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PMs prendem 60 torcedores de organizada do Flamengo

Policiais do Batalhão de Policiamento em Estádios (Bepe) prenderam, neste domingo, cerca de 60 integrantes da torcida organizada Raça Fala que afastados judicialmente dos estádios. De acordo com a Polícia Militar, a ação em parceria com o MetrôRio faz parte de um monitoramento preventivo em dias de jogos no Maracanã.

Ainda conforme a corporação, os detidos estavam causando tumulto na estação de São Cristóvão e foram encaminhados ao Juizado do Torcedor. Pelo Twitter, o MetrôRio informou que não houve alteração na circulação dos trens e as linhas operam sem problemas neste domingo.

Destino do BRT será definido nesta segunda-feira por equipes da prefeitura

Um grupo de trabalho formado na Prefeitura do Rio avaliará, nesta segunda-feira, os ajustes finais para a assinatura do termo de compromisso que prevê a devolução da gestão do BRT ao Rio Ônibus, sindicato das empresas de transportes rodoviários do município. Serão definidos os últimos detalhes sobre as obrigações a serem exigidas para a volta dos empresários. Decretada em janeiro pelo prefeito Marcelo Crivella com o objetivo de diagnosticar saídas para a crise do sistema, que vinha sofrendo risco de colapso, a intervenção chega ao seu último dia também nesta segunda. Até sexta-feira, não havia definição acerca das negociações, conforme O DIA publicou no sábado.

A secretária municipal de Transportes, Virgínia Salerno, esclareceu, na noite deste domingo, que amanhã será realizada a última reunião do grupo de trabalho, formado por órgãos da prefeitura e pelo Rio Ônibus. Na ocasião, o grupo apresentará um relatório propositivo com a análise das ações realizadas pelo interventor Luiz Alfredo Salomão. Em seguida, o documento será encaminhado ao prefeito, a quem caberá bater o martelo sobre as futuras medidas para o BRT.

No sábado, O DIA também antecipou que, caso os empresários não aceitem as exigências, a prefeitura poderá decretar uma nova intervenção no BRT. Na última sexta-feira, o interventor Luiz Alfredo Salomão divulgou em entrevista coletiva que a lista de obrigações pré-definidas continha demandas para 90 dias e para um ano. Resta saber se os compromissos previstos inicialmente foram mantidos nas negociações avançadas neste fim de semana.

Até sexta-feira, segundo Salomão, estava certo que as empresas deveriam se comprometer a consertar 90 ônibus quebrados e reabrir as 22 estações fechadas na Avenida Cesário de Melo, na Zona Oeste, em até três meses, sob pena de perderem novamente a administração do transporte após o prazo. As condições previstas para o período de um ano incluíam a compra de 150 ônibus, sendo dois terços deles articulados e um terço biarticulados. Outras demandas para os próximos 12 meses seriam investimentos de R$ 10 milhões por ano em manutenção das estações e R$ 18 milhões anuais em segurança para evitar calotes e vandalismo, além da criação de uma Sociedade de Propósito Específico (SPE) para agrupar as 11 consorciadas. De acordo com o interventor, a medida daria organização ao serviço, já que, segundo ele, cada empresa é independente e decide quantos ônibus envia para o BRT todo dia.

Procurado desde sexta-feira, o Rio Ônibus não tem se posicionado.

Fonte: O Dia

Gerente do tráfico e síndica de condomínio em comunidade de Niterói é presa em Inhaúma

Uma ação conjunta entre a 79ª DP (Jurujuba) e o 3º BPM (Méier) prendeu, nesta sexta-feira, Monique Menezes Fernandes, conhecido como Monique do Caramujo. A jovem, de 23 anos, é apontada como gerente de finanças do tráfico de drogas da comunidade do Caramujo, em Niterói, na Região Metropolitana do estado. A traficante foi encontrada em Inhaúma, na Zona Norte da capital.

De acordo com a Polícia Civil, Monique é filha do traficante Alcindo Luiz Fernandes, o Da Cabrita”, um dos chefes da facção Comando Vermelho na região e preso desde 2015, em um presídio federal. Ela fugiu da comunidade do Caramujo para Nova Brasília, no Complexo do Alemão, após o marido, Alessandro Souza da Silva, o Ti Nem, ser enviado pela chefia da facção para gerenciar o local.

De acordo com o Portal dos Procurados, Monique condomínio foi indicada para o posto de síndica do condomínio Minha Casa, Minha Vida, no Caramujo, e era responsável por arrecadar R$ 120 por mês de cada um dos 600 proprietário dos apartamentos. Os valores rendiam R$ 72 mil mensais para os traficantes.

A prisão dela foi realizada após informações recebidas pelo setor de inteligência da 79ª DP. Através do cruzamento de dados, foi possível localizá-la em Inhaúma. Monique não resistiu à prisão e foi conduzida pelos agentes à Central de Flagrantes.

Disque Denúncia oferecia uma recompensa de R$ 1 mil pela captura de Monique Caramujo – Divulgação / Disque Denúncia

PRF apreende 2,5 toneladas de maconha em caminhão no RJ – Notícias

Agentes da PRF (Polícia Rodoviária Federal) apreenderam mais de duas toneladas de maconha em um caminhão na BR-465, a antiga Rio-São Paulo. O caso ocorreu em Seropédica, na Baixada Fluminense, na manhã deste sábado (27).

Segundo a corporação, agentes faziam ronda com cães farejadores na estrada e pararam o caminhão. Os policiais solicitaram a documentação do condutor, que não soube explicar o motivo da viagem.

Com o auxilio dos cães farejadores, a carga de drogas foi encontrada embaixo da areia que era levada no interior do veículo. De acordo com a PRF, foram achados cerca de 2,5 toneladas de maconha.

O motorista disse que trazia a droga de Santos, no litoral de São Paulo, e deixaria em um posto de gasolina em Itaguaí, na Baixada Fluminense. Pelo transporte, ele receberia R$ 2.500.

De acordo com a PRF, o suspeito foi detido por tráfico de drogas e o caso encaminhado para a sede da Polícia Federal, na região portuária do Rio.

Fonte: R7

Jornalismo carioca dá adeus a Paulo Carvalho

O jornalismo carioca perdeu, na tarde desta quinta-feira, Paulo Cézar Fialho de Carvalho, de 47 anos, vítima de infarto. Ele estava na feira Games XP, no Parque Olímpico, na Barra da Tijuca, quando passou mal por volta das 14h. A Secretaria Municipal de Saúde informou que Paulo Carvalho já chegou sem vida ao Hospital Lourenço Jorge.

Formado pela Universidade Gama Filho em 1997, Paulo Carvalho trabalhou nos jornais ‘Povo do Rio’, ‘Extra’ e o extinto ‘A Notícia’, que pertencia à Editora O Dia. Passou à função de assessor de imprensa na Prefeitura do Rio e, por último, esteve na assessoria da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap).

Sua paixão era a cobertura policial, desvendando grupos paramilitares e quadrilhas de traficantes de drogas. Paulo Carvalho cobriu casos emblemáticos, como o sumiço de Eliza Samudio, o assassinato do jornalista Tim Lopes e a relação do ex-jogador Ronaldo Fenômeno com travestis. Foi um dos autores do livro ‘Indefensável: O goleiro Bruno e a história da morte de Eliza Samudio’ (Record, 2014).

Os amigos de carreira e de vida o descrevem como um profissional humilde, ‘boa praça’, talentoso e perspicaz para conquistar fontes. “Ele era um cara tão querido, que acabava virando amigo e continuava mantendo contato com as fontes. Tenho uma lembrança muito especial de quando a gente participou, ao vivo,  do programa ‘Sem Censura’ para divulgar o livro, e tivemos uma crise de risos. É a imagem que fica dele. Estava sempre muito sorridente”, conta a jornalista Paula Sarapu, que escreveu o livro ‘Indefensável’ com Paulo Carvalho e Leslie Leitão.

O jornalista Daniel Penna-Firme, do SBT, destaca que Paulo tinha prazer em ajudar os repórteres iniciantes e gostava de brindar a vida em bares de Vila Isabel, onde morava. “A gente morava próximo e se esbarrava muitas vezes sem combinar. Fomos colegas contemporâneos de jornalismo de rua. Ele sempre foi muito amigo e leal. Sempre ajudou principalmente quem era mais novo. Quando eu estava começando, conheci o Paulo, que já era um repórter experiente, e desenvolvemos amizade. Nossas famílias são amigas até hoje. E lá se vão quase 20 anos”, lembra Penna-Firme.

“O Paulo achava que ia morrer na redação. Amava muito, era a vida dele. Ele tinha três paixões: a (esposa) Jana, o Vasco e a Escola de Samba Vila Isabel. Ele não cobria Carnaval, mas curtia horrores. Estava em todos os ensaios da Vila”, destaca a jornalista e ex-colega de ‘Extra’ Roberta Hoertel. Assim como Daniel Penna-Firme, ela também teve a sorte de conhecer, no início de sua carreira, o já veterano. Paulo a tratava como filha e muitas vezes a livrava de ‘sufocos’.

“Cobrir policia sendo mulher não é fácil. Ele me abraçou, me botou no colo. Apesar de ser um grande profissional, era a pessoa mais humilde que eu conheci. Várias vezes se oferecia para ir no meu lugar para operações policiais arriscadas”, acrescenta Roberta.

Paulo Carvalho deixa dois filhos (Pedro Henrique, de 11 anos, e João Gabriel, de 18) e a esposa, também jornalista, Janaína Carvalho. Paulo estava acompanhado do filho mais novo na feira quando teve o mal súbito. O local e horário do sepultamento não haviam sido definidos até o fechamento desta reportagem.

Fonte: O Dia

Operação vai destruir cerca de 16 mil armas no Rio de Janeiro

Cerca de 16 mil armas apreendidas serão destruídas nesta sexta-feira (26) durante a Operação Rolo Compressor III, conduzida pelo Exército Brasileiro. Há três anos a iniciativa se repete com o objetivo de conscientizar os cidadãos brasileiros sobre a violência armada.

O material será destruído no período da manhã, no Batalhão de Manutenção e Suprimento de Armamento, em Deodoro, na Zona Oeste do Rio.

Esses armamentos apreendidos foram considerados inúteis para a continuidade de processos judiciais a que estavam relacionados. Por isto, receberam a ordem de destruição por magistrados. As armas nessa situação são encaminhadas à destruição ou à doação a órgãos de segurança pública e às Forças Armadas.

Testemunhas reconhecem um dos envolvidos na morte de família em Marechal Hermes

Testemunhas reconheceram, nesta quarta-feira, um dos envolvidos na morte de três pessoas da mesma família, em Marechal Hermes, na Zona Norte do Rio. Na madrugada de ontem, pai, mãe e filhos foram alvos de tiros disparados por duas pessoas que invadiram a casa da família. O único sobrevivente foi Wladimyr Dativo dos Santos, de 41 anos, que foi atingido por vários disparos e está internado no Hospital Albert Schweitzer com o quadro de saúde estável.

Uma das linhas de investigação da polícia é que o ataque aconteceu por causa da disputa de uma herança envolvendo a família. Os policiais também cogitam a hipótese de Wladimyr ter sido o alvo dos bandidos, que também acabaram atirando nas outras pessoas.

No entanto, essa linha de investigação pode cair por terra, já que os agentes têm informações suficientes de que o motivo das execuções teria sido mesmo a herança

Rio, 23/07/2019, Parentes da familia executada em Marechal Hermes no IML, Foto de Gilvan de Souza / Agencia O Dia – Gilvan de Souza / Agencia O Dia

Ainda nesta quarta, policiais da Delegacia de Homicídios da Capital (DH) foram até o Albert Schweitzer para colher o depoimento de Wladimyr. Na ocasião, o titular da DH, o delegado Daniel Rosa, afirmou que iria ter a identificação dos autores em “um curto estaço de tempo”.

Wladimyr já tem quatro passagens pela polícia, por lesão corporal, roubo de carga, porte ilegal de arma e homicídio. A Secretaria estadual de Administração Penitenciária (Seap) disse que ele estava em liberdade desde maio.

Mãe e filhos são as vítimas fatais do ataque – Arquivo Pessoal

ENTERROS
Das três vítimas fatais Lindsay de Almeida Reis, 15, morreu no momento do ataque. Sua mãe, Luciana Almeida da Silva, 35, foi atingida na coxa e virilha esquerda e no braço direito, chegou a ser socorrida no Hospital Carlos Chagas, mas não resistiu aos ferimentos.

Wictor Dativo de Almeida, 7, filho de Wladimyr e Luciana, foi atingido na cabeça e chegou a ficar em estado gravíssimo no Hospital Pedro II. No entanto, na noite desta quarta, ele morreu. Logo depois, o corpo dele foi enviado ao IML de São Cristóvão, onde familiares estão reunidos nesta manhã.

“A gente não entende porque aconteceu isso com as crianças. As crianças não tinham ficha criminal. Quem teve esses problemas é o Wladimyr”, lamenta um familiar, que não quis se identificar. “Ele é que estava tentando ressocializar a vida dele”.

Os corpos da mãe e da irmã de Wictor foram liberados ainda na noite ontem. O enterro das duas vai acontecer na tarde desta quinta, no Cemitério de Olinda, em Nilópolis, na Baixada Fluminense. A família corre para enterrar Wictor junto com elas.

“A gente está estarrecido pelas crianças. Por que fizeram isso com elas?”, o parente questiona. “Eles passaram o fim de semana juntos e estavam bem alegres. Não entendemos a motivação do crime”.

Número de estelionatos no Estado do Rio cresce 19%; confira 10 golpes mais usados

No dia 4 de maio, a aposentada Márcia Albernaz, de 55 anos, deixou um recado em uma rede social: “Enalteço a NOBRE atitude – nos dias de hoje – dos colegas que, imediatamente, sem muito pensar, acabaram fazendo depósitos em favor de um falsário, achando que estavam me ajudando”. Márcia tinha sido vítima de um golpe pelo WhatsApp. Um estelionatário se apossou de seu perfil e pediu dinheiro emprestado aos amigos dela. A aposentada, que registrou boletim de ocorrência, engrossa as estatísticas de estelionato no Estado do Rio. Os casos aumentaram 19% em 2019, comparados ao ano anterior.

Segundo o Instituto de Segurança Pública (ISP), entre os meses de janeiro a maio, o número de registros de estelionato feitos pela Polícia Civil passou de 13.424, em 2018, para 15.976, no mesmo período deste ano. No caso de Márcia, dois de seus amigos caíram no golpe. Eles fizeram depósito com valores em torno de R$ 2 mil. Ela chegou a anunciar que faria o ressarcimento de quem comprovasse ter feito o depósito.

O estelionatário também usou as senhas dos cartões bancários que Márcia havia deixado registrado em conversa por WhatsApp. Os estelionatários fizeram compras no valor de R$ 17 mil: “Uma amiga ligou dizendo que tinha feito o depósito. Tive vontade de chorar. Fiquei muito abalada”.

Já o administrador X., de 46 anos, caiu em um golpe que se iniciou com a anúncio de carro por meio de um site de vendas. O estelionatário usou dados de um carro de verdade, simulou perfis nas redes sociais e enganou de uma só vez o vendedor e o comprador do veículo. A vítima, que pretendia comprar o carro, acabou fazendo um depósito de R$ 39 mil na conta de um laranja indicado pelo estelionatário.

“Quando percebi o golpe, a transferência já tinha sido feita. O banco ainda bloqueou R$ 10 mil do total. Usando um outro chip de telefone, vi que o estelionatário continuava atuando. Me apresentei, ele debochou mandando uma foto com bebidas e piscina”, contou o administrador. Quem também acabou frustrada por cair em um golpe foi a professora Thaiene Escorza, de 28 anos. Grávida, ela contratou pela internet uma empresa para fazer a decoração do chá de bebê.
O fornecedor pediu R$ 80,00 de depósito antecipado, mas não apareceu com o produto: “Tive que pegar a mesa da minha casa e improvisar”, contou a professora. De acordo com dados do ISP, dos registros de estelionatos de janeiro a maio, na Região Metropolitana, 56,52% (9.029) foram no Rio. A delegada Talita Carvalho, da 12ª DP (Copacabana), contabilizou 20 casos de um golpe que está sendo praticado por falsos taxistas. Eles usam máquinas de cartão adulteradas. Segundo a delegada, os motoristas usam aparelhos que ocultam o valor correto cobrado. Corridas curtas de R$ 8,00, por exemplo, são debitadas por até R$ 3 mil.

“Na hora de digitar o valor na máquina, a vítima vai conferir e verifica que a máquina está tampada, quebrada ou mofada. Com isso, não consegue ver o valor real da corrida. O falso taxista diz para o cliente que a máquina está com problemas”, conta a delegada, recomendando que o passageiro desconfie se o taxista insistir em receber pelo cartão e tiver dificuldade em ver o valor no visor da máquina.

Na Zona Norte, em janeiro, dois homens foram presos por agentes da 22ª DP (Penha). Eles foram autuados pelos crimes de estelionato, organização criminosa e falsidade ideológica. Segundo o delegado Fabrício Oliveira, da 22ª DP, a quadrilha utilizava dados de empresas idôneas para fazer compras pela internet. Após receberem os produtos adquiridos com as informações falsas, eles revendiam os itens no mercado negro. “Esses estelionatários vivem de praticar pequenos golpes. Como geralmente não ficam presos, um mesmo estelionatário é identificado até 15 vezes pela polícia”, ressalta o delegado.
Especialista orienta como não cair nas armadilhas
Com golpes cada vez mais sofisticados, é preciso estar atento para não cair em uma cilada. Segundo a advogada Rosa Rodrigues, especialista em defesa do consumidor, da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor e Trabalhador, apesar dos casos serem diferentes, é possível tomar alguns cuidados.

Segundo ela, quando o negócio for realizado pela internet, uma sugestão é conferir a reputação do comprador ou vendedor. O objetivo é ver se já fizeram outros negócios no mesmo site e como foram avaliados. É preciso estar alerta, também, a e-mails falsos de golpistas que podem se passar por clientes, representantes de banco ou de serviços de proteção ao consumidor.

“Desconfie se um produto está sendo anunciado por R$ 300, R$ 400, mais barato do que dos outros anunciantes. Seduzido pelo preço, alguns clientes se esquecem de checar a idoneidade do vendedor”, disse a especialista. Rosa Rodrigues lembra que a maioria dos casos de fraudes inclui links com aparência legítima, mas que direcionam para sites falsos.
É necessário verificar a URL do site que aparece no link do e-mail para ter certeza de que é o mesmo site que você está entrando. A advogada orienta, ainda, que as vítimas devem procurar as delegacias para registar os golpes. “É possível entrar com uma ação, mas ser ressarcido é bem complicado. Geralmente, os valores são depositados em contas de terceiros usados pelos golpistas. Os casos, na maioria das vezes, são julgados à revelia. A pessoa não comparece às audiências e é difícil o bloqueio de seus bens”.
Os top 10
– WhatsApp clonado para pedir dinheiro.

– Clientes, compradores, representantes de banco ou serviços falsos na internet.
– Falsos taxistas enganam passageiros.

– Motoristas de aplicativos fazem sequestro relâmpago.

– Apropriação de documentos usados em abertura de conta bancária digital.

– Falsa promessa de tirar o nome do SPC e Serasa.

– Apropriação de base de clientes para uso por quadrilha de roubo de cargas.

– Promessa de falso emprego.

– Uso de site de relacionamento para pedir dinheiro.

– Compra de bilhete falso de loteria.

 

Fonte: O Dia

Homem é preso carregando quatro corpos esquartejados dentro de carro na Penha

Um homem foi preso, no fim da noite desta segunda-feira, carregando quatro corpos esquartejados, que estavam dentro de sacos, no carro em que dirigia, na Penha, na Zona Norte do Rio. André Luiz da Silva Almeida, de 32 anos, chegou a tentar fugir quando foi abordado pelos policiais, mas chegou a ser baleado.
De acordo com a Polícia Militar, o homem estava em um Ford EcoSport branco, quando, na altura do Viaduto da Avenida Lobo Júnior, agentes da UPP Vila Cruzeiro decidiram abordá-lo. Ele acelerou com o carro até a Rua Honório Bicalho, deixando o veículo no local, tentando fugir a pé.
André Luiz atravessou a linha férrea, até que foi alcançado na Rua Ibiapina, após ser baleado. Ele foi socorrido no Hospital Estadual Getúlio Vargas, onde recebeu atendimento médico, e seguiu para a Delegacia de Homicídios da Capital (DH) para prestar depoimento.

Corpos estava em um Ford Ecosport branco – Reprodução / Internet

Segundo a Polícia Civil, na DH, o homem foi ouvido e autuado em flagrante pelos crimes de ocultação de cadáver e tentativa de homicídio, por ter disparado contra os PMs.
Dos quatro corpos, dois deles foram identificados como sendo dos primos Jonathas Gonçalves de Oliveira Tavares e Rodrigo Gonçalves Marques, ambos de 26 anos. Segundo familiares, eles trabalhavam juntos como mecânicos e estavam desaparecidos desde a tarde de ontem.
Todos os corpos foram encaminhados ao IML. Os outros dois ainda aguardam identificação. “As investigações estão em andamento para apurar a autoria e motivação do crime”, a Polícia Civil disse, em nota.

Corpos estava em um Ford Ecosport branco – Reprodução / Internet