A operação apura o uso de candidatura laranja pelo partido do presidente Jair Bolsonaro na eleição de 2018. Também são cumpridos mandados na sede do PSL em Pernambuco e em uma gráfica.

Ao todo, nove mandados foram autorizados pelo Pleno do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) para a Operação Guinhol, atendendo a um pedido do Ministério Público Eleitoral (MPE).

A ação busca saber se houve fraude no emprego dos recursos destinados às candidaturas de mulheres – ao menos 30% dos valores do Fundo Partidário deveriam ser empregados em campanhas femininas. Segundo a PF, há indícios de que o dinheiro foi desviado e usado por outros candidatos.

A defesa do presidente do PSL informou ao G1 que vai colaborar com as investigações da PF. “É um absurdo completo. Esse inquérito está se arrastando há muito tempo, tudo foi esclarecido, não havia necessidade alguma dessa busca e apreensão. O delegado está fazendo uma pescaria para encontrar alguma coisa”, afirmou o advogado Ademar Rigueira.

G1 telefonou para a assessoria da sede do PSL em Pernambuco por volta das 7h50 desta terça, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.

Edifício onde mora o deputado federal Luciano Bivar, em Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife — Foto: Elvys Lopes/TV Globo

Candidatura suspeita

A PF não informou qual candidatura é o alvo da operação desta terça, mas uma das investigadas, desde fevereiro, é a de Lourdes Paixão, que recebeu R$ 400 mil da direção nacional do PSL, terceira maior verba concedida pelo partido. A candidata a deputada federal obteve 274 votos em 2018.

O dinheiro do fundo partidário foi enviado para Lourdes pela direção do PSL, que tinha como presidente, na época, Gustavo Bebianno. Após as eleições, ele foi nomeado ministro da Secretaria-Geral da Presidência, mas foi demitido depois das primeiras reportagens sobre as candidaturas de laranjas.

Em fevereiro, o advogado de Lourdes informou que o dinheiro repassado pelo partido foi usado para a confecção de adesivos e santinhos.

Lourdes informou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ter contratado uma gráfica para imprimir esses materiais de campanha. Mas, no endereço da empresa, o G1 encontrou uma oficina de funilaria. Os funcionários dessa oficina afirmaram que ela está no edifício ao menos desde março de 2018 – antes da campanha eleitoral.

A gráfica informada por Lourdes é um dos alvos de busca e apreensão da operação desta terça.

Disputa entre Bivar e Bolsonaro

Nos últimos dias, Luciano Bivar e o presidente Jair Bolsonaro tem protagonizado uma disputa na cúpula do PSL. Após Bolsonaro orientar um apoiador a esquecer o partido e dizer ao homem que Bivar está “queimado pra caramba”, o presidente da sigla disse que o presidente da República estava “afastado”.

A declaração de Bolsonaro ao apoiador ocorreu em uma manhã na portaria do Palácio da Alvorada, em Brasília, enquanto o presidente cumprimentava simpatizantes. O homem se apresentou como pré-candidato do PSL em Pernambuco e disse estar junto com Bolsonaro e Bivar.

“Cara, não divulga isso não, cara. O cara [Bivar] tá queimado para caramba lá. Entendeu? E vai queimar o meu filme também. Esquece esse cara. Esquece o partido”, afirmou o presidente no dia.

Investigações em Minas Gerais

Apesar de não ser alvo da operação desta terça, outro nome importante do PSL que tem sido citado no caso dos laranjas é o do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio. Ele é ex-presidente do diretório do partido em Minas Gerais e suspeito de ter coordenado um esquema de quatro candidaturas de laranjas no estado nas eleições de 2018.

O ministro segue no cargo mesmo após ter sido indiciado pela Polícia Federal, junto de outras 10 pessoas, no início de outubro.

Álvaro Antônio foi indiciado por crime eleitoral de omissão na prestação de contas de campanha e pelo crime de associação criminosa. A suspeita é que o partido no estado tenha inscrito candidatas mulheres sem a intenção de que elas fossem, de fato, eleitas.

Deputada do PSOL lamenta a morte de sequestrador

.

A deputada federal Sâmia Bomfim (PSOL-SP) usou suas redes sociais nesta terça-feira (20) para lamentar a morte do homem que sequestrou um ônibus e fez 37 pessoas como reféns na Ponte Rio-Niterói, no Rio de Janeiro.

– Comemora uma tragédia como se fosse uma partida de futebol. Wilson Witzel é um sociopata – disse a deputada federal.

Deputada do PSOL lamenta a morte de sequestrador

Já o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, comemorou o resultado da operação

Pleno.News – 20/08/2019 14h23

Deputada federal Sâmia Bomfim Foto: Reprodução

A deputada federal Sâmia Bomfim (PSOL-SP) usou suas redes sociais nesta terça-feira (20) para lamentar a morte do homem que sequestrou um ônibus e fez 37 pessoas como reféns na Ponte Rio-Niterói, no Rio de Janeiro.

– Comemora uma tragédia como se fosse uma partida de futebol. Wilson Witzel é um sociopata – disse a deputada federal.

Saiba quem era o sequestrador morto após fazer reféns no RJ
Sequestrador: Avaliações de perfil e de comportamento
Witzel: “Se não fosse abatido, vidas não seriam poupadas”

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, classificou em suas redes sociais a atuação da Polícia Militar como “exemplar”.

– Meu papel como governador é criar as condições para que as forças de segurança funcionem, para que o Estado como um todo funcione, garantindo tranquilidade à população. O ideal era que todos saíssem vivos, mas preferimos salvar os reféns. Determinei que a Secretaria de Vitimização cuide dos reféns e também da família do sequestrador. Meu papel como governador é fazer com que tudo funcione, evitando transtornos para a sociedade – disse o governador.

Prefeitura implementa novas ferramentas no Taxi.Rio

.

 

O Prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, apresentou nesta terça-feira, 28 de maio, no Palácio da Cidade, novidades implementadas no aplicativo de mobilidade Taxi.Rio, que completou 18 meses de operação. Pioneira na gestão pública de táxis no país, a plataforma conta atualmente com mais de 25 mil taxistas cadastrados (do total de 55 mil que circulam pela cidade), e desde sua criação já concedeu R$ 71 milhões em descontos aos passageiros, com mais de 7 milhões de corridas realizadas, com média de 20 mil viagens por dia.

Entre as novidades anunciadas estão a disponibilização do módulo corporativo para o transporte de pacientes da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e a utilização da modalidade também por outros órgãos da Prefeitura. Outra inovação é a parceria em eventos realizados na cidade.

O processo de solicitação das corridas pelos passageiros passou por melhoria. A partir de agora, o taxista mais perto do ponto de embarque do passageiro recebe as informações da corrida para realizá-la. Com isso, o tempo para embarque diminuirá, garantindo agilidade na utilização do serviço.

 

Câmara praticamente legaliza o Funcionário Fantasma

Uma resolução publicada na quarta-feira (17/05), véspera do último feriadão, pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro, esclareceu de vez a situação dos cargos comissionados na Casa. Segundo o texto, os funcionários nomeados nos gabinetes, que não passaram por concurso público, não precisam assinar ponto e não têm carga horária definida a cumprir. Basta que, ao fim de cada mês, o vereador ateste que seu subordinado trabalhou.

A assessoria de imprensa da Câmara Municipal informou que a resolução não muda a atual rotina da Casa, mas serve como nota explicativa sobre os serviços dos comissionados.

Basicamente então, fica mais claro agora que não só é possível, como legítimo, que um funcionário nomeado politicamente receba seu salário sem nunca pisar num gabinete ou andar pelos corredores da sede do Legislativo carioca.

Mais próximos do cidadão

A justificativa para esse sistema é que os funcionários comissionados devem ter a prerrogativa de estar mais próximos da população para que possam atender a suas demandas.

“O exercício de mandato tem como pressuposto básico a constante interlocução com a população, a fim de permitir ao parlamentar receber as demandas de seu eleitorado, ter ciência das mazelas da cidade, dos bairros e das comunidades, de modo a poder direcionar a sua atuação política, seja na produção de leis, na cobrança de ações estatais ou na própria fiscalização do poder público”, diz um trecho do texto que embasa a resolução.

Nem relatório é preciso

A resolução é assinada pelo presidente da Câmara, Jorge Felippe, a 1ª vice-presidente, Tânia Bastos, o 1º secretário, Carlo Caiado, e o 2º secretário, Rocal.

O blog ainda questionou se seria necessário algum tipo de relatório mensal de atividades que atestasse o trabalho feito pelos comissionados de forma mais consistente. A Câmara informou que “é uma decisão que fica a cargo de cada gabinete a exigência ou não de um relatório de atividades”.

60% de comissionados

Atualmente, a Câmara Municipal conta, segundo o site da Casa, com 1.103 cargos comissionados. O número corresponde a 60% do total de 1.834 funcionários.

Cada gabinete dos 51 vereadores tem direito a nomear 18 comissionados. Ainda há cargos em outros setores da Casa para que se chegue ao número total de 1.103.

Câmara não divulga em seu site a lista detalhada desses servidores, que mostraria claramente onde eles estão lotados e quais os seus vencimentos exatos. Há disponível apenas uma lista corrida com os nomes.

Salários seriam de até R$ 16 mil

Pela tabela de cargos, os vencimentos dos comissionados que trabalham em gabinetes variam de R$ 6.695 (auxiliar) a R$ 16.741 (assessor-chefe), em valores líquidos.

Também na justificativa da resolução, a Mesa Diretora fala até em “experiência alienígena” como exemplo para que a norma de trabalho sem carga horária estabelecida ou assinatura de ponto vigore no Legislativo municipal:

“Essa realidade (trabalho externo) tradicionalmente assente na experiência política, nacional e alienígena, veio a ser regulada por ambas as casas do Congresso Nacional e por muitas assembleias legislativas do país, como o Poder Legislativo do Estado de Goiás e, recentemente, pelo Poder Legislativo do Estado do Rio de Janeiro, dentre outros órgãos políticos do país.”

Exemplos confusos

Uma curiosidade é que atos de outros Legislativos citados na justificativa da resolução pela Mesa Diretora não tratam necessariamente do mesmo tema. Por exemplo: o ato 43, de 2009, da Câmara dos Deputados, que é referente à regulamentação do uso de cota parlamentar, algo que não existe na Câmara Municipal do Rio.

“Não existe cota parlamentar na Câmara Municipal do Rio. A citação foi apenas para explicitar as normas já existentes em outras casas legislativas relativas a mesma matéria”, justificou a Mesa Diretora, através de sua assessoria de imprensa.

Outra citação foi do ato da Comissão Diretora do Senado 16, de 2009, que trata da criação de escritórios de apoio nos estados de origem dos senadores.

Foi mencionado ainda o ato da Alerj 631, de maio do ano passado, que tem um texto bastante sucinto: “Sem aumento de despesa, fica autorizada a descentralização dos Gabinetes Parlamentares, sempre dentro do território do Estado”.

O perigo das assombrações

O texto publicado na véspera do feriadão pode até ratificar uma realidade necessária de trabalho junto aos cidadãos, mas também pode abrir caminho para abusos.

Não faltam nos últimos tempos casos de suspeitas de contratação de funcionários fantasmas em legislativos municipais e no estadual.

Em janeiro deste ano, por exemplo, o RJ-TV mostrou que o Ministério Público investiga um esquema na Alerj e na Câmara Municipal do Rio que pode ter culminado num prejuízo de mais de R$ 4,5 milhões aos cofres públicos. E o esquema foi descoberto porque um funcionário que seria fantasma ainda entrou com uma ação trabalhista pedindo direitos de vínculo empregatício.

Fonte: 1

Processo de impeachment contra Crivella abre crise em partido de Romário

O processo de impeachment contra o prefeito Marcelo Crivella abriu uma crise no partido Podemos, do senador Romário. O secretário do partido, Marcos San, disse nesta quinta-feira que vai fazer uma representação no Conselho de Ética do Podemos pedindo a expulsão do vereador Luiz Carlos Ramos Filho.

A decisao foi tomada após San tomar conhecimento da resposta de Ramos Filho a à declaração de San a uma coluna do jornal “O Dia”. San havia dito ao jornal que Ramos Filho deveria entrega os cargos que tem na prefeitura ou sair da comissao processante.

Ramos Filho indicou o subsecretário municipal de Bem Estar Animal, Roberto da Conceição, e o subsecretário municipal de Relações Institucionais, Luiz Cadorna. Ao comentar o depoimento de San à publicação através de nota na manhã desta quinta-feira, o vereador disse que é “bem mandado, desde que mandem fazer aquilo que quero fazer”:

“Sou bem mandado… Desde que mandem fazer aquilo que quero fazer. O Marcos San que vá mandar no senador dele. Chega de tentar pegar na aba do chapéu.”

– O Podemos faz oposição a um governo que tem uma gestão desastrada. É antiético fazer parte do governo e da comissão de impeachment. O Ramos deveria ter se declarado impedido de participar do sorteio que escolheu os nomes da comissao. Com uma resposta dessas, o único caminho é o Conselho de ética- disse Marcos San

A assessoria de Ramos Filho argumentou que cabe ao prefeito decidir quem ele nomeia ou exonera. E que o fato de o vereador ter sugerido nomes para o quadro do município não afeta sua neutralidade na comissão. Disse ainda que o nome do subsecretário de Bem Estar Animal foi uma indicação de protetores de animais.

Defensor do movimento antivacinas é internado com catapora

O político italiano Massimiliano Fedriga, uma das figuras mais conhecidas no país que prega a não vacinação de crianças e adultos, foi internado em um hospital da região de Friuli-Venezia Giulia com catapora. A vacina contra essa doença existe desde 1984.

A notícia da internação foi dada pelo próprio político por meio do Twitter. Na rede social, vários especialistas compartilharam o post com matérias sobre a importância da vacinação ainda quando criança. Massiliano tentou se defender, mas foi atacado novamente, segundo o jornal italiano La Vanguardia.

Em 2017, Massimiliano foi contra um decreto na Itália que estabelecia a vacina compulsória a todas as crianças que estivessem matriculadas em escolas. À época, ele disse que os próprios filhos foram vacinados, mas acreditava que isso não poderia ser forçado.

Carla Zambelli desafia Jean Wyllys e Aécio a fazer exame toxicológico

Condenada por danos morais após uma briga virtual com o deputado federal Jean Wyllys (PSol-RJ), a deputada federal eleita Carla Zambelli (PSL-SP) decidiu provocar o parlamentar logo após reunião com o presidente Jair Bolsonaro, nesta quinta-feira (10/1), no Palácio do Planalto. Zambelli fez dois desafios ao pessolista: doar os R$ 40 mil da indenização a uma instituição de caridade e realizar um exame toxicológico.

“Fiz um exame toxicológico que mostrou negativo para todas as drogas possíveis de serem utilizadas. O parlamentar é um legislador. Sendo um legislador, tem que respeitar as leis. O Brasil não está aberto para o uso de drogas. Então eu o desafiei a provar sua inocência e fazer o mesmo exame. Eu acho que todos os parlamentares deveriam fazer. Jean Wyllys, Aécio Neves (PSDB-MG) e todas as pessoas que põem em dúvida a credibilidade do [não] uso de drogas deles”, disse a parlamentar.


Processo 

Carla Zambelli foi condenada por uma postagem feita em redes sociais pelo movimento NasRuas, que ela preside. O conteúdo do post associava Jean Wyllys à pedofilia.

Segundo a gestora, uma vaquinha online foi feita para arrecadar fundos e quitar a dívida do processo e sua foto foi utilizada para dar uma “cara” à página de arrecadação na web. Disse ainda que se o valor de R$ 40 mil for ultrapassado ela doará o montante além do necessário para a Associação Amigos Pela Cura da AME (Atrofia Muscular Espinhal).

Fundadora do Movimento “NasRuas”, Zambelli se destacou nas redes sociais durante o processo de Impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Antes disso, ela participou dos movimentos pela aprovação da Lei da Ficha Limpa. Nas eleições 2018, se filiou ao partido de Bolsonaro e arrebatou 76.306 votos, conquistando uma vaga na Câmara dos Deputados.

Nesta quinta, ela se reuniu com Bolsonaro e tratou da reforma de previdência costurada pelo novo governo, bem como de decretos que devem ser publicados nos próximos dias, como o sobre a flexibilização do uso de armas.

Revéillon dos presos da Lava Jato teve show sertanejo e roda de oração

OConselho da Comunidade, órgão de execução penal que trabalha em 11 presídios da região metropolitana de Curitiba, organizou uma festa de fim de ano no Complexo Médico-Penal (CMP) da capital paranaense, onde estão alguns presos da Operação Lava Jato, como o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, o ex-presidente do Banco do Brasil e da Petrobras, Aldemir Bendine, e o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Netto.

Segundo a colunista Mônica Bergamo, da “Folha de S. Paulo”, a celebração do novo ano no CMP teve esfirra de carne da rede de lanchonete Habib’s, bolo de goiaba, refrigerante e show da dupla sertaneja Bruno César e Leandro, que tocou em todas as galerias do presídio.

Na ala reservada aos presos da Lava Jato, as portas das celas foram abertas. Além da comida e da música, os detentos também tiveram um momento de fé, com rodas de oração comandadas por representantes católicos e evangélicos.

Sair da versão mobile